Leitura do dia 29/10.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Lucas.
Ontem vimos Jesus enviar Seus discípulos e agradecer ao Pai pela salvação dos homens. Contou a parábola do samaritano. Visitou Marta e Maria. Ensinou sobre oração. Foi acusado de agir na força de Belzebu. Afirmou (com razão) ser maior que Salomão e Jonas, ainda assim não quiseram ouvi-Lo. Criticou os líderes religiosos. Advertiu acerca da hipocrisia. Contou a parábola do rico insensato. Ensinou sobre dinheiro e bens. Alertou a estarmos preparados para Sua vinda.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-101-42.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-111-54.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-121.html
Hoje, caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
Na primeira postagem, o capítulo quinze.
Continuamos atentos aos profundos ensinamentos de Jesus.
Contaram a Ele que Pilatos misturou o sangue de alguns galileus com os sacrifícios que fez. Jesus pergunta se pensavam que aqueles galileus eram mais pecadores que os outros, por terem sofrido daquela maneira. Ele mesmo responde, dizendo que não. E dá um alerta: “Se não se arrependerem, todos vocês também perecerão”.
Aproveita e pergunta se pensavam que os dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém. Novamente Ele mesmo responde que não. E repete que se não se arrependerem, todos também perecerão.
Então conta a parábola de um homem que tinha uma figueira plantada em sua vinha. Ele procurou fruto nela. Não encontrou nenhum. Por esse motivo, falou ao que cuidava da vinha que já fazia três anos que procurava fruto naquela figueira e não achava. Mandou que a figueira fosse cortada. Afinal, estava inutilizando a terra que ocupava. O jardineiro pediu mais um ano. Disse que cavaria ao redor da figueira e a adubaria. Se não desse fruto no próximo ano, cortaria.
Vamos parar aqui e pensar.
Por que Jesus respondeu daquela maneira quando vieram lhe contar sobre os galileus que foram mortos por Pilatos?
Ele conhece o coração do homem.
Quantas vezes temos ouvido pessoas dizerem que alguém está com determinada doença porque “está vivendo em pecado”! Ou, pior, quando falam que determinada pessoa está passando por algum tipo de dificuldade financeira ou no emprego, ou até sentimental, por “estar em pecado”.
Pessoas que pensam assim, claramente não conhecem as Escrituras. Primeiro, estão julgando quando o Senhor não nos colocou como Juiz sobre ninguém. Não agora. Segundo, não conhecemos o coração das pessoas. Terceiro, vivendo aqui e estamos sujeitos às mesmas dificuldades que qualquer um.
Claro, o Senhor pode nos curar e nos livrar. Mas, será que se “escaparmos” de tudo, teremos sido trabalhados como deveríamos ser?
Será que José seria o Primeiro Ministro do Egito se não tivesse sido vendido como escravo?
Será que Moisés seria o líder que foi se não tivesse passado pelo deserto?
Será que Paulo seria quem foi se não tivesse sofrido tudo que sofreu, por amor ao Senhor e ao Evangelho?
Será que Estevão, que morreu apedrejado testemunhando sobre Jesus, estava em pecado?
Precisamos aprender a ler as Escrituras ao invés de olharmos e julgarmos os outros.
Precisamos saber que, como Jesus disse, é pelos frutos que as pessoas serão reconhecidas por Ele. Não pelas situações em suas vidas.
Paulo disse “Sei viver na necessidade e também na fartura. Aprendi o segredo de viver em qualquer situação, de estômago cheio ou vazio, com pouco ou muito. Posso todas as coisas por meio de Cristo, que me dá forças”. – Filipenses 4.12,13
Ora, se Paulo não tivesse passado por necessidades e dificuldades, jamais aprenderia a viver feliz em todo lugar e em qualquer situação. Mas, porque aprendeu, pôde dizer “Posso todas as coisas por meio de Cristo, que me dá forças”. – Filipenses 4.13
Se estamos julgando as pessoas pelo que acontece com elas, que nos arrependamos. Se estamos sendo julgados pelo que acontece conosco, que encontremos consolo no Senhor e em Sua Palavra.
E que aprendamos a olhar para os frutos, como o Senhor bem nos ensinou.
Agora, vamos acompanhar Jesus.
É um sábado. Como era Seu costume, ensina em uma das sinagogas.
Está ali uma mulher que tinha um espírito que a mantinha doente havia dezoito anos. Dezoito anos! Andava encurvada e de forma alguma podia endireitar-se. O Senhor a chamou. Ela foi à frente. Ele disse que ela estava livre da sua doença. Colocou Suas mãos sobre ela. Imediatamente se endireitou e começou a louvar a Deus.
Claro, estou pulando. Como não me alegrar diante de uma cena dessas? Minha plaquinha de “aplausos” está levantada. Balançando de um lado para o outro. Louvo ao Senhor pelo que fez!
Mas pasmem! O dirigente da sinagoga disse ao povo que há seis dias em que se deve trabalhar. Que fossem na sinagoga para ser curados nesses dias, e não no sábado. Está indignado porque Jesus a curou num dia de sábado. Não consigo entender. Como pode não alegrar-se com aquela mulher?
Tenho vontade de bater com minha plaquinha na cabeça dele. Mas lembro que sou apenas uma observadora da cena, que já aconteceu há muito tempo. Espero a resposta de Jesus. E não me decepciono.
Ele os chama de hipócritas! E pergunta se não desamarram no sábado o seu boi ou jumento do estábulo e o levam dali para dar-lhe água. Claro que fazem isso. Pergunta, então, se aquela mulher, uma filha de Abraão a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos, não deveria no dia de sábado ser libertada daquilo que a prendia?
Mais uma vez tenho vontade de acertar a cabeça daquele homem. Todos os oponentes do Senhor ficam envergonhados. Entenderam perfeitamente o que falou.
Mas o povo, ah, o povo se alegrava com todas as maravilhas que Jesus estava fazendo. Como não alegrar-se?
Os animais deviam ser cuidados. E nós? Somos mais valiosos que os bois, os jumentos ou qualquer outro animal.
Quando o sábado foi criado, a intenção do Senhor era oferecer descanso a todos. Sabe das nossas limitações. Sabe que precisamos de um descanso para um equilíbrio saudável em nossas vidas.
É impressionante como o ser humano tem a forte tendência de trocar as ordens e interpretar de maneira equivocada o que o Senhor nos ordena. Todas as suas leis, ordenanças e estatutos existem para nos proteger e nos conceder uma vida com amor, saúde, equilíbrio e respeito.
Como pode alguém não se compadecer de uma mulher que por dezoito longos anos estava encurvada, sem poder levantar-se? Será que somos assim? Será que nos importamos mais com as tradições do que com as pessoas? Mais com os preconceitos que com as pessoas?
Jesus disse que o reino de Deus se parece com uma semente de mostarda. Já viu uma? É minúscula! Parece com aqueles confeitos de bolo que são umas bolinhas. Muito pequena.
Jesus fala que o Reino dos céus começa assim, como um grão de mostarda que se planta na terra. Muitos nem dão valor. Pensam: não vai dar em nada! E desistem. Deixam a jornada, o ministério, o chamado, o sonho, a vida.
Mas a semente está ali, debaixo da terra, crescendo, passando por todos os processos necessários. Sozinha. Em secreto. Aprendendo tudo o que precisa, sendo transformada. Mesmo quando, na nossa ânsia por crescimento, olhamos e olhamos, sem nada enxergar.
De repente, começa a aparecer. Mas ainda é tão pequenininha! Quantas vezes olhamos e pensamos que o esforço empreendido foi muito grande e parece que não vai dar em nada. Pensamos em desistir. Até achamos que erramos de semente. Que plantamos errado.
Mas ela continua crescendo e crescendo. Até transformar-se na maior das hortaliças. A mostarda palestina pode chegar até quatro metros de altura. Uma sementinha de nada!
Nunca, jamais, despreze os pequenos começos. Quanto menor, maior a possibilidade de crescimento.
Jesus falou que seus ramos se tornam tão grandes que as aves podem se abrigar à sua sombra.
Se eu fosse uma árvore, ia amar isso! Depois de tanto sofrimento. Sufocada debaixo da terra e ainda assim, tendo que crescer. Na solidão. Na escuridão. No frio. Estendendo as raízes. Procurando água. De repente, finalmente, o sol! Ar fresco! Brisa refrescante! Cuidados! Crescimento! Ramos! E lá vem um pássaro. Abriga-se sob os ramos e, em gratidão ao Criador, entoa um cântico. E vem outro. E logo a mostarda está abrigando um coral. Até escuto, bom demais! Ah, se eu fosse árvore, ia amar isso! Ia ter certeza que aquele processo todo, no oculto frio da terra, valeu a pena.
Somos árvores, que devem produzir bons frutos. Ser abrigo. Proteção. Refrigério. Crescendo, como um grão de mostarda. Como o Reino dos céus, que cresce no íntimo, no profundo e depois se expande.
Precisamos desse crescimento em secreto. Das raízes expandindo para dentro, para só depois tornar-se visível e útil.
Ele também fala que o Reino dos céus é como o fermento que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha e toda a massa ficou fermentada.
Praticamente todos já fizemos um bolo, ou pão, ou alguma massa que precisasse de uma quantidade de fermento para levedar a massa.
Não é incrível que apenas uma ou duas colheres de fermento, ou um tablete pequeno, possam fazer com que a massa toda fique fermentada? E quando nos esquecemos de colocar o fermento, fica tudo horrível e feio?
Assim é o Reino dos céus. Precisamos que cresça em nós, se não, apesar de todos os outros ingredientes, não teremos o crescimento, nem a aparência e nem o gosto que deveríamos ter.
Isso me fez lembrar algo que aconteceu comigo, muitos anos atrás.
Queria fazer um calzone, olha a pretensão! Vi a receita. Comprei os ingredientes. Nunca havia feito nenhum tipo de massa que levasse fermento em tablete. Quando fui comprar, só vi um tablete grande, devia ser de 150g. O que eu devia ter usado era 15g.
Juntei todos os ingredientes. Por último o fermento. Achei que a receita devia estar errada. Era fermento demais! Coloquei só a metade. Ainda bem. Não sei o que teria acontecido se tivesse colocado todo aquele fermento. Só de lembrar já tenho um acesso de riso.
Deixei a massa para descansar. Esperei. Fui fazer outras coisas. Quando voltei à cozinha, tudo fedia. Um cheiro insuportável de fermento. E a massa tinha transbordado pela vasilha. Logo vi que realmente a receita estava errada (na verdade, quem tinha errado era eu). Tive que jogar tudo fora.
Coloquei num saco de lixo enorme. Na frente da minha casa tinha uma lixeira daquelas de pé. Coloquei o saco lá. E da sala (tinha um quintal na frente), sentada no sofá, conseguia escutar os estouros que a massa dava dentro do saco e só ia crescendo e crescendo. Sei que você está rindo. Pode rir à vontade. Gargalho toda vez que lembro.
Mas isso me faz pensar. Tudo em nossas vidas tem que ser com equilíbrio. Quando Jesus contou essa parábola, disse que um pouco de fermento leveda toda a massa. Um pouco. É necessário utilizar a medida certa. O exagero leva a algum tipo de erro.
Ao esquecermos o fermento, estragamos a massa. Se colocarmos menos que o necessário, não terá o crescimento esperado. Se colocarmos em excesso, teremos que jogar todos os ingredientes fora. Fede.
Fermento em excesso fede. Não que o Reino dos céus vai feder. A massa é que fede. Como a religiosidade fede. Assim como aquele fermento deixou minha cozinha fedendo.
Precisamos ter atenção. O Reino dos céus é relacionamento. Não adianta querer colocar mais que o necessário para ver a massa crescer. Isso não vai acontecer. Bem, na verdade, a massa vai crescer. Mas não vai prestar. Terá que ser jogada no lixo. Prejuízo. Tempo e ingredientes jogados fora. Como aconteceu comigo. Sem contar a frustração. Eu, com o recheio pronto e sem ter onde colocar.
Religiosidade não nos leva a nada. Não é o que o Senhor deseja para nós. Regras e mais regras era o que os fariseus viviam. Fediam com excesso de fermento. Suas vidas não alimentavam ninguém. Não eram exemplos a serem seguidos. Não edificavam. Apenas iam crescendo. De vez em quando um barulho de um estouro aqui e ali. E mais fedor espalhado.
Que enxerguemos o Reino dos céus como de fato é. Que não inventemos regras. Que não sejamos religiosos. Que vivamos. Que sejamos como a mostarda e sirvamos de refúgio e abrigo. Que sejamos como um bolo lindo, saboroso, cheiroso e nutritivo. Que atraiamos as pessoas pelo nosso aroma.
"Mas graças a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz triunfantemente. Agora, por nosso intermédio, ele espalha o conhecimento de Cristo por toda parte, como um doce bom perfume. Somos o aroma de Cristo que se eleva até Deus. Mas esse aroma é percebido de forma diferente por aqueles que estão sendo salvos e por aqueles que estão perecendo." - 2 Coríntios 2.14,15
Jesus está se aproximando cada vez mais de Jerusalém. É o Seu destino. Enquanto vai, Ele ensina em todos os povoados e cidades. http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/somos-ou-nao-peregrinos.html
Em Sua jornada, alguém lhe pergunta se são poucos os que são salvos. Responde que é necessário um esforço para entrar pela porta estreita. Muitos tentarão e não conseguirão. É necessário esforço para conservar a fé e a obediência. Muitos não querem se esforçar, preferem os caminhos mais fáceis, os atalhos da vida.
Disse que quando o dono da casa se levantar e fechar a porta, eles ficariam do lado de fora batendo e pedindo para que fosse aberta. Mas o Senhor responderá que não os conhece, nem sabe de onde são. Diriam que comeram e beberam com Ele. Que ensinou em nossas ruas. Mas Ele responderá que não os conhece, nem sabe de onde são. Ordenará que afastem-se dEle todos que praticam o mal.
Continua dizendo que quem ficar de fora chorará e sofrerá, quando virem Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, e eles excluídos.
Pessoas virão de todas as partes do mundo e ocuparão os lugares que poderiam ser deles, à mesa no Reino de Deus. Lembre que está falando para judeus.
Enquanto a porta está aberta, ainda temos condições de entrar por ela. Mas chegará um dia em que o Senhor se levantará e fechará a porta, como fez nos dias de Noé (Gênesis 7.16).
Temos a oportunidade de segui-Lo hoje, de sermos conhecidos por Ele.
Há lugar para todos que quiserem entrar. Por que então, ficarmos de fora?
Que o Senhor nos conceda Sua graça. O preço já foi pago. Preço de sangue. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Que nos esforcemos para entrar pela porta estreita, mesmo que seja difícil. Mesmo que muitas vezes doa. Mesmo que muitas vezes tenhamos vontade de “chutar o balde”.
Não podemos desistir. Não somos dos que desistem.
A porta ainda está aberta.
Depois de responder à pergunta se são poucos os que serão salvos, alguns fariseus aproximam-se dEle. Falam para sair dali e ir embora. Herodes quer matá-Lo.
Ele ordena que digam "àquela raposa" que expulsará demônios e curará o povo hoje e amanhã e no terceiro dia estará pronto.
Pronto para quê, você me pergunta. Pronto para morrer. Continua caminhando para Jerusalém, sem medo.
Explica que precisa prosseguir hoje, amanhã e depois porque nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém.
E clama: “Jerusalém, Jerusalém, cidade que mata profetas e apedreja os mensageiros de Deus! Quantas vezes eu quis juntar seus filhos como a galinha protege os pintinhos sob as asas, mas você não deixou!”.
O clamor de um Deus cheio de amor, que se compara a uma galinha que cuida de todos os seus pintinhos. Cuidado, proteção, carinho e garra.
Jesus diz que Jerusalém ficará deserta e que não O verá mais, até o dia em que dirá: “Bendito o que vem em nome do Senhor”.
