Leitura do dia 18/12.
Continuamos nossa caminhada através da Carta aos Hebreus.
Ontem vimos que Melquisedeque é maior que Abraão. Jesus é sacerdote como Melquisedeque. Nosso Sumo Sacerdote tem um ministério superior.
Também vimos a adoração na antiga aliança. Cristo é o sacrifício perfeito. Morreu uma só vez e tornou-se o sacrifício perfeito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/hebreus-71-928.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dez. Até o capítulo treze.
A lei constitui apenas uma sombra. Um vislumbre do que estava por vir. Os sacrifícios exigidos por ela faziam que os pecados fossem lembrados todos os anos.
Cristo veio ao mundo porque é impossível que sangue de bodes e touros remova pecados. Veio para fazer a vontade do Pai. Sua vontade é que fosse feito sacrifício de uma só vez. Assim foi. Seu sacrifício é válido para sempre.
Por causa de Seu sangue podemos entrar com toda confiança no lugar santíssimo. Sua morte abriu um caminho novo e vivo através da cortina que leva a esse lugar.
Precisamos nos apegar firmemente, sem vacilar, à esperança que professamos. Pensemos em motivar uns aos outros na prática do amor e das boas obras. Não deixemos de nos reunir para nos encorajarmos mutuamente. Não podemos caminhar sozinhos. Não conseguimos. Precisamos dessa motivação e encorajamento mútuos.
Não podemos continuar pecando deliberadamente depois de ter recebido o conhecimento da verdade. Se assim fizermos, estamos desprezando o Espírito Santo que nos concede Sua graça e insultando o Senhor Jesus, tratando como comum e profano o sangue da aliança. Seu sangue.
Todos serão julgados.
Apesar de nossas lutas e sofrimentos, devemos permanecer firmes. Se perseverarmos, seremos recompensados pelo Senhor.
O autor de Hebreus começa a falar sobre a fé. Ela mostra a realidade do que esperamos. Nos dá convicção de coisas que não vemos.
Pela fé pessoas obtiveram aprovação. Pela fé entendemos que todo o universo foi criado pela palavra de Deus. Pela fé Abel mostrou que era justo.
Pela fé Enoque foi levado para o céu sem ver a morte. Antes de ser levado era conhecido por agradar a Deus. Sem fé não podemos agradá-Lo. É preciso se aproximar dEle crendo que existe e recompensa quem O busca.
Pela fé Noé construiu a arca. Obedeceu a Deus crendo em coisas que nunca haviam acontecido. Pela fé Abraão foi morar onde não conhecia. Partiu sem saber para onde ia. Pela fé Isaque e Jacó herdaram a mesma promessa, de possuir a terra. Pela fé Sara, embora estéril e idosa, teve um filho.
Esses homens e mulheres morreram crendo, sem abandonar a fé, embora não tenham recebido tudo que lhes foi prometido. Apenas avistaram de longe e aceitaram a palavra do Senhor.
Pela fé Abraão, quando foi posto à prova, ofereceu Isaque em sacrifício. Cria que o Senhor poderia ressuscitá-lo, já que a promessa era que através dele sua descendência seria grande. Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú, seus filhos. Pela fé Jacó abençoou os filhos de José e adorou. Pela fé José pediu que levassem seus ossos, sabendo que Israel voltaria para a terra que seria delas. Pela fé os pais de Moisés o esconderam. Pela fé Moisés escolheu sofrer com seu povo ao invés de gozar das benfeitorias de ser filho da filha de Faraó.
Pela fé o povo de Israel atravessou a seco o Mar Vermelho. Também marchou durante sete dias ao redor de Jericó, e suas muralhas caíram. Pela fé a prostituta Raabe não foi morta junto com seus habitantes.
