Leitura do dia 24/12.
Continuamos nossa caminhada de hoje.
Na postagem anterior vimos João elogiar Gaio por sua hospitalidade. Reprovar Diótrefes por sua arrogância e indelicadeza. Aprovar Demétrio, que tem o testemunho da própria verdade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/3-joao-1-15.html
Agora, caminharemos pela carta de Judas.
De acordo com a Bíblia de estudos e sermões de Charles Haddon Spurgeon, Nova Versão Transformadora, Publicações Pão Diário, Judas, quando diz que é irmão de Tiago, está falando do Tiago que escreveu a carta com seu nome. Portanto, é irmão do Senhor Jesus também.
Provavelmente foi escrita cerca de 66 d.C.
Embora seja irmão do Senhor, descreve-se como escravo de Jesus Cristo. Reconhece Seu senhorio.
Sua carta é direcionada a todos que foram chamados pelo Pai, que os ama. E os guarda sob o cuidado de Jesus.
Deseja que tenham cada vez mais, misericórdia, paz e amor. Três coisas importantíssimas e imprescindíveis para os que amam e seguem o Senhor.
Seu desejo era escrever sobre a salvação, mas entende que deve escrever a respeito dos perigos dos falsos mestres. Insiste que defendam a fé que foi confiada ao povo santo.
Alguns indivíduos perversos se infiltraram entre a igreja, sem ser notados. Afirmam que a graça de Deus permite levarmos uma vida imoral. Parece que Judas está vivendo nossos dias! Tais pessoas já estão condenadas. Negam o Senhor Jesus.
Deseja lembrar que o Senhor libertou Israel do Egito. E destruiu os que foram infiéis. Também lembra dos anjos que não se limitaram à autoridade e foram acorrentados, por Deus, em prisões eternas, na escuridão, onde aguardam o julgamento.
Também não devemos nos esquecer de Sodoma e Gomorra e das cidades vizinhas. Eram cheias de imoralidade e perversão sexual de todo tipo. Foram destruídas pelo fogo. Servem de advertência do fogo eterno do julgamento.
Esses falsos mestres afirmam ter autoridade com base em sonhos. Vivem de maneira imoral. Desprezam a autoridade e zombam dos seres sobrenaturais, embora nem mesmo o arcanjo Miguel se atreveu a acusar o diabo de blasfêmia. Ele disse apenas: “O Senhor o repreenda”. Isso aconteceu há muito tempo. Foi quando os dois discutiam a respeito do corpo de Moisés.
Os falsos mestres, porém, zombam do que não entendem. Agem como criaturas irracionais, segundo seus instintos. Provocam sua própria destruição.
Grande aflição espera esses homens. Seguem os passos de Caim. Enganam outros por dinheiro, como fez Balaão. Perecem como Coré, em sua rebelião.
Quando tais homens participam das refeições junto com o povo de Deus, são perigosos, como recifes que podem fazê-los naufragar. São pastores egoístas, preocupam-se consigo mesmos. São como nuvens que passam e não trazem chuva. São como árvores no outono, duplamente mortas. Não dão fruto porque foram arrancadas com suas raízes. São como ondas violentas no mar. Como estrelas sem rumo. Condenados para sempre à mais profunda escuridão.
Judas nos conta que Enoque profetizou sobre esses homens, ordenando que prestássemos atenção. O Senhor viria (em breve virá), com incontáveis de santos. Para julgar a todos. Convencerá os pecadores de seus atos cheios de perversidade e dos insultos que pronunciaram contra Ele.
São murmuradores, descontentes. Vivem apenas para satisfazer seus desejos. Contam vantagem e bajulam para conseguir o que querem.
Que nos lembremos do que os apóstolos de Jesus previram. Nos últimos dias haveria zombadores, cujo propósito na vida seria satisfazer seus desejos perversos. Eles provocam divisões. Seguem seus instintos naturais. Não tem o Espírito.
Nós somos diferentes, por isso, devemos edificar uns aos outros na fé. Orar no poder do Espírito Santo. Manter-se firmes no amor de Deus, aguardando a vida eterna que nos foi prometida pela misericórdia do Senhor Jesus.
Que tenhamos compaixão dos que vacilam na fé. Que os resgatemos, tirando-os das chamas do julgamento. Que tenhamos misericórdia de quem necessitar dela. No entanto, façamos tudo com muita cautela, odiando os pecados que os contaminam. Entenda, devemos amar os pecadores e odiar os pecados.
O Senhor é o único que pode nos guardar de cair e nos levar, com grande alegria e sem defeito, à Sua gloriosa presença. Que Ele seja louvado para sempre!
Que sejamos fiéis ao Senhor, em todo o tempo.
Continuamos amanhã. Leremos os três primeiros capítulos de Apocalipse, o último livro da Bíblia.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
3 João 1-15
Leitura do dia 24/12.
Continuamos nossa caminhada pelo Livro dos livros.
Ontem vimos que somente aquele que crer no Filho de Deus vence a batalha contra o mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/1-joao-51-21.html
Também vimos a carta de João à senhora eleita. Ele a alerta contra os falsos mestres.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/2-joao-1-13.html
Hoje caminharemos pelas páginas da Terceira carta de João e pela carta de Judas, irmão do Senhor Jesus.
Na primeira postagem, apenas 3 João.
Esta também é uma carta particular. João escreve a seu amigo, Gaio.
Inicia desejando que seu amigo, a quem ama de verdade, esteja bem e fisicamente tão sadio quando é forte em seu espírito.
Ficou muito contente quando teve notícias dele. Falaram de sua fidelidade e de como Gaio vivia de acordo com a verdade. Como devemos viver. Fidelidade e verdade andam juntos. Não existe verdade onde há infidelidade.
João fala que não tem maior alegria que a alegria de ver seus filhos seguindo a verdade. Não há realmente alegria maior.
Elogia Gaio por sua fidelidade. Cuida dos irmãos que passam por sua cidade, mesmo sem conhecê-los. Muitos falaram à igreja onde João está sobre a amizade afetuosa que Gaio os dispensou.
Pede que continue a suprir as necessidades deles de modo agradável a Deus. Viajam a serviço do Senhor. Não aceitam coisa alguma dos que são de fora. É a própria igreja que deve sustentar tais pessoas que trabalham para o Senhor. Desta forma, quem ajuda torna-se cooperador quando eles ensinam a verdade. O cooperador também ganha sua recompensa na colheita.
João escreveu à igreja sobre isso, mas Diótrefes, que gosta de ser o mais importante, se recusa a recebê-lo. Por aí podemos imaginar quem é esse homem. Além de gostar de ser o mais importante, contrário ao que o Senhor Jesus ensinou, recusa receber João, Seu apóstolo.
Quando for encontrar-se com ele, relatará algumas das coisas que tem feito. Inclusive acusações maldosas contra o próprio João. Além de não acolher os irmãos, impede que outros os acolham. E, quando estes, obedecendo à ordem de ser hospitaleiros, recebem os irmãos, ele os expulsa da igreja.
Que absurdo. Quem esse homem pensa que é? Com certeza não é discípulo do Senhor Jesus (1 João 4.20).
João pede que esse mau exemplo não o influencie. Que Gaio siga apenas o que é bom. Quem faz o bem prova que é filho de Deus. Quem faz o mal prova que não conhece a Deus. Isso é claro.
Menciona Demétrio. Não sabemos quase nada sobre ele. Mas o que sabemos é lindo! Todos, inclusive a própria verdade, falam bem dele. João também.
Despede desejando que a paz esteja com Gaio. Tem muito a falar mas, assim como terminou sua carta anterior, não quer fazer com pena e tinta. Espera vê-lo em breve e conversar pessoalmente.
Que sejamos hospitaleiros como Gaio.
Que façamos o bem, somos filhos de Deus.
Que a própria verdade testemunhe a nosso favor.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a carta de Judas, irmão do Senhor Jesus.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo Livro dos livros.
Ontem vimos que somente aquele que crer no Filho de Deus vence a batalha contra o mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/1-joao-51-21.html
Também vimos a carta de João à senhora eleita. Ele a alerta contra os falsos mestres.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/2-joao-1-13.html
Hoje caminharemos pelas páginas da Terceira carta de João e pela carta de Judas, irmão do Senhor Jesus.
Na primeira postagem, apenas 3 João.
Esta também é uma carta particular. João escreve a seu amigo, Gaio.
Inicia desejando que seu amigo, a quem ama de verdade, esteja bem e fisicamente tão sadio quando é forte em seu espírito.
Ficou muito contente quando teve notícias dele. Falaram de sua fidelidade e de como Gaio vivia de acordo com a verdade. Como devemos viver. Fidelidade e verdade andam juntos. Não existe verdade onde há infidelidade.
João fala que não tem maior alegria que a alegria de ver seus filhos seguindo a verdade. Não há realmente alegria maior.
Elogia Gaio por sua fidelidade. Cuida dos irmãos que passam por sua cidade, mesmo sem conhecê-los. Muitos falaram à igreja onde João está sobre a amizade afetuosa que Gaio os dispensou.
Pede que continue a suprir as necessidades deles de modo agradável a Deus. Viajam a serviço do Senhor. Não aceitam coisa alguma dos que são de fora. É a própria igreja que deve sustentar tais pessoas que trabalham para o Senhor. Desta forma, quem ajuda torna-se cooperador quando eles ensinam a verdade. O cooperador também ganha sua recompensa na colheita.
João escreveu à igreja sobre isso, mas Diótrefes, que gosta de ser o mais importante, se recusa a recebê-lo. Por aí podemos imaginar quem é esse homem. Além de gostar de ser o mais importante, contrário ao que o Senhor Jesus ensinou, recusa receber João, Seu apóstolo.
Quando for encontrar-se com ele, relatará algumas das coisas que tem feito. Inclusive acusações maldosas contra o próprio João. Além de não acolher os irmãos, impede que outros os acolham. E, quando estes, obedecendo à ordem de ser hospitaleiros, recebem os irmãos, ele os expulsa da igreja.
Que absurdo. Quem esse homem pensa que é? Com certeza não é discípulo do Senhor Jesus (1 João 4.20).
João pede que esse mau exemplo não o influencie. Que Gaio siga apenas o que é bom. Quem faz o bem prova que é filho de Deus. Quem faz o mal prova que não conhece a Deus. Isso é claro.
Menciona Demétrio. Não sabemos quase nada sobre ele. Mas o que sabemos é lindo! Todos, inclusive a própria verdade, falam bem dele. João também.
Despede desejando que a paz esteja com Gaio. Tem muito a falar mas, assim como terminou sua carta anterior, não quer fazer com pena e tinta. Espera vê-lo em breve e conversar pessoalmente.
Que sejamos hospitaleiros como Gaio.
Que façamos o bem, somos filhos de Deus.
Que a própria verdade testemunhe a nosso favor.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a carta de Judas, irmão do Senhor Jesus.
Espero você. Até já.
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Malaquias 1.1-2.17
Leitura do dia 09/10.
Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.
Ontem vimos Zacarias mencionar a primeira e a segunda vinda do Senhor Jesus. A guerra contra Jerusalém. E Sua chegada com todos os Seus santos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-131-1421.html
Hoje, um novo livro.
Caminharemos pelos dois primeiros capítulos de Malaquias. O último livro do Antigo Testamento.
Viu como foi fácil chegar até aqui? Quantas jornadas diferentes! Quantos livros maravilhosos!
Malaquias significa “Mensageiro do Senhor”. Provavelmente viveu cerca de cem anos após os profetas Ageu e Zacarias.
A mensagem do Senhor através de seu profeta inicia com uma deliciosa declaração de amor. O Senhor sempre amou Seu povo. O povo, no entanto, não conseguia enxergar e perguntava como os amara.
Ele responde que amou Jacó e rejeitou Esaú. Esaú foi rejeitado por causa de sua rebeldia e orgulho. Lembra? Massacraram Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Quando Seu povo visse a destruição de Edom com seus próprios olhos, reconheceriam que Sua grandeza vai muito além das fronteiras de Israel. Vai até os confins da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor os admoesta a honrarem-No. É Pai, mas não tem honra. Seu povo despreza Seu nome. Ainda perguntam como. Não conseguem enxergar. Ele responde que oferecem sacrifícios contaminados. Seu povo continua sem enxergar e pergunta como fazem isso. Dizem que a mesa do Senhor não merece respeito. Oferecem animais cegos, aleijados e doentes. Depois Lhe pedem compaixão.
Ele não ouvirá. Não O respeitam. Oferecem qualquer coisa. Não oferecem o melhor.
Seu desejo é que alguém feche as portas do templo para não acenderem mais o fogo sobre o altar. Não se agrada deles. Não aceitará suas ofertas.
Se queremos oferecer algo ao Senhor, precisa ser nosso melhor. Ele não aceita sobras. Não aceita o que desprezamos. Seu povo O despreza.
Ainda assim, Seu nome é honrado o dia todo. Por pessoas de outras nações. Em todo o mundo Lhe oferecem incensos e sacrifícios puros. Em Sua honra. Seu nome é grande entre as nações. Aleluias!
Quanto a Israel, com suas ações, desonram-No. Acham difícil demais servi-Lo. Desprezam Suas ordens. Trazem ofertas roubadas, aleijadas e doentes. Prometem uma oferta excelente, mas oferecem o pior. Até fruto de roubo!
Ele ordena que os sacerdotes tomem uma decisão. Que decidam honrar Seu nome. Se não o fizerem, serão amaldiçoados, mesmo através das bençãos que receberam. Estão tão afastados do Senhor que já se encontram amaldiçoados. Não levaram a sério Suas advertências. Seus descendentes serão castigados.
Lembra que Sua aliança com os levitas era lhes dar vida e paz. Foi o que Ele fez. Bastava que O temessem. E eles o fizeram. Demonstraram grande temor ao Senhor. Reverenciaram Seu nome. Transmitiram ao povo as verdades das leis que receberam dEle. Não mentiram. Não enganaram. Andaram com Ele. Viveram de modo pacífico e justo. Desviaram muitos do pecado. É assim que deve ser.
As palavras do sacerdote devem guardar o conhecimento do Senhor. E o povo deve buscar o sacerdote para receber instrução. Ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos. Ou, pelo menos, deveria ser.
O que aconteceu? Os sacerdotes se desviaram. Suas instruções fizeram com que muitos caíssem em pecado. Não ensinaram o conhecimento do Senhor. Quebraram a aliança que fez com os levitas. Mostraram-se parciais na aplicação da Sua lei. Será que vemos tal coisa acontecer hoje também? Infelizmente, sim.
O profeta chama seu povo de volta ao Senhor. Foram infiéis. Foram detestáveis. Casaram-se com mulheres que adoravam deuses estrangeiros. Cobrem de lágrimas o altar do Senhor, choram e gemem e ainda perguntam porque Ele não os ouve. Não os ouvirá. Não querem reconhecer seus pecados. Nem deixá-los.
O Senhor responde que foi testemunha da aliança que fizeram na juventude e foram infiéis às suas esposas, embora elas tenham continuado a ser suas companheiras. Ele os fez um. E dessa união queria filhos dedicados a Ele.
Exorta que todos guardem seu coração e permaneçam fieis à sua esposa. Odeia o divórcio. Repudiar a esposa que permanecer fiel, é cobri-la de crueldade. Causa dores profundas.
O Senhor está cansado de tanto ouvir os sacerdotes dizendo aos que praticam mal que são bons aos olhos do Senhor, e que Ele se agrada deles. Mentira! O Senhor abomina o mal.
Que temamos o Senhor. Que reverenciemos Seu nome. Que transmitamos a verdade de Sua Lei. Que não mintamos. Nem enganemos.
Que andemos com Ele. Que vivamos de modo digno e justo, desviando outros do pecado.
Que tenhamos em nós Seu conhecimento e ensinemos Sua Palavra a Seu povo.
Que guardemos nossos corações. Que sejamos fiéis. Que nenhum de nós cubra seu cônjuge com crueldade.
Sim, guardemos nossos corações. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html;
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos três e quatro de Malaquias.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.
Ontem vimos Zacarias mencionar a primeira e a segunda vinda do Senhor Jesus. A guerra contra Jerusalém. E Sua chegada com todos os Seus santos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-131-1421.html
Hoje, um novo livro.
Caminharemos pelos dois primeiros capítulos de Malaquias. O último livro do Antigo Testamento.
Viu como foi fácil chegar até aqui? Quantas jornadas diferentes! Quantos livros maravilhosos!
Malaquias significa “Mensageiro do Senhor”. Provavelmente viveu cerca de cem anos após os profetas Ageu e Zacarias.
A mensagem do Senhor através de seu profeta inicia com uma deliciosa declaração de amor. O Senhor sempre amou Seu povo. O povo, no entanto, não conseguia enxergar e perguntava como os amara.
Ele responde que amou Jacó e rejeitou Esaú. Esaú foi rejeitado por causa de sua rebeldia e orgulho. Lembra? Massacraram Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Quando Seu povo visse a destruição de Edom com seus próprios olhos, reconheceriam que Sua grandeza vai muito além das fronteiras de Israel. Vai até os confins da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor os admoesta a honrarem-No. É Pai, mas não tem honra. Seu povo despreza Seu nome. Ainda perguntam como. Não conseguem enxergar. Ele responde que oferecem sacrifícios contaminados. Seu povo continua sem enxergar e pergunta como fazem isso. Dizem que a mesa do Senhor não merece respeito. Oferecem animais cegos, aleijados e doentes. Depois Lhe pedem compaixão.
Ele não ouvirá. Não O respeitam. Oferecem qualquer coisa. Não oferecem o melhor.
Seu desejo é que alguém feche as portas do templo para não acenderem mais o fogo sobre o altar. Não se agrada deles. Não aceitará suas ofertas.
Se queremos oferecer algo ao Senhor, precisa ser nosso melhor. Ele não aceita sobras. Não aceita o que desprezamos. Seu povo O despreza.
Ainda assim, Seu nome é honrado o dia todo. Por pessoas de outras nações. Em todo o mundo Lhe oferecem incensos e sacrifícios puros. Em Sua honra. Seu nome é grande entre as nações. Aleluias!
Quanto a Israel, com suas ações, desonram-No. Acham difícil demais servi-Lo. Desprezam Suas ordens. Trazem ofertas roubadas, aleijadas e doentes. Prometem uma oferta excelente, mas oferecem o pior. Até fruto de roubo!
Ele ordena que os sacerdotes tomem uma decisão. Que decidam honrar Seu nome. Se não o fizerem, serão amaldiçoados, mesmo através das bençãos que receberam. Estão tão afastados do Senhor que já se encontram amaldiçoados. Não levaram a sério Suas advertências. Seus descendentes serão castigados.
Lembra que Sua aliança com os levitas era lhes dar vida e paz. Foi o que Ele fez. Bastava que O temessem. E eles o fizeram. Demonstraram grande temor ao Senhor. Reverenciaram Seu nome. Transmitiram ao povo as verdades das leis que receberam dEle. Não mentiram. Não enganaram. Andaram com Ele. Viveram de modo pacífico e justo. Desviaram muitos do pecado. É assim que deve ser.
As palavras do sacerdote devem guardar o conhecimento do Senhor. E o povo deve buscar o sacerdote para receber instrução. Ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos. Ou, pelo menos, deveria ser.
O que aconteceu? Os sacerdotes se desviaram. Suas instruções fizeram com que muitos caíssem em pecado. Não ensinaram o conhecimento do Senhor. Quebraram a aliança que fez com os levitas. Mostraram-se parciais na aplicação da Sua lei. Será que vemos tal coisa acontecer hoje também? Infelizmente, sim.
O profeta chama seu povo de volta ao Senhor. Foram infiéis. Foram detestáveis. Casaram-se com mulheres que adoravam deuses estrangeiros. Cobrem de lágrimas o altar do Senhor, choram e gemem e ainda perguntam porque Ele não os ouve. Não os ouvirá. Não querem reconhecer seus pecados. Nem deixá-los.
O Senhor responde que foi testemunha da aliança que fizeram na juventude e foram infiéis às suas esposas, embora elas tenham continuado a ser suas companheiras. Ele os fez um. E dessa união queria filhos dedicados a Ele.
Exorta que todos guardem seu coração e permaneçam fieis à sua esposa. Odeia o divórcio. Repudiar a esposa que permanecer fiel, é cobri-la de crueldade. Causa dores profundas.
O Senhor está cansado de tanto ouvir os sacerdotes dizendo aos que praticam mal que são bons aos olhos do Senhor, e que Ele se agrada deles. Mentira! O Senhor abomina o mal.
Que temamos o Senhor. Que reverenciemos Seu nome. Que transmitamos a verdade de Sua Lei. Que não mintamos. Nem enganemos.
Que andemos com Ele. Que vivamos de modo digno e justo, desviando outros do pecado.
Que tenhamos em nós Seu conhecimento e ensinemos Sua Palavra a Seu povo.
Que guardemos nossos corações. Que sejamos fiéis. Que nenhum de nós cubra seu cônjuge com crueldade.
Sim, guardemos nossos corações. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html;
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos três e quatro de Malaquias.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 17 de setembro de 2019
Daniel 6.1-28
Leitura do dia 13/09.
Na postagem anterior vimos o banquete dado pelo rei Belsazar e a inscrição do Senhor com Seu decreto.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-51-31.html
Agora, caminharemos através do capítulo seis de Daniel.
Dario, o medo, era o rei. Ele resolveu dividir o reino em cento e vinte províncias. Nomeou um alto funcionário para cada uma delas. Escolheu três administradores para supervisionar esses altos funcionários e proteger os interesses do rei. Daniel estava entre esses três.
Em pouco tempo, Daniel se mostrou muito mais capaz que todos os outros. Por isso, o rei planejava colocá-lo à frente de todos. Então, os outros administradores e os altos funcionários começaram a procurar falhas na maneira como Daniel conduzia as questões governamentais. Não conseguiram encontrar nada de errado. Não conseguiram sequer encontrar algo para ser criticado. Ele era leal. Sempre responsável. Digno de confiança. Como todo servo do Senhor deve ser. Irrepreensível.
Concluíram que a única chance de encontrar algum motivo para acusá-lo seria em relação às leis de seu Deus. Foi o que fizeram.
Foram até o rei e propuseram uma lei ridícula, alegando que todos os administradores, oficiais, altos funcionários, conselheiros e governadores estavam de acordo. Mentira. Daniel não tinha sequer conhecimento. A lei deveria ser cumprida rigorosamente.
Sabe qual era a lei? Durante trinta dias, qualquer pessoa que fizesse um pedido a alguém (divino ou humano), exceto ao rei, seria lançado na cova dos leões. Sabe aquelas leis que são decretadas e não tem qualquer sentido? Pois é. O rei, ou ficou orgulhoso com a posição em que ficaria durante os próximos trinta dias ou nem prestou atenção e assinou a lei.
Quando Daniel soube que esta lei tinha sido assinada, continuou sua rotina. Foi para casa como costumava fazer. Ajoelhou-se no quarto, no andar de cima, com as janelas abertas na direção de Jerusalém (na direção de onde ficava o templo). E orou. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Ele orava três vezes por dia e dava graças ao Senhor. Os oficiais foram juntos à casa de Daniel. Queriam pegá-lo em flagrante. Foram diretamente ao rei e o lembraram da lei.