Seu dia está chegando. Meu coração se enche de expectativa. E dor. Logo estará em Jerusalém. Enquanto isso, continua Sua pregação, seguida de sinais e maravilhas. Não se abala por estar chegando Sua hora. Sabe Sua identidade. Sabe Sua missão. Caminha sem medo.
É o exemplo que devemos seguir, a cada dia. Enquanto prossegue para seu derradeiro destino, trabalha no caminho, o tempo todo. Fazendo o bem por onde quer que vá. Pregando a verdade. Com ousadia e coragem.
Prostremo-nos aos Seus pés. Ele é merecedor.
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2019
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Salmo 105.1-45
Leitura do dia 19/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 11.1-14.29
Leitura do dia 19/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
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sábado, 19 de janeiro de 2019
Êxodo 6.1-30
Leitura do dia 17/01.
Na postagem anterior vimos que Faraó não deixou o povo ir e ainda agravou seu sofrimento. Moisés questionou ao Senhor. Ele não havia feito nada até aquele momento para libertar Seu povo, que continuava sofrendo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-51-23.html
Continuamos agora, através das páginas do capítulo seis.
Após o questionamento de Moisés, o Senhor não faz dele um tição, não o repreende. Não. O Senhor responde que agora Moisés verá o que o Senhor fará a Faraó. E quando Faraó sentir o peso da mão forte do Senhor, deixará o povo ir. Na verdade, Faraó fará o povo ir embora de sua terra.
O Senhor também falou a Moisés que era Javé, o Senhor. Ele aparecera a Abraão, Isaque e Jacó, mas não havia lhes revelado esse nome. Eles O conheciam como El-Shaddai, o Deus Todo-Poderoso.
Moisés deveria estar certo de que o Senhor ouvira o gemido do povo e se lembrado da aliança que fizera com eles.
Moisés iria novamente ao povo de Israel para dizer que o Senhor os libertaria com Seu braço poderoso e com grandes atos de julgamento. Seria o Senhor deles. Eles seriam Seu povo. E os levaria à terra que prometera a Abraão, Isaque e Jacó. Daria essa terra como propriedade. Ele era (e é) o Senhor.
Perceba que os atos do Senhor eram atos de julgamento. O Senhor não apenas estava libertando o povo de Israel, mas também estava julgando o povo do Egito. Seus caminhos são perfeitos.
Moisés transmitiu a mensagem do Senhor, mas o povo não quis mais ouví-lo. Estavam desanimados demais por causa da escravidão brutal e do sofrimento em que viviam.
O Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Novamente Moisés clamou que tinha muita dificuldade em falar. Mas o Senhor não mudou de ideia. Mandou que Moisés obedecesse e fosse com Arão até Faraó e que tirassem o povo de Israel do Egito.
Foi a Moisés e a Arão que o Senhor deu essa incumbência. E foram eles que estiveram diante de Faraó para falar sobre a saída de Israel do Egito.
Moisés continuava dizendo ao Senhor sobre sua dificuldade em falar, mas não há como escapar dessa missão.
Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos através dos capítulos sete a dez de Êxodo. Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos que Faraó não deixou o povo ir e ainda agravou seu sofrimento. Moisés questionou ao Senhor. Ele não havia feito nada até aquele momento para libertar Seu povo, que continuava sofrendo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-51-23.html
Continuamos agora, através das páginas do capítulo seis.
Após o questionamento de Moisés, o Senhor não faz dele um tição, não o repreende. Não. O Senhor responde que agora Moisés verá o que o Senhor fará a Faraó. E quando Faraó sentir o peso da mão forte do Senhor, deixará o povo ir. Na verdade, Faraó fará o povo ir embora de sua terra.
O Senhor também falou a Moisés que era Javé, o Senhor. Ele aparecera a Abraão, Isaque e Jacó, mas não havia lhes revelado esse nome. Eles O conheciam como El-Shaddai, o Deus Todo-Poderoso.
Moisés deveria estar certo de que o Senhor ouvira o gemido do povo e se lembrado da aliança que fizera com eles.
Moisés iria novamente ao povo de Israel para dizer que o Senhor os libertaria com Seu braço poderoso e com grandes atos de julgamento. Seria o Senhor deles. Eles seriam Seu povo. E os levaria à terra que prometera a Abraão, Isaque e Jacó. Daria essa terra como propriedade. Ele era (e é) o Senhor.
Perceba que os atos do Senhor eram atos de julgamento. O Senhor não apenas estava libertando o povo de Israel, mas também estava julgando o povo do Egito. Seus caminhos são perfeitos.
Moisés transmitiu a mensagem do Senhor, mas o povo não quis mais ouví-lo. Estavam desanimados demais por causa da escravidão brutal e do sofrimento em que viviam.
O Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Novamente Moisés clamou que tinha muita dificuldade em falar. Mas o Senhor não mudou de ideia. Mandou que Moisés obedecesse e fosse com Arão até Faraó e que tirassem o povo de Israel do Egito.
Foi a Moisés e a Arão que o Senhor deu essa incumbência. E foram eles que estiveram diante de Faraó para falar sobre a saída de Israel do Egito.
Moisés continuava dizendo ao Senhor sobre sua dificuldade em falar, mas não há como escapar dessa missão.
Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos através dos capítulos sete a dez de Êxodo. Espero você. Até lá.
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sábado, 12 de janeiro de 2019
Gênesis 35.1-29
Leitura do dia 11/01.
Ontem vimos os capítulos trinta e dois a trinta e quatro de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-321-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-331-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-341-31.html
Agora, continuamos através dos capítulos trinta e cinco a trinta e sete.
Na primeira postagem, veremos o capítulo trinta e cinco.
Depois do terrível acontecimento com Diná e os homens de Siquém, o Senhor disse a Jacó para aprontar-se e mudar-se para Betel.
Quando chegasse lá deveria construir um altar ao Senhor que lhe aparecera quando fugia de seu irmão Esaú.
Jacó reuniu sua família e ordenou que todos jogassem fora os ídolos pagãos, que se purificassem e vestissem roupas limpas. Iriam a Betel, onde construiria um altar para o Senhor que havia respondido suas orações quando estava angustiado. O Senhor, que sempre estava com ele, por onde quer que andasse. Existe algo melhor?
Eles entregaram a Jacó todos os ídolos pagãos e as argolas que usavam nas orelhas. Ele enterrou tudo junto à uma grande árvore perto de Siquém.
Quando partiram, o terror do Senhor se espalhou de tal forma entre todos daquela região que ninguém atacou sua família.
Ao chegaram a Betel, Jacó construiu um altar. Chamou o altar de El-Betel, "o Deus de Betel", pois o Senhor lhe havia aparecido ali quando fugia de seu irmão.
Um tempo depois a ama de Rebeca, que havia vindo com ela quando veio de Padã-Arã para se casar com Isaque, faleceu. Foi sepultada junto a um carvalho no vale perto de Betel. Passaram a chamar esta árvore de Alom-Bacute, “Carvalho do Choro”.
O Senhor apareceu a Jacó novamente e o abençoou. Repetiu que seu nome era Jacó, mas não se chamaria mais por esse nome. O Senhor deu a ele o nome de Israel.
O Senhor também lhe disse que era (e é) o Senhor Todo-Poderoso. Que Jacó se tornaria uma grande nação, e até mesmo muitas nações. Reis sairiam dele. A terra que o Senhor havia dado a Abraão e a Isaque, daria a ele e a seus descendentes. Depois que o Senhor falou com ele, elevou-se do lugar onde estava.
Jacó levantou uma coluna de pedra para marcar aquele lugar. Derramou vinho e ungiu a coluna com azeite de oliva.
Depois foi para Efatra, que é Belém. No caminho Raquel sentiu as dores de parto. Acabou morrendo. Em seu último suspiro chamou seu filho de Benoni, “filho da minha aflição”, mas seu pai o chamou de Benjamim, “filho da minha destra”.
Raquel foi sepultada junto ao caminho para Efrata. Sobre seu túmulo Jacó levantou um momento de pedra. Até hoje (hoje mesmo), existe um monumento ali marcando sua sepultura, no caminho que vai para Belém.
Jacó continuou sua viagem. Acampou depois de Migdal-Éder. Ali, Rúben, seu primogênito, deitou-se com Bila, sua concubina. Jacó ficou sabendo. Pelo jeito, não fez nada. Não por enquanto.
Então Jacó voltou à casa de Isaque, em Manre, perto de Quiriate-Arba (hoje chamada Hebrom).
Isaque viveu cento e oitenta anos. Morreu em boa velhice. Seus filhos Esaú e Jacó, o sepultaram.
Que aprendamos a obedecer ao Senhor sempre que nos der uma orientação. Que levantemos altares ao Único Senhor, em todos os lugares por onde passarmos. E que o terror do Senhor seja testemunho de que o Senhor está conosco.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Ontem vimos os capítulos trinta e dois a trinta e quatro de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-321-21.html
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http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-341-31.html
Agora, continuamos através dos capítulos trinta e cinco a trinta e sete.
Na primeira postagem, veremos o capítulo trinta e cinco.
Depois do terrível acontecimento com Diná e os homens de Siquém, o Senhor disse a Jacó para aprontar-se e mudar-se para Betel.
Quando chegasse lá deveria construir um altar ao Senhor que lhe aparecera quando fugia de seu irmão Esaú.
Jacó reuniu sua família e ordenou que todos jogassem fora os ídolos pagãos, que se purificassem e vestissem roupas limpas. Iriam a Betel, onde construiria um altar para o Senhor que havia respondido suas orações quando estava angustiado. O Senhor, que sempre estava com ele, por onde quer que andasse. Existe algo melhor?
Eles entregaram a Jacó todos os ídolos pagãos e as argolas que usavam nas orelhas. Ele enterrou tudo junto à uma grande árvore perto de Siquém.
Quando partiram, o terror do Senhor se espalhou de tal forma entre todos daquela região que ninguém atacou sua família.
Ao chegaram a Betel, Jacó construiu um altar. Chamou o altar de El-Betel, "o Deus de Betel", pois o Senhor lhe havia aparecido ali quando fugia de seu irmão.
Um tempo depois a ama de Rebeca, que havia vindo com ela quando veio de Padã-Arã para se casar com Isaque, faleceu. Foi sepultada junto a um carvalho no vale perto de Betel. Passaram a chamar esta árvore de Alom-Bacute, “Carvalho do Choro”.
O Senhor apareceu a Jacó novamente e o abençoou. Repetiu que seu nome era Jacó, mas não se chamaria mais por esse nome. O Senhor deu a ele o nome de Israel.
O Senhor também lhe disse que era (e é) o Senhor Todo-Poderoso. Que Jacó se tornaria uma grande nação, e até mesmo muitas nações. Reis sairiam dele. A terra que o Senhor havia dado a Abraão e a Isaque, daria a ele e a seus descendentes. Depois que o Senhor falou com ele, elevou-se do lugar onde estava.
Jacó levantou uma coluna de pedra para marcar aquele lugar. Derramou vinho e ungiu a coluna com azeite de oliva.
Depois foi para Efatra, que é Belém. No caminho Raquel sentiu as dores de parto. Acabou morrendo. Em seu último suspiro chamou seu filho de Benoni, “filho da minha aflição”, mas seu pai o chamou de Benjamim, “filho da minha destra”.
Raquel foi sepultada junto ao caminho para Efrata. Sobre seu túmulo Jacó levantou um momento de pedra. Até hoje (hoje mesmo), existe um monumento ali marcando sua sepultura, no caminho que vai para Belém.
Jacó continuou sua viagem. Acampou depois de Migdal-Éder. Ali, Rúben, seu primogênito, deitou-se com Bila, sua concubina. Jacó ficou sabendo. Pelo jeito, não fez nada. Não por enquanto.
Então Jacó voltou à casa de Isaque, em Manre, perto de Quiriate-Arba (hoje chamada Hebrom).
Isaque viveu cento e oitenta anos. Morreu em boa velhice. Seus filhos Esaú e Jacó, o sepultaram.
Que aprendamos a obedecer ao Senhor sempre que nos der uma orientação. Que levantemos altares ao Único Senhor, em todos os lugares por onde passarmos. E que o terror do Senhor seja testemunho de que o Senhor está conosco.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Gênesis 33.1-20
Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html
Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.
Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.
Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!
Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.
Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.
Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel. Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.
Continuamos em nossa próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html
Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.
Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.
Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!
Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.
Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.
Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel. Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.
Continuamos em nossa próxima postagem. Até já.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Gênesis 30.1-43
Leitura do dia 09/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Jacó casando-se com Lia e Raquel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-291-35.html
Agora, caminharemos através do capítulo trinta de Gênesis.
Quando Raquel viu que não engravidava, teve inveja de Lia. Provavelmente a primeira vez que isso aconteceu. Ela implorou a Jacó que lhe desse filhos, ou morreria. Não era a Jacó que Raquel deveria implorar. Jacó ficou enfurecido com Raquel. Disse-lhe que não era Deus. Foi Ele que não permitiu que ela tivesse filhos.
Diferente de Isaque que orou insistentemente ao Senhor para que Rebeca tivesse filhos, não temos essa informação sobre Jacó. Raquel deu a Jacó sua serva Bila para ter filhos através dela, como Sara havia dado Hagar a Abraão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Bila engravidou. Raquel chamou o menino de Dã, “Ele julgou”. O Senhor havia lhe feito justiça. Havia ouvido seu pedido e lhe dado um filho. Depois, Bila teve outro filho, Naftali, “minha luta”. Havia lutado com sua irmã e vencido.
Quando Lia viu que havia parado de engravidar (após o quarto filho), deu sua serva Zilpa para Jacó.
Ela engravidou. Lia chamou o menino de Gade, “Boa fortuna”. Zilpa teve outro filho, Aser, “Feliz”. Um dia, durante a colheita do trigo, Rúben encontrou mandrágoras, plantas consideradas afrodisíacas. Raquel suplicou a Lia que lhe desse. Lia a acusou de ter roubado seu marido, o que sabemos, não era verdade. Mas acabou cedendo a Raquel. Trocou as mandrágoras por Jacó. Quando Jacó voltou do campo, Lia lhe disse que aquela noite deitaria com ela. Ela o havia comprado com as mandrágoras que seu filho encontrara. Que situação!
Lia também orava pedindo filhos. O Senhor a ouviu. Ela engravidou. Teve um quinto filho. Issacar, “Recompensa”. Considerou que o Senhor a recompensara por ter dado sua serva a seu marido. Depois, engravidou novamente, agora de Zebulom, “Honra”. Seu desejo era que seu marido a tratasse com respeito por ter lhe dado seis filhos. Ela novamente engravidou. Dessa vez teve uma menina, Diná. E não falou nada a respeito.
Então o Senhor se lembrou de Raquel, aquele mesmo tipo de lembrança que aconteceu com relação a Noé. Ele permitiu que ela se tornasse fértil. Teve um menino, José, “Que Ele acrescente”. Ao ver o menino ela exclamou que o Senhor havia lhe tirado a vergonha. Que Ele acrescentasse outro filho àquele.
Na postagem anterior, vimos Jacó casando-se com Lia e Raquel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-291-35.html
Agora, caminharemos através do capítulo trinta de Gênesis.
Quando Raquel viu que não engravidava, teve inveja de Lia. Provavelmente a primeira vez que isso aconteceu. Ela implorou a Jacó que lhe desse filhos, ou morreria. Não era a Jacó que Raquel deveria implorar. Jacó ficou enfurecido com Raquel. Disse-lhe que não era Deus. Foi Ele que não permitiu que ela tivesse filhos.
Diferente de Isaque que orou insistentemente ao Senhor para que Rebeca tivesse filhos, não temos essa informação sobre Jacó. Raquel deu a Jacó sua serva Bila para ter filhos através dela, como Sara havia dado Hagar a Abraão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Bila engravidou. Raquel chamou o menino de Dã, “Ele julgou”. O Senhor havia lhe feito justiça. Havia ouvido seu pedido e lhe dado um filho. Depois, Bila teve outro filho, Naftali, “minha luta”. Havia lutado com sua irmã e vencido.
Quando Lia viu que havia parado de engravidar (após o quarto filho), deu sua serva Zilpa para Jacó.
