Leitura do dia 09/11.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas das Escrituras.
Ontem vimos os capítulos finais de João. Capítulos maravilhosos. Ricos. Emocionantes. Neles, Jesus é condenado à morte. Sofre o açoite dos romanos. É crucificado. Morre. É sepultado por José de Arimateia e Nicodemos. Passa o sábado de tristeza e dor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-191-42.html
Na manhã do primeiro dia da semana, ressuscita. Aparece a Maria Madalena. Depois aos discípulos. Depois a Tomé, que deseja tocá-Lo. A marca de Seu amor por nós ficará nEle para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-201-29.html
João fala que o propósito de ter escrito o livro é que creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo nEle, tenham vida pelo poder do Seu nome (João 20.30). Jesus aparece a sete discípulos que estavam pescando. Chama-os a comer. Pergunta a Pedro se ele O ama. Manda que cuide e alimente Seu rebanho.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-2030-2125.html
Agora, um novo livro, Atos dos Apóstolos. Foi escrito por Lucas, o médico. O mesmo que escreveu o Evangelho segundo Lucas.
Este livro poderia tranquilamente chamar-se Atos do Espírito Santo, pois em todas as páginas, vemos Sua atuação.
Hoje leremos os três primeiros capítulos de Atos.
Na primeira postagem, o capítulo um e o capítulo dois.
Lucas inicia Atos explicando que em seu primeiro livro relatou o que Jesus começou a fazer e a ensinar até o dia em que foi elevado ao céu. Ele nos conta que durante os primeiros quarenta dias após Seu sofrimento e morte, apareceu diversas vezes aos apóstolos.
Uma dessas vezes, enquanto comia com eles, ordenou que não saíssem de Jerusalém. Até que o Pai enviasse a promessa. João batizara-os com água, mas dentro de alguns dias, seriam batizados com o Espírito Santo. Quando fala para ficar em Jerusalém “até que”, entendemos que após esse maravilhoso acontecimento, devem sair.
Os discípulos ainda não entendem completamente a obra do Senhor. Alguns Lhe perguntam se esse será o momento em que o reino de Israel seria restaurado. Seu papel é maior. Seu propósito não inclui apenas Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Jesus responde que o Pai já determinou o tempo e a ocasião em que tal fato acontecerá. Não cabia a eles saberem quando.
O que deviam prestar atenção é que em breve receberiam poder quando o Espírito Santo descesse sobre eles. Quando recebessem esse poder, seriam Suas testemunhas em toda a parte. Começariam por Jerusalém, depois toda a Judeia, depois Samaria (lembre que os samaritanos são considerados estrangeiros, gentios). Então, deveriam ir até aos lugares mais distantes da terra. Testemunhando a todos sobre Ele, o Redentor.
Essa foi Sua última ordem. Depois que a deu, foi elevado em uma nuvem. Seus discípulos continuaram a olhar, até que desaparecesse de suas vistas. Olhavam atentamente tentando vê-Lo. Então, apareceram dois homens (anjos) vestidos de branco. Eles perguntaram por que estavam ali, parados, olhando para o céu. Disseram que da mesma forma que foi elevado ao céu, Ele voltará um dia.
Não adiantava mais ficar ali. Voltaram do Monte das Oliveiras para Jerusalém. É pertinho. Cerca de um quilômetro.
Os onze apóstolos estavam hospedados em uma casa. Reuniram-se no andar de cima desta casa.
Todos se reuniam em oração com um propósito. Lembra que o Senhor orou por Unidade?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/que-oracao-e-essa.html
Algumas mulheres estavam com eles, reunidas em oração, inclusive a mãe de Jesus. Seus irmãos, que no começo não creram nEle, agora estão ali. Eram cerca de cento e vinte discípulos. Todos reunidos no mesmo lugar.
Pedro (meu querido), levanta-se e diz que Judas traiu o Senhor. Era necessário que tal acontecesse, para que as Escrituras se cumprissem (Salmo 69.25; Salmo 109.8). Ele desviou-se do Senhor. Mas, era um deles e participava no ministério.
Agora, é necessário escolherem alguém para tomar seu lugar. Precisava ser alguém que estivesse entre eles desde que o Senhor Jesus foi batizado por João até o dia em que fora elevado ao céu.
Dois homens foram indicados. Preste atenção! Era necessário que tomassem uma posição. Indicaram dois homens que cumpriam a exigência que Pedro colocou.
Depois de indicados os dois nomes, oraram. Pediram que o Senhor, que conhece os corações, indicasse qual daqueles dois homens, Ele escolhera para substituir Judas no ministério.
Não indicaram dois homens e ficaram discutindo quem podia ser melhor. Indicaram dois homens e oraram. Pediram que o Senhor escolhesse.
Matias foi o escolhido. E juntou-se aos Doze.
Cinquenta dias após a Páscoa, quando Jesus foi crucificado, os judeus comemoravam a Festa de Pentecostes. Era a Festa da Colheita.
Como sempre, todos estavam reunidos. De repente, veio do céu um som. Parecia o som de um poderoso vendaval. Mas não estava chovendo. Esse som encheu a casa onde estavam. Então, surgiu algo parecido com chamas (línguas de fogo). Essas chamas pousaram sobre cada um dos que ali estavam.
Todos ficaram cheios do Espírito Santo. Começaram a falar em outras línguas. Línguas que não sabiam falar. Falavam de acordo com o que o Espírito Santo lhes habilitava.
Naquela época, moravam em Jerusalém judeus devotos de todas as nações conhecidas. Quando ouviram o som de muitas vozes, foram correndo para ver o que estava acontecendo. Acharam estranho. Cada um ouvia em seu próprio idioma. Não estavam entendendo o que acontecia.
Como era possível? Ali estavam os galileus reunidos e cada um deles os ouvia falar em seu próprio idioma. Parece loucura, mas é verdade.
E sabe o que ouviam? Aquelas pessoas falavam sobre as coisas maravilhosas que Deus fez. Todos ficaram muito admirados. Queriam saber o que significava aquilo. Nunca viram nada igual.
Alguns, porém, disseram que estavam bêbados. Nunca vi nenhum bêbado, com sua embriaguez, aprender a falar em outro idioma. Muito menos a contar as maravilhas que Deus fez.
Pedro não podia ficar calado. Deu um passo à frente. Junto com os onze. Pediu que prestassem atenção. Não estavam bêbados. Ainda era nove horas da manhã! O que estava acontecendo era o que fora predito pelo profeta Joel (Joel 2.28-32). O Espírito Santo havia descido sobre eles!
Pedro pede que todo o povo de Israel escute. Fala que o Eterno aprovou publicamente Jesus, o nazareno. Sua aprovação foi vista através dos milagres, maravilhas e sinais que Ele fez. Como todos ali sabiam. Ele fora entregue como estava preestabelecido pelo Eterno e sabia o que Lhe aconteceria.
Foi morto com a ajuda dos gentios, que não conheciam a lei. Mas, a morte não pode detê-Lo. O Eterno O ressuscitou. Davi disse que tal fato aconteceria. O Eterno não deixaria que Seu corpo apodrecesse no túmulo (Salmo 16.8-11).
Pedro explica, dando total certeza, que Davi não falava dele. Falava de seu Descendente, que sentaria em seu trono. Davi olhava para o futuro! Estava falando da ressurreição do Cristo (Ungido).
Pedro testemunha que esse Jesus está vivo. O Eterno O ressuscitou. Ele foi exaltado ao lugar de honra, à direita de Deus. E, conforme prometera, derramou o Espírito Santo sobre eles.
Davi também fala dEle no Salmo 10.1, quando diz que “O Senhor disse ao meu Senhor: Sente-se no lugar de honra à Minha direita, até que Eu humilhe Seus inimigos e os ponha debaixo de Seus pés”.
Todos deveriam saber, com certeza, que esse Jesus, que eles crucificaram, é o Senhor e Cristo.
Sabe o que aconteceu quando Pedro terminou de falar? O coração daqueles homens foi partido pelas palavras que ouviram. Perguntaram a Pedro e aos onze o que deveriam fazer.
Pedro respondeu que se arrependessem para que seus pecados fossem perdoados. Depois, cada um deles seria batizado em nome de Jesus Cristo. Então, receberiam o presente que é o Espírito Santo.
Pedro enfatizou que esse presente, essa promessa era para eles, seus filhos e para todos os que estavam longe, mas que seriam chamados pelo Senhor.
Ele os advertiu, com insistência, a separarem-se daquela geração corrompida.
Os que acreditaram, foram batizados. Cerca de três mil pessoas! No dia da Festa da Colheita!
Ah, foi uma época maravilhosa! Todos se dedicavam de coração a quatro coisas fundamentais na vida cristã: Prestavam atenção ao ensino dos apóstolos, estavam em comunhão uns com os outros, partiam o pão em unidade e oravam. Isto é Igreja!
Além disso, havia um temor profundo entre eles. Nada de brincadeiras. Nada de intrigas. Temor.
Os apóstolos realizavam muitos sinais e maravilhas. Os que criam reuniam-se. E compartilhavam tudo que possuíam. Quem tinha mais não ficava olhando com discriminação para quem tinha menos, achando-se superior. Eles compartilhavam.
Chegaram a vender suas propriedades e bens, repartindo o dinheiro com os necessitados.
Todos os dias iam ao templo para adorarem juntos. Reuniam-se nas casas para comer. Repartiam o pão com alegria e generosidade. Sempre louvando a Deus. Claro, desfrutavam da simpatia de todos.
E o Senhor, não os apóstolos, o Senhor, ia aumentando o número de salvos. Só Ele pode fazer tal coisa.
Não é um cenário maravilhoso? Repartiam o pão com alegria e generosidade. Não corriam atrás de seus interesses. Repartiam. Compartilhavam. Aprendiam. Louvavam. Oravam.
O clamor do meu coração é que o Senhor restaure Sua Igreja. Que volte a ser como era quando nasceu.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 19 de novembro de 2019
Atos 1.1-2.47
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Isaías 60.1-22
Leitura do dia 03/08.
Na postagem anterior vimos que a situação na época de Isaías é semelhante a de hoje.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/isaias-591-21.html
Continuamos através do capítulo sessenta de Isaías.
O Senhor promete um futuro para Jerusalém.
Sabemos que após as invasões e o exílio, Jerusalém voltou a ser habitada. No entanto, novamente se afastou do Senhor e novamente foi destruída. Depois, novamente foi habitada.
Agora, esperamos por uma nova Jerusalém. Essa promessa fala dessas duas épocas. Uma, que já aconteceu. Outra, que esperamos acontecer.
O Senhor fala que, apesar das trevas cobrirem a terra, Jerusalém deve se levantar. E brilhar. Para que todas vejam. Sobre ela se levanta e reluz a glória do Senhor. Somos Sua Jerusalém. Sua amada noiva.
As nações devem olhar para nós, Seu povo. Os filhos do Senhor voltarão. Virão de terras distantes. Serão carregados nos braços. As riquezas das nações serão entregues ao Senhor.
Qual a maior riqueza de uma nação? Seu povo.
Os povos se voltarão para Ele. E O adorarão. Entregarão a Ele suas ofertas. Seus sacrifícios. E o Senhor aceitará. Seu templo será ainda mais glorioso. Como nunca.
Isaías teve uma visão fabulosa. Ele viu “navios voando”. Vinham dos confins da terra. De nações que confiavam no Senhor. Seu povo voltando para casa, para Jerusalém. A de hoje e a eterna.
Ninguém queria o caminho do Senhor. Mas chegará um dia em que esse caminho será majestoso. Para sempre. Uma alegria para todas as gerações.
Que alegria! Uma cidade liderada pela paz. Governada pela justiça. A violência desaparecerá. A desolação e a destruição chegarão ao fim. A salvação a rodeará como um muro. E o louvor estará nos lábios de todos que entrarem por suas portas. O sol não precisará brilhar mais de dia. A lua não precisará estar no céu à noite. O próprio Senhor será a luz eterna da cidade. Sua luz nunca deixará de brilhar. Todo o povo que habitará nesta cidade será justo. O Senhor os plantará com Suas próprias mãos. Com um propósito: manifestar Sua glória.
Sabe quando isso acontecerá? No tempo certo, o Senhor disse.
Que aguardemos com esperança o tempo certo. Quando a justiça não andará mais cambaleando pelas ruas. Nem a honestidade será banida de nossas cidades. Quando a paz será líder. E a justiça governará. O Senhor será nosso sol. O Sol da Justiça.
Ansiamos por esse dia, como João ansiou quando teve as visões registradas em Apocalipse. Como Isaías deve ter ansiado também.
"O Espírito e a noiva dizem: 'Vem!'. Que todo aquele que ouve diga: 'Vem!'. Quem tiver sede, venha. quem quiser, beba de graça da água da vida". - Apocalipse 22.17
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sessenta e um. Até o capítulo sessenta e três.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos que a situação na época de Isaías é semelhante a de hoje.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/isaias-591-21.html
Continuamos através do capítulo sessenta de Isaías.
O Senhor promete um futuro para Jerusalém.
Sabemos que após as invasões e o exílio, Jerusalém voltou a ser habitada. No entanto, novamente se afastou do Senhor e novamente foi destruída. Depois, novamente foi habitada.
Agora, esperamos por uma nova Jerusalém. Essa promessa fala dessas duas épocas. Uma, que já aconteceu. Outra, que esperamos acontecer.
O Senhor fala que, apesar das trevas cobrirem a terra, Jerusalém deve se levantar. E brilhar. Para que todas vejam. Sobre ela se levanta e reluz a glória do Senhor. Somos Sua Jerusalém. Sua amada noiva.
As nações devem olhar para nós, Seu povo. Os filhos do Senhor voltarão. Virão de terras distantes. Serão carregados nos braços. As riquezas das nações serão entregues ao Senhor.
Qual a maior riqueza de uma nação? Seu povo.
Os povos se voltarão para Ele. E O adorarão. Entregarão a Ele suas ofertas. Seus sacrifícios. E o Senhor aceitará. Seu templo será ainda mais glorioso. Como nunca.
Isaías teve uma visão fabulosa. Ele viu “navios voando”. Vinham dos confins da terra. De nações que confiavam no Senhor. Seu povo voltando para casa, para Jerusalém. A de hoje e a eterna.
Ninguém queria o caminho do Senhor. Mas chegará um dia em que esse caminho será majestoso. Para sempre. Uma alegria para todas as gerações.
Que alegria! Uma cidade liderada pela paz. Governada pela justiça. A violência desaparecerá. A desolação e a destruição chegarão ao fim. A salvação a rodeará como um muro. E o louvor estará nos lábios de todos que entrarem por suas portas. O sol não precisará brilhar mais de dia. A lua não precisará estar no céu à noite. O próprio Senhor será a luz eterna da cidade. Sua luz nunca deixará de brilhar. Todo o povo que habitará nesta cidade será justo. O Senhor os plantará com Suas próprias mãos. Com um propósito: manifestar Sua glória.
Sabe quando isso acontecerá? No tempo certo, o Senhor disse.
Que aguardemos com esperança o tempo certo. Quando a justiça não andará mais cambaleando pelas ruas. Nem a honestidade será banida de nossas cidades. Quando a paz será líder. E a justiça governará. O Senhor será nosso sol. O Sol da Justiça.
Ansiamos por esse dia, como João ansiou quando teve as visões registradas em Apocalipse. Como Isaías deve ter ansiado também.
"O Espírito e a noiva dizem: 'Vem!'. Que todo aquele que ouve diga: 'Vem!'. Quem tiver sede, venha. quem quiser, beba de graça da água da vida". - Apocalipse 22.17
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sessenta e um. Até o capítulo sessenta e três.
Espero você. Até lá.
domingo, 30 de junho de 2019
Salmos 147.1-150.6
Leitura do dia 27/06.
Na postagem anterior, vimos Davi exaltar o Senhor por todas as Suas maravilhas. Ele merece louvor, honra, glória e majestade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1451-14610.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e quarenta e sete, até o Salmo cento e cinquenta.
No Salmo cento e quarenta e sete, o salmista louva o Senhor. Sua canção fala que é bom cantar louvores. Mas não é apenas bom. É agradável. E apropriado. Ele é merecedor.
Ele é o que reconstrói Jerusalém. Traz os exilados de volta à sua terra. Cura o coração quebrantado. Enfaixa suas feridas.