Além desses exemplos há Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas. Todos, pela fé, conquistaram reinos, governaram com justiça, receberam promessas. Fecharam a boca de leões, apagaram chamas de fogo, escaparam de morrer pela espada. Suas fraquezas se transformaram em força. Tornaram-se poderosos na batalha. Fizeram fugir exércitos inteiros. Mulheres receberam de volta seus queridos que haviam morrido.
Alguns, porém, pela fé, foram torturados. Depositaram sua esperança na ressurreição para uma vida melhor. Uns foram zombados e açoitados. Outros, acorrentados. Alguns morreram apedrejados. Outros, serrados ao meio. Alguns, mortos à espada. Outros andavam vestidos com peles de ovelhas e cabras, necessitados, afligidos e maltratados. Vagaram por desertos e montes, escondendo-se em cavernas e buracos. Todos estes obtiveram aprovação por causa de sua fé. Nenhum recebeu o que havia sido prometido. Deus tinha algo melhor para nós. Assim, sem nós, eles não chegariam à perfeição.
Estamos rodeados por muitas testemunhas. Devemos nos livrar de todo peso que nos torna vagarosos e do pecado que nos atrapalha. Precisamos correr com perseverança o que nos foi proposto. Mantendo o olhar firme em Jesus, autor e aperfeiçoador da nossa fé.
Por causa da alegria que receberia, suportou a cruz sem se importar com a vergonha. Agora está sentado no lugar de honra, à direita de Deus. Se nos lembrarmos de toda hostilidade que Ele suportou não ficaremos cansados, nem desanimados.
Suportemos a disciplina de Deus lembrando que Ele nos trata como filhos. Todo pai que ama seu filho, corrige-o. Se somos corrigidos, somos filhos. Se não somos corrigidos, somos bastardos. Sabemos que somos filhos pois Ele nos corrige. Porque nos ama.
É muito ruim ser corrigido, mas a correção produz uma colheita de vida justa e de paz.
Que revigoremos nossas mãos cansadas e nossos joelhos enfraquecidos. Que façamos caminhos retos para que até os mancos consigam andar por eles.
Que vivamos para viver em paz com todos. Tendo uma vida santa. Sem vida santa ninguém verá o Senhor. Cuidemos uns dos outros para que todos experimentemos a graça de Deus.
Fiquemos atentos. Não deixemos que nenhuma raiz de amargura brote em nós, causando perturbação e contaminando muitos.
Vigiemos para que ninguém seja imoral ou profano, como Esaú que trocou sua benção por um prato de comida. Trocou o eterno pelo passageiro.
Devemos ser gratos ao Senhor por termos recebido um reino inabalável.
Continuemos a amar uns aos outros, como irmãos. Não nos esqueçamos de demonstrar hospitalidade. Lembremos dos que estão na prisão e os que são maltratados, como se fôssemos eles.
O casamento deve ser honrado e a união conjugal mantida pura. Deus certamente julgará os impuros e os adúlteros.
Não amemos o dinheiro. Estejamos satisfeitos com o que temos. O Senhor é conosco, isso sim é importante.
Lembremos de nossos líderes, que nos ensinaram a Palavra de Deus. Lembremos de todo o bem que resultou da vida deles. Sigamos seu exemplo de fé.
Jesus nunca muda. Então, não sejam atraídos por ensinos novos e estranhos. Nossa força vem da graça de Deus e não de regras sobre alimentos.
Jesus sofreu fora das portas da cidade, como era oferecido o sacrifício queimado fora do acampamento, para santificar Seu povo através de Seu sangue. Devemos ir até Ele, fora do acampamento, sofrendo a mesma desonra que Ele sofreu.
Não nos esqueçamos de fazer o bem. Nem de repartir o que temos com os necessitados. São esses sacrifícios que agradam a Deus.
Obedeçamos nossos líderes. Que prestemos atenção em todas as instruções dadas nesta carta.
Lembremos que Ele é quem produz em nós tudo que Lhe é agradável.
Continuamos amanhã. Leremos o livro de Tiago, irmão do Senhor Jesus.
Espero você. Até lá.

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