Perguntaram-lhe se lembrava que assinara a tal lei que se alguém pedisse qualquer coisa que não ao rei, num prazo de trinta dias, seria imediatamente lançado na cova dos leões. O rei confirmou.
Eles disseram ao rei que Daniel não lhe dava importância, nem à sua lei. Continuava a orar ao seu Deus três vezes por dia, como antes da lei.
Quando Dario ouviu, ficou muito angustiado. Lembre-se, Daniel estava prestes a ser nomeado à frente de todos no reino. Ele procurou uma forma de salvá-lo. Passou o restante do dia pensando num modo de livrá-lo. Não encontrou.
À noite os homens foram ao rei pressioná-lo. Sua lei não poderia voltar atrás. Por fim, sem ter encontrado um escape, o rei ordenou que Daniel fosse lançado na cova. Antes, expressou seu desejo a Daniel. Que o seu Deus, a quem ele servia fielmente, o livrasse.
Daniel foi lançado na cova dos leões. Colocaram uma pedra sobre a abertura da cova. Selaram com o anel do rei e de seus nobres. Assim, a pedra não poderia ser removida. A não ser pelo próprio rei. Ninguém poderia resgatar Daniel.
O rei voltou a seu palácio. Passou a noite em jejum. Não quis nenhum divertimento. Ficou acordado a noite inteira.
Assim que amanheceu, foi correndo à cova dos leões. Lá, gritou angustiado, chamando por Daniel, “servo do Deus vivo”. Perguntou se o Deus a quem ele servia tal fielmente pôde livrá-lo dos leões.
Daniel respondeu. Sim. Estava vivo! O seu Deus enviara Seu anjo para fechar a boca dos leões. Ele foi considerado inocente aos olhos de Deus. Lembra o significado de seu nome? Daniel, “Deus é meu juiz”. O Senhor o julgou. E foi considerado inocente. Daniel também disse que não fizera nada contra o rei.
O rei ficou muito feliz! Ordenou que Daniel fosse retirado da cova. Não havia sequer um arranhão nele. Sabe por quê? Porque confiara no Senhor.
O rei ordenou que prendessem os acusadores de Daniel e os lançassem na cova dos leões. Junto com suas esposas e filhos. Os leões os atacaram e os despedaçaram. Antes que chegassem ao fundo da cova. Tal qual Daniel, foram julgados. Não foram considerados inocentes. Que tristeza.
Quando viram como Daniel era leal, responsável e digno de confiança, por que não seguiram seu exemplo? Por que não se entregaram ao Deus de Daniel?
O rei Dario enviou uma mensagem aos povos de todas as cores, nações e línguas em todo o mundo dominado pelo Império Medo. Era um decreto. Neste decreto o rei ordenava que todos em seu reino deveriam tremer de medo diante do Deus de Daniel. Ele é o Deus vivo. Que permanece para sempre. Seu reino jamais será destruído. Seu domínio nunca terá fim. Ele livra e salva Seu povo. Realiza sinais e maravilhas. Nos céus e na terra. Foi Ele que livrou Daniel do poder dos leões.
Daniel prosperou também durante o reinado de Dario. E durante o reinado de Ciro, o persa.
Que aprendamos a sermos como Daniel. Leais. Sempre responsáveis. Dignos de confiança. Fieis. Constantes em oração.
“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 11.58
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos o banquete dado pelo rei Belsazar e a inscrição do Senhor com Seu decreto.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-51-31.html
Agora, caminharemos através do capítulo seis de Daniel.
Dario, o medo, era o rei. Ele resolveu dividir o reino em cento e vinte províncias. Nomeou um alto funcionário para cada uma delas. Escolheu três administradores para supervisionar esses altos funcionários e proteger os interesses do rei. Daniel estava entre esses três.
Em pouco tempo, Daniel se mostrou muito mais capaz que todos os outros. Por isso, o rei planejava colocá-lo à frente de todos. Então, os outros administradores e os altos funcionários começaram a procurar falhas na maneira como Daniel conduzia as questões governamentais. Não conseguiram encontrar nada de errado. Não conseguiram sequer encontrar algo para ser criticado. Ele era leal. Sempre responsável. Digno de confiança. Como todo servo do Senhor deve ser. Irrepreensível.
Concluíram que a única chance de encontrar algum motivo para acusá-lo seria em relação às leis de seu Deus. Foi o que fizeram.
Foram até o rei e propuseram uma lei ridícula, alegando que todos os administradores, oficiais, altos funcionários, conselheiros e governadores estavam de acordo. Mentira. Daniel não tinha sequer conhecimento. A lei deveria ser cumprida rigorosamente.
Sabe qual era a lei? Durante trinta dias, qualquer pessoa que fizesse um pedido a alguém (divino ou humano), exceto ao rei, seria lançado na cova dos leões. Sabe aquelas leis que são decretadas e não tem qualquer sentido? Pois é. O rei, ou ficou orgulhoso com a posição em que ficaria durante os próximos trinta dias ou nem prestou atenção e assinou a lei.
Quando Daniel soube que esta lei tinha sido assinada, continuou sua rotina. Foi para casa como costumava fazer. Ajoelhou-se no quarto, no andar de cima, com as janelas abertas na direção de Jerusalém (na direção de onde ficava o templo). E orou. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Ele orava três vezes por dia e dava graças ao Senhor. Os oficiais foram juntos à casa de Daniel. Queriam pegá-lo em flagrante. Foram diretamente ao rei e o lembraram da lei.
Perguntaram-lhe se lembrava que assinara a tal lei que se alguém pedisse qualquer coisa que não ao rei, num prazo de trinta dias, seria imediatamente lançado na cova dos leões. O rei confirmou.
Eles disseram ao rei que Daniel não lhe dava importância, nem à sua lei. Continuava a orar ao seu Deus três vezes por dia, como antes da lei.
Quando Dario ouviu, ficou muito angustiado. Lembre-se, Daniel estava prestes a ser nomeado à frente de todos no reino. Ele procurou uma forma de salvá-lo. Passou o restante do dia pensando num modo de livrá-lo. Não encontrou.
À noite os homens foram ao rei pressioná-lo. Sua lei não poderia voltar atrás. Por fim, sem ter encontrado um escape, o rei ordenou que Daniel fosse lançado na cova. Antes, expressou seu desejo a Daniel. Que o seu Deus, a quem ele servia fielmente, o livrasse.
Daniel foi lançado na cova dos leões. Colocaram uma pedra sobre a abertura da cova. Selaram com o anel do rei e de seus nobres. Assim, a pedra não poderia ser removida. A não ser pelo próprio rei. Ninguém poderia resgatar Daniel.
O rei voltou a seu palácio. Passou a noite em jejum. Não quis nenhum divertimento. Ficou acordado a noite inteira.
Assim que amanheceu, foi correndo à cova dos leões. Lá, gritou angustiado, chamando por Daniel, “servo do Deus vivo”. Perguntou se o Deus a quem ele servia tal fielmente pôde livrá-lo dos leões.
Daniel respondeu. Sim. Estava vivo! O seu Deus enviara Seu anjo para fechar a boca dos leões. Ele foi considerado inocente aos olhos de Deus. Lembra o significado de seu nome? Daniel, “Deus é meu juiz”. O Senhor o julgou. E foi considerado inocente. Daniel também disse que não fizera nada contra o rei.
O rei ficou muito feliz! Ordenou que Daniel fosse retirado da cova. Não havia sequer um arranhão nele. Sabe por quê? Porque confiara no Senhor.
O rei ordenou que prendessem os acusadores de Daniel e os lançassem na cova dos leões. Junto com suas esposas e filhos. Os leões os atacaram e os despedaçaram. Antes que chegassem ao fundo da cova. Tal qual Daniel, foram julgados. Não foram considerados inocentes. Que tristeza.
Quando viram como Daniel era leal, responsável e digno de confiança, por que não seguiram seu exemplo? Por que não se entregaram ao Deus de Daniel?
O rei Dario enviou uma mensagem aos povos de todas as cores, nações e línguas em todo o mundo dominado pelo Império Medo. Era um decreto. Neste decreto o rei ordenava que todos em seu reino deveriam tremer de medo diante do Deus de Daniel. Ele é o Deus vivo. Que permanece para sempre. Seu reino jamais será destruído. Seu domínio nunca terá fim. Ele livra e salva Seu povo. Realiza sinais e maravilhas. Nos céus e na terra. Foi Ele que livrou Daniel do poder dos leões.
Daniel prosperou também durante o reinado de Dario. E durante o reinado de Ciro, o persa.
Que aprendamos a sermos como Daniel. Leais. Sempre responsáveis. Dignos de confiança. Fieis. Constantes em oração.
“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 11.58
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2019
Ezequiel 40.1-42.20
Leitura do dia 09/09.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de Ezequiel.
Ontem vimos o Senhor transformar um vale de ossos secos em um grande exército.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-371-28.html
Também vimos Sua mensagem contra Gogue, em um futuro distante. E a restauração do povo do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-381-3929.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta. Até o capítulo quarenta e dois.
Fazia quatorze anos que Jerusalém caíra. A mão do Senhor esteve sobre Ezequiel e o levou até Israel. Lá, colocou-o em um alto monte. Ele viu, em direção ao sul, algo parecido com uma cidade. Quando foi levado para mais perto, viu um homem cuja face brilhava, como bronze. Estava em pé ao lado de uma porta. Tinha em suas mãos uma corda e uma vara de medir.
Ezequiel recebeu ordens de observar e ouvir. Que prestasse muita atenção a tudo que lhe fosse mostrado. Foi levado até ali por isso. Para ver e contar tudo ao povo de Israel.
O homem cujo rosto parecia bronze, claro, um anjo, mediu muros, portas, salas e pátios. Era a nova área do templo.
Segundo a Bíblia King James Atualizada (KJA), esta visão tinha um tríplice significado. A primeira parte, que são os três capítulos de nossa leitura hoje, revela a Casa de Deus ideal, no qual as aspirações espirituais do povo do Senhor são simbolizadas pela arquitetura do Templo.
Lembre-se, Israel está no exílio. Jerusalém foi completamente queimada, destruída. Esta visão é para um novo templo, uma nova cidade, um novo Israel.
Ezequiel prestou atenção em todos os detalhes. Nas medidas, nas espessuras, nos entalhes, nos materiais.
Quando o anjo foi medir o Lugar Santíssimo, somente ele entrou. Nenhum homem podia entrar ali, exceto o Sumo Sacerdote, uma vez ao ano.
É interessante notar que, o Lugar Santo ou “santuário externo” era o maior dos três aposentes. Quanto mais se aproximavam do Lugar Santíssimo as portas iam tornando-se mais estreitas.
Tudo aqui tem um significado, que não podemos descobrir apenas com uma lida.
Com relação às portas tornarem-se menores à medida que se aproximam do Lugar Santíssimo, é muito fácil de interpretar. Quanto mais perto do Senhor queremos estar (e estamos), o caminho torna-se mais difícil, mais estreito. Não é qualquer um que entra por essas portas. Não é qualquer um que tem disposição para tal. É preciso esforço. Santidade.
Os muros Norte, Sul e Oriental eram cheios de salas. O muro Ocidental não tinha nenhuma sala. Servia para separar o santo do comum.
Somente os descendentes de Zadoque seriam os sacerdotes encarregados do altar. Eles foram os únicos que não afastaram do Senhor. Somente eles teriam esse privilégio. Servir diante dEle.
É importante saber que aquilo que o Senhor nos mostra é para ser visto e ouvido com muita atenção. Em cada detalhe. Para depois termos condições de entregar Sua mensagem aos destinatários.
Somos o templo do Senhor. Precisamos ter as “medidas” corretas. Nossas atitudes diante dEle e dos outros precisam ser as atitudes que Ele espera de nós. Precisam corresponder ao Seu prumo, à Sua vontade. Tudo em nós deve estar como Ele deseja que esteja. Não apenas o externo, mas principalmente o interno. Em cada detalhe. Sim, cada detalhe.
Precisamos ser como os descendentes de Zadoque. Não foram atrás dos israelitas para pecar. Não foram sequer atrás de seus irmãos levitas. Ainda que todos tivessem se afastado do Senhor, eles permaneceram fiéis. Como nós precisamos permanecer. Até o fim.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quarenta e três. Até o capítulo quarenta e cinco.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de Ezequiel.
Ontem vimos o Senhor transformar um vale de ossos secos em um grande exército.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-371-28.html
Também vimos Sua mensagem contra Gogue, em um futuro distante. E a restauração do povo do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-381-3929.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta. Até o capítulo quarenta e dois.
Fazia quatorze anos que Jerusalém caíra. A mão do Senhor esteve sobre Ezequiel e o levou até Israel. Lá, colocou-o em um alto monte. Ele viu, em direção ao sul, algo parecido com uma cidade. Quando foi levado para mais perto, viu um homem cuja face brilhava, como bronze. Estava em pé ao lado de uma porta. Tinha em suas mãos uma corda e uma vara de medir.
Ezequiel recebeu ordens de observar e ouvir. Que prestasse muita atenção a tudo que lhe fosse mostrado. Foi levado até ali por isso. Para ver e contar tudo ao povo de Israel.
O homem cujo rosto parecia bronze, claro, um anjo, mediu muros, portas, salas e pátios. Era a nova área do templo.
Segundo a Bíblia King James Atualizada (KJA), esta visão tinha um tríplice significado. A primeira parte, que são os três capítulos de nossa leitura hoje, revela a Casa de Deus ideal, no qual as aspirações espirituais do povo do Senhor são simbolizadas pela arquitetura do Templo.
Lembre-se, Israel está no exílio. Jerusalém foi completamente queimada, destruída. Esta visão é para um novo templo, uma nova cidade, um novo Israel.
Ezequiel prestou atenção em todos os detalhes. Nas medidas, nas espessuras, nos entalhes, nos materiais.
Quando o anjo foi medir o Lugar Santíssimo, somente ele entrou. Nenhum homem podia entrar ali, exceto o Sumo Sacerdote, uma vez ao ano.
É interessante notar que, o Lugar Santo ou “santuário externo” era o maior dos três aposentes. Quanto mais se aproximavam do Lugar Santíssimo as portas iam tornando-se mais estreitas.
Tudo aqui tem um significado, que não podemos descobrir apenas com uma lida.
Com relação às portas tornarem-se menores à medida que se aproximam do Lugar Santíssimo, é muito fácil de interpretar. Quanto mais perto do Senhor queremos estar (e estamos), o caminho torna-se mais difícil, mais estreito. Não é qualquer um que entra por essas portas. Não é qualquer um que tem disposição para tal. É preciso esforço. Santidade.
Os muros Norte, Sul e Oriental eram cheios de salas. O muro Ocidental não tinha nenhuma sala. Servia para separar o santo do comum.
Somente os descendentes de Zadoque seriam os sacerdotes encarregados do altar. Eles foram os únicos que não afastaram do Senhor. Somente eles teriam esse privilégio. Servir diante dEle.
É importante saber que aquilo que o Senhor nos mostra é para ser visto e ouvido com muita atenção. Em cada detalhe. Para depois termos condições de entregar Sua mensagem aos destinatários.
Somos o templo do Senhor. Precisamos ter as “medidas” corretas. Nossas atitudes diante dEle e dos outros precisam ser as atitudes que Ele espera de nós. Precisam corresponder ao Seu prumo, à Sua vontade. Tudo em nós deve estar como Ele deseja que esteja. Não apenas o externo, mas principalmente o interno. Em cada detalhe. Sim, cada detalhe.
Precisamos ser como os descendentes de Zadoque. Não foram atrás dos israelitas para pecar. Não foram sequer atrás de seus irmãos levitas. Ainda que todos tivessem se afastado do Senhor, eles permaneceram fiéis. Como nós precisamos permanecer. Até o fim.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quarenta e três. Até o capítulo quarenta e cinco.
Espero você. Até lá.
segunda-feira, 8 de julho de 2019
Provérbios 16.1-18.24
Leitura do dia 03/07.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos.
Como é bom ver um sonho realizado. Como é bom ser prudente. Como é bom ter um estábulo cheio de bois, trabalho e uma colheita farta. Como é bom encontrar refúgio até na morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-131-1533.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos dezesseis ao dezoito. Ainda são provérbios de Salomão. Sobre diversos assuntos.
Anote os que mais chamam sua atenção. Vou falar um pouco sobre os que mais chamam a minha.
No capítulo dezesseis, Salomão nos ensina que é da natureza humana fazer planos. A maioria das pessoas faz. Mas, a resposta certa vem do Senhor. Ele é quem dirige nossos passos. Se quisermos andar por Seus caminhos de paz.
Se confiarmos verdadeiramente no Senhor, em todas as áreas de nossas vidas, nossos planos serão bem sucedidos.
Ele examina a intenção de cada um de nós. Não apenas nossas obras. Mas a intenção de tudo que fazemos. O que importa é exatamente o que está dentro de nossos corações. E que só o Senhor pode ver.
Ele detesta orgulho. Precede a destruição. A arrogância precede a queda. Mas a humildade precede a honra. Os orgulhosos não ficarão sem castigo.
O temor do Senhor, que é o princípio da sabedoria, evita o mal. O amor e a fidelidade cobrem pecados.
Com toda a certeza, é melhor ter pouco com justiça, que ser rico e desonesto. Também é melhor viver humildemente com os pobres que repartir o despojo com os orgulhosos. Eles estão fadados à destruição.
Não é que ser orgulhoso, arrogante e soberbo pode levar à queda. É certo que a queda virá. Essas atitudes são precedidas da queda. Como um tsunami é precedido de um silêncio momentâneo e depois a correria de pássaro e animais.
O Senhor exige honestidade. Balanças e pesos exatos. Exatos. Sabe por que? Não somos nós, é Ele quem determina os padrões da imparcialidade. E seus padrões são corretos. Ele não aceita suborno de espécie alguma.
Os sábios têm conselhos sábios. Suas palavras são convincentes.
Palavras bondosas são como mel. Na alma entram com doçura e refletem na saúde até do corpo.
E o que você acha? Salomão diz que é melhor ser paciente que um poderoso conquistador. É melhor se controlar que conquistar uma cidade. Sem dúvida é. A falta de controle e paciência nos leva a muitos erros. Somos não apenas conquistados por falta de controle, somos subjugados.
No capítulo dezessete Salomão mais uma vez fala, com outras palavras, a mesma coisa. É melhor um pedaço de pão, mesmo que esteja seco, com paz, que uma casa cheia de banquetes e conflitos. Ah, como é bom ter paz. É como uma corrente de água que vai passando pelos sulcos da terra. Curando. Revigorando. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1311-13521.html
Para saber se o ouro e a prata são puros, eles são submetidos às altas temperaturas. O fogo provará sua pureza. Quanto ao Senhor, muitas vezes nos submete também “às altas temperaturas”, para que nosso coração seja revelado. Não que Ele não conheça. Ele conhece tudo. Nada Lhe está oculto. Somos nós que precisamos conhecer nossos corações.
E quanto à rebeldia? O rebelde sempre procura uma razão, uma desculpa para se rebelar. Ele será castigado. Não tem como não ser. É algo natural.
Duas vezes Salomão fala sobre algo detestável ao Senhor. Condenar o inocente e absolver o culpado. Lembra? É Ele quem decide e determina os padrões da imparcialidade.
O amigo verdadeiro é sempre leal. Em quaisquer circunstâncias. Em todo o tempo. Ele se torna um irmão na hora da dificuldade. Na verdade, é ainda mais chegado que um irmão.
Se estamos passando por dificuldades (e quase sempre estamos), devemos manter nosso coração cheio de esperança. A alegria é um bom remédio. Sustenta até o corpo do enfermo. Mas o espírito abatido consome nossas forças. Ninguém consegue suportá-lo. Acredite, já tive um espírito abatido.
Quem recebe suborno (sabemos de muitos nessa situação), são perversos. Desviam o rumo da justiça. Quem recebe é tão culpado (ou mais) que aquele que oferece.
O sensato mantém seus olhos fixos na sabedoria. Quer aprender. Dedica-se ao conhecimento. Os olhos do tolo, no entanto, ficam vagueando. Não conseguem se fixar em nada. Vagueiam por aí, sem qualquer compromisso. Até os confins da terra.
O capítulo dezoito começa com um alerta extremamente interessante. Quem vive isolado é egoísta. Preocupa-se apenas consigo. Rejeita a sabedoria e o bom senso.
Sabe aqueles momentos em que estamos mal? Que queremos nos isolar? Que ansiamos por um buraco bem fundo para ficarmos lá escondidos? Esses são os momentos que não podemos nos isolar. São os momentos que precisamos pedir ajuda. Precisamos aprender com a criança que, quando não consegue fazer algo sozinha, fala que precisa de ajuda. Não podemos viver isolados. É burrice. Quem vive assim está descambando para a depressão. E destruição.
Nosso trabalho deve ser feito com esmero. Aquele que é relaxado está agindo como o destruidor. Devemos fazer tudo como se estivéssemos fazendo para o Senhor (Colossenses 6.17-23).
Quem procura socorro no nome do Senhor, fica protegido. Quem confia em sua riqueza não está seguro.
Quem tem discernimento sempre deseja aprender mais. Não há limite para seu aprendizado. Seus ouvidos estão sempre abertos para o conhecimento.
E, se você feriu ou ofendeu um amigo, saiba que é mais difícil reconquistar sua amizade que uma cidade fortificada. As discussões separam como se fossem um forte portão trancado. Esse é um dos motivos para cuidar de nossa língua. O que falamos tem poder para trazer morte ou vida. Colheremos as consequências de nossas palavras.
O homem que encontra uma esposa encontrou um tesouro. Um tesouro muito precioso. Que deve ser guardado e cuidado como tal. Ele alcançou o favor do Senhor. É, sem dúvida, bem-aventurado.
Que aprendamos com tantas palavras de sabedoria que estão à nossa disposição.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o vinte e um.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos.
Como é bom ver um sonho realizado. Como é bom ser prudente. Como é bom ter um estábulo cheio de bois, trabalho e uma colheita farta. Como é bom encontrar refúgio até na morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-131-1533.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos dezesseis ao dezoito. Ainda são provérbios de Salomão. Sobre diversos assuntos.
Anote os que mais chamam sua atenção. Vou falar um pouco sobre os que mais chamam a minha.
No capítulo dezesseis, Salomão nos ensina que é da natureza humana fazer planos. A maioria das pessoas faz. Mas, a resposta certa vem do Senhor. Ele é quem dirige nossos passos. Se quisermos andar por Seus caminhos de paz.
Se confiarmos verdadeiramente no Senhor, em todas as áreas de nossas vidas, nossos planos serão bem sucedidos.
Ele examina a intenção de cada um de nós. Não apenas nossas obras. Mas a intenção de tudo que fazemos. O que importa é exatamente o que está dentro de nossos corações. E que só o Senhor pode ver.
Ele detesta orgulho. Precede a destruição. A arrogância precede a queda. Mas a humildade precede a honra. Os orgulhosos não ficarão sem castigo.
O temor do Senhor, que é o princípio da sabedoria, evita o mal. O amor e a fidelidade cobrem pecados.
