Leitura do dia 04/10.
Continuamos nossa caminhada através das Sagradas Escrituras.
Ontem lemos o livro de Ageu. O chamado do Senhor a reconstruir o templo. A obediência ao Seu chamado. O esplendor menor do novo templo. A glória maior. As bênçãos prometidas aos que obedecem. As promessas para Zorobabel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/ageu-11-223.html
Hoje iniciamos um novo livro, Zacarias. Leremos até o capítulo três.
Zacarias significa “Lembrado do Senhor”. Foi contemporâneo de Ageu.
O Senhor está muito irado com os antepassados de Zacarias e ordena que diga ao povo que volte para Ele, assim Ele também se voltará para eles. Seu conselho é que não sejam como seus antepassados que não quiseram ouvi-Lo, que não deram atenção aos antigos profetas.
Agora, tanto os profetas quanto seus antepassados morreram. Mas tudo que os profetas falaram em nome do Senhor, porque Ele ordenara, aconteceu. Eles se arrependeram e reconheceram que tudo que receberam do Senhor era merecido. Ele fez o que prometera.
Três meses depois dessa primeira mensagem, Zacarias teve uma visão. Viu um homem montado num cavalo vermelho. Parado entre algumas murtas. Num desfiladeiro. Atrás dele, havia outros cavaleiros. Montados em cavalos vermelhos, marrons e brancos.
Um anjo falava com Zacarias. Ele perguntou o que significavam aqueles cavalos. Aprenda com Zacarias a fazer perguntas. Perguntas certas, claras e objetivas.
Eram enviados do Senhor que percorriam a terra. Quando o anjo do Senhor ouviu que a terra estava em paz, intercedeu por Jerusalém. O Senhor lhe respondeu com palavras boas e consoladoras.
O Senhor afirma que tem grande zelo por Jerusalém e Sião. Está grandemente irado com as nações que fizeram Seu povo sofrer demasiadamente. Serão julgadas. Israel, contudo, voltará a transbordar de prosperidade. Ele voltará a consolar Sião e escolher Jerusalém para Si.
Depois Zacarias viu quatro chifres de animais e perguntou seu significado. Representavam as nações que dispersaram Judá, Israel e Jerusalém. Ele viu quatro ferreiros. Perguntou o que tinham vindo fazer. Os ferreiros vieram para aterrorizar e derrubar aquelas nações.
Em seguida Zacarias viu um homem segurando uma corda de medir. Perguntou aonde ele ia. O homem respondeu que iria medir Jerusalém. Então, o anjo que estava com Zacarias foi ao encontro de outro anjo. Este, ordenou que falasse a Zacarias que chegaria um dia em que Jerusalém não teria muros, por causa do grande número de pessoas e animais que ali viveriam. Então, o Senhor mesmo seria um muro de fogo ao seu redor, protegendo-a. Também seria a glória no meio da cidade.
O Senhor ordena que os cativos em Babilônia saiam dela. Fujam. Voltem. Haverá juízo da parte do Senhor. E um grande dia em que muitas nações se juntarão a Ele. Também serão Seu povo.
Então o anjo mostrou-lhe Josué, o sumo sacerdote. Estava em pé diante do anjo do Senhor. Satanás, o acusador, também se encontrava ali. Estava ao lado direito do anjo e fazia acusações contra Josué. Sabemos que ele é o acusador dos irmãos (Apocalipse 12.10). O Senhor disse que rejeitava suas acusações. E o repreendeu. Josué era como uma brasa tirada do fogo. Estava limpo. Havia sido purificado.
Suas roupas, porém, estavam sujas. O anjo do Senhor ordenou que tirassem suas roupas imundas. Disse-lhe que seus pecados foram removidos. Suas roupas foram trocadas. Agora eram de festas.
Zacarias não se conteve. Disse que precisavam colocar um turbante limpo em sua cabeça. Eles colocaram.
O Senhor disse a Josué que, se andasse em Seus caminhos e seguisse Seus preceitos, receberia autoridade sobre Seu templo e seus pátios. Deixaria que andasse junto aos que ali estavam, diante do Senhor.
