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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Provérbios 25.1-27.27

Leitura do dia 06/07.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de Provérbios.

Vimos que a boa reputação é bem melhor que grandes riquezas. Assim como ser amado é melhor que prata e ouro.

Não podemos explorar o pobre, o Senhor os defenderá. Pagará na mesma medida.

Também vimos a importância da disciplina na vida da criança. A necessidade de não deixarmos que a bebida nos domine. E de ajudarmos a todos que pudermos, ainda que estejam caminhando e tropeçando em direção à morte. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-221-2434.html

Hoje leremos a partir do capítulo vinte e cinco. Até o capítulo vinte e sete. São provérbios de Salomão. Reunidos e copiados pelos conselheiros do rei Ezequias. Alguns são repetidos.

Como temos feito, veremos alguns. Novamente peço, não deixe de ler todos, anotar e meditar naqueles que chamam mais sua atenção.

No capítulo vinte e cinco, Salomão nos dá muitos conselhos comportamentais. Vamos nos ater a alguns.

Quando prometermos um presente, a quem quer que seja, que façamos de tudo para cumprir nossa palavra, o mais rápido possível. Que não sejamos como nuvens e ventos enganosos. Que parecem  trazer chuva. Mas não trazem nada.

Como é grave mentir a respeito de alguém. Palavras mentirosas ferem. Como uma agressão armada. Como um ferimento de espada. Como uma flecha afiada. É difícil de curar. Nós, servos do Senhor, precisamos ser os que levam cura. Não os que ferem. Fomos chamados para abençoar. Não para matar.

É terrível confiar no desleal. É como precisar andar e ter o pé aleijado. Ou mastigar carne com um dente quebrado.

Se estamos com alguém aflito, não lhe cantemos canções alegres. É o mesmo que tirar o agasalho de alguém no frio. Ou derramar vinagre em uma ferida. Arde. Dói. Não cura. O aflito precisa de alívio. De bálsamo. Não de canções alegres.

E se nossos inimigos tiverem fome ou sede? Viraremos as costas, afinal, não temos nada com isso? A Palavra nos ensina a saciar a fome e a sede deles, ainda que sejam nossos inimigos. Abençoaremos pessoas. E o Senhor nos recompensará. Podem até nos chamar de loucos, mas estaremos em obediência, agradando o Senhor. É o que importa.

Não podemos ceder à pressão dos perversos. Se o fizermos, seremos como nascente poluída ou fonte cheia de lama. Águas contaminadas. Que não servem para saciar a sede.

Se não temos domínio próprio, somos como uma cidade sem proteção ou segurança. Totalmente expostos. Fragilizados. Sendo dominados por nossos sentimentos. Quando deveríamos dominá-los.

No capítulo vinte e seis, Salomão afirma que a maldição imerecida não pousa sobre quem é dirigida. Há proteção na inocência.

Não confiemos no tolo. Se temos algo a dizer, digamos nós mesmos. Ou passemos a missão para o sábio. Confiar no tolo para transmitir uma mensagem, é como cortar o próprio pé. Quem faria isso? Para que suportar tamanha dor e ficar mancando ou nem poder andar sem o pé? É como beber veneno. Traz morte.

Que não sejamos como o cão que volta ao seu vômito, cometendo os mesmos erros, a mesma insensatez. Erramos? Vamos nos arrepender. Corrigir. E seguir por outro caminho. Assim é o verdadeiro arrependimento.

Não é certo mentirmos para amigos, deixando-os  com o coração na mão e depois dizer que fizemos aquilo como uma brincadeira. Brincadeiras de mal gosto devem ser deixadas de lado.

O capítulo vinte e sete nos orienta a não contar vantagem a respeito do amanhã. Não sabemos o que acontecerá. O amanhã não nos pertence. Lembra? Fazemos planos, mas não sabemos o que pode acontecer. A resposta vem do Senhor (Provérbios 19.21).

É melhor ser ferido por um amigo em sua sinceridade que ser beijado por um inimigo. A ferida de um amigo traz cura. A trapaça, no entanto, vem acompanhada do beijo do inimigo.

Para quem está faminto qualquer alimento amargo é considerado doce. Não tem o que comer. Precisa saciar a fome. Acaba comendo o que não devia.

Deixe-se ser saciado pelo Senhor. Assim, saberá o que comer. Quando e como.

Ah, como é bom receber o conselho de um amigo! É tão agradável quanto sentir o aroma de um perfume delicioso.

Não devemos jamais abandonar um amigo. Nem mesmo o amigo de nossos pais. Temos responsabilidades com eles também. Amizades devem ultrapassar gerações.

Sejamos como o prudente. Estar no lugar seguro. Na torre de vigia. Dali, antever o perigo. E tomar precauções.

Não devemos andar sozinhos. Jamais. Já vimos que o solitário é imprudente. Se estivermos andando, no mínimo, de dois em dois, teremos alguém para nos corrigir e nos apoiar. Nos suportar. Nos afiar. Sim, como o ferro afia o ferro, assim um amigo afia o outro. Precisamos ser afiados. Por amigos.

