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sábado, 28 de setembro de 2019

Miqueias 1.1-3.12

Leitura do dia 27/09.

Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.

Ontem lemos a história de Jonas. Sua desobediência. Sua mensagem. Sua ira. E o arrependimento de Nínive. Muito a aprender com esse livro. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-21-411.html

Hoje caminharemos através dos três primeiros capítulos do profeta Miqueias.

Seu nome significa “Quem é o Senhor?”. Profetizou para o Reino do Norte e do Sul (Israel e Judá), durante o reinado de Peca e Oseias, os dois últimos reis de Israel; e Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá. Suas visões diziam respeito a Samaria e Jerusalém.

O Senhor ordena que todos os povos prestem atenção. Que toda a terra e tudo que nela há ouçam Suas palavras. Faz acusação contra Israel e Judá. Deixa Seu trono nos céus por causa da rebeldia de Israel. E faz a terra derreter. Pergunta quem é o responsável. Ele mesmo responde, Samaria, sua capital. Também pergunta onde fica o centro da idolatria de Judá. E responde, Jerusalém, sua capital. Essas duas capitais tiveram grande influência na rebeldia e idolatria do povo do Senhor. As outras cidades seguiram suas tendências.

Por isso o Senhor disse que transformaria (e transformou), Samaria em ruínas. Suas imagens esculpidas seriam despedaças. Seus tesouros sagrados seriam queimados. O mesmo aconteceria com Jerusalém.

Miqueias chora e lamenta. Disse que andará descalço e nu. Que uivará como um chacal. Gemerá como uma coruja. A ferida de seu povo não tem cura. Chegou a Judá. A calamidade do senhor chegou aos portões de Jerusalém. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-191-2117.html

Seus habitantes devem raspar suas cabeças. Seus filhos queridos seriam levados para longe. Seus pequenos, exilados em terras distantes. Como, de fato, aconteceu.

O Senhor fala que é grande a aflição que virá sobre aqueles que ficam acordados à noite planejando perversidades. De manhã levantam e as realizam. Têm poder para tal. Quando desejam um terreno, encontram uma maneira de apropriar-se dele. Quando querem uma casa, tomam-na por meio da violência. Oprimem um homem até que lhe entregue sua propriedade. Deixam sua família sem herança. Não se importam. Só pensam em si mesmos.

Ele os retribuirá por suas maldades. Não conseguirão livrar seus pescoços. Não andarão mais com arrogância. O tempo da calamidade está chegando.

Quando Miqueias entrega essa mensagem de julgamento, o povo diz para não falar dessa maneira. Essa desgraça jamais acontecerá. Acreditam na impunidade. Como muitos nos dias de hoje.

Miqueias responde com uma pergunta. Será que é certo Israel falar dessa maneira? O Espírito do Senhor terá paciência com tal conduta? Se o modo do povo agir fosse certo, suas palavras lhe trariam consolo. Quem anda nos caminhos do Senhor não teme Seus juízos. Deseja-os. Ama-os. Sabe que são verdadeiros, justos e necessários. Anseia por eles.

O Senhor afirma que Seu povo se rebela contra Ele como se fosse seu inimigo. Não se importam com as pessoas. Roubam a túnica daqueles que confiaram neles. Deixam-nas em farrapos, como se voltassem de uma batalha.

Expulsaram até as mulheres de seus lares confortáveis. Tomaram seus filhos para sempre. A herança que o Senhor lhes dera.

A ordem é levantar. Ir embora. A terra não mais lhes pertence. Eles a encheram de pecado. Arruinaram-na completamente.

Os profetas que têm audiência são os que mentem constantemente. Querem ouvir coisas como as alegrias do vinho e da bebida forte. Desses, se alegram. Não querem ouvir advertências. Só palavras agradáveis.

O Senhor, em meio ao julgamento, promete que um dia ainda reunirá os que restaram de Seu povo. Neste dia, o próprio Senhor os guiará.

Ele admoesta os líderes de Seu povo a ouvir e fazer o que é certo. No entanto, odeiam o bem. Amam o mal. Esfolam o povo, arrancando-lhe a carne. Na hora da aflição, clamam o Senhor. Não adianta esperar que responda. Depois de todo mal que fizeram, nem olhará para eles, muito menos, responderá.

O Senhor decreta que os falsos profetas serão envergonhados. Eles enganam Seu povo, fazendo-o desviar-se, prometendo paz aos que lhe dão comida e guerra aos que não os alimentam. A escuridão os cobrirá. Acabará com suas visões. Colocarão as mãos à boca. Não haverá resposta do Senhor para eles.

Miqueias, no entanto, permanece fiel. Está cheio de poder, cheio do Espírito do Senhor. Cheio de justiça e força. Para anunciar o pecado e a rebeldia de Israel. Sim, é preciso estar cheio de Seu espírito, de justiça e força para anunciar tal fato. Para enxergar.

Quanto aos líderes de Israel, estão muito longe do Senhor. Odeiam a justiça. Distorcem o direito. Constroem a capital sobre alicerces de homicídio e corrupção. Os governantes julgam de acordo com os subornos que recebem. Os sacerdotes cobram para ensinar a lei. Os profetas só profetizam quando são pagos. E ainda têm coragem de dizer que dependem do Senhor. Acreditam que nenhum mal lhes sobreviverá. Dizem que o Senhor está com eles. Mas, eles são os culpados com o que acontecerá a Jerusalém. Será transformada (e foi) em ruínas. Até a colina, que era tão bem cuidada, onde estava o templo do Senhor, ficará com o mato alto. Não terá ninguém para cuidar.

Como outros profetas, parece que Miqueias está falando diretamente à nossa geração. Temos vivido dias como estes! Que sigamos seu exemplo. Estejamos sempre cheios do Espírito do Senhor, de justiça e força. Para anunciar Sua mensagem. Qualquer que seja. A quem quer que seja.

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos quatro e cinco de Miqueias.

Espero você. Até lá.

domingo, 22 de setembro de 2019

Oseias 9.1-11.12

Leitura do dia 19/09.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.

Ontem vimos a iniquidade dos reis e príncipes. Também vimos que o juízo do Senhor está próximo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-71-814.html

Agora, caminharemos através do capítulos nove a onze.

O Senhor ordena que Israel não se alegre. Com a prostituição, abandonaram-no. Agora, tudo faltará. Os cereais e o vinho novo. Também não permanecerão mais na terra dEle. Serão arrancados de lá. Efraim voltará ao Egito e na Assíria comerão coisas imundas. Chegaram os dias de castigo. Os dias do juízo. O Senhor se lembrará de suas injustiças e castigará seus pecados.

Ele lembra quando encontrou Israel. Era como encontrar uvas em meio ao deserto. Mas eles O deixaram. Foram atrás de Baal-Peor. Consagraram-se à vergonhosa idolatria. Tornaram-se abomináveis. Como o ídolo que amaram. Sim, é verdade. Tornamo-nos semelhantes ao que amamos. Se amamos ídolos inúteis, seremos como eles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html

O Senhor faria Israel próspero e resplandecente como Tiro, mas não quiseram segui-Lo. Agora terão ventres estéreis e seios secos. Suas raízes secaram. Não há mais frutos. Não gerarão filhos. Se os gerarem, serão consumidos pela morte porque afastaram-se do Senhor. Todos os seus príncipes são rebeldes.

Ao invés de serem bênçãos às nações, andarão errantes por elas. Porque não querem ouvir o Senhor.
Ao invés de agradecerem por seu crescimento, quanto mais cresceram, mais levantaram ídolos e altares. Falam palavras vãs. Juram falsamente. Fazem alianças errantes.

Samaria será atemorizada por causa do bezerro de Bete-Áven. Seu povo se lamentará por causa dele. Seus sacerdotes idólatras tremerão. Sua glória se foi. Seu bezerro será levado como presente ao rei da Assíria.

O Senhor ordenou que Israel semeasse em justiça. Ceifasse em misericórdia. Arasse em campos novos. Era (e é) tempo de buscar o Senhor até que Ele viesse e chovesse justiça sobre todos. Mas, araram em malícia. Colheram em perversidade. Comeram o fruto da mentira. Tudo porque confiaram em seus carros e em seus exércitos.

Ah, precisamos obedecer ao Senhor. E confiar somente nEle.

Israel veria a guerra. Suas fortalezas seriam destruídas. As mães, que deveriam ser cuidadas e amparadas por todos, seriam despedaçadas junto com seus filhos. Por causa de sua malícia. Seriam totalmente destruídos.

O Senhor lembra Seu amor por Israel. quando era uma nação pequena, Ele o amou. Do Egito chamou Seu filho. Aqui, uma referência a dois acontecimentos. Ele resgatou Israel do Egito e, quando o Senhor Jesus nasceu, que precisou fugir para o Egito, de lá o Senhor O chamou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/nasce-o-desejado-das-nacoes.html

Quanto mais o Senhor chamava Israel, mais afastavam-se de Sua presença. Mais fugiam. Sacrificavam a baalins e queimavam incensos às imagens de esculturas, transformadas em seus ídolos, seus deuses.

