Mostrando postagens com marcador morte e vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador morte e vida. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de setembro de 2019

Ezequiel 16.1-18.32

Leitura do dia 31/08.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Ezequiel.

Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor contra os falsos profetas e as falsas profetizas.

Também vimos a idolatria dos líderes de Israel. Levantaram ídolos em seus corações que os levaram a pecar. Não ficarão impunes. Para aprenderem que só Ele é Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-131-158.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

O Senhor ordenou que Ezequiel transmitisse Sua mensagem a Jerusalém para que “ela” percebesse o quanto seus pecados eram detestáveis.

Ele contou uma história. Como se Jerusalém fosse uma mulher. Quando nasceu, ninguém cuidou dela. Quando o Senhor a viu, indefesa e esperneando no sangue, a acolheu. Ele a fez desenvolver-se. Como se fosse uma planta no campo.

Ela tornou-se adulta. Uma linda joia. Ele a envolveu com Seu manto, cobrindo sua nudez. E “casou-se” com ela.

Envolver com o manto significa que o Senhor a tomou para si. A protegeu. Quando diz que casou com ela, significa que fez uma aliança. Eterna. Indestrutível.

Ele a lavou. Limpou seu sangue. Passou óleo perfumado em sua pele. Deu-lhe roupas caras de linho fino e seda. Com lindos bordados. Deu-lhe sandálias feitas do melhor couro e belas joias, pulseiras, lindos colares, uma argola para o nariz, brincos e até uma bela coroa. Foi enfeitada de ouro e prata. Comia da melhor comida. Tornou-se mais linda. Parecia uma rainha. E de fato, era.

Sua fama se espalhou por todo o mundo. Por causa de sua beleza. O Senhor a vestiu com Seu esplendor e aperfeiçoou sua beleza. Mas, ela pensou que era dona de sua fama e sua beleza. E se prostituiu com todo homem que passava por ela. Colocou sua beleza à disposição de quem a quisesse. Usou seus lindos presentes para levantar altares a ídolos. E se prostituiu. Na verdade, fez pior. Adulterou. Ainda pagou seus amantes.

Ofereceu os filhos que eram do Senhor para sacrifícios aos ídolos. Não se lembrou de quando estava nua e abandonada e somente o Senhor a socorreu e acolheu.

Uma grande aflição a espera. O Senhor a castigará. Por todos os pecados que cometeu. Por todos os ídolos que adorou. Sofrerá as consequências de tê-Lo abandonado.

Seu pecado é tão terrível que Jerusalém faz Sodoma e Samaria parecerem puras perto dela. Ela as superou em sua depravação. Receberá o que merece, pois não levou a sério seus votos solenes e quebrou sua aliança com o Senhor.

Depois de Seu justo juízo, Ele reafirmará Sua aliança. Fará de Samaria e Sodoma suas filhas, incluindo-as na aliança. Então, Jerusalém se lembrará de seus pecados com muita vergonha. E o Senhor a perdoará.

O Senhor ainda ordena que Ezequiel apresente uma parábola contando a história de Israel. Uma videira e duas águias.

O rei da Babilônia era a primeira águia. Foi a Jerusalém. Levou o rei e seus príncipes. Firmou um tratado com Zedequias, colocando-o sobre o trono. Este jurou em nome do Senhor que seria fiel. Mas, chegou um dia em que se rebelou. Voltou-se para a segunda águia, o Egito. Quebrou o juramento que fizera em nome do Senhor. Por isso, seria castigado. Não ficaria impune.

Israel tinha um ditado que dizia que os pais comeram uvas azedas e os dentes dos filhos estragaram. Aquele ditado não seria mais citado. O Senhor é justo. Ninguém morrerá pelo pecado de outro. Quem pecar morrerá.