Somos provados pelos elogios que recebemos, assim como o fogo prova o ouro e a prata. Quais são nossas reações? Elogios nos levam para mais perto do Senhor ou nos levam a levantar um altar para nós mesmos?

Temos ovelhas sob nossos cuidados, onde quer que estejamos. Que tomemos cuidado com elas. Que nos dediquemos e cuidemos de nosso rebanho. Podem ser nossos filhos. Nossa família. Nossos empregados. E até nossos amigos. Que prestemos atenção. Que nos dediquemos a esse cuidado. Prestando atenção em cada detalhe. Prestaremos contas depois.

Que sejamos diligentes. E abençoadores.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e oito. Até o trinta e um.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Salmos 102.1-104.35

Leitura do dia 18/06.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.

Ontem vimos que todas as nações devem louvar e reconhecer o Senhor. Ele é o único Senhor. O Soberano. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-951-989.html

Também vimos Davi dizendo que viverá de modo inculpável. Com integridade. Sua tarefa diária será acabar com os perversos e expulsar os malvados da cidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-991-1018.html

Hoje, caminharemos através dos Salmos cento e dois a cento e quatro.

O Salmo cento e dois é a oração de um aflito que derrama seus problemas diante do Senhor. Nele, o salmista pede que o Senhor escute sua súplica. Que não esconda dele Seu rosto. Sente que seus dias somem como fumaça. Seus ossos estão ardentes, como se queimassem. Seu coração está tão esgotado que secou como capim. Perdeu o apetite.

Por causa de sua ansiedade, é só pele e osso. É como uma coruja no deserto. Como uma pequena coruja num lugar desolado. Não consegue dormir. É como um pássaro solitário no telhado. Seus inimigos o insultam todos os dias. As cinzas são seu alimento. Suas lágrimas se misturam com sua bebida. Acredita que o Senhor levantou-se contra ele. Sua vida está passando tão rápido. Como as sombras. Vai murchando, como o capim.

Quem não se sentiu assim? Como se os dias corressem como fumaça? Com o coração tão esgotado e seco? Sem apetite? Sem conseguir dormir? Bebendo lágrimas? Sentindo-se murcho? Acreditando, como Jó, que o Senhor havia se levantado contra? http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-71-1022.html

Então, lembra-se que o Senhor reinará para sempre. Seu nome será lembrado por todas as gerações. Ele se levantará e terá misericórdia. Sim, já é tempo de mostrar Sua compaixão. Agora é o momento tão esperado. Como tem clamado todos os que amam os juízos do Senhor.

As nações temerão o nome do Senhor. Os reis da terra estremecerão diante de Sua glória. Ele reconstruirá Sião. Ouvirá a oração dos indefesos. Não rejeitará suas súplicas. Que fique registrado para as gerações futuras, para aqueles que ainda nem nasceram. Esses louvarão o Senhor. Por tudo que fez. E em um dia maravilhoso os povos se reunirão em Jerusalém. Para servir ao Senhor.

Que esperemos por esse dia, em que o Senhor nos ouvirá. Responderá e nos vivificará. Como fez com Jó. E com tantos outros.

O Salmo cento e três também foi composto por Davi. Todo seu ser louva o Senhor. É o Senhor e ninguém mais quem perdoa seus pecados. Cura suas doenças. Resgata-o da morte. Coroa-o de amor e misericórdia. Enche sua vida de coisas boas. Sua juventude é renovada. É o Senhor quem faz justiça. Defende a causa dos oprimidos. É compassivo como um pai. Afinal, é realmente nosso Pai. Sabe que somos fracos. Que somos pó. Se compadece. E, maravilha das maravilhas, Seu amor para com os que O temem dura para sempre. Sua justiça se estende até os filhos dos filhos. Que todos O louvem.

No Salmo cento e quatro, o salmista fala como o Senhor é grandioso. Sua descrição nos faz ver o Todo Poderoso. Está vestido de glória e majestade. Envolto em um manto de luz. Sua cortina é feita com as estrelas. As vigas de Sua casa estão nas nuvens. Faz das nuvens Seu carro de combate. Cavalga nas asas do vento. Sim, os ventos são Seus mensageiros. As chamas de fogo, Seus servos. Uau! Que descrição poderosa!

O salmista descreve Suas obras. Seu cuidado para com a natureza, com os homens e animais. Ele enche a terra com o fruto do Seu trabalho. Não é lindo? A terra está repleta do fruto do trabalho do Senhor! Sim, Ele é quem faz a chuva, quem rega a terra, quem rege a lua e o sol. Fez tudo com sabedoria. Todos dependem dEle. Tem prazer em tudo que criou. Como um artista que olha sua obra e se orgulha dela.

Que, tal qual o salmista, cantemos ao Senhor enquanto vivermos. Que O louvemos até nosso último suspiro. Que todos os nossos pensamentos sejam agradáveis a Ele, e que nos alegremos nEle.

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos cento e cinco e cento e seis.

Espero você. Até lá.