Estamos no capítulo 1 de Marcos. Versículos de 21 a 29. Mateus não nos conta essa história.
Jesus, juntamente com Tiago, João, Simão e André vão até Cafarnaum. Nós os seguimos.
Assim que chega o sábado, Jesus vai à sinagoga. Para ensinar. Foi no começo do Seu ministério.
Seu ensino é cheio de autoridade. Todos estão admirados. Ele não ensina como os mestres da lei que sabem apenas as letras e não vivem o que ensinam. Ele é diferente. Todos conseguem perceber.
Quero ficar aqui, ouvindo Seus ensinos. Não são cansativos, são cheios de vida. Cheios de autoridade.
Enquanto Ele ensina, um homem, endemoninhado, entra na sinagoga. Ouvimos um grito. Levamos um susto. A atenção de todos se volta para ele.
Os demônios que estão de posse daquele homem gritam: “O que queres conosco, Jesus de Nazaré?” Eles conhecem o Senhor. Sabem que Ele veio destruir as obras do diabo. “Para isto, o filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo”. – 1 João 3.8b
Observamos atentamente a cena. O que Jesus fará? Responderá a pergunta daqueles demônios?
Não. Ele não quis conversa. Mandou que calassem a boca e saíssem do homem. Ele é misericordioso. Não vai ficar conversando com demônios enquanto o homem está ali, sendo possesso, sofrendo.
O espírito imundo sacude o homem violentamente e sai, gritando.
Estão todos admirados. Já não é mais um murmúrio. Todos perguntam uns aos outros que é aquilo, se era uma nova doutrina, um novo ensino. Que autoridade! Estão admirados porque até aos espíritos imundos Ele dá ordens e o mais incrível, eles lhe obedecem. Não ficaram batendo boca com Ele, simplesmente obedeceram. Deixaram o homem.
Vai começar. As notícias a Seu respeito se espalham como fogo em capim, por toda a região da Galiléia. Como não espalhar?
Nunca viram alguém com tanta autoridade para ensinar e expulsar demônios.
Naquela época, como em todas as épocas, existiam algumas “simpatias” ou sacrifícios para aplacar a ira de demônios, mas ordenar que eles saíssem e eles saírem? Ah, isso é novidade.
Fiquemos aqui. Pense na misericórdia do Senhor. Em Seus ensinos. Em Sua autoridade. Precisamos agradecê-Lo. Adorá-Lo.
Depois, continue sua jornada. Nos encontramos na quarta-feira.
Até lá.
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
A autoridade de Jesus
Continuando nossa viagem por Mateus, vamos ao versículo 5 do capítulo 8.
Jesus entra em Cafarnaum e um romano dirige-se a Ele, chamando-O de Senhor e pedindo ajuda. Era um centurião, preocupado com seu servo que havia ficado paralítico e estava em casa em grande sofrimento.
Jesus, com toda disposição, lhe informa: “Eu irei curá-lo”.
O centurião lhe responde, novamente O chamando de Senhor, embora os romanos dominassem sobre Israel, que não era digno de tê-Lo sob seu teto.
E nos ensina duas grandes lições. Autoridade e fé. Pediu a Jesus que falasse apenas uma palavra e seu servo seria curado. Reconheceu Sua autoridade. Sabia que bastava apenas uma palavra dEle.
Como centurião, sabia o que era autoridade. Havia entre 60 a 160 soldados sob suas ordens (uma centúria) e quando ele ordenava, eles lhe obedeciam.
Jesus admirou-se e disse àqueles que estavam com Ele que não encontrara fé como aquela em Israel. E acrescentou que muitos viriam do Oriente e do Ocidente e se sentariam à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Reino dos céus. Enquanto israelitas seriam lançados para fora por não crerem nEle. Não importa a que povo você pertence. Importa sim, em quem você crê.
Enquanto isso, o centurião aguardava. Jesus voltou-se a ele dizendo: “Vá! Como você creu, assim acontecerá!” E na mesma hora em que o Senhor falou, o servo daquele homem foi curado.
Sua palavra tem poder. Ela pode curar. Ela cura. Precisamos crer.
Pedro morava em Cafarnaum. Jesus entrou em sua casa e viu que a sogra daquele estava de cama, com febre. Ele a tomou pelas mãos e a febre a deixou. Imediatamente aquela mulher se levantou e foi serví-Lo.
Jesus não tinha como se esconder. Ao anoitecer, trouxeram a Ele muitos endemoninhados. Ele expulsava os demônios com uma palavra. E curava a todos os doentes que O procuravam.