Sim, o Senhor enfaixa as feridas de um coração quebrantado. Seu trabalho é carinhoso. Lento, para conseguirmos aguentar. Não desiste. Também é preciso. E completo. Ele realmente cura totalmente um coração quebrantado. O salmista podia cantar. Passou por esse processo. Eu posso cantar.
Ele não apenas enfaixou as feridas do meu coração. Pegou cada um de seus cacos. Que estavam todos esparramados. Colou um por um com Seu maravilhoso amor. Enfaixou. Beijou. Acariciou. Cuidou. E curou. Completamente.
O salmista canta que o Senhor conta as estrelas. E as chama. Cada uma delas. Nominalmente. Ah, Ele é realmente grande! Seu poder é absoluto. Impossível medir Seu entendimento. Ele é demais! E, em Sua majestade, protege os humildes e lança os perversos no pó. Quando colhem o que plantaram. Que cantemos a Ele. Com ações de graças.
Ele faz chover. Alimenta os animais selvagens. Até os corvos, quando Lhe pedem.
Seu prazer não está na força do cavalo, nem mesmo no poder humano. Seu prazer está naqueles que O temem. Que colocam a esperança em Seu amor.
Volte lá em sua Bíblia. Leia de novo esse versículo. Seu prazer não está na força, nem no poder. Seu prazer está em cada pessoa que coloca a esperança em Seu amor. Não é nem mesmo em Seu poder. É em Seu amor. Seu doce, maravilhoso e eterno amor.
Ele é o que reforça as trancas de nossas casas. Nos protegendo do inimigo. Ele é quem abençoa nossos filhos. Guardando-os dentro dos muros. Conserva a paz em nossas fronteiras. Satisfaz nossa fome. Sabe com o quê? Com o melhor trigo. Não é com qualquer um. É com o melhor.
Ele é quem envia Suas ordens ao mundo. Sua palavra corre velozmente. Ele revela Sua palavra, Seus decretos e estatutos. Ao Seu povo. Não faz assim com ninguém mais.
Queremos ter revelação de Sua palavra, Seus decretos e estatutos? Precisamos ser Seu povo.
No Salmo cento e quarenta e oito, o salmista chama todos ao louvor. Que todos louvem o Senhor. Desde os céus. Desde as alturas. Todos os Seus anjos. Todos os exércitos celestiais. Sol e lua. Todas as estrelas brilhantes. Os altos céus. Até os vapores acima das nuvens. Toda a criação. Ele ordenou. E tudo foi criado. Colocou tudo em seu devido lugar. Seu decreto jamais será revogado. Merece louvor.
O salmista passa a cantar que o Senhor deve ser louvado também, desde a terra. Por todas as criaturas das profundezas do oceano. Fogo, granizo, neve e nuvens, ventos tempestuosos que Lhe obedecem. Montanhas e colinas. Árvores frutíferas e cedros. Animais selvagens e domésticos. Seres que rastejam e os que voam. Reis da terra. Todos os povos. Governantes e juízes. Rapazes e moças, Idosos e crianças. Que todos louvem Seu nome. Sua glória está acima da terra e dos céus. Ele dá força a Seu povo. Honra Seus fieis. Seu povo, que Lhe é chegado.
No Salmo cento e quarenta e nove, o salmista também ordena que todos cantem ao Senhor. Com um cântico novo. Que cantem a Ele na congregação dos fiéis. Que nos alegramos em nosso Criador. Que exultemos em nosso Rei. Que O louvemos com danças, tamborins e harpas.
O Senhor tem prazer em Seu povo. Coroa os humildes com vitória. Que os fiéis se alegrem nEle. Pela honra que lhes traz. Que cantem de alegria em suas camas! Sim, até quando vamos dormir, devemos louvar ao Senhor. E que, em nossas mãos, esteja uma espada afiada. Uma espada de dois gumes. Promover a justiça é um privilégio dado àqueles que Lhe são fiéis.
No Salmo cento e cinquenta também somos chamados a louvá-Lo. Em Seu santuário. Em Seu majestoso céu. Por Seus feitos poderosos. Por Sua grandeza inigualável. Com o toque da trombeta. Com a lira e a harpa. Com tamborins e danças. Com instrumentos de cordas. Com flautas. Com címbalos ressonantes.
Que tudo que respire louve o Senhor! Que o Senhor seja louvado.
Terminamos aqui nossa caminhada pelo livro de Salmos. Foram muitos dias por aqui. Cento e cinquenta capítulos. Quantas canções, choros, clamores, alegrias e desespero. No meio de tudo, pudemos ver a fidelidade e o amor do Senhor. O principal motivo de nosso louvor. Seu amor. Fiel e eterno.
Amanhã continuamos. Iniciaremos o livro de Provérbios. Do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos Davi exaltar o Senhor por todas as Suas maravilhas. Ele merece louvor, honra, glória e majestade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1451-14610.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e quarenta e sete, até o Salmo cento e cinquenta.
No Salmo cento e quarenta e sete, o salmista louva o Senhor. Sua canção fala que é bom cantar louvores. Mas não é apenas bom. É agradável. E apropriado. Ele é merecedor.
Ele é o que reconstrói Jerusalém. Traz os exilados de volta à sua terra. Cura o coração quebrantado. Enfaixa suas feridas.
Sim, o Senhor enfaixa as feridas de um coração quebrantado. Seu trabalho é carinhoso. Lento, para conseguirmos aguentar. Não desiste. Também é preciso. E completo. Ele realmente cura totalmente um coração quebrantado. O salmista podia cantar. Passou por esse processo. Eu posso cantar.
Ele não apenas enfaixou as feridas do meu coração. Pegou cada um de seus cacos. Que estavam todos esparramados. Colou um por um com Seu maravilhoso amor. Enfaixou. Beijou. Acariciou. Cuidou. E curou. Completamente.
O salmista canta que o Senhor conta as estrelas. E as chama. Cada uma delas. Nominalmente. Ah, Ele é realmente grande! Seu poder é absoluto. Impossível medir Seu entendimento. Ele é demais! E, em Sua majestade, protege os humildes e lança os perversos no pó. Quando colhem o que plantaram. Que cantemos a Ele. Com ações de graças.
Ele faz chover. Alimenta os animais selvagens. Até os corvos, quando Lhe pedem.
Seu prazer não está na força do cavalo, nem mesmo no poder humano. Seu prazer está naqueles que O temem. Que colocam a esperança em Seu amor.
Volte lá em sua Bíblia. Leia de novo esse versículo. Seu prazer não está na força, nem no poder. Seu prazer está em cada pessoa que coloca a esperança em Seu amor. Não é nem mesmo em Seu poder. É em Seu amor. Seu doce, maravilhoso e eterno amor.
Ele é o que reforça as trancas de nossas casas. Nos protegendo do inimigo. Ele é quem abençoa nossos filhos. Guardando-os dentro dos muros. Conserva a paz em nossas fronteiras. Satisfaz nossa fome. Sabe com o quê? Com o melhor trigo. Não é com qualquer um. É com o melhor.
Ele é quem envia Suas ordens ao mundo. Sua palavra corre velozmente. Ele revela Sua palavra, Seus decretos e estatutos. Ao Seu povo. Não faz assim com ninguém mais.
Queremos ter revelação de Sua palavra, Seus decretos e estatutos? Precisamos ser Seu povo.
No Salmo cento e quarenta e oito, o salmista chama todos ao louvor. Que todos louvem o Senhor. Desde os céus. Desde as alturas. Todos os Seus anjos. Todos os exércitos celestiais. Sol e lua. Todas as estrelas brilhantes. Os altos céus. Até os vapores acima das nuvens. Toda a criação. Ele ordenou. E tudo foi criado. Colocou tudo em seu devido lugar. Seu decreto jamais será revogado. Merece louvor.
O salmista passa a cantar que o Senhor deve ser louvado também, desde a terra. Por todas as criaturas das profundezas do oceano. Fogo, granizo, neve e nuvens, ventos tempestuosos que Lhe obedecem. Montanhas e colinas. Árvores frutíferas e cedros. Animais selvagens e domésticos. Seres que rastejam e os que voam. Reis da terra. Todos os povos. Governantes e juízes. Rapazes e moças, Idosos e crianças. Que todos louvem Seu nome. Sua glória está acima da terra e dos céus. Ele dá força a Seu povo. Honra Seus fieis. Seu povo, que Lhe é chegado.
No Salmo cento e quarenta e nove, o salmista também ordena que todos cantem ao Senhor. Com um cântico novo. Que cantem a Ele na congregação dos fiéis. Que nos alegramos em nosso Criador. Que exultemos em nosso Rei. Que O louvemos com danças, tamborins e harpas.
O Senhor tem prazer em Seu povo. Coroa os humildes com vitória. Que os fiéis se alegrem nEle. Pela honra que lhes traz. Que cantem de alegria em suas camas! Sim, até quando vamos dormir, devemos louvar ao Senhor. E que, em nossas mãos, esteja uma espada afiada. Uma espada de dois gumes. Promover a justiça é um privilégio dado àqueles que Lhe são fiéis.
No Salmo cento e cinquenta também somos chamados a louvá-Lo. Em Seu santuário. Em Seu majestoso céu. Por Seus feitos poderosos. Por Sua grandeza inigualável. Com o toque da trombeta. Com a lira e a harpa. Com tamborins e danças. Com instrumentos de cordas. Com flautas. Com címbalos ressonantes.
Que tudo que respire louve o Senhor! Que o Senhor seja louvado.
Terminamos aqui nossa caminhada pelo livro de Salmos. Foram muitos dias por aqui. Cento e cinquenta capítulos. Quantas canções, choros, clamores, alegrias e desespero. No meio de tudo, pudemos ver a fidelidade e o amor do Senhor. O principal motivo de nosso louvor. Seu amor. Fiel e eterno.
Amanhã continuamos. Iniciaremos o livro de Provérbios. Do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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sábado, 29 de junho de 2019
Salmos 131.1-135.21
Leitura do dia 25/06.
Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso livro de Salmos.
Ontem vimos os cânticos usados na peregrinação do povo até Jerusalém. Cânticos que pedem a proteção e o livramento do Senhor. Que reconhecem que não conseguimos fazer nada sem Sua benção. Que reconhecem que Ele e somente Ele é nosso refúgio e fortaleza. Nosso socorro bem presente na hora da angústia. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1201-1248.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1251-1265.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1271-1286.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1291-1308.html
Hoje caminharemos a partir do Salmo cento e trinta e um. Até o Salmo cento e trinta e nove.
Na primeira postagem, iremos até o Salmo cento e trinta e cinco.
Os Salmos cento e trinta e um até o Salmo cento e trinta e quatro, também são cânticos para os peregrinos a caminho de Jerusalém.
O Salmo cento e trinta e um foi composto por Davi. É uma das orações mais lindas compostas para cantar.
Ele expõe seu coração ao Senhor, humildemente. Fala que não é orgulhoso. Seus olhos não são arrogantes. Não está envolvido em questões grandiosas ou maravilhosas demais para sua compreensão. Não. Pelo contrário, ele acalmou e aquietou sua alma, como uma criança desmamada que não chora mais querendo o leite da mãe. Assim é sua alma dentro dele. Espera ser ouvido. Sem se aquietar. E conclama a todos a colocarem suas esperanças no Senhor. Agora, hoje e sempre.
O Salmo cento e trinta e dois também é uma oração. O salmista pede que o Senhor lembre-se de Davi. E de tudo que ele sofreu. Chama o povo ao santuário do Senhor. Para adorá-Lo diante de Seu trono. E que o Senhor também se levante. Que entre em Seu lugar de descanso. Junto com a arca, que é o símbolo de Seu poder. Que Seus sacerdotes se vistam de justiça. E Seus fiéis cantem de alegria.
Canta lembrando a promessa de Davi ao Senhor e a promessa do Senhor a Davi. Promessa que o Senhor cumpriu, ainda que seus descendentes não tenham permanecido fiéis a Ele. O Senhor vestirá Seus sacerdotes com salvação. Seus fiéis, sim, cantarão de alegria. Os inimigos serão vestidos de vergonha.
Como temos nos vestido? De justiça e salvação? Temos cantado de alegria, mesmo em meio às tempestades? Temos sido fiéis?
No Salmo cento e trinta e três, o salmista canta sobre a importância da unidade entre irmãos. Canta que é muito bom que os irmãos vivam em união. Mas não é somente bom. É bom e agradável. A união é tão preciosa como o óleo de unção que era derramado sobre a cabeça do sacerdote Arão. Que descia por sua barba. Até à bainha de suas vestes.
A união tem um perfume agradável. Que se esparrama. Como o óleo da unção. E atinge todo o corpo.
Ela é revigorante como o orvalho do monte Hermom. Que desce sobre os montes de Sião.
O monte Hermom tem, em seu topo, neve o ano inteiro. Nos dias mais quentes essa neve derrete e vai descendo sobre os montes de Sião. Por onde desce, os campos vão sendo revigorados. Vão ficando verdes. A primavera em Israel é linda e revigorante. Como a união entre irmãos.
Que possamos enxergar essa importância de vivermos em união. Que sigamos o conselho do Apóstolo Paulo: "Nunca paguem o mal com o mal. Pensem sempre em fazer o que é melhor aos olhos de todos. No que depender de vocês, vivam em paz com todos". - Romanos 12,17,18
No Salmo cento e trinta e quatro, o salmista chama todos a louvarem o Senhor. Que todos os servos que O servem à noite O louvem. Levantem suas mãos para o santuário. E O louvem. É noite. Silêncio. Não há expectadores. Ainda assim, são chamados ao louvor. É bom louvar o Senhor. Não quando outros estão olhando, ou assistindo. Mas em todo o tempo. Mesmo nas horas da noite. Mesmo sem plateia. Ou principalmente sem plateia. Esses, serão abençoados pelo Senhor, o Criador dos céus e da terra.
No Salmo cento e trinta e cinco e salmista também chama ao louvor. Que o Senhor seja louvado. Que Seu nome seja louvado. Que todos os servos do Senhor, que O servem em Sua casa e nos pátios de Sua casa, O louvem. Ele é bom. Seu amável nome deve ser celebrado com música. Seu povo é Seu tesouro especial.
Ele reconhece ter o conhecimento da grandeza do Senhor. Sim, nosso Deus é maior que qualquer outro deus. Faz tudo que deseja. Em todos os lugares. Seu nome permanece para sempre. Sua fama é conhecida por todas as gerações. Impossível não falar sobre Ele à próxima geração. Ele fará justiça e terá compaixão de Seus servos.
Os ídolos das nações são nada. Apenas prata e outro. São formados por mãos humanas. O nosso Deus fez os céus. Fez tudo que existe.
Quanto aos ídolos, são mudos, cegos, surdos. Não têm fôlego de vida. Somente o Senhor pode soprar vida sobre nós. Os que fazem ídolos e confiam neles, são exatamente iguais. Somos iguais ao que adoramos. Se adoramos ídolos mudos, cegos e surdos, tornamo-nos como eles. Se adoramos o Senhor, tornamo-nos semelhantes a Ele. Seremos fiéis, justos, misericordiosos, bondosos, amorosos.
Que todos louvem o Senhor!
Que Ele seja louvado, desde Sião. Até aos confins da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso livro de Salmos.
Ontem vimos os cânticos usados na peregrinação do povo até Jerusalém. Cânticos que pedem a proteção e o livramento do Senhor. Que reconhecem que não conseguimos fazer nada sem Sua benção. Que reconhecem que Ele e somente Ele é nosso refúgio e fortaleza. Nosso socorro bem presente na hora da angústia. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1201-1248.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1251-1265.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1271-1286.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1291-1308.html
Hoje caminharemos a partir do Salmo cento e trinta e um. Até o Salmo cento e trinta e nove.
Na primeira postagem, iremos até o Salmo cento e trinta e cinco.
Os Salmos cento e trinta e um até o Salmo cento e trinta e quatro, também são cânticos para os peregrinos a caminho de Jerusalém.
O Salmo cento e trinta e um foi composto por Davi. É uma das orações mais lindas compostas para cantar.
Ele expõe seu coração ao Senhor, humildemente. Fala que não é orgulhoso. Seus olhos não são arrogantes. Não está envolvido em questões grandiosas ou maravilhosas demais para sua compreensão. Não. Pelo contrário, ele acalmou e aquietou sua alma, como uma criança desmamada que não chora mais querendo o leite da mãe. Assim é sua alma dentro dele. Espera ser ouvido. Sem se aquietar. E conclama a todos a colocarem suas esperanças no Senhor. Agora, hoje e sempre.
