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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Joel 1.1-20

Leitura do dia 21/09.

Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso Livro dos livros.

Na postagem anterior vimos as acusações do Senhor contra Judá e Israel. Sua ira contra Israel. E a cura para o arrependimento. Ele nos oferece um amor completo, com todo o Seu ser.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-121-149.html

Hoje, caminharemos através do livro de Joel. Na primeira postagem, apenas o capítulo um.

Seu nome significa “O Senhor é Deus”. Pelas referências aos serviços do templo, é provável que fosse um sacerdote, mas pouco se sabe sobre ele. Provavelmente profetizou em Judá.

O Senhor lhe entrega um lamento. Que todos os líderes do povo ouçam. Que contem aos filhos de seus filhos. Algo assim nunca aconteceu. O que um gafanhoto não comeu, o outro veio e comeu. Quatro pragas. Deixaram a terra completamente desolada. Um exército terrível invadiu Sua terra.

A ordem é que chorem. Como uma moça vestida de luto, que lamenta a morte de seu noivo, quando não teve nem a alegria de seu casamento. Não há cereal. Nem vinho. Para oferecer no templo do Senhor. Os sacerdotes estão de luto. Todos que servem na casa do Senhor estão chorando.

Os campos estão arruinados. A terra, desolada. O trigo, destruído. As uvas, secas. O azeite acabou. A ordem é chorar. As colheitas estão arruinadas. Todas as árvores frutíferas secaram. A alegria do povo também murchou.

Que os sacerdotes vistam-se de pano de saco e chorem. Que todos que servem o Senhor vistam-se de saco e lamentem diante do altar. A noite toda. Que um jejum coletivo seja convocado. Que os líderes e todos do povo entrem no templo do Senhor e clamem.

O caos é total. As sementes morrem na terra seca. As colheitas de cereal se perderam. Os celeiros estão vazios. Os armazéns, abandonados. Até os animais gemem de fome. Não encontram pastos. Andam sem rumo.

É um cenário de caos total. E aqui vemos duas realidades. A natural e a espiritual. Acredite, o mundo natural, na maioria das vezes, é um reflexo do espiritual.

Naquele tempo, como hoje, faltava o trigo para ser oferecido na casa do Senhor. Ninguém queria servir o Senhor. Sua casa estava repleta de ídolos. Seu povo deixou de ser trigo para ser palha. Onde está o trigo? Quem hoje quer pagar o preço de morrer para dar fruto? Não é muito mais fácil EU ter, EU ser, EU conseguir, do que eu morrer?

“Eu lhes digo a verdade: se o grão de trigo não for plantado na terra e não morrer, ficará só. Sua morte, porém, produzirá muitos novos grãos”. – João 12.24
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/o-grao-de-trigo-precisa-morrer.html

E onde está o vinho para ser oferecido no templo do Senhor? Naquele tempo as uvas secaram. Não havia mais vinho. E hoje? O Espírito Santo tem sido “oferecido” em nossos púlpitos? Ou tudo que temos oferecido são apenas métodos, passos e filosofias vãs?

Estamos vivendo tempos como os de Joel. Precisamos clamar. Chorar vestidos de saco. Clamar ao Senhor. Gritar por socorro! Não há cereal nem vinho para oferecer no templo do Senhor. Que choremos!

Que paremos um pouco e reflitamos. Somos palha, levados de um lado para o outro por qualquer vento de doutrina (Efésios 4.14), ou somos trigo, dispostos a negar nossos desejos e nossa própria natureza para morrer e dar muito fruto?

Que choremos diante do Senhor, clamando por trigo e vinho para ser oferecido em Sua casa.

Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo dois de Joel.

Espero você. Até já.

domingo, 10 de março de 2019

Juízes 21.1-25

Leitura do dia 10/03.

Na última postagem vimos o Senhor lutar com os israelitas. Os benjamitas foram praticamente exterminados. Por causa de alguns homens perversos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-201-48.html

Agora, continuamos através do capítulo vinte e um.

Os israelitas juraram diante do Senhor que não dariam suas mulheres aos benjamitas que restaram.

Depois disso, tornaram a ir a Betel. Choraram na presença do Senhor. Até à tarde. Sem parar. Estavam desolados. Por que acontecera aquilo com Israel? Agora, estava faltando uma tribo.

Na manhã seguinte, bem cedo, construíram um altar. Apresentaram holocaustos e ofertas de paz. Quase não dormiram.

Na primeira vez que reuniram, juraram solenemente que, se alguém não atendesse à convocação feita, seria aniquilado.

Constataram que ninguém de Jabes-Gileade estava ali.

Israel enviou doze mil de seus melhores guerreiros até lá. Com a ordem de matar seus habitantes. Só escapariam as virgens.

Como não foram à reunião, não haviam jurado, sob maldição, que não dariam suas filhas aos benjamitas sobreviventes.

Os soldados levaram as virgens ao acampamento em Siló. Eram quatrocentas.

Enviaram uma comitiva de paz aos restantes de Benjamim. Eles voltaram e tomaram as quatrocentas mulheres de Jabes-Gileade. Mas não era o suficiente. Ainda faltavam duzentas.

O povo estava com pena deles. Afinal, o Senhor havia aberto uma brecha em Israel. Por causa de seus pecados.

Os sobreviventes precisavam ter herdeiros para que não fossem eliminados de Israel.

Então, se lembraram da festa anual ao Senhor, em Siló. Falaram para os benjamitas que precisavam de esposa esconderem-se nos vinhedos. Quando as moças saíssem para as danças, que cada um levasse uma para a terra de Benjamim.

Quando os pais e irmãos delas viessem reclamar, pediriam que tivessem compaixão. E deixassem que os benjamitas ficassem com as moças. Assim, ninguém estaria quebrando o juramento.

E foi o que aconteceu.

Naqueles dias também não havia rei em Israel e cada um fazia o que parecia certo aos seus próprios olhos. Sem consultarem às leis, aos decretos e mandamentos do Senhor.

Hoje terminamos nossa leitura do livro de Juízes. Muita coisa para pensar. Muitos exemplos a seguir e a não seguir. Muito a lamentar. e constatar o que acontece quando nos afastamos do Senhor.

Amanhã leremos o livro de Rute. Como é um livro de apenas quatro capítulos, leremos todo. Uma leitura deliciosa nos espera. Uma história com muitas emoções.

Espero você. Até lá.