Ordenou que Josué e todos os outros sacerdotes escutassem. Eram símbolo de coisas futuras. Em breve o Renovo seria trazido. Também colocou uma pedra diante de Josué, com sete faces (Apocalipse 4.2). Ele gravaria uma inscrição naquela pedra. E em um só dia removeria os pecados da terra. Neste dia, cada um convidaria seu próximo para sentar-se debaixo de sua videira e sua figueira. Cada um em sua casa, em paz e segurança, se confraternizando.
Sabemos que o Senhor é a Pedra (Salmo 118.22).
Ah, queridos, que sejamos como Josué, o sumo-sacerdote. Que sejamos homens e mulheres cujas acusações sejam rejeitadas pelo Senhor, cujos pecados sejam removidos por Ele. Homens e mulheres purificados pelo fogo. Como brasas tiradas do fogo (Salmo 104.4).
Que andemos em Seus caminhos e sigamos Seus preceitos. Até que Ele venha.
https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2019
Zacarias 1.1-3.10
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Zacarias
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Ageu 1.1-2.23
Leitura do dia 03/10.
Continuamos nossa caminhada através das Escrituras.
Ontem lemos Sofonias. O juízo do Senhor. O chamado ao arrependimento. A redenção do remanescente de Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/sofonias-11-320.html
Percebeu quantos profetas foram enviados pelo Senhor avisando o povo, admoestando-o e chamando para o arrependimento?
Agora, continuamos através das páginas de Ageu. Ele nasceu na Babilônia. Profetizou na época de Esdras. É um livro maravilhoso, que nos convoca a trabalhar para o Senhor. A buscar Seu reino.
Era o segundo ano do reinado de Dario. O Senhor entregou Sua mensagem a Ageu, para ser transmitida a Zorobabel, governador de Judá, descendente de Davi e ao sumo sacerdote Josué.
Ele aponta o fato do povo dizer que ainda não era tempo de reconstruir Sua casa. Estavam vivendo em casas luxuosas enquanto Sua casa continuava em ruínas. Também mostra o que estava acontecendo. Por pensarem primeiro neles, ao invés de pensarem no Senhor, estavam plantando muito e colhendo pouco. Comiam e não se saciavam. Bebiam e continuavam com sede. Vestiam-se e continuavam passando frio. Seus salários desapareciam rapidamente, como se os colocassem em bolsos furados.
O Senhor aponta o pecado. Mostra os resultados deste pecado e instrui a correção. Era simples. Bastava enxergar o que estava acontecendo e tomarem uma atitude. Deviam subir as colinas, pegar madeira e reconstruir Sua casa.
Certo, era necessário um esforço. Como acontece conosco. Primeiro precisamos enxergar nossa situação, com os olhos do Senhor, para enxergarmos a verdade. Depois precisamos subir as colinas. Não podemos ficar prostrados, sem agir. É necessário um esforço. Não se reconstrói pela força da mente. Nem dando “ordens” ou “determinando” alguma coisa. É necessário trabalho. Precisamos escolher a árvore certa. Derrubá-la. Pegar a madeira. Descer a colina. Levar ao lugar correto. E reconstruir.
Estavam esperando muito de suas colheitas, colhiam pouco porque a casa do Senhor continuava em ruínas. Por causa dessa atitude egoísta, a chuva estava sendo retida. Eram os responsáveis pela pouca produção da terra.
Zorobabel, o governador; Josué, o sumo-sacerdote e todo o remanescente obedeceram Suas ordens. Quando ouviram Sua palavra através do profeta Ageu, temeram o Senhor. O Senhor os animou dizendo que estava com eles. Então, começaram a trabalhar em Sua casa.
Pare um pouquinho. Hoje somos Seu templo, Sua casa. Precisamos olhar para Seu reino, Sua vontade e reconstruirmos o templo. Voltar às veredas antigas do Senhor. Somos os reparadores de muros (Isaías 58.12). Somos os restauradores. Os construtores.
Pouco menos de dois meses depois, o Senhor entregou outra mensagem a Ageu. Alguns dos mais velhos tinham conhecido o antigo templo, quando olhavam agora, este parecia insignificante. Ainda assim, a ordem do Senhor a Zorobabel e a Josué era que fossem fortes, que colocassem mãos à obra. O Senhor era com eles. Seu Espírito estava em seu meio, como prometera desde quando saíram do Egito. Não deveriam ter medo. A glória desse templo seria superior a do antigo. Sua glória é muito mais importante que qualquer construção, por mais magnífica que seja.
