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sábado, 5 de outubro de 2019

Zacarias 4.1-6.15

Leitura do dia 05/10.

Continuamos nossa caminhada através das páginas do livro do profeta Zacarias.

Ontem vimos o chamado do Senhor a Seu povo. E a visão do homem entre as murtas. Os cavalos. Os chifres. As promessas para Jerusalém. A purificação do sumo sacerdote Josué.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-11-310.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Parece que Zacarias ficou abismado com tudo que vira. O anjo o despertou. Agora, foi sua vez de perguntar. Perguntou o que Zacarias via. Ele respondeu que via um candelabro de ouro maciço. Uma vasilha de azeite. Sete lâmpadas. Duas oliveiras (Apocalipse 1.20; 11.4).

Zacarias perguntou o que era aquilo. O anjo perguntou se ele não sabia. Respondeu que não. Então disse que não era por força nem por violência, mas pelo Seu Espírito. Não haveria obstáculo para Zorobabel. Porque o Senhor era com ele. Quando colocassem a última pedra no lugar gritariam que tinha sido pela graça, Sua graça.

Quando o templo fosse reconstruído saberiam que o Senhor o enviara. A ordem era não desprezar os pequenos começos, os começos humildes. O Senhor se alegra ao ver a obra começar, ao ver o prumo na mão de Zorobabel.

Alegre-se meu querido, se você tem começado algo para o Senhor, um começo humilde, não despreze. Ele se alegra ao ver Sua obra começar. Ao ver que Seu prumo está em nossas mãos, para fazermos como Ele deseja.

Zacarias gostava de perguntar, como devemos aprender. Perguntou o que eram as duas oliveiras. O anjo perguntou se não sabia. Respondeu que não. Então disse que eram os dois ungidos que ficam na presença do Senhor de toda a terra.

Zacarias viu um rolo voando. O anjo perguntou o que via. Respondeu que um rolo voava. Falou as medidas de sua aparência. O anjo explicou-lhe que eram maldições que saiam para toda a terra. Uma dizia que os ladrões seriam expulsos da terra, outra que os que juram falsamente também seriam expulsos. Era uma maldição enviada a todos os ladrões e aos que juram falsamente. Sua maldição permaneceria nestas casas. E destruiria tudo. Completamente. Preste atenção: eram maldições enviadas pelo Senhor. Por causa da desobediência. Escolheram a maldição ao invés de Sua benção.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html

O anjo ordenou que Zacarias levantasse seus olhos e visse o que estava vindo. Ele perguntou o que era. O anjo respondeu que era um cesto para medir cereais. Estava cheio do pecado de todos que habitavam a terra. Sua tampa era de chumbo. Foi levantada. Dentro havia uma mulher sentada. Seu nome era “Perversidade”. Ele a empurrou para dentro e fechou a tampa.

Então Zacarias viu duas mulheres voando em sua direção. Elas planavam no vento. Suas asas pareciam de cegonha. Pegaram o cesto e o carregaram pelos ares. Ele perguntou onde estavam levando o cesto. O anjo respondeu que era para Babilônia. Ali construiriam um templo para a “Perversidade”. Colocariam o cesto em um pedestal.

Quando levantou seus olhos viu quatro carros de guerra que saíam de entre dois montes de bronze. Cavalos vermelhos puxavam o primeiro. Cavalos pretos, o segundo. Cavalos brancos o terceiro. Cavalos malhados e fortes, o quarto. Perguntou ao anjo o significado daquilo. O anjo explicou que saíam para fazer o trabalho ordenado pelo Senhor. Tudo está sob Seu domínio. Ele é o Senhor de todas as coisas.

Então o Senhor disse a Zacarias que três homens chegariam com presentes. Ele devia ir à casa de Josias, filho de Sofonias, encontrá-los. Aceitar os presentes. E fazer uma coroa usando o ouro e a prata. Colocar essa coroa na cabeça de Josué. Esse Josué, o sumo sacerdote é um “tipo” do Senhor Jesus. Aponta para o Senhor. Para o Renovo. Brotaria de Seu lugar e construiria o templo do Senhor. Receberia a honra devida. Governaria como um rei. Também serviria como sacerdote. Haveria perfeita harmonia entre essas duas funções (Hebreus 5.7-10). Aleluias! Ele é nosso Rei e Sacerdote.

Essa coroa honraria aqueles três homens que trouxeram o presente. Nada que ofereceremos ao Senhor fica sem recompensa.