Foi Ele quem os ensinara a andar. Ele os tomara em Seus braços. Mas não entenderam que os estava curando. Não atentaram às Suas obras. Ele os atraíra com cordas humanas. Com laços de amor. Fora para eles como um alívio. Como quem alivia o jugo. Inclinara-se para lhes dar alimento. Ainda assim, recusaram converter-se. Por isso, irão em cativeiro para a Assíria. Serão consumidos pela espada. Devorados por causa de seus caprichos. Por serem inclinados a desviar-se dEle. Até olham para cima,  mas não O adoram. https://www.youtube.com/watch?v=HwLTTBvzyUE

Apesar disso, o coração do Senhor se comove. Não consegue deixar Israel, entregá-lo. Suas compaixões estão voltadas para ele. Afinal, não é homem. É Deus. Não destruirá Israel. Ele o julgará. Com justo juízo.

Depois, andarão após Ele. E voltarão a habitar em sua própria terra.

As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Elas se renovam a cada manhã. Se tal não acontecesse, estaríamos todos perdidos (Lamentações de Jeremias 3.22,23).

Que sejamos obedientes ao Senhor.  Ele nos atraiu com Suas cordas de amor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo doze. Até o capítulo quatorze.

Espero você. Até lá.

sábado, 21 de setembro de 2019

Oseias 4.1-6.11

Leitura do dia 17/09.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.

Ontem vimos seu casamento com Gômer, como sinal do maravilhoso amor do Senhor por Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-11-35.html

Agora, caminharemos através dos capítulos quatro a seis.

Os próximos capítulos não nos contam mais sobre a vida de Oseias. São apenas palavras que o Senhor ordenou que falasse a Israel.

Seu povo se desviou profundamente. Oseias conclama a que todos os filhos de Israel ouçam as palavras do Senhor. Ele tem uma contenda com os habitantes da terra. Não há mais verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus. Só o que existe é o jurar em falso, mentir, matar, furtar, adulterar, arrombar e homicídios atrás de homicídios.

A terra está de luto. Todos estão desfalecidos. Até os animais, as aves e os peixes estão morrendo. Pelo pecado das pessoas.

Quando lemos, parece que descreve nossos dias. Também temos vivido dias como os que Oseias viveu. A verdade, o amor e o conhecimento do Senhor têm faltado. Quanto ao restante, tem sido abundante. Homicídios sobre homicídios. Estamos longe dEle, como povo, como nação. Tal como Oseias presenciou.

Como naquela época, podemos dizer que hoje, Seu povo tem sido destruído porque lhes falta o conhecimento. São poucos os que gastam tempo aprendendo dEle, de Sua palavra, com Ele.

Até os sacerdotes, que eram responsáveis para transmitir o conhecimento do Senhor, rejeitaram esse conhecimento. Esqueceram Sua lei. Como temos visto em nossos dias. Quantos líderes preocupados com técnicas, autoconhecimento e filosofias que têm tomado o lugar de Sua Palavra! Líderes que se alimentam do pecado de Seu povo, como na época de Oseias.

E Seu povo, ao invés de adquirir conhecimento através de Sua palavra, tem agido como seus líderes. O Senhor virá com Seu justo juízo. Não se fartarão com suas comidas. Serão entregues à sensualidade. Porque deixaram de adorar o Senhor.

A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o conhecimento. Por isso, Seu povo anda atrás de outros deuses. Um espírito de sensualidade os enganou. Prostituindo-se, abandonaram o Senhor. Sem perceber. O Senhor alerta que todos que não têm entendimento correm para sua perdição. Isso é muito sério!

Temos tido ídolos que têm tirado o lugar do Senhor? Temos nos prostituído olhando para outros lugares ao invés de olhar para Sua Palavra e para Ele, o Todo-Poderoso, nosso Marido Fiel?

Se estivermos envolvidos com qualquer coisa diferente dEle, seremos levados por ventos que nos causarão vergonha.

O Senhor repreende todos os sacerdotes. Eles têm sido laço e rede, praticando excessos. Por tudo que fazem não conseguem voltar para o Senhor. Um espírito de sensualidade, de prostituição está no meio deles. Não conhecem o Senhor.

Israel tem sido soberbo. Israel e Efraim cairão por causa de sua iniquidade. Judá também cairá. Mesmo se procurarem o Senhor, não O encontrarão. Ele se retirou deles. Só voltará quando reconhecerem seus pecados. Quando O buscarem. Em verdade.

Oseias chama a todos. Que todos voltem ao Senhor. Ele os despedaçou por causa de seus pecados. Mas os sarará. Ele os feriu. Mas os ligará. Basta que se voltem a Ele.

Que possamos conhecer e prosseguir em conhecê-Lo. É um conhecimento eterno. Que nunca acabará. Mas, assim como a alva, Ele virá. Descerá sobre nós como a chuva que rega a terra. É impossível buscarmos o Senhor e não O encontrarmos. Ele nos espera. Espera por nosso clamor. Espera por nosso desejo de conhecê-Lo e se revela a nós. Ele “não sabe brincar de esconde-esconde”. Basta procurarmos, Ele se revela. Com alegria. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html

Não deseja um amor que cedo passa, como a neblina pela manhã. Ou como o orvalho da madrugada. Deseja misericórdia e conhecimento dEle, não sacrifícios e holocaustos. Quer nosso tempo, nossa vida, não nossos rituais. Ele nos quer!

Seu povo transgrediu Sua aliança. Como Adão. Gileade pratica injustiça. Sua cidade está manchada de sangue. Os sacerdotes matam o povo enquanto eles caminham para buscar o Senhor. Praticam abominação. Israel está contaminado.

Quantos têm sido mortos por seus líderes, enquanto estão a caminho do Senhor?

Que Seu juízo venha, como prometido.

Que Seu povo se volte para Ele. E O conheça.

Que nos voltemos para Ele. Que o conheçamos a cada dia.

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos sete e oito.

Espero você. Até lá.

Oseias 1.1-3.5

Leitura do dia 16/09.

Continuamos nossa caminhada pelo Livro dos livros.

Ontem terminamos Daniel, com revelações sobre o futuro. Sabendo que precisamos permanecer até o fim. Sendo vitoriosos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-101-1213.html

Hoje iniciamos uma nova jornada. Através do livro de Oseias. Um romance lindo. Verdadeiro. E eterno.

Se você tem caminhado conosco desde o livro de Gênesis, já percebeu que a Bíblia não está organizada de modo cronológico.

O que leremos agora aconteceu antes de muitos livros que já lemos. Oseias era profeta no Reino do Norte. Antes da conquista de Samaria. Profetizou durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá. E nos dias de Jeroboão II, filho de Joás, rei de Israel.

A primeira vez que o Senhor falou através de Oseias, deu-lhe uma ordem inusitada. Ordenou que se casasse com uma prostituta. Era um sinal. Para mostrar que a terra se prostituíra, desviando-se do Senhor. Ele se casou com Gômer, que significa "Completa".

Logo ela teve um filho. O Senhor ordenou-lhe que se chamasse Jezreel, “O Senhor semeia”. Em pouco tempo, o Senhor derrotaria Israel no vale de Jezreel. O vale de Jezreel é um lugar impressionante. Escolhido para muitas guerras por causa de sua enorme extensão. De Meguido podemos ver sua imensidão.

Gômer engravidou novamente. Agora uma filha. O Senhor ordenou que Oseias a chamasse de Lo-Ruama, “Desfavorecida”. Também era um sinal. Ele não derramaria mais Seu favor sobre Israel. Por causa de seus pecados.

Ainda teria compaixão da casa de Judá e os salvaria. Mas não a casa de Israel, para quem o profeta anuncia a mensagem do Senhor.

Logo em seguida, Gômer teve outro filho. O Senhor ordenou que se chamasse Lo-Ami, “Não meu povo”. Eles não eram mais Seu povo. Tinham se desviado completamente. Corrompido Sua aliança.

Mesmo quando o Senhor refere-se a Israel como “Não meu povo”, lembra-se que o número dos filhos de Israel será como a areia do mar, que não se pode contar, E, onde era chamado “Não meu povo”, será chamado Ami, “Meu povo”.

O Senhor disse que a casa de Judá e a casa de Israel se uniriam e teriam um só rei. Seriam um só povo. Lo-Ruama seria chamada “Favor”.

Israel devia ser repreendida. Para se afastar de suas prostituições. E seus adultérios. Ele a compara a uma mulher com quem se casou. Que olhou para outros deuses, prostituindo-se. Abandonando-O.

