Mostrando postagens com marcador Jesus cura a todos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus cura a todos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A segunda multiplicação dos pães e peixes

Continuamos através do capítulo 16 de Mateus.

Jesus saiu da região de Tiro e Sidon e foi para a beira do mar da Galiléia. Lá, subiu a um monte, onde se assentou.

Uma grande multidão foi até Ele. Essa multidão levou aleijados, cegos, mancos, mudos e muitos outros, que eram colocados aos Seus pés. Ele os curava.

O povo ficava admirado vendo os mudos falando, os mancos curados, os aleijados andando e os cegos vendo, embora esse resultado fosse o esperado, uma vez que estavam levando aquelas pessoas até Jesus. Eles viam, se admiravam e louvavam ao Deus de Israel.

Depois de três dias, Jesus chamou Seus discípulos dizendo ter compaixão da multidão pois não tinham nada para comer. Não queria mandá-los embora com fome. Podiam desfalecer no caminho.

Meu coração se ilumina diante dessas palavras. Percebo o cuidado de Jesus com aquelas pessoas.

O Senhor pode ter sido duro em muitas situações, mas Ele também era sensível. Percebia as necessidades. Mesmo as mais simples. Quando era duro, era por Seu compromisso com a Verdade. Afinal, Ele é a Verdade.

Os discípulos, parecem ter esquecido que haviam presenciado uma multidão ser alimentada com cinco pães e dois peixes, http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html e perguntam: “Onde poderíamos encontrar, neste lugar deserto, pão suficiente para alimentar tanta gente”? Será que isso também acontece conosco? Esquecemos o que Jesus já fez? Comigo, infelizmente, sim.

Jesus não responde. Ah, como amo esse jeito dEle! Simplesmente faz outra pergunta: “Quantos pães vocês tem”? Precisamos, desesperadamente, aprender a ver as situações como o Senhor vê. Quando falou que queria alimentar a multidão, sabia onde encontraria o alimento. Talvez a pergunta certa dos discípulos fosse "como" e não "onde". Ou com "o quê"?

Eles responderam que tinham sete pães e alguns peixes. Problema resolvido.

O Senhor ordenou que a multidão se assentasse. Tomou os pães e os peixes, deu graça, partiu-os, entregou aos discípulos. E os discípulos entregaram o alimento à multidão.

Todos comeram até ficarem satisfeitos. E ainda sobraram sete cestos cheios. Eram quatro mil homens, sem contar as mulheres e crianças.

Depois que Jesus alimentou a multidão, Ele a despediu. Entrou no barco e foi para a região de Magadã.

Jesus não se importa apenas com as necessidades da nossa alma e nosso espírito. Ele se preocupa também com o nosso corpo. Que estejamos bem alimentados, que não desfaleçamos pelo meio do caminho, num lugar deserto, onde não teremos como buscar socorro e alimento.

Ele nos alimenta. Nos alimenta através daqueles que são, hoje, Seus discípulos.

Nós somos responsáveis para alimentar a multidão. Nós temos os pães e os peixes necessários, que nas mãos do Senhor, se multiplicarão.

Nós entregamos nossos recursos a Ele, Ele abençoa, multiplica e nos devolve, para que alimentemos a outros. Tudo que é dado a Ele, é multiplicado para abençoar. Sempre.

Hoje, ficamos por aqui.

O que temos à nossa disposição que podemos entregar a Ele? É nosso dever, como discípulos, alimentar a multidão. Com o que temos, mesmo que seja pouco. Temos em nós essa mesma sensibilidade que havia em Jesus? Ou deixamos que a multidão (ou alguém) vá, sem receber o alimento, correndo o risco de desfalecer em um lugar deserto, onde não encontrará o socorro necessário?

Amanhã prosseguimos. Até lá.



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Como não perceber Jesus?

Prosseguindo nossa viagem, chegamos aos versículos finais do capítulo 14 de Mateus.

Jesus e os discípulos, mais uma vez, atravessaram o mar da Galiléia. E chegaram a Genesaré.

Creio que os discípulos ainda estavam impactados com o que viram nessa travessia. Aquele, de fato, era o Filho do Deus vivo. Eu estaria. E estou.

Andar sobre as águas, para mim, é algo simplesmente fantástico. Não sei nadar. Tive medo de me afogar até no Mar Morto, onde a sanilidade e a altitude baixa, nos impele a boiar.

Quando os homens daquele lugar reconheceram Jesus, espalharam a notícia em toda aquela região. Levaram seus doentes até Ele, suplicando-Lhe que apenas pudessem tocar na borda do seu manto. Todos os que nEle tocaram, foram curados.

Jesus não conseguia mais entrar e sair em uma cidade sem ser percebido. Sua fama havia se espalhado. Quando Jesus transforma, de fato, alguém, não há como esconder.

Gostaria de lembrar aqui, de dois milagres acontecidos anteriormente. Aquela mulher, que não sabemos seu nome, e ficou conhecida pelo mal que a atormentou durante doze anos, a mulher do fluxo de sangue, tocou nas vestes de Jesus e foi curada. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/uma-mulher-fraca-cheia-de-coragem.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-ousadia-de-uma-mulher.html
Essa história deve ter sido contada e recontada de tal maneira que agora as pessoas suplicam ao Senhor que toquem em Suas vestes. Não era apenas Jesus quem tocava nos doentes. Os doentes tocavam nEle. E eram curados.

Outro milagre que esse texto me leva a lembrar foi a libertação do endemoninhado gadareno. Aquele, que ninguém podia passar perto dele. Marcos nos conta em seu livro, no capítulo 5, que após os homens daquela região pedirem a Jesus para que fosse embora, o homem estava pronto para entrar no barco e seguir a Jesus. Jesus, no entanto, falou que ele deveria voltar à sua família e contar o que o Senhor havia feito. Aquele homem anunciou o Senhor em toda a Decápolis (região de dez cidades de cultura grega na proximidade do mar da Galiléia). http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/porcos-ou-pessoas-o-que-importa.html

Acredito que o testemunho daquele homem alcançou aquela região de tal maneira que todos queriam ver Jesus, ser tocado por Ele e tocá-Lo.

Infelizmente, ao longo da história, temos visto o nome de Jesus ser usado indevidamente. Ódio foi semeado em Seu nome. Guerras foram travadas. Afastando as pessoas de Jesus, ao invés de aproximá-las.

Hoje não estamos livres dessa semeadura infeliz. Continuamos vendo absurdos feitos em nome de Jesus.

Nossas vidas devem ser testemunhas do que Ele fez por nós. E Ele tem feito maravilhas. Temos contado o que Ele nos fez? Nosso testemunho tem sido espalhado? As pessoas querem saber mais sobre Jesus depois que nos conhecem? Desejam tocá-Lo? Ser tocadas por Ele?

Como temos vivido? Nossas vidas aproximam as pessoas de Jesus? Ou as afastam dEle?

Talvez você não seja de falar muito. Não importa. As pessoas precisam ver Jesus através das nossas atitudes. Atitudes impactam para sempre.

Hoje, ficamos por aqui. Observando Seus milagres. Observando que simplesmente todos, todos os que se chegaram a Ele foram curados.

Ficamos por aqui. Analisando nossas vidas. Nosso testemunho.

Amanhã prosseguimos. Até lá.