Mais uma vez o Senhor afirma que pessoas de terras distantes viriam para reconstruir Seu templo. Quando acontecesse, saberiam que o Senhor o enviara.

Que aprendamos a fazer perguntas pertinentes. Que ofereçamos presentes ao Senhor.

“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 15.58

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Ageu 1.1-2.23

Leitura do dia 03/10.

Continuamos nossa caminhada através das Escrituras.

Ontem lemos Sofonias. O juízo do Senhor. O chamado ao arrependimento. A redenção do remanescente de Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/sofonias-11-320.html

Percebeu quantos profetas foram enviados pelo Senhor avisando o povo, admoestando-o e chamando para o arrependimento?

Agora, continuamos através das páginas de Ageu. Ele nasceu na Babilônia. Profetizou na época de Esdras. É um livro maravilhoso, que nos convoca a trabalhar para o Senhor. A buscar Seu reino.

Era o segundo ano do reinado de Dario. O Senhor entregou Sua mensagem a Ageu, para ser transmitida a Zorobabel, governador de Judá, descendente de Davi e ao sumo sacerdote Josué.

Ele aponta o fato do povo dizer que ainda não era tempo de reconstruir Sua casa. Estavam vivendo em casas luxuosas enquanto Sua casa continuava em ruínas. Também mostra o que estava acontecendo. Por pensarem primeiro neles, ao invés de pensarem no Senhor, estavam plantando muito e colhendo pouco. Comiam e não se saciavam. Bebiam e continuavam com sede. Vestiam-se e continuavam passando frio. Seus salários desapareciam rapidamente, como se os colocassem em bolsos furados.

O Senhor aponta o pecado. Mostra os resultados deste pecado e instrui a correção. Era simples. Bastava enxergar o que estava acontecendo e tomarem uma atitude. Deviam subir as colinas, pegar madeira e reconstruir Sua casa.

Certo, era necessário um esforço. Como acontece conosco. Primeiro precisamos enxergar nossa situação, com os olhos do Senhor, para enxergarmos a verdade. Depois precisamos subir as colinas. Não podemos ficar prostrados, sem agir. É necessário um esforço. Não se reconstrói pela força da mente. Nem dando “ordens” ou “determinando” alguma coisa. É necessário trabalho. Precisamos escolher a árvore certa. Derrubá-la. Pegar a madeira. Descer a colina. Levar ao lugar correto. E reconstruir.

Estavam esperando muito de suas colheitas, colhiam pouco porque a casa do Senhor continuava em ruínas. Por causa dessa atitude egoísta, a chuva estava sendo retida. Eram os responsáveis pela pouca produção da terra.

Zorobabel, o governador; Josué, o sumo-sacerdote e todo o remanescente obedeceram Suas ordens. Quando ouviram Sua palavra através do profeta Ageu, temeram o Senhor. O Senhor os animou dizendo que estava com eles. Então, começaram a trabalhar em Sua casa.

Pare um pouquinho. Hoje somos Seu templo, Sua casa. Precisamos olhar para Seu reino, Sua vontade e reconstruirmos o templo. Voltar às veredas antigas do Senhor. Somos os reparadores de muros (Isaías 58.12). Somos os restauradores. Os construtores.

Pouco menos de dois meses depois, o Senhor entregou outra mensagem a Ageu. Alguns dos mais velhos tinham conhecido o antigo templo, quando olhavam agora, este parecia insignificante. Ainda assim, a ordem do Senhor a Zorobabel e a Josué era que fossem fortes, que colocassem mãos à obra. O Senhor era com eles. Seu Espírito estava em seu meio, como prometera desde quando saíram do Egito. Não deveriam ter medo. A glória desse templo seria superior a do antigo. Sua glória é muito mais importante que qualquer construção, por mais magnífica que seja.

Se realmente crermos que Seu Espírito está conosco, não temos nenhum motivo para temer. Não há ninguém como Ele.

O Senhor promete sacudir novamente os céus e a terra, os mares e todas as nações. Encherá aquele lugar de glória. Estabelecerá a paz. Ele é o Senhor dos Exércitos, que deseja a paz. Também afirma que é o dono da prata e do ouro. Tudo Lhe pertence. Todos os recursos estão a Seu dispor.

Cerca de mais dois meses o Senhor ordenou que Ageu perguntasse aos sacerdotes a respeito da carne consagrada para o sacrifício. Se alguém tocasse em um cadáver e tornar-se assim, cerimonialmente impuro, os alimentos também ficariam contaminados. Era dessa maneira que Israel agia. Tudo que faziam e ofereciam estava contaminado. Por seus pecados.

