Leitura do dia 08/04.
Na postagem anterior, vimos que Joás foi aclamado rei. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-111-21.html
Agora, caminharemos pelo capítulo doze.
Joás começou a reinar no ano sétimo de Jeú, rei de Israel. Reinou quarenta anos em Jerusalém. Fez o que era justo perante o Senhor, atendendo às instruções do sacerdote Joiada. Que alívio!
Porém, os altares das colinas não foram retirados. O povo ainda sacrificava e queimava incenso nesses lugares idólatras.
Como é difícil deixar a idolatria, seja ela de que tipo for. Tudo que nos tira do foco, que fica no lugar do Senhor, assume uma magnitude tal, que para derrubar esses altares é necessário renúncia e grande desprendimento.
Joás ordenou que os sacerdotes ajuntassem toda a prata que era trazida como oferta à casa do Senhor, além do dinheiro que era coletado no recenseamento anual, as ofertas individuais e toda prata que trouxessem voluntariamente, para consertar os estragos do templo.
No vigésimo terceiro ano do rei Joás, os sacerdotes ainda não tinham restaurado o templo. Joás chamou Joiada e os demais sacerdotes e perguntou-lhes o motivo. Deveriam, de agora em diante, não recolher mais prata com os tesoureiros, mas usá-la para as restaurações.
Os sacerdotes concordaram em não mais receber nenhum dinheiro do povo, nem se encarregarem dessas reformas. Tinham outros afazeres. A reforma requeria pessoas que estivessem ali exclusivamente para esse serviço.
Joiada tomou uma caixa, fez um buraco em sua tampa e a colocou ao lado do altar. Do lado direito de quem entrava no templo. Os sacerdotes que guardavam a entrada passaram a depositar ali todo dinheiro que era trazido ao templo. Quando a caixa enchia, o escrivão do rei e o sumo sacerdote contavam e colocavam tudo em sacos. Após o valor ser conferido, era entregue aos empreiteiros contratados para as reformas. Estes pagavam os carpinteiros, os construtores, os pedreiros e escultores e a compra de madeira e pedras lavradas.
Entregavam também toda a prata trazida, aos trabalhadores que eram responsáveis por administrar a verba nos reparos do templo.
E, que maravilha, não exigiam prestação de contas. Todos agiam com honestidade.
No entanto, todo dinheiro que era oferecido pela expiação de delito, pecado ou culpa era entregue aos sacerdotes. Pertencia a eles.
Que possamos aprender com Joás. Desejou restaurar o templo. Cobrou essa restauração. E a organizou.
Que possamos aprender com os sacerdotes que abriram mão de receber ofertas para que o templo fosse restaurado. Também não ficaram com mais uma tarefa, sabendo que não era possível. Não eram eles os trabalhadores da restauração.
Que possamos aprender com os responsáveis pela reforma. Faziam tudo corretamente, honestamente, sem necessidade de fiscalização.
Nesse mesmo tempo, o rei da Síria, Hazael, atacou a cidade de Gate. Ele a conquistou. Depois dessa conquista, decidiu marchar contra Jerusalém.
Joás tomou todos os objetos sagrados que seus antecessores, haviam consagrado e tudo que ele mesmo havia oferecido, além de todo o ouro que estava no tesouro da casa do Senhor e no palácio real. Mandou tudo para Harael, que desistiu de invadir Jerusalém.
É triste saber que Joás não clamou ao Senhor por livramento. Foi lá e resolveu. Com o que tinha em mãos.
Dois de seus servos, Jozabade e Jeozabade, conspiraram contra ele. Mataram-no na Casa de Milo, no caminho que desce para Sila. Ele morreu e foi sepultado na Cidade de Davi.
Seu filho Amazias passou a reinar em seu lugar.
Ah, que possamos clamar ao Senhor ao invés de agirmos por conta própria. Ele sempre nos orientará e nos dará o escape.
E quanto a Amazias? Que tipo de rei será?
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo treze ao capítulo dezesseis.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
2 Reis 12.1-21
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domingo, 3 de fevereiro de 2019
Jerusalém será invadida?
