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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Isaías 19.1-21.17

Leitura do dia 21/07.

Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Isaías.

Ontem vimos mais palavras de julgamento. Muita dor. Desespero. Angústia. Tristeza. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-161-187.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.

Isaías também recebeu uma palavra do Senhor a respeito do Egito. O Senhor avança contra o Egito. Seus ídolos estremecem diante dEle. O coração dos egípcios se derrete de medo. O Senhor os entregará a um rei feroz. E, ao invés de voltarem para o Senhor, pedirão sabedoria a seus ídolos. Invocarão os espíritos. Consultarão médiuns e praticantes de ocultismo. Seus oficiais são tolos. Dão conselhos absurdos.

Novamente vemos a responsabilidade dos líderes. Foram eles que fizeram o Egito se desviar. Quando o julgamento vier, os egípcios serão frágeis como mulheres. Encolher-se-ão de medo debaixo da mão levantada do Senhor.

Mas, há uma notícia excelente. O Senhor ferirá o Egito. Mas também enviará cura.

“Naquele dia” cinco cidades do Egito seguirão o Senhor. “Naquele dia” haverá um altar ao Senhor. No meio do Egito. Um monumento a Ele será levantado na fronteira. Serão sinal e testemunho de que o nome do Senhor será adorado. Quando os egípcios clamarem o Senhor, Ele os ouvirá. Enviará um salvador que lutará por eles. E os livrará. Quando clamarem, o Senhor se revelará a eles. Eles O conhecerão.

Haverá uma estrada de ligação entre o Egito e a Assíria. Viajarão livremente entre seus países. Irão adorar juntos ao Senhor. Israel será o terceiro, junto com eles. Uma benção no meio da terra. Lembra, essa foi a ordem do Senhor (Gênesis 12.3). 
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

O próprio Senhor dirá que o Egito é seu povo, bendito. Que a Assíria, terra que Ele criou, é bendita. Que Israel, Sua propriedade especial, é bendita. Oh, que bendito e glorioso dia será esse.

Então, no ano em que Sargom, rei da Assíria, enviou seu comandante para conquistar Asdode, na Filistia, o Senhor ordenou que Isaías, que naquela época andava vestido de pano de saco como sinal de desgraça, se despisse e tirasse as sandálias que estava calçando. 

O quê? É isso mesmo? O Senhor ordenou que Isaías se despisse e andasse descalço? Sim. Sabe o que Isaías fez? Obedeceu. Passou a andar nu e descalço. Não um dia ou dois. Foram três anos. Como sinal e advertência das terríveis dificuldades que viriam sobre o Egito e a Etiópia. Era a misericórdia do Senhor. Sinalizando dia após dia. Ainda assim, não se voltaram para Ele.

Os egípcios e os etíopes (cuxitas), foram levados como prisioneiros pelo rei da Assíria. Jovens e velhos andaram nus e descalços. Com as nádegas descobertas. Para sua vergonha.

Os filisteus ficaram apavorados. Contavam com o poder da Etiópia e do Egito. Eram seus aliados. Eram sua esperança. Não confiavam no Senhor. Confiavam na Etiópia e no Egito. Todos foram derrotados. Destruídos. Envergonhados.

Que nossa confiança esteja no Senhor. Que nosso socorro venha dEle. Que somente a Ele adoremos e busquemos.

Isaías recebeu outra mensagem sobre Babilônia. Teve uma visão assustadora. Viu “o traidor trair” e o “destruidor destruir”. Foi tão horrível que sentia pontadas terríveis em seu estômago. Teve tantas dores que sentiu como se fosse uma mulher que está em trabalho de parto. Chegou a desfalecer. Não conseguia nem olhar de tanto medo. Sua mente chegou a ficar confusa. Seu coração palpitando. Até desejou a noite para dormir. Mas quando chegou, a escuridão o aterrorizava. A visão era aterradora.

Os babilônios estavam em um banquete. Todos comiam e bebiam. Tiveram que levantar rápido. Pegar os escudos. A batalha estava às portas.

O Senhor ordenou que Isaías colocasse um vigia no muro da cidade. Para que anunciasse o que visse. Deveria ficar atento aos carros de guerra. Ordenou que o vigia permanecesse em alerta.

O vigia gritou que todos os dias ficava na torre. Todas as noites também. Não saía de seu posto. Então, de repente, ele viu. Um homem num carro de guerra. Com um par de cavalos. Gritou que a Babilônia havia caído. Todos os seus ídolos estavam despedaçados no chão.

Isaías fala que anunciou ao seu povo tudo que o Senhor lhe disse. Nada ficou sem falar. Com tristeza, chamou seu povo de moído e peneirado.

Recebeu uma mensagem sobre Edom. Alguém o chamou de guarda. Perguntou quanto tempo faltava para amanhecer. Sua resposta foi que o amanhecer estava próximo, mas a noite voltaria em breve. Poderiam lhe perguntar novamente. É triste que, ainda que o amanhecer estivesse próximo, a noite chegaria rápido. Edom será julgado.