Se realmente crermos que Seu Espírito está conosco, não temos nenhum motivo para temer. Não há ninguém como Ele.
O Senhor promete sacudir novamente os céus e a terra, os mares e todas as nações. Encherá aquele lugar de glória. Estabelecerá a paz. Ele é o Senhor dos Exércitos, que deseja a paz. Também afirma que é o dono da prata e do ouro. Tudo Lhe pertence. Todos os recursos estão a Seu dispor.
Cerca de mais dois meses o Senhor ordenou que Ageu perguntasse aos sacerdotes a respeito da carne consagrada para o sacrifício. Se alguém tocasse em um cadáver e tornar-se assim, cerimonialmente impuro, os alimentos também ficariam contaminados. Era dessa maneira que Israel agia. Tudo que faziam e ofereciam estava contaminado. Por seus pecados.
O Senhor diminuiu a colheita e nem assim voltaram para Ele. Não conseguem enxergar que precisam se purificar para oferecer qualquer coisa ao Senhor. Ele não aceita oferta de quem está contaminado pelo pecado.
Por Sua infinita bondade e misericórdia, no dia em que os alicerces do templo foram lançados, fez uma promessa. A partir daquele dia, se deixassem seus pecados, seriam abençoados. A semente ainda estava no celeiro. Não havia sido semeada. As videiras, figueiras, romãzeiras e oliveiras ainda não haviam dado frutos. Podiam acreditar. O Senhor os estava abençoando. Logo veriam os resultados de Suas bênçãos.
Ele ordena que Ageu fale a Zorobabel, o governador, que está prestes a sacudir céus e terra. Derrubará tronos. Destruirá poder de reinos estrangeiros. Derrubará carros de guerra e seus condutores. Mas, Zorobabel será honrado. Será como um anel de selar em Seu dedo. Foi o Senhor quem o escolheu. Não será abalado.
Que nos levantemos. Subamos as colinas. Cortemos as árvores.Tragamos madeira e reconstruamos Sua casa.
Que nosso objetivo esteja voltado para o Senhor. Não para nossas casas e riquezas.
Se por Ele fomos escolhidos, como Zorobabel, não importa se tudo será sacudido. Seremos honrados. Não sairemos do lugar em que nos colocou. Basta permanecermos fiéis.
“Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir?’. Essas coisas ocupam o pensamento dos pagãos, mas Seu Pai celestial já sabe do que vocês precisam. Busquem, em primeiro lugar, o reino de Deus e a Sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas”. – Mateus 6.31-33
Continuamos amanhã. Iniciaremos o livro de Zacarias. Leremos os três primeiros capítulos.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das Escrituras.
Ontem lemos Sofonias. O juízo do Senhor. O chamado ao arrependimento. A redenção do remanescente de Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/sofonias-11-320.html
Percebeu quantos profetas foram enviados pelo Senhor avisando o povo, admoestando-o e chamando para o arrependimento?
Agora, continuamos através das páginas de Ageu. Ele nasceu na Babilônia. Profetizou na época de Esdras. É um livro maravilhoso, que nos convoca a trabalhar para o Senhor. A buscar Seu reino.
Era o segundo ano do reinado de Dario. O Senhor entregou Sua mensagem a Ageu, para ser transmitida a Zorobabel, governador de Judá, descendente de Davi e ao sumo sacerdote Josué.
Ele aponta o fato do povo dizer que ainda não era tempo de reconstruir Sua casa. Estavam vivendo em casas luxuosas enquanto Sua casa continuava em ruínas. Também mostra o que estava acontecendo. Por pensarem primeiro neles, ao invés de pensarem no Senhor, estavam plantando muito e colhendo pouco. Comiam e não se saciavam. Bebiam e continuavam com sede. Vestiam-se e continuavam passando frio. Seus salários desapareciam rapidamente, como se os colocassem em bolsos furados.
O Senhor aponta o pecado. Mostra os resultados deste pecado e instrui a correção. Era simples. Bastava enxergar o que estava acontecendo e tomarem uma atitude. Deviam subir as colinas, pegar madeira e reconstruir Sua casa.