Com toda a certeza, é melhor ter pouco com justiça, que ser rico e desonesto. Também é melhor viver humildemente com os pobres que repartir o despojo com os orgulhosos. Eles estão fadados à destruição.
Não é que ser orgulhoso, arrogante e soberbo pode levar à queda. É certo que a queda virá. Essas atitudes são precedidas da queda. Como um tsunami é precedido de um silêncio momentâneo e depois a correria de pássaro e animais.
O Senhor exige honestidade. Balanças e pesos exatos. Exatos. Sabe por que? Não somos nós, é Ele quem determina os padrões da imparcialidade. E seus padrões são corretos. Ele não aceita suborno de espécie alguma.
Os sábios têm conselhos sábios. Suas palavras são convincentes.
Palavras bondosas são como mel. Na alma entram com doçura e refletem na saúde até do corpo.
E o que você acha? Salomão diz que é melhor ser paciente que um poderoso conquistador. É melhor se controlar que conquistar uma cidade. Sem dúvida é. A falta de controle e paciência nos leva a muitos erros. Somos não apenas conquistados por falta de controle, somos subjugados.
No capítulo dezessete Salomão mais uma vez fala, com outras palavras, a mesma coisa. É melhor um pedaço de pão, mesmo que esteja seco, com paz, que uma casa cheia de banquetes e conflitos. Ah, como é bom ter paz. É como uma corrente de água que vai passando pelos sulcos da terra. Curando. Revigorando. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1311-13521.html
Para saber se o ouro e a prata são puros, eles são submetidos às altas temperaturas. O fogo provará sua pureza. Quanto ao Senhor, muitas vezes nos submete também “às altas temperaturas”, para que nosso coração seja revelado. Não que Ele não conheça. Ele conhece tudo. Nada Lhe está oculto. Somos nós que precisamos conhecer nossos corações.
E quanto à rebeldia? O rebelde sempre procura uma razão, uma desculpa para se rebelar. Ele será castigado. Não tem como não ser. É algo natural.
Duas vezes Salomão fala sobre algo detestável ao Senhor. Condenar o inocente e absolver o culpado. Lembra? É Ele quem decide e determina os padrões da imparcialidade.
O amigo verdadeiro é sempre leal. Em quaisquer circunstâncias. Em todo o tempo. Ele se torna um irmão na hora da dificuldade. Na verdade, é ainda mais chegado que um irmão.
Se estamos passando por dificuldades (e quase sempre estamos), devemos manter nosso coração cheio de esperança. A alegria é um bom remédio. Sustenta até o corpo do enfermo. Mas o espírito abatido consome nossas forças. Ninguém consegue suportá-lo. Acredite, já tive um espírito abatido.
Quem recebe suborno (sabemos de muitos nessa situação), são perversos. Desviam o rumo da justiça. Quem recebe é tão culpado (ou mais) que aquele que oferece.
O sensato mantém seus olhos fixos na sabedoria. Quer aprender. Dedica-se ao conhecimento. Os olhos do tolo, no entanto, ficam vagueando. Não conseguem se fixar em nada. Vagueiam por aí, sem qualquer compromisso. Até os confins da terra.
O capítulo dezoito começa com um alerta extremamente interessante. Quem vive isolado é egoísta. Preocupa-se apenas consigo. Rejeita a sabedoria e o bom senso.
Sabe aqueles momentos em que estamos mal? Que queremos nos isolar? Que ansiamos por um buraco bem fundo para ficarmos lá escondidos? Esses são os momentos que não podemos nos isolar. São os momentos que precisamos pedir ajuda. Precisamos aprender com a criança que, quando não consegue fazer algo sozinha, fala que precisa de ajuda. Não podemos viver isolados. É burrice. Quem vive assim está descambando para a depressão. E destruição.
Nosso trabalho deve ser feito com esmero. Aquele que é relaxado está agindo como o destruidor. Devemos fazer tudo como se estivéssemos fazendo para o Senhor (Colossenses 6.17-23).
Quem procura socorro no nome do Senhor, fica protegido. Quem confia em sua riqueza não está seguro.
Quem tem discernimento sempre deseja aprender mais. Não há limite para seu aprendizado. Seus ouvidos estão sempre abertos para o conhecimento.
E, se você feriu ou ofendeu um amigo, saiba que é mais difícil reconquistar sua amizade que uma cidade fortificada. As discussões separam como se fossem um forte portão trancado. Esse é um dos motivos para cuidar de nossa língua. O que falamos tem poder para trazer morte ou vida. Colheremos as consequências de nossas palavras.
O homem que encontra uma esposa encontrou um tesouro. Um tesouro muito precioso. Que deve ser guardado e cuidado como tal. Ele alcançou o favor do Senhor. É, sem dúvida, bem-aventurado.
Que aprendamos com tantas palavras de sabedoria que estão à nossa disposição.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o vinte e um.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 28 de junho de 2019
Salmo 119.1-176
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Ontem vimos que devemos apenas adorar o Senhor. Tornamo-nos semelhantes ao que adoramos. Os ídolos são cegos, surdos, mudos, inertes. Não podemos adorá-los. Seremos como eles.
Também vimos a pergunta do salmista: “Que posso oferecer ao Senhor por tudo que Ele me tem feito?” Sua resposta, como a nossa deve ser, é celebrar Seu livramento e louvar Seu nome. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1151-11829.html
Hoje, caminharemos pelos versículos do Salmo cento e dezenove. O capítulo mais longo das Escrituras. Este Salmo também é um poema acróstico. Possui vinte e duas estrofes. Cada uma começa com uma letra do alfabeto hebraico. Em sucessão. Cada estrofe possui oito versículos. Cada um destes versículos começa com a letra referente à sua estrofe.
Quem me conhece sabe que amo “ordem alfabética”. É assim que guardo meus CD’s, DVD’s e livros. Rigorosamente em ordem alfabética. Gosto disso. Mas gosto ainda mais do assunto deste salmo. Que criatividade a do salmista! Iniciemos nossa caminhada. Passo por passo. Estrofe por estrofe. Versículo por versículo. Cada postagem uma estrofe, uma letra.
Álef
Quem conhece o Senhor e O segue sabe que o salmista está certo ao dizer que esses são felizes. Sim, os íntegros. Integridade é completude. Só somos íntegros se estivermos no Senhor. Foi Ele quem nos fez. Sabe como funcionamos. Conhece nosso espírito, nossa alma, nosso corpo. Nos entende. Nos dá a felicidade que é como Sua paz, excede todo o entendimento (Filipenses 4.7).
Os que obedecem Seus mandamentos são felizes. Seus mandamentos não são restritivos como muitas vezes pensamentos. Seus mandamentos são protetivos. Como um pai que ordena que o filho não mexa no fogo para não se queimar.
Quem obedece Seus mandamentos não pratica o mal. Não consegue. Está andando em Seus caminhos. Os caminhos que Ele nos encarregou de seguir fielmente.
Que desejemos como o salmista, termos em nossas ações os reflexos de Seus decretos. Assim, não ficaremos envergonhados quando meditarmos em Seus mandamentos. Estaremos seguindo-os. Obedecendo.
Daremos graças ao Senhor por vivermos corretamente, à medida que aprendermos Seus justos estatutos. Como é uma constante e uma caminhada ascendente, cada vez daremos graças com mais alegria.
Sim, Senhor, obedeceremos Seus decretos. Por favor, não desista de nós! Somos falhos, precisamos de correção. Muitas vezes não passamos pelas lições. Não obedecemos como deveríamos. Ainda assim, clamamos, não desista de nós.
Bêt
O Salmista, preocupado com o jovem, pergunta como este pode se manter puro. Ele mesmo, sabiamente, responde. A única maneira do jovem (ou qualquer um) manter-se puro é obedecendo às Palavras do Senhor. Não há outro caminho. Não há outra maneira. Não existe um “sabão espiritual”.
Ele pede ao Senhor que o conserve, que não permita que se desvie de Seus mandamentos. Afinal, de todo seu coração buscou ao Senhor. Guardou Sua palavra no coração para não pecar contra o Senhor. Não é suficiente guardarmos Sua palavra em nossa mente. É preciso que a guardemos também em nosso coração. É em nosso coração que decidimos. Antes até que em nossa mente.
Está tão empolgado com os mandamentos do Senhor que O louva, pedindo que ensine Seus decretos. Ate os recitará em alta voz. Para que todos conheçam. E aprendam.
Alegrou-se com o caminho que foi apontado pelos Seus preceitos, tanto como com muitas riquezas. Ah, que alegria essa! Seus caminhos são maravilhosos. Podemos nos alegrar com eles. Tanto como com, não apenas uma, mas muitas riquezas. Esse caminho, apontado por Seus preceitos, é o melhor caminho, o que nos conduz ao verdadeiro sucesso, à verdadeira felicidade.
"A benção do Senhor traz riqueza, e ele não permite que a tristeza a acompanhe". - Provérbios 10.22
Por isso, meditará em Suas ordens e refletirá em Seus caminhos. Terá prazer em Seus decretos. Não se esquecerá de Suas palavras.
Que façamos o mesmo.
Guímel
O salmista pede que o Senhor o trate com bondade. Que abra seus olhos. Considera-se um estrangeiro na terra. Pede que o Senhor não esconda Seus mandamentos dele. Que não permita que zombem dele. Sua alma está angustiada. Até os príncipes se reúnem para falar dele. Contra ele. Que situação!
Ainda assim, deseja viver e obedecer à Palavra. Quer ter os olhos abertos para ver as maravilhas da Sua lei. Somente com nossos olhos abertos, pelo Senhor, conseguimos enxergar essas maravilhas. Conseguimos ser gratos pela Sua lei, que não nos reprime, nos protege.
Constantemente tem intenso desejo pelos decretos do Senhor. Sabe que dão vida. Continua obedecendo Seus preceitos. Meditando em Seus decretos. Tendo prazer em Seus preceitos. São Seus preceitos que dão os sábios conselhos dos quais precisa para viver.
Como deve ser conosco.
Dálet
O salmista está muito angustiado. Prostrado no pó. Pede que o Senhor restaure sua vida através de Sua Sua palavra. Sabe que a Palavra do Senhor é vida.
Ele relatou seus planos ao Senhor. O Senhor o respondeu. Agora pede que ensine Seus decretos. Que o ajude a entender Suas ordens, para que possa meditar em Suas maravilhas.
Sua alma chora de tristeza. Pede que o Senhor o fortaleça. Pela Sua palavra. Que o afaste do caminho da mentira. Que lhe dê o privilégio magnífico de conhecer Sua lei.
Muitas vezes não conseguimos entender Suas ordens, ainda assim, precisamos meditar em Suas maravilhas. E obedecer. Dizer sim.
Que façamos como o salmista. Ele escolheu o caminho da verdade. Decidiu viver de acordo com os estatutos do Senhor. Foi uma escolha que fez. Tomou uma decisão. Apegou-se a Seus preceitos. Pede que o Senhor não permita que seja envergonhado.
Buscará Seus mandamentos. O Senhor aumentou o entendimento que tinha. Sim, os que buscam Seus caminhos têm entendimento.
Que sejamos como ele.
He
O salmista continua pedindo que o Senhor lhe ensine Seus decretos. Ele os guardará até o fim.
Pede que lhe dê entendimento. Assim, obedecerá Sua lei e de todo coração a colocará em prática. Ponto principal. De nada adianta conhecer se não colocarmos em prática. De todo o coração.
Pede que o Senhor o ensine a andar por Seus mandamentos. Sente prazer neles. Consigo imaginar os mandamentos do Senhor, uma após o outro, fazendo um grande e lindo caminho. Pelo qual devemos andar.
Faz uma oração muito impressionante. Pede que o Senhor lhe dê entusiasmo (sopro de Deus) pelos Seus decretos, não pela ganância. Não consigo ver o sopro de Deus misturado à ganância. Mas, infelizmente, muitos confundem a euforia pela ganância com algo vindo do Senhor. Que possamos orar como o salmista. E nos livrarmos dessa euforia. Que sejamos tomados pelo entusiasmo por Seus decretos, não por riquezas. Ou cargos. Ou bens. Ou influência. Ou poder.
Que desejemos também que nossos olhos parem de olhar coisas inúteis. E que sejamos restaurados por Sua palavra. Que sejamos afastados de nossos próprios caminhos vergonhosos. Acredite, os estatutos do Senhor são bons. Seus caminhos são caminhos de vida.
Que, como o salmista, desejemos obedecer Suas ordens e tenhamos nossas vidas restauradas por Sua justiça.
Como ser restaurado por Sua palavra se não a conhecermos? Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, rabiscadas, envelhecendo pelo uso. E não mofando num canto qualquer. Esquecida.
Vav
O salmista pede ao Senhor que lhe dê Seu amor e a salvação prometida. Assim, poderá responder aos que o insultam.
Pede também que não retire dele a palavra da verdade. Confia em Sua palavra. Seus estatutos são sua esperança. Não colocou sua esperança em riquezas, mas nos estatutos do Senhor. Que são verdadeiros. E eternos.
Afirma que continuará obedecendo Sua lei. Para sempre.
Canta que andará em liberdade pois se dedicou às ordens do Senhor. Diferente do que muitas vezes acreditamos, obedecer Suas ordens nos dá liberdade. O que causa escravidão é o pecado. Não obediência ao Senhor. Suas ordens são acompanhadas de liberdade. Seus mandamentos são protetivos. Não opressivos.
O Senhor disse a Caim: "Se você fizer o que é certo, será aceito. Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo" (Gênesis 4.7). Se algo nos domina, somos escravos. Não livres.
Por ser livre, falará de Seus preceitos a reis. Sem sentir vergonha. Se os reis obedecerem ao Senhor, serão bem-aventurados.
"Provem e vejam que o Senhor é bom! Como é feliz o que nEle se refugia!" - Salmos 34.8
Ah, ele tem prazer em Seus mandamentos. Ama cada um deles. A ponto de celebrá-los. E, como devemos fazer, medita constantemente em Seus decretos.
Sabemos que os que meditam dia e noite na Sua lei e tem prazer nela, serão como árvores plantadas à margem dos rios. Dão fruto no tempo certo. Suas folhas nunca murcham. Prosperam em tudo que fazem (Salmo 1.2,3).
Zain
O salmista começa com uma oração. Pede que o Senhor lembre da promessa que lhe fez.
Sua promessa é sua esperança. Ele crê que a promessa se cumprirá. Virá à existência. Ele a verá. Ela renova suas forças. Consola-o nos tempos de aflição. Ele pode olhar para trás e ver a bondade e a misericórdia do Senhor a seguí-lo. Pode olhar para frente, crendo em Sua promessa. E prosseguindo.
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Os orgulhosos o desprezam. Ainda assim, confia e não se desvia das leis do Senhor. Medita em Seus estatutos. Que são muito antigos. Eles o consolam de maneira magnífica.
O salmista fica furioso com os perversos por rejeitarem a lei do Senhor. Quanto a ele, canta Seus decretos. Eles são o tema de suas canções.
À noite, depois que todos os afazeres terminam e ele descansa, pensa no Senhor. Em Sua identidade. Quem é o Senhor? Tem aprendido em Sua palavra. Por isso, obedece Sua lei. Como não obedecer um Senhor que nos ama de forma incondicional?
Passa seus dias como devemos passar os nossos. Obedecendo Suas bondosas ordens.
Hêt
O salmista declara que o Senhor é sua herança! Oh, que herança maravilhosa. Tê-Lo para sempre. Nada pode ser comparado a tão grande tesouro.
Ele promete obedecer Suas palavras. Busca Seu favor de todo coração. Pede que o Senhor tenha misericórdia, como lhe prometeu.
Refletiu sobre o rumo de sua vida e resolveu seguir Seus preceitos. E quanto a nós? Refletimos também? Para onde estamos indo? Que rumo temos tomado? Diante dessa reflexão, o que resolvemos? A quem seguiremos?
Estamos sempre seguindo alguém. Mesmo se estivermos escondidos embaixo de nossas camas, sem nada querer encarar. Que tomemos a decisão de seguir os preceitos do Senhor. Eles nos levarão ao caminho certo. Ao caminho da vida.
Que façamos como o salmista. Depois que refletiu, decidiu. Depois que decidiu, se apressou para, sem demora, obedecer Seus mandamentos.
Não foi fácil. Os perversos tentaram arrastá-lo. Não querem cometer suas maldades sozinhos. Ele, porém, não se deixou levar. Não se esquecerá da lei do Senhor.
"Meu filho, se os pecadores quiserem seduzi-lo, não permita que isso aconteça". - Provérbios 1.10
Levanta-se à meia-noite e dá graças ao Senhor por Seus estatutos. Como valoriza os mandamentos do Senhor! É amigo de todos que O temem. Dos que obedecem Suas ordens.
Olha para e terra e vê que Seu amor a enche. Por isso, deseja aprender, a cada dia, Seus decretos.
Que façamos como ele!
Que sigamos o conselho do Senhor: “Arrependam-se e afastem-se de seus pecados, e não permitam que eles os derrubem. Deixem toda a sua rebeldia para trás e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que morrer, ó povo de Israel? Não é meu desejo que morram, diz o Senhor Soberano. Arrependam-se e vivam!” (Ezequiel 18.30a-32).
Tét
O salmista começa dizendo que o Senhor tem feito muitas coisas boas. Para ele. Tal qual prometeu. Suas promessas não falham.
Podemos ver tantas coisas boas que o Senhor tem nos feito. Podemos, como aquela velha canção diz, contar as benção. Veremos surpresos quanto o Senhor já vez. https://www.youtube.com/watch?v=de9M-_SztJY
Sua oração é que o Senhor lhe dê conhecimento. Ele crê em Seus mandamentos. Lembra-se e canta para todos ouvirem, que antes de ser disciplinado vivia desviado. Agora, segue a palavra do Senhor de perto.
Não podemos ficar sem disciplina. Não podemos viver sem limites. Limites nos protegem. Tal qual a lei da gravidade.
Ainda que tenha sido disciplinado e na verdade, por ter sido disciplinado, reconhece que o Senhor é bom e faz somente o bem. Deseja aprender Seus decretos.
Os arrogantes mentem a respeito do Senhor. Não reconhecem Seu cuidado, Sua bondade. Não querem regras, leis, limites.
Ele tem prazer em sua lei. O sofrimento foi bom. Ele o ensinou a dar atenção aos decretos do Senhor. Como uma criança que desobedece o pai e cai em uma ribanceira. Vai aprender a obedecer. Verá que a ordem era para sua proteção. O decreto foi dado por amor.
Por tudo que aprendeu, o salmista considera a lei do Senhor preciosa. Mais preciosa que milhares de peças de ouro e de prata.
Ah, que aprendamos também. Não apenas a obedecer, mas a valorizar Suas leis. Elas são realmente mais valiosas que milhares de peças de ouro e prata. Ninguém pode roubar Seus ensinamentos de nós. Tornam-se parte de nossas vidas. Para sempre.
Iode
O salmista reconhece que foi formado pelo Senhor. Pede que lhe dê entendimento para aprender Seus mandamentos.
O que é aprender Seus mandamentos? Não são fáceis?
Ah, precisamos aprender o que está por trás de cada mandamento. Qual a motivação de cada um deles. Assim, realmente aprenderemos. Não os saberemos de cor. Viveremos cada um deles.
Seu desejo é ser um motivo de alegria para todos que temem ao Senhor. Que seja exemplo. Colocou toda sua esperança em Sua palavra. Sabe que Seus estatutos são justos. Que foi disciplinado por causa da fidelidade do Senhor. Que agora, depois de disciplinado, Seu amor o console. Que Sua compaixão o cerque. Para que viva. Tem prazer em Sua lei.
Deseja que os arrogantes, que mentiram a seu respeito, sejam envergonhados. Ele, no entanto, meditará nas ordens do Senhor. Que todos que O temem unam-se a ele. Sim, todos que conhecem Seus preceitos.
E, ah, que seja inculpável na obediência a Seus decretos. Assim, jamais será envergonhado. Que essa seja nossa oração. Sermos inculpáveis.
Que sigamos o conselho de Paulo: “Levem uma vida pura e inculpável como filhos de Deus, brilhando como luzes resplandecentes num mundo cheio de gente corrompida e perversa. Apeguem-se firmemente à mensagem da vida”. – Filipenses 2.15b-16a
Kaf
O salmista está cansado. Como muitas vezes ficamos. Sente-se exausto de tanto esperar pelo livramento do Senhor, que a seu ver está demorando. Ah, como nos sentimos assim também. Esperamos e esperamos, achando que nunca virá. Ainda assim precisamos colocar nossa esperança em Sua palavra.
Seus olhos estão se esforçando para ver Sua promessa cumprir. Ele grita: quando o Senhor me consolará? Sente que, de tanto esperar, está enrugado, como uma vasilha de couro exposta por muito tempo à fumaça. Ainda assim, não se esquece de Seus decretos. Não pode. Como também não podemos. Mesmo quando estamos cansados. Exaustos. Com o rosto enrugado. E os olhos lacrimejados.
Está em perigo. Os arrogantes que não seguem a lei do Senhor (se seguissem, não seriam arrogantes). Abriram uma cova funda para pegá-lo. Quase acabaram com ele. Por isso está angustiado. Cansado de esperar. Ainda assim, cansado, confia que todos os mandamentos do Senhor são confiáveis. Não abandonou Suas ordens. Continuará obedecendo Seus preceitos. Pede que o Senhor o proteja daqueles que o perseguem sem motivo. Que, por Seu amor, preserve sua vida.
Está difícil? Vamos continuar. Só mais um pouco. Ele, com certeza, não nos abençoará. Suas promessas são fiéis. http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
Que clamemos por Seu renovo. Que confiemos nEle. Em Sua palavra.
“Mas os que confiam no Senhor renovam suas forças; voam alto, como águias. Correm e não se cansam, caminham e não desfalecem”. – Isaías 40.31
Lâmed
O salmista fala da palavra do Senhor. Ela está firme nos céus. Sua fidelidade se estende através das gerações. Duradoura como a terra. Seus estatutos permanecem até hoje. Ela é atual. Leia e verá que foi escrita para nós. Nossos dias. Nossas circunstâncias. E tudo está a serviço de Seus planos. Volte a ler a última frase. Sim. Tudo está a serviço de Seus planos.
“E sabemos que Deus faz todas as coisas cooperarem para o bem daqueles que o amam e que são chamados de acordo com Seu propósito”. – Romanos 8.28
Será que é verdade? Sim, tudo está a serviço dEle e Seus planos. Lembra-se de José? Foi Ele, não seus irmãos que o levaram ao Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Mesmo quando estamos sofrendo e chorando, Ele fará com que aquela situação coopere para o nosso bem. Mesmo quando não conseguimos enxergar. Mesmo quando nos sentimos como o salmista versículos atrás, enrugados, de tanto esperar, como uma vasilha de couro na fumaça (Salmo 119.83).
Para passarmos por essas situações precisamos ter Sua lei como nosso prazer. Se não, com certeza, morremos em nosso sofrimento e não enxergamos Seus propósitos. Isso quase aconteceu comigo.
