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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

João 2.12-25

Leitura do dia 02/11.

Na postagem anterior, vimos Jesus salvar uma festa de casamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-21-11.html

Agora, caminharemos a partir do versículo doze. Até o versículo vinte e cinco. Do capítulo dois do livro de João.

Vamos segui-Lo por esses versículos?

Depois do casamento e do milagre em Caná da Galileia, Jesus vai a Cafarnaum com Sua mãe, Seus irmãos e Seus discípulos. Ficam ali alguns dias. http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-muda-historia-de-uma-festa.html

Quando estava chegando a Páscoa judaica, Jesus sobe a Jerusalém. Nós O acompanhamos.

Impossível não acontecer algo que mexa com nossos corações.

Ele vai ao templo. No pátio vê alguns vendedores de bois, ovelhas e pombas. Vê também alguns assentados trocando dinheiro.

A moeda circular era diferente da moeda usada no templo. Muitos vinham de longe para entregarem seus dízimos e ofertas e, ao invés de trazerem os animais, vendiam-nos e traziam o dinheiro. Tinham que fazer o câmbio e depois comprar outro animal.

Quando o Senhor Jesus vê que fazem essa comercialização no pátio do templo, o lugar separado para os gentios buscarem o Eterno, Ele toma uma atitude.

Meus olhos, estou certa, estão arregalados. Nós O observamos. Ele faz um chicote de cordas. Seguro em seu braço. O que fará?

Fico boquiaberta. Ele vai pelo pátio do templo expulsando todos, inclusive as ovelhas e bois. Espalha as moedas dos cambistas e vira suas mesas.

Àqueles que vendem pombas ordena que saiam de lá, que tirem suas mercadorias e parem de fazer da casa de Seu Pai, um mercado.

Seus discípulos lembram que está escrito: “O zelo pela tua casa me consumirá” (Salmos 69.9). Minhas pernas estão bambas. Fico pensando em muitas de nossas igrejas hoje. Verdadeiros mercados. O que o Senhor faria? É muito sério. Nossas igrejas têm sido lugar de culto e adoração? Lugar de pregação da Palavra? Lugar para buscarmos o Senhor? Ou se tornaram verdadeiros mercados, enormes franquias? Tremo só de pensar no Senhor com Seu chicote, derrubando bancas, cabines e o mais que temos utilizado no pátio do templo para comércio. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/jesus-no-templo.html

Quando os judeus viram o que fizera perguntaram-Lhe que sinal miraculoso podia mostrá-los como prova de Sua autoridade para fazer o que fez.

Prova de Sua autoridade? Será que precisa de mais alguma prova além do fato de Ele fazer o que fez e ninguém encostar o dedo nEle? Fico constrangida diante de tanta autoridade. Ele é quem diz ser.

Ainda assim, Jesus lhes responde: “Destruam este templo, e Eu o levantarei em três dias”. Claro, não entendem. Respondem que o templo havia levado quarenta e seis anos para ser construído. Como iria levantá-lo em três dias?

Ele falava sobre Seu corpo. Depois que ressuscitou, Seus discípulos se lembraram dessas palavras. E creram na Escritura e na palavra que Jesus dissera.

Enquanto esteve em Jerusalém, muitos viram os sinais miraculosos que realizou, durante a festa da Páscoa, e creram em Seu nome.

Mas Jesus não confiava neles. Conhecia o coração de todos. Sabia quem O seguia por crer nEle e quem O seguia atrás de sinais miraculosos. Como acontece hoje.

Quantas igrejas abarrotadas de pessoas que não tem vida com o Senhor, que não O conhecem. O seguem, sim, de longe, atrás de sinais miraculosos. Atrás de posses. Atrás de posição.

O Senhor procura aqueles que O seguem porque O amam. Independente de quaisquer circunstâncias. Aqueles que estão dispostos a serem transformados. A serem moldados. A se tornarem discípulos, não senhores.