Ela engravidou. Lia chamou o menino de Gade, “Boa fortuna”. Zilpa teve outro filho, Aser, “Feliz”. Um dia, durante a colheita do trigo, Rúben encontrou mandrágoras, plantas consideradas afrodisíacas. Raquel suplicou a Lia que lhe desse. Lia a acusou de ter roubado seu marido, o que sabemos, não era verdade. Mas acabou cedendo a Raquel. Trocou as mandrágoras por Jacó. Quando Jacó voltou do campo, Lia lhe disse que aquela noite deitaria com ela. Ela o havia comprado com as mandrágoras que seu filho encontrara. Que situação!
Lia também orava pedindo filhos. O Senhor a ouviu. Ela engravidou. Teve um quinto filho. Issacar, “Recompensa”. Considerou que o Senhor a recompensara por ter dado sua serva a seu marido. Depois, engravidou novamente, agora de Zebulom, “Honra”. Seu desejo era que seu marido a tratasse com respeito por ter lhe dado seis filhos. Ela novamente engravidou. Dessa vez teve uma menina, Diná. E não falou nada a respeito.
Então o Senhor se lembrou de Raquel, aquele mesmo tipo de lembrança que aconteceu com relação a Noé. Ele permitiu que ela se tornasse fértil. Teve um menino, José, “Que Ele acrescente”. Ao ver o menino ela exclamou que o Senhor havia lhe tirado a vergonha. Que Ele acrescentasse outro filho àquele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-81-1032.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/quando-deus-se-lembra.html
Logo depois que Raquel teve José, Jacó pediu a Labão que o deixasse retornar para sua casa. Labão pediu que ficasse. Sabia que havia enriquecido porque o Senhor o abençoara por causa de Jacó. Que Jacó lhe dissesse qual salário queria.
Jacó queria voltar para a casa de seu pai. Disse que antes dele, Labão tinha pouco. Que realmente o Senhor o abençoara por meio do seu trabalho. Agora queria trabalhar para sua família. Novamente Labão perguntou qual o salário que Jacó queria.
Jacó lhe fez uma proposta. Passaria por todo o rebanho. Recolheria os que fossem salpicados e malhados. Esse seria seu salário. Ele os separou. Entregou a seus filhos mais velhos, que passaram a cuidar deles a uma distância de três dias do rebanho de Labão. Depois Jacó pegou uns galhos de álamo, amendoeira e plátano. Tirou suas cascas, formando listras brancas. Colocou-os onde o rebanho acasalava. O rebanho nascia listrado, salpicado e malhado. Jacó fazia assim somente com as fêmeas mais fortes. Seu rebanho cresceu muito e ele se tornou muito rico.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/quando-deus-se-lembra.html
Logo depois que Raquel teve José, Jacó pediu a Labão que o deixasse retornar para sua casa. Labão pediu que ficasse. Sabia que havia enriquecido porque o Senhor o abençoara por causa de Jacó. Que Jacó lhe dissesse qual salário queria.
Jacó queria voltar para a casa de seu pai. Disse que antes dele, Labão tinha pouco. Que realmente o Senhor o abençoara por meio do seu trabalho. Agora queria trabalhar para sua família. Novamente Labão perguntou qual o salário que Jacó queria.
Jacó lhe fez uma proposta. Passaria por todo o rebanho. Recolheria os que fossem salpicados e malhados. Esse seria seu salário. Ele os separou. Entregou a seus filhos mais velhos, que passaram a cuidar deles a uma distância de três dias do rebanho de Labão. Depois Jacó pegou uns galhos de álamo, amendoeira e plátano. Tirou suas cascas, formando listras brancas. Colocou-os onde o rebanho acasalava. O rebanho nascia listrado, salpicado e malhado. Jacó fazia assim somente com as fêmeas mais fortes. Seu rebanho cresceu muito e ele se tornou muito rico.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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Rebeca,
Zilpa
Gênesis 27.46-28.23
Leitura do dia 09/01 (Leitura Bíblica Anual).
Ontem caminhamos através dos capítulos vinte e cinco ao versículo quarenta e cinco do capítulo vinte e sete de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-251-26.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2527-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-261-11.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2612-33.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2634-2746.html
Hoje, caminharemos do versículo quarenta e seis do capítulo vinte e sete até o capítulo trinta e um. Nesta primeira postagem, iremos até o final do capítulo vinte e oito.
Depois que conversou com Jacó, para que fosse a Padã-Arã, Rebeca falou com Isaque. Disse que preferia morrer a ver Jacó casado com mulheres hititas, como Esaú. Isaque mandou chamar Jacó. Aparentemente não há nenhum rancor. Isaque o abençoou, com a mesma benção que havia sido abençoado e disse que não se casasse com uma canaanita. Que fosse até à casa de seu avô Betuel e se casasse com uma das filhas de seu tio Labão, irmão de sua mãe. Jacó obedeceu seu pai.
Esaú ficou sabendo que Isaque havia abençoado e enviado Jacó a Padã-Arã para encontrar uma esposa. Soube também que Jacó havia obedecido. Ficou claro para ele que seu pai não aprovava as mulheres daquela região, então foi visitar Ismael, seu tio, e tomou mais uma mulher para si, uma das filhas de Ismael. Não sei se queria agradar seu pai, tomando uma parente para esposa ou se estava mostrando sua independência.
Jacó caminhou de Berseba rumo a Harã. Quando o sol se pôs, escolheu um lugar para dormir. Pegou uma pedra como travesseiro e deitou. Sonhou com uma escada que ia da terra ao céu. Ele viu os anjos do Senhor subindo e descendo aquela escada. No topo da escada viu o Senhor que lhe falou que era (e é) o Senhor, o Deus de seu avô Abraão e de seu pai Isaque. Que a terra onde estava pertencia a ele. O Senhor a daria e a seus descendentes. Disse que sua descendência se espalharia por todos os lados e todas as famílias da terra seriam abençoadas por intermédio dele e de seus descendentes. Além disso, o Senhor disse que estaria com Ele, que o protegeria, onde quer que fosse. Um dia o traria de volta àquela terra. Não o deixaria enquanto não tivesse dado a Jacó tudo que lhe prometera.
Quando Jacó acordou, afirmou que o Senhor estava naquele lugar. E não havia percebido. Ficou tomado pelo temor. Ali era a casa do Senhor e a porta para os céus. Na manhã seguinte Jacó levantou-se bem cedo, tomou a pedra que havia deitado nela. Colocou-a em pé, como uma coluna. Derramou azeite sobre ela e chamou o lugar de Betel, “Casa de Deus”.
Jacó ficou muito impactado. Fez um voto. Se o Senhor fosse com ele, se o protegesse, se o provesse de alimento e roupa e se o fizesse voltar à casa de seu pai, o Senhor seria seu Deus. Aquele lugar seria um lugar de adoração. E ele daria ao Senhor a décima parte de tudo que o Senhor lhe desse. Gostaria de frisar que Jacó disse que daria ao Senhor a décima parte de tudo que o Senhor lhe desse. Pernsemos nisso.
Veremos o que aconteceu, nos próximos capítulos. Até já.
Ontem caminhamos através dos capítulos vinte e cinco ao versículo quarenta e cinco do capítulo vinte e sete de Gênesis.
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Hoje, caminharemos do versículo quarenta e seis do capítulo vinte e sete até o capítulo trinta e um. Nesta primeira postagem, iremos até o final do capítulo vinte e oito.
Depois que conversou com Jacó, para que fosse a Padã-Arã, Rebeca falou com Isaque. Disse que preferia morrer a ver Jacó casado com mulheres hititas, como Esaú. Isaque mandou chamar Jacó. Aparentemente não há nenhum rancor. Isaque o abençoou, com a mesma benção que havia sido abençoado e disse que não se casasse com uma canaanita. Que fosse até à casa de seu avô Betuel e se casasse com uma das filhas de seu tio Labão, irmão de sua mãe. Jacó obedeceu seu pai.
Esaú ficou sabendo que Isaque havia abençoado e enviado Jacó a Padã-Arã para encontrar uma esposa. Soube também que Jacó havia obedecido. Ficou claro para ele que seu pai não aprovava as mulheres daquela região, então foi visitar Ismael, seu tio, e tomou mais uma mulher para si, uma das filhas de Ismael. Não sei se queria agradar seu pai, tomando uma parente para esposa ou se estava mostrando sua independência.
Jacó caminhou de Berseba rumo a Harã. Quando o sol se pôs, escolheu um lugar para dormir. Pegou uma pedra como travesseiro e deitou. Sonhou com uma escada que ia da terra ao céu. Ele viu os anjos do Senhor subindo e descendo aquela escada. No topo da escada viu o Senhor que lhe falou que era (e é) o Senhor, o Deus de seu avô Abraão e de seu pai Isaque. Que a terra onde estava pertencia a ele. O Senhor a daria e a seus descendentes. Disse que sua descendência se espalharia por todos os lados e todas as famílias da terra seriam abençoadas por intermédio dele e de seus descendentes. Além disso, o Senhor disse que estaria com Ele, que o protegeria, onde quer que fosse. Um dia o traria de volta àquela terra. Não o deixaria enquanto não tivesse dado a Jacó tudo que lhe prometera.
Quando Jacó acordou, afirmou que o Senhor estava naquele lugar. E não havia percebido. Ficou tomado pelo temor. Ali era a casa do Senhor e a porta para os céus. Na manhã seguinte Jacó levantou-se bem cedo, tomou a pedra que havia deitado nela. Colocou-a em pé, como uma coluna. Derramou azeite sobre ela e chamou o lugar de Betel, “Casa de Deus”.
Jacó ficou muito impactado. Fez um voto. Se o Senhor fosse com ele, se o protegesse, se o provesse de alimento e roupa e se o fizesse voltar à casa de seu pai, o Senhor seria seu Deus. Aquele lugar seria um lugar de adoração. E ele daria ao Senhor a décima parte de tudo que o Senhor lhe desse. Gostaria de frisar que Jacó disse que daria ao Senhor a décima parte de tudo que o Senhor lhe desse. Pernsemos nisso.
Veremos o que aconteceu, nos próximos capítulos. Até já.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Gênesis 26.34-27.46
Leitura do dia 08/01 (Leitura Bíblica Anual).
Em nossa última postagem vimos Abimeleque ir até Isaque. Queria fazer uma aliança. Via que o Senhor era com Isaque.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2612-33.html
Agora, caminharemos do versículo trinta e quatro do capítulo vinte e seis até o final do capítulo vinte e sete.
Quando Esaú estava com quarenta anos casou-se.
Com duas mulheres hititas. Elas eram uma grande dor de cabeça e desgosto para Isaque e Rebeca.
O tempo passou. Isaque já era velho e estava ficando cego. Ele chamou Esaú, seu filho mais velho. Pediu-lhe que fosse caçar. Queria comer seu prato preferido. Depois, lhe daria a benção que lhe pertencia, como filho mais velho, antes de morrer. Rebeca escutou. Assim que Esaú saiu para caçar, chamou Jacó. Contou-lhe o que ouvira. Ordenou que fosse ao rebanho. Trouxesse dois dos melhores cabritos que encontrasse. Ela iria preparar o prato preferido de Isaque e ele o levaria, recebendo a benção. Jacó ficou em pânico. Como? Esaú era peludo, ele não. Se Isaque descobrisse, iria amaldiçoá-lo ao invés de abençoá-lo. Rebeca disse que, caso acontecesse, ela seria amaldiçoada em seu lugar. Jacó obedeceu sua mãe. Ela cozinhou como Isaque gostava. Parece que ambos, Isaque e Esaú, gostavam muito de comer.
Vamos pensar em algumas coisas?
Cuidado! Se a voz for de Jacó, verifique, com certeza se é ele. Ninguém tem a voz de um e as mãos de outro. Ou é Esaú. Ou é Jacó. Não se deixe enganar.
Infelizmente em nossa cultura não valorizamos a benção como deveríamos. Rebeca estava disposta a ser amaldiçoada para que Jacó fosse abençoado. Jacó enganou seu pai para ser abençoado. Esaú chorou amargamente, com o coração aos pedaços porque desejava apenas uma benção. Isaque tremeu incontrolavelmente quando soube que não abençoara Esaú, seu preferido.
Quando Isaque explicou a Esaú que havia abençoado Jacó, afirmou que já garantira a ele fartura de cereais e vinho. Olha o poder de uma benção! Como pais, devemos abençoar nossos filhos. Como filhos, devemos desejar a benção de nossos pais.
Será que se Isaque e Rebeca conversassem mais, se orassem juntos, isso teria acontecido? Afinal, o Senhor havia dito a Rebeca que Esaú serviria a Jacó. Que ele seria uma nação maior que Esaú. Por que Rebeca não compartilhou essa revelação com seu marido? Tudo poderia ter sido diferente.
Em nossa última postagem vimos Abimeleque ir até Isaque. Queria fazer uma aliança. Via que o Senhor era com Isaque.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2612-33.html
Agora, caminharemos do versículo trinta e quatro do capítulo vinte e seis até o final do capítulo vinte e sete.
Quando Esaú estava com quarenta anos casou-se.
Com duas mulheres hititas. Elas eram uma grande dor de cabeça e desgosto para Isaque e Rebeca.
O tempo passou. Isaque já era velho e estava ficando cego. Ele chamou Esaú, seu filho mais velho. Pediu-lhe que fosse caçar. Queria comer seu prato preferido. Depois, lhe daria a benção que lhe pertencia, como filho mais velho, antes de morrer. Rebeca escutou. Assim que Esaú saiu para caçar, chamou Jacó. Contou-lhe o que ouvira. Ordenou que fosse ao rebanho. Trouxesse dois dos melhores cabritos que encontrasse. Ela iria preparar o prato preferido de Isaque e ele o levaria, recebendo a benção. Jacó ficou em pânico. Como? Esaú era peludo, ele não. Se Isaque descobrisse, iria amaldiçoá-lo ao invés de abençoá-lo. Rebeca disse que, caso acontecesse, ela seria amaldiçoada em seu lugar. Jacó obedeceu sua mãe. Ela cozinhou como Isaque gostava. Parece que ambos, Isaque e Esaú, gostavam muito de comer.
Rebeca pegou uma das roupas de Esaú que estava em sua casa. Jacó vestiu-as. Tomou também a pele dos cabritos e cobriu os braços de Jacó e seu pescoço. Entregou-lhe o pão e a refeição. Jacó levou a comida a seu pai. Como estava quase ficando cego, Isaque perguntou quem era. Jacó disse que era Esaú. Isaque ordenou-lhe que chegasse mais perto. Apalpou e disse que a voz era de Jacó mas as mãos eram de Esaú. Ele sentiu o perfume das roupas de Esaú, em Jacó e o abençoou.
Assim que Isaque abençoou Jacó e este saiu de sua presença, Esaú chegou de sua caçada. Preparou uma refeição bem saborosa (um parêntese aqui: os homens dessa família sabiam cozinhar, com certeza!). Quando a refeição preferida de Isaque estava pronta, Esaú levou até ele. Pediu que Isaque sentasse. Comesse de sua caça e o abençoasse.
Isaque perguntou quem era. Ele respondeu. Isaque tremeu incontrolavelmente. Desolado. Contou a Esaú o que acontecera. Já havia comido e abençoado seu irmão. Agora, não havia como mudar. Aquela benção deveria permanecer. Quando Esaú ouviu, ficou completamente amargurado. Gritou suplicando que seu pai o abençoasse também. Isaque disse que seu irmão o havia enganado e levou a benção que lhe pertencia. Esaú disse que não era de admirar. Ele havia tomado seus direitos de filho mais velho e agora roubara sua benção. Ainda assim perguntou ao pai se não havia nenhuma benção sequer para ele. Isaque respondeu que havia feito de Jacó o senhor de Esaú. Garantira a ele fartura de cereais e vinho. O que restava para dar a Esaú? Esaú começou a chorar. Em alta voz. Clamava que o pai lhe desse ao menos uma benção. Seu pai o abençoou dizendo que um dia ele iria conseguir se libertar e sacudiria do pescoço o jugo.