O Salmo cento e trinta e dois também é uma oração. O salmista pede que o Senhor lembre-se de Davi. E de tudo que ele sofreu. Chama o povo ao santuário do Senhor. Para adorá-Lo diante de Seu trono. E que o Senhor também se levante. Que entre em Seu lugar de descanso. Junto com a arca, que é o símbolo de Seu poder. Que Seus sacerdotes se vistam de justiça. E Seus fiéis cantem de alegria.
Canta lembrando a promessa de Davi ao Senhor e a promessa do Senhor a Davi. Promessa que o Senhor cumpriu, ainda que seus descendentes não tenham permanecido fiéis a Ele. O Senhor vestirá Seus sacerdotes com salvação. Seus fiéis, sim, cantarão de alegria. Os inimigos serão vestidos de vergonha.
Como temos nos vestido? De justiça e salvação? Temos cantado de alegria, mesmo em meio às tempestades? Temos sido fiéis?
No Salmo cento e trinta e três, o salmista canta sobre a importância da unidade entre irmãos. Canta que é muito bom que os irmãos vivam em união. Mas não é somente bom. É bom e agradável. A união é tão preciosa como o óleo de unção que era derramado sobre a cabeça do sacerdote Arão. Que descia por sua barba. Até à bainha de suas vestes.
A união tem um perfume agradável. Que se esparrama. Como o óleo da unção. E atinge todo o corpo.
Ela é revigorante como o orvalho do monte Hermom. Que desce sobre os montes de Sião.
O monte Hermom tem, em seu topo, neve o ano inteiro. Nos dias mais quentes essa neve derrete e vai descendo sobre os montes de Sião. Por onde desce, os campos vão sendo revigorados. Vão ficando verdes. A primavera em Israel é linda e revigorante. Como a união entre irmãos.
Que possamos enxergar essa importância de vivermos em união. Que sigamos o conselho do Apóstolo Paulo: "Nunca paguem o mal com o mal. Pensem sempre em fazer o que é melhor aos olhos de todos. No que depender de vocês, vivam em paz com todos". - Romanos 12,17,18
No Salmo cento e trinta e quatro, o salmista chama todos a louvarem o Senhor. Que todos os servos que O servem à noite O louvem. Levantem suas mãos para o santuário. E O louvem. É noite. Silêncio. Não há expectadores. Ainda assim, são chamados ao louvor. É bom louvar o Senhor. Não quando outros estão olhando, ou assistindo. Mas em todo o tempo. Mesmo nas horas da noite. Mesmo sem plateia. Ou principalmente sem plateia. Esses, serão abençoados pelo Senhor, o Criador dos céus e da terra.
No Salmo cento e trinta e cinco e salmista também chama ao louvor. Que o Senhor seja louvado. Que Seu nome seja louvado. Que todos os servos do Senhor, que O servem em Sua casa e nos pátios de Sua casa, O louvem. Ele é bom. Seu amável nome deve ser celebrado com música. Seu povo é Seu tesouro especial.
Ele reconhece ter o conhecimento da grandeza do Senhor. Sim, nosso Deus é maior que qualquer outro deus. Faz tudo que deseja. Em todos os lugares. Seu nome permanece para sempre. Sua fama é conhecida por todas as gerações. Impossível não falar sobre Ele à próxima geração. Ele fará justiça e terá compaixão de Seus servos.
Os ídolos das nações são nada. Apenas prata e outro. São formados por mãos humanas. O nosso Deus fez os céus. Fez tudo que existe.
Quanto aos ídolos, são mudos, cegos, surdos. Não têm fôlego de vida. Somente o Senhor pode soprar vida sobre nós. Os que fazem ídolos e confiam neles, são exatamente iguais. Somos iguais ao que adoramos. Se adoramos ídolos mudos, cegos e surdos, tornamo-nos como eles. Se adoramos o Senhor, tornamo-nos semelhantes a Ele. Seremos fiéis, justos, misericordiosos, bondosos, amorosos.
Que todos louvem o Senhor!
Que Ele seja louvado, desde Sião. Até aos confins da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Salmos 119.169-176
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119161-168.html
Finalmente chegamos à vigésima segunda estrofe. A última. Foi uma caminhada deliciosa. Uma canção impressionante. Com vinte e duas estrofes. Cada uma composta por oito versículos. Todos iniciando com a letra do alfabeto hebraico em seu subtítulo. Totalmente em ordem alfabética.
Agora, leremos do versículo cento e sessenta e nove ao versículo cento e setenta e seis.
Tau
Sua oração continua. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Que lhe dê entendimento. Como prometeu. Que ouça sua oração. E o livre. Conforme Sua palavra.
Sabe que o Senhor tem lhe ensinado. Pelo ensino de Seus decretos, deseja que o louvor transborde de Seus lábios. E que sua língua cante sobre Sua palavra, falando de seus mandamentos que são todos justos.
Quando ouço as músicas de hoje, tenho vontade de correr. Se tivesse uma arma, acho que atirava em muitas caixas de som por aí. A maioria das canções é lixo. Não deveriam sequer ser consideradas músicas.
O que tem transbordado de nossos lábios? O que nossas línguas tem cantado? Sobre Seus justos mandamentos? Sobre Sua palavra? Temos transbordado com Seus louvores?
“Pois a boca fala do que o coração está cheio. A pessoa boa tira coisas boas do tesouro de um coração bom, e a pessoa má tira coisas más do tesouro de um coração mau”. – Mateus 12.34c,35
De que nosso coração está cheio? Jesus continuou Seu discurso: “Eu lhes digo: no dia do juízo, vocês prestarão contas de toda palavra inútil que falarem. Por suas palavras vocês serão absolvidos, e por elas serão condenados”. – Mateus 12.36
O salmista continua sua oração. Que o Senhor estenda Suas mãos para ajuda-lo. Sua lei é seu prazer. Deseja viver para louvá-Lo. Com a ajuda de Seus estatutos. Que nos ensinam o caminho correto a seguir. O caminho da vida.
Reconhece que sua angústia o fez andar sem rumo. Sente-se como uma ovelha perdida. Pede que o Senhor o busque. Mesmo andando sem rumo, não se esqueceu de Seus mandamentos.
Já aconteceu com você? Comigo já. Algumas vezes. Não sabemos para onde ir. O que fazer. O que pensar. Muitas vezes, nem o que orar. Mas o Senhor nos entende. Ele nos fez. E nos ouve. E, como o bom pastor que dá Sua vida pelas ovelhas, Ele vem nos buscar. E nos coloca no lugar de descanso. Sua vara e Seu cajado, ao invés de apenas nos corrigir, nos consolam.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que encontremos nEle o refúgio.
Aqui, findamos a leitura do Salmo cento e dezenove. Como o salmista, não nos desviemos dos mandamentos do Senhor, mesmo nas maiores angústias. Ele está conosco.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e vinte. Até o cento e trinta. Não se assuste. São salmos pequenos e deliciosos de ler.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119161-168.html
Finalmente chegamos à vigésima segunda estrofe. A última. Foi uma caminhada deliciosa. Uma canção impressionante. Com vinte e duas estrofes. Cada uma composta por oito versículos. Todos iniciando com a letra do alfabeto hebraico em seu subtítulo. Totalmente em ordem alfabética.
Agora, leremos do versículo cento e sessenta e nove ao versículo cento e setenta e seis.
Tau
Sua oração continua. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Que lhe dê entendimento. Como prometeu. Que ouça sua oração. E o livre. Conforme Sua palavra.
Sabe que o Senhor tem lhe ensinado. Pelo ensino de Seus decretos, deseja que o louvor transborde de Seus lábios. E que sua língua cante sobre Sua palavra, falando de seus mandamentos que são todos justos.
Quando ouço as músicas de hoje, tenho vontade de correr. Se tivesse uma arma, acho que atirava em muitas caixas de som por aí. A maioria das canções é lixo. Não deveriam sequer ser consideradas músicas.
O que tem transbordado de nossos lábios? O que nossas línguas tem cantado? Sobre Seus justos mandamentos? Sobre Sua palavra? Temos transbordado com Seus louvores?
“Pois a boca fala do que o coração está cheio. A pessoa boa tira coisas boas do tesouro de um coração bom, e a pessoa má tira coisas más do tesouro de um coração mau”. – Mateus 12.34c,35
De que nosso coração está cheio? Jesus continuou Seu discurso: “Eu lhes digo: no dia do juízo, vocês prestarão contas de toda palavra inútil que falarem. Por suas palavras vocês serão absolvidos, e por elas serão condenados”. – Mateus 12.36
O salmista continua sua oração. Que o Senhor estenda Suas mãos para ajuda-lo. Sua lei é seu prazer. Deseja viver para louvá-Lo. Com a ajuda de Seus estatutos. Que nos ensinam o caminho correto a seguir. O caminho da vida.
Reconhece que sua angústia o fez andar sem rumo. Sente-se como uma ovelha perdida. Pede que o Senhor o busque. Mesmo andando sem rumo, não se esqueceu de Seus mandamentos.
Já aconteceu com você? Comigo já. Algumas vezes. Não sabemos para onde ir. O que fazer. O que pensar. Muitas vezes, nem o que orar. Mas o Senhor nos entende. Ele nos fez. E nos ouve. E, como o bom pastor que dá Sua vida pelas ovelhas, Ele vem nos buscar. E nos coloca no lugar de descanso. Sua vara e Seu cajado, ao invés de apenas nos corrigir, nos consolam.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que encontremos nEle o refúgio.
Aqui, findamos a leitura do Salmo cento e dezenove. Como o salmista, não nos desviemos dos mandamentos do Senhor, mesmo nas maiores angústias. Ele está conosco.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e vinte. Até o cento e trinta. Não se assuste. São salmos pequenos e deliciosos de ler.
Espero você. Até lá.
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Salmo 119.161-168
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada pelo Salmo cento e dezenove. Últimas estrofes. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119153160.html
Agora, leremos a partir do versículo cento e sessenta e um. Até o versículo cento e sessenta e oito.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a última estrofe deste belo salmo.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo Salmo cento e dezenove. Últimas estrofes. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119153160.html
Agora, leremos a partir do versículo cento e sessenta e um. Até o versículo cento e sessenta e oito.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a última estrofe deste belo salmo.
Espero você. Até já.
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sexta-feira, 21 de junho de 2019
Salmos 113.1-114.8
Leitura do dia 21/06.
Na postagem anterior, vimos como são felizes os que tem prazer em obedecer aos mandamentos do Senhor e andam em Seus caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1111-11210.html
Agora, continuamos através dos Salmos cento e treze e cento e quatorze.
No Salmo cento e treze o salmista louva o Senhor. Canta que todos devem louvá-Lo. Que Seu nome seja bendito. Agora. Sempre. Em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Em todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quem é semelhante a Ele? Podemos responder a uma só voz: “Ninguém”. Ele se inclina de Seu trono para ver o que acontece nos céus e na terra. Levanta o necessitado do pó. Ergue o pobre mesmo do lixo. Coloca-os entre príncipes. Importa-se com todos. Até com a mulher estéril que era totalmente desprezada. Ele a torna uma mãe feliz! Deus lindo! Louvado seja nosso Senhor.
O Salmo cento e quatorze canta a saída do povo de Israel do Egito. Judá tornou-se Seu santuário. Israel o Seu domínio. O mar viu o povo chegando e abriu para que passassem a seco. Até as águas do rio Jordão recuaram. Os montes saltaram como carneiros e as colinas, como cordeiros. A terra estremece na presença do Senhor. Ele transformou a rocha num açude. Fez nascer uma fonte de água em um rochedo. Tudo para mostrar Seu grande amor e poder.
Aqui, imaginando mar, rios e montes dançando diante do Senhor, terminamos nossa leitura de hoje.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e quinze. Até o Salmo cento e dezoito.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos como são felizes os que tem prazer em obedecer aos mandamentos do Senhor e andam em Seus caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1111-11210.html
Agora, continuamos através dos Salmos cento e treze e cento e quatorze.
No Salmo cento e treze o salmista louva o Senhor. Canta que todos devem louvá-Lo. Que Seu nome seja bendito. Agora. Sempre. Em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Em todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quem é semelhante a Ele? Podemos responder a uma só voz: “Ninguém”. Ele se inclina de Seu trono para ver o que acontece nos céus e na terra. Levanta o necessitado do pó. Ergue o pobre mesmo do lixo. Coloca-os entre príncipes. Importa-se com todos. Até com a mulher estéril que era totalmente desprezada. Ele a torna uma mãe feliz! Deus lindo! Louvado seja nosso Senhor.
O Salmo cento e quatorze canta a saída do povo de Israel do Egito. Judá tornou-se Seu santuário. Israel o Seu domínio. O mar viu o povo chegando e abriu para que passassem a seco. Até as águas do rio Jordão recuaram. Os montes saltaram como carneiros e as colinas, como cordeiros. A terra estremece na presença do Senhor. Ele transformou a rocha num açude. Fez nascer uma fonte de água em um rochedo. Tudo para mostrar Seu grande amor e poder.
Aqui, imaginando mar, rios e montes dançando diante do Senhor, terminamos nossa leitura de hoje.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e quinze. Até o Salmo cento e dezoito.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 20 de junho de 2019
Salmos 107.1-109.31
Leitura do dia 20/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos o salmista cantar a bondade, fidelidade e misericórdia do Senhor, enquanto cantava a história de Israel. Que também é nossa história.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1061-48.html
Agora iniciamos o “Livro cinco” de Salmos. Os “Salmos do exílio e do retorno”. Inicia no Salmo cento e sete e termina no último Salmo, o cento e cinquenta. Hoje, caminharemos pelos Salmos cento e sete a cento e nove.
No Salmo cento e sete, o salmista conclama todos a darem graças ao Senhor. Porque Ele é bom. Seu amor dura para sempre. Pergunta se o Senhor os resgatou. E responde que proclamem em alta voz e contem a todos que Ele os resgatou de seus inimigos. Então, passa a contar a terrível situação em que o povo se encontrava. Vagando pelo deserto. Famintos e sedentos. À beira da morte. Sempre por causa da rebelião. Sempre por se afastarem do Senhor. Mas, todas as vezes que, em sua aflição, clamaram ao Senhor, Ele os ouviu. E os livrou de Seus sofrimentos.
Ao longo do Salmo, menciona o fato de se afastarem do Senhor. Clamarem em suas aflições. Serem ouvidos. E resgatados. Por causa de Seu grande amor. E, todas as vezes, o salmista conclama que O louvem, por Seu grande amor e pelas maravilhas que faz pela humanidade.
Enfatiza que os sábios levarão essa história a sério. Perceberão como tem sido leal Seu grande amor. Quem percebe, não se afasta dEle. Como desprezar tão grande amor?
No Salmo cento e oito, Davi canta que seu coração está firme no Senhor. Por isso cantará louvores com todo seu ser. É lindo quando ordena que a lira e a harpa despertem! Deseja acordar o amanhecer com sua canção. Seu coração está transbordando louvor e adoração. O Senhor é exaltado acima dos mais altos céus. Sua glória deve brilhar sobre toda a terra.
Num momento de desespero, tira seus olhos do Senhor e coloca em suas dificuldades. Pergunta se o Senhor não marchará mais com eles. Reconhece que o auxílio do homem é vão. Precisa do auxílio do Senhor para realizar grandes feitos. Só Ele pode pisar seus inimigos. E os nossos.
No Salmo cento e nove Davi clama ao Senhor, a quem louva. Os perversos o caluniam. Retribuem seu amor com acusações. Mesmo quando ora por eles. Pagam o bem com o mal. O amor com o ódio. Seu coração está ferido. Deseja que seus inimigos caiam. E não se levantem.
Ele, porém, continuará louvando. Reconhece que o Senhor está entre os necessitados. Pronto para salvá-los. Não se importa mais que o amaldiçoem. O Senhor o abençoará. Continuará se alegrando nEle.
Que acordemos o amanhecer com nossa canção ao Senhor. Que nossos olhos estejam fitos nEle. Que levemos a sério Seu amor. Que percebamos como tem sido leal para conosco. E continuemos nos alegrando. NEle.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e dez. Até o Salmo cento e quatorze.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos o salmista cantar a bondade, fidelidade e misericórdia do Senhor, enquanto cantava a história de Israel. Que também é nossa história.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1061-48.html
Agora iniciamos o “Livro cinco” de Salmos. Os “Salmos do exílio e do retorno”. Inicia no Salmo cento e sete e termina no último Salmo, o cento e cinquenta. Hoje, caminharemos pelos Salmos cento e sete a cento e nove.
