Leitura do dia 27/07.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.
Ontem vimos as ameaças da Assíria a Ezequias e Jerusalém. Senaqueribe compara o Senhor aos deuses das nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-341-3622.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo trinta e sete. Até o capítulo trinta e nove. Na primeira postagem, apenas o capítulo trinta e sete.
Assim que os oficiais do rei relataram as ameaças de Senaqueribe, Ezequias rasgou suas roupas. Vestiu-se de panos de saco em sinal de humilhação. E entrou no templo do Senhor. Ele sabia onde procurar ajuda. Era verdade, seus homens eram poucos. Era verdade, ele não tinha nenhuma chance. Apenas se o Senhor o socorresse.
Enquanto ficou no templo, orando ao Senhor, Ezequias enviou seus oficiais e os principais sacerdotes até Isaías. Todos vestidos com panos de saco. Ezequias disse que aquele era um dia de angústia, de insulto e humilhação. Como a hora de um parto quando a mãe não tinha mais forças para dar à luz. Ezequias, porém, tinha esperança de que o Senhor tivesse ouvido o desafio feito, e os castigasse. Ele pede que Isaías ore pelos que ainda restavam em Judá.
Isaías transmitiu a resposta do Senhor. Deveriam dizer ao rei que não se assustasse com os insultos lançados contra Ele. O próprio Senhor agiria contra o rei. Este receberia notícias que o fariam voltar à sua terra. Ali o Senhor providenciaria que fosse morto à espada.
Enquanto Isaías orava e seus oficiais consultavam o Senhor através do profeta, Rabsaqué partiu de Jerusalém. Ele foi até Libna, onde Senaqueribe estava. Logo após, como o Senhor havia dito, o rei da Assíria recebeu notícias. Tiraca, rei da Etiópia, havia enviado seu exército para lutar contra ele. Senaqueribe iria partir.
Antes de ir, porém, enviou seus homens a Ezequias. Com mais ameaças. Agora era uma carta. Uma mensagem para o rei. Que não se deixasse enganar pelo Senhor, em quem confiava. Que o Senhor não o enganasse com promessas de que Jerusalém não seria conquistada por ele. Era seria conquistada.
A carta dizia que Ezequias sabia muito bem o que os reis da Assíria fizeram por todos os lugares por onde passaram. Destruíram completamente todos que atravessaram seus caminhos. Quem era Ezequias para acreditar que escaparia? Nenhum deus de nenhuma nação ou cidade os salvara. Todos os reis caíram. Por que ele seria salvo?
Quantas vezes recebemos ameaças assim? Qual nossa reação?
Ezequias recebeu a carta e a leu. Então, foi novamente até o templo. Sabia quem podia lhe responder. Estendeu a carta ao Senhor. E orou. Que o Senhor, o Senhor dos Exércitos, que está entronizado entre os querubins, o Senhor, que é Deus de todos os reinos, que criou os céus e a terra, inclinasse Seus ouvidos e ouvisse. Abrisse Seus olhos e visse. Que ouvisse as palavras com as quais Senaqueribe O desafiava.
Disse que era verdade que os reis da Assíria destruíram todas aquelas nações, lançando no fogo seus deuses. É claro que conseguiram destruí-los. Não eram deuses de verdade. Eram apenas ídolos. De madeira e pedra. Feitos por mãos humanas.
Pediu que o Senhor os salvasse do poder daquele rei, assim todos os reinos da terra saberiam que somente o Senhor é Deus de verdade.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Porque Ezequias orou sobre Senaqueribe, o Senhor proferiu uma sentença. Ele havia desafiado e zombado do Santo de Israel. Por isso, Jerusalém, embora fosse como uma virgem indefesa diante de um rei poderoso, ela balançava sua cabeça diante dele, rindo e desprezando-o.
Senaqueribe estava muito enganado achando que havia conquistado o que conquistou por causa de seu poder. Havia sido o Senhor quem decidira esses acontecimentos. Há muito tempo. E era por causa da decisão do Senhor, e não do poder de Senaqueribe, que aquelas cidades caíram. Agora, por causa da raiva de Senaqueribe contra o Senhor, sua arrogância e fúria, Ele colocaria Sua argola em seu nariz. Colocaria um freio em sua boca. E o faria voltar. Pelo mesmo caminho que veio.
Senaqueribe não invadiria Jerusalém. Nem uma flecha seria disparada contra ela. Não entrariam na cidade. Pela honra do Senhor e por causa de Davi. O Senhor defenderia e libertaria Jerusalém.
Daria-lhes um sinal. Naquele ano comeriam somente o que crescesse, sem que ninguém plantasse nada. No ano seguinte, o que brotasse daquilo. Mas, no terceiro ano, semeariam e colheriam. Cuidariam de suas videiras e comeriam seus frutos.
Naquela noite, o Senhor enviou Seu anjo ao acampamento assírio. Matou cento e oitenta e cinco mil soldados assírios. Isso mesmo! Cento e oitenta e cinco mil. Quando os sobreviventes acordaram na manhã seguinte, havia cadáveres por toda parte. Senaqueribe levantou acampamento. Foi para sua terra (Nínive). E ali ficou.