Assim que Isaque abençoou Jacó e este saiu de sua presença, Esaú chegou de sua caçada. Preparou uma refeição bem saborosa (um parêntese aqui: os homens dessa família sabiam cozinhar, com certeza!). Quando a refeição preferida de Isaque estava pronta, Esaú levou até ele. Pediu que Isaque sentasse. Comesse de sua caça e o abençoasse.
Isaque perguntou quem era. Ele respondeu. Isaque tremeu incontrolavelmente. Desolado. Contou a Esaú o que acontecera. Já havia comido e abençoado seu irmão. Agora, não havia como mudar. Aquela benção deveria permanecer. Quando Esaú ouviu, ficou completamente amargurado. Gritou suplicando que seu pai o abençoasse também. Isaque disse que seu irmão o havia enganado e levou a benção que lhe pertencia. Esaú disse que não era de admirar. Ele havia tomado seus direitos de filho mais velho e agora roubara sua benção. Ainda assim perguntou ao pai se não havia nenhuma benção sequer para ele. Isaque respondeu que havia feito de Jacó o senhor de Esaú. Garantira a ele fartura de cereais e vinho. O que restava para dar a Esaú? Esaú começou a chorar. Em alta voz. Clamava que o pai lhe desse ao menos uma benção. Seu pai o abençoou dizendo que um dia ele iria conseguir se libertar e sacudiria do pescoço o jugo.
Daquele momento em diante, Esaú passou a odiar seu irmão. Começou a tramar sua morte. Assim que seu pai morresse, mataria Jacó. Rebeca soube. Pediu a Jacó que fosse para a casa de Labão e lá ficasse até Esaú se acalmar. Ela não tinha como perder dois filhos no mesmo dia. Foi até Isaque e disse que estava cansada daquelas mulheres hititas de Esaú. Preferia morrer a ver Jacó se casar com um delas.
Vamos pensar em algumas coisas?
Cuidado! Se a voz for de Jacó, verifique, com certeza se é ele. Ninguém tem a voz de um e as mãos de outro. Ou é Esaú. Ou é Jacó. Não se deixe enganar.
Infelizmente em nossa cultura não valorizamos a benção como deveríamos. Rebeca estava disposta a ser amaldiçoada para que Jacó fosse abençoado. Jacó enganou seu pai para ser abençoado. Esaú chorou amargamente, com o coração aos pedaços porque desejava apenas uma benção. Isaque tremeu incontrolavelmente quando soube que não abençoara Esaú, seu preferido.
Quando Isaque explicou a Esaú que havia abençoado Jacó, afirmou que já garantira a ele fartura de cereais e vinho. Olha o poder de uma benção! Como pais, devemos abençoar nossos filhos. Como filhos, devemos desejar a benção de nossos pais.
Será que se Isaque e Rebeca conversassem mais, se orassem juntos, isso teria acontecido? Afinal, o Senhor havia dito a Rebeca que Esaú serviria a Jacó. Que ele seria uma nação maior que Esaú. Por que Rebeca não compartilhou essa revelação com seu marido? Tudo poderia ter sido diferente.
Que possamos agir diferente da maneira que Rebeca agiu nesta situação. Que compartilhemos as palavras do Senhor com quem está envolvido, para orarmos juntos e recebermos Sua orientação. Que não enganemos ninguém para conseguir as bençãos do Senhor. Não é correto. Não é o que o Senhor espera de nós.
Nossa caminhada de hoje termina aqui. Amanhã leremos Gênesis, do capítulo vinte e oito ao capítulo trinta e um. Espero você. Até lá.
Nossa caminhada de hoje termina aqui. Amanhã leremos Gênesis, do capítulo vinte e oito ao capítulo trinta e um. Espero você. Até lá.
Gênesis 26.12-33
Na postagem anterior, vimos Isaque agindo como Abraão. E Abimeleque, rei dos filisteus, mostrando ser temente ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-261-11.html
Continuamos através do capítulo vinte e seis, a partir do versículo doze, até o versículo trinta e três.
Naquele ano, mesmo com a fome que assolava a terra, Isaque plantou e colheu cem vezes mais do que havia semeado. Sua semente gerou a “cem por um”, por um motivo, o Senhor o abençoou. Isaque prosperou. Tornou-se rico e influente. Três situações diferentes. Ele prosperou. Prosperidade significa ter o que precisamos para fazer uma boa viagem. Além de ser próspero, tornou-se rico e mais que isso, tornou-se influente. Adquiriu tanta riqueza que os filisteus tiveram inveja dele. Em retaliação, fecharam com terra todos os poços de Isaque. Aqueles que tinham sido cavados por seu pai.
Veja que os filisteus não o atacaram diretamente. Não queimaram, nem roubaram suas plantações. Ou servos. Eles foram além. Fecharam seus poços. Sem água não há vida. A situação chegou a tal ponto que Abimeleque ordenou que Isaque fosse para outro lugar. Havia se tornado muito poderoso. Poderoso demais para conviverem juntos. Isaque partiu. Foi ao vale de Gerar. Reabriu os poços que seu pai havia cavado e que os filisteus haviam fechado após a morte de Abraão. Colocou-lhe os mesmos nomes.
Seus servos também cavaram no vale de Gerar. Encontraram uma fonte de água corrente. Melhor que um poço. Mas os pastores daquele lugar entraram em conflito com seus pastores. Disseram que aquela água era deles. Lembre-se, eles estão em uma terra onde água é mais valiosa que ouro puro.
Os servos de Isaque cavaram mais um poço. Também discutiram. Então Isaque abandonou esse poço. Mandou que seus servos cavassem mais à frente. Dessa vez ninguém discutiu. Isaque chamou o poço de Reobote. Significa lugar espaçoso. Finalmente o Senhor havia criado espaço suficiente para que prosperassem naquela terra. Consegue pensar como Isaque era próspero, rico e influente?
Dali, Isaque foi para Berseba. Na noite de sua chegada o Senhor apareceu a ele. Disse que era (e é) o Senhor de seu pai. Que não tivesse medo. O Senhor estava com ele. Reafirmou Suas promessas. Isaque construiu um altar ali e invocou o nome do Senhor. Armou acampamento naquele local e cavaram mais um poço.
Um dia Abimeleque foi até ele. Estava acompanhado de seu conselheiro e o comandante de seu exército. Isaque perguntou o que estavam fazendo ali. Não era uma visita de amigos, uma vez que era evidente que o odiavam, já que o expulsaram de suas terras. Responderam que viam claramente que o Senhor estava com ele. Por isso queriam fazer uma aliança, sob juramento. Pediram que Isaque jurasse que nunca lhes faria mal, como eles não fizeram a ele enquanto estava em suas terras. Disseram que o trataram bem e o despediram em paz. Agora viam como o Senhor o abençoara.
Isaque lhes preparou um banquete. Eles comeram e beberam juntos. Na manhã seguinte, juraram solenemente não interferir na vida um do outro. Isaque os despediu e partiram em paz. No mesmo dia seus servos notificaram que haviam achado água em um novo poço cavado. Isaque chamou o poço de Seba, “juramento”. Até hoje aquela cidade chama-se Berseba (até hoje mesmo!).
Continuamos na próxima postagem. O capítulo vinte e sete de Gênesis. Até já.
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Gênesis 26.1-11
Leitura do dia 08/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos que Esaú desprezou seu direito de primogênito em troca de um prato de ensopado de lentilhas.
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Agora, caminharemos através do capítulo vinte e seis de Gênesis. Do versículo um ao onze.
Uma fome terrível atingiu a região que Isaque habitava. Ele teria que sair de lá. O Senhor lhe ordenou que não fosse para o Egito. Ordenou que Isaque obedecesse e ficasse ali, como estrangeiro.
Ele foi para Gerar, onde vivia Abimeleque, rei dos filisteus. Lembra dele?
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Quando o Senhor falou com Isaque, confirmou a promessa que havia feito a seu pai. Ele daria aquelas terras a Isaque e a seus descendentes. Como havia prometido solenemente a Abraão. Qual o valor de uma promessa solene do Senhor? Como duvidar dela? O Senhor também disse a Isaque que faria que seus descendentes fossem tão numerosos como as estrelas do céu. E por meio de sua descendência, todas as nações da terra seriam abençoadas. Faria isso porque Abraão lhe dera ouvidos e obedecera Seus mandamentos, decretos e instruções.
Quando os homens que viviam naquela região perguntaram a Isaque sobre Rebeca, ele disse que era sua irmã. Teve medo de dizer que era sua mulher. Era muito bonita. Imaginava que o matariam para ficar com ela. Que coisa! O mesmo comportamento de seu pai, embora não tivesse presenciado! O mesmo medo, como seu pai. Que tenhamos cuidado para não repetir os erros de nossos antepassados. Que aprendamos a confiar inteiramente no Senhor.
Um dia, Abimeleque olhou pela janela e viu Isaque acariciar Rebeca. Imediatamente mandou chamá-lo. Disse-lhe que era evidente que Rebeca não era sua irmã e sim sua mulher. Quase a mesma situação vivida anteriormente com Abraão. Abimeleque ficou indignado. Perguntou o motivo de Isaque ter falado assim. Um de seus homens poderia ter se deitado com sua esposa e por causa dele, de Isaque, Abimeleque e seu povo seriam culpados de grande pecado. Que terrível poderia ter sido para Isaque! Ele que, como Abraão, deveria abençoar todas as nações, levar culpa ao povo de Abimeleque!
Abimeleque declarou a todo o seu povo que se alguém tocasse em Isaque ou em sua mulher, seria executado. Ele levada a sério seu temor ao Senhor.
Na postagem anterior, vimos que Esaú desprezou seu direito de primogênito em troca de um prato de ensopado de lentilhas.
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Agora, caminharemos através do capítulo vinte e seis de Gênesis. Do versículo um ao onze.
Uma fome terrível atingiu a região que Isaque habitava. Ele teria que sair de lá. O Senhor lhe ordenou que não fosse para o Egito. Ordenou que Isaque obedecesse e ficasse ali, como estrangeiro.
Ele foi para Gerar, onde vivia Abimeleque, rei dos filisteus. Lembra dele?
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Quando o Senhor falou com Isaque, confirmou a promessa que havia feito a seu pai. Ele daria aquelas terras a Isaque e a seus descendentes. Como havia prometido solenemente a Abraão. Qual o valor de uma promessa solene do Senhor? Como duvidar dela? O Senhor também disse a Isaque que faria que seus descendentes fossem tão numerosos como as estrelas do céu. E por meio de sua descendência, todas as nações da terra seriam abençoadas. Faria isso porque Abraão lhe dera ouvidos e obedecera Seus mandamentos, decretos e instruções.
Quando os homens que viviam naquela região perguntaram a Isaque sobre Rebeca, ele disse que era sua irmã. Teve medo de dizer que era sua mulher. Era muito bonita. Imaginava que o matariam para ficar com ela. Que coisa! O mesmo comportamento de seu pai, embora não tivesse presenciado! O mesmo medo, como seu pai. Que tenhamos cuidado para não repetir os erros de nossos antepassados. Que aprendamos a confiar inteiramente no Senhor.
Um dia, Abimeleque olhou pela janela e viu Isaque acariciar Rebeca. Imediatamente mandou chamá-lo. Disse-lhe que era evidente que Rebeca não era sua irmã e sim sua mulher. Quase a mesma situação vivida anteriormente com Abraão. Abimeleque ficou indignado. Perguntou o motivo de Isaque ter falado assim. Um de seus homens poderia ter se deitado com sua esposa e por causa dele, de Isaque, Abimeleque e seu povo seriam culpados de grande pecado. Que terrível poderia ter sido para Isaque! Ele que, como Abraão, deveria abençoar todas as nações, levar culpa ao povo de Abimeleque!
Abimeleque declarou a todo o seu povo que se alguém tocasse em Isaque ou em sua mulher, seria executado. Ele levada a sério seu temor ao Senhor.
É provável que Abimeleque fosse um título para os reis dos filisteus nesta época, como Faraó era para os reis do Egito.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Gênesis 25.1-26
Ontem caminhamos em Gênesis, do capítulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-211-7.html
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Hoje, nossa caminhada será do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Lembre-se, nosso alvo é lermos diariamente as Escrituras, terminando Apocalipse em dezembro (Leitura Bíblica Anual).
A primeira postagem será do versículo um ao versículo vinte e seis, do capítulo vinte e cinco de Gênesis. Abra sua Bíblia, leia primeiro e retorne aqui.
Abraão casou-se novamente. Teve muitos filhos. Mas deu tudo o que possuía para Isaque. A seus outros filhos, deu muitos presentes. Separou-os de Isaque, enviando-os para as terras do norte. Viveu cento e setenta e cinco anos. Morreu após uma longa e feliz vida. Seus filhos Isaque e Ismael o sepultaram. No mesmo lugar onde Sara estava sepultada, na caverna de Macpela, que ele havia comprado de Efrom, o hitita. Depois que Abraão morreu, o Senhor abençoou Isaque. Ele se estabeleceu no Neguebe.
Ismael teve doze filhos, que deram origem a doze tribos. Ocuparam a região que ia de Havilá a Sur, a leste do Egito. Ali viveram em aberta oposição a seus parentes, como o Senhor havia dito que seria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Isaque casou-se quando estava com quarenta anos. Rebeca era estéril. Ele orou insistentemente por ela. O Senhor ouviu sua oração. Ela engravidou. Durante a gravidez, algo aconteceu em seu ventre. Ela não sabia o que era. Devia sentir muitas dores. Orou e perguntou ao Senhor porque aquilo estava acontecendo. O Senhor lhe respondeu que havia dois filhos em seu ventre. Eles se tornariam duas nações. E desde o começo seriam rivais. Uma nação seria mais forte que a outra. Seu filho mais velho serviria ao mais novo. Quando deu à luz, Rebeca viu que realmente eram gêmeos. O mais velho era ruivo e cabeludo, chamaram-no de Esaú. O mais novo nasceu com a mão agarrada ao calcanhar do mais velho, como se quisesse ter passado à frente e nascido antes, chamaram-no Jacó.
Havia passado vinte anos desde o casamento. Isaque estava agora com sessenta anos. Ele orou e esperou por vinte anos para ser pai!
Continuamos na próxima postagem. Até já.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Gênesis 24.1-67
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos que Sara faleceu. Abraão desejou sepultá-la na caverna de Macpela. Negociou o terreno com Efrom, o hitita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-231-20.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e quatro. Do versículo um ao versículo sessenta e sete. Estamos prontos?
Quando Sara faleceu, Isaque estava com trinta e sete anos. Abraão com cento e trinta e sete. Bem idoso. O Senhor o abençoara em tudo. Um dia, pediu a seu servo mais antigo, o homem que era encarregado da administração e organização de sua casa, que jurasse pelo Senhor, o Deus dos céus e da terra, que não deixaria Isaque casar-se com uma das mulheres daquela terra. Abraão queria que ele fosse até sua terra natal e, de sua família, trouxesse uma mulher para casar-se com Isaque.
Antes de jurar, o servo, prudente, perguntou se caso fosse até lá e a mulher não quisesse vir com ele, o que aconteceria. Era longe. Ela não conhecia Isaque. Ele deveria fazer o quê? Levar Isaque para morar na terra de Abraão? Abraão respondeu com um enfático “não”. Nunca deveria fazer Isaque retornar à sua terra natal. Ali era o lugar que o Senhor havia prometido aos descendentes de Abraão. Se a moça não quisesse vir, o servo estaria livre de seu juramento.
O servo jurou. Tendo Abraão como exemplo, não procrastinou. Tomou dez camelos de Abraão, carregou-os com presentes valiosos de todo tipo e partiu para Arã-Naaraim. Lá, dirigiu-se à cidade onde Naor, irmão de Abraão morava. Era muito distante. Ao entardecer, as mulheres saíam para tirar água do poço. Ele fez os camelos ajoelharem perto de um poço nos arredores da cidade. E esperou? Não! Ele orou!