Foi o Senhor que deu a Israel tudo quando possuía, pão, água, lã, linho, óleo, trigo e vinho. Mas Israel não reconhecia. Não era grato. Foi atrás de outros deuses. Ficaria sem seu sustento. Seria castigada.

O Senhor a atrairia, levaria ao deserto e falaria a seu coração. Consegue perceber Seu amor? Quantas vezes precisamos ser atraídos por Ele? Quantas vezes precisamos ser levados ao deserto para ali, no silêncio conseguirmos ouvir Sua voz? Ele quer falar ao nosso coração. Quer nos atrair a Ele. Quer estar conosco.

Depois de levá-la ao deserto o Senhor lhe daria vinhas e o Vale de Acor, "Perturbação", chamaria Porta de Esperança. Israel se apaixonaria novamente por Ele. E o chamaria de “Meu esposo”. Seu povo voltaria a andar em intimidade com Ele. Não prestaria mais atenção em ninguém, só nEle. Seu coração e seus lábios só falariam Seu nome.

A aliança do Senhor com Seu povo se estenderia até aos animais selvagens, às aves dos céus, e aos répteis da terra. Neste dia não haveria mais guerra. Seu povo habitaria em segurança. Essa aliança é para sempre. Uma aliança em justiça, juízo, benignidade, misericórdia e fidelidade. Seu povo O conheceria, como se conhece um marido. Intimidade é o que deseja com Seu povo.

Ele mesmo semeará Seu povo. Para Si. E dirá que Seu povo O pertence. E Seu povo responderá que pertence a Ele, que Ele é Seu Senhor.

Ao que tudo indica, Gômer, embora tivesse sido resgatada por Oseias, foi novamente para a prostituição. Como o povo do Senhor ao desviar-se dEle.

O Senhor ordenou a Oseias que fosse atrás dela. E a amasse. Para demonstrar como o Senhor amava Seu povo, ainda que adúltero, longe dEle, olhando para outros deuses e comendo bolos usados na adoração desses deuses.

Oseias obedeceu. Comprou-a por quinze peças de prata e uma medida e meia de cevada. Disse-lhe que esperasse o tempo para se purificar de sua prostituição. Seriam muitos dias. Mas ele também ficaria só. Esperando por ela. Ah, que doce amor. Era um sinal para Israel que ficaria muitos dias sem governantes, nem templo, nem sacerdotes. Depois, voltariam para o Senhor. Buscariam seu Deus e seu rei, o Descendente de Davi. E, nos últimos dias, tremendo, se chegariam ao Senhor e à Sua bondade. O Senhor estaria esperando por eles. Como Oseias esperou por sua esposa.

Que amor é esse?! Como pode nos amar assim? https://www.youtube.com/watch?v=xu8Zel1u-6k

Ainda que Lhe viremos as costas, vai à nossa procura. O preço que pagou por nós foi muito mais alto que o preço que Oseias pagou para ter sua esposa de volta. Foi Seu sacrifício, Seu sangue, Sua vida. Ele a entregou por nós (João 10.10-18).

Que possamos ser fiéis. Amá-Lo intimamente. Com todas as nossas forças. A cada dia. Ele é nosso Esposo querido. Eternamente.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Espero você. Até lá.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Daniel 5.1-31


Leitura do dia 13/09.

Na postagem anterior vimos a carta de Nabucodonosor a todos os povos por ele dominados. Para contar as maravilhas que o Senhor lhe fizera. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-41-37.html

Agora, caminharemos através do capítulo cinco de Daniel.

Passaram-se muitos anos. Nabucodonosor não é mais o rei. Já morreu. Quem reina agora é Belsazar, um de seus sucessores.

Ele deu um enorme banquete. Para mil de seus nobres. Enquanto estavam bebendo, Belsazar ordenou que trouxessem as taças de ouro e prata que Nabucodonosor tirara do templo do Senhor em Jerusalém. Queria beber nessas taças, com seus nobres, suas esposas e suas concubinas.

Enquanto bebiam, louvavam seus ídolos de ouro, prata, bronze, ferro, madeira e pedra. Ídolos inúteis.
De repente, viram dedos de mão humana escreverem na parede do palácio real, próximo ao candelabro (para todos verem). Enquanto a mão escrevia, Belsazar ficou pálido de medo. Seus joelhos batiam um contra o outro e suas pernas vacilaram, tamanho seu pavor.

Aos gritos, ordenou que fossem chamar os encantadores, astrólogos e adivinhos. Disse que se alguém conseguisse ler e interpretar o que estava escrito, seria vestido com um manto vermelho e receberia uma corrente de ouro para seu pescoço. Além disso, seria considerado o terceiro maior em todo seu reino. Nenhum deles conseguiu.

O rei ficou ainda mais assustado. Seus nobres também estavam abalados. Também pudera. Imagine uma mão, do nada, começar a escrever na parede. Ainda por cima, quatro palavras que não entendemos. É de deixar qualquer um apavorado.

Quando a rainha-mãe soube do acontecido, foi depressa à sala do banquete. Tentou acalmar seu filho. Disse que no reino havia um homem que tinha “o espírito dos santos deuses”. Esse homem, durante o reinado de Nabucodonosor, demonstrou ter percepção, entendimento e sabedoria, como “os deuses”. Foi nomeado, naquela época, chefe de todos os magos, encantadores, astrólogos e adivinhos. Chamava-se Daniel e Nabucodonosor o chamara de Beltessazar. Era extraordinariamente inteligente. Cheio de conhecimento e entendimento. Capaz de interpretar sonhos. Explicar enigmas e resolver problemas difíceis. Que o rei o chamasse. Ele diria o que significava aquela amedrontadora inscrição.

Daniel foi levado ao rei, que explicou toda a situação. Ele respondeu que o rei poderia ficar com seus presentes e dá-los a outros. Mas, diria o significado da inscrição.

Falou ao rei que o Senhor Altíssimo dera a Nabucodonosor soberania, majestade, glória e honra. Povos de todas as cores, nações e línguas estremeciam diante dele. Quando, porém, seu coração se encheu de arrogância, foi tirado de seu trono e deposto de sua glória. Viveu entre os animais, como um louco. Até entender que o Senhor domina sobre todos os reinos do mundo e nomeia quem quer para governar sobre eles. O rei sabia disso. Ainda assim não se humilhou. Desafiou o Senhor dos céus. Mandou trazer as taças de Seu templo, que eram consagradas. Beberam nelas enquanto louvavam seus deuses feitos por mãos de homem. Deuses que não conseguem ver, nem ouvir, nem saber de coisa alguma. O rei não honrou o Senhor, o único que lhe dava fôlego de vida e controlava seu destino. Por isso, o Senhor enviou aquela mão que escreveu na parede.

A mensagem, escrita em quatro palavras, significava que o Senhor contara os dias de seu reinado e determinara seu fim. O rei havia sido pesado em uma balança e não alcançou o peso necessário. Seu reino seria dividido e entregue aos medos e persas.

Belsazar ordenou que vestissem Daniel com um manto vermelho e colocassem em seu pescoço uma corrente de ouro, declarando-o terceiro em importância no reino.

Não se fala em arrependimento. Soube o que significava a inscrição. Cumpriu sua promessa para com Daniel. Apenas isso.

Naquela mesma noite, Belsazar foi morto. Dario, o medo, apoderou-se do reino.

Que sejamos diferentes de Belsazar. Conhecemos a história. Sabemos o final. Sabemos as consequências de nossas escolhas. Temos muitos exemplos bons e maus. Nos voltemos para o Senhor. Nos rendamos a Ele. Sirvamos e amemos apenas o Senhor, aquele que nos dá fôlego de vida. E nos ama.

Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo seis.

Espero você. Até já.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Daniel 3.1-30

Leitura do dia 12/09.

Na postagem anterior vimos o sonho de Nabucodonosor e sua interpretação.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-21-49.html

Agora, caminharemos pelo capítulo três do livro de Daniel.

Apesar de Nabucodonosor ter reconhecido que o Senhor é maior que todos os deuses, não O serviu.

Fez uma estátua de ouro enorme. Media vinte e sete metros de altura e 2,7 metros de largura. Ele a colocou na planície de Dura, na província de Babilônia.

Assim que ficou pronta, ordenou que mensageiros fossem a todos os altos funcionários, governadores, conselhos, tesoureiros, juízes, magistrados e todas as autoridades das províncias para que fossem à dedicação da estátua. Todas essas autoridades foram. Era uma ordem real. Ficaram diante da estátua que Nabucodonosor fizera.

O arauto deu um aviso em alta voz. Todos os povos deveriam ouvir a ordem do rei. Quando ouvissem o som de diversos instrumentos musicais, todos se prostrariam diante da estátua. Quem se negasse, seria imediatamente lançado na fornalha ardente. Com certeza, ninguém queria um fim desses! Alguém teria coragem de desobedecer?