Um dia, quando adorava seu deus Nisroque, seus filhos Adrameleque e Sarezer entraram no templo e o mataram. À espada. Como o Senhor havia dito. Eles fugiram. Seu outro filho, Esar-Hadom, o sucedeu.
Judá podia ter pouquíssimos soldados. Mas o Senhor dos Exércitos lutava por ela e, quando o Senhor é por nós, somos vencedores.
“Que podemos dizer diante de coisas tão maravilhosas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Se Ele não poupou nem mesmo Seu próprio Filho, mas O entregou por todos nós, acaso não nos dará todas as outras coisas? Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus nos declara justos diante dEle. Quem nos condenará, então? Ninguém, pois Cristo Jesus morreu e ressuscitou e está sentado no lugar de honra, à direita de Deus, intercedendo por nós”. – Romanos 8.31-34
Oh, que Senhor maravilhoso o nosso! Seu amor e zelo por nós é incomparável. As lutas vêm, é verdade. Mas Ele está conosco! http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sábado, 27 de julho de 2019
Isaías 37.1-38
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terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Gênesis 2.4-25
Leitura do dia 01/01 (Leitura Bíblica anual).
Leitura do dia 03/01, terça-feira (Leitura Pedacinho por Pedacinho).
Estamos no capítulo dois de Gênesis. Nosso primeiro dia de leitura esse ano (Leitura Bíblica Anual).
No texto anterior, lemos de Gênesis 1.1 a 2.3.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-23.html
Agora, vamos continuar.
Quando o Senhor criou a terra e os céus, não havia nenhuma planta silvestre. Grãos não haviam brotado. Ainda não havia chovido. Nem havia quem cultivasse a terra.
Do solo brotava água que regava a terra. Como se fosse o “sistema de irrigação do Senhor”. Gosto disso!
Agora, o texto fala que o Senhor formou o homem do pó da terra. Soprou o fôlego de vida em suas narinas e ele se tornou um ser vivo.
O Senhor plantou um jardim. Sua intenção era colocar o homem nesse jardim, o Éden. Ele fez brotar árvores de todas as espécies. Lindas e com frutos deliciosos. Também colocou no meio do jardim a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
Talvez você tenha uma ideia errada sobre o trabalho ser uma maldição. Acredite, não é.
O Senhor colocou o homem no jardim com duas missões. Dois trabalhos específicos. Ele deveria cultivar o jardim e protegê-lo. Não era uma maldição. Era uma maravilhosa missão! Antes da queda.
Engana-se aquele que associa o Senhor com nuvens fofinhas e harpas sendo tocadas. Ele é ação. Seu nome é Senhor dos Exércitos, o Deus que se chama “Já”. O Deus que trabalha (Isaías 64.4). Você verá, através da leitura de Sua Palavra.
Quando o Senhor apresentou o jardim ao homem, disse-lhe que poderia comer de toda árvore, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ele alertou que se comesse dessa árvore, com certeza o homem morreria.
Já parou para pensar porque o homem não comeu da árvore da vida? Ela estava ali, no meio do jardim, à sua disposição.
O Senhor também formou da terra os animais. Ele os levou até o homem, que deu nome a cada um deles. Havia uma inteligência muito grande em Adão.
O homem olhou entre todos aqueles animais. Não viu ninguém que se assemelhasse a ele, para ajudá-lo. Uma companhia como ele. Uma ajudadora que lhe fosse idônea. Que se encaixasse nele. Que fosse como ele.
O Senhor fez um sono cair sobre Adão. Enquanto dormia, tirou uma de suas costelas, fechou o espaço que ocupava e, dessa costela, fez a mulher.
Assim como o Senhor levou todos os animais e aves ao homem, Ele levou a mulher. Quando Adão a viu, imediatamente a reconheceu. Ele gritou: “Finalmente! Esta é osso dos meus ossos e carne da minha carne!” Ele ficou realmente empolgado. Ela era como ele.
Adão chamou-a de mulher e disse que por causa da mulher, o homem deixaria seu pai e sua mãe, para que os dois se tornassem apenas um. Quando ainda não havia família na terra, Adão disse que um homem deixaria seus pais para se unir à sua mulher. A união entre um homem e uma mulher estava no coração do Senhor.
É maravilhoso saber que estavam nus. E não se envergonhavam. Ele podia olhar para ela em sua totalidade e ela para ele. Não havia segredos, não havia traumas, não havia inibições. Como deve ser em um casamento. Em um relacionamento. Tudo em completa transparência.
Continuamos o próximo capítulo na postagem seguinte. Hoje mesmo (para a Leitura Bíblica Anual). Lembre-se que precisamos ler até o capítulo três de Gênesis.
Estamos no capítulo dois de Gênesis. Nosso primeiro dia de leitura esse ano (Leitura Bíblica Anual).
No texto anterior, lemos de Gênesis 1.1 a 2.3.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-23.html
Agora, vamos continuar.
Quando o Senhor criou a terra e os céus, não havia nenhuma planta silvestre. Grãos não haviam brotado. Ainda não havia chovido. Nem havia quem cultivasse a terra.
Do solo brotava água que regava a terra. Como se fosse o “sistema de irrigação do Senhor”. Gosto disso!