Pediu ao Senhor, o Deus de seu senhor Abraão, que fosse bondoso para com Abraão, não com ele, com Abraão. Ele estava ali junto àquela fonte e as moças da cidade iam buscar água. Sua petição era: pediria a uma das moças que lhe desse água de seu cântaro, para que bebesse. Se ela dissesse que poderia beber e que daria também água para seus camelos, que fosse a moça que o Senhor havia escolhido para ser a mulher de Isaque, servo do Senhor. Assim, ele saberia que o Senhor havia sido bondoso para com Abraão. Você já pensou quanta água deve beber um camelo? Imagina dez! E depois de uma longa e cansativa viagem! Essa moça seria muito especial!
Antes de terminar sua oração, uma moça se aproximou. Ele olhou. Era muito bonita. Tinha idade para se casar. Era virgem (as virgens vestiam-se diferente das mulheres casadas). Ele correu até ela e lhe pediu um pouco de água. Ela prontamente abaixou seu cântaro e lhe ofereceu água. Também disse que tiraria água para seus camelos, até que ficassem satisfeitos. Uau! Quanta disposição! O homem a observava em silêncio, pensando se o Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Seria ela parente de Abraão?
Quando os camelos terminaram de beber água, ele lhe deu uma argola de ouro para o nariz e duas pulseiras grandes, também de ouro. Então perguntou de quem era filha e se haveria em sua casa lugar para hospedá-los naquela noite. A moça respondeu que era filha de Betuel e, para não deixar dúvidas, disse que era neta de Naor e Milca. E sim, tinham palha e forragem para os camelos e lugar para hóspedes. O homem imediatamente prostrou-se e adorou ao Senhor. Louvou o Senhor de seu senhor Abraão, pois havia demonstrado bondade e fidelidade ao seu senhor conduzindo-o direto aos seus parentes.
A moça correu para casa e contou à sua família o que havia acontecido. Quando seu irmão, Labão, viu as joias que carregava, correu ao encontro do servo de Abraão, para trazê-lo para casa. Lá os camelos foram descarregados, alimentados e guardados. Deram água para ele e seus servos lavarem os pés. Quando a refeição foi servida, o servo disse que não comeria enquanto não explicasse porque estava ali. Contou sua missão. Sua oração. E tudo que havia acontecido, exatamente como pedira ao Senhor. Até seu louvor o homem contou.
Quando terminou, perguntou se mostrariam bondade e fidelidade a seu senhor, deixando que a moça fosse com ele, para ser esposa de Isaque. Que eles dissessem logo sim ou não para que soubesse o que fazer a seguir. Labão, irmão de Rebeca e Betuel, seu pai, responderam que era evidente que fora o Senhor que o trouxera ali. Não havia o que eles pudessem dizer. Que levasse Rebeca com ele. Que ela fosse mulher de Isaque, como o Senhor havia dito que seria. Quando o servo de Abraão ouviu a resposta, prostrou-se no chão e novamente adorou ao Senhor. Em seguida, entregou joias de prata e ouro a Rebeca, além de vestidos. Também deu presentes valiosos a seu irmão e sua mãe.
Passaram a noite ali. Deveriam partir ao amanhecer do dia seguinte. Quando amanheceu, o servo de Abraão pediu para partir. Queria ir logo para a casa de seu senhor. Labão e a mãe de Rebeca pediram que ela ficasse dez dias com eles, depois poderia partir. O homem pediu que não o detivessem. O Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Agora, precisava voltar para seu senhor. Eles disseram, finalmente, que iam pedir a opinião de Rebeca. Chamaram-na e perguntaram se ela estava disposta a ir com aquele homem. Ela respondeu que sim. Eles se despediram. Abençoaram Rebeca. Que ela se tornasse mãe de milhares e que seus descendentes conquistassem as cidades de seus inimigos.
Montaram os camelos e foram até Abraão. Chegaram ao entardecer. Isaque caminhava pelo campo enquanto meditava. Levantou os olhos e viu os camelos aproximando. Quando Receba o viu, de longe, imediatamente desceu do camelo. Perguntou ao servo quem era. Ele respondeu que era Isaque. Ela cobriu o rosto com o véu, de acordo com o costume. Quando se aproximaram, o servo contou tudo a Isaque. Isaque levou Rebeca para a tenda de Sara. Ela tornou-se sua mulher. Ele a amou profundamente. Encontrou nela consolo pela morte de sua mãe.
Não sei você, eu amo essa história. Muito melhor que qualquer romance escrito por qualquer escritor ou escritora de renome. Foi escrito pelo Senhor, o Todo Poderoso. É rica em detalhes e nos mostra que, quando há propósitos, o Senhor, escolhe, guia e faz.
Hoje ficamos por aqui. Concluímos nossa jornada diária. Amanhã espero você para lermos Gênesis, do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Sara faleceu. Abraão desejou sepultá-la na caverna de Macpela. Negociou o terreno com Efrom, o hitita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-231-20.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e quatro. Do versículo um ao versículo sessenta e sete. Estamos prontos?
Quando Sara faleceu, Isaque estava com trinta e sete anos. Abraão com cento e trinta e sete. Bem idoso. O Senhor o abençoara em tudo. Um dia, pediu a seu servo mais antigo, o homem que era encarregado da administração e organização de sua casa, que jurasse pelo Senhor, o Deus dos céus e da terra, que não deixaria Isaque casar-se com uma das mulheres daquela terra. Abraão queria que ele fosse até sua terra natal e, de sua família, trouxesse uma mulher para casar-se com Isaque.
Antes de jurar, o servo, prudente, perguntou se caso fosse até lá e a mulher não quisesse vir com ele, o que aconteceria. Era longe. Ela não conhecia Isaque. Ele deveria fazer o quê? Levar Isaque para morar na terra de Abraão? Abraão respondeu com um enfático “não”. Nunca deveria fazer Isaque retornar à sua terra natal. Ali era o lugar que o Senhor havia prometido aos descendentes de Abraão. Se a moça não quisesse vir, o servo estaria livre de seu juramento.
O servo jurou. Tendo Abraão como exemplo, não procrastinou. Tomou dez camelos de Abraão, carregou-os com presentes valiosos de todo tipo e partiu para Arã-Naaraim. Lá, dirigiu-se à cidade onde Naor, irmão de Abraão morava. Era muito distante. Ao entardecer, as mulheres saíam para tirar água do poço. Ele fez os camelos ajoelharem perto de um poço nos arredores da cidade. E esperou? Não! Ele orou!
Pediu ao Senhor, o Deus de seu senhor Abraão, que fosse bondoso para com Abraão, não com ele, com Abraão. Ele estava ali junto àquela fonte e as moças da cidade iam buscar água. Sua petição era: pediria a uma das moças que lhe desse água de seu cântaro, para que bebesse. Se ela dissesse que poderia beber e que daria também água para seus camelos, que fosse a moça que o Senhor havia escolhido para ser a mulher de Isaque, servo do Senhor. Assim, ele saberia que o Senhor havia sido bondoso para com Abraão. Você já pensou quanta água deve beber um camelo? Imagina dez! E depois de uma longa e cansativa viagem! Essa moça seria muito especial!
Antes de terminar sua oração, uma moça se aproximou. Ele olhou. Era muito bonita. Tinha idade para se casar. Era virgem (as virgens vestiam-se diferente das mulheres casadas). Ele correu até ela e lhe pediu um pouco de água. Ela prontamente abaixou seu cântaro e lhe ofereceu água. Também disse que tiraria água para seus camelos, até que ficassem satisfeitos. Uau! Quanta disposição! O homem a observava em silêncio, pensando se o Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Seria ela parente de Abraão?
Quando os camelos terminaram de beber água, ele lhe deu uma argola de ouro para o nariz e duas pulseiras grandes, também de ouro. Então perguntou de quem era filha e se haveria em sua casa lugar para hospedá-los naquela noite. A moça respondeu que era filha de Betuel e, para não deixar dúvidas, disse que era neta de Naor e Milca. E sim, tinham palha e forragem para os camelos e lugar para hóspedes. O homem imediatamente prostrou-se e adorou ao Senhor. Louvou o Senhor de seu senhor Abraão, pois havia demonstrado bondade e fidelidade ao seu senhor conduzindo-o direto aos seus parentes.
A moça correu para casa e contou à sua família o que havia acontecido. Quando seu irmão, Labão, viu as joias que carregava, correu ao encontro do servo de Abraão, para trazê-lo para casa. Lá os camelos foram descarregados, alimentados e guardados. Deram água para ele e seus servos lavarem os pés. Quando a refeição foi servida, o servo disse que não comeria enquanto não explicasse porque estava ali. Contou sua missão. Sua oração. E tudo que havia acontecido, exatamente como pedira ao Senhor. Até seu louvor o homem contou.
Quando terminou, perguntou se mostrariam bondade e fidelidade a seu senhor, deixando que a moça fosse com ele, para ser esposa de Isaque. Que eles dissessem logo sim ou não para que soubesse o que fazer a seguir. Labão, irmão de Rebeca e Betuel, seu pai, responderam que era evidente que fora o Senhor que o trouxera ali. Não havia o que eles pudessem dizer. Que levasse Rebeca com ele. Que ela fosse mulher de Isaque, como o Senhor havia dito que seria. Quando o servo de Abraão ouviu a resposta, prostrou-se no chão e novamente adorou ao Senhor. Em seguida, entregou joias de prata e ouro a Rebeca, além de vestidos. Também deu presentes valiosos a seu irmão e sua mãe.
Passaram a noite ali. Deveriam partir ao amanhecer do dia seguinte. Quando amanheceu, o servo de Abraão pediu para partir. Queria ir logo para a casa de seu senhor. Labão e a mãe de Rebeca pediram que ela ficasse dez dias com eles, depois poderia partir. O homem pediu que não o detivessem. O Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Agora, precisava voltar para seu senhor. Eles disseram, finalmente, que iam pedir a opinião de Rebeca. Chamaram-na e perguntaram se ela estava disposta a ir com aquele homem. Ela respondeu que sim. Eles se despediram. Abençoaram Rebeca. Que ela se tornasse mãe de milhares e que seus descendentes conquistassem as cidades de seus inimigos.
Montaram os camelos e foram até Abraão. Chegaram ao entardecer. Isaque caminhava pelo campo enquanto meditava. Levantou os olhos e viu os camelos aproximando. Quando Receba o viu, de longe, imediatamente desceu do camelo. Perguntou ao servo quem era. Ele respondeu que era Isaque. Ela cobriu o rosto com o véu, de acordo com o costume. Quando se aproximaram, o servo contou tudo a Isaque. Isaque levou Rebeca para a tenda de Sara. Ela tornou-se sua mulher. Ele a amou profundamente. Encontrou nela consolo pela morte de sua mãe.
Não sei você, eu amo essa história. Muito melhor que qualquer romance escrito por qualquer escritor ou escritora de renome. Foi escrito pelo Senhor, o Todo Poderoso. É rica em detalhes e nos mostra que, quando há propósitos, o Senhor, escolhe, guia e faz.
Hoje ficamos por aqui. Concluímos nossa jornada diária. Amanhã espero você para lermos Gênesis, do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Até lá.
Gênesis 22.1-24
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Abimeleque reconhecer que o Senhor era com Abraão em tudo o que fazia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois de Gênesis. Do versículo um até o final.
Naquele tempo o Senhor provou a Abraão. Ele o chamou. Abraão, como sempre respondeu imediatamente. O Senhor ordenou-lhe que tomasse Isaque, seu único filho (isso mesmo), seu filho amado, fosse até à terra de Moriá e lá, em um dos montes que o Senhor lhe mostraria, oferecesse seu filho como holocausto ao Senhor. É difícil até acreditar que o Senhor tenha pedido tal coisa. Já sabemos o que fala a lei de Moisés. O Senhor era completamente contra sacrifício humano. Mas Moisés ainda não havia nascido. Faltava muito tempo ainda.
Novamente, na manhã seguinte, sem nenhuma procrastinação, sem nenhum lamento, sem tentar nenhuma negociação, Abraão levanta cedo. Prepara seu jumento. Leva consigo dois servos e Isaque. Vai até onde o Senhor lhe ordenara. Eles viajaram três dias. Três dias em que as entranhas de Abraão deviam estar completamente remoídas. Três dias. Ele olhava para Isaque, seu filho amado. Iria oferecê-lo como holocausto ao Senhor. O mesmo Senhor que havia lhe dito que sua descendência dependia de Isaque.
No terceiro dia Abraão viu o lugar onde deveria oferecer seu sacrifício. Ordenou que os moços ficassem. Iria com Isaque, adorariam e voltariam. Sim, foi o que disse. “Vamos adorar e depois voltaremos”.
Como já falei, há momentos em que tenho vontade de dar “uns cascudos” em Abraão. Mas não nesse momento. Estava indo oferecer seu filho em holocausto. E diz que irá adorar e voltar. Com ele. O que Abraão esperava? Ele sabia que o Senhor não mente. O fato de ter crido nas promessas do Senhor com relação à sua descendência o tornara justo aos olhos do Senhor. Então, alguma coisa o Senhor
faria. Que fé! Como não ser considerado amigo do Senhor e Pai da fé? Abraão "concluiu que, se Isaque morresse, Deus tinha poder para trazê-lo de volta à vida. E, em certo sentido, recebeu seu filho de volta dos mortos" (Hebreus 11.19). Aleluias!
Abraão colocou a lenha para o holocausto nos ombros de Isaque, enquanto ele levava o fogo e a faca. Essa cena lhe lembra alguma coisa? Isaque, inocente, levando a lenha para o monte onde seria entregue em holocausto. Nosso Pai deu Seu Único Filho, Seu Filho Amado, em nosso lugar (João 3.16).
Enquanto os dois caminham, em silêncio, Isaque chama seu pai. Abraão responde. Isaque diz que tinham o fogo e a lenha e pergunta: “Mas onde está o cordeiro para o holocausto”? Não conhecia outro tipo de holocausto. Esperava por um cordeiro. Onde está o cordeiro? Abraão responde que o Senhor providenciaria o cordeiro. E continuam caminhando. Não consigo imaginar o coração de Abraão. Ele tem minha admiração. Quando finalmente chegam ao lugar onde o Senhor havia indicado, Abraão constrói um altar. Arruma a lenha sobre ele. E agora? Onde está o cordeiro? Quando o altar e a lenha estão arrumados, Abraão amarra Isaque. Coloca-o no altar sobre a lenha. Pega a faca para sacrificá-lo. Seu filho.
O que será que Isaque pensava? Poderia ter fugido. Não o fez. Estava ali. Como um cordeiro que não abre sua boca quando vai ao matadouro (Isaías 53.7). Novamente lembro-me do meu Senhor, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
No momento em que Abraão ia matar Isaque, o Senhor o chama. Como sempre, imediatamente, ele responde. O Senhor ordena que não toque no rapaz. Agora Ele sabe que Abraão O teme de fato, pois não negou nem mesmo seu único e amado filho. Abraão levanta os olhos. Eis o cordeiro! Estava preso pelos cifres em um arbusto. Ele o oferece em holocausto, em lugar de seu filho. Aquele lugar fica conhecido como “O Senhor providenciará”. O Senhor novamente fala que o abençoará e sua descendência seria multiplicada grandemente. Por meio de seus descendentes, todas as nações da terra serão abençoadas. Tudo porque obedeceu ao Senhor.
Na postagem anterior, vimos Abimeleque reconhecer que o Senhor era com Abraão em tudo o que fazia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois de Gênesis. Do versículo um até o final.
Naquele tempo o Senhor provou a Abraão. Ele o chamou. Abraão, como sempre respondeu imediatamente. O Senhor ordenou-lhe que tomasse Isaque, seu único filho (isso mesmo), seu filho amado, fosse até à terra de Moriá e lá, em um dos montes que o Senhor lhe mostraria, oferecesse seu filho como holocausto ao Senhor. É difícil até acreditar que o Senhor tenha pedido tal coisa. Já sabemos o que fala a lei de Moisés. O Senhor era completamente contra sacrifício humano. Mas Moisés ainda não havia nascido. Faltava muito tempo ainda.