Que jamais esqueçamos Suas ordens. É por meio dela que o Senhor nos dá vida. Somos dEle. Que Ele nos salve. Temos buscado conhecer e obedecer Suas ordens. Mesmo que o perverso fique à espreita. É em Seus preceitos que devemos meditar. Não nas circunstâncias ao nosso redor.
O salmista percebe que até a perfeição tem limite. Mas não há limite para os mandamentos do Senhor. Eles nos protegem. Nos dão vida.
Mem
Nesta estrofe, o salmista começa reconhecendo o quanto ama a lei do Senhor. Pensa nela o dia todo.
Seus mandamentos o fazem mais sábio que seus inimigos. Seus mandamentos o guiam.
Por causa de Seus mandamentos e de viver meditando neles, tem mais prudência até que seus mestres. Tem mais entendimento que os idosos porque obedece Suas ordens.
E assim ele segue a vida. Com prudência. Recusando-se a andar em qualquer tipo de caminho mau. Não se afastará de Seus estatutos. O Senhor foi um excelente professor. Ensinou muito bem.
Suas palavras são doces. Mais doces que o mel. Suas ordens dão discernimento. Nos livra dos caminhos falsos. Discernimento significa reconhecer o que é certo e o que é errado.
Que possamos amar Sua lei, tal qual o salmista. Que tenhamos discernimento. E andemos pelos caminhos verdadeiros do Senhor. Que odiemos e nos afastemos de todo caminho falso.
Nun
O salmista começa a estrofe declarando que a palavra do Senhor é lâmpada para seus pés. Luz para seu caminho.
Pensemos um pouco naquela época. Quando anoitecia, normalmente as pessoas estavam em suas casas. E, na maioria das vezes, prontas para dormir. Mas, se precisassem, por qualquer motivo que fosse, sair à noite, como fazer? Havia uma “lâmpada” que iluminava apenas uns passos à frente, para a pessoa não tropeçar. Ela precisava olhar para a lâmpada, para saber o caminho que estava andando.
Sim, Sua palavra é lâmpada para nossos pés. Luz para nossos caminhos. Ela nos guia a cada passo. Nos mostra se estamos ou não no caminho certo. Tem dúvida de alguma coisa? Abra sua Bíblia. Estude-a. Alimente-se dela. Ame-a. Ela é luz para nossos caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Lembra que uma vez prometeu ao Senhor que obedeceria a Seus justos estatutos. Agora, volta a prometer. Não se afastará deles.
Sofreu muito. Pede que o Senhor restaure sua vida. Como havia prometido. Também pede que aceite Sua oferta de louvor. Uma oferta agradável ao Senhor. Que não envolve nenhum tipo de barganha. Também pede que lhe ensine Seus estatutos.
Está sempre em perigo. Sua vida está por um fio. Ainda assim, não se esquecerá da lei do Senhor. Há armadilhas preparadas contra ele, por toda a parte. Não cairá nelas. Não se desviará de Suas ordens.
Os preceitos do Senhor são seu tesouro permanente. O prazer de seu coração. Está decidido a cumprir Seus estatutos. Para sempre. Até seu último suspiro.
Qual tem sido nosso tesouro? Seus preceitos são um tesouro que ninguém pode roubar. Se estiverem guardados em nossos corações.
Que, como o salmista, estejamos decididos a cumprir Seus estatutos. Afé o fim.
Sâmeq
O salmista não suporta pessoas inconstantes, que uma hora seguem o Senhor, outra não. Ele ama Sua lei. O Senhor é seu refúgio. Seu escudo. Sua palavra é sua esperança. Não quer a companhia dos que praticam o mal. Ao contrário destes, obedecerá os mandamentos do Senhor, seu Deus.
Pede que o Senhor o sustente, como prometeu. Para que viva. Que sua esperança não seja frustrada. Se o Senhor sustentá-lo, será salvo. Salvo, poderá meditar continuamente em Seus decretos.
Lembra que o Senhor rejeita todos que se afastam de Seus decretos. Se afastam dEle. Enganando a si mesmos. O Senhor remove os ímpios da terra.
O salmista declara que estremece diante do Senhor. Sente um temor reverente por Seus estatutos.
Que nossa esperança também esteja nEle. Que amemos Sua lei. Que Ele seja nosso refúgio. Nosso escudo. A cada dia.
Que O obedeçamos e tenhamos temor reverente por Seus estatutos. Ah, que não modifiquemos ou interpretemos a Palavra a nosso bel prazer, para nos satisfazer, mas que tenhamos temor reverente. Sua palavra ilumina nossos caminhos.
Áin
O salmista, sempre em constante luta, como temos visto ao longo do Salmo, pede que o Senhor não o entregue a seus inimigos.
Tem agido de maneira justa e correta. Clama que o Senhor lhe garanta o bem. Que não permita que os arrogantes o oprimam.
Em meio às lutas e angústias, seus olhos se esforçam para que veja o livramento do Senhor. O cumprimento de Sua justa promessa. Como precisamos fazer.
Lembra ao Senhor que é Seu servo. Que o Senhor o trate conforme Seu amor. E lhe ensine Seus decretos. Que lhe dê discernimento. Para que entenda Seus preceitos. Essa também deve ser nossa oração. Que o Senhor nos dê discernimento em meio a um mundo egocêntrico, que anda na contramão do Senhor. Que torce leis e direitos.
Seu coração grita que já é hora do Senhor agir. Violaram Sua lei.
Não temos, também, clamado dessa maneira? Em breve o Senhor se levantará. Creia.
Que, tal qual o salmista, amemos Seus mandamentos. Mais que o ouro. Sim, mais que o ouro puro. Que as riquezas, o poder, ou qualquer outro ídolo não ganhe nossos corações. Que amemos o Senhor mais que o ouro. Cada um de Seus mandamentos é reto. https://www.youtube.com/watch?v=0rU0ZNV8L7U
Que odiemos todo e qualquer caminho falso. Só há apenas um caminho. Só Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”. – João 14.6
Pê
O salmista declara, com toda razão, que os preceitos do Senhor são maravilhosos. Por isso ele os obedece. Sim, Seus preceitos são maravilhosos. Não são mesquinhos. Estão sempre visando o nosso bem.
O ensinamento da Sua palavra esclarece. Até os ingênuos passam a ter entendimento. Sua palavra é viva. Não é difícil como muitos acreditam. Que oremos e voltemos nossos olhos para ela, para seus ensinamentos.
Como são maravilhosos, o salmista suspira de desejo pelos mandamentos do Senhor. Pede que o Senhor venha e lhe mostre Sua misericórdia. Sabe que o Senhor a mostra a todos que amam Seu nome. E quem conhece Seus mandamentos, ama Seu nome. Impossível não amar.
Pede que seus passos sejam firmados em Sua palavra. Para que o pecado não o domine. Quem é dominado, é escravo. Se não seguimos o conselho do Senhor, dado primeiramente a Caim, seremos escravos, como ele foi. Completamente dominado. A ponto de assassinar seu irmão. Por inveja.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-41-26.html
"Se você fizer o que é certo, será aceito, Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo." - Gênesis 4.7
O salmista pede ainda que o Senhor olhe para ele com favor. Que lhe ensine Seus decretos. Mas, não está preocupado apenas com ele. Como tem observado os mandamentos do Senhor, sabe que também precisa se importar com os outros. Em sua canção nos diz que chora muito, como se rios de lágrimas brotassem de seus olhos. Qual o motivo? Não tem dinheiro? Não ocupa determinado cargo? Não gera certa influência? Não tem um excelente emprego? Não tem o carro ou a casa que deseja? Não está satisfeito com sua aparência? Não. Ele chora porque as pessoas não cumprem a lei do Senhor. Sabe como tudo seria muito diferente se as cumprisse. Por isso chora. Por um motivo verdadeiramente digno.
Que também choremos pelas pessoas que não cumprem Suas leis. Que intercedamos por elas. Que as alcancemos com orações e amor.
Tsade
Essa estrofe começa com o reconhecimento de que o Senhor é justo. Seus estatutos são totalmente imparciais. Seus preceitos, perfeitos. Confiáveis.
O salmista se indigna porque seus inimigos desprezam a palavra do Senhor. Se fosse diferente, não seriam seus inimigos, certo?
Já viveu o cumprimento das promessas do Senhor. Foram plenamente comprovadas. Por isso, ele as ama. Considera-se pequeno, insignificante e até desprezado, ainda assim, não se esquece das ordens do Senhor.
Sabe que Sua justiça é eterna. Sua lei é verdadeira. Quando está em aflição e angústia, encontra prazer em Seus mandamentos. Seus preceitos são sempre justos. Sempre. Pede que o Senhor o ajude a entendê-los. Para que viva.
Que sejamos como o salmista. Que reconheçamos que o Senhor é justo. Que Seus estatutos são imparciais. Ele é imparcial. Podemos seguir Seus preceitos. São perfeitos e confiáveis.
Que, quando a aflição e a angústia vierem sobre nós, pesando nossas vidas, nos puxando para baixo, que encontremos prazer em Seus mandamentos. Eles nos dão vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-381-4113.html
“Esperei com paciência pelo Senhor; Ele se voltou para mim e ouviu meu clamor. Tirou-me de um poço de desespero, de um atoleiro de lama. Pôs meus pés sobre uma rocha e firmou meus passos.” – Salmo 40.1-2
Qof
Esta estrofe é iniciada com uma oração profunda. O salmista ora de todo coração. Clama que o Senhor o responda. Obedecerá Seus decretos. Pede que o livre. Para que obedeça Seus preceitos.
Ele se levanta cedo. Antes do nascer do sol. Quando ora. E coloca sua esperança nas promessas do Senhor. Desperta de madrugada. Para refletir em Suas palavras.
Sua mente está sempre voltada para o Senhor. Como a nossa deve estar.
“Uma vez que vocês ressuscitaram para uma nova vida com Cristo, mantenham os olhos fixos nas realidades do alto, onde Cristo está sentado no lugar de honra, à direita de Deus. Pensem nas coisas do alto, e não nas coisas da terra”. – Colossenses 3.1,2
Temos pensado nas coisas do alto ou nossos corações estão travados aqui na terra?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
Pede ao Senhor que ouça seu clamor. Por causa de Seu maravilho amor. Que restaure sua vida conforme escrito em Seus estatutos.
Conta que pessoas más se aproximam dele. Para atacá-lo. Elas estão distantes da lei do Senhor. Se estivessem próximas, não o atacariam.
Mas, ainda que clame e chore, reconhece que o Senhor está perto. Que todos Seus mandamentos são verdadeiros. Ele sabe, há muito tempo, que Seus preceitos são eternos. Não têm prazo de validade. São tão verdadeiros hoje como eram milhares de anos atrás.
Que nossos pensamentos também estejam no Senhor. Em Suas promessas. Em Sua palavra.
Rêsh
O salmista continua sua oração. Pede que o Senhor veja seu sofrimento. E o livre. Nunca se esqueceu de Sua lei. Mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Pede que o Senhor defenda Sua causa. Que o liberte. Que o proteja. Como Ele mesmo prometeu.
"Aquele que habita no abrigo do Altíssimo encontrará descanso à sombra do Todo-Poderoso". - Salmo 91.1
Lembra que os perversos estão longe da salvação. Motivo: não dão importância aos decretos do Senhor.
Não é seu caso. Sabe que o Senhor é misericordioso. Por isso, clama que o restaure. Muitos são os que o perseguem. Os que o afligem. Ainda assim, continuou fiel.
Quando olha para os que não obedecem a palavra do Senhor, fica desgostoso. Ele ama Suas ordens. E continua clamando por salvação.
E, em meio a toda sua dor, reconhece que a própria essência de Suas palavras é a verdade. Todos Seus estatutos são justos. E permanecerão eternamente. Por isso espera. Sabe que pode confiar. Encontrará refúgio no Senhor.
Ah, que aprendamos com o salmista. Que não desistamos de clamar ao Senhor. Somente Ele pode nos responder. Mesmo que pareça demorado. Sua misericórdia não tem fim. Seus preceitos são eternos. E atuais. Continuemos a clamar e a obedecê-Lo. Até o fim. A cada dia.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Tau
Sua oração continua. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Que lhe dê entendimento. Como prometeu. Que ouça sua oração. E o livre. Conforme Sua palavra.
Sabe que o Senhor tem lhe ensinado. Pelo ensino de Seus decretos, deseja que o louvor transborde de Seus lábios. E que sua língua cante sobre Sua palavra, falando de seus mandamentos que são todos justos.
Quando ouço as músicas de hoje, tenho vontade de correr. Se tivesse uma arma, acho que atirava em muitas caixas de som por aí. A maioria das canções é lixo. Não deveriam sequer ser consideradas músicas.
O que tem transbordado de nossos lábios? O que nossas línguas tem cantado? Sobre Seus justos mandamentos? Sobre Sua palavra? Temos transbordado com Seus louvores?
“Pois a boca fala do que o coração está cheio. A pessoa boa tira coisas boas do tesouro de um coração bom, e a pessoa má tira coisas más do tesouro de um coração mau”. – Mateus 12.34c,35
De que nosso coração está cheio? Jesus continuou Seu discurso: “Eu lhes digo: no dia do juízo, vocês prestarão contas de toda palavra inútil que falarem. Por suas palavras vocês serão absolvidos, e por elas serão condenados”. – Mateus 12.36
O salmista continua sua oração. Que o Senhor estenda Suas mãos para ajuda-lo. Sua lei é seu prazer. Deseja viver para louvá-Lo. Com a ajuda de Seus estatutos. Que nos ensinam o caminho correto a seguir. O caminho da vida.
Reconhece que sua angústia o fez andar sem rumo. Sente-se como uma ovelha perdida. Pede que o Senhor o busque. Mesmo andando sem rumo, não se esqueceu de Seus mandamentos.
Já aconteceu com você? Comigo já. Algumas vezes. Não sabemos para onde ir. O que fazer. O que pensar. Muitas vezes, nem o que orar. Mas o Senhor nos entende. Ele nos fez. E nos ouve. E, como o bom pastor que dá Sua vida pelas ovelhas, Ele vem nos buscar. E nos coloca no lugar de descanso. Sua vara e Seu cajado, ao invés de apenas nos corrigir, nos consolam.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que encontremos nEle o refúgio.
Aqui, findamos a leitura do Salmo cento e dezenove. Como o salmista, não nos desviemos dos mandamentos do Senhor, mesmo nas maiores angústias. Ele está conosco.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e vinte. Até o cento e trinta. Não se assuste. São salmos pequenos e deliciosos de ler.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Ontem vimos que devemos apenas adorar o Senhor. Tornamo-nos semelhantes ao que adoramos. Os ídolos são cegos, surdos, mudos, inertes. Não podemos adorá-los. Seremos como eles.
Também vimos a pergunta do salmista: “Que posso oferecer ao Senhor por tudo que Ele me tem feito?” Sua resposta, como a nossa deve ser, é celebrar Seu livramento e louvar Seu nome. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1151-11829.html
Hoje, caminharemos pelos versículos do Salmo cento e dezenove. O capítulo mais longo das Escrituras. Este Salmo também é um poema acróstico. Possui vinte e duas estrofes. Cada uma começa com uma letra do alfabeto hebraico. Em sucessão. Cada estrofe possui oito versículos. Cada um destes versículos começa com a letra referente à sua estrofe.
Quem me conhece sabe que amo “ordem alfabética”. É assim que guardo meus CD’s, DVD’s e livros. Rigorosamente em ordem alfabética. Gosto disso. Mas gosto ainda mais do assunto deste salmo. Que criatividade a do salmista! Iniciemos nossa caminhada. Passo por passo. Estrofe por estrofe. Versículo por versículo. Cada postagem uma estrofe, uma letra.
Álef
Quem conhece o Senhor e O segue sabe que o salmista está certo ao dizer que esses são felizes. Sim, os íntegros. Integridade é completude. Só somos íntegros se estivermos no Senhor. Foi Ele quem nos fez. Sabe como funcionamos. Conhece nosso espírito, nossa alma, nosso corpo. Nos entende. Nos dá a felicidade que é como Sua paz, excede todo o entendimento (Filipenses 4.7).
Os que obedecem Seus mandamentos são felizes. Seus mandamentos não são restritivos como muitas vezes pensamentos. Seus mandamentos são protetivos. Como um pai que ordena que o filho não mexa no fogo para não se queimar.
Quem obedece Seus mandamentos não pratica o mal. Não consegue. Está andando em Seus caminhos. Os caminhos que Ele nos encarregou de seguir fielmente.
Que desejemos como o salmista, termos em nossas ações os reflexos de Seus decretos. Assim, não ficaremos envergonhados quando meditarmos em Seus mandamentos. Estaremos seguindo-os. Obedecendo.
Daremos graças ao Senhor por vivermos corretamente, à medida que aprendermos Seus justos estatutos. Como é uma constante e uma caminhada ascendente, cada vez daremos graças com mais alegria.
Sim, Senhor, obedeceremos Seus decretos. Por favor, não desista de nós! Somos falhos, precisamos de correção. Muitas vezes não passamos pelas lições. Não obedecemos como deveríamos. Ainda assim, clamamos, não desista de nós.
Bêt
O Salmista, preocupado com o jovem, pergunta como este pode se manter puro. Ele mesmo, sabiamente, responde. A única maneira do jovem (ou qualquer um) manter-se puro é obedecendo às Palavras do Senhor. Não há outro caminho. Não há outra maneira. Não existe um “sabão espiritual”.
Ele pede ao Senhor que o conserve, que não permita que se desvie de Seus mandamentos. Afinal, de todo seu coração buscou ao Senhor. Guardou Sua palavra no coração para não pecar contra o Senhor. Não é suficiente guardarmos Sua palavra em nossa mente. É preciso que a guardemos também em nosso coração. É em nosso coração que decidimos. Antes até que em nossa mente.
Está tão empolgado com os mandamentos do Senhor que O louva, pedindo que ensine Seus decretos. Ate os recitará em alta voz. Para que todos conheçam. E aprendam.
Alegrou-se com o caminho que foi apontado pelos Seus preceitos, tanto como com muitas riquezas. Ah, que alegria essa! Seus caminhos são maravilhosos. Podemos nos alegrar com eles. Tanto como com, não apenas uma, mas muitas riquezas. Esse caminho, apontado por Seus preceitos, é o melhor caminho, o que nos conduz ao verdadeiro sucesso, à verdadeira felicidade.
"A benção do Senhor traz riqueza, e ele não permite que a tristeza a acompanhe". - Provérbios 10.22
Por isso, meditará em Suas ordens e refletirá em Seus caminhos. Terá prazer em Seus decretos. Não se esquecerá de Suas palavras.
Que façamos o mesmo.
Guímel
O salmista pede que o Senhor o trate com bondade. Que abra seus olhos. Considera-se um estrangeiro na terra. Pede que o Senhor não esconda Seus mandamentos dele. Que não permita que zombem dele. Sua alma está angustiada. Até os príncipes se reúnem para falar dele. Contra ele. Que situação!
Ainda assim, deseja viver e obedecer à Palavra. Quer ter os olhos abertos para ver as maravilhas da Sua lei. Somente com nossos olhos abertos, pelo Senhor, conseguimos enxergar essas maravilhas. Conseguimos ser gratos pela Sua lei, que não nos reprime, nos protege.
Constantemente tem intenso desejo pelos decretos do Senhor. Sabe que dão vida. Continua obedecendo Seus preceitos. Meditando em Seus decretos. Tendo prazer em Seus preceitos. São Seus preceitos que dão os sábios conselhos dos quais precisa para viver.
Como deve ser conosco.
Dálet
O salmista está muito angustiado. Prostrado no pó. Pede que o Senhor restaure sua vida através de Sua Sua palavra. Sabe que a Palavra do Senhor é vida.
Ele relatou seus planos ao Senhor. O Senhor o respondeu. Agora pede que ensine Seus decretos. Que o ajude a entender Suas ordens, para que possa meditar em Suas maravilhas.
Sua alma chora de tristeza. Pede que o Senhor o fortaleça. Pela Sua palavra. Que o afaste do caminho da mentira. Que lhe dê o privilégio magnífico de conhecer Sua lei.
Muitas vezes não conseguimos entender Suas ordens, ainda assim, precisamos meditar em Suas maravilhas. E obedecer. Dizer sim.
Que façamos como o salmista. Ele escolheu o caminho da verdade. Decidiu viver de acordo com os estatutos do Senhor. Foi uma escolha que fez. Tomou uma decisão. Apegou-se a Seus preceitos. Pede que o Senhor não permita que seja envergonhado.
Buscará Seus mandamentos. O Senhor aumentou o entendimento que tinha. Sim, os que buscam Seus caminhos têm entendimento.
Que sejamos como ele.
He
O salmista continua pedindo que o Senhor lhe ensine Seus decretos. Ele os guardará até o fim.
Pede que lhe dê entendimento. Assim, obedecerá Sua lei e de todo coração a colocará em prática. Ponto principal. De nada adianta conhecer se não colocarmos em prática. De todo o coração.
Pede que o Senhor o ensine a andar por Seus mandamentos. Sente prazer neles. Consigo imaginar os mandamentos do Senhor, uma após o outro, fazendo um grande e lindo caminho. Pelo qual devemos andar.
Faz uma oração muito impressionante. Pede que o Senhor lhe dê entusiasmo (sopro de Deus) pelos Seus decretos, não pela ganância. Não consigo ver o sopro de Deus misturado à ganância. Mas, infelizmente, muitos confundem a euforia pela ganância com algo vindo do Senhor. Que possamos orar como o salmista. E nos livrarmos dessa euforia. Que sejamos tomados pelo entusiasmo por Seus decretos, não por riquezas. Ou cargos. Ou bens. Ou influência. Ou poder.
Que desejemos também que nossos olhos parem de olhar coisas inúteis. E que sejamos restaurados por Sua palavra. Que sejamos afastados de nossos próprios caminhos vergonhosos. Acredite, os estatutos do Senhor são bons. Seus caminhos são caminhos de vida.
Que, como o salmista, desejemos obedecer Suas ordens e tenhamos nossas vidas restauradas por Sua justiça.
Como ser restaurado por Sua palavra se não a conhecermos? Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, rabiscadas, envelhecendo pelo uso. E não mofando num canto qualquer. Esquecida.
Vav
O salmista pede ao Senhor que lhe dê Seu amor e a salvação prometida. Assim, poderá responder aos que o insultam.
Pede também que não retire dele a palavra da verdade. Confia em Sua palavra. Seus estatutos são sua esperança. Não colocou sua esperança em riquezas, mas nos estatutos do Senhor. Que são verdadeiros. E eternos.
Afirma que continuará obedecendo Sua lei. Para sempre.
Canta que andará em liberdade pois se dedicou às ordens do Senhor. Diferente do que muitas vezes acreditamos, obedecer Suas ordens nos dá liberdade. O que causa escravidão é o pecado. Não obediência ao Senhor. Suas ordens são acompanhadas de liberdade. Seus mandamentos são protetivos. Não opressivos.
O Senhor disse a Caim: "Se você fizer o que é certo, será aceito. Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo" (Gênesis 4.7). Se algo nos domina, somos escravos. Não livres.