“Pois o salário do pecado é a morte, mas a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”. – Romanos 6.23

Se um homem for obediente, fielmente cumprindo o que agrada o Senhor, certamente viverá. Se tiver um filho infiel, que vive em pecado, desagradando o Senhor, este filho é que será responsabilizado pelo seu pecado e certamente morrerá.

Se ele tiver um filho que viu sua perversidade e decidiu não viver como seu pai, voltando-se para o Senhor, amando-O e obedecendo, não morrerá por causa dos pecados de seu pai. Certamente viverá.

Os justos serão recompensados pela sua justiça e os perversos serão castigados por sua perversidade.

Se, porém, o perverso abandonar seus pecados e obedecer ao Senhor, fazendo o que é justo e certo, não morrerá. Certamente viverá. Seus pecados serão esquecidos. Por causa de sua justiça.

O Senhor não gosta que ninguém morra. Seu desejo é que todos se afastem de seus maus caminhos e vivam.

Se o justo abandonar sua vida de justiça e agir como outros pecadores, esquecendo-se do Senhor, seus atos de justiça serão esquecidos. Morrerá por causa de seus pecados.

O Senhor chama todos ao arrependimento. Que afastem-se de seus pecados, não permitindo que sejam derrubados por eles. Que deixem toda rebeldia para trás. Busquem um coração e um espírito novo.

Ele pergunta: “Por que morrer, ó povo de Israel?”.

Seu desejo é que ninguém morra. Que todos se arrependam e vivam!

Que nos voltemos para o Senhor. A cada dia.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.

Espero você. Até lá.

domingo, 8 de maio de 2016

Eliseu, e sua vida de discernimento

Vamos caminhar mais um pouco em II Reis? Capítulos 4 e 5.

Já vimos sobre a história da sunamita e seu filho. Eliseu era um homem grato. E, sempre que somos gratos queremos abençoar. Ele se sentia tão bem ali que desejou abençoar aquela mulher. Ele quis saber o que podia fazer. E mesmo quando ela disse que não precisava de nada, insistiu com Geazi. Até descobrir o que podia fazer. Ele, de fato, se importava.

Anos mais tarde, quando ela se joga aos seus pés e Geazi corre para erguê-la, se compadece dela. Sensível, sente sua dor. Como Elias, podia dizer que andava na presença do Senhor. É a presença dEle em nós que nos torna sensíveis às necessidades de outros. Que nos faz sentir a dor do outro. A chorar com os que choram e se alegrar com os que se alegram. Eliseu prestou atenção em tudo para que pudesse fazer algo por ela. Quando deu uma única pista, imediatamente mandou Geazi correr até sua casa.

Mas quando a sunamita disse que se ele não fosse com ela, não sairia de lá (Como dar aquela notícia ao seu marido?), Eliseu decide ir. Entrou no quarto onde o menino estava. Orou. Deixou o preconceito de lado. Deitou-se sobre o menino. Deitou-se sobre um morto. Se identificou. Sentiu o cheiro da morte. O frio da morte. E sua entrega fez o menino se aquecer. Levantou-se e novamente estendeu-se sobre o menino. Novamente o aqueceu. Dividiu sua vida. Jogou "farinha na panela" onde havia morte e a vida teve que voltar! 

Combatemos a morte com a vida. Eliseu entregou o menino à sua mãe. Vivo.

Com Naamã, age bem diferente. Manda um recado apenas. Um homem que sabia discernir. Creio que, mesmo sem ver Naamã, sabia o que Naamã precisava. Ser curado da sua lepra interior, como também já vimos. 

O mesmo homem. Em uma situação, mesmo sendo um profeta, se deita sobre o morto. Em outra, manda apenas um recado. Não jogou "farinha na panela". Mandou Naamã se lavar. Sete vezes. Sabendo que combatemos o orgulho com humildade.

Que nosso Rei nos ensine a andar em Sua presença para que tenhamos discernimento. Que saibamos agir como Ele agiria. Que ministremos vida por onde quer que andemos. A cada passo. A cada dia.