Novamente, na manhã seguinte, sem nenhuma procrastinação, sem nenhum lamento, sem tentar nenhuma negociação, Abraão levanta cedo. Prepara seu jumento. Leva consigo dois servos e Isaque. Vai até onde o Senhor lhe ordenara. Eles viajaram três dias. Três dias em que as entranhas de Abraão deviam estar completamente remoídas. Três dias. Ele olhava para Isaque, seu filho amado. Iria oferecê-lo como holocausto ao Senhor. O mesmo Senhor que havia lhe dito que sua descendência dependia de Isaque.
No terceiro dia Abraão viu o lugar onde deveria oferecer seu sacrifício. Ordenou que os moços ficassem. Iria com Isaque, adorariam e voltariam. Sim, foi o que disse. “Vamos adorar e depois voltaremos”.
Como já falei, há momentos em que tenho vontade de dar “uns cascudos” em Abraão. Mas não nesse momento. Estava indo oferecer seu filho em holocausto. E diz que irá adorar e voltar. Com ele. O que Abraão esperava? Ele sabia que o Senhor não mente. O fato de ter crido nas promessas do Senhor com relação à sua descendência o tornara justo aos olhos do Senhor. Então, alguma coisa o Senhor
faria. Que fé! Como não ser considerado amigo do Senhor e Pai da fé? Abraão "concluiu que, se Isaque morresse, Deus tinha poder para trazê-lo de volta à vida. E, em certo sentido, recebeu seu filho de volta dos mortos" (Hebreus 11.19). Aleluias!
Enquanto os dois caminham, em silêncio, Isaque chama seu pai. Abraão responde. Isaque diz que tinham o fogo e a lenha e pergunta: “Mas onde está o cordeiro para o holocausto”? Não conhecia outro tipo de holocausto. Esperava por um cordeiro. Onde está o cordeiro? Abraão responde que o Senhor providenciaria o cordeiro. E continuam caminhando. Não consigo imaginar o coração de Abraão. Ele tem minha admiração. Quando finalmente chegam ao lugar onde o Senhor havia indicado, Abraão constrói um altar. Arruma a lenha sobre ele. E agora? Onde está o cordeiro? Quando o altar e a lenha estão arrumados, Abraão amarra Isaque. Coloca-o no altar sobre a lenha. Pega a faca para sacrificá-lo. Seu filho.
O que será que Isaque pensava? Poderia ter fugido. Não o fez. Estava ali. Como um cordeiro que não abre sua boca quando vai ao matadouro (Isaías 53.7). Novamente lembro-me do meu Senhor, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
No momento em que Abraão ia matar Isaque, o Senhor o chama. Como sempre, imediatamente, ele responde. O Senhor ordena que não toque no rapaz. Agora Ele sabe que Abraão O teme de fato, pois não negou nem mesmo seu único e amado filho. Abraão levanta os olhos. Eis o cordeiro! Estava preso pelos cifres em um arbusto. Ele o oferece em holocausto, em lugar de seu filho. Aquele lugar fica conhecido como “O Senhor providenciará”. O Senhor novamente fala que o abençoará e sua descendência seria multiplicada grandemente. Por meio de seus descendentes, todas as nações da terra serão abençoadas. Tudo porque obedeceu ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Eles voltam até os servos que os esperavam. De lá foram para Berseba, onde Abraão continuou a morar. Pouco tempo depois, Abraão fica sabendo que Milca, mulher de Naor, seu irmão, havia lhe dado filhos.
O Senhor pediu a Abraão o que lhe era mais precioso. Abraão imediatamente entregou. Tomou a decisão e foi até o final, sem mudar de ideia. Sem fugas. Sem arrependimento. Sem barganhas. Sabia em quem cria. E nós? Temos essa mesma coragem? Essa fé inabalável no Senhor? E somos como Isaque? Nos deixamos ser sacrificados, sabendo que há uma promessa sobre nós?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Eles voltam até os servos que os esperavam. De lá foram para Berseba, onde Abraão continuou a morar. Pouco tempo depois, Abraão fica sabendo que Milca, mulher de Naor, seu irmão, havia lhe dado filhos.
O Senhor pediu a Abraão o que lhe era mais precioso. Abraão imediatamente entregou. Tomou a decisão e foi até o final, sem mudar de ideia. Sem fugas. Sem arrependimento. Sem barganhas. Sabia em quem cria. E nós? Temos essa mesma coragem? Essa fé inabalável no Senhor? E somos como Isaque? Nos deixamos ser sacrificados, sabendo que há uma promessa sobre nós?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Gênesis 21.1-7
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Prosseguimos nossa caminhada pelas páginas de Gênesis.
Ontem caminhamos do capítulo dezoito ao capítulo vinte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-201-18.html
Hoje, caminharemos do capitulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro. Os capítulos de hoje são mais longos. Dividiremos em mais postagens. Nessa primeira postagem, veremos o nascimento de Isaque. Do versículo um ao versículo sete, do capítulo vinte e um. E nas próximas seguiremos, até o final do capítulo vinte e quatro.
O texto começa de uma maneira que muito me agrada. O Senhor agiu em favor de Sara. Ele cumpriu o que havia prometido a ela. Agora, a promessa não é apenas para Abraão. Ela se vê claramente dentro da promessa. Se sente, com toda certeza, incluída. Sara realmente engravidou e deu à luz um filho. Exatamente (gosto muito disso), no tempo indicado pelo Senhor. Nem antes, nem depois.
Abraão colocou o nome do menino de Isaque, como o Senhor lhe havia dito que fizesse. Também em obediência ao Senhor, Isaque foi circuncidado no oitavo dia. Abraão tinha cem anos quando ele nasceu. Sara, noventa. Sara declarou que o Senhor a havia feito sorrir. Que maravilha quando reconhecemos as promessas do Senhor sendo cumpridas em nossas vidas. E damos a Ele o crédito devido. O Senhor havia feito Sara sorrir. Ela estava feliz. Declarou, com toda convicção, que todos que ficassem sabendo do que lhe aconteceu, ririam com ela. Risos puros de alegria, felicidade, contentamento. Ela não parava de ficar impressionada. Quem poderia imaginar que a mulher de Abraão amamentaria um bebê? E no entanto, em sua velhice, ela (não sua serva, não outra pessoa, ela), deu um filho a seu marido. Era muita felicidade. E gratidão.
Na próxima postagem, continuamos. Até já.
Prosseguimos nossa caminhada pelas páginas de Gênesis.
Ontem caminhamos do capítulo dezoito ao capítulo vinte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-201-18.html
Hoje, caminharemos do capitulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro. Os capítulos de hoje são mais longos. Dividiremos em mais postagens. Nessa primeira postagem, veremos o nascimento de Isaque. Do versículo um ao versículo sete, do capítulo vinte e um. E nas próximas seguiremos, até o final do capítulo vinte e quatro.
O texto começa de uma maneira que muito me agrada. O Senhor agiu em favor de Sara. Ele cumpriu o que havia prometido a ela. Agora, a promessa não é apenas para Abraão. Ela se vê claramente dentro da promessa. Se sente, com toda certeza, incluída. Sara realmente engravidou e deu à luz um filho. Exatamente (gosto muito disso), no tempo indicado pelo Senhor. Nem antes, nem depois.
Abraão colocou o nome do menino de Isaque, como o Senhor lhe havia dito que fizesse. Também em obediência ao Senhor, Isaque foi circuncidado no oitavo dia. Abraão tinha cem anos quando ele nasceu. Sara, noventa. Sara declarou que o Senhor a havia feito sorrir. Que maravilha quando reconhecemos as promessas do Senhor sendo cumpridas em nossas vidas. E damos a Ele o crédito devido. O Senhor havia feito Sara sorrir. Ela estava feliz. Declarou, com toda convicção, que todos que ficassem sabendo do que lhe aconteceu, ririam com ela. Risos puros de alegria, felicidade, contentamento. Ela não parava de ficar impressionada. Quem poderia imaginar que a mulher de Abraão amamentaria um bebê? E no entanto, em sua velhice, ela (não sua serva, não outra pessoa, ela), deu um filho a seu marido. Era muita felicidade. E gratidão.
Na próxima postagem, continuamos. Até já.
sábado, 5 de janeiro de 2019
Gênesis 17.1-27
Leitura do dia 05/01 (Leitura Bíblica Anual).
Em nossa leitura de hoje, já percorremos o capítulo quinze e o dezesseis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Agora, percorreremos o capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo vinte e sete.
Abrão está com noventa e nove anos. Ismael, treze. Nesta época, o Senhor apareceu a Abrão. Disse-lhe que era (e é) o Senhor Todo Poderoso. Ordenou que Abrão fosse fiel a Ele e tivesse uma vida íntegra. Íntegro significa “inteiro", "reto”. Abrão deveria ser completo em Deus. O Senhor também lhe disse que faria uma aliança com ele. Mais uma vez disse que sua descendência seria incontável. Quando Abrão ouviu, prostrou-se com o rosto no chão. O Senhor continuou falando. Disse que Sua aliança com ele seria fazê-lo pai de muitas nações. Além disso, o Senhor mudaria seu nome! Ao longo de nossa leitura, veremos o quão importante é a mudança de nome.
Abrão, “pai das alturas”, passou a ser chamado, a partir daquele momento, de Abraão, “pai de multidão”, ou “pai de muitos”. O Senhor disse que o tornaria extremamente fértil. Seus descendentes formariam muitas nações e haveria reis entre eles. Sua aliança seria confirmada com ele e seus descendentes, de geração em geração. Uma aliança sem fim. O Senhor sempre seria o Senhor de Abraão e seus descendentes. Novamente o Senhor fala sobre a terra de Canaã. Seria de Abrão e seus descendentes, para sempre. A responsabilidade permanente de Abraão e seus filhos seria obedecer aos termos da aliança. O Senhor quis um sinal no corpo de todos os homens, descendentes e escravos de Abraão. Deveriam ser circuncidados ao oitavo dia, a partir daquele dia, de geração em geração. Todos os homens seriam circuncidados.
O Senhor também falou a Abraão que estava mudando o nome de Sarai. Agora, ela se chamaria Sara. Aparentemente os dois nomes significam a mesma coisa, "princesa". Cada um em uma língua. Mas Sara perceberia que foi atingida pela mudança. Fazia parte dela. Era alguém diferente a partir daquele dia. Seria mãe de muitas nações. Reis de nações seriam seus descendentes.
O Senhor estava mudando seus nomes porque, dentro de um ano, ambos teriam um filho. Abraão riu consigo mesmo. Como um homem com cem anos seria pai? Como uma mulher com noventa anos teria um filho?
Abraão disse ao Senhor que Ismael vivesse sob sua benção. Estava satisfeito com o filho que havia tido da escrava. O Senhor não. Sua promessa abrangia Abraão e Sara. Eles teriam um menino. Deveria chamar-se Isaque, “ele ri”. Seria com Isaque e seus descendentes que o Senhor confirmaria Sua aliança, para sempre. Ismael também seria abençoado. Também seria extremamente fértil. Seria pai de doze príncipes. Uma grande nação. Mas Sua aliança seria com Isaque, filho de Sara.
Se há algo que admiro em Abraão é sua disposição. Ele não procrastina. Naquele mesmo dia, tomou Ismael e todos os homens de sua casa e os circuncidou, como o Senhor havia ordenado. Ele também foi circuncidado naquele dia. Agora, todos os homens de sua casa traziam em seus corpos a marca da aliança com o Senhor.
Hoje terminamos aqui. Amanhã continuamos. Do capítulo dezoito de Gênesis até o capítulo vinte.
Espero você. Até lá.
Em nossa leitura de hoje, já percorremos o capítulo quinze e o dezesseis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Agora, percorreremos o capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo vinte e sete.
Abrão está com noventa e nove anos. Ismael, treze. Nesta época, o Senhor apareceu a Abrão. Disse-lhe que era (e é) o Senhor Todo Poderoso. Ordenou que Abrão fosse fiel a Ele e tivesse uma vida íntegra. Íntegro significa “inteiro", "reto”. Abrão deveria ser completo em Deus. O Senhor também lhe disse que faria uma aliança com ele. Mais uma vez disse que sua descendência seria incontável. Quando Abrão ouviu, prostrou-se com o rosto no chão. O Senhor continuou falando. Disse que Sua aliança com ele seria fazê-lo pai de muitas nações. Além disso, o Senhor mudaria seu nome! Ao longo de nossa leitura, veremos o quão importante é a mudança de nome.
Abrão, “pai das alturas”, passou a ser chamado, a partir daquele momento, de Abraão, “pai de multidão”, ou “pai de muitos”. O Senhor disse que o tornaria extremamente fértil. Seus descendentes formariam muitas nações e haveria reis entre eles. Sua aliança seria confirmada com ele e seus descendentes, de geração em geração. Uma aliança sem fim. O Senhor sempre seria o Senhor de Abraão e seus descendentes. Novamente o Senhor fala sobre a terra de Canaã. Seria de Abrão e seus descendentes, para sempre. A responsabilidade permanente de Abraão e seus filhos seria obedecer aos termos da aliança. O Senhor quis um sinal no corpo de todos os homens, descendentes e escravos de Abraão. Deveriam ser circuncidados ao oitavo dia, a partir daquele dia, de geração em geração. Todos os homens seriam circuncidados.
O Senhor também falou a Abraão que estava mudando o nome de Sarai. Agora, ela se chamaria Sara. Aparentemente os dois nomes significam a mesma coisa, "princesa". Cada um em uma língua. Mas Sara perceberia que foi atingida pela mudança. Fazia parte dela. Era alguém diferente a partir daquele dia. Seria mãe de muitas nações. Reis de nações seriam seus descendentes.
O Senhor estava mudando seus nomes porque, dentro de um ano, ambos teriam um filho. Abraão riu consigo mesmo. Como um homem com cem anos seria pai? Como uma mulher com noventa anos teria um filho?
Abraão disse ao Senhor que Ismael vivesse sob sua benção. Estava satisfeito com o filho que havia tido da escrava. O Senhor não. Sua promessa abrangia Abraão e Sara. Eles teriam um menino. Deveria chamar-se Isaque, “ele ri”. Seria com Isaque e seus descendentes que o Senhor confirmaria Sua aliança, para sempre. Ismael também seria abençoado. Também seria extremamente fértil. Seria pai de doze príncipes. Uma grande nação. Mas Sua aliança seria com Isaque, filho de Sara.
Se há algo que admiro em Abraão é sua disposição. Ele não procrastina. Naquele mesmo dia, tomou Ismael e todos os homens de sua casa e os circuncidou, como o Senhor havia ordenado. Ele também foi circuncidado naquele dia. Agora, todos os homens de sua casa traziam em seus corpos a marca da aliança com o Senhor.
Hoje terminamos aqui. Amanhã continuamos. Do capítulo dezoito de Gênesis até o capítulo vinte.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 15 de junho de 2018
Alguns personagens marcantes
Começamos nossa jornada através das páginas de 1 Crônicas. Vamos ler os dois primeiros capítulos.
1 Crônicas provavelmente foi escrito por Esdras. Inicia-se com genealogia.
Não se assuste. Leia. Começa em Adão.
Veja se consegue identificar alguma pessoa e o que ela fez. Ou não fez.
Aqui não constam nem Caim, nem Abel (Gênesis 4). Apenas Sete, que foi o filho que nasceu após a morte de Abel (Gênesis 5.3).
Conhece mais alguém?
Lembra de Enoque? Viveu 365 anos. Andou com o Senhor. E o Senhor para Si o tomou (Gênesis 22-24). A duração da vida de Enoque parece nos dizer que devemos andar com o Senhor todos os dias do ano. Todos os anos.
Depois vem Matusalém. O homem que mais viveu tempo na terra (Gênesis 5.27). 969 anos. Foi avô de Noé (Gênesis 5.25-29).