Por ser livre, falará de Seus preceitos a reis. Sem sentir vergonha. Se os reis obedecerem ao Senhor, serão bem-aventurados.
"Provem e vejam que o Senhor é bom! Como é feliz o que nEle se refugia!" - Salmos 34.8
Ah, ele tem prazer em Seus mandamentos. Ama cada um deles. A ponto de celebrá-los. E, como devemos fazer, medita constantemente em Seus decretos.
Sabemos que os que meditam dia e noite na Sua lei e tem prazer nela, serão como árvores plantadas à margem dos rios. Dão fruto no tempo certo. Suas folhas nunca murcham. Prosperam em tudo que fazem (Salmo 1.2,3).
Zain
O salmista começa com uma oração. Pede que o Senhor lembre da promessa que lhe fez.
Sua promessa é sua esperança. Ele crê que a promessa se cumprirá. Virá à existência. Ele a verá. Ela renova suas forças. Consola-o nos tempos de aflição. Ele pode olhar para trás e ver a bondade e a misericórdia do Senhor a seguí-lo. Pode olhar para frente, crendo em Sua promessa. E prosseguindo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Os orgulhosos o desprezam. Ainda assim, confia e não se desvia das leis do Senhor. Medita em Seus estatutos. Que são muito antigos. Eles o consolam de maneira magnífica.
O salmista fica furioso com os perversos por rejeitarem a lei do Senhor. Quanto a ele, canta Seus decretos. Eles são o tema de suas canções.
À noite, depois que todos os afazeres terminam e ele descansa, pensa no Senhor. Em Sua identidade. Quem é o Senhor? Tem aprendido em Sua palavra. Por isso, obedece Sua lei. Como não obedecer um Senhor que nos ama de forma incondicional?
Passa seus dias como devemos passar os nossos. Obedecendo Suas bondosas ordens.
Hêt
O salmista declara que o Senhor é sua herança! Oh, que herança maravilhosa. Tê-Lo para sempre. Nada pode ser comparado a tão grande tesouro.
Ele promete obedecer Suas palavras. Busca Seu favor de todo coração. Pede que o Senhor tenha misericórdia, como lhe prometeu.
Refletiu sobre o rumo de sua vida e resolveu seguir Seus preceitos. E quanto a nós? Refletimos também? Para onde estamos indo? Que rumo temos tomado? Diante dessa reflexão, o que resolvemos? A quem seguiremos?
Estamos sempre seguindo alguém. Mesmo se estivermos escondidos embaixo de nossas camas, sem nada querer encarar. Que tomemos a decisão de seguir os preceitos do Senhor. Eles nos levarão ao caminho certo. Ao caminho da vida.
Que façamos como o salmista. Depois que refletiu, decidiu. Depois que decidiu, se apressou para, sem demora, obedecer Seus mandamentos.
Não foi fácil. Os perversos tentaram arrastá-lo. Não querem cometer suas maldades sozinhos. Ele, porém, não se deixou levar. Não se esquecerá da lei do Senhor.
"Meu filho, se os pecadores quiserem seduzi-lo, não permita que isso aconteça". - Provérbios 1.10
Levanta-se à meia-noite e dá graças ao Senhor por Seus estatutos. Como valoriza os mandamentos do Senhor! É amigo de todos que O temem. Dos que obedecem Suas ordens.
Olha para e terra e vê que Seu amor a enche. Por isso, deseja aprender, a cada dia, Seus decretos.
Que façamos como ele!
Que sigamos o conselho do Senhor: “Arrependam-se e afastem-se de seus pecados, e não permitam que eles os derrubem. Deixem toda a sua rebeldia para trás e busquem um coração novo e um espírito novo. Por que morrer, ó povo de Israel? Não é meu desejo que morram, diz o Senhor Soberano. Arrependam-se e vivam!” (Ezequiel 18.30a-32).
Tét
O salmista começa dizendo que o Senhor tem feito muitas coisas boas. Para ele. Tal qual prometeu. Suas promessas não falham.
Podemos ver tantas coisas boas que o Senhor tem nos feito. Podemos, como aquela velha canção diz, contar as benção. Veremos surpresos quanto o Senhor já vez. https://www.youtube.com/watch?v=de9M-_SztJY
Sua oração é que o Senhor lhe dê conhecimento. Ele crê em Seus mandamentos. Lembra-se e canta para todos ouvirem, que antes de ser disciplinado vivia desviado. Agora, segue a palavra do Senhor de perto.
Não podemos ficar sem disciplina. Não podemos viver sem limites. Limites nos protegem. Tal qual a lei da gravidade.
Ainda que tenha sido disciplinado e na verdade, por ter sido disciplinado, reconhece que o Senhor é bom e faz somente o bem. Deseja aprender Seus decretos.
Os arrogantes mentem a respeito do Senhor. Não reconhecem Seu cuidado, Sua bondade. Não querem regras, leis, limites.
Ele tem prazer em sua lei. O sofrimento foi bom. Ele o ensinou a dar atenção aos decretos do Senhor. Como uma criança que desobedece o pai e cai em uma ribanceira. Vai aprender a obedecer. Verá que a ordem era para sua proteção. O decreto foi dado por amor.
Por tudo que aprendeu, o salmista considera a lei do Senhor preciosa. Mais preciosa que milhares de peças de ouro e de prata.
Ah, que aprendamos também. Não apenas a obedecer, mas a valorizar Suas leis. Elas são realmente mais valiosas que milhares de peças de ouro e prata. Ninguém pode roubar Seus ensinamentos de nós. Tornam-se parte de nossas vidas. Para sempre.
Iode
O salmista reconhece que foi formado pelo Senhor. Pede que lhe dê entendimento para aprender Seus mandamentos.
O que é aprender Seus mandamentos? Não são fáceis?
Ah, precisamos aprender o que está por trás de cada mandamento. Qual a motivação de cada um deles. Assim, realmente aprenderemos. Não os saberemos de cor. Viveremos cada um deles.
Seu desejo é ser um motivo de alegria para todos que temem ao Senhor. Que seja exemplo. Colocou toda sua esperança em Sua palavra. Sabe que Seus estatutos são justos. Que foi disciplinado por causa da fidelidade do Senhor. Que agora, depois de disciplinado, Seu amor o console. Que Sua compaixão o cerque. Para que viva. Tem prazer em Sua lei.
Deseja que os arrogantes, que mentiram a seu respeito, sejam envergonhados. Ele, no entanto, meditará nas ordens do Senhor. Que todos que O temem unam-se a ele. Sim, todos que conhecem Seus preceitos.
E, ah, que seja inculpável na obediência a Seus decretos. Assim, jamais será envergonhado. Que essa seja nossa oração. Sermos inculpáveis.
Que sigamos o conselho de Paulo: “Levem uma vida pura e inculpável como filhos de Deus, brilhando como luzes resplandecentes num mundo cheio de gente corrompida e perversa. Apeguem-se firmemente à mensagem da vida”. – Filipenses 2.15b-16a
Kaf
O salmista está cansado. Como muitas vezes ficamos. Sente-se exausto de tanto esperar pelo livramento do Senhor, que a seu ver está demorando. Ah, como nos sentimos assim também. Esperamos e esperamos, achando que nunca virá. Ainda assim precisamos colocar nossa esperança em Sua palavra.
Seus olhos estão se esforçando para ver Sua promessa cumprir. Ele grita: quando o Senhor me consolará? Sente que, de tanto esperar, está enrugado, como uma vasilha de couro exposta por muito tempo à fumaça. Ainda assim, não se esquece de Seus decretos. Não pode. Como também não podemos. Mesmo quando estamos cansados. Exaustos. Com o rosto enrugado. E os olhos lacrimejados.
Está em perigo. Os arrogantes que não seguem a lei do Senhor (se seguissem, não seriam arrogantes). Abriram uma cova funda para pegá-lo. Quase acabaram com ele. Por isso está angustiado. Cansado de esperar. Ainda assim, cansado, confia que todos os mandamentos do Senhor são confiáveis. Não abandonou Suas ordens. Continuará obedecendo Seus preceitos. Pede que o Senhor o proteja daqueles que o perseguem sem motivo. Que, por Seu amor, preserve sua vida.
Está difícil? Vamos continuar. Só mais um pouco. Ele, com certeza, não nos abençoará. Suas promessas são fiéis. http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
Que clamemos por Seu renovo. Que confiemos nEle. Em Sua palavra.
“Mas os que confiam no Senhor renovam suas forças; voam alto, como águias. Correm e não se cansam, caminham e não desfalecem”. – Isaías 40.31
Lâmed
O salmista fala da palavra do Senhor. Ela está firme nos céus. Sua fidelidade se estende através das gerações. Duradoura como a terra. Seus estatutos permanecem até hoje. Ela é atual. Leia e verá que foi escrita para nós. Nossos dias. Nossas circunstâncias. E tudo está a serviço de Seus planos. Volte a ler a última frase. Sim. Tudo está a serviço de Seus planos.
“E sabemos que Deus faz todas as coisas cooperarem para o bem daqueles que o amam e que são chamados de acordo com Seu propósito”. – Romanos 8.28
Será que é verdade? Sim, tudo está a serviço dEle e Seus planos. Lembra-se de José? Foi Ele, não seus irmãos que o levaram ao Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Mesmo quando estamos sofrendo e chorando, Ele fará com que aquela situação coopere para o nosso bem. Mesmo quando não conseguimos enxergar. Mesmo quando nos sentimos como o salmista versículos atrás, enrugados, de tanto esperar, como uma vasilha de couro na fumaça (Salmo 119.83).
Para passarmos por essas situações precisamos ter Sua lei como nosso prazer. Se não, com certeza, morremos em nosso sofrimento e não enxergamos Seus propósitos. Isso quase aconteceu comigo.
Que jamais esqueçamos Suas ordens. É por meio dela que o Senhor nos dá vida. Somos dEle. Que Ele nos salve. Temos buscado conhecer e obedecer Suas ordens. Mesmo que o perverso fique à espreita. É em Seus preceitos que devemos meditar. Não nas circunstâncias ao nosso redor.
O salmista percebe que até a perfeição tem limite. Mas não há limite para os mandamentos do Senhor. Eles nos protegem. Nos dão vida.
Mem
Nesta estrofe, o salmista começa reconhecendo o quanto ama a lei do Senhor. Pensa nela o dia todo.
Seus mandamentos o fazem mais sábio que seus inimigos. Seus mandamentos o guiam.
Por causa de Seus mandamentos e de viver meditando neles, tem mais prudência até que seus mestres. Tem mais entendimento que os idosos porque obedece Suas ordens.
E assim ele segue a vida. Com prudência. Recusando-se a andar em qualquer tipo de caminho mau. Não se afastará de Seus estatutos. O Senhor foi um excelente professor. Ensinou muito bem.
Suas palavras são doces. Mais doces que o mel. Suas ordens dão discernimento. Nos livra dos caminhos falsos. Discernimento significa reconhecer o que é certo e o que é errado.
Que possamos amar Sua lei, tal qual o salmista. Que tenhamos discernimento. E andemos pelos caminhos verdadeiros do Senhor. Que odiemos e nos afastemos de todo caminho falso.
Nun
O salmista começa a estrofe declarando que a palavra do Senhor é lâmpada para seus pés. Luz para seu caminho.
Pensemos um pouco naquela época. Quando anoitecia, normalmente as pessoas estavam em suas casas. E, na maioria das vezes, prontas para dormir. Mas, se precisassem, por qualquer motivo que fosse, sair à noite, como fazer? Havia uma “lâmpada” que iluminava apenas uns passos à frente, para a pessoa não tropeçar. Ela precisava olhar para a lâmpada, para saber o caminho que estava andando.
Sim, Sua palavra é lâmpada para nossos pés. Luz para nossos caminhos. Ela nos guia a cada passo. Nos mostra se estamos ou não no caminho certo. Tem dúvida de alguma coisa? Abra sua Bíblia. Estude-a. Alimente-se dela. Ame-a. Ela é luz para nossos caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Lembra que uma vez prometeu ao Senhor que obedeceria a Seus justos estatutos. Agora, volta a prometer. Não se afastará deles.
Sofreu muito. Pede que o Senhor restaure sua vida. Como havia prometido. Também pede que aceite Sua oferta de louvor. Uma oferta agradável ao Senhor. Que não envolve nenhum tipo de barganha. Também pede que lhe ensine Seus estatutos.
Está sempre em perigo. Sua vida está por um fio. Ainda assim, não se esquecerá da lei do Senhor. Há armadilhas preparadas contra ele, por toda a parte. Não cairá nelas. Não se desviará de Suas ordens.
Os preceitos do Senhor são seu tesouro permanente. O prazer de seu coração. Está decidido a cumprir Seus estatutos. Para sempre. Até seu último suspiro.
Qual tem sido nosso tesouro? Seus preceitos são um tesouro que ninguém pode roubar. Se estiverem guardados em nossos corações.
Que, como o salmista, estejamos decididos a cumprir Seus estatutos. Afé o fim.
Sâmeq
O salmista não suporta pessoas inconstantes, que uma hora seguem o Senhor, outra não. Ele ama Sua lei. O Senhor é seu refúgio. Seu escudo. Sua palavra é sua esperança. Não quer a companhia dos que praticam o mal. Ao contrário destes, obedecerá os mandamentos do Senhor, seu Deus.
Pede que o Senhor o sustente, como prometeu. Para que viva. Que sua esperança não seja frustrada. Se o Senhor sustentá-lo, será salvo. Salvo, poderá meditar continuamente em Seus decretos.
Lembra que o Senhor rejeita todos que se afastam de Seus decretos. Se afastam dEle. Enganando a si mesmos. O Senhor remove os ímpios da terra.
O salmista declara que estremece diante do Senhor. Sente um temor reverente por Seus estatutos.
Que nossa esperança também esteja nEle. Que amemos Sua lei. Que Ele seja nosso refúgio. Nosso escudo. A cada dia.
Que O obedeçamos e tenhamos temor reverente por Seus estatutos. Ah, que não modifiquemos ou interpretemos a Palavra a nosso bel prazer, para nos satisfazer, mas que tenhamos temor reverente. Sua palavra ilumina nossos caminhos.
Áin
O salmista, sempre em constante luta, como temos visto ao longo do Salmo, pede que o Senhor não o entregue a seus inimigos.
Tem agido de maneira justa e correta. Clama que o Senhor lhe garanta o bem. Que não permita que os arrogantes o oprimam.
Em meio às lutas e angústias, seus olhos se esforçam para que veja o livramento do Senhor. O cumprimento de Sua justa promessa. Como precisamos fazer.
Lembra ao Senhor que é Seu servo. Que o Senhor o trate conforme Seu amor. E lhe ensine Seus decretos. Que lhe dê discernimento. Para que entenda Seus preceitos. Essa também deve ser nossa oração. Que o Senhor nos dê discernimento em meio a um mundo egocêntrico, que anda na contramão do Senhor. Que torce leis e direitos.
Seu coração grita que já é hora do Senhor agir. Violaram Sua lei.
Não temos, também, clamado dessa maneira? Em breve o Senhor se levantará. Creia.
Que, tal qual o salmista, amemos Seus mandamentos. Mais que o ouro. Sim, mais que o ouro puro. Que as riquezas, o poder, ou qualquer outro ídolo não ganhe nossos corações. Que amemos o Senhor mais que o ouro. Cada um de Seus mandamentos é reto. https://www.youtube.com/watch?v=0rU0ZNV8L7U
Que odiemos todo e qualquer caminho falso. Só há apenas um caminho. Só Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”. – João 14.6
Pê
O salmista declara, com toda razão, que os preceitos do Senhor são maravilhosos. Por isso ele os obedece. Sim, Seus preceitos são maravilhosos. Não são mesquinhos. Estão sempre visando o nosso bem.
O ensinamento da Sua palavra esclarece. Até os ingênuos passam a ter entendimento. Sua palavra é viva. Não é difícil como muitos acreditam. Que oremos e voltemos nossos olhos para ela, para seus ensinamentos.
Como são maravilhosos, o salmista suspira de desejo pelos mandamentos do Senhor. Pede que o Senhor venha e lhe mostre Sua misericórdia. Sabe que o Senhor a mostra a todos que amam Seu nome. E quem conhece Seus mandamentos, ama Seu nome. Impossível não amar.
Pede que seus passos sejam firmados em Sua palavra. Para que o pecado não o domine. Quem é dominado, é escravo. Se não seguimos o conselho do Senhor, dado primeiramente a Caim, seremos escravos, como ele foi. Completamente dominado. A ponto de assassinar seu irmão. Por inveja.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-41-26.html
"Se você fizer o que é certo, será aceito, Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo." - Gênesis 4.7
O salmista pede ainda que o Senhor olhe para ele com favor. Que lhe ensine Seus decretos. Mas, não está preocupado apenas com ele. Como tem observado os mandamentos do Senhor, sabe que também precisa se importar com os outros. Em sua canção nos diz que chora muito, como se rios de lágrimas brotassem de seus olhos. Qual o motivo? Não tem dinheiro? Não ocupa determinado cargo? Não gera certa influência? Não tem um excelente emprego? Não tem o carro ou a casa que deseja? Não está satisfeito com sua aparência? Não. Ele chora porque as pessoas não cumprem a lei do Senhor. Sabe como tudo seria muito diferente se as cumprisse. Por isso chora. Por um motivo verdadeiramente digno.
Que também choremos pelas pessoas que não cumprem Suas leis. Que intercedamos por elas. Que as alcancemos com orações e amor.
Tsade
Essa estrofe começa com o reconhecimento de que o Senhor é justo. Seus estatutos são totalmente imparciais. Seus preceitos, perfeitos. Confiáveis.
O salmista se indigna porque seus inimigos desprezam a palavra do Senhor. Se fosse diferente, não seriam seus inimigos, certo?
Já viveu o cumprimento das promessas do Senhor. Foram plenamente comprovadas. Por isso, ele as ama. Considera-se pequeno, insignificante e até desprezado, ainda assim, não se esquece das ordens do Senhor.
Sabe que Sua justiça é eterna. Sua lei é verdadeira. Quando está em aflição e angústia, encontra prazer em Seus mandamentos. Seus preceitos são sempre justos. Sempre. Pede que o Senhor o ajude a entendê-los. Para que viva.
Que sejamos como o salmista. Que reconheçamos que o Senhor é justo. Que Seus estatutos são imparciais. Ele é imparcial. Podemos seguir Seus preceitos. São perfeitos e confiáveis.
Que, quando a aflição e a angústia vierem sobre nós, pesando nossas vidas, nos puxando para baixo, que encontremos prazer em Seus mandamentos. Eles nos dão vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-381-4113.html
“Esperei com paciência pelo Senhor; Ele se voltou para mim e ouviu meu clamor. Tirou-me de um poço de desespero, de um atoleiro de lama. Pôs meus pés sobre uma rocha e firmou meus passos.” – Salmo 40.1-2
Qof
Esta estrofe é iniciada com uma oração profunda. O salmista ora de todo coração. Clama que o Senhor o responda. Obedecerá Seus decretos. Pede que o livre. Para que obedeça Seus preceitos.
Ele se levanta cedo. Antes do nascer do sol. Quando ora. E coloca sua esperança nas promessas do Senhor. Desperta de madrugada. Para refletir em Suas palavras.
Sua mente está sempre voltada para o Senhor. Como a nossa deve estar.
“Uma vez que vocês ressuscitaram para uma nova vida com Cristo, mantenham os olhos fixos nas realidades do alto, onde Cristo está sentado no lugar de honra, à direita de Deus. Pensem nas coisas do alto, e não nas coisas da terra”. – Colossenses 3.1,2
Temos pensado nas coisas do alto ou nossos corações estão travados aqui na terra?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
Pede ao Senhor que ouça seu clamor. Por causa de Seu maravilho amor. Que restaure sua vida conforme escrito em Seus estatutos.
Conta que pessoas más se aproximam dele. Para atacá-lo. Elas estão distantes da lei do Senhor. Se estivessem próximas, não o atacariam.
Mas, ainda que clame e chore, reconhece que o Senhor está perto. Que todos Seus mandamentos são verdadeiros. Ele sabe, há muito tempo, que Seus preceitos são eternos. Não têm prazo de validade. São tão verdadeiros hoje como eram milhares de anos atrás.
Que nossos pensamentos também estejam no Senhor. Em Suas promessas. Em Sua palavra.
Rêsh
O salmista continua sua oração. Pede que o Senhor veja seu sofrimento. E o livre. Nunca se esqueceu de Sua lei. Mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Pede que o Senhor defenda Sua causa. Que o liberte. Que o proteja. Como Ele mesmo prometeu.
"Aquele que habita no abrigo do Altíssimo encontrará descanso à sombra do Todo-Poderoso". - Salmo 91.1
Lembra que os perversos estão longe da salvação. Motivo: não dão importância aos decretos do Senhor.
Não é seu caso. Sabe que o Senhor é misericordioso. Por isso, clama que o restaure. Muitos são os que o perseguem. Os que o afligem. Ainda assim, continuou fiel.
Quando olha para os que não obedecem a palavra do Senhor, fica desgostoso. Ele ama Suas ordens. E continua clamando por salvação.
E, em meio a toda sua dor, reconhece que a própria essência de Suas palavras é a verdade. Todos Seus estatutos são justos. E permanecerão eternamente. Por isso espera. Sabe que pode confiar. Encontrará refúgio no Senhor.
Ah, que aprendamos com o salmista. Que não desistamos de clamar ao Senhor. Somente Ele pode nos responder. Mesmo que pareça demorado. Sua misericórdia não tem fim. Seus preceitos são eternos. E atuais. Continuemos a clamar e a obedecê-Lo. Até o fim. A cada dia.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Tau
Sua oração continua. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Que lhe dê entendimento. Como prometeu. Que ouça sua oração. E o livre. Conforme Sua palavra.
Sabe que o Senhor tem lhe ensinado. Pelo ensino de Seus decretos, deseja que o louvor transborde de Seus lábios. E que sua língua cante sobre Sua palavra, falando de seus mandamentos que são todos justos.
Quando ouço as músicas de hoje, tenho vontade de correr. Se tivesse uma arma, acho que atirava em muitas caixas de som por aí. A maioria das canções é lixo. Não deveriam sequer ser consideradas músicas.
O que tem transbordado de nossos lábios? O que nossas línguas tem cantado? Sobre Seus justos mandamentos? Sobre Sua palavra? Temos transbordado com Seus louvores?
“Pois a boca fala do que o coração está cheio. A pessoa boa tira coisas boas do tesouro de um coração bom, e a pessoa má tira coisas más do tesouro de um coração mau”. – Mateus 12.34c,35
De que nosso coração está cheio? Jesus continuou Seu discurso: “Eu lhes digo: no dia do juízo, vocês prestarão contas de toda palavra inútil que falarem. Por suas palavras vocês serão absolvidos, e por elas serão condenados”. – Mateus 12.36
O salmista continua sua oração. Que o Senhor estenda Suas mãos para ajuda-lo. Sua lei é seu prazer. Deseja viver para louvá-Lo. Com a ajuda de Seus estatutos. Que nos ensinam o caminho correto a seguir. O caminho da vida.