Assim que os instrumentos musicais tocaram, todos, não importando sua cor, nação ou língua, prostraram-se diante da estátua e a adoraram. Todos?

Alguns astrólogos, porém, de olho em Hananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego), viram que eles não se prostraram, nem adoraram a estátua. Como criancinhas, foram correndo informar ao rei.

Nabucodonosor, esquecido de que o Deus de Daniel e seus amigos é maior que todos os outros deuses, ficou cheio de fúria. Ordenou, na mesma hora, que trouxessem aqueles três homens até ele. Deu-lhes uma segunda chance. Mandou que os instrumentos fossem novamente tocados para que tivessem a oportunidade de se prostrar e adorar a estátua. Caso recusassem, seriam imediatamente lançados na fornalha ardente. Queria ver se algum deus seria capaz de livrá-los.

Ah, a resposta desses três homens me faz desejar pular e aplaudir. Com toda coragem disseram ao rei que não precisavam se defender diante dele. Se fossem lançados na fornalha ardente, estavam certos de que o Senhor podia livrá-los. E Ele os livraria. Mas, ainda que Ele não os livrasse, deixaram uma coisa muito clara: Jamais serviriam outros deuses ou adorariam a estátua de ouro que o rei levantara.

Se o rei já estava enfurecido, ficou completamente transtornado. Seu rosto ficou desfigurado de tanta raiva.

Mandou que a fornalha, que já era “ardente”, fosse aquecida sete vezes mais. Ordenou que alguns dos homens mais fortes de seu exército amarrassem os três e os lançassem na fornalha ardente, agora ainda mais ardente.

Os três foram amarrados e lançados na fornalha. Estavam com suas túnicas, turbantes, mantos e outras roupas. As chamas eram tão ardentes que queimaram os soldados que os jogaram lá dentro.
Hananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego) caíram nessas intensas chamas. Completamente amarrados. Morte certa!

De repente, o rei levantou-se, espantado. Perguntou a seus conselheiros se não eram três os homens que foram lançados amarrados na fornalha. Eles responderam que sim.

O rei ordenou que olhassem. Via quatro homens desamarrados, andando tranquilamente no meio do fogo, sem se queimar. E o quarto homem se parecia com um “filho de deuses”. Aleluias!

Nabucodonosor aproximou-se o máximo que podia da porta da fornalha e gritou o nome dos três, reconhecendo-os como “servos do Deus Altíssimo”. Ordenou que saíssem da fornalha e fossem até ele.

Eles saíram. Os altos funcionários, oficiais, governadores e conselheiros do rei se juntaram ao redor dos três. Viram que o fogo não os tocara. Nem um fio na cabeça deles estava sequer chamuscado. Suas roupas não estavam queimadas. Nem tinham cheiro de fumaça!

Nabucodonosor louvou o Deus dos três. Reconheceu que o Senhor enviara Seu anjo para livrar Seus servos que nEle confiaram. Lembrou que desafiaram sua ordem. Estavam dispostos a morrer ao invés de servir ou adorar qualquer outro deus que não o Senhor.

O rei decretou que se qualquer pessoa, independente da cor, nação ou língua, dissesse uma palavra contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, seria despedaçada. Sua casa seria transformada em escombros.

O rei ainda afirmou que não há outro deus capaz de livrar da forma que o Senhor os livrara. Reconheceu, mais uma vez, que o Senhor é maior que todos os deuses. Será que agora temerá o Senhor?

Nabucodonosor promoveu Hananias, Misael e Azarias a cargos ainda mais elevados na província de Babilônia.

Que possamos aprender com esses homens a permanecermos fiéis sob qualquer circunstância. Se nos livrar ou não. Se nos agradar ou não. Se fizer nossa vontade ou não. Se nos responder ou não.

Não importam as circunstâncias. Ele continua sendo Deus.
https://www.youtube.com/watch?v=aPiDm2eS_p4
https://www.youtube.com/watch?v=c5U6FDoaCvQ

Prosseguimos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Espero você. Até lá.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Ezequiel 43.1-45.25

Leitura do dia 10/09.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Ezequiel. Estamos quase chegando ao fim de mais um livro fantástico. Maravilhoso.

Ontem vimos a medição do templo, na visão que o Senhor deu ao profeta. Era um templo perfeito, onde somente os descendentes de Zadoque estariam na presença do Senhor, por nunca terem se afastado dEle. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-401-4220.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta e três. Até o capítulo quarenta e cinco.

A Bíblia King James Atualizada (KJA) nos informou que esta visão tinha um tríplice significado. O primeiro, dos capítulos lidos ontem, refere-se ao Templo perfeito. O segundo, dos capítulos quarenta e três ao capítulo quarenta e quatro, refere-se ao culto ideal. Neste culto estão presentes a glória do Senhor, os ritos presididos pelo sumo sacerdote e pelo príncipe, o ministério dos sacerdotes e a cooperação do povo. O terceiro, a partir do capítulo quarenta e cinco, refere-se a uma Nação ideal, que em suas formas física e espiritual desenvolve sua vida diária ao redor do culto na casa do Senhor, onde recebe o alimento.

Depois das medições dos capítulos anteriores, o anjo levou Ezequiel até à porta leste. De repente, enquanto olhava, viu a glória do Senhor surgindo, vindo do leste. O som de Sua vinda era semelhante ao rugido de muitas águas. Toda a paisagem se iluminou por causa de Sua glória. Claro.

A visão era semelhante às anteriores. A primeira junto ao rio Quebar e a segunda em Jerusalém. Ezequiel prostrou-se em adoração. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-101-1228.html

A glória do Senhor entrou no templo. Pela porta leste. O Espírito do Senhor o colocou de pé e o levou até o pátio interno. A glória do Senhor encheu o templo.

O Senhor disse a Ezequiel que aquele era o lugar do Seu trono. Onde descansava Seus pés. Ali Ele habitaria para sempre. No meio de Israel. Eles e seus reis nunca mais profanariam Seu santo nome. Não cometeriam adultério adorando outros deuses, nem honrando relíquias de reis mortos.

Haviam colocado altares de seus ídolos ao lado de Seu altar. Apenas uma parede entre Ele e eles. Profanaram Seu santo nome. Por isso, os consumiu em Sua ira. Agora, ordena que deixem de adorar outros deuses e as relíquias de reis mortos. Se o fizerem, habitará no meio deles. Para sempre.

Finalmente o Senhor explica porque está mostrando essas coisas para Ezequiel. Ele descreverá o templo para que Israel se envergonhe de todos os seus pecados. Que estudem as plantas do templo e se envergonhem de tudo que fizeram. Além de descrever o templo, com todos os detalhes, Ezequiel falará dos decretos e leis do templo. Escreverá todas as especificações e decretos diante do povo. Para que se lembrem deles e os obedeçam.

Ele viu as medidas do altar. Ouviu as regras para a queima de ofertas e aspersão de sangue. Mais uma vez escuta que somente os descendentes de Zadoque serviriam diante do Senhor. Todos os animais deveriam ser perfeitos. Sem defeito algum.

Depois o anjo o levou até à porta Leste. Disse que essa porta permaneceria permanentemente fechada pois o Senhor entrara por ela, tornando-a santa. Podemos interpretar como a presença do Senhor sempre presente no templo. Não seria mais aberta porque nunca mais sairia de lá. Também podemos nos lembrar que era nessa porta que o sol era adorado. Não seria mais.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-71-911.html

Hoje essa porta é exatamente o Portão Leste. É conhecida como a Porta Dourada. Fica na área muçulmana de Jerusalém. Eu vi. Está lacrada. O motivo não é o descrito em Ezequiel. Mas, podemos perceber um símbolo aqui. O Senhor não deseja se afastar de Seu templo, de Seu povo. Jamais.

O príncipe era o único que poderia sentar-se junto a esta entrada. Para comer na presença do Senhor. Mas entraria e sairia pela varanda da porta. Não pela porta.

O anjo o levou até à frente do templo. Ele olhou e viu. Isso mesmo. Olhou e viu. Quantas vezes olhamos e não vemos absolutamente nada? Ezequiel recebera ordens para prestar atenção em tudo. Estava obedecendo. Ele viu a glória do Senhor encher Seu templo. Prostrou-se com o rosto no chão. Em adoração.