Noé, todos conhecem, pregoeiro da justiça (2 Pedro 2.5). Condenou o mundo por causa de sua vida, da maneira justa como vivia (Gênesis 6 e 7).
Teve três filhos. Sem, Cam e Jafé (Gênesis 5.32).
O autor passa a falar sobre os filhos desses três. Tente identificar alguém.
É importante falar de Ninrode (Gênesis 10.8-10). Primeiro homem poderoso na terra. Seu reino foi Babel, onde o Senhor confundiu a língua de todos (Gênesis 11). A ordem era espalhar-se pela terra. Quiseram chegar até ao céu.
Canaã gerou povos que se tornaram inimigos de Israel (Gênesis 10).
Pelegue foi um dos descendentes de Sem. Foi chamado assim porque em sua época a terra foi dividida. Seu nome significa Divisão (Gênesis 11.17).
Naor é descendente de Sem e pai de Abraão (Gênesis 11.24-27).
Abraão nós conhecemos. O Senhor o chamou para sair da sua terra (Gênesis 12). Teve Isaque e Ismael. Isaque foi filho de Sara, sua esposa (Gênesis 21). Ismael, filho de Hagar, serva de Sara, egípcia (Gênesis 16). Quetura, concubina de Abraão ainda lhe deu Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá, depois da morte de Sara (Gênesis 25). Você sabia?
Isaque teve dois filhos (Gênesis 25.24-26). Esaú e Israel (Jacó). Esaú gerou filhos que se tornaram reis sobre a terra de Edom, antes que os israelitas tivessem um.
O capítulo 2 nos fala dos filhos de Israel, que era chamado Jacó, até que lutou com o Anjo do Senhor e seu nome foi mudado (Gênesis 32.22-32).
Rúben, o primogênito de Israel, deitou com sua concubina (Gênesis 35.22). Perdeu a primogenitura.
Depois, vem Simeão e Levi. Mataram os heveus, por causa de Diná, irmã deles (Gênesis 34).
Er foi o primogênito de Judá. Ele praticou o que o Senhor desaprova. Morreu. Era casado com Tamar. Ela não teve filhos. Segundo a lei, Onã, o próximo filho, deveria gerar descendente para Er. Onã não quis cumprir a lei. Também morreu. Tamar teve dois filhos de Judá, Perez e Zerá. Uma história muito interessante que está em Gênesis 38.
Acã foi conhecido como “perturbador de Israel”. Causou grande desgraça à nação ao violar a proibição de se apossar de objetos sagrados quando Israel conquistou Jericó (Josué 7). Objetos anátemas, separados.
Naassom foi príncipe e líder dos filhos de Judá (Número 1.7). Seu bisneto foi Boaz (Rute 4.18-21).
Boaz foi marido de Rute. Ele gerou Obede, avô de Davi (Rute 4.22).
Selede morreu sem ter filhos (1 Crônicas 2.30), o que era uma total desgraça para o povo daquela época.
Hoje ficamos por aqui.
Viu quantas informações interessantes em uma simples genealogia, que muitas vezes achamos que são chatas de ler?
Muitas histórias nos aguardam.
Que jamais sejamos conhecidos como Acã, perturbador de Israel. Que sejamos conhecidos como pais e avós de grandes homens e mulheres de Deus.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
1 Crônicas provavelmente foi escrito por Esdras. Inicia-se com genealogia.
Não se assuste. Leia. Começa em Adão.
Veja se consegue identificar alguma pessoa e o que ela fez. Ou não fez.
Aqui não constam nem Caim, nem Abel (Gênesis 4). Apenas Sete, que foi o filho que nasceu após a morte de Abel (Gênesis 5.3).
Conhece mais alguém?
Lembra de Enoque? Viveu 365 anos. Andou com o Senhor. E o Senhor para Si o tomou (Gênesis 22-24). A duração da vida de Enoque parece nos dizer que devemos andar com o Senhor todos os dias do ano. Todos os anos.
Depois vem Matusalém. O homem que mais viveu tempo na terra (Gênesis 5.27). 969 anos. Foi avô de Noé (Gênesis 5.25-29).
Noé, todos conhecem, pregoeiro da justiça (2 Pedro 2.5). Condenou o mundo por causa de sua vida, da maneira justa como vivia (Gênesis 6 e 7).
Teve três filhos. Sem, Cam e Jafé (Gênesis 5.32).
O autor passa a falar sobre os filhos desses três. Tente identificar alguém.
É importante falar de Ninrode (Gênesis 10.8-10). Primeiro homem poderoso na terra. Seu reino foi Babel, onde o Senhor confundiu a língua de todos (Gênesis 11). A ordem era espalhar-se pela terra. Quiseram chegar até ao céu.
Canaã gerou povos que se tornaram inimigos de Israel (Gênesis 10).
Pelegue foi um dos descendentes de Sem. Foi chamado assim porque em sua época a terra foi dividida. Seu nome significa Divisão (Gênesis 11.17).
Naor é descendente de Sem e pai de Abraão (Gênesis 11.24-27).
Abraão nós conhecemos. O Senhor o chamou para sair da sua terra (Gênesis 12). Teve Isaque e Ismael. Isaque foi filho de Sara, sua esposa (Gênesis 21). Ismael, filho de Hagar, serva de Sara, egípcia (Gênesis 16). Quetura, concubina de Abraão ainda lhe deu Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá, depois da morte de Sara (Gênesis 25). Você sabia?
Isaque teve dois filhos (Gênesis 25.24-26). Esaú e Israel (Jacó). Esaú gerou filhos que se tornaram reis sobre a terra de Edom, antes que os israelitas tivessem um.
O capítulo 2 nos fala dos filhos de Israel, que era chamado Jacó, até que lutou com o Anjo do Senhor e seu nome foi mudado (Gênesis 32.22-32).
Rúben, o primogênito de Israel, deitou com sua concubina (Gênesis 35.22). Perdeu a primogenitura.
Depois, vem Simeão e Levi. Mataram os heveus, por causa de Diná, irmã deles (Gênesis 34).
Er foi o primogênito de Judá. Ele praticou o que o Senhor desaprova. Morreu. Era casado com Tamar. Ela não teve filhos. Segundo a lei, Onã, o próximo filho, deveria gerar descendente para Er. Onã não quis cumprir a lei. Também morreu. Tamar teve dois filhos de Judá, Perez e Zerá. Uma história muito interessante que está em Gênesis 38.
Acã foi conhecido como “perturbador de Israel”. Causou grande desgraça à nação ao violar a proibição de se apossar de objetos sagrados quando Israel conquistou Jericó (Josué 7). Objetos anátemas, separados.
Naassom foi príncipe e líder dos filhos de Judá (Número 1.7). Seu bisneto foi Boaz (Rute 4.18-21).
Boaz foi marido de Rute. Ele gerou Obede, avô de Davi (Rute 4.22).
Selede morreu sem ter filhos (1 Crônicas 2.30), o que era uma total desgraça para o povo daquela época.
Hoje ficamos por aqui.
Viu quantas informações interessantes em uma simples genealogia, que muitas vezes achamos que são chatas de ler?
Muitas histórias nos aguardam.
Que jamais sejamos conhecidos como Acã, perturbador de Israel. Que sejamos conhecidos como pais e avós de grandes homens e mulheres de Deus.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
A autoridade de Jesus
Continuando nossa viagem por Mateus, vamos ao versículo 5 do capítulo 8.
Jesus entra em Cafarnaum e um romano dirige-se a Ele, chamando-O de Senhor e pedindo ajuda. Era um centurião, preocupado com seu servo que havia ficado paralítico e estava em casa em grande sofrimento.
Jesus, com toda disposição, lhe informa: “Eu irei curá-lo”.
O centurião lhe responde, novamente O chamando de Senhor, embora os romanos dominassem sobre Israel, que não era digno de tê-Lo sob seu teto.
E nos ensina duas grandes lições. Autoridade e fé. Pediu a Jesus que falasse apenas uma palavra e seu servo seria curado. Reconheceu Sua autoridade. Sabia que bastava apenas uma palavra dEle.
Como centurião, sabia o que era autoridade. Havia entre 60 a 160 soldados sob suas ordens (uma centúria) e quando ele ordenava, eles lhe obedeciam.
Jesus admirou-se e disse àqueles que estavam com Ele que não encontrara fé como aquela em Israel. E acrescentou que muitos viriam do Oriente e do Ocidente e se sentariam à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Reino dos céus. Enquanto israelitas seriam lançados para fora por não crerem nEle. Não importa a que povo você pertence. Importa sim, em quem você crê.
Enquanto isso, o centurião aguardava. Jesus voltou-se a ele dizendo: “Vá! Como você creu, assim acontecerá!” E na mesma hora em que o Senhor falou, o servo daquele homem foi curado.
Sua palavra tem poder. Ela pode curar. Ela cura. Precisamos crer.
Pedro morava em Cafarnaum. Jesus entrou em sua casa e viu que a sogra daquele estava de cama, com febre. Ele a tomou pelas mãos e a febre a deixou. Imediatamente aquela mulher se levantou e foi serví-Lo.
Jesus não tinha como se esconder. Ao anoitecer, trouxeram a Ele muitos endemoninhados. Ele expulsava os demônios com uma palavra. E curava a todos os doentes que O procuravam.
Mateus nos lembra do que havia sido escrito pelo profeta Isaías, dizendo que essa palavra se cumpriu: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. – Isaías 53.4
Então um mestre da lei se aproximou de Jesus e diferente de outros tantos que queriam armar alguma cilada para Ele, disse que O seguiria onde quer que fosse. O Senhor respondeu que não tinha onde reclinar a cabeça. Jesus deixa claro que para seguí-Lo precisamos estar dispostos a tudo. Não saber aonde ir, onde dormir. Apenas seguí-Lo.
Um discípulo lhe disse que antes de seguí-Lo queria sepultar seu pai. Imagino que quis dizer que O seguiria após a morte de seu pai. Mas Jesus lhe ordenou que O seguisse e deixasse os mortos enterrarem seus próprios mortos. Parece uma palavra dura. Devemos, no entanto, analisar que nada pode nos impedir de seguir ao Senhor. Não é uma decisão para daqui a alguns anos, meses, semanas, dias ou horas. É uma decisão para agora.
Vamos parar nossa viagem aqui. Amanhã continuamos.
Aprendamos com o centurião romano a crer no poder e na autoridade do Senhor.
Aprendamos com a sogra de Pedro a serví-Lo.
Aprendamos com a multidão a levar os necessitados até Ele.
E aprendamos com Ele que, embora não saibamos o que nos acontecerá nesta caminhada ao Seu lado, precisamos tomar hoje a decisão de seguí-Lo. Sempre. Em cada circunstância. A cada dia.
Jesus entra em Cafarnaum e um romano dirige-se a Ele, chamando-O de Senhor e pedindo ajuda. Era um centurião, preocupado com seu servo que havia ficado paralítico e estava em casa em grande sofrimento.
Jesus, com toda disposição, lhe informa: “Eu irei curá-lo”.
O centurião lhe responde, novamente O chamando de Senhor, embora os romanos dominassem sobre Israel, que não era digno de tê-Lo sob seu teto.
E nos ensina duas grandes lições. Autoridade e fé. Pediu a Jesus que falasse apenas uma palavra e seu servo seria curado. Reconheceu Sua autoridade. Sabia que bastava apenas uma palavra dEle.
Como centurião, sabia o que era autoridade. Havia entre 60 a 160 soldados sob suas ordens (uma centúria) e quando ele ordenava, eles lhe obedeciam.
Jesus admirou-se e disse àqueles que estavam com Ele que não encontrara fé como aquela em Israel. E acrescentou que muitos viriam do Oriente e do Ocidente e se sentariam à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Reino dos céus. Enquanto israelitas seriam lançados para fora por não crerem nEle. Não importa a que povo você pertence. Importa sim, em quem você crê.
Enquanto isso, o centurião aguardava. Jesus voltou-se a ele dizendo: “Vá! Como você creu, assim acontecerá!” E na mesma hora em que o Senhor falou, o servo daquele homem foi curado.
Sua palavra tem poder. Ela pode curar. Ela cura. Precisamos crer.
Pedro morava em Cafarnaum. Jesus entrou em sua casa e viu que a sogra daquele estava de cama, com febre. Ele a tomou pelas mãos e a febre a deixou. Imediatamente aquela mulher se levantou e foi serví-Lo.
Jesus não tinha como se esconder. Ao anoitecer, trouxeram a Ele muitos endemoninhados. Ele expulsava os demônios com uma palavra. E curava a todos os doentes que O procuravam.
Mateus nos lembra do que havia sido escrito pelo profeta Isaías, dizendo que essa palavra se cumpriu: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. – Isaías 53.4
Então um mestre da lei se aproximou de Jesus e diferente de outros tantos que queriam armar alguma cilada para Ele, disse que O seguiria onde quer que fosse. O Senhor respondeu que não tinha onde reclinar a cabeça. Jesus deixa claro que para seguí-Lo precisamos estar dispostos a tudo. Não saber aonde ir, onde dormir. Apenas seguí-Lo.
Um discípulo lhe disse que antes de seguí-Lo queria sepultar seu pai. Imagino que quis dizer que O seguiria após a morte de seu pai. Mas Jesus lhe ordenou que O seguisse e deixasse os mortos enterrarem seus próprios mortos. Parece uma palavra dura. Devemos, no entanto, analisar que nada pode nos impedir de seguir ao Senhor. Não é uma decisão para daqui a alguns anos, meses, semanas, dias ou horas. É uma decisão para agora.
Vamos parar nossa viagem aqui. Amanhã continuamos.
Aprendamos com o centurião romano a crer no poder e na autoridade do Senhor.
Aprendamos com a sogra de Pedro a serví-Lo.
Aprendamos com a multidão a levar os necessitados até Ele.
E aprendamos com Ele que, embora não saibamos o que nos acontecerá nesta caminhada ao Seu lado, precisamos tomar hoje a decisão de seguí-Lo. Sempre. Em cada circunstância. A cada dia.
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domingo, 29 de maio de 2016
Deus não se esqueceu
Vamos percorrer as páginas de Rute? Um de meus livros preferidos.
Mas, permitam-me a interpretação. Hoje sou Noemi, a Agradável. E assim, sendo Noemi, leremos essa maravilhosa história.
A fome tem assolado nossa amada terra, Israel. Tenho visto meu marido angustiado. Pensamento distante. Sem saber ao certo o que fazer.
Um dia, muito sério, dor no coração, conta-me seus planos. Vamos passar um tempo fora.
Nosso pai Abraão também saiu dessas terras quando em época de fome. Isaque também. E Jacó, com toda sua família.
Diferente deles, que foram para o Egito, vamos a Moabe. Meu coração se parte. Temos que deixar nossa terra tão amada. Junto nossos pertences. E vamos. Ele, eu e nossos dois filhos. Espero que seja por pouco tempo. E que sejamos bênçãos naquela terra. Foi isso que nosso Deus nos ensinou. Ser bênção.
É verdade, estamos indo fugindo da fome. Não importam as circunstâncias. Temos que ser bênçãos. Essa é Sua ordem para nós.
Ficamos naquela terra estranha. Meu marido morre. Que dor. Meu coração sangra. Enxugo minhas lágrimas. Tenho dois filhos. Que são minha alegria. E precisam de mim. E eu deles.
Eles se casam. Com Orfa e Rute. Duas belas mulheres. A quem aprendi a amar. A abençoar. E sei que me amam também. É verdade, são moabitas. Nós fazemos parte do povo que Deus escolheu para ser Sua propriedade peculiar. E nós, bênçãos para todas as nações. E as abençoamos. São nossa família agora.
De repente, a tristeza assola minha vida. Como uma onda me engole. Meus filhos morrem. Sinto-me afogada. Não há como enxugar minhas lágrimas. Sou dor. Minha alegria se foi. Nunca mais vou sorrir. Não há mais como ser agradável. Minha boca amarga. Meu coração secou. Sou Mara, a Amarga. Noemi, a Agradável, morre com eles.
