Leitura do dia 13/10.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Mateus.
Ontem vimos uma grande parte do "Sermão do Monte". Ensinamentos maravilhosos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-61-34.html
Hoje prosseguimos nossa viagem através dos capítulos sete a nove de Mateus. Na primeira postagem, apenas o capítulo sete.
Jesus continua Seus preciosos ensinos.
Não devemos julgar, para não sermos julgados. Não temos as informações necessárias para tal. Só o Senhor pode ser um juiz justo. Ele sabe todas as variáveis, todas as circunstâncias, tudo que está envolvido nas situações. Conhece os corações e não apenas as aparências.
Quando nos colocamos no lugar de juízes estamos piores dos que os que supostamente julgamos. Não somos juízes. Há uma tábua em nossos olhos enquanto que, no outro, apenas um cisco.
Devemos tomar cuidado também com o que ofertamos às pessoas. Não ofereçamos “pérolas aos porcos”. Não há nenhum proveito nisso.
O Senhor Jesus nos incentiva a orar, a pedir, a bater. Persistência na oração. E nos compara com o Pai. Sabemos dar bons presentes aos nossos filhos, quanto mais Ele! Se você é pai ou mãe, sabe que desejamos o melhor para nossos filhos e estamos sempre procurando lhes dar presentes. Nosso Pai nos ama muito mais. É um amor impossível de ser medido.
E mais, tudo que queremos que as pessoas nos façam, devemos fazer a elas, independente de termos ou não retorno. Novamente o Senhor mostra que nosso padrão deve ser diferente do “normal”. Devemos ir além, demonstrando o caráter dAquele a quem servimos.
A porta que conduz à vida é estreita e não são muitos que a encontram. Agir com as atitudes corretas demanda esforço.
Ele também nos adverte a tomar cuidado com os falsos profetas, vestidos em pele de cordeiro, sendo na verdade, lobos vorazes. Como reconhecê-los? Pelos frutos. Uma árvore ruim não pode dar frutos bons. Que nossos olhos estejam abertos.
Nem todos aqueles que O chamam de Senhor entrarão no Reino dos céus. Por quê? Porque muitos O servem da “boca para fora”, apenas na aparência. Seus corações estão longe de amá-Lo. Não fazem a vontade do Pai.
Ah, e como amo essa parte em que fala do prudente e do insensato. Ambos construíram suas casas. Um sobre a rocha, outro sobre a areia. A chuva caiu sobre ambas, os rios transbordaram ao redor de ambas, os ventos sopraram e deram contra ambas. Apenas a que estava firmada na rocha ficou em pé.
https://www.youtube.com/watch?v=tT5FEKtUGjA
Essa casa é como o homem que ouve as palavras do Senhor e as pratica. Não estamos livres das lutas, das dificuldades, dos ventos e das tempestades. Com toda certeza teremos essas experiências. Se praticarmos o que temos ouvido do Senhor, nossa casa não cairá. Mas se não praticarmos Suas palavras, seremos como o insensato. Nossa casa cairá por não estar bem alicerçada e a queda será grande.
Temos praticado Suas palavras? Ou apenas temos ouvido como se fosse um ensino qualquer? Nossa atitude definirá o que acontecerá com nossas vidas. Continuaremos firmes ou sucumbiremos? Nossa casa está firmada na rocha ou solta na areia? Somos praticantes ou apenas ouvintes da Palavra?
Assim acaba o discurso de Jesus, iniciado no capítulo cinco, conhecido como “O Sermão do Monte”.
As multidões estavam completamente maravilhadas. Ensinava com autoridade e não como os mestres da lei que não tinham vida condizente com seus ensinos, além de oprimirem o povo com tradições de homens.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
As bem-aventuranças
Continuamos com o capítulo 5 de Mateus.
O Senhor Jesus sempre aproveitava as oportunidades. Quando via as pessoas que O seguiam, arrumava um barco ou um lugar alto, com uma acústica boa e começava a ensinar.
Aqui Seu ensinamento foi denominado como “as bem-aventuranças”. E, para Ele, os bem-aventurados são, aos nossos olhos, os improváveis.
Os que são podres de espírito, e não os orgulhosos. Os que choram e não os que gargalham. Os humildes, e não os arrogantes. Os que tem fome e sede de justiça e não os que fazem justiça com as própria mãos.
Os misericordiosos, muitas vezes tidos como os “bobos”, alcançarão misericórdia.
Os puros de coração, tidos como “inocentes demais”, verão a Deus.
Os pacificadores, às vezes tidos como covardes, serão chamados filhos de Deus.
E os perseguidos, por causa da justiça, possuirão o Reino dos céus.
E vai além, dizendo que serão bem-aventurados os que forem insultados e perseguidos por seguirem a verdade, Ele. Esses devem alegrar-se e regozijar-se porque grande é a recompensa que os espera nos céus. Fizeram assim com os profetas.
E nós, conseguimos nos enxergar bem-aventurados? Ou nos achamos tolos quando esperamos a justiça de Deus?
Consideramo-nos bem-aventurados quando passamos ou somos o que o Senhor Jesus citou?
Vale lembrar que aquele que segue ao Senhor Jesus precisa ter sua mente mudada através de arrependimento. Deve começar uma nova jornada, com uma mente transformada, ou nunca entenderá nada. A lógica de Deus não é como a nossa. Muito menos sua perspectiva.
Muitas vezes quando perdemos, estamos ganhando. Ele vê toda a situação, o que não conseguimos fazer.
Pensemos um pouco sobre Seus valores. Comparemos com os nossos.
Que sejamos bem-aventurados.
Amanhã, continuamos nossa caminhada.
O Senhor Jesus sempre aproveitava as oportunidades. Quando via as pessoas que O seguiam, arrumava um barco ou um lugar alto, com uma acústica boa e começava a ensinar.
Aqui Seu ensinamento foi denominado como “as bem-aventuranças”. E, para Ele, os bem-aventurados são, aos nossos olhos, os improváveis.
Os que são podres de espírito, e não os orgulhosos. Os que choram e não os que gargalham. Os humildes, e não os arrogantes. Os que tem fome e sede de justiça e não os que fazem justiça com as própria mãos.
Os misericordiosos, muitas vezes tidos como os “bobos”, alcançarão misericórdia.
Os puros de coração, tidos como “inocentes demais”, verão a Deus.
Os pacificadores, às vezes tidos como covardes, serão chamados filhos de Deus.
E os perseguidos, por causa da justiça, possuirão o Reino dos céus.
E vai além, dizendo que serão bem-aventurados os que forem insultados e perseguidos por seguirem a verdade, Ele. Esses devem alegrar-se e regozijar-se porque grande é a recompensa que os espera nos céus. Fizeram assim com os profetas.
E nós, conseguimos nos enxergar bem-aventurados? Ou nos achamos tolos quando esperamos a justiça de Deus?
Consideramo-nos bem-aventurados quando passamos ou somos o que o Senhor Jesus citou?
Vale lembrar que aquele que segue ao Senhor Jesus precisa ter sua mente mudada através de arrependimento. Deve começar uma nova jornada, com uma mente transformada, ou nunca entenderá nada. A lógica de Deus não é como a nossa. Muito menos sua perspectiva.
Muitas vezes quando perdemos, estamos ganhando. Ele vê toda a situação, o que não conseguimos fazer.
Pensemos um pouco sobre Seus valores. Comparemos com os nossos.
Que sejamos bem-aventurados.
Amanhã, continuamos nossa caminhada.
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