Mais uma vez o Senhor lhe ordena a prestar atenção. A usar seus olhos e seus ouvidos. Que escutasse atentamente tudo que o Senhor lhe dizia a respeito das regras do templo. Que transmitisse ao povo de Israel Sua mensagem. Bastava de seus pecados detestáveis. Eles levaram para dentro do santuário estrangeiros incircuncisos de corpo e coração. Desta forma profanaram Seu templo. Além de todos os outros pecados que cometeram, quebrando Sua aliança. Não guardaram Suas ordens sobre as coisas sagradas e contrataram, veja bem, contrataram estrangeiros para realizar o serviço no Seu santuário. Serviço este que só poderia ser feito pelos levitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-231-32.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html

O Senhor ordena que Ezequiel lhes diga que nenhum estrangeiro entrará em Seu santuário se não tiver sido circuncidado de corpo e coração. E os levitas que O abandonaram e ainda incentivaram o povo a adorar ídolos, sofrerão as consequências de seus pecados. Não se aproximarão mais do Senhor para Lhe servir como sacerdotes. Não tocarão em nada de Seus objetos sagrados, nem nas ofertas sagradas. Carregarão a vergonha de todos os pecados detestáveis que cometeram. Poderão apenas cuidar do templo e serem encarregados de manutenção e dos serviços gerais.

Novamente o Senhor fala que somente os levitas da família de Zadoque, que permaneceram fiéis, continuarão a servi-Lo. Estarão em Sua presença, entrarão em Seu santuário e se aproximarão dEle. Eles cumprirão todas as Suas ordens.

Repare o que a infidelidade e a fidelidade carregam. Uns foram rebaixados a trabalharem com a manutenção e os serviços gerais, os infiéis. Outros se aproximarão do Senhor, os fiéis.

Quando os filhos de Zadoque fossem servir o Senhor, vestiriam apenas roupas de linho. Nada que os fizesse suar. Quando terminassem de servir, deixariam suas vestes santas nas salas sagradas, antes de encontrarem com o povo. Assim, não colocariam ninguém em perigo, consagrando indevidamente alguém por tocar nessas vestes. Há um perigo muito grande em consagrar alguém indevidamente. Temos visto as consequências ao longo da história. Líderes que não são líderes. Pastores que não são pastores. Profetas que não são profetas. Mestres que não são mestres. Apóstolos que não são apóstolos. Evangelistas que não são evangelistas.

O descendentes de Zadoque também seriam exemplos em tudo. Para ensinar ao povo a diferença entre sagrado e profano, entre o cerimonialmente puro e impuro. Serviriam de juízes para resolver os desentendimentos. Suas decisões seriam baseadas nos estatutos do Senhor. Obedeceriam todas as Suas instruções. Uau! Quanta fidelidade!

Os sacerdotes não teriam nenhuma propriedade na terra. O Senhor é sua herança. Seu alimento viria das ofertas e dos sacrifícios. Não comeriam nada imundo.

O Senhor ordena que, quando fossem repartir novamente a terra, separassem uma parte para o Senhor. Uma porção santa. Seria no meio da terra. Um quadrado perfeito.

Duas porções de terra seriam separadas para o príncipe. Assim, o príncipe não oprimiria ninguém mais. E distribuiria o restante da terra entre o povo. A parte separada para cada tribo.

Além disso, o Senhor deu um basta aos príncipes. Que parassem com a violência e a opressão. Que fizessem o justo e certo. Que parassem de expulsar Seu povo de suas casas. Que usassem apenas pesos, medidas e balanças honestos.

O príncipe também seria responsável pelas ofertas nas festas religiosas. E o Senhor as relembra.

Que possamos olhar e enxergar. Que usemos nossos olhos e ouvidos atentamente para tudo que o Senhor nos falar e nos mostrar.

Que sejamos circuncisos de coração. Que cumpramos todas as ordens do Senhor.

Que tenhamos cuidado para não consagrar ninguém indevidamente. É um risco muito grande. Com consequências sérias.

Que obedeçamos Sua palavra e sejamos justos.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quarenta e seis. Até o capítulo quarenta e oito.

Espero você. Até lá.

domingo, 8 de setembro de 2019

Ezequiel 38.1-39.29

Leitura do dia 08/09.

Na postagem anterior, vimos um monte de ossos secos que, após ouvir a voz do Senhor, transformou-se em um grande exército. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-371-28.html

Agora, continuamos nossa caminhada através dos capítulos trinta e oito e trinta e nove de Ezequiel.

O Senhor ordena que ele profetize contra Gogue, da terra de Magogue, príncipe que governa as nações de Meseque e Tubal.

Segundo a Bíblia King James Atualizada (KJA), Gogue é possivelmente um rei ou um grande líder, como foi Giges, rei da Lídia no ano 660 a.C.. Sua identidade completa e definitiva ainda está envolta em mistério (Apocalipse 20.8). Magogue foi um dos filhos de Jafé. Meseque e Tubal também (Gênesis 10.1,2). Estes dois, estão localizados a leste da Ásia Menor (Ezequiel 27.13; 32.26), ao norte de Israel (Ezequiel 6.15). No futuro escatológico, assim como na época dos impérios assírios e babilônios, o grande ataque virá do Norte de Israel.

O Senhor ordena que Gogue esteja pronto. Que mantenha todos os exércitos ao seu redor de prontidão e assuma o comando deles. Depois de muito tempo, serão convocados para entrar em ação. Preste atenção, ainda que fosse para ser convocado em um tempo muito distante, deveriam estar de prontidão. Assim como nós, a espera da volta do Senhor Jesus (Atos 1.11).

Num futuro distante, virão de repente sobre Israel, que estará vivendo confiante depois que seu povo estivesse regressado de muitas terras. Gogue e todos os seus aliados, um exército enorme e assustador, virá sobre Israel. Como uma tempestade. Cobrirão a terra como uma nuvem.

Nesse dia distante, terão um plano perverso contra Israel. Seu desejo será acabar com esse povo que vive confiadamente. E tomar para si todas as suas riquezas.

O Senhor diz que Ele mesmo trará esse exército contra Sua terra. À vista de todos. Assim, mostrará Sua santidade por meio de tudo que acontecer. Então, algo maravilhoso acontecerá, todas as nações O conhecerão. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Israel será sacudido. Todas as pessoas da terra tremerão em Sua presença. O Senhor castigará Gogue e seus exércitos com doença, derramamento de sangue, chuvas fortes, granizo, fogo e enxofre. Desta forma mostrará sua grandeza e santidade e Se fará conhecido a todas as nações do mundo. Então, saberão que Ele é o Senhor.

Ele considera Gogue Seu inimigo. Seu exército e seus aliados morrerão nos montes. Assim como ele. Será um dia de julgamento. Como o Senhor declarou que seria. Será um dia memorável para Seu povo.

Os habitantes das cidades de Israel recolherão as armas desses exércitos. Servirá de combustível durante sete anos. Haverá muitos mortos. Israel levará sete meses para sepultar todos os corpos e purificar a terra.

Através desses acontecimentos terríveis, o Senhor mostrará Sua glória às nações. Todos verão o castigo que Ele trouxe sobre Seu povo. Entenderão seu grande exílio que foi castigo por causa do pecado. Foram infiéis ao Senhor.

Israel reconhecerá que Ele é o Senhor. Assumirão sua responsabilidade por sua vergonha e infidelidade no passado. E todas as nações verão.

É um tempo para que todas as nações possam se voltar para Ele. E reconhecê-Lo como único e verdadeiro Senhor.

Ele derramará Seu espírito sobre Seu povo. Não deixará ninguém para trás.

Que possamos continuar fieis ao Senhor, até o fim. Sempre de prontidão, esperando Sua vinda (1 Tessalonicenses 5.2; 2 Pedro 3.10).

“O pecado aumentará e o amor de muitos esfriará, mas quem se mantiver firme até o fim será salvo. As boas-novas a respeito do reino serão anunciadas em todo o mundo, para que todas as nações as ouçam; então, virá o fim”. – Mateus 24.12-14

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quarenta. Até o capítulo quarenta e dois.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Ezequiel 30.1-31.18

Leitura do dia 05/09.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Ezequiel.

Ontem vimos o fim da glória de Tiro, o portal para o mar. Por causa de seus muitos pecados. Chegou a hora do juízo.

Sidom também recebe uma palavra de juízo. Assim como o Egito.

Há uma promessa de restauração para Israel. E as palavras de Ezequiel serão ouvidas abertamente. Todos saberão que o Senhor é o único Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-271-2921.html

Hoje caminharemos através dos capítulos trinta e trinta e um. Apenas.

Ezequiel recebe uma mensagem do Senhor. O dia do juízo está se aproximando. Uma espada virá contra o Egito. O chão se cobrirá de mortos. Sua riqueza será levada. Seus alicerces serão destruídos. Seus aliados cairão. Seus ídolos serão despedaçados. O orgulho de seu poder se acabará. Os jovens morrerão nas batalhas. As mulheres serão levadas como escravas. Serão espalhados entre as nações do mundo inteiro. Mas, quando tudo acontecer, saberão que Ele é o Senhor.

O juízo do Senhor sempre tem o objetivo de nos alinhar a Ele. De voltarmos para Ele. De O desejarmos. De O conhecermos. Seu juízo viria (e veio) sobre o Egito, para que soubessem que Ele é o Senhor. E, sabendo, não ignorassem tal informação, mas se prostrassem a Ele. E O seguissem.