O Senhor diminuiu a colheita e nem assim voltaram para Ele. Não conseguem enxergar que precisam se purificar para oferecer qualquer coisa ao Senhor. Ele não aceita oferta de quem está contaminado pelo pecado.

Por Sua infinita bondade e misericórdia, no dia em que os alicerces do templo foram lançados, fez uma promessa. A partir daquele dia, se deixassem seus pecados, seriam abençoados. A semente ainda estava no celeiro. Não havia sido semeada. As videiras, figueiras, romãzeiras e oliveiras ainda não haviam dado frutos. Podiam acreditar. O Senhor os estava abençoando. Logo veriam os resultados de Suas bênçãos.

Ele ordena que Ageu fale a Zorobabel, o governador, que está prestes a sacudir céus e terra. Derrubará tronos. Destruirá poder de reinos estrangeiros. Derrubará carros de guerra e seus condutores. Mas, Zorobabel será honrado. Será como um anel de selar em Seu dedo. Foi o Senhor quem o escolheu. Não será abalado.

Que nos levantemos. Subamos as colinas. Cortemos as árvores.Tragamos madeira e reconstruamos Sua casa.

Que nosso objetivo esteja voltado para o Senhor. Não para nossas casas e riquezas.

Se por Ele fomos escolhidos, como Zorobabel, não importa se tudo será sacudido. Seremos honrados. Não sairemos do lugar em que nos colocou. Basta permanecermos fiéis.

“Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir?’. Essas coisas ocupam o pensamento dos pagãos, mas Seu Pai celestial já sabe do que vocês precisam. Busquem, em primeiro lugar, o reino de Deus e a Sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas”. – Mateus 6.31-33

Continuamos amanhã. Iniciaremos o livro de Zacarias. Leremos os três primeiros capítulos.

Espero você. Até lá.

sábado, 4 de maio de 2019

Esdras 5.1-6.12

Leitura do dia 04/05.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Esdras.

Ontem vimos Ciro permitir que os exilados regressassem a Jerusalém. E reconstruíssem o templo. Os exilados voltaram com Zoroabel. Antes mesmo de lançarem os alicerces do templo, reconstruíram o altar. Quando os inimigos de Judá viram a reconstrução, levantaram-se contra eles. Enviaram cartas ao rei, que não era mais Ciro. Conseguiram impedir a reconstrução. Que ficou parada. Até à época em que Dario se tornou rei. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-11-424.html

Hoje leremos a partir do capítulo cinco até o capítulo sete.

Na primeira postagem, leremos até o versículo doze do capítulo seis.

Nessa época, os profetas Ageu e Zacarias, os mesmos que tem livros com seus respectivos nomes, animaram, em nome do Senhor, que estava sobre eles, o povo a reconstruir.

Em resposta, Zorobabel levantou-se e, junto com Jesua, recomeçaram a construção. Esses profetas estavam com eles e os auxiliavam.

O governador daquela região e seus companheiros, foram a Jerusalém. Queriam saber quem lhes ordenara a reconstrução. Perguntaram o nome de todos que estavam trabalhando.

Eles responderam. Disseram que eram servos do Senhor, Deus dos céus e da terra. Estavam reconstruindo Seu templo. Explicaram que foi destruído porque seus antepassados se desviaram dEle. E continuaram a construção. Porque os olhos do Senhor estavam sobre eles.

O governador enviou um relatório minucioso a Dario. Dario ordenou que fosse pesquisado em todos os arquivos da Babilônia, se realmente Ciro havia ordenado tal reconstrução. Encontraram um memorando, de Ciro, na fortaleza da província da Pérsia.

Dario ordenou que o governador e seus companheiros ficassem longe da reconstrução. Que não interferissem de maneira alguma. Decretou que os ajudassem. Todos os custos da reconstrução seriam pagos com os impostos daquela província. A obra não deveria ser interrompida.

O rei também ordenou que se dessem aos sacerdotes tudo que eles precisassem para oferecer sacrifícios. Assim, eles poderiam orar pelo bem estar dele e de seus filhos.

Se alguém desobedecesse aquele decreto, seria pendurado em uma viga de sua própria casa. E a casa se tornaria um montão de entulho.

O rei também disse que o próprio Senhor, que escolhera Jerusalém como lugar para honrar Seu nome, aniquilasse qualquer rei ou nação que destruísse o templo.

A carta foi enviada ao governador daquela província. Ele obedecerá às ordens do rei?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.