Reconhece que sua angústia o fez andar sem rumo. Sente-se como uma ovelha perdida. Pede que o Senhor o busque. Mesmo andando sem rumo, não se esqueceu de Seus mandamentos.
Já aconteceu com você? Comigo já. Algumas vezes. Não sabemos para onde ir. O que fazer. O que pensar. Muitas vezes, nem o que orar. Mas o Senhor nos entende. Ele nos fez. E nos ouve. E, como o bom pastor que dá Sua vida pelas ovelhas, Ele vem nos buscar. E nos coloca no lugar de descanso. Sua vara e Seu cajado, ao invés de apenas nos corrigir, nos consolam.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que encontremos nEle o refúgio.
Aqui, findamos a leitura do Salmo cento e dezenove. Como o salmista, não nos desviemos dos mandamentos do Senhor, mesmo nas maiores angústias. Ele está conosco.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e vinte. Até o cento e trinta. Não se assuste. São salmos pequenos e deliciosos de ler.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 24 de junho de 2019
Salmo 119.73-80
Leitura do dia 23/06.
Continuamos em nossa caminhada. Através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11965-72.html
Agora, leremos do versículo setenta e três ao versículo oitenta.
Iode
O salmista reconhece que foi formado pelo Senhor. Pede que lhe dê entendimento para aprender Seus mandamentos.
O que é aprender Seus mandamentos? Não são fáceis?
Ah, precisamos aprender o que está por trás de cada mandamento. Qual a motivação de cada um deles. Assim, realmente aprenderemos. Não os saberemos de cor. Viveremos cada um deles.
Seu desejo é ser um motivo de alegria para todos que temem ao Senhor. Que seja exemplo. Colocou toda sua esperança em Sua palavra. Sabe que Seus estatutos são justos. Que foi disciplinado por causa da fidelidade do Senhor. Que agora, depois de disciplinado, Seu amor o console. Que Sua compaixão o cerque. Para que viva. Tem prazer em Sua lei.
Deseja que os arrogantes, que mentiram a seu respeito, sejam envergonhados. Ele, no entanto, meditará nas ordens do Senhor. Que todos que O temem unam-se a ele. Sim, todos que conhecem Seus preceitos.
E, ah, que seja inculpável na obediência a Seus decretos. Assim, jamais será envergonhado. Que essa seja nossa oração. Sermos inculpáveis.
Que sigamos o conselho de Paulo: “Levem uma vida pura e inculpável como filhos de Deus, brilhando como luzes resplandecentes num mundo cheio de gente corrompida e perversa. Apeguem-se firmemente à mensagem da vida”. – Filipenses 2.15b-16a
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos em nossa caminhada. Através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11965-72.html
Agora, leremos do versículo setenta e três ao versículo oitenta.
Iode
O salmista reconhece que foi formado pelo Senhor. Pede que lhe dê entendimento para aprender Seus mandamentos.
O que é aprender Seus mandamentos? Não são fáceis?
Ah, precisamos aprender o que está por trás de cada mandamento. Qual a motivação de cada um deles. Assim, realmente aprenderemos. Não os saberemos de cor. Viveremos cada um deles.
Seu desejo é ser um motivo de alegria para todos que temem ao Senhor. Que seja exemplo. Colocou toda sua esperança em Sua palavra. Sabe que Seus estatutos são justos. Que foi disciplinado por causa da fidelidade do Senhor. Que agora, depois de disciplinado, Seu amor o console. Que Sua compaixão o cerque. Para que viva. Tem prazer em Sua lei.
Deseja que os arrogantes, que mentiram a seu respeito, sejam envergonhados. Ele, no entanto, meditará nas ordens do Senhor. Que todos que O temem unam-se a ele. Sim, todos que conhecem Seus preceitos.
E, ah, que seja inculpável na obediência a Seus decretos. Assim, jamais será envergonhado. Que essa seja nossa oração. Sermos inculpáveis.
Que sigamos o conselho de Paulo: “Levem uma vida pura e inculpável como filhos de Deus, brilhando como luzes resplandecentes num mundo cheio de gente corrompida e perversa. Apeguem-se firmemente à mensagem da vida”. – Filipenses 2.15b-16a
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Vida inculpável
domingo, 23 de junho de 2019
Salmo 119.1-8
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Ontem vimos que devemos apenas adorar o Senhor. Tornamo-nos semelhantes ao que adoramos. Os ídolos são cegos, surdos, mudos, inertes. Não podemos adorá-los. Seremos como eles.
Também vimos a pergunta do salmista: “Que posso oferecer ao Senhor por tudo que Ele me tem feito?” Sua resposta, como a nossa deve ser, é celebrar Seu livramento e louvar Seu nome.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1151-11829.html
Hoje, caminharemos pelos versículos do Salmo cento e dezenove. O capítulo mais longo das Escrituras. Este Salmo também é um poema acróstico. Possui vinte e duas estrofes. Cada uma começa com uma letra do alfabeto hebraico. Em sucessão. Cada estrofe possui oito versículos. Cada um destes versículos começa com a letra referente à sua estrofe.
Quem me conhece sabe que amo “ordem alfabética”. É assim que guardo meus CD’s, DVD’s e livros. Rigorosamente em ordem alfabética. Gosto disso. Mas gosto ainda mais do assunto deste salmo. Que criatividade a do salmista! Iniciemos nossa caminhada. Passo por passo. Estrofe por estrofe. Versículo por versículo. Cada postagem uma estrofe, uma letra.
Álef
Quem conhece o Senhor e O segue sabe que o salmista está certo ao dizer que esses são felizes. Sim, os íntegros. Integridade é completude. Só somos íntegros se estivermos no Senhor. Foi Ele quem nos fez. Sabe como funcionamos. Conhece nosso espírito, nossa alma, nosso corpo. Nos entende. Nos dá a felicidade que é como Sua paz, excede todo o entendimento (Filipenses 4.7).
Os que obedecem Seus mandamentos são felizes. Seus mandamentos não são restritivos como muitas vezes pensamentos. Seus mandamentos são protetivos. Como um pai que ordena que o filho não mexa no fogo para não se queimar.
Quem obedece Seus mandamentos não pratica o mal. Não consegue. Está andando em Seus caminhos. Os caminhos que Ele nos encarregou de seguir fielmente.
Que desejemos como o salmista, termos em nossas ações os reflexos de Seus decretos. Assim, não ficaremos envergonhados quando meditarmos em Seus mandamentos. Estaremos seguindo-os. Obedecendo.
Daremos graças ao Senhor por vivermos corretamente, à medida que aprendermos Seus justos estatutos. Como é uma constante e uma caminhada ascendente, cada vez daremos graças com mais alegria.
Sim, Senhor, obedeceremos Seus decretos. Por favor, não desista de nós! Somos falhos, precisamos de correção. Muitas vezes não passamos pelas lições. Não obedecemos como deveríamos. Ainda assim, clamamos, não desista de nós.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Ontem vimos que devemos apenas adorar o Senhor. Tornamo-nos semelhantes ao que adoramos. Os ídolos são cegos, surdos, mudos, inertes. Não podemos adorá-los. Seremos como eles.
Também vimos a pergunta do salmista: “Que posso oferecer ao Senhor por tudo que Ele me tem feito?” Sua resposta, como a nossa deve ser, é celebrar Seu livramento e louvar Seu nome.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1151-11829.html
Hoje, caminharemos pelos versículos do Salmo cento e dezenove. O capítulo mais longo das Escrituras. Este Salmo também é um poema acróstico. Possui vinte e duas estrofes. Cada uma começa com uma letra do alfabeto hebraico. Em sucessão. Cada estrofe possui oito versículos. Cada um destes versículos começa com a letra referente à sua estrofe.
Quem me conhece sabe que amo “ordem alfabética”. É assim que guardo meus CD’s, DVD’s e livros. Rigorosamente em ordem alfabética. Gosto disso. Mas gosto ainda mais do assunto deste salmo. Que criatividade a do salmista! Iniciemos nossa caminhada. Passo por passo. Estrofe por estrofe. Versículo por versículo. Cada postagem uma estrofe, uma letra.
Álef
Quem conhece o Senhor e O segue sabe que o salmista está certo ao dizer que esses são felizes. Sim, os íntegros. Integridade é completude. Só somos íntegros se estivermos no Senhor. Foi Ele quem nos fez. Sabe como funcionamos. Conhece nosso espírito, nossa alma, nosso corpo. Nos entende. Nos dá a felicidade que é como Sua paz, excede todo o entendimento (Filipenses 4.7).
Os que obedecem Seus mandamentos são felizes. Seus mandamentos não são restritivos como muitas vezes pensamentos. Seus mandamentos são protetivos. Como um pai que ordena que o filho não mexa no fogo para não se queimar.
Quem obedece Seus mandamentos não pratica o mal. Não consegue. Está andando em Seus caminhos. Os caminhos que Ele nos encarregou de seguir fielmente.
Que desejemos como o salmista, termos em nossas ações os reflexos de Seus decretos. Assim, não ficaremos envergonhados quando meditarmos em Seus mandamentos. Estaremos seguindo-os. Obedecendo.
Daremos graças ao Senhor por vivermos corretamente, à medida que aprendermos Seus justos estatutos. Como é uma constante e uma caminhada ascendente, cada vez daremos graças com mais alegria.
Sim, Senhor, obedeceremos Seus decretos. Por favor, não desista de nós! Somos falhos, precisamos de correção. Muitas vezes não passamos pelas lições. Não obedecemos como deveríamos. Ainda assim, clamamos, não desista de nós.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
segunda-feira, 17 de junho de 2019
Salmos 86.1-89.52
Leitura do dia 15/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Vimos Asafe cantar louvores ao Senhor e contar que o Senhor deseja que Seu povo O ouça. Que o obedeça. Para que possa abençoá-lo. Lutar por eles. Alimentá-los. Saciá-los. Em sua canção também nos ordena a agir de maneira a agradá-Lo. Clama que o Senhor não fique em silêncio, enquanto os perversos organizam destruição.
Os filhos de Corá cantam como é bom estar no lugar onde o Senhor habita. E andar em Seus caminhos. Quando passarem pelo Vale de Lágrimas, ele será transformado em uma fonte revigorante. Um de meus Salmos preferidos, 84.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-811-8513.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos oitenta e seis até o oitenta e nove.
No Salmo oitenta e seis, Davi pede que o Senhor se incline. E ouça sua oração. Ele é fiel. Confia no Senhor. Ele é seu Deus. Sempre cantando que o Senhor é um Deus pessoal, íntimo. Seu. Meu. Nosso.
Reconhece que nenhum deus é semelhante ao Senhor. Todas as nações reconhecerão a verdade. Se prostrarão diante dEle e o adorarão.
Davi pede que o Senhor lhe ensine Seus caminhos. Quer viver segundo Sua verdade. Deseja pureza de coração. Para que honre Seu nome. Sabe que Seu amor por ele é enorme. O Senhor o livrou das profundezas da morte.
No Salmo oitenta e sete, os descendentes de Corá cantam sobre Jerusalém, a cidade amada. Também cantam que o Senhor salvará o Egito, a Babilônia, a Filistia, Tiro e até a distante Etiópia. Todos serão cidadãos de Jerusalém. Conhecerão o Senhor. Tocarão flautas e cantarão que a fonte de suas vidas brota de Jerusalém.
O Salmo oitenta e oito seria cantado com a melodia “O sofrimento da aflição”. Foi escrito por Hemã, também descendente de Corá. Dá medo de começar a ler. Sofrimento e aflição são duas coisas que não queremos de forma alguma. O que é uma música que deve ser cantada com uma melodia dessas? O que é o sofrimento da aflição?
Preparo-me para ler algo completamente triste. Não me decepciono. Hemã canta que clama ao Senhor o tempo todo. De dia. E de noite. Sua vida está cheia de problemas. A morte se aproxima. Na verdade, foi considerado morto. Uma pessoa que não tem mais forças. Foi abandonado entre os mortos. Estendido. Como um cadáver no túmulo. Sente-se esquecido. Separado do cuidado do Senhor. Lançado numa cova funda. Nas profundezas mais escuras. As ondas o encobrem. Uma após a outra. Sem parar.
Sua situação é terrivelmente triste. Quem não se sentiu assim? Sente-se rejeitado por todos. Inclusive pelo Senhor. Ainda assim, continuará a clamar, dia após dia. Até que o Senhor responda. E o livre dessa terrível situação.
No Salmo oitenta e nove, Etã, também descendente de Corá, cantará o amor do Senhor para sempre. Anunciará Sua fidelidade a todas as gerações. Sabe que Seu amor é eterno. Sua fidelidade firme. Confia na promessa do Senhor para com Davi, quando disse que seu reino seria eterno.
Até os céus louvam o Senhor. Os anjos O exaltam. Por Sua fidelidade. Ninguém é como o Senhor. Os mais altos poderes angelicais O reverenciam. Ele é merecedor. O único. Totalmente fiel. Governa os mares revoltos. Acalma as ondas agitadas. Tudo é dEle. Os montes O louvam. Justiça e retidão são os alicerces de Seu trono. Ah, como é bom poder confiar nEle. Seu amor e verdade vão à Sua frente.
O povo que ouve o chamado para adorá-Lo é feliz. Andará na luz da Sua presença. O dia todo se alegrando em Seu nome. Exultando em Sua justiça. Ele se agrada em nos fortalecer.
Etã canta que o Senhor levantou um guerreiro, Davi. Ele o escolheu para ser rei. Porque era um guerreiro. Não apenas um pastor. Não apenas um soldado. Ou um aristocrata. Era um guerreiro. E, cantando sobre Davi, acaba cantando sobre o Senhor Jesus, e Seu reino eterno. E a lua, Sua fiel testemunha, confirmará essa promessa.
Então, canta que agora está tudo muito difícil. Foram rejeitados. Os inimigos estão fortes. Pergunta onde está o Senhor e Seu antigo amor. Tem sido zombado por todos. E termina o Salmo com uma exclamação: “Louvado seja o Senhor para sempre! Amém e amém!”
Que, em nosso sofrimento, ainda assim busquemos o Senhor. E em nossas dificuldades, mesmo quando não O enxergarmos, possamos louvar. Seu amor não tem fim. Sua fidelidade é firme, eterna. Que sejamos o povo a quem Ele chama para a adoração. O povo feliz.
Aqui termina o “Livro três” de Salmos. O “Livro quatro” começa no Salmo noventa e vai até o Salmo cento e seis.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo noventa ao capítulo noventa e quatro.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Vimos Asafe cantar louvores ao Senhor e contar que o Senhor deseja que Seu povo O ouça. Que o obedeça. Para que possa abençoá-lo. Lutar por eles. Alimentá-los. Saciá-los. Em sua canção também nos ordena a agir de maneira a agradá-Lo. Clama que o Senhor não fique em silêncio, enquanto os perversos organizam destruição.
Os filhos de Corá cantam como é bom estar no lugar onde o Senhor habita. E andar em Seus caminhos. Quando passarem pelo Vale de Lágrimas, ele será transformado em uma fonte revigorante. Um de meus Salmos preferidos, 84.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-811-8513.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos oitenta e seis até o oitenta e nove.
No Salmo oitenta e seis, Davi pede que o Senhor se incline. E ouça sua oração. Ele é fiel. Confia no Senhor. Ele é seu Deus. Sempre cantando que o Senhor é um Deus pessoal, íntimo. Seu. Meu. Nosso.
Reconhece que nenhum deus é semelhante ao Senhor. Todas as nações reconhecerão a verdade. Se prostrarão diante dEle e o adorarão.
Davi pede que o Senhor lhe ensine Seus caminhos. Quer viver segundo Sua verdade. Deseja pureza de coração. Para que honre Seu nome. Sabe que Seu amor por ele é enorme. O Senhor o livrou das profundezas da morte.
No Salmo oitenta e sete, os descendentes de Corá cantam sobre Jerusalém, a cidade amada. Também cantam que o Senhor salvará o Egito, a Babilônia, a Filistia, Tiro e até a distante Etiópia. Todos serão cidadãos de Jerusalém. Conhecerão o Senhor. Tocarão flautas e cantarão que a fonte de suas vidas brota de Jerusalém.
O Salmo oitenta e oito seria cantado com a melodia “O sofrimento da aflição”. Foi escrito por Hemã, também descendente de Corá. Dá medo de começar a ler. Sofrimento e aflição são duas coisas que não queremos de forma alguma. O que é uma música que deve ser cantada com uma melodia dessas? O que é o sofrimento da aflição?
Preparo-me para ler algo completamente triste. Não me decepciono. Hemã canta que clama ao Senhor o tempo todo. De dia. E de noite. Sua vida está cheia de problemas. A morte se aproxima. Na verdade, foi considerado morto. Uma pessoa que não tem mais forças. Foi abandonado entre os mortos. Estendido. Como um cadáver no túmulo. Sente-se esquecido. Separado do cuidado do Senhor. Lançado numa cova funda. Nas profundezas mais escuras. As ondas o encobrem. Uma após a outra. Sem parar.
Sua situação é terrivelmente triste. Quem não se sentiu assim? Sente-se rejeitado por todos. Inclusive pelo Senhor. Ainda assim, continuará a clamar, dia após dia. Até que o Senhor responda. E o livre dessa terrível situação.
No Salmo oitenta e nove, Etã, também descendente de Corá, cantará o amor do Senhor para sempre. Anunciará Sua fidelidade a todas as gerações. Sabe que Seu amor é eterno. Sua fidelidade firme. Confia na promessa do Senhor para com Davi, quando disse que seu reino seria eterno.
Até os céus louvam o Senhor. Os anjos O exaltam. Por Sua fidelidade. Ninguém é como o Senhor. Os mais altos poderes angelicais O reverenciam. Ele é merecedor. O único. Totalmente fiel. Governa os mares revoltos. Acalma as ondas agitadas. Tudo é dEle. Os montes O louvam. Justiça e retidão são os alicerces de Seu trono. Ah, como é bom poder confiar nEle. Seu amor e verdade vão à Sua frente.
O povo que ouve o chamado para adorá-Lo é feliz. Andará na luz da Sua presença. O dia todo se alegrando em Seu nome. Exultando em Sua justiça. Ele se agrada em nos fortalecer.
Etã canta que o Senhor levantou um guerreiro, Davi. Ele o escolheu para ser rei. Porque era um guerreiro. Não apenas um pastor. Não apenas um soldado. Ou um aristocrata. Era um guerreiro. E, cantando sobre Davi, acaba cantando sobre o Senhor Jesus, e Seu reino eterno. E a lua, Sua fiel testemunha, confirmará essa promessa.
Então, canta que agora está tudo muito difícil. Foram rejeitados. Os inimigos estão fortes. Pergunta onde está o Senhor e Seu antigo amor. Tem sido zombado por todos. E termina o Salmo com uma exclamação: “Louvado seja o Senhor para sempre! Amém e amém!”
Que, em nosso sofrimento, ainda assim busquemos o Senhor. E em nossas dificuldades, mesmo quando não O enxergarmos, possamos louvar. Seu amor não tem fim. Sua fidelidade é firme, eterna. Que sejamos o povo a quem Ele chama para a adoração. O povo feliz.
Aqui termina o “Livro três” de Salmos. O “Livro quatro” começa no Salmo noventa e vai até o Salmo cento e seis.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo noventa ao capítulo noventa e quatro.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 1 de maio de 2019
2 Crônicas 32.1-33
Leitura do dia 01/05.
Na postagem anterior, vimos a organização, doação, fidelidade, consagração e generosidade durante o reinado de Ezequias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-311-21.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e dois.
Depois de todos estes fatos históricos, e de tudo quanto Ezequias fez movido por sua fidelidade, Senaqueribe, rei da Assíria, invadiu Judá. Ele sitiou as cidades fortes com o propósito de conquistá-las.
Parece que estamos lendo outra história. Como assim? Depois de toda a fidelidade de Ezequias, o rei da Assíria invade Judá? Ele quer Jerusalém? É isso mesmo. Sim, é. O fato de sermos fiéis não nos deixa imunes aos ataques que, muitas vezes, precisamos enfrentar.
Assim que Ezequias percebeu que Senaqueribe tinha planos para invadir Jerusalém, buscou conselho com seus príncipes, oficiais e comandantes do exército. Sua ideia era mandar fechar a passagem de água das fontes do lado de fora da cidade. Eles o ajudaram.
Muitos homens foram reunidos. Fecharam todas as fontes e o riacho que atravessava a região, afinal, por que viriam os reis da Assíria e achariam água à vontade para saciar-lhes a sede? Não, isso não aconteceria.
Não vemos Ezequias se lamentando com o Senhor. Pelo contrário, estava fazendo tudo a seu alcance para enfrentar uma guerra. Em seguida, com grande zelo e dedicação, restaurou todos os trechos quebrados do muro. Construiu torres de vigia sobre ele. Edificou outro muro do lado de fora do primeiro. Reforçou o aterro da Cidade de Davi. Mandou produzir grande quantidade de lanças e escudos. Designou oficiais de guerra para comandar o povo.
Depois, reuniu-os na praça da porta da cidade e lhes falou profundamente ao coração, animando-os a serem fortes e corajosos, a não temerem, nem se assustarem por causa do rei da Assíria, nem por causa do seu enorme exército. Quem marchava com Judá era muito maior. Com ele estava apenas um braço humano, mas com Judá estava o braço forte do Senhor, para ajudá-los e até para travar suas batalhas.
Todo o povo, naquele mesmo momento, se encheu de confiança com as palavras proferidas por Ezequias, rei de Judá. Como não se encher?
Mais tarde, Senaqueribe, rei da Assíria, e todo seu exército movimentavam-se para sitiar a cidade de Laquis. Ele mandou oficiais a Jerusalém com uma advertência a Ezequias e a todo o povo que habitava nessas terras. Perguntou em quem estavam depositando a confiança, para ficarem cercados em Jerusalém. Disse que, quando Ezequias prometia que o Senhor os salvaria das mãos do rei da Assíria, estava simplesmente enganando a todos, a fim de deixá-los morrer de fome e sede.
Para confundir o povo, perguntou se não era esse mesmo Ezequias que havia destruído os altares desse deus, ordenando a Judá e a Jerusalém que apenas diante de um único altar se prostrassem e apenas sobre ele oferecessem perfumes, queimados como incenso sagrado.
Depois fez uma pergunta com a intenção de que as pernas de todos tremessem: “Não sabeis vós o que eu e meus antepassados fizemos a todos os povos das terras?” Eles sabiam. O povo de Judá e Israel sabia. Conheciam as histórias.
Senaqueribe foi além, perguntou: “Porventura, alguma vez os deuses daquelas nações tiveram forças para livrar a sua gente das minhas mãos? Algum deles conseguiu salvar seu povo de mim?” Eles também sabiam. Nenhum deus havia salvado os povos. A Assíria vinha conquistando o que queria.
Então, fez o ataque final. Perguntou: “Sendo assim, como então o deus de vocês poderá livrá-los de minhas mãos?”
Aconselhou que não se deixassem iludir por Ezequias. Que ele não os enganasse de maneira alguma. Não deviam lhe dar crédito. A verdade era que nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum, teve poder para livrar seu povo de seus exércitos nem das mãos de seus antepassados. Tampouco o deus deles conseguiria livrá-los de suas garras. Não era nem de suas mãos, era de suas garras.