No dia 21 de junho de 587 a.C.., Ezequiel recebeu outra mensagem do Senhor. Ainda é uma mensagem a Faraó e seu povo.

O Egito era grande. Como a Assíria fora. Semelhante a uma árvore plantada próximo às águas, que tem ramos longos e espessos, raízes profundas. O problema foi que sua beleza e grandeza o tornou orgulhoso e arrogante. Elevou-se muito acima dos outros. Seu topo chegou às nuvens. Por causa de seu orgulho e arrogância, foi rejeitado pelo Senhor. Ele o entregará à Babilônia, uma nação poderosa. Que lhe dará o castigo merecido. Por causa de suas maldades. Será um dia de tristeza. Um dia de tremor em toda a terra. Mas, será o destino de Faraó e do Egito. Cair como as outras nações caíram. Rejeitados. Como árvore tombada.

Que nosso crescimento nos leve cada vez mais perto do Senhor. Que não nos orgulhemos do que Ele tem nos dado. Que sejamos humildes, reconhecendo que tudo é por Ele e para Ele. Que o Senhor não venha a nos rejeitar por causa de nosso orgulho e arrogância. Que nossos olhos estejam fixos apenas nEle.

"Assim diz o Senhor: Que o sábio não se orgulhe de sua sabedoria, nem o poderoso de seu poder, nem o rico de suas riquezas. aquele que deseja se orgulhar, que se orgulhe somente disto: de Me conhecer e entender que Eu sou o senhor, que demonstra amor leal e traz justiça e retidão à terra; isso é o que Me agrada. Eu o Senhor falei!".

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos trinta e dois e trinta e três.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Ezequiel 22.1-24.27

Leitura do dia 02/09.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Ezequiel.

Na postagem anterior vimos o cântico fúnebre pelos reis de Israel. Sua rebelião.

A obediência lhes daria vida. Mas não quiseram.

Também vimos a espada de julgamento do Senhor. Ele julgará a todos. Com justiça. Então, o mundo inteiro saberá que Ele é o Senhor. Não há nenhum outro. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-191-2132.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.

O Senhor pergunta a Ezequiel se está preparado para pronunciar julgamento sobre Jerusalém, a cidade de assassinos. Ordena que o profeta transmita Sua mensagem, para que Jerusalém veja como são detestáveis seus pecados. É culpada pelo sangue que derramou. Está contaminada pelos ídolos que fez. Quando o Senhor fala da cidade, está falando de seus habitantes.

Todo líder de Israel que mora entre seus muros está decidido a derramar sangue. Ninguém decide obedecer o Senhor. O pecado é tamanho que pais e mães são tratados com desprezo. Estrangeiros são obrigados a pagar por proteção. Órfãos e viúvas são oprimidos. As coisas santas são desprezadas. Os sábados do Senhor, profanados. Pessoas acusam outras falsamente, condenando-as à morte. Por toda parte há idólatras e obscenos. Homens tem relações com a mulher de seu pai e se impõem sobre mulheres menstruadas, faltando-lhes com o respeito. Adulteram com a esposa do vizinho. Contaminam a nora. Violentam a própria irmã. Há assassinos de aluguel por toda parte. Agiotas cobram juros abusivos. Pessoas praticam extorsão, sem um pingo de vergonha. Não se lembram do Senhor.

Leio novamente. Estou lendo um texto escrito há milênios atrás ou o jornal de hoje? Parece que é a mesma coisa! Quando pessoas se afastam do Senhor, essas calamidades todas acontecem. Que o Senhor olhe para nós e tenha misericórdia. E faça justiça.

O Senhor ordena Ezequiel a dizer que o povo de Israel é desprezível. Sem valor. Como o refugo de metais quando derretidos na fornalha. Sua ira arderá e derreterá Seu povo. Assim, saberão que foi sua fúria que derramou-se sobre eles. Quando de Sua indignação, serão como uma terra sem chuva.

Seus príncipes tramam conspirações. Devoram inocentes. Apropriam-se de tesouros. Obtém riquezas por extorsão. Fazem muitas viúvas na terra.

Seus sacerdotes não guardam Sua lei. Profanam Suas coisas santas. Não fazem distinção entre o sagrado e o profano. Nem ensinam Seu povo a distinguir entre o cerimonialmente puro e impuro. Desrespeitam Suas leis. E O desonram.

Seus líderes são como lobos que despedaçam suas vítimas, sem nenhuma compaixão. Destroem vidas por dinheiro.

Seus profetas encobrem tudo. Não querem que ninguém veja o que está acontecendo. Contam mentiras. Visões falsas. Previsões que o Senhor não falou.

E, como se não bastasse, o povo oprime os pobres, rouba dos necessitados e nega justiça aos estrangeiros.

Novamente olho. Estou lendo o livro de Ezequiel? Ou passei a ler o jornal de hoje? Como podemos estar vivendo em épocas tão diferentes com acontecimentos tão semelhantes?

O Senhor procurou alguém que reconstruísse o muro que guarda a terra. O muro que protege as cidades. Sua Palavra nos ensina o caminho de proteção. Ele procurou alguém que ficasse na brecha para não precisar trazer juízo e destruição. Não encontrou ninguém.

E hoje? Ele ainda procura. Antes de enviar Seu justo juízo, o castigo merecido a todos que se afastam dEle cometendo os pecados citados acima. Irá encontrar alguém que fique na brecha? Que clame por Ele? Que esteja disposto a voltar às antigas veredas? Que esteja disposto a construir o muro de proteção que são Seus ensinamentos? Irá nos encontrar?

Novamente o Senhor compara cidades a mulheres. Fala de duas irmãs. Filhas da mesma mãe. As duas cidades são Samaria, capital de Israel, reino do Norte e, Jerusalém, capital de Judá, reino do Sul.

Ambas se prostituíram. Desde sua mocidade, quando ainda estavam no Egito. Nunca deixaram seus ídolos que lá conheceram. Quando servimos a qualquer outro deus que não o Senhor, estamos nos prostituindo. Entregando a outro (s) o que é apenas dEle.

Ele julga as duas irmãs. Samaria foi depravada, mas Jerusalém foi pior. Entregou-se totalmente ao desejo e à prostituição. Não se lembrou dEle. Serão castigadas com o castigo que merecem e, quando tal acontecer, não olharão mais para seus ídolos. Não terão mais saudades do Egito. Voltarão seus olhos para o Senhor.

Antes, porém, Jerusalém será exposta para todo o mundo. Como advertência. Foi ela mesma que trouxe toda essa calamidade sobre si. Esqueceu-se do Senhor. Deu-Lhe as costas. Sofrerá as consequências de sua depravação e prostituição.

Cometeram adultério ao adorarem ídolos e assassinato ao sacrificarem seus filhos que geraram para o Senhor. Essas duas cidades serão julgadas por justos, que a julgarão de acordo com o que realmente são. Adúlteras e assassinas.

O Senhor ordenou que Ezequiel colocasse uma panela no fogo. Com água dentro. Que escolhesse as melhores partes da carne. E cozinhasse. Disse que Jerusalém é uma cidade de assassinos. Como uma panela enferrujada. Que não pode ser limpa. O sangue que ela derramou não foi na terra para, pelo menos, ser coberta com o pó. Foi na pedra. Deixou sua marca.

Ezequiel deveria cozinhar a carne com diversos temperos. Depois, queimar os ossos. Em seguida, colocar a panela vazia sobre as brasas. E deixar que queimasse. Até ficar incandescente. Assim era Jerusalém. O Senhor tentou limpá-la. Não quiseram. Então, seria julgada de acordo com suas ações.

O profeta recebeu uma mensagem terrivelmente triste. Em um só golpe O Senhor tiraria dele seu tesouro mais precioso. O que seria? Ações na bolsa? Dinheiro em aplicações? Imóveis? Gado? Joias?

Ezequiel não deve demonstrar tristeza alguma com sua perda. Não deve chorar. Nem derramar sequer uma lágrima. Que sofra em silêncio. Mas não lamente junto ao túmulo. Não descubra a cabeça. Nem fique descalço. Não siga nenhum ritual de luto. Nem aceite a comida que os amigos levavam para consolar o enlutado.

Então, já sabemos que esse tesouro é uma pessoa. Ezequiel sabia quem era seu tesouro mais precioso. Pessoas sempre são nossos tesouros mais preciosos. Sempre.

Pela manhã ele anunciou a mensagem ao povo. À tarde, seu tesouro mais precioso, sua esposa, faleceu. Consegue imaginar sua desolação? Perdeu seu tesouro mais precioso. Agora está só em uma terra distante. Anunciando a mensagem a um povo que não quer ouvir. Não quer se arrepender.