Precisamos responder a uma pergunta, com todo o nosso coração: Por que O seguimos?

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

domingo, 29 de abril de 2018

Jesus transtorna o templo

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de João. Capítulo 2. Do versículo 12 ao 25.

Vamos seguir Jesus por esses versículos?

Depois do casamento e do milagre em Caná da Galiléia, Jesus vai a Cafarnaum com Sua mãe, Seus irmãos e Seus discípulos. Ficam ali alguns dias. http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-muda-historia-de-uma-festa.html

Quando estava chegando a Páscoa judaica, Jesus sobe a Jerusalém. Nós O acompanhamos.

Impossível não acontecer algo que mexa com nossos corações.

Ele vai ao templo. No pátio vê alguns vendedores de bois, ovelhas e pombas. Vê também alguns assentados trocando dinheiro.

A moeda circular era diferente da moeda usada no templo. Muitos vinham de longe para entregarem seus dízimos e ofertas e, ao invés de trazerem os animais, vendiam-nos e traziam o dinheiro. Tinham que fazer o câmbio e depois comprar o animal.

Quando o Senhor Jesus vê que eles fazem essa comercialização no pátio do templo, o lugar separado para os gentios buscarem ao Eterno, Ele toma uma atitude.

Meus olhos, estou certa, estão arregalados. Nós O observamos. Ele faz um chicote de cordas. Seguro em seu braço. O que ele fará?

Fico boquiaberta. Ele vai pelo pátio do templo expulsando todos, inclusive as ovelhas e bois. Espalha as moedas dos cambistas e vira suas mesas.

Àqueles que vendem pombas ordena que saiam de lá, que tirem suas mercadorias e parem de fazer da casa de Seu Pai, um mercado.

Seus discípulos lembram que está escrito: “O zelo pela tua casa me consumirá” (Salmos 69.9).

Minhas pernas estão bambas. Fico pensando em muitas de nossas igrejas hoje. Verdadeiros mercados. O que o Senhor faria? É muito sério. Nossas igrejas tem sido lugar de culto e adoração? Lugar de pregação da Palavra? Lugar para buscarmos ao Senhor? Ou se tornaram verdadeiros mercados, enormes franquias? Tremo só de pensar no Senhor com Seu chicote, derrubando bancas, cabines e o mais que temos utilizado no pátio do templo para comércio.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/jesus-no-templo.html

Quando os judeus viram o que Ele havia feito perguntaram-Lhe que sinal miraculoso podia mostrá-los como prova da Sua autoridade para fazer o que fez.

Prova de Sua autoridade? Será que precisa de mais alguma prova além do fato de Ele fazer o que fez e ninguém encostar o dedo nEle? Fico constrangida diante de tanta autoridade. Ele é quem diz ser.

Ainda assim, Jesus lhes responde: “Destruam este templo, e Eu o levantarei em três dias”. Claro, não entendem. Respondem que o templo havia levado quarenta e seis anos para ser construído. Como iria levantá-lo em três dias?

Ele falava sobre Seu corpo. Depois que ressuscitou, Seus discípulos lembraram dessas palavras. E creram na Escritura e na palavra que Jesus dissera.

Enquanto esteve em Jerusalém, muitos viram os sinais miraculosos que realizou, durante a festa da Páscoa, e creram em Seu nome.

Mas Jesus não confiava neles. Conhecia o coração de todos. Sabia quem O seguia por crer nEle e quem O seguia atrás de sinais miraculosos.

Como acontece hoje.

Quantas igrejas abarrotadas de pessoas que não tem vida com o Senhor, que não O conhecem! O seguem, sim, de longe, atrás de sinais miraculosos. Atrás de posses. Atrás de posição.

O Senhor procura aqueles que O seguem porque O amam. Independente de quaisquer circunstâncias. Aqueles que estão dispostos a serem transformados. A serem moldados. A se tornarem discípulos, não senhores.

Precisamos responder a uma pergunta, com todo o nosso coração: Por que O seguimos?