No Salmo cento e sete, o salmista conclama todos a darem graças ao Senhor. Porque Ele é bom. Seu amor dura para sempre. Pergunta se o Senhor os resgatou. E responde que proclamem em alta voz e contem a todos que Ele os resgatou de seus inimigos. Então, passa a contar a terrível situação em que o povo se encontrava. Vagando pelo deserto. Famintos e sedentos. À beira da morte. Sempre por causa da rebelião. Sempre por se afastarem do Senhor. Mas, todas as vezes que, em sua aflição, clamaram ao Senhor, Ele os ouviu. E os livrou de Seus sofrimentos.
Ao longo do Salmo, menciona o fato de se afastarem do Senhor. Clamarem em suas aflições. Serem ouvidos. E resgatados. Por causa de Seu grande amor. E, todas as vezes, o salmista conclama que O louvem, por Seu grande amor e pelas maravilhas que faz pela humanidade.
Enfatiza que os sábios levarão essa história a sério. Perceberão como tem sido leal Seu grande amor. Quem percebe, não se afasta dEle. Como desprezar tão grande amor?
No Salmo cento e oito, Davi canta que seu coração está firme no Senhor. Por isso cantará louvores com todo seu ser. É lindo quando ordena que a lira e a harpa despertem! Deseja acordar o amanhecer com sua canção. Seu coração está transbordando louvor e adoração. O Senhor é exaltado acima dos mais altos céus. Sua glória deve brilhar sobre toda a terra.
Num momento de desespero, tira seus olhos do Senhor e coloca em suas dificuldades. Pergunta se o Senhor não marchará mais com eles. Reconhece que o auxílio do homem é vão. Precisa do auxílio do Senhor para realizar grandes feitos. Só Ele pode pisar seus inimigos. E os nossos.
No Salmo cento e nove Davi clama ao Senhor, a quem louva. Os perversos o caluniam. Retribuem seu amor com acusações. Mesmo quando ora por eles. Pagam o bem com o mal. O amor com o ódio. Seu coração está ferido. Deseja que seus inimigos caiam. E não se levantem.
Ele, porém, continuará louvando. Reconhece que o Senhor está entre os necessitados. Pronto para salvá-los. Não se importa mais que o amaldiçoem. O Senhor o abençoará. Continuará se alegrando nEle.
Que acordemos o amanhecer com nossa canção ao Senhor. Que nossos olhos estejam fitos nEle. Que levemos a sério Seu amor. Que percebamos como tem sido leal para conosco. E continuemos nos alegrando. NEle.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e dez. Até o Salmo cento e quatorze.
Espero você. Até lá.
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Salmos
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Salmos 102.1-104.35
Leitura do dia 18/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos que todas as nações devem louvar e reconhecer o Senhor. Ele é o único Senhor. O Soberano. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-951-989.html
Também vimos Davi dizendo que viverá de modo inculpável. Com integridade. Sua tarefa diária será acabar com os perversos e expulsar os malvados da cidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-991-1018.html
Hoje, caminharemos através dos Salmos cento e dois a cento e quatro.
O Salmo cento e dois é a oração de um aflito que derrama seus problemas diante do Senhor. Nele, o salmista pede que o Senhor escute sua súplica. Que não esconda dele Seu rosto. Sente que seus dias somem como fumaça. Seus ossos estão ardentes, como se queimassem. Seu coração está tão esgotado que secou como capim. Perdeu o apetite.
Por causa de sua ansiedade, é só pele e osso. É como uma coruja no deserto. Como uma pequena coruja num lugar desolado. Não consegue dormir. É como um pássaro solitário no telhado. Seus inimigos o insultam todos os dias. As cinzas são seu alimento. Suas lágrimas se misturam com sua bebida. Acredita que o Senhor levantou-se contra ele. Sua vida está passando tão rápido. Como as sombras. Vai murchando, como o capim.
Quem não se sentiu assim? Como se os dias corressem como fumaça? Com o coração tão esgotado e seco? Sem apetite? Sem conseguir dormir? Bebendo lágrimas? Sentindo-se murcho? Acreditando, como Jó, que o Senhor havia se levantado contra? http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-71-1022.html
Então, lembra-se que o Senhor reinará para sempre. Seu nome será lembrado por todas as gerações. Ele se levantará e terá misericórdia. Sim, já é tempo de mostrar Sua compaixão. Agora é o momento tão esperado. Como tem clamado todos os que amam os juízos do Senhor.
As nações temerão o nome do Senhor. Os reis da terra estremecerão diante de Sua glória. Ele reconstruirá Sião. Ouvirá a oração dos indefesos. Não rejeitará suas súplicas. Que fique registrado para as gerações futuras, para aqueles que ainda nem nasceram. Esses louvarão o Senhor. Por tudo que fez. E em um dia maravilhoso os povos se reunirão em Jerusalém. Para servir ao Senhor.
Que esperemos por esse dia, em que o Senhor nos ouvirá. Responderá e nos vivificará. Como fez com Jó. E com tantos outros.
O Salmo cento e três também foi composto por Davi. Todo seu ser louva o Senhor. É o Senhor e ninguém mais quem perdoa seus pecados. Cura suas doenças. Resgata-o da morte. Coroa-o de amor e misericórdia. Enche sua vida de coisas boas. Sua juventude é renovada. É o Senhor quem faz justiça. Defende a causa dos oprimidos. É compassivo como um pai. Afinal, é realmente nosso Pai. Sabe que somos fracos. Que somos pó. Se compadece. E, maravilha das maravilhas, Seu amor para com os que O temem dura para sempre. Sua justiça se estende até os filhos dos filhos. Que todos O louvem.
No Salmo cento e quatro, o salmista fala como o Senhor é grandioso. Sua descrição nos faz ver o Todo Poderoso. Está vestido de glória e majestade. Envolto em um manto de luz. Sua cortina é feita com as estrelas. As vigas de Sua casa estão nas nuvens. Faz das nuvens Seu carro de combate. Cavalga nas asas do vento. Sim, os ventos são Seus mensageiros. As chamas de fogo, Seus servos. Uau! Que descrição poderosa!
O salmista descreve Suas obras. Seu cuidado para com a natureza, com os homens e animais. Ele enche a terra com o fruto do Seu trabalho. Não é lindo? A terra está repleta do fruto do trabalho do Senhor! Sim, Ele é quem faz a chuva, quem rega a terra, quem rege a lua e o sol. Fez tudo com sabedoria. Todos dependem dEle. Tem prazer em tudo que criou. Como um artista que olha sua obra e se orgulha dela.
Que, tal qual o salmista, cantemos ao Senhor enquanto vivermos. Que O louvemos até nosso último suspiro. Que todos os nossos pensamentos sejam agradáveis a Ele, e que nos alegremos nEle.
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos cento e cinco e cento e seis.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos que todas as nações devem louvar e reconhecer o Senhor. Ele é o único Senhor. O Soberano. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-951-989.html
Também vimos Davi dizendo que viverá de modo inculpável. Com integridade. Sua tarefa diária será acabar com os perversos e expulsar os malvados da cidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-991-1018.html
Hoje, caminharemos através dos Salmos cento e dois a cento e quatro.
O Salmo cento e dois é a oração de um aflito que derrama seus problemas diante do Senhor. Nele, o salmista pede que o Senhor escute sua súplica. Que não esconda dele Seu rosto. Sente que seus dias somem como fumaça. Seus ossos estão ardentes, como se queimassem. Seu coração está tão esgotado que secou como capim. Perdeu o apetite.
Por causa de sua ansiedade, é só pele e osso. É como uma coruja no deserto. Como uma pequena coruja num lugar desolado. Não consegue dormir. É como um pássaro solitário no telhado. Seus inimigos o insultam todos os dias. As cinzas são seu alimento. Suas lágrimas se misturam com sua bebida. Acredita que o Senhor levantou-se contra ele. Sua vida está passando tão rápido. Como as sombras. Vai murchando, como o capim.
Quem não se sentiu assim? Como se os dias corressem como fumaça? Com o coração tão esgotado e seco? Sem apetite? Sem conseguir dormir? Bebendo lágrimas? Sentindo-se murcho? Acreditando, como Jó, que o Senhor havia se levantado contra? http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-71-1022.html
Então, lembra-se que o Senhor reinará para sempre. Seu nome será lembrado por todas as gerações. Ele se levantará e terá misericórdia. Sim, já é tempo de mostrar Sua compaixão. Agora é o momento tão esperado. Como tem clamado todos os que amam os juízos do Senhor.
As nações temerão o nome do Senhor. Os reis da terra estremecerão diante de Sua glória. Ele reconstruirá Sião. Ouvirá a oração dos indefesos. Não rejeitará suas súplicas. Que fique registrado para as gerações futuras, para aqueles que ainda nem nasceram. Esses louvarão o Senhor. Por tudo que fez. E em um dia maravilhoso os povos se reunirão em Jerusalém. Para servir ao Senhor.
Que esperemos por esse dia, em que o Senhor nos ouvirá. Responderá e nos vivificará. Como fez com Jó. E com tantos outros.
O Salmo cento e três também foi composto por Davi. Todo seu ser louva o Senhor. É o Senhor e ninguém mais quem perdoa seus pecados. Cura suas doenças. Resgata-o da morte. Coroa-o de amor e misericórdia. Enche sua vida de coisas boas. Sua juventude é renovada. É o Senhor quem faz justiça. Defende a causa dos oprimidos. É compassivo como um pai. Afinal, é realmente nosso Pai. Sabe que somos fracos. Que somos pó. Se compadece. E, maravilha das maravilhas, Seu amor para com os que O temem dura para sempre. Sua justiça se estende até os filhos dos filhos. Que todos O louvem.
No Salmo cento e quatro, o salmista fala como o Senhor é grandioso. Sua descrição nos faz ver o Todo Poderoso. Está vestido de glória e majestade. Envolto em um manto de luz. Sua cortina é feita com as estrelas. As vigas de Sua casa estão nas nuvens. Faz das nuvens Seu carro de combate. Cavalga nas asas do vento. Sim, os ventos são Seus mensageiros. As chamas de fogo, Seus servos. Uau! Que descrição poderosa!
O salmista descreve Suas obras. Seu cuidado para com a natureza, com os homens e animais. Ele enche a terra com o fruto do Seu trabalho. Não é lindo? A terra está repleta do fruto do trabalho do Senhor! Sim, Ele é quem faz a chuva, quem rega a terra, quem rege a lua e o sol. Fez tudo com sabedoria. Todos dependem dEle. Tem prazer em tudo que criou. Como um artista que olha sua obra e se orgulha dela.
Que, tal qual o salmista, cantemos ao Senhor enquanto vivermos. Que O louvemos até nosso último suspiro. Que todos os nossos pensamentos sejam agradáveis a Ele, e que nos alegremos nEle.
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos cento e cinco e cento e seis.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 18 de junho de 2019
Salmo 99.1-101.8
Leitura do dia 17/06.
Na postagem anterior, vimos o salmista chamar todos ao louvor. O Senhor nos instrui a sermos fieis, obedientes. Que todas as nações O adorem. Reconheçam que Ele é Soberano. E único. Todos devem louvá-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-951-989.html
Agora, caminharemos através dos Salmos noventa e nove até o cento e um.
No Salmo noventa e nove, o salmista declara que o Senhor reina. Todos os povos devem tremer diante dEle. Ele é soberano. Exaltado acima de todos. Seu nome deve ser louvado. Ele é santo. Rei poderoso, que ama a justiça. Foi Ele quem estabeleceu a imparcialidade.
Ah, como é bom sabermos que foi Ele quem estabeleceu a imparcialidade. Assim, temos absoluta certeza de que será sempre imparcial. Julgará sempre com justiça. Que todos O exaltem.
O Salmo cem é um salmo de ações de graças. Um dos mais conhecidos. O salmista chama todos os moradores da terra para aclamarem o Senhor. Para servirem-No com alegria. Para cantarem sempre que estiverem diante dEle. Que reconheçam que o Senhor é Deus. Foi Ele quem nos criou. Somos dEle. Pertencemos a Ele. Somos Seu povo. Suas ovelhas. O rebanho que Ele pastoreia. Ah, que doce privilégio. Ele é nosso Pastor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que entremos por Suas portas com gratidão. Em Seus pátios, com louvor. Ele é bom. Seu amor dura para sempre. Sua fidelidade dura por todas as gerações, uma após a outra.
O Salmo cento e um foi composto por Davi. Ele declara que cantará Seu amor e Sua justiça. Mas não apenas isso. Buscará viver de maneira inculpável. Pergunta quando o Senhor virá ajudá-Lo. Sabe que depende dEle para viver sem culpa. Promete que viverá com integridade. Não apenas no palácio. Não apenas na rua. Não apenas quando outros estiverem olhando. Viverá com integridade em sua própria casa. O lugar mais importante!
Davi fala que não olhará nada que seja mal ou vulgar. Canta que odeia os desonestos. Não terá nada em comum com eles. Rejeitará as ideias perversas. Se afastará do mal. De todo mal.
Não tolerará ninguém que difame seu próximo. Não suportará presunção nem orgulho. Procurará os fieis. Esses conviverão com ele. Só os que andam pelo caminho certo terão permissão de serví-lo. Não permitirá que os enganadores habitem em sua casa. Nem que os mentirosos permaneçam em sua presença. Terá como tarefa diária acabar com os perversos. E expulsar da cidade do Senhor os que praticam o mal.
Que façamos como Davi. Que procuremos viver de maneira inculpável. Com integridade. Onde quer que estejamos. Que os fieis sejam nossos companheiros. Que nossa tarefa diária seja acabar com a perversidade.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo cento e dois ao capítulo cento e quatro.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos o salmista chamar todos ao louvor. O Senhor nos instrui a sermos fieis, obedientes. Que todas as nações O adorem. Reconheçam que Ele é Soberano. E único. Todos devem louvá-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-951-989.html
Agora, caminharemos através dos Salmos noventa e nove até o cento e um.
No Salmo noventa e nove, o salmista declara que o Senhor reina. Todos os povos devem tremer diante dEle. Ele é soberano. Exaltado acima de todos. Seu nome deve ser louvado. Ele é santo. Rei poderoso, que ama a justiça. Foi Ele quem estabeleceu a imparcialidade.
Ah, como é bom sabermos que foi Ele quem estabeleceu a imparcialidade. Assim, temos absoluta certeza de que será sempre imparcial. Julgará sempre com justiça. Que todos O exaltem.
O Salmo cem é um salmo de ações de graças. Um dos mais conhecidos. O salmista chama todos os moradores da terra para aclamarem o Senhor. Para servirem-No com alegria. Para cantarem sempre que estiverem diante dEle. Que reconheçam que o Senhor é Deus. Foi Ele quem nos criou. Somos dEle. Pertencemos a Ele. Somos Seu povo. Suas ovelhas. O rebanho que Ele pastoreia. Ah, que doce privilégio. Ele é nosso Pastor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que entremos por Suas portas com gratidão. Em Seus pátios, com louvor. Ele é bom. Seu amor dura para sempre. Sua fidelidade dura por todas as gerações, uma após a outra.
O Salmo cento e um foi composto por Davi. Ele declara que cantará Seu amor e Sua justiça. Mas não apenas isso. Buscará viver de maneira inculpável. Pergunta quando o Senhor virá ajudá-Lo. Sabe que depende dEle para viver sem culpa. Promete que viverá com integridade. Não apenas no palácio. Não apenas na rua. Não apenas quando outros estiverem olhando. Viverá com integridade em sua própria casa. O lugar mais importante!
Davi fala que não olhará nada que seja mal ou vulgar. Canta que odeia os desonestos. Não terá nada em comum com eles. Rejeitará as ideias perversas. Se afastará do mal. De todo mal.
Não tolerará ninguém que difame seu próximo. Não suportará presunção nem orgulho. Procurará os fieis. Esses conviverão com ele. Só os que andam pelo caminho certo terão permissão de serví-lo. Não permitirá que os enganadores habitem em sua casa. Nem que os mentirosos permaneçam em sua presença. Terá como tarefa diária acabar com os perversos. E expulsar da cidade do Senhor os que praticam o mal.