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Na postagem anterior, vimos que o rei da Assíria, através de Rabsaqué, afrontou o Senhor e Ezequias.
Disse que nenhum deus conseguiu livrar nenhuma nação de seu senhor. O Senhor também não conseguiria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/desafio.html
Hoje caminharemos através do capítulo dezenove. Do versículo um ao versículo dezenove.
Quando Ezequias ficou sabendo de tudo que Rabsaqué falou, rasgous suas vestes, cobriu-se de pano de saco em sinal de profunda tristeza e humilhação. E entrou no templo do Senhor.
Era onde deveria estar. Clamando ao Único que podia socorrê-lo.
Ele enviou Eliaquim, o mordomo e administrador geral do palácio, Sebna, o escrivão, e os anciãos dos sacerdotes, todos vestidos de pano de saco, à presença do profeta Isaías filho de Amoz. Eles transmitiram as palavras de Ezequias ao profeta.
Ezequias havia dito que era dia de grande angústia, repreensão e vergonha. Como o dia do nascimento de filhos quando não havia ânimo nem força para dar à luz.
Sua esperança era que o Senhor tivesse ouvido as palavras de Rabsaqué, a quem Senaqueribe enviou para insultar o Deus Vivo. Que o Senhor o repreendesse pelo que ouviu. E que Isaías intercedesse pelos que ainda sobreviviam.
Quando os oficiais do rei entregaram a mensagem a Isaías, ele lhes declarou que transmitissem ao rei as palavras do Senhor.
O Senhor havia dito para Ezequias não ter medo das palavras que ouvira, das blasfêmias com as quais os asseclas do rei da Assíria O afrontaram. Porquanto o Senhor mudaria o espírito e as intenções de Senaqueribe. Ele receberia uma notícia que o faria tomar a decisão de retornar imediatamente ao seu país. E em sua própria terra o Senhor o faria morrer ao fio da espada.
Enquanto isso, Senaqueribe partiu de Láquis. Rabsaqué o encontrou em combate contra Libna.
Nesse tempo, ele recebeu a notícia que Tiraca, rei da Etiópia, estava indo guerrear contra ele. Então mandou novamente uma mensagem a Ezequias, rei de Judá.
A mensagem dizia que o Deus, em quem ele, Ezequias, confiava, não o iludisse, quando prometia que Jerusalém não seria entregue às mãos do rei da Assíria. Ezequias já tinha ouvido o que os reis da Assíria fizeram a todas as nações, destruindo-as completamente. Ele não iria escapar. Nenhum deus libertou as nações que seus pais haviam devastado, tais como Gozã, Harã, Rezete e Telassar. O rei perguntou onde estava o rei de Hamate, o rei de Arpade, o rei da cidade de Sefarvaim, de Hena e de Iva. Todos destruídos.
Quando Ezequias leu, imediatamente voltou à Casa do Senhor. Estendeu as cartas diante dEle. E orou.
Pediu que o Eterno Deus de Israel, que estava assentado em Seu trono, muito acima dos querubins, sim era com Ele mesmo que estava falando. Com o Único Senhor e Deus sobre todos os reinos da terra, o Senhor que criou os céus e a terra, que Ele inclinasse Seus ouvidos e ouvisse e observasse atentamente as palavras que Senaqueribe tornou públicas para afrontá-Lo.
Ezequias reconhecia que a afronta era ao Senhor, antes de ser a qualquer outro.
Disse que era verdade que os reis da Assíria tinham devastado as nações e suas terras e lançado seus deuses no fogo. Mas não eram, de fato, deuses. Eram apenas obras das paixões e das mãos dos homens, que os modelaram em madeira e pedra. Por isso mesmo, foram destruídos. Não tinham nenhum poder. Não eram nada.
Ele suplicou que o Senhor o livrasse de sua mão, e que todos os reinos da terra ficassem sabendo que só o Senhor é Deus.
O que acontecerá? O Senhor responderá? Jerusalém será ou não invadida? Senaqueribe morrerá em sua terra, como o Senhor disse que morreria ou voltará para invadir Jerusalém?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que o rei da Assíria, através de Rabsaqué, afrontou o Senhor e Ezequias.