Agora, o texto fala que o Senhor formou o homem do pó da terra. Soprou o fôlego de vida em suas narinas e ele se tornou um ser vivo.
O Senhor plantou um jardim. Sua intenção era colocar o homem nesse jardim, o Éden. Ele fez brotar árvores de todas as espécies. Lindas e com frutos deliciosos. Também colocou no meio do jardim a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
Talvez você tenha uma ideia errada sobre o trabalho ser uma maldição. Acredite, não é.
O Senhor colocou o homem no jardim com duas missões. Dois trabalhos específicos. Ele deveria cultivar o jardim e protegê-lo. Não era uma maldição. Era uma maravilhosa missão! Antes da queda.
Engana-se aquele que associa o Senhor com nuvens fofinhas e harpas sendo tocadas. Ele é ação. Seu nome é Senhor dos Exércitos, o Deus que se chama “Já”. O Deus que trabalha (Isaías 64.4). Você verá, através da leitura de Sua Palavra.
Quando o Senhor apresentou o jardim ao homem, disse-lhe que poderia comer de toda árvore, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ele alertou que se comesse dessa árvore, com certeza o homem morreria.
Já parou para pensar porque o homem não comeu da árvore da vida? Ela estava ali, no meio do jardim, à sua disposição.
O Senhor também formou da terra os animais. Ele os levou até o homem, que deu nome a cada um deles. Havia uma inteligência muito grande em Adão.
O homem olhou entre todos aqueles animais. Não viu ninguém que se assemelhasse a ele, para ajudá-lo. Uma companhia como ele. Uma ajudadora que lhe fosse idônea. Que se encaixasse nele. Que fosse como ele.
O Senhor fez um sono cair sobre Adão. Enquanto dormia, tirou uma de suas costelas, fechou o espaço que ocupava e, dessa costela, fez a mulher.
Assim como o Senhor levou todos os animais e aves ao homem, Ele levou a mulher. Quando Adão a viu, imediatamente a reconheceu. Ele gritou: “Finalmente! Esta é osso dos meus ossos e carne da minha carne!” Ele ficou realmente empolgado. Ela era como ele.
Adão chamou-a de mulher e disse que por causa da mulher, o homem deixaria seu pai e sua mãe, para que os dois se tornassem apenas um. Quando ainda não havia família na terra, Adão disse que um homem deixaria seus pais para se unir à sua mulher. A união entre um homem e uma mulher estava no coração do Senhor.
É maravilhoso saber que estavam nus. E não se envergonhavam. Ele podia olhar para ela em sua totalidade e ela para ele. Não havia segredos, não havia traumas, não havia inibições. Como deve ser em um casamento. Em um relacionamento. Tudo em completa transparência.
Continuamos o próximo capítulo na postagem seguinte. Hoje mesmo (para a Leitura Bíblica Anual). Lembre-se que precisamos ler até o capítulo três de Gênesis.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Deus, um estrategista totalmente confiavel
A última vez que o vimos, Gideão estava animado. Lá em Juízes, capítulo sete.
Após escutar a narração do sonho do midianita e sua interpretação, ajoelhou-se e glorificou a Deus.
Chegou ao acampamento e bradou: “Levantai-vos, porque o Senhor entregou todo o arraial dos midianitas nas nossas mãos!”
Finalmente, o COMO vencer será revelado.
E eu que amo mapas, planos e estratégias, leio com a maior atenção. E fico intrigada. Que estratégia é essa? Será que dará certo? É tão diferente! E minha mente se enche de novas perguntas. Quando foi revelada? Quando surgiu?
Releio a história novamente. Desde seu início. O Senhor o chama de guerreiro valente. Diz que está com ele. Ordena que liberte Israel dos midianitas. Que derrube o altar de Baal e o poste de Asera. Ordena que ofereça um holocausto. Fala que há muito povo para a guerra, que os covardes voltem e observem. E que Gideão leve os que restaram para beber água. Ele mesmo, o Senhor, irá provar e escolher os que participarão da guerra. Escolhe. Manda Gideão atacar mas, se estiver com medo, que desça ao acampamento dos inimigos.
Não encontro uma palavra dizendo COMO seria a guerra. Quando essa estratégia surgiu ou foi revelada?
Quando só ficaram os trezentos e os que foram embora deixaram suas provisões e trombetas, Gideão já devia saber o COMO, embora não soubesse com quantos. Então, vejamos!
Seu exército: Trezentos guerreiros, corajosos e atentos.
Sua distribuição: Três pelotões com cem soldados cada.
Suas armas: Trombetas em uma mão e jarros com tochas dentro, na outra. Não vejo nenhuma espada.
Sua ordem: "Olhem para mim. O que eu fizer, façam exatamente igual."
O momento da ação: Quando ele estivesse chegando à fronteira do acampamento.
A posição: Gideão à frente de um dos pelotões. E os outros dois pelotões ao redor do acampamento.
Seu grito de guerra: "À espada, por Yahweh e por Gideão." (Continuo sem ver nenhuma espada.)
Sua ação: Tocar as trombetas e bradar o grito de guerra como se fossem uma só voz. Depois, todos deveriam ficar imóveis.
O horário da ação: Um pouco depois da meia-noite, após a hora da vigília, quando as sentinelas fossem trocadas.