Que façamos como Davi. Que procuremos viver de maneira inculpável. Com integridade. Onde quer que estejamos. Que os fieis sejam nossos companheiros. Que nossa tarefa diária seja acabar com a perversidade.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo cento e dois ao capítulo cento e quatro.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 13 de junho de 2019
Salmos 74.1-77.20
Leitura do dia 12/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Ontem vimos o salmista pedindo livramento ao Senhor e reconhecendo que Ele é sua esperança e confiança desde a infância. Depende dEle desde o ventre de sua mãe.
Também vimos Salomão cantar em oração pedindo para ser um rei que cuida bem de seu povo e não permite injustiça.
Asafe quase caiu quando, ao invés de olhar para o Senhor, olhou para a prosperidade do perverso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-711-7328.html?m=1
Hoje continuamos através dos Salmos setenta e quatro a setenta e sete.
No Salmo setenta e quatro, Asafe canta sua tristeza. O santuário foi incendiado, profanado.
Parece que está vivendo em nossos dias quando, em muitos lugares já não vemos Seus sinais, não vemos mais profetas do Senhor e não sabemos até quando será assim.
Anseia pelo levantar e agir do Senhor, tal como nós.
O Salmo setenta e cinco, também de Asafe, era para ser cantado com a melodia "Não destruas!".
Asafe louva o Senhor. Ele está próximo. E julgará no tempo certo, com justiça. Asafe adverte os orgulhosos e perversos. Ninguém, em lugar nenhum, deve exaltar a si mesmo. Só o Senhor é juiz. E justo.
O Salmo setenta e seis era para ser acompanhado com instrumentos de cordas. Também é de Asafe.
O Senhor é honrado em Judá. Seu nome é grande em Israel. Seus inimigos foram saqueados. Ninguém teve coragem ou capacidade de levantar as mãos.
O Senhor se levanta para julgar e salvar os oprimidos. A rebeldia humana resultará em Sua glória.
Que todos façam votos e cumpram. Ele deve ser temido.
No Salmo setenta e sete Asafe canta que quando estava angustiado buscou o Senhor. A noite toda. Suas mãos estendidas. Sua alma inconsolada. Desfalecendo.
Ainda assim, relembra canções alegres. Consulta sua alma e tenta compreender sua situação.
Ah, como muitas vezes nos sentimos assim. E não conseguimos compreender nada. Como Asafe pensamos que o Senhor esqueceu de nós. Até que nos lembramos de Suas maravilhas e de tudo que fez em nosso favor. E nos aquietamos.
Que, ao olharmos para trás consigamos perceber Suas maravilhas para conosco. E confiar. Nunca falhou. Com certeza, não falhará jamais.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo setenta e oito. Até o Salmo oitenta.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Ontem vimos o salmista pedindo livramento ao Senhor e reconhecendo que Ele é sua esperança e confiança desde a infância. Depende dEle desde o ventre de sua mãe.
Também vimos Salomão cantar em oração pedindo para ser um rei que cuida bem de seu povo e não permite injustiça.
Asafe quase caiu quando, ao invés de olhar para o Senhor, olhou para a prosperidade do perverso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-711-7328.html?m=1
Hoje continuamos através dos Salmos setenta e quatro a setenta e sete.
No Salmo setenta e quatro, Asafe canta sua tristeza. O santuário foi incendiado, profanado.
Parece que está vivendo em nossos dias quando, em muitos lugares já não vemos Seus sinais, não vemos mais profetas do Senhor e não sabemos até quando será assim.
Anseia pelo levantar e agir do Senhor, tal como nós.
O Salmo setenta e cinco, também de Asafe, era para ser cantado com a melodia "Não destruas!".
Asafe louva o Senhor. Ele está próximo. E julgará no tempo certo, com justiça. Asafe adverte os orgulhosos e perversos. Ninguém, em lugar nenhum, deve exaltar a si mesmo. Só o Senhor é juiz. E justo.
O Salmo setenta e seis era para ser acompanhado com instrumentos de cordas. Também é de Asafe.
O Senhor é honrado em Judá. Seu nome é grande em Israel. Seus inimigos foram saqueados. Ninguém teve coragem ou capacidade de levantar as mãos.
O Senhor se levanta para julgar e salvar os oprimidos. A rebeldia humana resultará em Sua glória.
Que todos façam votos e cumpram. Ele deve ser temido.
No Salmo setenta e sete Asafe canta que quando estava angustiado buscou o Senhor. A noite toda. Suas mãos estendidas. Sua alma inconsolada. Desfalecendo.
Ainda assim, relembra canções alegres. Consulta sua alma e tenta compreender sua situação.
Ah, como muitas vezes nos sentimos assim. E não conseguimos compreender nada. Como Asafe pensamos que o Senhor esqueceu de nós. Até que nos lembramos de Suas maravilhas e de tudo que fez em nosso favor. E nos aquietamos.
Que, ao olharmos para trás consigamos perceber Suas maravilhas para conosco. E confiar. Nunca falhou. Com certeza, não falhará jamais.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo setenta e oito. Até o Salmo oitenta.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 24 de abril de 2019
2 Crônicas 8.1-18
Leitura do dia 24/04.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Na postagem anterior, vimos a dedicação do templo e a resposta do Senhor a Salomão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-71-22.html
Agora, continuaremos através do capítulo oito.
Salomão levou vinte anos construindo a Casa do Senhor e seu palácio.
Existem construções que levam muitos anos, décadas. São as mais importantes, mais sólidas e mais necessárias. Nós somos esse tipo de construção. Somos construídos através das décadas, pelas experiências que passamos. E nossas reações a elas. Então, não se desespere. Ele ainda não terminou a Sua boa obra em nós. Mas é certo que terminará. Ele prometeu. Ele é fiel (Filipenses 1.6). E se cooperarmos com Ele, será mais fácil, acredite. E maravilhoso.
Depois do templo pronto, Salomão passou a oferecer holocaustos sobre o altar do Senhor, que havia edificado em frente ao Pórtico. Fazia tudo “em conformidade” com as orientações de Moisés.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Observava os sábados, as festas chamadas de neomênias (as luas novas) e as três grandes solenidades anuais, a festa dos Ázimos (pães sem fermento), a festa das Semanas (Tabernáculos), e a festa das Tendas (Cabanas).
Toda obra planejada por Salomão foi executada, desde o lançamento dos fundamentos do templo, até sua conclusão.
Davi havia deixado ordens, que Salomão seguiu, ao escolher e ordenar os grupos de sacerdotes para suas devidas tarefas, e os levitas para conduzirem o louvor em cooperação com os sacerdotes, conforme suas obrigações diárias.
Perceba que os levitas conduziam o louvor em cooperação com os sacerdotes. Suas obrigações eram diárias. Como deve ser em nossas vidas. Somos sacerdotes. Somos levitas. Somos uma nova geração que o Senhor levantou para estar diante dEle em louvor e adoração. Em cooperação uns com os outros.
Salomão também designou, seguindo às ordens de seu pai, todos os porteiros, segundo as suas respectivas classes e grupos.
E olha que maravilha: Os sacerdotes e levitas foram obedientes. Não se desviaram em nada do que o rei lhes ordenou, especialmente no tocante aos tesouros. Uau! Os sacerdotes e levitas foram fiéis. Não em algumas tarefas, mas em todas. E, o texto fala, “especialmente no tocante aos tesouros”. Ah, os tesouros! Como fascinam a nós, homens! Não apenas o dinheiro, mas o poder também, a influência, o ser admirado, o ser considerado grande. Ah, tantas coisas se fazem tesouros! Por isso o Senhor falou que devemos guardar nossos corações (Provérbios 4.23), pois onde estivesse nosso coração, aí estaria nosso tesouro (Mateus 6.21). E esses homens foram fiéis, “especialmente no tocante aos tesouros”. Se não tivessem sido, não conseguiriam ser fiéis, em absolutamente mais nada.
Salomão reedificou cidades que Hirão lhe entregara. Nelas estabeleceu muitas famílias israelitas. Lembra que naquela época, quando uma cidade era dominada, seus conquistadores destruíam-na completamente? Era necessário que fossem reedificadas. Salomão fez isso. E colocou novos moradores para habitarem-na. Ah, quantas cidades em nossos dias precisam ser reedificadas! Temos essa ordem também: "Reconstruirão as ruínas desertas de suas cidades e serão conhecidos como reparadores de muros e restauradores de ruas e casas". - Isaías 58.12
Mais tarde Salomão atacou e conquistou cidades. Reconstruiu algumas. Eram cidades fortes, com grandes muros, portas e ferrolhos, outras tinham a função de armazenar alimentos para a nação. Também cidades onde ficavam carros de guerra, seus condutores e cavalos.
Se queremos fortificar um reino, precisamos agir como Salomão. É importante sermos pessoas que saibam lutar, alimentar e conduzir. De uma maneira especial, somos como cidades.
Salomão construiu tudo que seu coração desejou em Jerusalém, no Líbano e em todo o território sob seu domínio. Que privilégio!
Os trabalhos forçados eram feitos pelos povos que haviam sido conquistados e, como era o costume, não foram mortos. Salomão os alistou. Não admitia que nenhum filho de Israel trabalhasse como escravo. Eles se dedicaram a servir ao rei como homens de guerra, chefes de capitães, comandantes de carros, condutores e cavaleiros. Eram chefes dos oficiais do rei Salomão, duzentos e cinquenta. Presidiam sobre o povo.
Como uma cidade inimiga, o Senhor nos conquistou. Mas diferente de sermos estrangeiros, Ele nos adotou. Tornou-nos Seus filhos. É nossa função e chamado dedicarmo-nos a servir ao nosso Rei e Conquistador como homens e mulheres de guerra, chefes e capitães. Todos temos um lugar em Seu corpo e em Seu exército.
Salomão levou a filha de Faraó da Cidade de Davi para o palácio que havia edificado para ela. Não achava correto que sua esposa morasse nos lugares pelos quais a Arca do Senhor passou. Ele os considerava sagrados.
Depois Salomão partiu e foi a algumas cidades situadas no litoral de Edom. Hirão enviou-lhe navios sob o comando de seus próprios marinheiros. Eram homens hábeis e conhecedores dos mares. Eles navegaram com os marinheiros de Salomão até Ofir. Trouxeram quinze mil e setecentos e cinquenta quilos de ouro puro.
Que possamos caminhar ao lado de homens hábeis e conhecedores. Que entreguemos todo ouro encontrado ao nosso Rei e Senhor. E que sejamos fiéis, principalmente no tocante aos tesouros que estão escondidos em nossos corações.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/somos-fieis-ate-nos-tesouros.html
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Na postagem anterior, vimos a dedicação do templo e a resposta do Senhor a Salomão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-71-22.html
Agora, continuaremos através do capítulo oito.
Salomão levou vinte anos construindo a Casa do Senhor e seu palácio.
Existem construções que levam muitos anos, décadas. São as mais importantes, mais sólidas e mais necessárias. Nós somos esse tipo de construção. Somos construídos através das décadas, pelas experiências que passamos. E nossas reações a elas. Então, não se desespere. Ele ainda não terminou a Sua boa obra em nós. Mas é certo que terminará. Ele prometeu. Ele é fiel (Filipenses 1.6). E se cooperarmos com Ele, será mais fácil, acredite. E maravilhoso.
Depois do templo pronto, Salomão passou a oferecer holocaustos sobre o altar do Senhor, que havia edificado em frente ao Pórtico. Fazia tudo “em conformidade” com as orientações de Moisés.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Observava os sábados, as festas chamadas de neomênias (as luas novas) e as três grandes solenidades anuais, a festa dos Ázimos (pães sem fermento), a festa das Semanas (Tabernáculos), e a festa das Tendas (Cabanas).
Toda obra planejada por Salomão foi executada, desde o lançamento dos fundamentos do templo, até sua conclusão.
Davi havia deixado ordens, que Salomão seguiu, ao escolher e ordenar os grupos de sacerdotes para suas devidas tarefas, e os levitas para conduzirem o louvor em cooperação com os sacerdotes, conforme suas obrigações diárias.
Perceba que os levitas conduziam o louvor em cooperação com os sacerdotes. Suas obrigações eram diárias. Como deve ser em nossas vidas. Somos sacerdotes. Somos levitas. Somos uma nova geração que o Senhor levantou para estar diante dEle em louvor e adoração. Em cooperação uns com os outros.
Salomão também designou, seguindo às ordens de seu pai, todos os porteiros, segundo as suas respectivas classes e grupos.
E olha que maravilha: Os sacerdotes e levitas foram obedientes. Não se desviaram em nada do que o rei lhes ordenou, especialmente no tocante aos tesouros. Uau! Os sacerdotes e levitas foram fiéis. Não em algumas tarefas, mas em todas. E, o texto fala, “especialmente no tocante aos tesouros”. Ah, os tesouros! Como fascinam a nós, homens! Não apenas o dinheiro, mas o poder também, a influência, o ser admirado, o ser considerado grande. Ah, tantas coisas se fazem tesouros! Por isso o Senhor falou que devemos guardar nossos corações (Provérbios 4.23), pois onde estivesse nosso coração, aí estaria nosso tesouro (Mateus 6.21). E esses homens foram fiéis, “especialmente no tocante aos tesouros”. Se não tivessem sido, não conseguiriam ser fiéis, em absolutamente mais nada.
Salomão reedificou cidades que Hirão lhe entregara. Nelas estabeleceu muitas famílias israelitas. Lembra que naquela época, quando uma cidade era dominada, seus conquistadores destruíam-na completamente? Era necessário que fossem reedificadas. Salomão fez isso. E colocou novos moradores para habitarem-na. Ah, quantas cidades em nossos dias precisam ser reedificadas! Temos essa ordem também: "Reconstruirão as ruínas desertas de suas cidades e serão conhecidos como reparadores de muros e restauradores de ruas e casas". - Isaías 58.12
Mais tarde Salomão atacou e conquistou cidades. Reconstruiu algumas. Eram cidades fortes, com grandes muros, portas e ferrolhos, outras tinham a função de armazenar alimentos para a nação. Também cidades onde ficavam carros de guerra, seus condutores e cavalos.
Se queremos fortificar um reino, precisamos agir como Salomão. É importante sermos pessoas que saibam lutar, alimentar e conduzir. De uma maneira especial, somos como cidades.
Salomão construiu tudo que seu coração desejou em Jerusalém, no Líbano e em todo o território sob seu domínio. Que privilégio!
Os trabalhos forçados eram feitos pelos povos que haviam sido conquistados e, como era o costume, não foram mortos. Salomão os alistou. Não admitia que nenhum filho de Israel trabalhasse como escravo. Eles se dedicaram a servir ao rei como homens de guerra, chefes de capitães, comandantes de carros, condutores e cavaleiros. Eram chefes dos oficiais do rei Salomão, duzentos e cinquenta. Presidiam sobre o povo.
Como uma cidade inimiga, o Senhor nos conquistou. Mas diferente de sermos estrangeiros, Ele nos adotou. Tornou-nos Seus filhos. É nossa função e chamado dedicarmo-nos a servir ao nosso Rei e Conquistador como homens e mulheres de guerra, chefes e capitães. Todos temos um lugar em Seu corpo e em Seu exército.
Salomão levou a filha de Faraó da Cidade de Davi para o palácio que havia edificado para ela. Não achava correto que sua esposa morasse nos lugares pelos quais a Arca do Senhor passou. Ele os considerava sagrados.
Depois Salomão partiu e foi a algumas cidades situadas no litoral de Edom. Hirão enviou-lhe navios sob o comando de seus próprios marinheiros. Eram homens hábeis e conhecedores dos mares. Eles navegaram com os marinheiros de Salomão até Ofir. Trouxeram quinze mil e setecentos e cinquenta quilos de ouro puro.
Que possamos caminhar ao lado de homens hábeis e conhecedores. Que entreguemos todo ouro encontrado ao nosso Rei e Senhor. E que sejamos fiéis, principalmente no tocante aos tesouros que estão escondidos em nossos corações.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Reconstrução
Continuamos nossa viagem através de 2 Crônicas.
Quantas lições a respeito de fidelidade e infidelidade!
Ontem vimos que Acaz foi responsável por Judá pecar desenfreadamente. Que tristeza ser conhecido dessa forma!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/prisioneiros.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo 29.