Os oficiais de Senaqueribe esbravejaram ainda mais impropérios contra o Senhor e contra o rei Ezequias, seu servo.
Senaqueribe escreveu cartas, para blasfemar por escrito do Senhor Deus de Israel, e para falar contra Ele, desafiando-O. Dizia que assim como os deuses dos povos das outras nações não puderam livrar seu povo de suas mãos, da mesma maneira o deus de Ezequias não livraria sua gente de suas garras.
Em seguida, todos os comandantes e servos de Senaqueribe bradaram na língua dos judeus contra o povo de Jerusalém, que estava sobre a muralha. Seu objetivo era atemorizar e desesperar. E com isso conquistar toda a cidade.
Gritaram ultrajes contra o Deus de Jerusalém da mesma forma como ridicularizavam os deuses das nações pagãs, que de fato não passam de obras produzidas pelas mãos humanas. Mas o Senhor não é comparável a esses deuses. O Senhor é Deus. O Deus verdadeiro. Único.
Diante dessa situação amedrontadora, Ezequias e o profeta Isaías, filho de Amóz, clamaram em oração ao Senhor. O Senhor ouviu. E respondeu prontamente.
Enviou um anjo que aniquilou todos os experientes soldados, líderes e oficiais. No próprio acampamento do rei assírio. Ele “bateu em retirada” para suas terras sob profundo sentimento de derrota e vergonha.
Certo dia, ao caminhar pela nave do templo do seu deus, alguns de seus próprios filhos investiram contra ele. Assassinaram-no ao fio da espada.
Assim o Senhor salvou Ezequias e toda Jerusalém das garras sanguinárias de Senaqueribe, rei da Assíria, e das mãos de todos os outros. Concedeu plena paz e descanso em todas as fronteiras.
Então o povo se mobilizou. Muitos trouxeram a Jerusalém ofertas para o Senhor e presentes valiosos para homenagear Ezequias. Desde essa guerra, vencida pelo Senhor, o rei Ezequias passou a ser muito respeitado por todas as nações.
Naquela época Ezequias ficou muito enfermo. À beira da morte. Será? Sim. Nossa fidelidade não nos deixa imune a passarmos por enfermidades. Ele suplicou ao Senhor, que respondeu concedendo-lhe um sinal miraculoso.
Ah não, estava tudo tão bom até aqui! Mas a próxima palavra é um todavia.
Todavia o quê?
Todavia Ezequias deixou-se dominar pelo orgulho. Não correspondeu à misericórdia com que foi agraciado. Por isso a ira do Senhor se acendeu e veio como juízo sobre ele. Igualmente sobre todo Judá e Jerusalém.
Diante disso, Ezequias se humilhou, ufa! Reconheceu sua atitude arrogante, assim como todo o povo de Jerusalém. Então, a ira do Senhor se aplacou e não veio sobre eles durante o reinado de Ezequias.
Teve muitas riquezas e glória em abundância. Mandou construir muitos depósitos onde guardou seus tesouros de ouro, prata, pedras preciosas, especiarias, escudos e todo tipo de objetos de grande valor.
Também proveu-se de armazéns para colheita de cereal, vinho e azeite. De estrebarias para toda espécie de animais e redis para os rebanhos. Edificou diversas cidades e comprou muitos rebanhos, porquanto Deus lhe concedia muitas riquezas.
Foi ele quem bloqueou o manancial superior da fonte de Giom e mandou canalizar a água para a parte oeste da Cidade de Davi. Prosperou em toda a obra que se dispôs a realizar.
Contudo... Mais um “contudo”. Quando os embaixadores dos príncipes da Babilônia lhe foram enviados para se informarem do prodígio que se dera naquela nação, o Senhor o desamparou, a fim de prová-lo e deixar transparecer tudo que havia no mais profundo do seu coração. Sim, é isso mesmo que você leu. O Senhor deixou que Ezequias agisse conforme quisesse, para que viesse à tona o que estava em seu coração. Acontece conosco também. Precisamos saber onde realmente está nossa riqueza.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Todas suas realizações, inclusive seus atos de zelo e dedicação ao Senhor, estão escritos na Visão do Profeta Isaías, filho de Amoz, e na História dos Reis de Judá e Israel.
Ezequias repousou com seus antepassados. Foi sepultado na colina onde estão os túmulos dos grandes reis, descendentes de Davi. Todo Judá e o povo de Jerusalém prestaram-lhe as mais expressivas homenagens fúnebres.
Seu filho Manassés passou a assentar-se em seu trono e reinou em seu lugar.
E agora? Como será Manassés? Seguirá os exemplos de seu pai? De seu avô? Dos reis de Israel?
Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo trinta e três. Até o trinta e seis.
Antes, porém, gostaria de convidá-lo a ler os textos, ainda sobre Ezequias:
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/quem-e-o-seu-deus.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/07/quem-e-o-seu-deus-parte-2.html
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Na postagem anterior, vimos a organização, doação, fidelidade, consagração e generosidade durante o reinado de Ezequias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-311-21.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e dois.
Depois de todos estes fatos históricos, e de tudo quanto Ezequias fez movido por sua fidelidade, Senaqueribe, rei da Assíria, invadiu Judá. Ele sitiou as cidades fortes com o propósito de conquistá-las.
Parece que estamos lendo outra história. Como assim? Depois de toda a fidelidade de Ezequias, o rei da Assíria invade Judá? Ele quer Jerusalém? É isso mesmo. Sim, é. O fato de sermos fiéis não nos deixa imunes aos ataques que, muitas vezes, precisamos enfrentar.
Assim que Ezequias percebeu que Senaqueribe tinha planos para invadir Jerusalém, buscou conselho com seus príncipes, oficiais e comandantes do exército. Sua ideia era mandar fechar a passagem de água das fontes do lado de fora da cidade. Eles o ajudaram.
Muitos homens foram reunidos. Fecharam todas as fontes e o riacho que atravessava a região, afinal, por que viriam os reis da Assíria e achariam água à vontade para saciar-lhes a sede? Não, isso não aconteceria.
Não vemos Ezequias se lamentando com o Senhor. Pelo contrário, estava fazendo tudo a seu alcance para enfrentar uma guerra. Em seguida, com grande zelo e dedicação, restaurou todos os trechos quebrados do muro. Construiu torres de vigia sobre ele. Edificou outro muro do lado de fora do primeiro. Reforçou o aterro da Cidade de Davi. Mandou produzir grande quantidade de lanças e escudos. Designou oficiais de guerra para comandar o povo.
Depois, reuniu-os na praça da porta da cidade e lhes falou profundamente ao coração, animando-os a serem fortes e corajosos, a não temerem, nem se assustarem por causa do rei da Assíria, nem por causa do seu enorme exército. Quem marchava com Judá era muito maior. Com ele estava apenas um braço humano, mas com Judá estava o braço forte do Senhor, para ajudá-los e até para travar suas batalhas.
Todo o povo, naquele mesmo momento, se encheu de confiança com as palavras proferidas por Ezequias, rei de Judá. Como não se encher?
Mais tarde, Senaqueribe, rei da Assíria, e todo seu exército movimentavam-se para sitiar a cidade de Laquis. Ele mandou oficiais a Jerusalém com uma advertência a Ezequias e a todo o povo que habitava nessas terras. Perguntou em quem estavam depositando a confiança, para ficarem cercados em Jerusalém. Disse que, quando Ezequias prometia que o Senhor os salvaria das mãos do rei da Assíria, estava simplesmente enganando a todos, a fim de deixá-los morrer de fome e sede.
Para confundir o povo, perguntou se não era esse mesmo Ezequias que havia destruído os altares desse deus, ordenando a Judá e a Jerusalém que apenas diante de um único altar se prostrassem e apenas sobre ele oferecessem perfumes, queimados como incenso sagrado.
Depois fez uma pergunta com a intenção de que as pernas de todos tremessem: “Não sabeis vós o que eu e meus antepassados fizemos a todos os povos das terras?” Eles sabiam. O povo de Judá e Israel sabia. Conheciam as histórias.
Senaqueribe foi além, perguntou: “Porventura, alguma vez os deuses daquelas nações tiveram forças para livrar a sua gente das minhas mãos? Algum deles conseguiu salvar seu povo de mim?” Eles também sabiam. Nenhum deus havia salvado os povos. A Assíria vinha conquistando o que queria.
Então, fez o ataque final. Perguntou: “Sendo assim, como então o deus de vocês poderá livrá-los de minhas mãos?”
Aconselhou que não se deixassem iludir por Ezequias. Que ele não os enganasse de maneira alguma. Não deviam lhe dar crédito. A verdade era que nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum, teve poder para livrar seu povo de seus exércitos nem das mãos de seus antepassados. Tampouco o deus deles conseguiria livrá-los de suas garras. Não era nem de suas mãos, era de suas garras.
Os oficiais de Senaqueribe esbravejaram ainda mais impropérios contra o Senhor e contra o rei Ezequias, seu servo.
Senaqueribe escreveu cartas, para blasfemar por escrito do Senhor Deus de Israel, e para falar contra Ele, desafiando-O. Dizia que assim como os deuses dos povos das outras nações não puderam livrar seu povo de suas mãos, da mesma maneira o deus de Ezequias não livraria sua gente de suas garras.
Em seguida, todos os comandantes e servos de Senaqueribe bradaram na língua dos judeus contra o povo de Jerusalém, que estava sobre a muralha. Seu objetivo era atemorizar e desesperar. E com isso conquistar toda a cidade.
Gritaram ultrajes contra o Deus de Jerusalém da mesma forma como ridicularizavam os deuses das nações pagãs, que de fato não passam de obras produzidas pelas mãos humanas. Mas o Senhor não é comparável a esses deuses. O Senhor é Deus. O Deus verdadeiro. Único.
Diante dessa situação amedrontadora, Ezequias e o profeta Isaías, filho de Amóz, clamaram em oração ao Senhor. O Senhor ouviu. E respondeu prontamente.
Enviou um anjo que aniquilou todos os experientes soldados, líderes e oficiais. No próprio acampamento do rei assírio. Ele “bateu em retirada” para suas terras sob profundo sentimento de derrota e vergonha.
Certo dia, ao caminhar pela nave do templo do seu deus, alguns de seus próprios filhos investiram contra ele. Assassinaram-no ao fio da espada.
Assim o Senhor salvou Ezequias e toda Jerusalém das garras sanguinárias de Senaqueribe, rei da Assíria, e das mãos de todos os outros. Concedeu plena paz e descanso em todas as fronteiras.
Então o povo se mobilizou. Muitos trouxeram a Jerusalém ofertas para o Senhor e presentes valiosos para homenagear Ezequias. Desde essa guerra, vencida pelo Senhor, o rei Ezequias passou a ser muito respeitado por todas as nações.
Naquela época Ezequias ficou muito enfermo. À beira da morte. Será? Sim. Nossa fidelidade não nos deixa imune a passarmos por enfermidades. Ele suplicou ao Senhor, que respondeu concedendo-lhe um sinal miraculoso.
Ah não, estava tudo tão bom até aqui! Mas a próxima palavra é um todavia.
Todavia o quê?
Todavia Ezequias deixou-se dominar pelo orgulho. Não correspondeu à misericórdia com que foi agraciado. Por isso a ira do Senhor se acendeu e veio como juízo sobre ele. Igualmente sobre todo Judá e Jerusalém.
Diante disso, Ezequias se humilhou, ufa! Reconheceu sua atitude arrogante, assim como todo o povo de Jerusalém. Então, a ira do Senhor se aplacou e não veio sobre eles durante o reinado de Ezequias.
Teve muitas riquezas e glória em abundância. Mandou construir muitos depósitos onde guardou seus tesouros de ouro, prata, pedras preciosas, especiarias, escudos e todo tipo de objetos de grande valor.
Também proveu-se de armazéns para colheita de cereal, vinho e azeite. De estrebarias para toda espécie de animais e redis para os rebanhos. Edificou diversas cidades e comprou muitos rebanhos, porquanto Deus lhe concedia muitas riquezas.
Foi ele quem bloqueou o manancial superior da fonte de Giom e mandou canalizar a água para a parte oeste da Cidade de Davi. Prosperou em toda a obra que se dispôs a realizar.
Contudo... Mais um “contudo”. Quando os embaixadores dos príncipes da Babilônia lhe foram enviados para se informarem do prodígio que se dera naquela nação, o Senhor o desamparou, a fim de prová-lo e deixar transparecer tudo que havia no mais profundo do seu coração. Sim, é isso mesmo que você leu. O Senhor deixou que Ezequias agisse conforme quisesse, para que viesse à tona o que estava em seu coração. Acontece conosco também. Precisamos saber onde realmente está nossa riqueza.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Todas suas realizações, inclusive seus atos de zelo e dedicação ao Senhor, estão escritos na Visão do Profeta Isaías, filho de Amoz, e na História dos Reis de Judá e Israel.
Ezequias repousou com seus antepassados. Foi sepultado na colina onde estão os túmulos dos grandes reis, descendentes de Davi. Todo Judá e o povo de Jerusalém prestaram-lhe as mais expressivas homenagens fúnebres.
Seu filho Manassés passou a assentar-se em seu trono e reinou em seu lugar.
E agora? Como será Manassés? Seguirá os exemplos de seu pai? De seu avô? Dos reis de Israel?
Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo trinta e três. Até o trinta e seis.
Antes, porém, gostaria de convidá-lo a ler os textos, ainda sobre Ezequias:
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/quem-e-o-seu-deus.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/07/quem-e-o-seu-deus-parte-2.html
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
sexta-feira, 26 de abril de 2019
2 Crônicas 14.1-16.14
Leitura do dia 26/04.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Ontem vimos que as tribos do norte se rebelaram. Vimos a profecia de Semaías e a obediência de Roboão. A fortificação de seu reino e sua família. A posição dos levitas. Também vimos que se afastaram do Senhor e Sisaque, rei do Egito invadiu Judá. Eles se arrependeram. Mas sofreram as consequências de seu afastamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-101-1123.html
Também vimos a guerra entre Abias e Jeroboão. Judá foi vitorioso em batalha. Colocaram toda sua confiança no Senhor, não na força do seu exército, nem em suas próprias mãos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-121-1322.html
Hoje vamos continuar a caminhar pelas linhas dos capítulos quatorze a dezesseis.
Abias morreu. Asa seu filho, reinou em seu lugar. Durante seu reinado houve paz por dez anos seguidos. Asa agiu com bondade e justiça. Agradou o Senhor, seu Deus. Destruiu os altares dos deuses estrangeiros. Aboliu os cultos idólatras que normalmente aconteciam nos montes. Despedaçou as colunas de adoração pagã. Proibiu os cultos pagãos e os altares de incenso. Determinou que o povo de Judá buscasse o Senhor e obedecesse Seus mandamentos.
Aproveitou o tempo de paz para edificar cidades fortes em Judá. Cercou-as com muros e torres, grossos portais e ferrolhos. Eles construíram e prosperaram muito naquela época. Asa declarou ao povo que havia paz porque estavam procurando obedecer ao Senhor. Eles O buscaram e Ele lhes concedeu paz de todos os lados.
Mesmo sendo tempo de paz, Asa tinha um exército de trezentos mil guerreiros de Judá. Todos manejavam bem o escudo e a lança. E duzentos e oitenta mil homens de Benjamim, que usavam escudo e atiravam com arco. Todos eram soldados corajosos.
Zerá, o etíope decidiu atacar as cidades de Judá. Seu exército era de um milhão de soldados e trezentos carros de guerra. Ele chegou a Maressa.
Asa partiu contra Zerá. Ordenou que seus exércitos se preparassem para a batalha no vale de Zefatá, próximo a Maressa.
Asa clamou ao Senhor. Em sua oração reconheceu que o Senhor era o seu Deus. Pediu que o homem não prevalecesse contra a Sua vontade.
O Senhor derrotou os etíopes diante dos olhos de Asa e perante todo Judá. Eles fugiram em desespero. Toda aquela multidão. Um milhão de soldados!
Asa e suas tropas perseguiram os desgarrados até Gerar. Todos os etíopes tombaram. Foram destruídos pelo próprio Senhor, diante do Seu exército.
Os homens de Judá levaram muitas e valiosas riquezas como despojo de guerra. Depois atacaram e invadiram todas as cidades que ficavam perto de Gerar. Todos os moradores desses lugares estavam com um terrível medo do Senhor. Não era medo de Judá, era medo do Senhor.
Os soldados de Asa simplesmente recolheram todas as riquezas que havia nessas cidades. Atacaram ainda as tendas dos que cuidavam do gado e levaram grande número de ovelhas e camelos. Depois retornaram a Jerusalém.
Mais uma vez a mesma lição. Confiar no Senhor é essencial para sermos vitoriosos.
Em tempos de paz é que se constrói fortalezas e se treina exércitos. Em tempos de paz não devemos ficar distraídos. Assim, quando a guerra vier, estaremos preparados. Precisamos aproveitar esse tempo.
Asa foi sábio. Aproveitou o tempo de paz. Construiu fortalezas, equipou-as e as deixou preparadas para eventual guerra. O mesmo fez com seu exército.
Apesar de seu esforço e prontidão, foi vitorioso porque clamou ao Senhor, confiou nEle. O Senhor destruiu o exército inimigo, embora fosse enorme. Os soldados de Asa recolheram as riquezas das cidades porque o temor do Senhor veio sobre eles.
Depois da vitória, voltaram a Jerusalém. O Espírito do Senhor veio sobre Azarias, que foi a seu encontro. Declarou-lhe a palavra do Senhor. Ordenou que Asa, Judá e Benjamim O ouvissem. Era certo que o Senhor estaria com eles, sempre que estivem com o Senhor. Se O buscassem, Ele se permitiria encontrar, no entanto, se O abandonarem, Ele os deixaria.
Essa frase sempre evoca em mim a imagem de um Pai amoroso brincando de esconde-esconde com Seu filho. Não é verdade? Ele sempre se deixa ser encontrado. Assim é o Senhor conosco. Se O buscarmos, Ele se deixará ser encontrado. Com a maior alegria. É Seu desejo.
Azarias disse ainda, que Israel ficou muito tempo sem a presença do Senhor, sem ouvir e obedecer ao ensino de, ao menos, um sacerdote. Longe da Lei.
Consegue imaginar a catástrofe de ficar “muito tempo” sem a presença do Senhor? Simplesmente terrível. Inimaginável. Não podemos ficar sem Sua presença sequer um dia, uma hora, um minuto. Eu diria até, um segundo.
Mas sempre que estavam em angústia, voltavam seus corações para o Senhor. Eles O buscavam e logo O encontravam. Sempre se deixava achar. De braços abertos. O Senhor realmente é bom.
Naqueles tempos não havia paz ou descanso para ninguém. Todos os habitantes daquelas terras eram constantemente afligidos. Viviam angustiados. Nação contra nação e cidade contra cidade se despedaçavam. Deus os castigou com todo tipo de aflição. Por causa de seu abandono.
Quando nos afastamos do Senhor, não há como não sermos afligidos constantemente. Não temos paz. Nem descanso. A angústia nos persegue. Somos despedaçados. E afligidos. O tempo todo.
O profeta incentivou Asa e todo o povo a serem fortes e confiantes. A não desfalecerem as mãos, porque a obra deles teria recompensa!
Servir ao Senhor sempre nos trará recompensa. Lembre-se que nosso tesouro não deve estar aqui onde podemos perdê-lo. Deve estar no céu. Ser eterno.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Quando Asa ouviu esta exortação nas palavras do profeta, tomou novo ânimo. Se desfez dos ídolos e cultos abomináveis daquelas terras, como também por todas as cidades que tomara na região montanhosa de Efraim.
Sempre que nos aproximamos do Senhor, ídolos são desfeitos, quebrados e queimados. Nossas vidas voltam-se para o Senhor. E só para Ele. Queremos vê-Lo, amá-Lo, encontrá-Lo. A cada instante.
Asa restaurou o altar do Senhor, que estava diante do pórtico. Congregou todo Judá e Benjamim. Convocou também os filhos de Efraim, Manassés e Simeão que viviam entre eles. Como no tempo de Roboão, muitos de Israel haviam decidido passar para o lado de Asa, pois concluíram que o Senhor estava com ele.
Quando restauramos o altar do Senhor em nossas vidas, não há como não convocarmos todos que vivem entre nós para fazer o mesmo. Queremos que vivam as experiências que estamos vivendo. Que amem o Senhor como amamos. E, aqueles que nos veem, concluem que o Senhor está conosco.
Reuniram-se, em Jerusalém, no terceiro mês, no décimo quinto ano do governo de Asa. Ofereceram em sacrifício ao Senhor, do despojo de guerra, setecentos bois e sete mil ovelhas.
Nosso coração quer oferecer sacrifícios de louvor ao Senhor. Sempre que somos fiéis.
Fizeram uma aliança solene de buscar a presença do Senhor, Deus de seus pais, de todo coração e de todo entendimento. Queriam tanto o Senhor que fizeram uma aliança solene! Consegue perceber a seriedade? Não era somente uma aliança. Era solene!
É importante buscarmos o Senhor de todo coração e de todo entendimento. Somos seres inteligentes. E devemos buscá-Lo com entendimento. Aprender dEle.
Acordaram também que quem não dispusesse sua alma para seguir as orientações do Senhor, seria condenado sumariamente à morte, fosse jovem ou idoso, simples ou importante, homem ou mulher.
Juraram ao Senhor, em alta voz, bradando com júbilo de consagração, ao som de clarins e trombetas. Todos os filhos de Judá se alegraram muito com esse juramento, feito de todo coração. Todos buscavam ao Senhor com a mais sincera disposição de alma.
Consegue imaginar essa cena? Ver os olhos brilhando? O sorriso estampado no rosto? Os abraços distribuídos? A alegria se derramando?
Ah, o que acontece quando buscamos ao Senhor com todo nosso coração, com sincera disposição de alma! Nossa consagração é feita com júbilo. Mesmo as renúncias são feitas com alegria. Não tem como ser de outra forma.
O Senhor permitiu que as pessoas O encontrassem e as abençoou com paz em suas fronteiras. Que maravilhoso saber que o Senhor sempre permite que O encontremos. Não importa quem somos, o que fizemos. Sempre que buscarmos o Senhor, Ele se permitirá ser achado. Sairá de Seu esconderijo e virá ao nosso encontro.
Asa exonerou sua própria avó. Ele a depôs da nobre posição de rainha-mãe. Ela havia construído um poste-ídolo para cultuar e adorar a Astarote, uma abominável imagem esculpida em madeira. Asa derrubou esse totem pagão. Reduziu a pedaços e queimou-o no vale de Cedrom.
Nosso amor pelo Senhor deve exceder nosso amor por qualquer pessoa. Ele é nosso Senhor, nosso Dono. É a Ele que devemos culto, adoração e obediência.
Ainda que muitos altares idólatras não tinham sido derrubados e eliminados das terras de Israel, o coração de Asa foi consagrado totalmente ao Senhor. Tal qual o nosso deve ser. Total e completamente.
Ele trouxe para a Casa do Senhor todo ouro, prata e utensílios que ele e seu pai haviam dedicado ao Senhor. Se algo é do Senhor, deve estar no lugar correto.