Resolvo despedir minhas noras. Não há porque mantê-las junto a mim. Não tenho mais esperança. Não tenho mais vida. Não tenho mais nada.
Como ser bênção na vida de ambas? Liberando-as. São novas. Podem se casar novamente. Quem sabe, ter filhos? Como eu desejava netos! A continuidade de nossa família!
Sou apenas lágrimas. Despeço-me de ambas. Choramos muito juntas. Abraçadas. Minhas filhas. Mas é o melhor a fazer.
Nenhuma delas quer me deixar. Explico que não tenho mais nada a oferecer. Que ouvi dizer que o Senhor visitou minha terra. Há colheitas novamente. É meu último alento. Voltar para casa. E morrer. Mas então, lembro a mim mesmo que já estou morta. Sou Mara.
Após muita relutância, Orfa volta para casa de seus pais, mas Rute não. Ela se prende a mim. E fala aos meus ouvidos doces palavras. O meu povo é o seu povo. Nosso Deus, o mesmo. E minha terra será a sua terra. Afirma que só a morte nos separará. Não há o que fazer. Ela está completamente determinada a me seguir.
Rute também perdeu o que tanto amava. Seu marido, meu filho. E o Senhor, não entendo, não lhe concedeu um filho sequer. Sou a lembrança de seus sonhos, de seu amor, de sua vida.
Tomamos nas mãos alguns poucos pertences e seguimos. Juntas. Temos apenas uma à outra. E a dor.
Quando chego a Belém, as mulheres sussurram meu nome. Não tem certeza se sou eu realmente. Com os olhos procuram meu marido. Meus filhos. Mas somos apenas duas mulheres. Tristes. Viúvas. Sozinhas.
Ouço meu nome. Meu antigo nome. Peço que me chamem Mara, a Amarga e não mais Noemi, a Agradável. O Senhor me tratou com amarguras. Se mostrou desfavorável a mim.
A única coisa que me impede de nunca mais levantar é Rute. Apesar de sua dor, está sempre procurando amenizar a minha. Logo que chegamos, me consulta se pode ir ao campo para conseguir nosso alimento. Eu a abençoo para que vá.
Ela passa o dia inteiro fora. Ao por do sol a vejo chegando. Rosto cansado. Mas em paz. Ela vem com um cesto enorme. Pesado. Colheu vinte e cinco quilos de cevada. E ainda trouxe comida para mim.
Pergunto onde trabalhou. Desejo que Deus abençoe o homem que lhe foi generoso. Para minha surpresa, ela fala que esteve todo o dia no campo de Boaz, o Valente. Me conta o quanto ele foi gentil e a abençoou.
Boaz, o Valente, é parente de meu amado marido. Sempre agiu com atos de justiça e misericórdia. Agora, até para com os mortos!
Apesar de toda minha dor e amargura consigo ver a mão do Senhor sobre Rute. Ela poderia ser molestada em qualquer outro lugar, mas não nos campos de Boaz. E isso acalenta um pouco meu coração.
Sei que é meu dever buscar um lar seguro para a felicidade dela. Talvez por isso tenha voltado comigo. Talvez Deus não tenha se esquecido de nós. Ainda não sei bem o que fazer mas serei bênção de alguma forma para ela. Como tem sido para mim. Mesmo eu sendo apenas dor.
Surge uma oportunidade. Conto meu plano a Rute. Espero que concorde. Hoje à noite Boaz estará debulhando cevada na eira. Mando que se arrume. Se perfume. E quando ele se retirar para dormir, descubra seus pés e se deite. Sei que ele agirá corretamente. Rute concorda com meu plano.
Fico sem dormir. Em meu coração surge um fio de esperança. Talvez eu volte a sorrir. Talvez volte a ser Agradável novamente.
No meio da noite, Rute me contou, Boaz acordou sobressaltado. E, como a instruí, Rute lhe pediu que estendesse seu manto e nos resgatasse. Boaz se admirou com sua atitude. Rute, estava novamente sendo generosa para comigo, procurando alguém que nos remisse e não apenas se casasse com ela.
Boaz então, lhe explicou que havia um outro remidor e a despediu com seis medidas de cevada, para que ela não voltasse de mãos vazias até a mim. Disse a ela que iria resolver essa questão.
Eu a tranquilizei. Agora é esperar. De repente, nossas vidas podem mudar. Nossas feridas sendo cicatrizadas. Acho que Deus se lembrou de nós, para nos abençoar! Nos colocou no caminho desse justo homem.
Boaz sentou-se à porta da cidade, como o costume e coincidentemente, naquela hora, passou o remidor. Boaz então, perguntou se ele queria exercer o direito de resgate. Ele disse que sim. Boaz o lembrou que juntamente com a terra, deveria tomar Rute como esposa e perpetuar o nome de Malom, meu falecido e querido filho.
O homem declinou de seu direito. Não quis dividir seus bens e propriedades, suscitando o nome de seu parente e, como o costume, tirou uma de suas sandálias, passando o direito a Boaz.
Boaz, o Valente, então nos remiu. Houve alegria entre os que ali estavam. Todos viram nossa dor e como Rute era uma mulher honrada, ainda que fosse de Moabe. Eles a abençoaram para que fosse como Raquel e Lia, que juntas formaram a tribo de Israel e que Boaz fosse poderoso e cheio de prestígio em nossa terra.
Então, Boaz e Rute se casam. Como foi bom ver o sorriso nos olhos de Rute. A esperança novamente ali, brilhando. E meu coração se animou um pouquinho. Quem sabe o Senhor se lembre de mim?
E foi assim. A dor passou. Olho para trás e vejo as cicatrizes. Os caminhos e os pensamentos de Deus são melhores que os meus. Quando não havia mais esperança, quando não havia mais nada, o Senhor abençoou Rute e Boaz e eles tiveram um filho. Meu neto. Obede, O que adora. Suscitaram a descendência de Malom. Não seremos mais esquecidos.
Rute é tão generosa que o menino, Obede, é meu. Uma alegria. Vive em meus braços. Como meu filho. Meu nome voltou a ser Noemi, a Agradável. O sorriso voltou à minha face. As mulheres não me olham mais pesarosas. Reconhecem que o Senhor me abençoou. Afirmam que meu neto será célebre em Israel e que Rute, minha nora querida, que muito me ama, é mais valiosa que sete filhos! E elas tem razão.
Quando não havia mais esperança, Deus se lembrou de mim. E me remiu. Curou minha dor e me alegrou.
Podemos estar passando por situações que nos impedem de enxergar o futuro de paz que o Senhor tem para nós, mas Ele pode alterar nossas circunstâncias. Noemi apenas viu Obede. Mas nós sabemos onde essa história foi parar. Obede foi pai de Jessé, Jessé pai de Davi, o homem segundo o coração de Deus e dessa raiz veio o nosso Remidor, o Messias, Jesus, o Filho de Davi, o Desejado das Nações.
"Àquele que é poderoso de realizar infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou imaginamos, de acordo com o Seu poder que age em nós, a Ele seja a glória na Igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, por toda a eternidade. Amém!" - Efésios 3.20,21
Não desista. O Senhor pode curar nossas dores. Sempre.
Mas, permitam-me a interpretação. Hoje sou Noemi, a Agradável. E assim, sendo Noemi, leremos essa maravilhosa história.
A fome tem assolado nossa amada terra, Israel. Tenho visto meu marido angustiado. Pensamento distante. Sem saber ao certo o que fazer.
Um dia, muito sério, dor no coração, conta-me seus planos. Vamos passar um tempo fora.
Nosso pai Abraão também saiu dessas terras quando em época de fome. Isaque também. E Jacó, com toda sua família.
Diferente deles, que foram para o Egito, vamos a Moabe. Meu coração se parte. Temos que deixar nossa terra tão amada. Junto nossos pertences. E vamos. Ele, eu e nossos dois filhos. Espero que seja por pouco tempo. E que sejamos bênçãos naquela terra. Foi isso que nosso Deus nos ensinou. Ser bênção.
É verdade, estamos indo fugindo da fome. Não importam as circunstâncias. Temos que ser bênçãos. Essa é Sua ordem para nós.
Ficamos naquela terra estranha. Meu marido morre. Que dor. Meu coração sangra. Enxugo minhas lágrimas. Tenho dois filhos. Que são minha alegria. E precisam de mim. E eu deles.
Eles se casam. Com Orfa e Rute. Duas belas mulheres. A quem aprendi a amar. A abençoar. E sei que me amam também. É verdade, são moabitas. Nós fazemos parte do povo que Deus escolheu para ser Sua propriedade peculiar. E nós, bênçãos para todas as nações. E as abençoamos. São nossa família agora.
De repente, a tristeza assola minha vida. Como uma onda me engole. Meus filhos morrem. Sinto-me afogada. Não há como enxugar minhas lágrimas. Sou dor. Minha alegria se foi. Nunca mais vou sorrir. Não há mais como ser agradável. Minha boca amarga. Meu coração secou. Sou Mara, a Amarga. Noemi, a Agradável, morre com eles.
Resolvo despedir minhas noras. Não há porque mantê-las junto a mim. Não tenho mais esperança. Não tenho mais vida. Não tenho mais nada.
Como ser bênção na vida de ambas? Liberando-as. São novas. Podem se casar novamente. Quem sabe, ter filhos? Como eu desejava netos! A continuidade de nossa família!
Sou apenas lágrimas. Despeço-me de ambas. Choramos muito juntas. Abraçadas. Minhas filhas. Mas é o melhor a fazer.
Nenhuma delas quer me deixar. Explico que não tenho mais nada a oferecer. Que ouvi dizer que o Senhor visitou minha terra. Há colheitas novamente. É meu último alento. Voltar para casa. E morrer. Mas então, lembro a mim mesmo que já estou morta. Sou Mara.
Após muita relutância, Orfa volta para casa de seus pais, mas Rute não. Ela se prende a mim. E fala aos meus ouvidos doces palavras. O meu povo é o seu povo. Nosso Deus, o mesmo. E minha terra será a sua terra. Afirma que só a morte nos separará. Não há o que fazer. Ela está completamente determinada a me seguir.
Rute também perdeu o que tanto amava. Seu marido, meu filho. E o Senhor, não entendo, não lhe concedeu um filho sequer. Sou a lembrança de seus sonhos, de seu amor, de sua vida.
Tomamos nas mãos alguns poucos pertences e seguimos. Juntas. Temos apenas uma à outra. E a dor.
Quando chego a Belém, as mulheres sussurram meu nome. Não tem certeza se sou eu realmente. Com os olhos procuram meu marido. Meus filhos. Mas somos apenas duas mulheres. Tristes. Viúvas. Sozinhas.
Ouço meu nome. Meu antigo nome. Peço que me chamem Mara, a Amarga e não mais Noemi, a Agradável. O Senhor me tratou com amarguras. Se mostrou desfavorável a mim.
A única coisa que me impede de nunca mais levantar é Rute. Apesar de sua dor, está sempre procurando amenizar a minha. Logo que chegamos, me consulta se pode ir ao campo para conseguir nosso alimento. Eu a abençoo para que vá.
Ela passa o dia inteiro fora. Ao por do sol a vejo chegando. Rosto cansado. Mas em paz. Ela vem com um cesto enorme. Pesado. Colheu vinte e cinco quilos de cevada. E ainda trouxe comida para mim.
Pergunto onde trabalhou. Desejo que Deus abençoe o homem que lhe foi generoso. Para minha surpresa, ela fala que esteve todo o dia no campo de Boaz, o Valente. Me conta o quanto ele foi gentil e a abençoou.
Boaz, o Valente, é parente de meu amado marido. Sempre agiu com atos de justiça e misericórdia. Agora, até para com os mortos!
Apesar de toda minha dor e amargura consigo ver a mão do Senhor sobre Rute. Ela poderia ser molestada em qualquer outro lugar, mas não nos campos de Boaz. E isso acalenta um pouco meu coração.
Sei que é meu dever buscar um lar seguro para a felicidade dela. Talvez por isso tenha voltado comigo. Talvez Deus não tenha se esquecido de nós. Ainda não sei bem o que fazer mas serei bênção de alguma forma para ela. Como tem sido para mim. Mesmo eu sendo apenas dor.
Surge uma oportunidade. Conto meu plano a Rute. Espero que concorde. Hoje à noite Boaz estará debulhando cevada na eira. Mando que se arrume. Se perfume. E quando ele se retirar para dormir, descubra seus pés e se deite. Sei que ele agirá corretamente. Rute concorda com meu plano.
Fico sem dormir. Em meu coração surge um fio de esperança. Talvez eu volte a sorrir. Talvez volte a ser Agradável novamente.
No meio da noite, Rute me contou, Boaz acordou sobressaltado. E, como a instruí, Rute lhe pediu que estendesse seu manto e nos resgatasse. Boaz se admirou com sua atitude. Rute, estava novamente sendo generosa para comigo, procurando alguém que nos remisse e não apenas se casasse com ela.
Boaz então, lhe explicou que havia um outro remidor e a despediu com seis medidas de cevada, para que ela não voltasse de mãos vazias até a mim. Disse a ela que iria resolver essa questão.
Eu a tranquilizei. Agora é esperar. De repente, nossas vidas podem mudar. Nossas feridas sendo cicatrizadas. Acho que Deus se lembrou de nós, para nos abençoar! Nos colocou no caminho desse justo homem.
Boaz sentou-se à porta da cidade, como o costume e coincidentemente, naquela hora, passou o remidor. Boaz então, perguntou se ele queria exercer o direito de resgate. Ele disse que sim. Boaz o lembrou que juntamente com a terra, deveria tomar Rute como esposa e perpetuar o nome de Malom, meu falecido e querido filho.
O homem declinou de seu direito. Não quis dividir seus bens e propriedades, suscitando o nome de seu parente e, como o costume, tirou uma de suas sandálias, passando o direito a Boaz.
Boaz, o Valente, então nos remiu. Houve alegria entre os que ali estavam. Todos viram nossa dor e como Rute era uma mulher honrada, ainda que fosse de Moabe. Eles a abençoaram para que fosse como Raquel e Lia, que juntas formaram a tribo de Israel e que Boaz fosse poderoso e cheio de prestígio em nossa terra.
Então, Boaz e Rute se casam. Como foi bom ver o sorriso nos olhos de Rute. A esperança novamente ali, brilhando. E meu coração se animou um pouquinho. Quem sabe o Senhor se lembre de mim?
E foi assim. A dor passou. Olho para trás e vejo as cicatrizes. Os caminhos e os pensamentos de Deus são melhores que os meus. Quando não havia mais esperança, quando não havia mais nada, o Senhor abençoou Rute e Boaz e eles tiveram um filho. Meu neto. Obede, O que adora. Suscitaram a descendência de Malom. Não seremos mais esquecidos.
Rute é tão generosa que o menino, Obede, é meu. Uma alegria. Vive em meus braços. Como meu filho. Meu nome voltou a ser Noemi, a Agradável. O sorriso voltou à minha face. As mulheres não me olham mais pesarosas. Reconhecem que o Senhor me abençoou. Afirmam que meu neto será célebre em Israel e que Rute, minha nora querida, que muito me ama, é mais valiosa que sete filhos! E elas tem razão.
Quando não havia mais esperança, Deus se lembrou de mim. E me remiu. Curou minha dor e me alegrou.
Podemos estar passando por situações que nos impedem de enxergar o futuro de paz que o Senhor tem para nós, mas Ele pode alterar nossas circunstâncias. Noemi apenas viu Obede. Mas nós sabemos onde essa história foi parar. Obede foi pai de Jessé, Jessé pai de Davi, o homem segundo o coração de Deus e dessa raiz veio o nosso Remidor, o Messias, Jesus, o Filho de Davi, o Desejado das Nações.
"Àquele que é poderoso de realizar infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou imaginamos, de acordo com o Seu poder que age em nós, a Ele seja a glória na Igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, por toda a eternidade. Amém!" - Efésios 3.20,21
Não desista. O Senhor pode curar nossas dores. Sempre.
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