O fim da ação: Após o toque das trombetas, o despedaçar dos jarros com as tochas dentro e o grito de guerra, deveriam manter-se imóveis, cada um no seu lugar, ao redor do acampamento.
As instruções acabam assim. Parece loucura! E com certeza é.
Não sei quando nem como Gideão soube qual seria a estratégia, mas aí está, nos mínimos detalhes. Bem do jeito que eu gosto.
Se o Senhor falou com ele, se lhe deu um sonho, se a ideia surgiu em seus pensamentos, não sei. O fato é que, de repente, do nada, o "meu" tão esperado COMO apareceu. Em detalhes. E nessa hora aprendo muito com Gideão. Como eu aprendo!
Esqueço que fiquei admirada quando o Anjo do Senhor o saudou com um "Valente guerreiro", embora estivesse se escondendo.
Esqueço que achei um absurdo aquela história de novelo molhado, novelo seco para ter certeza de que o Senhor era com ele. Afinal, essa era a principal informação e não o "meu" COMO. Era o que importava, Sua presença!
Esqueço tudo. E concordo com o Senhor. Que homem corajoso! Que valente guerreiro!
Releio. Preciso fazer isso! E não encontro, em nenhum momento, Gideão reclamando com o Senhor sobre a estratégia. Não o vejo fazendo as contas que eu faria. "Comecei com 32 mil, agora, na hora da batalha, são só 300. Menos de um por cento. Quantos inimigos para cada guerreiro? Como vou cobrir todo o acampamento inimigo? Socorro! Preciso de reforços!"
Enxergo um homem que confiou ao Senhor a escolha de seus guerreiros, de acordo com os Seus critérios.
Não o vejo choramingando por suas armas. Trombetas e tochas. Continuo não enxergando nenhuma espada! Ah, o que importa? O Senhor era com ele. E a espada estava no grito de guerra daquele exército.
Enxergo um valoroso guerreiro, aos brados, afirmando ao seu exército, que o Senhor havia entregue o inimigo em suas mãos, antes da guerra, de fato, ter acontecido.
Recordo que o inimigo era uma multidão que não podia ser contada, espalhada pelo imenso Vale de Jezreel.
Enxergo um líder que vai à frente do seu exército. Um homem que tem a ousadia de dizer: "Olhem para mim. Façam exatamente o que eu fizer."
Enxergo um homem confiando no Senhor. "Faremos nossa parte, em seguida ficaremos imóveis e Ele fará a parte dEle." Sem nenhum plano "b". Sem nenhum desespero no "e depois, faremos o quê?"
Enxergo um exército confiável. Que segue seu líder. Que acredita em sua palavra. Que confia em sua estratégia. Que olha para seu líder e não para as circunstâncias e o imenso exército inimigo espalhado por todo o vale. Homens dignos de honra.
E qual o resultado disso? O arraial dos midianitas virou uma agitação só. E, gritando, todos fugiram. Completamente desesperados.
Pois enquanto, exatamente enquanto os trezentos homens soavam suas trombetas, o Senhor fez uma confusão em todo o acampamento inimigo. Cada um levantou sua arma contra o seu companheiro. E fugiram apavorados!
Não havia possibilidade de ser diferente, depois de uma entrega tão completa. Trezentos. Contra milhares.
A obediência sempre move o coração de Deus.
Recordo-me de uma frase por mim ouvida inúmeras vezes: "Um com Deus é maioria, dois é covardia." - Marcos de Souza Borges, Coty
Você consegue imaginar a cena? Lembra que era um pouco após a meia noite. A maior escuridão. As sentinelas haviam acabado de ser trocadas. Uns haviam acabado de acordar, ainda um pouco atordoados. Os outros, cansados com sono. De repente, escutam um toque de trombetas. Um barulho estranho que não conseguem dizer do quê (os jarros quebrando). Olham e enxergam uma luz que não sabem de onde vem. E uma gritaria: "À espada, por Yahweh e por Gideão." Pelo menos dois deles tinham certeza de que seriam derrotados pelo Deus de Gideão. O que sonhou e o que interpretou. Imagino a gritaria, o desespero! Então, o Senhor ainda os confunde e eles se atacam, uns aos outros. Só restava fugir desesperadamente!
Enquanto os homens soavam as trombetas, Deus agia no meio do acampamento do inimigo, confundindo-os.
Lembro de Abraão, em Gênesis 12.1. Sair da sua terra e ir para uma terra que o Senhor iria mostrar. Enquanto ele caminhava.
Lembro da água sendo transformada em vinho, lá em João, capítulo dois, enquanto os jarros eram levados para o vinho ser provado pelo mestre-sala. E de tantos milagres que Jesus operou enquanto as pessoas estavam "indo".
Que aprendamos a amar a companhia do Senhor, Sua presença. Sabendo que, no momento certo, o COMO, o com quem e o quando nos serão revelados, ao modo dEle, um Deus totalmente confiável. O maior estrategista de todo o Universo. O Senhor dos Exércitos, Poderoso nas batalhas. O Invencível. Que está conosco, todos os dias, até a consumação dos séculos (Mateus 28.20).
Após escutar a narração do sonho do midianita e sua interpretação, ajoelhou-se e glorificou a Deus.