Mesmo com o coração partido, no dia seguinte, ele fez tudo que o Senhor lhe ordenara. Nem ao menos reclamou. É, não é fácil ser profeta.

O povo lhe perguntou o que significava aquilo. O que queria dizer? Ele respondeu. O Senhor iria profanar Seu templo. A fonte da segurança deles, seu orgulho. Seus filhos e filhas seriam mortos à espada. Não pranteariam. Definhariam por causa de seus pecados. Lamentariam uns com os outros por todo mal de fizeram. Ezequiel servira de exemplo. Quando este dia chegasse, saberiam que Ele é o Senhor Soberano.

O Senhor disse ao profeta que um sobrevivente de Jerusalém iria ao seu encontro em Babilônia e contaria o que aconteceu em Jerusalém. Ficaria mudo até lá. Só falaria quando encontrasse com esse mensageiro. Então saberiam que Ele é o Senhor.

O pecado, cujo salário é a morte (Romanos 6.23), levou Israel a total destruição. O Senhor passou anos e anos enviando profetas para admoestar e advertir Seu povo. Não quiseram ouvir. Continuaram com sua idolatria e suas maldades. Até que o dia chegou. Não acreditavam que chegaria. Mas chegou. Ele sempre cumpre Sua palavra, acredite.

Que nos arrependamos e voltemos ao Senhor. Que somente Ele seja nosso Senhor. Que todos os ídolos sejam derrubados.

Sondemos nossos corações!

"Venham, voltemos para o Senhor! Ele nos despedaçou, agora irá nos sarar. Ele nos feriu, agora nos fará curativos. Em pouco tempo nos restaurará, e logo viveremos em Sua presença. Ah, como precisamos conhecer o Senhor; busquemos conhecê-Lo! Ele nos responderá, tão certo como chega o amanhecer ou vêm as chuvas da primavera". - Oseias 6.1-3

Continuamos na próxima postagem. Leremos do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e seis.

Espero você. Até lá.

domingo, 1 de setembro de 2019

Ezequiel 19.1-21.32

Leitura do dia 01/09.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Ezequiel.

Ontem vimos o Senhor contar a história de Jerusalém como se fosse uma mulher que Ele desposou. Uma mulher infiel. Que não se lembrou de todo o bem que recebeu dEle.

Também vimos seu julgamento por causa de sua prostituição. A parábola das duas águias, quando Zedequias traiu o juramento que fizera em nome do Senhor. E a justiça do Senhor. Seu desejo é que todos sigam o caminho da justiça. E vivam. Não deseja que ninguém morra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-161-1832.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.

O Senhor ordena que Ezequiel entoe um cântico fúnebre pelos príncipes de Israel. Também é em forma de parábola.

No dia 14 de agosto de 591 a.C., alguns dos líderes de Israel foram até Ezequiel para consultar o Senhor. Estavam todos sentados juntos quando o profeta recebeu Sua palavra. O Senhor está indignado com Seu povo. Como ousam consulta-Lo se estão tão longe dEle? Não falará.

Ordena que Ezequiel lhes mostre como os pecados de seus antepassados são detestáveis. E conta a história de Israel. Desde quando o Senhor se revelou aos descendentes de Jacó.

Quando os tirou do Egito, ordenou que se livrassem das imagens repugnantes pelas quais estavam obcecados. Que não se contaminassem com os ídolos do Egito. Não adiantou. Rebelaram-se contra Ele.

Não os destruiu por causa de Seu nome. Para não ser desonrado entre as nações vizinhas a que havia se revelado quando da saída do Egito.

O Senhor os levou ao deserto. Ali deu-lhes Seus decretos e estatutos. Para que encontrassem vida ao praticá-los. A lei do Senhor não é opressiva. Ela é protetiva. Seu desejo é que, através dela, todos possam viver. Em harmonia com o Senhor, consigo e com os outros.

Não quiseram obedecer. A obediência lhes daria vida, mas não seguiram Seus mandamentos. Mais uma vez não os destruiu para que Seu nome não fosse desonrado diante das nações que viram Seu poder quando os tirara do Egito. O Senhor deseja que todas as nações honrem Seu nome. E O amem.
Os rebeldes, que entregaram os corações aos seus ídolos, não entraram na terra fértil e linda que o Senhor lhes prometera. Morreram no caminho. No deserto.

O Senhor advertiu seus filhos. Que não seguissem os passos e o estilo de vida de seus pais, contaminados com seus ídolos. Que obedecessem Seus decretos e estatutos. Não adiantou. A obediência teria concedido vida. Mas não quiseram.

Mais uma vez o Senhor conteve Seu julgamento para que Seu nome não fosse desonrado diante das nações que viram Seu poder quando Ele os tirou do Egito. No entanto, o Senhor fez um juramento que os espalharia entre as nações.

Seu povo não quis ouvir. Continuaram pecando. Profanaram Seu templo. Seu nome. Ofereceram sacrifícios a seus deuses. Viraram-Lhe as costas. Ele deve permitir que O consultem?

Falam que desejam ser como as outras nações. Desejam servir ídolos de madeira e de pedra. O Senhor não permitirá que tal aconteça. Ele é o único Senhor. Julgará Seu povo. Face a face. Depois do julgamento, voltarão Ele. Obedecerão e deixarão de desonra-Lo. Eles o adorarão. E serão aceitos.

Por meio deles, o Senhor demonstrará Sua santidade diante de todas as nações. Essa é a missão de Israel. Demonstrar ao mundo inteiro a santidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

"Farei de você uma grande nação, o abençoarei e o tornarei famoso, e você será uma benção para outros. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem. Por meio de você, todas as famílias da terra serão abençoadas". - Gênesis 12.2,3

Até os matagais do Neguebe serão julgados. O Senhor acenderá um fogo que não apagará. O julgamento do Senhor será tal que o mundo inteiro e não apenas Israel, saberá que somente Ele é o Senhor.

Ezequiel recebe a ordem de gemer. Deve gemer diante de todos. Com grande amargura e coração quebrantado. Quando perguntassem o motivo, diria que estava gemendo por causa da notícia que recebeu. Uma notícia tão terrível que até o mais valente ficará derretido de medo. A espada matará Seu povo e seus líderes.

O Senhor lhe diz que há um presságio contra Jerusalém. O rei da Babilônia está em uma encruzilhada. Não sabe para onde vai. Pode atacar Jerusalém ou Rabá, capital de Amom. Ele chama seus adivinhos para fazer seus rituais macabros. E a sorte cai em Jerusalém. Será atacada. Por causa do presságio, mas por causa da rebeldia de seu povo. Não tentam nem esconder seus pecados. Pecam descaradamente. Serão punidos. O dia do acerto chegou. Para o príncipe corrupto de Israel e para seu povo.

Os amonitas pensam que ficarão livres do julgamento. Mas o Senhor também os julgará. Por causa de seus pecados. A espada cairá sobre os perversos. O dia do juízo chegou. O castigo será tal que não haverá mais lembrança deles na história. Foi o que o Senhor disse.

Que sejamos obedientes. A obediência produz vida. É certo que o juízo virá sobre os rebeldes.

"Pois o salário do pecado é a morte, mas a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor". - Romanos 6.23

Que somente Ele esteja levantado em nossos corações. Ninguém mais. Nada mais.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.

Espero você. Até lá.

sábado, 31 de agosto de 2019

Ezequiel 13.1-15.8

Leitura do dia 30/08.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Ezequiel.

Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor contra os líderes de Israel. A esperança para o Israel exilado. Os sinais do exílio de Jerusalém, que está perto de acontecer. A fuga e prisão de Zedequias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-101-1228.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.

Os falsos profetas serão julgados pelo Senhor. São como chacais em meio a ruínas. Não fizeram nada para consertar as brechas nos muros da cidade, para que a nação pudesse permanecer firme na batalha, no dia do Senhor.

Ao invés de consertar as brechas, anunciaram visões falsas e previsões mentirosas. Falaram em nome do Senhor quando o Senhor não lhes enviara. Falavam ao povo que tudo estava em paz quando não havia paz. A guerra estava chegando até eles. Construíram muros precários que cairiam com o menor esforço. O Senhor os julgaria. Seriam expulsos de sua terra. Então saberiam que só Ele é o Senhor.

Ezequiel também foi ordenado a profetizar contra as falsas profetizas. Mulheres que profetizavam o que lhes vinha à mente. Não foram enviadas pelo Senhor. A aflição as esperava. Estavam enlaçando a alma do Seu povo. Amarravam amuletos nos pulsos deles e os ordenavam a andar com véus. Estavam desonrando o Senhor. Em troca de um pouquinho de cereal ou um pedaço de pão. Mentiam ao povo. Que gostava de ouvir mentira. Mas, assim, matavam os que não deviam morrer e prometiam vida aos que não deviam viver. Desanimaram os justos, coisa que o Senhor não queria que acontecesse e encorajaram os perversos, prometendo-lhes vida, mesmo que continuassem a pecar. O Senhor livraria Seu povo dessas mulheres. Arrancaria seus amuletos e seus véus. Não seriam mais suas vítimas. Ele era (é) contra elas e seus amuletos, usados para enlaçar Seu povo.

