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terça-feira, 24 de julho de 2018

Caminhando juntos


Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.

Ontem vimos que Asa rompeu sua aliança com o Senhor, embora fosse uma aliança solene. Ele se afastou e tomou decisões equivocadas. Trocou a vida por futilidades. 
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Que aprendamos a ser fiéis até o fim. Começar e terminar bem.

Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo dezessete.

Asa morreu e Josafá, seu filho, reinou em seu lugar.

Ele fortaleceu-se contra Israel. Posicionou suas tropas em todas as cidades fortes de Judá. Dispôs guarnições militares na terra de Judá e nas cidades de Efraim, que Asa havia conquistado. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/qual-epoca-de-construir-fortalezas-e.html

O Senhor caminhava com Josafá. Ele agia como Asa no início, quando fez aliança com o Senhor.

Josafá não se deixou seduzir pelos cultos aos baalins. Buscou ao Senhor e andou em Seus mandamentos. Também não imitou as práticas pecaminosas de Israel. 

Assim, o Senhor entregou o governo em suas mãos. Todo Judá trouxe presentes a Josafá. Ele acumulou muita riqueza e glória. 

Seu coração se despertou para seguir corajosamente os caminhos do Senhor.

Ele retirou de Judá os altares idólatras e os totens pagãos.

No terceiro ano do seu reinado, enviou quatro de seus príncipes para ensinarem nas cidades de Judá. Com eles foram nove levitas e dois sacerdotes. Percorreram todas as cidades do reino de Judá, levando consigo o Livro da Lei do Senhor e dedicando-se à ministração e ao ensino do povo.

Então, o temor do Senhor caiu sobre todos os reinos das terras que estavam ao redor de Judá. Ninguém ameaçava nem guerreava contra Josafá. 

Até alguns dos filisteus traziam presentes a Josafá, além da prata que pagavam como tributo. Os árabes lhe ofereciam dos seus muitos rebanhos de carneiros e bodes. 

Assim Josafá se tornou cada vez mais poderoso e conhecido. Edificou fortalezas e cidades-armazéns em Judá. Mantinha muita munição nas cidades fortes. E soldados guerreiros, treinados e destemidos, em Jerusalém. 

Tinha cinco comandantes de exércitos. Eram líderes de homens treinados para combate. Dentre eles se destacou Amasias, filho de Zicri. Ele se apresentou voluntariamente para o serviço do Senhor, com seus milhares de homens valentes. Também Eliadá, de Benjamim, homem nobre e corajoso, com seus milhares soldados armados de arco e de escudo. Estes cinco eram homens que serviam o rei, além dos que estavam estrategicamente posicionados nas cidades fortes por toda Judá.

Vamos a algumas lições que podemos aprender neste capítulo.

Josafá fortaleceu-se contra seu inimigo. Posicionou suas tropas, por todo seu território.

Sabemos que temos um inimigo. Não podemos ignorá-lo. Precisamos nos fortalecer contra ele. Posicionar-nos. Cobrindo todas as áreas da nossa vida.

Josafá servia ao Senhor, de todo coração. Não deixou seu coração ser seduzido por nada que estava à sua volta. Por isso, o Senhor caminhava com ele. Preste atenção: O Senhor caminhava com Josafá. Não era Josafá que caminhava com o Senhor. Era o Senhor que caminhava com Ele. Uau!

O Senhor caminha conosco? Somos aqueles que apontam para Ele?

Por causa do coração de Josafá, o Senhor deu-lhe o governo de Judá. Teve riqueza e glória. Recebeu muitos presentes. Nem assim, seu coração foi seduzido. Antes, foi despertado para seguir corajosamente ao Senhor.

Ah, sim, para seguir ao Senhor é necessário coragem! Coragem para olhar somente para Ele. Coragem para dizer não quando muitas vezes se quer dizer sim. Coragem para dizer sim quando muitas vezes se quer dizer não.

O Senhor caminhava com Josafá. Então, seu coração se despertou para seguir corajosamente ao Senhor. Agora, enquanto Josafá seguia ao Senhor. O Senhor caminhava com ele. Que maravilhoso! Isso é caminhar com o Senhor! 

Ele ainda derrubou os altares idólatras e os totens pagãos. Mas não é bastante tirar os falsos deuses. É preciso mostrar a verdade. Por isso, ele enviou às cidades de Judá, príncipes, levitas e sacerdotes, para ensinar a Palavra do Senhor. Esses homens estavam dedicados a ministrar e ensinar o povo. 

Se derrubamos nossos ídolos, o Senhor precisa tomar esse lugar. Que lhe é de direito. Precisamos conhecer Sua palavra. Para sabermos como serví-Lo. Como agradá-Lo.

Quando a Palavra foi ensinada, os hábitos mudados e a verdade instaurada, o temor do Senhor caiu sobre todos os reinos das terras que estavam ao redor de Judá. Até inimigos como os filisteus traziam presentes a Josafá.

Novamente vemos o tempo de paz sendo aproveitado. Josafá usou esse tempo para ensinar o povo e edificar fortalezas e cidades-armazéns. Mantinha muita munição e soldados treinados. Seus líderes eram homens como Amasias, que se apresentavam voluntariamente para servir ao Senhor. E como Eliadá, homem nobre e corajoso.

Ah, como precisamos de homens que se apresentem voluntariamente para servir ao Senhor, assim como nobres e corajosos. Somos desses?

Que possamos aprender com Josafá. Tantas lições preciosas.

Será que continuará fiel ao Senhor o fim? Espero que sim. 