Ezequias tornou-se rei com vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos. Viveu como o Senhor aprova, assim como Davi, seu antepassado.
Que alívio ler essas palavras! Finalmente alguém que viveu como Davi.
No primeiro ano de seu reinado, já no primeiro mês, Ezequias mandou abrir as portas da casa do Senhor. Ele as reformou.
Trouxe os sacerdotes e os levitas. Reuniu-os na praça oriental. Exortou-os a se santificarem e a consagrarem o templo do Senhor, limpando toda a impureza do Santo Lugar.
Lembrou que seus antepassados foram infiéis e praticaram o que é mal aos olhos do Senhor. Eles O desprezaram. Desviaram seus rostos de Sua habitação. Deram-lhe as costas. Até fecharam as portas do Pórtico e apagaram as lâmpadas, que deveriam estar sempre acesas. Também não queimaram incenso sagrado, nem apresentaram holocausto no santuário, em devoção ao Senhor.
Lembrou-lhes que por esta razão veio grande ira do Senhor sobre Judá e Jerusalém. Todo o povo foi transformado em motivo de horror, desespero e zombaria, como estavam vendo. Seus pais caíram à espada, por isso os filhos, filhas e mulheres estavam presos, vivendo como escravo.
Que responsabilidade há sobre os chefes de família! Por terem os pais caído, os filhos, filhas e mulheres, viviam como escravos. Já percebeu como é terrível? E real?
Ezequias disse que tinha, em seu coração, o firme desejo de estabelecer uma aliança com o Senhor, para que o fogo do Seu juízo e de Sua ira se afastassem.
Ele os exortou a que não fossem negligentes, pois o Senhor os havia escolhido para O servirem, em Sua presença. Para serem Seus ministros e exalarem o santo perfume de seus incensários, diante dEle.
Então, alguns levitas puseram-se a trabalhar imediatamente. Eram filhos de Coate, de Merari, de Gérson, de Elisafã, de Asafe, de Hemã e de Jedutum. Eles reuniram e consagraram seus parentes.
Os levitas partiram para os trabalhos de purificação da casa do Senhor. Tudo de acordo com as ordens expressas do rei, em obediência à Palavra do Senhor.
Os sacerdotes também entraram na parte inferior do templo do Senhor, para o purificarem. Levaram para o pátio da casa do Senhor toda a impureza que encontraram nas dependências do templo. Os levitas pegaram e depositaram tudo no vale de Cedrom.
Começaram a consagração no primeiro dia do primeiro mês e no oitavo dia chegaram ao Pórtico. Durante mais de oito dias consagraram a casa do Senhor. Terminaram no décimo sexto dia.
Em seguida, foram até ao rei para prestarem relatório. Disseram que purificaram toda a casa do Senhor, o altar do sacrifício com todos os seus utensílios e a mesa dos Pães da Proposição, com todos os seus utensílios. Também, todos os objetos que Acaz havia lançado fora durante seu reinado, em sua insensata transgressão, haviam preparado e santificado. Agora estavam todos diante do altar do Senhor.
Na manhã do dia seguinte, cedo, Ezequias convocou os líderes da cidade. Juntos, subiram à casa do Senhor. Levaram com eles sete novilhos, sete carneiros, sete cordeiros e sete bodes, como oferta pelo pecado de todos, em favor dos príncipes e da realeza, do santuário e de Judá.
O rei ordenou que os sacerdotes, descendentes de Arão, sacrificassem os animais no altar do Senhor. Os sacerdotes imolaram os novilhos e aspergiram o sangue sobre o altar. Também imolaram os carneiros e os cordeiros. Depois mandaram trazer os bodes expiatórios destinados mais precisamente ao sacrifício pelo pecado, diante do rei e da assembleia, para que impusessem as mãos para a oferenda.
Os sacerdotes os imolaram e com o sangue derramado sobre o altar, fizeram um sacrifício de arrependimento pelo pecado, para completarem o rito de expiação por todo o Israel.
O rei ordenara que se oferecessem os holocaustos e os sacrifícios pelos erros e pecados cometidos por todo Israel. Não apenas por Judá, mas por todo Israel.
Depois, colocou os levitas na casa do Senhor, com os címbalos, liras, harpas e cítaras, de acordo com as prescrições de Davi, de Gade, o profeta do rei e do profeta Natã. Esta ordem veio do Senhor, por intermédio de seus profetas.
Os levitas ficaram em pé, posicionados, com os instrumentos de Davi. Os sacerdotes, com as trombetas.
Ezequias mandou que se oferecesse o sacrifício sobre o altar. Quando o sacrifício começou, cantaram ao Senhor, ao som das trombetas e dos instrumentos de Davi.
Todos se prostraram em adoração, enquanto os músicos cantavam e os trombeteiros tocavam. Até terminar o holocausto.
Quando terminaram a oferta, o rei e todos os que estavam em sua companhia, se prostraram e adoraram.
Ezequias e seus oficiais ordenaram aos levitas que louvassem o Senhor, com as palavras e os salmos de Davi e de Asafe. Eles O louvaram com alegria. Depois, inclinaram suas frontes e O adoraram.
Ezequias tomou a palavra. Disse que agora estavam consagrados ao Senhor. Deveriam aproximar-se e trazer ao templo os sacrifícios e ofertas em ação de graças.
A comunidade levou sacrifícios e ofertas de gratidão. Alguns, voluntariamente, ofereceram também holocaustos. Trouxeram tantos holocaustos e ofertas que os sacerdotes não conseguiam retirar a pele de todos os animais. Então, os levitas, seus parentes, os ajudaram, até acabar a obra e até que os outros sacerdotes se santificassem, porque os levitas foram mais justos e sinceros de coração, para se santificarem, do que os sacerdotes.
Assim, o culto e o serviço religioso na casa do Senhor foi restabelecido.
Ezequias e todo o povo regozijaram-se com o que o Senhor havia feito por toda a nação, em tão pouco tempo.
Quantas lições a aprender com esses homens!
Ezequias não seguiu o terrível exemplo de seu pai. Resolveu viver como o Senhor aprova.
Além disso, elevou o padrão. Os reis haviam passado a temer ao Senhor como seu pai ou apenas durante o tempo em que seu "tutor" vivia. Ele não, viveu como o Senhor aprova, assim como Davi, seu antepassado.
Não procurou firmar seu reino antes de fazer algo pela casa do Senhor. No primeiro mês de seu reinado, já mandou abrir as portas da casa do Senhor. Tudo estava abandonado. Ele ordenou uma reforma.
Começou com os que deveriam trabalhar no templo. Exortando os sacerdotes e levitas. Limpou primeiro toda a impureza do Santo Lugar. Restaurou o altar.
Tinha consciência de que a queda dos pais levou os filhos e suas esposas à escravidão. Como isso é sério!
Seu coração era firme. Desejava estabelecer uma aliança com o Senhor.
Exortou os levitas e sacerdotes a que não fossem negligentes com o Senhor. Ordenou que purificassem e consagrassem a si e ao templo. Quando tudo estava pronto, ofereceu holocaustos. Pediu perdão não apenas por si, mas por todo o povo. Não apenas por Judá, mas por todo Israel. Entendia o coração do Senhor, desejoso que todos cheguem ao arrependimento.
Depois da reconstrução, restabeleceu o louvor e a adoração ao Senhor. Levando não apenas os levitas e sacerdotes à adoração, mas todo o povo. Restabeleceu o culto e o serviço religioso no templo.
E quanto aos levitas? Alguns começaram prontamente a trabalhar. Mas não apenas isso, eles conclamaram e consagraram seus parentes, para que fizessem o mesmo. Foram até mais fiéis que os sacerdotes, ajudando-os no que foi necessário.
Quanto aos sacerdotes que se purificaram, entraram na parte inferior do templo do Senhor, para o purificarem. Não era uma purificação superficial. Era uma tremenda faxina! Limparam, sem parar, até que tudo estivesse limpo. Só quando estava tudo purificado e reconstruído, foram até ao rei prestar relatório.
E os líderes do povo? Cedo foram com Ezequias, oferecer holocaustos e pedir perdão ao Senhor.
E o povo? Louvou ao Senhor com alegria. Trouxeram muitos holocaustos e ofertas, voluntariamente.
Que possamos aprender a ter um coração assim, como o desses homens, voluntário, arrependido, grato e fiel, ao Senhor.
Amanhã continuamos. Espero você.
Quantas lições a respeito de fidelidade e infidelidade!
Ontem vimos que Acaz foi responsável por Judá pecar desenfreadamente. Que tristeza ser conhecido dessa forma!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/prisioneiros.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo 29.
Ezequias tornou-se rei com vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos. Viveu como o Senhor aprova, assim como Davi, seu antepassado.
Que alívio ler essas palavras! Finalmente alguém que viveu como Davi.
No primeiro ano de seu reinado, já no primeiro mês, Ezequias mandou abrir as portas da casa do Senhor. Ele as reformou.
Trouxe os sacerdotes e os levitas. Reuniu-os na praça oriental. Exortou-os a se santificarem e a consagrarem o templo do Senhor, limpando toda a impureza do Santo Lugar.
Lembrou que seus antepassados foram infiéis e praticaram o que é mal aos olhos do Senhor. Eles O desprezaram. Desviaram seus rostos de Sua habitação. Deram-lhe as costas. Até fecharam as portas do Pórtico e apagaram as lâmpadas, que deveriam estar sempre acesas. Também não queimaram incenso sagrado, nem apresentaram holocausto no santuário, em devoção ao Senhor.
Lembrou-lhes que por esta razão veio grande ira do Senhor sobre Judá e Jerusalém. Todo o povo foi transformado em motivo de horror, desespero e zombaria, como estavam vendo. Seus pais caíram à espada, por isso os filhos, filhas e mulheres estavam presos, vivendo como escravo.
Que responsabilidade há sobre os chefes de família! Por terem os pais caído, os filhos, filhas e mulheres, viviam como escravos. Já percebeu como é terrível? E real?
Ezequias disse que tinha, em seu coração, o firme desejo de estabelecer uma aliança com o Senhor, para que o fogo do Seu juízo e de Sua ira se afastassem.
Ele os exortou a que não fossem negligentes, pois o Senhor os havia escolhido para O servirem, em Sua presença. Para serem Seus ministros e exalarem o santo perfume de seus incensários, diante dEle.
Então, alguns levitas puseram-se a trabalhar imediatamente. Eram filhos de Coate, de Merari, de Gérson, de Elisafã, de Asafe, de Hemã e de Jedutum. Eles reuniram e consagraram seus parentes.
Os levitas partiram para os trabalhos de purificação da casa do Senhor. Tudo de acordo com as ordens expressas do rei, em obediência à Palavra do Senhor.
Os sacerdotes também entraram na parte inferior do templo do Senhor, para o purificarem. Levaram para o pátio da casa do Senhor toda a impureza que encontraram nas dependências do templo. Os levitas pegaram e depositaram tudo no vale de Cedrom.
Começaram a consagração no primeiro dia do primeiro mês e no oitavo dia chegaram ao Pórtico. Durante mais de oito dias consagraram a casa do Senhor. Terminaram no décimo sexto dia.
Em seguida, foram até ao rei para prestarem relatório. Disseram que purificaram toda a casa do Senhor, o altar do sacrifício com todos os seus utensílios e a mesa dos Pães da Proposição, com todos os seus utensílios. Também, todos os objetos que Acaz havia lançado fora durante seu reinado, em sua insensata transgressão, haviam preparado e santificado. Agora estavam todos diante do altar do Senhor.
Na manhã do dia seguinte, cedo, Ezequias convocou os líderes da cidade. Juntos, subiram à casa do Senhor. Levaram com eles sete novilhos, sete carneiros, sete cordeiros e sete bodes, como oferta pelo pecado de todos, em favor dos príncipes e da realeza, do santuário e de Judá.
O rei ordenou que os sacerdotes, descendentes de Arão, sacrificassem os animais no altar do Senhor. Os sacerdotes imolaram os novilhos e aspergiram o sangue sobre o altar. Também imolaram os carneiros e os cordeiros. Depois mandaram trazer os bodes expiatórios destinados mais precisamente ao sacrifício pelo pecado, diante do rei e da assembleia, para que impusessem as mãos para a oferenda.
Os sacerdotes os imolaram e com o sangue derramado sobre o altar, fizeram um sacrifício de arrependimento pelo pecado, para completarem o rito de expiação por todo o Israel.
O rei ordenara que se oferecessem os holocaustos e os sacrifícios pelos erros e pecados cometidos por todo Israel. Não apenas por Judá, mas por todo Israel.
Depois, colocou os levitas na casa do Senhor, com os címbalos, liras, harpas e cítaras, de acordo com as prescrições de Davi, de Gade, o profeta do rei e do profeta Natã. Esta ordem veio do Senhor, por intermédio de seus profetas.
Os levitas ficaram em pé, posicionados, com os instrumentos de Davi. Os sacerdotes, com as trombetas.
Ezequias mandou que se oferecesse o sacrifício sobre o altar. Quando o sacrifício começou, cantaram ao Senhor, ao som das trombetas e dos instrumentos de Davi.
Todos se prostraram em adoração, enquanto os músicos cantavam e os trombeteiros tocavam. Até terminar o holocausto.
Quando terminaram a oferta, o rei e todos os que estavam em sua companhia, se prostraram e adoraram.
Ezequias e seus oficiais ordenaram aos levitas que louvassem o Senhor, com as palavras e os salmos de Davi e de Asafe. Eles O louvaram com alegria. Depois, inclinaram suas frontes e O adoraram.
Ezequias tomou a palavra. Disse que agora estavam consagrados ao Senhor. Deveriam aproximar-se e trazer ao templo os sacrifícios e ofertas em ação de graças.
A comunidade levou sacrifícios e ofertas de gratidão. Alguns, voluntariamente, ofereceram também holocaustos. Trouxeram tantos holocaustos e ofertas que os sacerdotes não conseguiam retirar a pele de todos os animais. Então, os levitas, seus parentes, os ajudaram, até acabar a obra e até que os outros sacerdotes se santificassem, porque os levitas foram mais justos e sinceros de coração, para se santificarem, do que os sacerdotes.
Assim, o culto e o serviço religioso na casa do Senhor foi restabelecido.
Ezequias e todo o povo regozijaram-se com o que o Senhor havia feito por toda a nação, em tão pouco tempo.
Quantas lições a aprender com esses homens!
Ezequias não seguiu o terrível exemplo de seu pai. Resolveu viver como o Senhor aprova.
Além disso, elevou o padrão. Os reis haviam passado a temer ao Senhor como seu pai ou apenas durante o tempo em que seu "tutor" vivia. Ele não, viveu como o Senhor aprova, assim como Davi, seu antepassado.
Não procurou firmar seu reino antes de fazer algo pela casa do Senhor. No primeiro mês de seu reinado, já mandou abrir as portas da casa do Senhor. Tudo estava abandonado. Ele ordenou uma reforma.
Começou com os que deveriam trabalhar no templo. Exortando os sacerdotes e levitas. Limpou primeiro toda a impureza do Santo Lugar. Restaurou o altar.
Tinha consciência de que a queda dos pais levou os filhos e suas esposas à escravidão. Como isso é sério!
Seu coração era firme. Desejava estabelecer uma aliança com o Senhor.
Exortou os levitas e sacerdotes a que não fossem negligentes com o Senhor. Ordenou que purificassem e consagrassem a si e ao templo. Quando tudo estava pronto, ofereceu holocaustos. Pediu perdão não apenas por si, mas por todo o povo. Não apenas por Judá, mas por todo Israel. Entendia o coração do Senhor, desejoso que todos cheguem ao arrependimento.
Depois da reconstrução, restabeleceu o louvor e a adoração ao Senhor. Levando não apenas os levitas e sacerdotes à adoração, mas todo o povo. Restabeleceu o culto e o serviço religioso no templo.
E quanto aos levitas? Alguns começaram prontamente a trabalhar. Mas não apenas isso, eles conclamaram e consagraram seus parentes, para que fizessem o mesmo. Foram até mais fiéis que os sacerdotes, ajudando-os no que foi necessário.
Quanto aos sacerdotes que se purificaram, entraram na parte inferior do templo do Senhor, para o purificarem. Não era uma purificação superficial. Era uma tremenda faxina! Limparam, sem parar, até que tudo estivesse limpo. Só quando estava tudo purificado e reconstruído, foram até ao rei prestar relatório.