Até o trigésimo quinto ano do governo de Asa, não houve notícias de qualquer rebelião ou guerra.
Assim como não havia paz quando deixaram ao Senhor, não houve notícias de guerra quando O buscaram.
No trigésimo sexto ano do governo de Asa, Baasa, rei de Israel, invadiu Judá. Começou a cercar de muralhas a cidade de Ramá. Queria controlar o movimento que passava pela estrada que ia a Jerusalém.
Asa juntou o ouro e a prata do tesouro da Casa do Senhor e do seu próprio palácio. Enviou a Ben-Hadade, rei da Síria, com uma mensagem para celebrarem um pacto entre os dois, como havia entre seus pais. Ele pedia que Ben-Hadade anulasse sua aliança com Baasa, em troca do ouro e prata. Assim, Baasa se retiraria das terras de Judá.
Ben-Hadade aceitou a proposta. Enviou os capitães dos seus exércitos contra as cidades de Israel; e feriu a Ijom, Dã, Abel-Maim e todas as cidades-armazéns de Naftali.
Quando Baasa ouviu, desistiu de fortificar Ramá. Interrompeu sua obra. Voltou para suas terras.
Asa convocou os homens de Judá para irem a Ramá. Lá retiraram as pedras e a madeira que Baasa estava usando na construção das muralhas. Com esse material, Asa mandou erguer muralhas em volta de Geba e de Mispa.
Nessa época veio Hanani, o vidente, até Asa. Trazia uma admoestação.
O Senhor o questionou por ter procurado refúgio e salvação no rei da Síria e não nEle. Disse-lhe que por isso, o exército da Síria escapou-lhe das mãos. O Senhor lhe perguntou se os etíopes, os cuchitas, e os líbios não formavam um grande e poderoso exército, com muitíssimos carros de guerra e cavaleiros. Mas Asa confiou no Senhor, e Ele os entregou pessoalmente. Afinal, Seus olhos contemplam toda a terra, para revelar-se poderoso para com aqueles cujo coração é plenamente dEle.
Hanani ainda disse que Asa agiu como louco, insensato. Por causa de suas escolhas e ações, a partir de então, enfrentaria muitas batalhas.
Asa se indignou contra Hanani e suas profecias. Ficou realmente enfurecido. Lançou-o no cárcere. No tronco. Por causa do que havia profetizado.
Nessa mesma ocasião, Asa castigou brutalmente algumas pessoas do seu próprio povo. Estava perdido, sem razão.
No trigésimo nono ano do seu reinado, ficou doente dos pés. Sua enfermidade era em extremo grave. Embora tenha passado muito mal e fosse mortal seu estado, não buscou socorro no Senhor, somente nos médicos de sua confiança.
Morreu no ano quarenta e um de seu reinado. Foi sepultado no túmulo que cavou para si na Cidade de Davi. Num leito repleto de especiarias raras e perfumes preparados segundo a arte dos melhores perfumistas. Fizeram uma grande fogueira em sua homenagem.
A história de Asa, do começo ao fim, está narrada no Livro da História dos Reis de Judá e de Israel.
Vamos considerar alguns pontos dessa história, que começou tão bem e terminou tão mal.
Quando o rei de Israel invadiu Judá, sua intenção era controlar quem ia até Jerusalém. Queria saber quem adorava o Senhor. Israel não O adorava mais.
O inimigo sempre quer saber quem é fiel ao Senhor. Para atacá-lo. Para colocar muralhas e impedí-lo de servir e adorar o Deus único e verdadeiro.
Quando foi atacado por Zerá e seu imenso exército, Asa clamou ao Senhor. Depois, sendo atacado por um rei menor e um exército inferior, não o fez. Recorreu aos recursos que considerava sob seu poder. Além do seu próprio tesouro, juntou o ouro e a prata do tesouro do Senhor e enviou para Ben-Hadade.
Errou várias vezes. Errou em não clamar ao Senhor. Não confiar nEle. Errou ao confiar em seus próprios recursos. Errou em tomar posse do tesouro que havia dedicado e entregue ao Senhor. Errou em esquecer sua aliança solene com o Senhor. Errou em fazer uma aliança com Ben-Hadade.
É verdade que deu certo. Baasa desistiu de fortificar Ramá. Voltou para sua terra. Asa conseguiu até usar as pedras e madeiras para erguer muralhas nas cidades de Judá. Ah, mas cuidado! Nem tudo que dá certo, está certo. http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Logo depois, o Senhor mandou que Hanani apontasse os erros de Asa. Corajosamente, Hanani o fez. A consequência de seus erros foi não destruir o exército da Síria, além de ter que enfrentar muitas batalhas a partir de então.
Como precisamos tomar cuidado para não agir como Asa! Sua história me faz lembrar Saul. Começou tão bem. Terminou tão mal.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Asa podia ter se arrependido. Não o fez. Se indignou contra Hanani. Ficou realmente enfurecido. Lançou-o no cárcere. E pior, no tronco. Tudo que Hanani fez foi entregar a palavra do Senhor. Asa estava enfurecido contra o Senhor. O mesmo homem que havia feito uma aliança solene. Não me conformo!
Quando nos afastamos do Senhor, nossas decisões se tornam equivocadas. Não O consultamos. Utilizamos Seu tesouro a nosso bel prazer. Não ouvimos Sua palavra. Ficamos enfurecidos com Seus profetas. E nos levantamos de maneira brutal contra pessoas inocentes. Como Asa fez. Muitas vezes sem nem ao menos perceber.
Que aprendamos a não agir assim. Os olhos do Senhor contemplam toda a terra. Ele revela-se poderoso para com todos cujo coração é plenamente dEle.
Mas a história não acaba aqui. Foi pior. Asa ficou doente dos pés. Uma grande oportunidade para voltar ao Senhor.
Estava gravemente enfermo. Até que seu estado tornou-se mortal. Mas em nenhum momento buscou socorro no Senhor. Buscou socorro apenas e tão somente nos médicos de sua confiança. Que nada puderam fazer por ele.
Asa morreu.
É triste pensar que Asa não estava mais se importando com sua vida. Não se arrependeu. Não clamou ao Senhor em sua doença. Sua preocupação passou a ser como seria seu sepultamento.
Mandou preparar um túmulo para si na Cidade de Davi. Desejou que seu leito fosse repleto de especiarias raras e perfumes preparados segundo a arte dos melhores perfumistas. Uma grande fogueira foi acesa em sua homenagem. Sua aliança solene foi quebrada. Suas preocupações agora eram fúteis.
Que possamos ser fiéis. Até o fim.
Que nossa história termine melhor do que começou.
Mais uma vez, que sejamos como Paulo, que disse (e era verdade): “Lutei o bom combate, terminei a corrida e permaneci fiel”. – 2 Timóteo 4.7
Amanhã continuamos. Leremos do capítulo dezessete ao dezenove.
Espero você. Até lá.
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Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Ontem vimos que as tribos do norte se rebelaram. Vimos a profecia de Semaías e a obediência de Roboão. A fortificação de seu reino e sua família. A posição dos levitas. Também vimos que se afastaram do Senhor e Sisaque, rei do Egito invadiu Judá. Eles se arrependeram. Mas sofreram as consequências de seu afastamento.
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Também vimos a guerra entre Abias e Jeroboão. Judá foi vitorioso em batalha. Colocaram toda sua confiança no Senhor, não na força do seu exército, nem em suas próprias mãos.
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Hoje vamos continuar a caminhar pelas linhas dos capítulos quatorze a dezesseis.
Abias morreu. Asa seu filho, reinou em seu lugar. Durante seu reinado houve paz por dez anos seguidos. Asa agiu com bondade e justiça. Agradou o Senhor, seu Deus. Destruiu os altares dos deuses estrangeiros. Aboliu os cultos idólatras que normalmente aconteciam nos montes. Despedaçou as colunas de adoração pagã. Proibiu os cultos pagãos e os altares de incenso. Determinou que o povo de Judá buscasse o Senhor e obedecesse Seus mandamentos.
Aproveitou o tempo de paz para edificar cidades fortes em Judá. Cercou-as com muros e torres, grossos portais e ferrolhos. Eles construíram e prosperaram muito naquela época. Asa declarou ao povo que havia paz porque estavam procurando obedecer ao Senhor. Eles O buscaram e Ele lhes concedeu paz de todos os lados.
Mesmo sendo tempo de paz, Asa tinha um exército de trezentos mil guerreiros de Judá. Todos manejavam bem o escudo e a lança. E duzentos e oitenta mil homens de Benjamim, que usavam escudo e atiravam com arco. Todos eram soldados corajosos.
Zerá, o etíope decidiu atacar as cidades de Judá. Seu exército era de um milhão de soldados e trezentos carros de guerra. Ele chegou a Maressa.
Asa partiu contra Zerá. Ordenou que seus exércitos se preparassem para a batalha no vale de Zefatá, próximo a Maressa.
Asa clamou ao Senhor. Em sua oração reconheceu que o Senhor era o seu Deus. Pediu que o homem não prevalecesse contra a Sua vontade.
O Senhor derrotou os etíopes diante dos olhos de Asa e perante todo Judá. Eles fugiram em desespero. Toda aquela multidão. Um milhão de soldados!
Asa e suas tropas perseguiram os desgarrados até Gerar. Todos os etíopes tombaram. Foram destruídos pelo próprio Senhor, diante do Seu exército.
Os homens de Judá levaram muitas e valiosas riquezas como despojo de guerra. Depois atacaram e invadiram todas as cidades que ficavam perto de Gerar. Todos os moradores desses lugares estavam com um terrível medo do Senhor. Não era medo de Judá, era medo do Senhor.
Os soldados de Asa simplesmente recolheram todas as riquezas que havia nessas cidades. Atacaram ainda as tendas dos que cuidavam do gado e levaram grande número de ovelhas e camelos. Depois retornaram a Jerusalém.
Mais uma vez a mesma lição. Confiar no Senhor é essencial para sermos vitoriosos.
Em tempos de paz é que se constrói fortalezas e se treina exércitos. Em tempos de paz não devemos ficar distraídos. Assim, quando a guerra vier, estaremos preparados. Precisamos aproveitar esse tempo.
Asa foi sábio. Aproveitou o tempo de paz. Construiu fortalezas, equipou-as e as deixou preparadas para eventual guerra. O mesmo fez com seu exército.
Apesar de seu esforço e prontidão, foi vitorioso porque clamou ao Senhor, confiou nEle. O Senhor destruiu o exército inimigo, embora fosse enorme. Os soldados de Asa recolheram as riquezas das cidades porque o temor do Senhor veio sobre eles.
Depois da vitória, voltaram a Jerusalém. O Espírito do Senhor veio sobre Azarias, que foi a seu encontro. Declarou-lhe a palavra do Senhor. Ordenou que Asa, Judá e Benjamim O ouvissem. Era certo que o Senhor estaria com eles, sempre que estivem com o Senhor. Se O buscassem, Ele se permitiria encontrar, no entanto, se O abandonarem, Ele os deixaria.
Essa frase sempre evoca em mim a imagem de um Pai amoroso brincando de esconde-esconde com Seu filho. Não é verdade? Ele sempre se deixa ser encontrado. Assim é o Senhor conosco. Se O buscarmos, Ele se deixará ser encontrado. Com a maior alegria. É Seu desejo.
Azarias disse ainda, que Israel ficou muito tempo sem a presença do Senhor, sem ouvir e obedecer ao ensino de, ao menos, um sacerdote. Longe da Lei.
Consegue imaginar a catástrofe de ficar “muito tempo” sem a presença do Senhor? Simplesmente terrível. Inimaginável. Não podemos ficar sem Sua presença sequer um dia, uma hora, um minuto. Eu diria até, um segundo.
Mas sempre que estavam em angústia, voltavam seus corações para o Senhor. Eles O buscavam e logo O encontravam. Sempre se deixava achar. De braços abertos. O Senhor realmente é bom.
Naqueles tempos não havia paz ou descanso para ninguém. Todos os habitantes daquelas terras eram constantemente afligidos. Viviam angustiados. Nação contra nação e cidade contra cidade se despedaçavam. Deus os castigou com todo tipo de aflição. Por causa de seu abandono.
Quando nos afastamos do Senhor, não há como não sermos afligidos constantemente. Não temos paz. Nem descanso. A angústia nos persegue. Somos despedaçados. E afligidos. O tempo todo.
O profeta incentivou Asa e todo o povo a serem fortes e confiantes. A não desfalecerem as mãos, porque a obra deles teria recompensa!
Servir ao Senhor sempre nos trará recompensa. Lembre-se que nosso tesouro não deve estar aqui onde podemos perdê-lo. Deve estar no céu. Ser eterno.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Quando Asa ouviu esta exortação nas palavras do profeta, tomou novo ânimo. Se desfez dos ídolos e cultos abomináveis daquelas terras, como também por todas as cidades que tomara na região montanhosa de Efraim.
Sempre que nos aproximamos do Senhor, ídolos são desfeitos, quebrados e queimados. Nossas vidas voltam-se para o Senhor. E só para Ele. Queremos vê-Lo, amá-Lo, encontrá-Lo. A cada instante.
Asa restaurou o altar do Senhor, que estava diante do pórtico. Congregou todo Judá e Benjamim. Convocou também os filhos de Efraim, Manassés e Simeão que viviam entre eles. Como no tempo de Roboão, muitos de Israel haviam decidido passar para o lado de Asa, pois concluíram que o Senhor estava com ele.
Quando restauramos o altar do Senhor em nossas vidas, não há como não convocarmos todos que vivem entre nós para fazer o mesmo. Queremos que vivam as experiências que estamos vivendo. Que amem o Senhor como amamos. E, aqueles que nos veem, concluem que o Senhor está conosco.
Reuniram-se, em Jerusalém, no terceiro mês, no décimo quinto ano do governo de Asa. Ofereceram em sacrifício ao Senhor, do despojo de guerra, setecentos bois e sete mil ovelhas.
Nosso coração quer oferecer sacrifícios de louvor ao Senhor. Sempre que somos fiéis.
Fizeram uma aliança solene de buscar a presença do Senhor, Deus de seus pais, de todo coração e de todo entendimento. Queriam tanto o Senhor que fizeram uma aliança solene! Consegue perceber a seriedade? Não era somente uma aliança. Era solene!
É importante buscarmos o Senhor de todo coração e de todo entendimento. Somos seres inteligentes. E devemos buscá-Lo com entendimento. Aprender dEle.
Acordaram também que quem não dispusesse sua alma para seguir as orientações do Senhor, seria condenado sumariamente à morte, fosse jovem ou idoso, simples ou importante, homem ou mulher.
Juraram ao Senhor, em alta voz, bradando com júbilo de consagração, ao som de clarins e trombetas. Todos os filhos de Judá se alegraram muito com esse juramento, feito de todo coração. Todos buscavam ao Senhor com a mais sincera disposição de alma.
Consegue imaginar essa cena? Ver os olhos brilhando? O sorriso estampado no rosto? Os abraços distribuídos? A alegria se derramando?
Ah, o que acontece quando buscamos ao Senhor com todo nosso coração, com sincera disposição de alma! Nossa consagração é feita com júbilo. Mesmo as renúncias são feitas com alegria. Não tem como ser de outra forma.
O Senhor permitiu que as pessoas O encontrassem e as abençoou com paz em suas fronteiras. Que maravilhoso saber que o Senhor sempre permite que O encontremos. Não importa quem somos, o que fizemos. Sempre que buscarmos o Senhor, Ele se permitirá ser achado. Sairá de Seu esconderijo e virá ao nosso encontro.
Asa exonerou sua própria avó. Ele a depôs da nobre posição de rainha-mãe. Ela havia construído um poste-ídolo para cultuar e adorar a Astarote, uma abominável imagem esculpida em madeira. Asa derrubou esse totem pagão. Reduziu a pedaços e queimou-o no vale de Cedrom.
Nosso amor pelo Senhor deve exceder nosso amor por qualquer pessoa. Ele é nosso Senhor, nosso Dono. É a Ele que devemos culto, adoração e obediência.
Ainda que muitos altares idólatras não tinham sido derrubados e eliminados das terras de Israel, o coração de Asa foi consagrado totalmente ao Senhor. Tal qual o nosso deve ser. Total e completamente.
Ele trouxe para a Casa do Senhor todo ouro, prata e utensílios que ele e seu pai haviam dedicado ao Senhor. Se algo é do Senhor, deve estar no lugar correto.
Até o trigésimo quinto ano do governo de Asa, não houve notícias de qualquer rebelião ou guerra.
Assim como não havia paz quando deixaram ao Senhor, não houve notícias de guerra quando O buscaram.
No trigésimo sexto ano do governo de Asa, Baasa, rei de Israel, invadiu Judá. Começou a cercar de muralhas a cidade de Ramá. Queria controlar o movimento que passava pela estrada que ia a Jerusalém.
Asa juntou o ouro e a prata do tesouro da Casa do Senhor e do seu próprio palácio. Enviou a Ben-Hadade, rei da Síria, com uma mensagem para celebrarem um pacto entre os dois, como havia entre seus pais. Ele pedia que Ben-Hadade anulasse sua aliança com Baasa, em troca do ouro e prata. Assim, Baasa se retiraria das terras de Judá.
Ben-Hadade aceitou a proposta. Enviou os capitães dos seus exércitos contra as cidades de Israel; e feriu a Ijom, Dã, Abel-Maim e todas as cidades-armazéns de Naftali.
Quando Baasa ouviu, desistiu de fortificar Ramá. Interrompeu sua obra. Voltou para suas terras.
Asa convocou os homens de Judá para irem a Ramá. Lá retiraram as pedras e a madeira que Baasa estava usando na construção das muralhas. Com esse material, Asa mandou erguer muralhas em volta de Geba e de Mispa.
Nessa época veio Hanani, o vidente, até Asa. Trazia uma admoestação.
O Senhor o questionou por ter procurado refúgio e salvação no rei da Síria e não nEle. Disse-lhe que por isso, o exército da Síria escapou-lhe das mãos. O Senhor lhe perguntou se os etíopes, os cuchitas, e os líbios não formavam um grande e poderoso exército, com muitíssimos carros de guerra e cavaleiros. Mas Asa confiou no Senhor, e Ele os entregou pessoalmente. Afinal, Seus olhos contemplam toda a terra, para revelar-se poderoso para com aqueles cujo coração é plenamente dEle.
Hanani ainda disse que Asa agiu como louco, insensato. Por causa de suas escolhas e ações, a partir de então, enfrentaria muitas batalhas.
Asa se indignou contra Hanani e suas profecias. Ficou realmente enfurecido. Lançou-o no cárcere. No tronco. Por causa do que havia profetizado.
Nessa mesma ocasião, Asa castigou brutalmente algumas pessoas do seu próprio povo. Estava perdido, sem razão.
No trigésimo nono ano do seu reinado, ficou doente dos pés. Sua enfermidade era em extremo grave. Embora tenha passado muito mal e fosse mortal seu estado, não buscou socorro no Senhor, somente nos médicos de sua confiança.
Morreu no ano quarenta e um de seu reinado. Foi sepultado no túmulo que cavou para si na Cidade de Davi. Num leito repleto de especiarias raras e perfumes preparados segundo a arte dos melhores perfumistas. Fizeram uma grande fogueira em sua homenagem.
A história de Asa, do começo ao fim, está narrada no Livro da História dos Reis de Judá e de Israel.
Vamos considerar alguns pontos dessa história, que começou tão bem e terminou tão mal.
Quando o rei de Israel invadiu Judá, sua intenção era controlar quem ia até Jerusalém. Queria saber quem adorava o Senhor. Israel não O adorava mais.
O inimigo sempre quer saber quem é fiel ao Senhor. Para atacá-lo. Para colocar muralhas e impedí-lo de servir e adorar o Deus único e verdadeiro.
Quando foi atacado por Zerá e seu imenso exército, Asa clamou ao Senhor. Depois, sendo atacado por um rei menor e um exército inferior, não o fez. Recorreu aos recursos que considerava sob seu poder. Além do seu próprio tesouro, juntou o ouro e a prata do tesouro do Senhor e enviou para Ben-Hadade.
Errou várias vezes. Errou em não clamar ao Senhor. Não confiar nEle. Errou ao confiar em seus próprios recursos. Errou em tomar posse do tesouro que havia dedicado e entregue ao Senhor. Errou em esquecer sua aliança solene com o Senhor. Errou em fazer uma aliança com Ben-Hadade.
É verdade que deu certo. Baasa desistiu de fortificar Ramá. Voltou para sua terra. Asa conseguiu até usar as pedras e madeiras para erguer muralhas nas cidades de Judá. Ah, mas cuidado! Nem tudo que dá certo, está certo. http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
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Logo depois, o Senhor mandou que Hanani apontasse os erros de Asa. Corajosamente, Hanani o fez. A consequência de seus erros foi não destruir o exército da Síria, além de ter que enfrentar muitas batalhas a partir de então.
Como precisamos tomar cuidado para não agir como Asa! Sua história me faz lembrar Saul. Começou tão bem. Terminou tão mal.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Asa podia ter se arrependido. Não o fez. Se indignou contra Hanani. Ficou realmente enfurecido. Lançou-o no cárcere. E pior, no tronco. Tudo que Hanani fez foi entregar a palavra do Senhor. Asa estava enfurecido contra o Senhor. O mesmo homem que havia feito uma aliança solene. Não me conformo!
Quando nos afastamos do Senhor, nossas decisões se tornam equivocadas. Não O consultamos. Utilizamos Seu tesouro a nosso bel prazer. Não ouvimos Sua palavra. Ficamos enfurecidos com Seus profetas. E nos levantamos de maneira brutal contra pessoas inocentes. Como Asa fez. Muitas vezes sem nem ao menos perceber.
Que aprendamos a não agir assim. Os olhos do Senhor contemplam toda a terra. Ele revela-se poderoso para com todos cujo coração é plenamente dEle.
Mas a história não acaba aqui. Foi pior. Asa ficou doente dos pés. Uma grande oportunidade para voltar ao Senhor.
Estava gravemente enfermo. Até que seu estado tornou-se mortal. Mas em nenhum momento buscou socorro no Senhor. Buscou socorro apenas e tão somente nos médicos de sua confiança. Que nada puderam fazer por ele.
Asa morreu.
É triste pensar que Asa não estava mais se importando com sua vida. Não se arrependeu. Não clamou ao Senhor em sua doença. Sua preocupação passou a ser como seria seu sepultamento.
Mandou preparar um túmulo para si na Cidade de Davi. Desejou que seu leito fosse repleto de especiarias raras e perfumes preparados segundo a arte dos melhores perfumistas. Uma grande fogueira foi acesa em sua homenagem. Sua aliança solene foi quebrada. Suas preocupações agora eram fúteis.
Que possamos ser fiéis. Até o fim.
Que nossa história termine melhor do que começou.
Mais uma vez, que sejamos como Paulo, que disse (e era verdade): “Lutei o bom combate, terminei a corrida e permaneci fiel”. – 2 Timóteo 4.7
Amanhã continuamos. Leremos do capítulo dezessete ao dezenove.
Espero você. Até lá.
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