Meu coração chora por todos os Asas, por todos os Sauls, por todos os Jeroboões que tombaram pelo caminho.

Amanhã continuamos. Espero você.

domingo, 22 de maio de 2016

Enfrentando nossas guerras


É certo que as lutas e dificuldades virão.

Muitas vezes, quando abrimos os olhos estamos em meio a um redemoinho de lutas. Sem que possamos escolher.

Somos todos guerreiros. Que enfrentam guerras todos os dias. Em nossas mãos, o poder da escolha: que tipo de guerreiro serei?

Quando Israel ia à guerra, segundo Deuteronômio capítulo 20, os guerreiros eram lembrados que, mesmo sendo os inimigos mais poderosos, não deveriam se entregar ao medo, pois o Senhor estava com eles. Nenhum guerreiro iria para a guerra se seus pensamentos estivessem em outro lugar que não fosse aquela batalha. Os medrosos não deveriam ir, para não desanimarem seus companheiros. Só iam à batalha os que estavam focados e tinham coragem.

Que tipo de guerreiro somos nós? Os processos nos capacitaram? Estamos focados? Queremos vencer? 

Precisamos ser como os guerreiros de I Crônicas. O capítulo 5 (versículos de 18 a 22) e 12 (versículos de 8 a 15) nos falam de guerreiros vencedores. Guerreiros experientes nas batalhas. Para isso temos que passar por elas. Não existe uma fórmula mágica ou instantânea. A experiência, só pela prática. Ainda que estejamos cansados, temos que guerrear. Focados.

Que sejamos hábeis com o escudo da fé e a espada do Espírito. Aqui é preciso praticar, conhecer, saber manejar e então, utilizar com destreza. 

Que sejamos certeiros no manejo de arcos e armas de guerra. Nossa vida, dons e talentos sendo usados a serviço do Senhor e das pessoas. 

Que acertemos ferozmente o inimigo com nossas escolhas e atitudes. 

Que clamemos ao Senhor em nossas batalhas. É certo que sem Ele é impossível continuar a caminhada.

Que sejamos por Ele ajudado, porque toda a nossa confiança está depositada tão somente nEle. E só por Ele nos mantemos em pé. Ele compreende nossas fragilidades. Sabe nossos limites. E nos anima. Nos fortalece.

Que sejamos guerreiros que sabem que a batalha não é nossa. É do próprio Senhor dos Exércitos, o Todo Poderoso, o Senhor do Universo. Aquele que nunca perdeu e que não sabe o que é se cansar. É Ele quem está ao nosso lado e é nossa retaguarda. Seus braços estão ao nosso redor. A nos proteger e amparar.

E, não vamos nos esquecer, de modo algum que devemos aproveitar nossos vales e cavar poços, muitos poços. Para abençoar muitas vidas. Esse é o nosso chamado, o nosso DNA: "Sê tu, uma bênção!" Independente das circunstâncias. E das lutas que nos assolam.

Que sejamos como os descendentes de Gade. Guerreiros corajosos e treinados, que manejam com destreza o escudo e a lança. Que nossos rostos sejam fortes e decididos, como o rosto de um leão. Que sejamos ágeis como as mais rápidas corças. Que, em nossa fraqueza tenhamos o valor de um exército de cem homens e em nossa força, que sejamos como mil soldados. Que atravessemos rios, mesmo que transbordem em todas as suas margens, e saqueemos o inferno.

Que sejamos como os guerreiros de Davi em Hebrom, como em I Crônicas 12.23-40. Guerreiros sempre muito bem armados para a guerra, com escudo e lança. Nunca esquecendo nossas armas de defesa e ataque. 

Fé é o nosso escudo, para desfazermos os dardos inflamados do maligno. A Palavra e nossos dons, os ataques. 

Que sejamos guerreiros treinados e prontos para o combate, a cada dia. Que o renovo do Senhor esteja sobre nós e nos faça sempre valentes. 

Que sejamos valorosos soldados. Conhecidos por nossos feitos. Indicados pelo Senhor, por nossos nomes, lembrando quem somos. 

Que sejamos poderosos estrategistas, como os duzentos chefes da tribo de Issacar, que sabiam como Israel deveria agir em QUALQUER circunstância. Que comandavam todos os seus parentes, como conta em I Crônicas 12.32.

Que sejamos soldados corajosos, experientes e hábeis com todo tipo de arma, prontos para a guerra. Decididos a cooperar com Deus. Sempre prontos para qualquer combate.

Quem pode com um guerreiro assim? Nosso destino é a vitória!

Que sejamos como Davi em I Crônicas 14.8-17. Se os filisteus vêm contra nós com todo o seu exército a fim de nos prender, que saiamos para enfrentá-los. Eles sempre vêm. Tendo ou não um Golias, eles sempre vem. 

Que consultemos ao Senhor. Peçamos-lhe as estratégias e em seguida, ação. Porque toda oração produz uma ação. Não há como ser diferente.

Que o Senhor dizime os nossos inimigos, da mesma forma que uma enchente causa uma grande destruição.

Que "batizemos" nossas vitórias de "O Senhor que Rompe os Obstáculos".

Que sejamos como Davi. Forte e valoroso. Que consulta ao Senhor. Que aguarda Seu conselho e que age de acordo com Seu comando.

E que, a cada dia consultemos ao Senhor, porque os vales continuam sendo atacados, mas os tempos e as estratégias mudam. E se fizermos exatamente como o Senhor nos orientar, Ele irá adiante de nós e ferirá todo o exército inimigo.

Por isso a importância, sempre, de gastar tempo com Ele, de estar em Sua presença, de ouvir Sua voz. E aprender.