Disse que nenhum deus conseguiu livrar nenhuma nação de seu senhor. O Senhor também não conseguiria.
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Hoje caminharemos através do capítulo dezenove. Do versículo um ao versículo dezenove.
Quando Ezequias ficou sabendo de tudo que Rabsaqué falou, rasgous suas vestes, cobriu-se de pano de saco em sinal de profunda tristeza e humilhação. E entrou no templo do Senhor.
Era onde deveria estar. Clamando ao Único que podia socorrê-lo.
Ele enviou Eliaquim, o mordomo e administrador geral do palácio, Sebna, o escrivão, e os anciãos dos sacerdotes, todos vestidos de pano de saco, à presença do profeta Isaías filho de Amoz. Eles transmitiram as palavras de Ezequias ao profeta.
Ezequias havia dito que era dia de grande angústia, repreensão e vergonha. Como o dia do nascimento de filhos quando não havia ânimo nem força para dar à luz.
Sua esperança era que o Senhor tivesse ouvido as palavras de Rabsaqué, a quem Senaqueribe enviou para insultar o Deus Vivo. Que o Senhor o repreendesse pelo que ouviu. E que Isaías intercedesse pelos que ainda sobreviviam.
Quando os oficiais do rei entregaram a mensagem a Isaías, ele lhes declarou que transmitissem ao rei as palavras do Senhor.
O Senhor havia dito para Ezequias não ter medo das palavras que ouvira, das blasfêmias com as quais os asseclas do rei da Assíria O afrontaram. Porquanto o Senhor mudaria o espírito e as intenções de Senaqueribe. Ele receberia uma notícia que o faria tomar a decisão de retornar imediatamente ao seu país. E em sua própria terra o Senhor o faria morrer ao fio da espada.
Enquanto isso, Senaqueribe partiu de Láquis. Rabsaqué o encontrou em combate contra Libna.
Nesse tempo, ele recebeu a notícia que Tiraca, rei da Etiópia, estava indo guerrear contra ele. Então mandou novamente uma mensagem a Ezequias, rei de Judá.
A mensagem dizia que o Deus, em quem ele, Ezequias, confiava, não o iludisse, quando prometia que Jerusalém não seria entregue às mãos do rei da Assíria. Ezequias já tinha ouvido o que os reis da Assíria fizeram a todas as nações, destruindo-as completamente. Ele não iria escapar. Nenhum deus libertou as nações que seus pais haviam devastado, tais como Gozã, Harã, Rezete e Telassar. O rei perguntou onde estava o rei de Hamate, o rei de Arpade, o rei da cidade de Sefarvaim, de Hena e de Iva. Todos destruídos.
Quando Ezequias leu, imediatamente voltou à Casa do Senhor. Estendeu as cartas diante dEle. E orou.
Pediu que o Eterno Deus de Israel, que estava assentado em Seu trono, muito acima dos querubins, sim era com Ele mesmo que estava falando. Com o Único Senhor e Deus sobre todos os reinos da terra, o Senhor que criou os céus e a terra, que Ele inclinasse Seus ouvidos e ouvisse e observasse atentamente as palavras que Senaqueribe tornou públicas para afrontá-Lo.
Ezequias reconhecia que a afronta era ao Senhor, antes de ser a qualquer outro.
Disse que era verdade que os reis da Assíria tinham devastado as nações e suas terras e lançado seus deuses no fogo. Mas não eram, de fato, deuses. Eram apenas obras das paixões e das mãos dos homens, que os modelaram em madeira e pedra. Por isso mesmo, foram destruídos. Não tinham nenhum poder. Não eram nada.
Ele suplicou que o Senhor o livrasse de sua mão, e que todos os reinos da terra ficassem sabendo que só o Senhor é Deus.
O que acontecerá? O Senhor responderá? Jerusalém será ou não invadida? Senaqueribe morrerá em sua terra, como o Senhor disse que morreria ou voltará para invadir Jerusalém?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
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