Chegou ao acampamento e bradou: “Levantai-vos, porque o Senhor entregou todo o arraial dos midianitas nas nossas mãos!”
Finalmente, o COMO vencer será revelado.
E eu que amo mapas, planos e estratégias, leio com a maior atenção. E fico intrigada. Que estratégia é essa? Será que dará certo? É tão diferente! E minha mente se enche de novas perguntas. Quando foi revelada? Quando surgiu?
Releio a história novamente. Desde seu início. O Senhor o chama de guerreiro valente. Diz que está com ele. Ordena que liberte Israel dos midianitas. Que derrube o altar de Baal e o poste de Asera. Ordena que ofereça um holocausto. Fala que há muito povo para a guerra, que os covardes voltem e observem. E que Gideão leve os que restaram para beber água. Ele mesmo, o Senhor, irá provar e escolher os que participarão da guerra. Escolhe. Manda Gideão atacar mas, se estiver com medo, que desça ao acampamento dos inimigos.
Não encontro uma palavra dizendo COMO seria a guerra. Quando essa estratégia surgiu ou foi revelada?
Quando só ficaram os trezentos e os que foram embora deixaram suas provisões e trombetas, Gideão já devia saber o COMO, embora não soubesse com quantos. Então, vejamos!
Seu exército: Trezentos guerreiros, corajosos e atentos.
Sua distribuição: Três pelotões com cem soldados cada.
Suas armas: Trombetas em uma mão e jarros com tochas dentro, na outra. Não vejo nenhuma espada.
Sua ordem: "Olhem para mim. O que eu fizer, façam exatamente igual."
O momento da ação: Quando ele estivesse chegando à fronteira do acampamento.
A posição: Gideão à frente de um dos pelotões. E os outros dois pelotões ao redor do acampamento.
Seu grito de guerra: "À espada, por Yahweh e por Gideão." (Continuo sem ver nenhuma espada.)
Sua ação: Tocar as trombetas e bradar o grito de guerra como se fossem uma só voz. Depois, todos deveriam ficar imóveis.
O horário da ação: Um pouco depois da meia-noite, após a hora da vigília, quando as sentinelas fossem trocadas.
O fim da ação: Após o toque das trombetas, o despedaçar dos jarros com as tochas dentro e o grito de guerra, deveriam manter-se imóveis, cada um no seu lugar, ao redor do acampamento.
As instruções acabam assim. Parece loucura! E com certeza é.
Não sei quando nem como Gideão soube qual seria a estratégia, mas aí está, nos mínimos detalhes. Bem do jeito que eu gosto.
Se o Senhor falou com ele, se lhe deu um sonho, se a ideia surgiu em seus pensamentos, não sei. O fato é que, de repente, do nada, o "meu" tão esperado COMO apareceu. Em detalhes. E nessa hora aprendo muito com Gideão. Como eu aprendo!
Esqueço que fiquei admirada quando o Anjo do Senhor o saudou com um "Valente guerreiro", embora estivesse se escondendo.
Esqueço que achei um absurdo aquela história de novelo molhado, novelo seco para ter certeza de que o Senhor era com ele. Afinal, essa era a principal informação e não o "meu" COMO. Era o que importava, Sua presença!
Esqueço tudo. E concordo com o Senhor. Que homem corajoso! Que valente guerreiro!
Releio. Preciso fazer isso! E não encontro, em nenhum momento, Gideão reclamando com o Senhor sobre a estratégia. Não o vejo fazendo as contas que eu faria. "Comecei com 32 mil, agora, na hora da batalha, são só 300. Menos de um por cento. Quantos inimigos para cada guerreiro? Como vou cobrir todo o acampamento inimigo? Socorro! Preciso de reforços!"
Enxergo um homem que confiou ao Senhor a escolha de seus guerreiros, de acordo com os Seus critérios.
Não o vejo choramingando por suas armas. Trombetas e tochas. Continuo não enxergando nenhuma espada! Ah, o que importa? O Senhor era com ele. E a espada estava no grito de guerra daquele exército.
Enxergo um valoroso guerreiro, aos brados, afirmando ao seu exército, que o Senhor havia entregue o inimigo em suas mãos, antes da guerra, de fato, ter acontecido.
Recordo que o inimigo era uma multidão que não podia ser contada, espalhada pelo imenso Vale de Jezreel.
Enxergo um líder que vai à frente do seu exército. Um homem que tem a ousadia de dizer: "Olhem para mim. Façam exatamente o que eu fizer."
Enxergo um homem confiando no Senhor. "Faremos nossa parte, em seguida ficaremos imóveis e Ele fará a parte dEle." Sem nenhum plano "b". Sem nenhum desespero no "e depois, faremos o quê?"
Enxergo um exército confiável. Que segue seu líder. Que acredita em sua palavra. Que confia em sua estratégia. Que olha para seu líder e não para as circunstâncias e o imenso exército inimigo espalhado por todo o vale. Homens dignos de honra.
E qual o resultado disso? O arraial dos midianitas virou uma agitação só. E, gritando, todos fugiram. Completamente desesperados.
Pois enquanto, exatamente enquanto os trezentos homens soavam suas trombetas, o Senhor fez uma confusão em todo o acampamento inimigo. Cada um levantou sua arma contra o seu companheiro. E fugiram apavorados!