Recebeu uma mensagem sobre a Arábia. O Senhor lhe disse que dentro de um ano toda a glória de Quedar chegaria ao fim. Seus arqueiros valentes seriam quase exterminados. Pede que os habitantes de Temã tragam água para os sedentos e alimento para os refugiados, que estão exaustos.

Não é fácil ser profeta do Senhor. A vida de um profeta não é um mar de rosas. Foi chamado para transmitir a mensagem que o Senhor lhe entregar. Seja ela qual for. 

Não vemos nenhum profeta nas Escrituras rodeado de riqueza. Muito menos, na “boa vida”. O que vemos são profetas perseguidos. Aprisionados. Encurralados. Assassinados. Muito diferente de alguns que se dizem profetas hoje. 

Que tenhamos cuidado. Não nos deixemos enganar. Leiamos a Palavra. Conferindo tudo com ela.

“Pois a palavra de Deus é viva e poderosa. É mais cortante que qualquer espada de dois gumes, penetrando entre a alma e o espírito, entre a junta e medula, e trazendo à luz até os pensamentos e desejos mais íntimos. Nada, em toda a criação, está escondido de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante de seus olhos, e é a Ele que prestamos contas”. – Hebreus 4.12,13

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

1 Reis 10.11-29

Leitura do dia 01/04.

Na postagem anterior, vimos que a fama de Salomão se espalhou por causa do nome do senhor. Ele recebeu a visita de muitos reis, inclusive da Rainha de Sabá. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-101-10.html

Agora, ainda caminhando pelo capítulo dez. A partir do versículo onze. Até o final.

A frota de Hirão, que trazia ouro de Ofir, trouxe de lá madeira nobre de sândalo e muitas pedras preciosas. Salomão usou este sândalo para os balaústres do templo, para as harpas e alaúdes, usados pelos músicos.

Até o tempo em que foi escrito o livro de Reis, nunca foi vista tanta madeira de sândalo como aquele carregamento. Provavelmente, nem depois.

Salomão recebia, todos os anos, vinte e três mil e trezentos quilos de ouro, além dos impostos e taxas que eram pagos pelos comerciantes e por todos os reis da Arábia e governadores do país.

Ele mandou produzir duzentos grandes escudos. Eram de ouro batido. Foram utilizados três quilos e seiscentos gramas de ouro puro para folhear cada um.

Também mandou que fizessem trezentos escudos pequenos e folheados. Com um quilo e oitocentos gramas de ouro batido em cada escudo.

Salomão ordenou que colocassem todos esses escudos em seu Palácio do Bosque no Líbano.

Também mandou fazer um grande trono de marfim revestido de ouro puro. Era magnífico. Tinha seis degraus. Seu espaldar era arredondado na parte superior. Tinha braços de cada lado do assento e a escultura de dois leões em pé próximos a cada um dos braços do trono. Também havia doze leões nos seis degraus, um em cada ponta de cada degrau. Nada igual havia sido produzido em qualquer reino conhecido. Devia ser magnífico.

Todas as taças que eram usadas em sua corte eram de ouro, assim como todos os utensílios do Palácio do Bosque do Líbano. Não havia nada de prata. Naquela época a prata não tinha valor comercial.

Salomão controlava uma frota de navios mercantes, em Tarsis, que navegava junto com os navios do Rei Hirão. Essa frota retornava em cada três anos, trazendo ouro, prata, marfim e animais exóticos, como macacos e pavões.

Salomão tornou-se o homem mais rico e sábio de todos os reis sobre a terra. Todos, do mundo conhecido, queriam ser recebidos por ele. Para ouvir a sabedoria que Deus tinha colocado em seu coração.

Cada pessoa recebida em audiência, ano após ano, trazia-lhe presentes. Eram objetos de prata, obras em ouro puro, roupas finas, armas poderosas, perfumes raros, especiarias, cavalos e mulas.

Salomão acumulou muitos carros e cavaleiros. Tinha mil e quatrocentos carros e doze mil cavaleiros. A maioria deles estava posicionada em cidades estratégicas e, outra parte, próximo a ele, em Jerusalém.

Os cavalos de Salomão eram importados do Egito e da Cilícia. Seus agentes negociavam seus preços. Traziam para a terra de Israel e os exportavam para todos os reis dos hititas e dos arameus.

Salomão tornou a prata tão comum em Jerusalém quanto as pedras. E, acredite, existe, até hoje, muitas pedras lá. Os cedros também ficaram tão comuns quanto os sicômoros das campinas, também conhecido como figueira dos frutos desprezados (frutos bravos).

Novamente vemos que Salomão atraía as pessoas, do mundo todo, por causa da sabedoria do Senhor que nele habitava.

Seu reino foi colossal. Inigualável. E o nome do Senhor foi ouvido por pessoas de muitos povos diferentes.

Que seja assim comigo e com você. Que pessoas nos procurem, de toda parte, para ouvir do Senhor. Que Seu nome seja conhecido em nós e através de nós.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-visibilidade-de-salomao.html