Mateus nos lembra do que havia sido escrito pelo profeta Isaías, dizendo que essa palavra se cumpriu: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. – Isaías 53.4
Então um mestre da lei se aproximou de Jesus e diferente de outros tantos que queriam armar alguma cilada para Ele, disse que O seguiria onde quer que fosse. O Senhor respondeu que não tinha onde reclinar a cabeça. Jesus deixa claro que para seguí-Lo precisamos estar dispostos a tudo. Não saber aonde ir, onde dormir. Apenas seguí-Lo.
Um discípulo lhe disse que antes de seguí-Lo queria sepultar seu pai. Imagino que quis dizer que O seguiria após a morte de seu pai. Mas Jesus lhe ordenou que O seguisse e deixasse os mortos enterrarem seus próprios mortos. Parece uma palavra dura. Devemos, no entanto, analisar que nada pode nos impedir de seguir ao Senhor. Não é uma decisão para daqui a alguns anos, meses, semanas, dias ou horas. É uma decisão para agora.
Vamos parar nossa viagem aqui. Amanhã continuamos.
Aprendamos com o centurião romano a crer no poder e na autoridade do Senhor.
Aprendamos com a sogra de Pedro a serví-Lo.
Aprendamos com a multidão a levar os necessitados até Ele.
E aprendamos com Ele que, embora não saibamos o que nos acontecerá nesta caminhada ao Seu lado, precisamos tomar hoje a decisão de seguí-Lo. Sempre. Em cada circunstância. A cada dia.
Jesus entra em Cafarnaum e um romano dirige-se a Ele, chamando-O de Senhor e pedindo ajuda. Era um centurião, preocupado com seu servo que havia ficado paralítico e estava em casa em grande sofrimento.
Jesus, com toda disposição, lhe informa: “Eu irei curá-lo”.
O centurião lhe responde, novamente O chamando de Senhor, embora os romanos dominassem sobre Israel, que não era digno de tê-Lo sob seu teto.
E nos ensina duas grandes lições. Autoridade e fé. Pediu a Jesus que falasse apenas uma palavra e seu servo seria curado. Reconheceu Sua autoridade. Sabia que bastava apenas uma palavra dEle.
Como centurião, sabia o que era autoridade. Havia entre 60 a 160 soldados sob suas ordens (uma centúria) e quando ele ordenava, eles lhe obedeciam.
Jesus admirou-se e disse àqueles que estavam com Ele que não encontrara fé como aquela em Israel. E acrescentou que muitos viriam do Oriente e do Ocidente e se sentariam à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Reino dos céus. Enquanto israelitas seriam lançados para fora por não crerem nEle. Não importa a que povo você pertence. Importa sim, em quem você crê.
Enquanto isso, o centurião aguardava. Jesus voltou-se a ele dizendo: “Vá! Como você creu, assim acontecerá!” E na mesma hora em que o Senhor falou, o servo daquele homem foi curado.
Sua palavra tem poder. Ela pode curar. Ela cura. Precisamos crer.
Pedro morava em Cafarnaum. Jesus entrou em sua casa e viu que a sogra daquele estava de cama, com febre. Ele a tomou pelas mãos e a febre a deixou. Imediatamente aquela mulher se levantou e foi serví-Lo.
Jesus não tinha como se esconder. Ao anoitecer, trouxeram a Ele muitos endemoninhados. Ele expulsava os demônios com uma palavra. E curava a todos os doentes que O procuravam.
Mateus nos lembra do que havia sido escrito pelo profeta Isaías, dizendo que essa palavra se cumpriu: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. – Isaías 53.4
Então um mestre da lei se aproximou de Jesus e diferente de outros tantos que queriam armar alguma cilada para Ele, disse que O seguiria onde quer que fosse. O Senhor respondeu que não tinha onde reclinar a cabeça. Jesus deixa claro que para seguí-Lo precisamos estar dispostos a tudo. Não saber aonde ir, onde dormir. Apenas seguí-Lo.
Um discípulo lhe disse que antes de seguí-Lo queria sepultar seu pai. Imagino que quis dizer que O seguiria após a morte de seu pai. Mas Jesus lhe ordenou que O seguisse e deixasse os mortos enterrarem seus próprios mortos. Parece uma palavra dura. Devemos, no entanto, analisar que nada pode nos impedir de seguir ao Senhor. Não é uma decisão para daqui a alguns anos, meses, semanas, dias ou horas. É uma decisão para agora.
Vamos parar nossa viagem aqui. Amanhã continuamos.
Aprendamos com o centurião romano a crer no poder e na autoridade do Senhor.
Aprendamos com a sogra de Pedro a serví-Lo.
Aprendamos com a multidão a levar os necessitados até Ele.
E aprendamos com Ele que, embora não saibamos o que nos acontecerá nesta caminhada ao Seu lado, precisamos tomar hoje a decisão de seguí-Lo. Sempre. Em cada circunstância. A cada dia.
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