Certo, era necessário um esforço. Como acontece conosco. Primeiro precisamos enxergar nossa situação, com os olhos do Senhor, para enxergarmos a verdade. Depois precisamos subir as colinas. Não podemos ficar prostrados, sem agir. É necessário um esforço. Não se reconstrói pela força da mente. Nem dando “ordens” ou “determinando” alguma coisa. É necessário trabalho. Precisamos escolher a árvore certa. Derrubá-la. Pegar a madeira. Descer a colina. Levar ao lugar correto. E reconstruir.
Estavam esperando muito de suas colheitas, colhiam pouco porque a casa do Senhor continuava em ruínas. Por causa dessa atitude egoísta, a chuva estava sendo retida. Eram os responsáveis pela pouca produção da terra.
Zorobabel, o governador; Josué, o sumo-sacerdote e todo o remanescente obedeceram Suas ordens. Quando ouviram Sua palavra através do profeta Ageu, temeram o Senhor. O Senhor os animou dizendo que estava com eles. Então, começaram a trabalhar em Sua casa.
Pare um pouquinho. Hoje somos Seu templo, Sua casa. Precisamos olhar para Seu reino, Sua vontade e reconstruirmos o templo. Voltar às veredas antigas do Senhor. Somos os reparadores de muros (Isaías 58.12). Somos os restauradores. Os construtores.
Pouco menos de dois meses depois, o Senhor entregou outra mensagem a Ageu. Alguns dos mais velhos tinham conhecido o antigo templo, quando olhavam agora, este parecia insignificante. Ainda assim, a ordem do Senhor a Zorobabel e a Josué era que fossem fortes, que colocassem mãos à obra. O Senhor era com eles. Seu Espírito estava em seu meio, como prometera desde quando saíram do Egito. Não deveriam ter medo. A glória desse templo seria superior a do antigo. Sua glória é muito mais importante que qualquer construção, por mais magnífica que seja.
Se realmente crermos que Seu Espírito está conosco, não temos nenhum motivo para temer. Não há ninguém como Ele.
O Senhor promete sacudir novamente os céus e a terra, os mares e todas as nações. Encherá aquele lugar de glória. Estabelecerá a paz. Ele é o Senhor dos Exércitos, que deseja a paz. Também afirma que é o dono da prata e do ouro. Tudo Lhe pertence. Todos os recursos estão a Seu dispor.
Cerca de mais dois meses o Senhor ordenou que Ageu perguntasse aos sacerdotes a respeito da carne consagrada para o sacrifício. Se alguém tocasse em um cadáver e tornar-se assim, cerimonialmente impuro, os alimentos também ficariam contaminados. Era dessa maneira que Israel agia. Tudo que faziam e ofereciam estava contaminado. Por seus pecados.
O Senhor diminuiu a colheita e nem assim voltaram para Ele. Não conseguem enxergar que precisam se purificar para oferecer qualquer coisa ao Senhor. Ele não aceita oferta de quem está contaminado pelo pecado.
Por Sua infinita bondade e misericórdia, no dia em que os alicerces do templo foram lançados, fez uma promessa. A partir daquele dia, se deixassem seus pecados, seriam abençoados. A semente ainda estava no celeiro. Não havia sido semeada. As videiras, figueiras, romãzeiras e oliveiras ainda não haviam dado frutos. Podiam acreditar. O Senhor os estava abençoando. Logo veriam os resultados de Suas bênçãos.
Ele ordena que Ageu fale a Zorobabel, o governador, que está prestes a sacudir céus e terra. Derrubará tronos. Destruirá poder de reinos estrangeiros. Derrubará carros de guerra e seus condutores. Mas, Zorobabel será honrado. Será como um anel de selar em Seu dedo. Foi o Senhor quem o escolheu. Não será abalado.
Que nos levantemos. Subamos as colinas. Cortemos as árvores.Tragamos madeira e reconstruamos Sua casa.
Que nosso objetivo esteja voltado para o Senhor. Não para nossas casas e riquezas.
Se por Ele fomos escolhidos, como Zorobabel, não importa se tudo será sacudido. Seremos honrados. Não sairemos do lugar em que nos colocou. Basta permanecermos fiéis.
“Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir?’. Essas coisas ocupam o pensamento dos pagãos, mas Seu Pai celestial já sabe do que vocês precisam. Busquem, em primeiro lugar, o reino de Deus e a Sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas”. – Mateus 6.31-33
Continuamos amanhã. Iniciaremos o livro de Zacarias. Leremos os três primeiros capítulos.
Espero você. Até lá.
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