Não havia possibilidade de ser diferente, depois de uma entrega tão completa. Trezentos. Contra milhares.
A obediência sempre move o coração de Deus.
Recordo-me de uma frase por mim ouvida inúmeras vezes: "Um com Deus é maioria, dois é covardia." - Marcos de Souza Borges, Coty
Você consegue imaginar a cena? Lembra que era um pouco após a meia noite. A maior escuridão. As sentinelas haviam acabado de ser trocadas. Uns haviam acabado de acordar, ainda um pouco atordoados. Os outros, cansados com sono. De repente, escutam um toque de trombetas. Um barulho estranho que não conseguem dizer do quê (os jarros quebrando). Olham e enxergam uma luz que não sabem de onde vem. E uma gritaria: "À espada, por Yahweh e por Gideão." Pelo menos dois deles tinham certeza de que seriam derrotados pelo Deus de Gideão. O que sonhou e o que interpretou. Imagino a gritaria, o desespero! Então, o Senhor ainda os confunde e eles se atacam, uns aos outros. Só restava fugir desesperadamente!
Enquanto os homens soavam as trombetas, Deus agia no meio do acampamento do inimigo, confundindo-os.
Lembro de Abraão, em Gênesis 12.1. Sair da sua terra e ir para uma terra que o Senhor iria mostrar. Enquanto ele caminhava.
Lembro da água sendo transformada em vinho, lá em João, capítulo dois, enquanto os jarros eram levados para o vinho ser provado pelo mestre-sala. E de tantos milagres que Jesus operou enquanto as pessoas estavam "indo".
Que aprendamos a amar a companhia do Senhor, Sua presença. Sabendo que, no momento certo, o COMO, o com quem e o quando nos serão revelados, ao modo dEle, um Deus totalmente confiável. O maior estrategista de todo o Universo. O Senhor dos Exércitos, Poderoso nas batalhas. O Invencível. Que está conosco, todos os dias, até a consumação dos séculos (Mateus 28.20).
domingo, 3 de julho de 2016
Obediência é a chave
Caminhando com Josué através do capítulo seis. Muito a aprender.
Após perguntar ao comandante do exército do Senhor quais suas orientações e receber a resposta “tira as sandálias dos seus pés”, Josué se rende. Depois de rendido, o Senhor lhe dá instruções detalhadas de como vencer a primeira cidade a ser conquistada do outro lado do Jordão.
Ele declara a Josué que entregou a cidade, o rei e os homens em suas mãos. O que fazer? Como lutar? Coloco-me novamente no lugar de Josué. Ouço o Senhor dizendo que os homens de guerra devem rodear a cidade uma vez. Imagino um guerreiro ouvindo isso. “Sim, mas e aí?” “Escalamos os muros?” “Temos alguns especialistas em escalada”. "Ou talvez ..." Não. Apenas rodear a cidade. Durante sete dias. À frente iam sete sacerdotes com trombetas e a arca do Senhor. Mas não deviam fazer nada. Apenas rodear a cidade. Até o sétimo dia.
Como transmitir essa orientação ao exército reunido, aguardando ansiosamente as táticas de guerra para essa grande conquista? Josué transmitiu. Exatamente como o Senhor o orientou.
E assim fizeram. Os homens de guerra, fortes soldados, preparados para a guerra, rodearam a cidade uma vez. Sem gritos. Sem ameaças. E voltaram para o acampamento. Dormiram e no dia seguinte a mesma coisa. Até o sétimo dia.
No sétimo dia, deveriam rodear a cidade sete vezes. Na sétima vez os sacerdotes tocariam longamente as trombetas. Os soldados gritariam. E assim fizeram. Os muros da fortificada Jericó caíram. E os soldados atacaram do lugar onde estavam. E tomaram a cidade. Simples assim.
Os moradores de Jericó estavam apavorados. Ouviram falar sobre o que o Senhor havia feito ao longo do caminho do Egito até ali. A cidade estava completamente fechada. Mas não adiantou. Não usaram nenhuma força para derrubarem seus muros. Apenas gritaram. E eles caíram.
Um muro daquela magnitude não cai porque um exército o rodeia algumas vezes. Não cai porque sete sacerdotes tocam trombetas e alguns soldados gritam. Um muro cai quando a voz do Senhor é ouvida e obedecida.
Pode ser uma ordem simples. Ou absurda. Mas a obediência derruba muros. Destrói obstáculos e faz o Senhor nos conceder vitórias.
Estou certa de que muitos daqueles soldados (talvez todos) não entendiam o porquê estar rodeando aquela cidade. Dia após dia. Sem nada fazer. Sem ameaçar ninguém. Sem atirar algo. Simplesmente rodeando. Com os sete sacerdotes e a arca do Senhor à frente. Mas obedeceram. Ainda que a ordem fosse completamente diferente de tudo o que podiam imaginar, obedeceram.
Obediência gera temor. Fé. Esperança. Expectativas. Vitória.
Ainda que não entendamos. Ainda que tenhamos outros pensamentos, outras estratégias que consideramos melhor orquestradas. Servimos ao Senhor dos Exércitos. Aquele que não sabe o que é perder. Se Ele falou, podemos confiar. E obedecer.