E os líderes do povo? Cedo foram com Ezequias, oferecer holocaustos e pedir perdão ao Senhor.
E o povo? Louvou ao Senhor com alegria. Trouxeram muitos holocaustos e ofertas, voluntariamente.
Que possamos aprender a ter um coração assim, como o desses homens, voluntário, arrependido, grato e fiel, ao Senhor.
Amanhã continuamos. Espero você.
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sexta-feira, 27 de julho de 2018
Posicionamento
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos Josafá visitando novamente as cidades de Judá, instituindo líderes e juízes e orientando-os ao temor do Senhor em suas atividades.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideres-e-juizes-loucos.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte.
Os moabitas, os amonitas e os meunitas resolveram atacar Judá. Asafe foi avisado. Uma grande multidão vinha contra eles, de Edom. Os guerreiros já estavam em En-Guedi.
Josafá sentiu muito medo. Mas não se escondeu debaixo da cama. Decidiu buscar o socorro do Senhor. Convocou um jejum nacional em toda a terra de Judá. Uau!
Todo o povo se reuniu para rogar o auxílio do Senhor. Pessoas vieram de todas as cidades para buscar o Senhor. Todos os homens de Judá, com suas mulheres e filhos, até os de colo, estavam ali em pé, buscando o Senhor.
Josafá colocou-se em pé diante de todos, no pátio novo, no templo do Senhor e orou.
Ele declarou a soberania do Senhor. O amor do Senhor pelos descendentes de Abraão, seu amigo. Depois lembrou ao Senhor de Sua palavra a Salomão dizendo que ouviria as orações feitas naquele lugar, que levava Seu nome. Era a Ele que levantavam suas vozes, seus clamores. Certos de que seriam ouvidos. Até então, não havia falado o que queria. Apenas afirmou quem o Senhor era, como agia. Lembrou Sua promessa.
Então, Josafá conta ao Senhor o que aconteceu. O que eles fizeram quando vieram do Egito, que se desviaram daqueles povos, pois o próprio Senhor havia impedido que eles invadissem aquelas terras. Era herança daqueles povos, não de Israel. Mas agora retribuíam o bem com o mal, querendo acabar com eles.
Ele clama ao Senhor que exerça juízo. Sua oração mostra que sabe que o Senhor exercerá Seu juízo, uma vez que eles não têm poder suficiente para enfrentar o imenso exército que está prestes a atacá-los.
Ah, é lindo! Um rei como Josafá, cheio de riqueza, glória e poder, afirma diante do Senhor e de todo o povo ali reunido, que não sabia o que fazer, mas... que “mas” importante esse! Seus olhos estavam voltados para o Senhor.
Ao terminar sua oração, o Espírito do Senhor veio sobre Jaaziel, levita, descendente de Asafe. Ele ordenou que todos prestassem atenção ao que o Senhor estava falando. Ao povo e a Asafe.
O Senhor disse que não deviam temer. Nem sequer se assustar por causa daquela grande multidão que estava vindo contra eles, porque essa luta não era deles, era dEle. O Senhor mesmo desceria contra aquele exército. No dia seguinte.
Afirmou que o exército estava subindo pela ladeira de Ziz. Eles o encontrariam na extremidade do vale, em frente ao deserto de Jeruel. Embora tivessem que ir até onde o exército inimigo estava acampado, o Senhor afirma que não lutariam. Deveriam tomar posição. Ficar parados. E observar o livramento que o Senhor lhes concederia.
Não sei você, mas para mim essa é uma ordem muito difícil de obedecer. Preciso de Sua misericórdia sobre mim.
Não é hoje que o Senhor irá vencer os inimigos. É amanhã. Há uma noite inteira pela frente. Uma noite para usufruir descanso. Mas quantas vezes fico virando de um lado para o outro da cama, pensando em como será o amanhã. Ele disse que iria lutar. Que a guerra era dEle. Mas preciso ir e olhar o inimigo. Preciso tomar posição.
Como vou conseguir? Olhar o inimigo. Tomar posição. Ficar parada. E observar o que o Senhor fará.
Já passou por situações assim? Não podemos ficar em casa. Não podemos nos esconder. Precisamos nos armar para a guerra. E tomar posição. Nesse caso, a posição é não fazer nada, não se intrometer no que o Senhor está fazendo. E observar.
Em minha teimosia, quero fazer alguma coisa. Não quero ficar parada apenas observando. Mas não posso. Hoje a ordem é essa. Em outras guerras, precisamos lutar. Mas hoje, nesse episódio específico é só observar. Talvez para você não, mas para mim é muito difícil. Porém, completamente necessário. Preciso obedecer. Atacar quando é para atacar. E observar, posicionada, quando é para observar.
Vejamos o que Josafá fez. Voltemos às páginas de Crônicas.
Josafá ajoelhou-se. Rosto ao chão. Naquela hora não era o rei. Era apenas o homem. Que havia posto toda sua confiança no Senhor.
Todos que estavam ali fizeram o mesmo. Prostraram-se diante dEle.
E começaram a louvá-Lo e adorá-Lo. Entenderam o que o Senhor havia falado. Naquela hora, não ficaram questionando absolutamente nada. Apenas louvaram e adoraram.
Os levitas se levantaram. Louvaram ao Senhor com “grande voz”.
No dia seguinte, ao romper da aurora, sem procrastinação, levantaram e foram ao deserto de Tecoa.
Antes de saírem, Josafá pôs-se em pé diante de todos. Pediu que todos o ouvissem. Ordenou que cressem, sem sombras de dúvidas no Senhor. Assim, eles estariam sempre seguros. Deviam confiar nos profetas do Senhor, assim seriam bem sucedidos.
É maravilhoso saber que, se cremos no Senhor, sem sombras de dúvidas, estaremos sempre seguros. Não é de vez em quando. Não é quando “o sistema está funcionando”, quando o sol está brilhando, quando a conta bancária está transbordando. É sempre. Em toda e qualquer circunstância. Mesmo nas piores. Mesmo quando acontecem coisas que não conseguimos entender.
Mais uma vez, precisamos lembrar que é nosso dever conhecer o Senhor, ter intimidade com Ele para que possamos discernir quem é profeta do Senhor ou quem se apresenta como tal. É tão importante ouvir os profetas do Senhor, quanto não ouvir os falsos.
Depois de ouvir e conversar com o povo, Josafá designou cantores para louvar ao Senhor.
Eles saíram à frente do exército. Sim, isso mesmo. Os cantores saíram à frente do exército. Não estavam vestidos com armaduras como os soldados. Estavam vestidos de seus trajes sagrados. Adoravam e entoavam ao Senhor, dizendo: “Rendei graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre”.
Em meio à guerra, indo de encontro ao inimigo, que era imenso, não estavam mais clamando. Rendiam graças ao Senhor. Ordenavam, com seu louvor, que todos rendessem graças ao Senhor. Não porque Ele lutaria por eles, mas porque a Sua misericórdia dura para sempre. Aleluia!
E o que aconteceu?
Quando começaram a cantar e dar louvores ao Senhor, o Senhor colocou emboscadas contra o exército inimigo, que invadia a terra de Judá. Foram todos derrotados. Os homens de Amom e Moabe atacaram os habitantes do monte Seir. Depois, voltaram-se uns contra os outros, até à morte.
Impossível? Não. Já vivi isto. Só que não consegui dormir. Passei a noite em claro. Escrevendo qual seria minha estratégia. O que eu faria e falaria. Em vão. Não usei nenhuma das minhas armas.
Boquiaberta, apenas observei os inimigos se digladiarem à minha frente, completamente esquecidos de mim.
Quando os homens de Judá chegaram ao posto de observação, viram que o outrora imenso exército inimigo, jazia ao chão. Só havia cadáveres. Nem um só guerreiro havia escapado. Foi um verdadeiro massacre.
Josafá e seus soldados foram até o acampamento. Saquearam os cadáveres, como era o costume. Encontraram muitos equipamentos, joias, roupas e objetos de valor. Passaram três dias saqueando. Era muito desposo. Havia muito mais do que podiam carregar. É assim que o Senhor faz, quando a guerra é dEle e não nos metemos, apenas observamos e louvamos.
No quarto dia reuniram-se no vale. Ali louvaram ao Senhor. Colocaram o nome daquele vale de Vale da Benção.
Depois, sob a liderança de Josafá, voltaram satisfeitos e exultantes para Jerusalém. O motivo? O Senhor os abençoara com plenitude de alegria, dando-lhes vitória sobre seus inimigos.
Você já experimentou essa plenitude de alegria?
Entraram em Jerusalém e foram à casa do Senhor. Não voltaram correndo para suas casas a fim de desfrutarem seus despojos. Primeiro foram louvar ao Senhor. Entraram no templo com cânticos, liras, harpas e trombetas.
O temos do Senhor veio sobre todas as nações que souberam como o Senhor havia guerreado contra os inimigos de Israel.
O reinado de Josafá seguiu com tranquilidade porque o Senhor lhe concedeu paz em todas as fronteiras de seu reino.
Com trinta e cinco anos de idade Josafá foi proclamado rei de Judá, no lugar de Asa, seu pai. Foi rei em Jerusalém durante vinte e cinco anos. Suas ações foram aprovadas pelo Senhor.
Infelizmente, os lugares pagãos de culto não foram destruídos. O povo ainda não tinha disposto o coração para adorar somente e plenamente ao Senhor.
Tudo que Josafá fez está escrito nas Crônicas de Jeú, que faz parte do Livro da História dos Reis de Israel.
Já estava suspirando de alívio quando li o que vem a seguir. Uma frase que fez meu coração entristecer-se.
Está escrito: “Depois desses acontecimentos”.
O que aconteceu?
Josafá tornou-se aliado de Acazias, rei de Israel, que vivia uma vida cheia de iniqüidades e maldades.
Os dois fizeram uma aliança. Um acordo para construírem navios que fossem até Társis, na Espanha.
Esses navios eram capazes de vencer grandes mares. Foram construídos em Eziom-Geber.
O Senhor não se agradou dessa aliança, como não se agradou da aliança feita com Acabe.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Eliézer, filho de Dodavá, de Maressa, entregou uma palavra do Senhor a Josafá. O Senhor disse que havia destruído suas obras por causa de sua aliança com Acazias.
Os navios foram despedaçados e naufragaram a caminho de Társis. O tratado comercial jamais pôde ser concluído.
Mais uma vez uma aliança que se mostrou desastrada. Se queremos tratados bem sucedidos, precisamos dos conselhos do Senhor. Alianças fora de Sua vontade, acabam sempre em náufragos.
Que saibamos nos posicionar em cada situação, como o Senhor deseja. Que saibamos fazer alianças de acordo com Sua vontade.
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos Josafá visitando novamente as cidades de Judá, instituindo líderes e juízes e orientando-os ao temor do Senhor em suas atividades.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideres-e-juizes-loucos.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte.
Os moabitas, os amonitas e os meunitas resolveram atacar Judá. Asafe foi avisado. Uma grande multidão vinha contra eles, de Edom. Os guerreiros já estavam em En-Guedi.
Josafá sentiu muito medo. Mas não se escondeu debaixo da cama. Decidiu buscar o socorro do Senhor. Convocou um jejum nacional em toda a terra de Judá. Uau!
Todo o povo se reuniu para rogar o auxílio do Senhor. Pessoas vieram de todas as cidades para buscar o Senhor. Todos os homens de Judá, com suas mulheres e filhos, até os de colo, estavam ali em pé, buscando o Senhor.
Josafá colocou-se em pé diante de todos, no pátio novo, no templo do Senhor e orou.
Ele declarou a soberania do Senhor. O amor do Senhor pelos descendentes de Abraão, seu amigo. Depois lembrou ao Senhor de Sua palavra a Salomão dizendo que ouviria as orações feitas naquele lugar, que levava Seu nome. Era a Ele que levantavam suas vozes, seus clamores. Certos de que seriam ouvidos. Até então, não havia falado o que queria. Apenas afirmou quem o Senhor era, como agia. Lembrou Sua promessa.
Então, Josafá conta ao Senhor o que aconteceu. O que eles fizeram quando vieram do Egito, que se desviaram daqueles povos, pois o próprio Senhor havia impedido que eles invadissem aquelas terras. Era herança daqueles povos, não de Israel. Mas agora retribuíam o bem com o mal, querendo acabar com eles.
Ele clama ao Senhor que exerça juízo. Sua oração mostra que sabe que o Senhor exercerá Seu juízo, uma vez que eles não têm poder suficiente para enfrentar o imenso exército que está prestes a atacá-los.
Ah, é lindo! Um rei como Josafá, cheio de riqueza, glória e poder, afirma diante do Senhor e de todo o povo ali reunido, que não sabia o que fazer, mas... que “mas” importante esse! Seus olhos estavam voltados para o Senhor.
Ao terminar sua oração, o Espírito do Senhor veio sobre Jaaziel, levita, descendente de Asafe. Ele ordenou que todos prestassem atenção ao que o Senhor estava falando. Ao povo e a Asafe.
O Senhor disse que não deviam temer. Nem sequer se assustar por causa daquela grande multidão que estava vindo contra eles, porque essa luta não era deles, era dEle. O Senhor mesmo desceria contra aquele exército. No dia seguinte.
Afirmou que o exército estava subindo pela ladeira de Ziz. Eles o encontrariam na extremidade do vale, em frente ao deserto de Jeruel. Embora tivessem que ir até onde o exército inimigo estava acampado, o Senhor afirma que não lutariam. Deveriam tomar posição. Ficar parados. E observar o livramento que o Senhor lhes concederia.
Não sei você, mas para mim essa é uma ordem muito difícil de obedecer. Preciso de Sua misericórdia sobre mim.
Não é hoje que o Senhor irá vencer os inimigos. É amanhã. Há uma noite inteira pela frente. Uma noite para usufruir descanso. Mas quantas vezes fico virando de um lado para o outro da cama, pensando em como será o amanhã. Ele disse que iria lutar. Que a guerra era dEle. Mas preciso ir e olhar o inimigo. Preciso tomar posição.
Como vou conseguir? Olhar o inimigo. Tomar posição. Ficar parada. E observar o que o Senhor fará.
Já passou por situações assim? Não podemos ficar em casa. Não podemos nos esconder. Precisamos nos armar para a guerra. E tomar posição. Nesse caso, a posição é não fazer nada, não se intrometer no que o Senhor está fazendo. E observar.
Em minha teimosia, quero fazer alguma coisa. Não quero ficar parada apenas observando. Mas não posso. Hoje a ordem é essa. Em outras guerras, precisamos lutar. Mas hoje, nesse episódio específico é só observar. Talvez para você não, mas para mim é muito difícil. Porém, completamente necessário. Preciso obedecer. Atacar quando é para atacar. E observar, posicionada, quando é para observar.
Vejamos o que Josafá fez. Voltemos às páginas de Crônicas.
Josafá ajoelhou-se. Rosto ao chão. Naquela hora não era o rei. Era apenas o homem. Que havia posto toda sua confiança no Senhor.
Todos que estavam ali fizeram o mesmo. Prostraram-se diante dEle.
E começaram a louvá-Lo e adorá-Lo. Entenderam o que o Senhor havia falado. Naquela hora, não ficaram questionando absolutamente nada. Apenas louvaram e adoraram.
Os levitas se levantaram. Louvaram ao Senhor com “grande voz”.
No dia seguinte, ao romper da aurora, sem procrastinação, levantaram e foram ao deserto de Tecoa.
Antes de saírem, Josafá pôs-se em pé diante de todos. Pediu que todos o ouvissem. Ordenou que cressem, sem sombras de dúvidas no Senhor. Assim, eles estariam sempre seguros. Deviam confiar nos profetas do Senhor, assim seriam bem sucedidos.
É maravilhoso saber que, se cremos no Senhor, sem sombras de dúvidas, estaremos sempre seguros. Não é de vez em quando. Não é quando “o sistema está funcionando”, quando o sol está brilhando, quando a conta bancária está transbordando. É sempre. Em toda e qualquer circunstância. Mesmo nas piores. Mesmo quando acontecem coisas que não conseguimos entender.
Mais uma vez, precisamos lembrar que é nosso dever conhecer o Senhor, ter intimidade com Ele para que possamos discernir quem é profeta do Senhor ou quem se apresenta como tal. É tão importante ouvir os profetas do Senhor, quanto não ouvir os falsos.