Amanhã prosseguimos.


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Jesus no templo

Continuamos através do capítulo 21 de Mateus.

Jesus vai ao templo. Ao chegar, depara-se com a seguinte cena: o pátio do templo é como um mercado. Compradores, vendedores e cambistas. Ele fica indignado. Expulsa todos os que estavam comprando e vendendo. Derruba as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.

O comércio no pátio do templo havia se tornado natural.

Cambistas estavam ali para trocar a moeda corrente pela moeda do templo, que era diferente. Animais eram vendidos para o sacrifício a preços exorbitantes.

Para mim, essa é uma das cenas mais impressionantes protagonizadas por Jesus.

Se em sua imaginação Jesus é aquele que fala sempre baixinho, quase num sussurro, e que não confronta ninguém, certamente você está em choque. Ele está irado, expulsando todos os comerciantes e os cambistas do pátio do templo, único lugar destinado aos gentios.

É uma cena realmente chocante. Ele vira a mesa dos cambistas. E diz em alto e bom som: “Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração, mas vocês estão fazendo dela um covil de ladrões!”

Como atrair nações para o Deus de Israel, se o pátio onde essas nações deveriam orar, é utilizado para comércio?

Jesus os chamou de ladrões, afirmando que aqueles homens estavam transformando a casa de oração em um covil. Covil é uma cova de animais selvagens. Não passou "panos quentes". Não disse palavras amenas. Somente selvagens para transformar a casa de oração em lugar de ladrões. Sua ira é santa e legítima. É justa. O complexo do templo havia se transformado em um lugar de comércio. Comércio e oração não combinam. Oração é relacionamento.
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Fico imaginando se o Senhor fizesse isso hoje. Se visitasse todos os lugares que são denominados na atualidade como "templo". Quantas mesas derrubaria? Quantos comerciantes e cambistas expulsaria? Quão indignado e irado ficaria?

Por serem considerados impuros cerimonialmente, os cegos e mancos não podiam chegar ao templo, mas encorajados pela atitude de Jesus, eles se chegaram. Ele os curou.

Mas, pasmem, quando os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei viram, o texto diz "as coisas maravilhosas" que Jesus fazia e as crianças gritando no templo: “Hosana ao Filho de Davi”, ficaram indignados e Lhe perguntaram: “Não estás ouvindo o que estas crianças estão dizendo?”

Jesus respondeu que sim, Ele estava ouvindo. E perguntou àqueles que se consideravam os entendidos da lei se nunca haviam lido que dos lábios das crianças e dos recém-nascidos saía louvor. Com certeza, ficaram furiosos. Jesus estava aceitando o louvor de crianças, que O reconheciam como Filho de Davi, herdeiro legítimo do trono de Israel.

Foi um dia agitado. A "ordem" do templo foi questionada e totalmente "desorganizada". Compradores e vendedores expulsos do pátio dos gentios, mesas de cambistas viradas, pombas lançadas para tudo que é lado. Cegos e mancos curados. Crianças gritando "Hosana ao Filho de Davi". Muitas coisas para um dia só.

Quando Jesus saiu dali, foi para a cidade de Betânia, muito próxima a Jerusalém, onde passou a noite.

Quanto a nós, ficamos por aqui também. Analisando Suas atitudes, Suas prioridades, Sua ira santa e justa. Analisemos nossas atitudes também. Temos ficado alheios ao que tem sido feito "no templo"? Sua casa tem sido feita casa de oração ou covil de ladrões? Somos dos que derrubam as mesas dos cambistas ou dos que organizam o comércio? O zelo pela Sua casa tem nos consumido como consumia o Senhor (Salmos 69) ou temos sido consumidos por todo tipo de comércio em Sua casa?

Nossas vidas tem sido vidas de oração ou vidas de comercialização?

Jesus seria aceito em nossos templos? Ou seria odiado como os chefes dos sacerdotes e mestres da Lei odiaram-No?

Amanhã prosseguimos.