Se é para rodear uma cidade em silêncio, durante sete dias, obedeçamos. É cansativo. Não vemos nada acontecer. Nenhum progresso aparente. Nenhuma rachadura nas muralhas. Mas Ele sabe o que faz. O que ordena. Afinal, como está escrito em Isaías 64.4, Ele é o Deus que trabalha por Aquele que nEle espera.
Os soldados obedeceram e esperaram. Deus ia fazer alguma coisa. E fez!
Obediência é a palavra chave. Ainda que tenhamos caminhos e estratégias que aparentemente sejam melhores que as dEle, rasguemos nossos planos, ouçamos Sua voz e obedeçamos. Por mais improvável que seja, os muros cairão. É importante estar no lugar certo, na hora certa, pois como aqueles soldados, atacaremos exatamente de onde estivermos. E conquistaremos a vitória. Conforme o Senhor prometeu que aconteceria.
Após perguntar ao comandante do exército do Senhor quais suas orientações e receber a resposta “tira as sandálias dos seus pés”, Josué se rende. Depois de rendido, o Senhor lhe dá instruções detalhadas de como vencer a primeira cidade a ser conquistada do outro lado do Jordão.
Ele declara a Josué que entregou a cidade, o rei e os homens em suas mãos. O que fazer? Como lutar? Coloco-me novamente no lugar de Josué. Ouço o Senhor dizendo que os homens de guerra devem rodear a cidade uma vez. Imagino um guerreiro ouvindo isso. “Sim, mas e aí?” “Escalamos os muros?” “Temos alguns especialistas em escalada”. "Ou talvez ..." Não. Apenas rodear a cidade. Durante sete dias. À frente iam sete sacerdotes com trombetas e a arca do Senhor. Mas não deviam fazer nada. Apenas rodear a cidade. Até o sétimo dia.
Como transmitir essa orientação ao exército reunido, aguardando ansiosamente as táticas de guerra para essa grande conquista? Josué transmitiu. Exatamente como o Senhor o orientou.
E assim fizeram. Os homens de guerra, fortes soldados, preparados para a guerra, rodearam a cidade uma vez. Sem gritos. Sem ameaças. E voltaram para o acampamento. Dormiram e no dia seguinte a mesma coisa. Até o sétimo dia.
No sétimo dia, deveriam rodear a cidade sete vezes. Na sétima vez os sacerdotes tocariam longamente as trombetas. Os soldados gritariam. E assim fizeram. Os muros da fortificada Jericó caíram. E os soldados atacaram do lugar onde estavam. E tomaram a cidade. Simples assim.
Os moradores de Jericó estavam apavorados. Ouviram falar sobre o que o Senhor havia feito ao longo do caminho do Egito até ali. A cidade estava completamente fechada. Mas não adiantou. Não usaram nenhuma força para derrubarem seus muros. Apenas gritaram. E eles caíram.
Um muro daquela magnitude não cai porque um exército o rodeia algumas vezes. Não cai porque sete sacerdotes tocam trombetas e alguns soldados gritam. Um muro cai quando a voz do Senhor é ouvida e obedecida.
Pode ser uma ordem simples. Ou absurda. Mas a obediência derruba muros. Destrói obstáculos e faz o Senhor nos conceder vitórias.
Estou certa de que muitos daqueles soldados (talvez todos) não entendiam o porquê estar rodeando aquela cidade. Dia após dia. Sem nada fazer. Sem ameaçar ninguém. Sem atirar algo. Simplesmente rodeando. Com os sete sacerdotes e a arca do Senhor à frente. Mas obedeceram. Ainda que a ordem fosse completamente diferente de tudo o que podiam imaginar, obedeceram.
Obediência gera temor. Fé. Esperança. Expectativas. Vitória.
Ainda que não entendamos. Ainda que tenhamos outros pensamentos, outras estratégias que consideramos melhor orquestradas. Servimos ao Senhor dos Exércitos. Aquele que não sabe o que é perder. Se Ele falou, podemos confiar. E obedecer.
Se é para rodear uma cidade em silêncio, durante sete dias, obedeçamos. É cansativo. Não vemos nada acontecer. Nenhum progresso aparente. Nenhuma rachadura nas muralhas. Mas Ele sabe o que faz. O que ordena. Afinal, como está escrito em Isaías 64.4, Ele é o Deus que trabalha por Aquele que nEle espera.
Os soldados obedeceram e esperaram. Deus ia fazer alguma coisa. E fez!
Obediência é a palavra chave. Ainda que tenhamos caminhos e estratégias que aparentemente sejam melhores que as dEle, rasguemos nossos planos, ouçamos Sua voz e obedeçamos. Por mais improvável que seja, os muros cairão. É importante estar no lugar certo, na hora certa, pois como aqueles soldados, atacaremos exatamente de onde estivermos. E conquistaremos a vitória. Conforme o Senhor prometeu que aconteceria.
domingo, 22 de maio de 2016
Enfrentando nossas guerras
É certo que as lutas e dificuldades virão.
Muitas vezes, quando abrimos os olhos estamos em meio a um
redemoinho de lutas. Sem que possamos escolher.
Somos todos guerreiros. Que enfrentam guerras todos os dias. Em
nossas mãos, o poder da escolha: que tipo de guerreiro serei?