Depois de ouvir e conversar com o povo, Josafá designou cantores para louvar ao Senhor.
Eles saíram à frente do exército. Sim, isso mesmo. Os cantores saíram à frente do exército. Não estavam vestidos com armaduras como os soldados. Estavam vestidos de seus trajes sagrados. Adoravam e entoavam ao Senhor, dizendo: “Rendei graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre”.
Em meio à guerra, indo de encontro ao inimigo, que era imenso, não estavam mais clamando. Rendiam graças ao Senhor. Ordenavam, com seu louvor, que todos rendessem graças ao Senhor. Não porque Ele lutaria por eles, mas porque a Sua misericórdia dura para sempre. Aleluia!
E o que aconteceu?
Quando começaram a cantar e dar louvores ao Senhor, o Senhor colocou emboscadas contra o exército inimigo, que invadia a terra de Judá. Foram todos derrotados. Os homens de Amom e Moabe atacaram os habitantes do monte Seir. Depois, voltaram-se uns contra os outros, até à morte.
Impossível? Não. Já vivi isto. Só que não consegui dormir. Passei a noite em claro. Escrevendo qual seria minha estratégia. O que eu faria e falaria. Em vão. Não usei nenhuma das minhas armas.
Boquiaberta, apenas observei os inimigos se digladiarem à minha frente, completamente esquecidos de mim.
Quando os homens de Judá chegaram ao posto de observação, viram que o outrora imenso exército inimigo, jazia ao chão. Só havia cadáveres. Nem um só guerreiro havia escapado. Foi um verdadeiro massacre.
Josafá e seus soldados foram até o acampamento. Saquearam os cadáveres, como era o costume. Encontraram muitos equipamentos, joias, roupas e objetos de valor. Passaram três dias saqueando. Era muito desposo. Havia muito mais do que podiam carregar. É assim que o Senhor faz, quando a guerra é dEle e não nos metemos, apenas observamos e louvamos.
No quarto dia reuniram-se no vale. Ali louvaram ao Senhor. Colocaram o nome daquele vale de Vale da Benção.
Depois, sob a liderança de Josafá, voltaram satisfeitos e exultantes para Jerusalém. O motivo? O Senhor os abençoara com plenitude de alegria, dando-lhes vitória sobre seus inimigos.
Você já experimentou essa plenitude de alegria?
Entraram em Jerusalém e foram à casa do Senhor. Não voltaram correndo para suas casas a fim de desfrutarem seus despojos. Primeiro foram louvar ao Senhor. Entraram no templo com cânticos, liras, harpas e trombetas.
O temos do Senhor veio sobre todas as nações que souberam como o Senhor havia guerreado contra os inimigos de Israel.
O reinado de Josafá seguiu com tranquilidade porque o Senhor lhe concedeu paz em todas as fronteiras de seu reino.
Com trinta e cinco anos de idade Josafá foi proclamado rei de Judá, no lugar de Asa, seu pai. Foi rei em Jerusalém durante vinte e cinco anos. Suas ações foram aprovadas pelo Senhor.
Infelizmente, os lugares pagãos de culto não foram destruídos. O povo ainda não tinha disposto o coração para adorar somente e plenamente ao Senhor.
Tudo que Josafá fez está escrito nas Crônicas de Jeú, que faz parte do Livro da História dos Reis de Israel.
Já estava suspirando de alívio quando li o que vem a seguir. Uma frase que fez meu coração entristecer-se.
Está escrito: “Depois desses acontecimentos”.
O que aconteceu?
Josafá tornou-se aliado de Acazias, rei de Israel, que vivia uma vida cheia de iniqüidades e maldades.
Os dois fizeram uma aliança. Um acordo para construírem navios que fossem até Társis, na Espanha.
Esses navios eram capazes de vencer grandes mares. Foram construídos em Eziom-Geber.
O Senhor não se agradou dessa aliança, como não se agradou da aliança feita com Acabe.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Eliézer, filho de Dodavá, de Maressa, entregou uma palavra do Senhor a Josafá. O Senhor disse que havia destruído suas obras por causa de sua aliança com Acazias.
Os navios foram despedaçados e naufragaram a caminho de Társis. O tratado comercial jamais pôde ser concluído.
Mais uma vez uma aliança que se mostrou desastrada. Se queremos tratados bem sucedidos, precisamos dos conselhos do Senhor. Alianças fora de Sua vontade, acabam sempre em náufragos.
Que saibamos nos posicionar em cada situação, como o Senhor deseja. Que saibamos fazer alianças de acordo com Sua vontade.
Amanhã continuamos. Espero você.
sábado, 14 de julho de 2018
Somos fiéis até nos tesouros?
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Ontem fizemos uma pausa. Não resisti. E falei sobre algumas lições que podemos aprender com o futebol.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/podemos-aprender-com-o-futebol.html
Agora, é hora de continuarmos através do capítulo oito.
Salomão levou vinte anos construindo a Casa do Senhor e seu palácio. Sabe, existem construções que levam muitos anos, décadas. São as mais importantes, mais sólidas e mais necessárias. Nós somos esse tipo de construção. Somos construídos através das décadas, pelas experiências que passamos. E nossas reações a elas. Então, não se desespere. Ele ainda não terminou a Sua boa obra em nós. Mas é certo que terminará. Ele prometeu. Ele é fiel (Filipenses 1.6). E se cooperarmos com Ele, será mais fácil, acredite. E maravilhoso.
Depois do templo pronto, Salomão passou a oferecer holocaustos sobre o altar do Senhor, que havia edificado em frente ao Pórtico. Fazia tudo “em conformidade” com as orientações de Moisés. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html Observava os sábados, as festas chamadas de neomênias (as luas novas) e as três grandes solenidades anuais, a festa dos Ázimos (pães sem fermento), a festa das Semanas (Tabernáculos), e a festa das Tendas (Cabanas).
Toda obra planejada por Salomão foi executada, desde o lançamento dos fundamentos do templo, até sua conclusão.
Davi havia deixado ordens, que Salomão seguiu, ao escolher e ordenar os grupos de sacerdotes para suas devidas tarefas, e os levitas para conduzirem o louvor em cooperação com os sacerdotes, conforme suas obrigações diárias. Perceba que os levitas conduziam o louvor em cooperação com os sacerdotes. Suas obrigações eram diárias. Como deve ser em nossas vidas. Somos sacerdotes. Somos levitas. Somos uma nova geração que o Senhor levantou para estar diante dEle em louvor e adoração. Em cooperação uns com os outros.
Salomão também designou, seguindo às ordens de seu pai, todos os porteiros, segundo as suas respectivas classes e grupos.
E olha que maravilha: Os sacerdotes e levitas foram obedientes. Não se desviaram em nada do que o rei lhes ordenou, especialmente no tocante aos tesouros. Uau! Os sacerdotes e levitas foram fiéis. Não em algumas tarefas, mas em todas. E, o texto fala, “especialmente no tocante aos tesouros”. Ah, os tesouros! Como fascinam a nós, homens! Não apenas o dinheiro, mas o poder também, a influência, o ser admirado, o ser considerado grande. Ah, tantas coisas se fazem tesouros! Por isso o Senhor falou que devemos guardar nossos corações (Provérbios 4.23), pois onde estivesse nosso coração, aí estaria nosso tesouro (Mateus 6.21). E esses homens foram fiéis, “especialmente no tocante aos tesouros”. Se não tivessem sido, não conseguiriam ser fiéis, em absolutamente mais nada.
Salomão reedificou cidades que Hirão lhe entregara. Nelas estabeleceu muitas famílias israelitas. Lembra que naquela época, quando uma cidade era dominada, seus conquistadores destruíam-na completamente? Era necessário que fossem reedificadas. Salomão fez isso. E colocou novos moradores para habitarem-na. Ah, quantas cidades em nossos dias precisam ser reedificadas! Temos essa ordem também: "Seu povo reconstruirá as velhas ruínas e restaurarás os alicerces antigos; serás chamado Reparador de muros, Restaurador de caminhos e moradias". - Isaías 58.12
Mais tarde Salomão atacou e conquistou cidades, reconstruiu algumas. Eram cidades fortes, com grandes muros, portas e ferrolhos, outras tinham a função de armazenar alimentos para a nação. Também cidades onde ficavam carros de guerra, seus condutores e cavalos. Se queremos fortificar um reino, precisamos agir como Salomão. É importante sermos pessoas que saibam lutar, alimentar e conduzir. De uma maneira especial, somos como cidades.
Salomão construiu tudo que o seu coração desejou em Jerusalém, no Líbano e em todo o território sob o seu domínio. Que privilégio teve!
Os trabalhos forçados eram feitos pelos povos que haviam sido conquistados e, como era o costume, não foram mortos. Salomão os alistou.
Ele não admitia que nenhum filho de Israel trabalhasse como escravo. Eles se dedicaram a servir ao rei como homens de guerra, chefes de capitães, comandantes de carros, condutores e cavaleiros. Eram chefes dos oficiais do rei Salomão, duzentos e cinquenta. Presidiam sobre o povo.
Como uma cidade inimiga, o Senhor nos conquistou. Mas diferente de sermos estrangeiros, Ele nos adotou. Tornou-nos Seus filhos. É nossa função e chamado dedicarmo-nos a servir ao nosso Rei e Conquistador como homens e mulheres de guerra, chefes e capitães.
Todos temos um lugar em Seu corpo e em Seu exército.
Salomão levou a filha de Faraó da Cidade de Davi para o palácio que havia edificado para ela. Não achava correto que sua esposa morasse nos lugares pelos quais a Arca do Senhor passou. Ele os considerava sagrados.
Depois Salomão partiu e foi a algumas cidades situadas no litoral de Edom. Hirão enviou-lhe navios sob o comando de seus próprios marinheiros. Eram homens hábeis e conhecedores dos mares. Eles navegaram com os marinheiros de Salomão até Ofir. Trouxeram quinze mil e setecentos e cinquenta quilos de ouro puro, para o rei Salomão.
Que possamos caminhar ao lado de homens hábeis e conhecedores. Que entreguemos todo ouro encontrado ao nosso Rei e Senhor.
E que sejamos fiéis, principalmente no tocante aos tesouros que estão escondidos em nossos corações.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
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quinta-feira, 5 de julho de 2018
Liderança pelo Exemplo
Ontem vimos os conselhos de Davi. Sua organização. Seu desejo de seu filho ter o mesmo relacionamento que ele nutria com o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/conselhos-de-davi.html
Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 29. O último capítulo deste livro maravilhoso.
O povo continua reunido. Davi segue dizendo que O Senhor escolheu Salomão, e ninguém mais, para a missão de construir Sua Casa. Destaca novamente que ele ainda é jovem e inexperiente para realizar uma obra tão majestosa. Afinal, seria um palácio para servir como Casa do Senhor, não de homens.
Davi, mais uma vez fala que, com todas as forças preparou ouro, prata, bronze, ferro, madeira, pedras preciosas de todo tipo e muito mármore para o templo do Senhor.
Ainda era pouco aos seus olhos, pelo amor que tinha para com o Senhor e Sua Casa. Ele doou, de seu tesouro pessoal, ouro e prata para a edificação do templo. Sem contar o que já havia doado.
Agora, sua oferta era de cento e cinco toneladas de ouro puro de Ofir e duzentos e quarenta e cinco toneladas de prata refinada.
Não satisfeito em doar, conclama todos que naquela hora estivessem igualmente dispostos, a ofertar suas dádivas ao Senhor.
Os chefes das famílias, os líderes das tribos de Israel, os comandantes de mil e de cem, e os oficiais encarregados da obra do rei deram do que possuíam com generosidade e alegria.
Juntos, doaram cento e setenta e cinco toneladas de ouro, dez mil moedas de ouro, trezentos e cinquenta toneladas de bronze e três mil e quinhentas toneladas de ferro. Todos os que possuíam pedras preciosas, ofertaram-na ao tesouro da Casa do Senhor.
Todo o povo ficou muito alegre diante da atitude do rei e seus líderes. Entregaram as ofertas com alegria, generosidade e pureza de coração ao Senhor. Davi também ficou extremamente satisfeito.
Então, na presença de todos ali reunidos, Davi bendisse ao Senhor, falando de Sua grandeza, poder, glória, vitória e majestade. Engradeceu ao Senhor por tudo que estavam contribuindo, afinal tudo vem do Senhor. Estavam apenas entregando a Ele o que vinha dEle mesmo.
Davi também reconheceu que o Senhor mergulha em nossos corações, sondando-nos. E se agrada da justiça e da integridade.
Ele conta ao Senhor que na sinceridade de sua alma ofereceu voluntariamente todas aquelas riquezas. E viu com imensa satisfação que o povo do Senhor, que se encontrava ali, igualmente ofereceu de seus bens com generosidade e alegria. Como deve ser.
Pede que o Senhor conserve no coração do Seu povo esta generosidade e estes pensamentos justos, por toda a eternidade e encaminhe o coração deles para Ele. Que dê a seu filho um coração sincero e honesto para obedecer aos Seus mandamentos, decretos e princípios, para que possa edificar o templo para o qual ele, Davi, reuniu todos os recursos necessários.
Davi conclamou todo o povo para bendizer ao Senhor. E todo o povo O bendisse. Ajoelharam-se em sinal de plena adoração e dedicação ao Senhor e perante o rei.
No dia seguinte, prepararam e ofereceram sacrifícios diante do Senhor. Um enorme holocausto: mil novilhos, mil carneiros e mil cordeiros, acompanhados de libações, ofertas derramadas, e muitos outros sacrifícios, em favor de todo o povo de Israel.
Naquele dia, todos comeram e beberam com grande alegria em seus corações na presença do Senhor.
E, pela segunda vez, proclamaram Salomão, filho de Davi, rei, ungindo-o diante do Senhor como soberano do povo. E Zadoque como sacerdote. Uma dupla muito importante em um reinado que deseja ser próspero.
Assim Salomão foi assentado como rei no trono do Senhor, sucedendo seu pai, o rei Davi.
Salomão prosperou muito. Todo Israel se submeteu a ele. Todos os chefes, líderes e mais nobres guerreiros, assim como todos os filhos de Davi, prometeram-lhe absoluta lealdade e obediência.
O Senhor engrandeceu sobremaneira a Salomão, à vista de todos. Concedeu-lhe um reino de um esplendor e um poder jamais conhecido por nenhum dos homens que reinaram antes dele sobre Israel. E nós sabemos que ninguém depois dele o superou.
Quanto a Davi, a duração de seu reinado foi de quarenta anos. Sete em Hebrom e trinta e três em Jerusalém. Morreu feliz e realizado. Em boa velhice e vida longa. Cercado do respeito de todos. Com grande honra e muita riqueza.
O autor nos informa que os atos de Davi estão todos registrados nas crônicas dos profetas Samuel, Natã e Gade. Inclusive todos os detalhes sobre seu reinado e as provações pelas quais passou.
Quero destacar, mais uma vez, o coração de Davi. 1 Crônicas termina com sua morte.
Uma de minhas filhas fala sobre o “fator Davi”. O próprio Senhor disse que seu coração era segundo o Seu coração. Estava sempre disposto a doar. Sempre disposto a pagar o preço para estar na presença do Senhor. Se errava, arrependia-se imediatamente. Não procrastinava.
Tinha respeito para com as pessoas, inclusive para com o rei que o perseguiu procurando sua morte.
Antes de ser rei foi soldado. Antes de soldado, pastor de ovelhas. Antes de pastor de ovelhas, era e nunca deixou de ser um adorador. Era sua essência. Seu coração estava inclinado sempre a adorar. Tinha comunhão com o Senhor. Sabia que Ele mergulha em nossos corações. E nos conhece. Tinha paz em ser conhecido pelo Senhor. Em saber que seu coração era sondado por Ele. Era sincero.
Outra coisa que faz parte do “fator Davi” é que levava outros, e leva até hoje, a amarem, louvarem, ofertarem, servirem, conhecerem e adorarem ao Senhor.
Que possamos aprender com Davi. O que fazer e o que não fazer.
Claro, a essa altura, você já descobriu que, depois do Senhor, ele é o meu preferido. Como aprendo com Davi. Sempre. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/davi-meu-preferido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html
Vamos, todos nós, adorar o Senhor, como Davi sempre fazia.
https://www.youtube.com/watch?v=XHf3uNHeApQ
Amanhã começamos uma nova caminhada. 2 Crônicas. A história da descendência de Davi.
Espero você.
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