Quando Israel ia à guerra, segundo Deuteronômio capítulo 20, os
guerreiros eram lembrados que, mesmo sendo os inimigos mais poderosos, não
deveriam se entregar ao medo, pois o Senhor estava com eles. Nenhum guerreiro
iria para a guerra se seus pensamentos estivessem em outro lugar que não fosse
aquela batalha. Os medrosos não deveriam ir, para não desanimarem seus
companheiros. Só iam à batalha os que estavam focados e tinham coragem.
Que tipo de guerreiro somos nós? Os processos nos capacitaram?
Estamos focados? Queremos vencer?
Precisamos ser como os guerreiros de I Crônicas. O capítulo 5 (versículos de 18 a 22) e 12 (versículos de 8 a 15) nos falam de guerreiros vencedores. Guerreiros experientes nas batalhas. Para isso temos que passar por elas. Não existe uma fórmula mágica ou instantânea. A experiência, só pela prática. Ainda que estejamos cansados, temos que guerrear. Focados.
Que sejamos hábeis com o escudo da fé e a espada do Espírito. Aqui é preciso praticar, conhecer, saber manejar e então, utilizar com destreza.
Que sejamos certeiros no manejo de arcos e armas de guerra. Nossa vida, dons e talentos sendo usados a serviço do Senhor e das pessoas.
Que acertemos ferozmente o inimigo com nossas escolhas e atitudes.
Que clamemos ao Senhor em nossas batalhas. É certo que sem Ele é impossível continuar a caminhada.
Que sejamos por Ele ajudado, porque toda a nossa confiança está depositada tão somente nEle. E só por Ele nos mantemos em pé. Ele compreende nossas fragilidades. Sabe nossos limites. E nos anima. Nos fortalece.
Que sejamos guerreiros que sabem que a batalha não é nossa. É do próprio Senhor dos Exércitos, o Todo Poderoso, o Senhor do Universo. Aquele que nunca perdeu e que não sabe o que é se cansar. É Ele quem está ao nosso lado e é nossa retaguarda. Seus braços estão ao nosso redor. A nos proteger e amparar.
E, não vamos nos esquecer, de modo algum que devemos aproveitar
nossos vales e cavar poços, muitos poços. Para abençoar muitas vidas. Esse é o
nosso chamado, o nosso DNA: "Sê tu, uma bênção!" Independente das
circunstâncias. E das lutas que nos assolam.
Que sejamos como os descendentes de Gade. Guerreiros corajosos e
treinados, que manejam com destreza o escudo e a lança. Que nossos rostos sejam fortes e
decididos, como o rosto de um leão. Que sejamos ágeis como as mais rápidas
corças. Que, em nossa fraqueza tenhamos o valor de um exército de cem
homens e em nossa força, que sejamos como mil soldados. Que atravessemos
rios, mesmo que transbordem em todas as suas margens, e saqueemos o inferno.
Que sejamos como os guerreiros de Davi em Hebrom, como em I Crônicas 12.23-40. Guerreiros sempre muito bem armados para a guerra, com escudo e lança. Nunca esquecendo nossas armas de defesa e ataque.
Fé é o nosso escudo, para desfazermos os dardos inflamados do maligno. A Palavra e nossos dons, os ataques.
Que sejamos guerreiros treinados e prontos para o combate, a cada dia. Que o renovo do Senhor esteja sobre nós e nos faça sempre valentes.
Que sejamos valorosos soldados. Conhecidos por nossos feitos. Indicados pelo Senhor, por nossos nomes, lembrando quem somos.
Que sejamos poderosos estrategistas, como os duzentos chefes da tribo de Issacar, que sabiam como Israel deveria agir em QUALQUER circunstância. Que comandavam todos os seus parentes, como conta em I Crônicas 12.32.
Que sejamos soldados corajosos, experientes e hábeis com todo tipo
de arma, prontos para a guerra. Decididos a cooperar com Deus. Sempre prontos
para qualquer combate.
Quem pode com um guerreiro assim? Nosso destino é a vitória!
Que sejamos como Davi em I Crônicas 14.8-17. Se os filisteus vêm
contra nós com todo o seu exército a fim de nos prender, que saiamos para
enfrentá-los. Eles sempre vêm.
Tendo ou não um Golias, eles sempre vem.
Que consultemos ao Senhor. Peçamos-lhe as estratégias e em seguida,
ação. Porque toda oração produz uma ação. Não há como ser diferente.
Que o Senhor dizime os nossos inimigos, da mesma forma que uma
enchente causa uma grande destruição.
Que "batizemos" nossas vitórias de "O Senhor que
Rompe os Obstáculos".
Que sejamos como Davi. Forte e valoroso. Que consulta ao Senhor.
Que aguarda Seu conselho e que age de acordo com Seu comando.
E que, a cada dia consultemos ao Senhor, porque os vales continuam
sendo atacados, mas os tempos e as estratégias mudam. E se fizermos exatamente
como o Senhor nos orientar, Ele irá adiante de nós e ferirá todo o
exército inimigo.
Por isso a importância, sempre, de gastar tempo com Ele, de estar em Sua presença, de ouvir Sua voz. E aprender.
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