Alguns líderes de Israel visitaram Ezequiel. Quando estavam sentados com ele, o Senhor lhe entregou uma mensagem. Haviam levantado ídolos em seus corações e estavam seguindo aquilo que os faria pecar.

O Senhor ordenou que Ezequiel lhes dissesse que o povo de Israel estava levantando ídolos em seus corações e caindo em pecado. Depois, tinham a coragem de ir consultar um profeta. Ele, o Senhor, lhes daria a resposta que sua idolatria merecia. E sabe por quê? Para conquistar o coração de Seu povo que havia se afastado dEle para seguir ídolos. Ah, como a bondade e o amor do Senhor são maravilhosos. Incompreensíveis. Eternos.

Ordenou que se arrependessem. Que se afastassem dos ídolos. Que parassem de cometer pecados detestáveis. Ele se levantaria contra todos, estrangeiros e israelitas, que se afastassem dEle e levantassem ídolos em seu coração, caindo em pecado.

Os profetas estavam sendo enganados e levados a transmitir uma mensagem de engano porque o Senhor levantara Suas mãos contra eles. Todos os falsos profetas e os que buscassem suas orientações seriam eliminados. Por causa de seus pecados. Assim, finalmente, aprenderiam a não se desviarem mais, deixariam de se contaminar com seus pecados. Seriam Seu povo. E Ele, seu Deus.

O pecado de Jerusalém é tamanho que o Senhor disse que, ainda que Noé, Daniel e Jó estivessem entre eles, com sua justiça, só salvariam a si mesmos. Nem seus filhos seriam salvos. E Ele enviaria quatro terríveis castigos. A guerra, fome, animais selvagens e doenças.

Os exilados, quando os recebessem em Babilônia, veriam que o Senhor estava sendo justo. Entenderiam que não foi sem motivo que o Senhor faria o que disse que faria. Por causa de seus pecados, tornaram-se inúteis. Como se fossem videiras em meio a árvores do bosque. As videiras não tem madeira como as árvores. Eram totalmente inúteis.

A terra seria desolada. Seu povo foi infiel. Eram as palavras do Senhor. E aconteceriam (aconteceram).

Que sejamos profetas que reconstroem os muros, como Neemias. Que fechemos todas as brechas. Que não falemos o que o povo deseja ouvir, mas o que o Senhor falar. Se não falar, que fiquemos calados, reconstruindo os muros e tampando as brechas. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-41-23.html

"Reconstruirão as ruínas desertas de suas cidades e serão conhecidos como reparadores de muros e restauradores de ruas e casas". - Isaías 58.12

Que não sobrecarreguemos o povo com “amuletos e véus”, que para nada servem, como se tais objetos salvassem o povo. Que nos voltemos para Sua palavra.

Que não permitamos a contaminação de nossos corações, erguendo ídolos que nos levarão a distanciarmos do Senhor, pecando. Guardemos nossos corações.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html

Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Ezequiel 4.1-6.14

Leitura do dia 27/08.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Ezequiel.

Ontem lemos sobre a impressionante visão da glória do Senhor, seu chamado e comissão. Deve falar as palavras do Senhor, sempre que as receber.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html

Hoje, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

O Senhor ordena que Ezequiel pegue um tijolo e nele desenhe a cidade de Jerusalém. Deve fazer uma encenação do cerco à cidade. Seria um sinal de advertência para o povo de Israel.

Após, o Senhor ordenou que se deitasse sobre seu lado esquerdo e colocasse sobre si os pecados de Israel. Lembre-se, era tudo uma simbologia. Um sinal de advertência. Ficaria deitado sobre seu lado esquerdo durante trezentos e noventa dias. Um dia para cada ano do pecado do povo de Israel.

Depois, deitaria sobre seu lado direito por quarenta dias. Também um dia para cada ano de pecado de Judá. Deveria deitar-se olhando para a encenação que fizera com o tijolo. Seu braço descoberto para profetizar contra Jerusalém.

O Senhor o amarraria com cordas para que não pudesse se virar de um lado para o outro. Até que completasse os dias que o Senhor lhe ordenara. Mais de um ano deitado sobre seu lado esquerdo! Bem, melhor que andar nu como Isaías andou. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-191-2117.html

Pegaria um pouco de cereais e misturaria em uma vasilha. Comeria apenas 240 gramas por dia, em horas determinadas. A água também seria racionada. Beberia pouco mais de meio litro por dia. Também em horas determinadas. Assaria sua comida à vista de todo o povo. O combustível seria fezes humanas secas.

Ezequiel não contestou ao Senhor por ficar deitado trezentos e noventa dias do lado esquerdo, comendo apenas 240 gramas por dia ou bebendo um pouco mais de meio litro de água. Mas, questionou comer o alimento feito sobre fezes humanas. Era um sacerdote. Nunca havia comido nada impuro em sua vida. Jamais fora contaminado. O Senhor ouviu sua queixa. Ordenou que em lugar de fezes humanas, usasse esterco de vaca.

Tudo era um sinal de quanto a água e a comida ficariam escassas durante o cerco de Jerusalém. Seu povo definharia debaixo de seu castigo. Por causa de seus muitos pecados.

Imagine o quanto Ezequiel deve ter emagrecido depois de todos esses dias comendo e bebendo tão pouco. E sem se mexer.

Depois o Senhor ordenou que tomasse uma espada afiada e, com ela, raspasse sua cabeça e sua barba. Lembre-se que os homens não tinham o costume de raspar a cabeça e retirar a barba. Era sinal de vergonha. Usaria uma balança para pesar seu cabelo, dividindo-o em três partes. Uma parte colocaria no meio do desenho de Jerusalém e, depois da encenação, queimaria. A outra, espalharia ao redor do desenho e cortaria com a espada. A terceira parte seria espalhada ao vento. Ainda guardaria um pouco de cabelo amarrado, em seu manto. Desse pouco, pegaria uns fios e jogaria no fogo. Era uma ilustração do que aconteceria com o povo de Jerusalém.

Lembre-se que voltamos uns anos no tempo. Ainda não aconteceu o final do livro de Jeremias, quando Jerusalém foi cercada, no ano 586 a.C.

O Senhor lembra que colocou Jerusalém no centro das nações. Deveria ser benção, mas revoltou-se contra Seus estatutos e decretos. Foi pior, mais perversa, que as nações ao seu redor. Ele a castigaria diante das nações para servir de advertência a todas as nações. Elas veriam o que acontece quando o Senhor castiga uma nação e a repreende.

Jerusalém profanou Sua terra. Profanou Seu templo com imagens de ídolos repugnantes e pecados detestáveis.

Ezequiel recebeu outra mensagem do Senhor. Que voltasse seu rosto para os montes de Israel e profetizasse contra eles. Estava prestes a fazer uma guerra. Todos seus altares idólatras seriam demolidos. Seus lugares de adoração, destruídos. Seu povo morreria diante de seus ídolos, que não podiam fazer absolutamente nada por eles. A cidade ficaria cheia de cadáveres, então, saberiam que somente o Senhor é Deus.

Quando estivessem exilados entre as nações, lembrariam dEle. Reconheceriam o quanto O entristeceram com sua infidelidade e adoração a ídolos. Finalmente ficariam com nojo de si mesmos por todos seus pecados detestáveis. E, saberiam que tudo que o disse Senhor não era brincadeira. Ele falava sério quando disse que viria calamidade sobre eles se não se arrependessem.

Agora, porém, morreriam de guerra, fome e doença. Seriam arrasados e suas cidades ficariam desoladas.

O que, de fato, aconteceu.

Que nossos olhos estejam fixos no Senhor. Somente nEle.

Que nossos corações sejam fieis a Ele. Que O obedeçamos de coração.

Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Jeremias 51.1-52.34

Leitura do dia 23/08.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Jeremias.

Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor sobre Amom, Damasco, Quedar, Hazor, Elão e até a grande Babilônia. Seu julgamento é justo. Esses povos colherão o que plantaram.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-491-5046.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo cinquenta e um. Até o capítulo cinquenta e dois.

O Senhor levantará um vento destruidor contra a Babilônia.

Seu povo não foi abandonado. Ele ainda é Seu Deus, embora sua terra esteja cheia de pecado contra Ele.

Babilônia foi uma taça de ouro nas mãos do Senhor, mas agora, cairá. Não há remédio para ela. Que Seu povo volte para sua terra. É a vingança do Senhor que está prestes a acontecer. Profanaram Seu templo.

Todos os ídolos serão destruídos. No dia do acerto de contas.

Babilônia foi um martelo e uma espada na mão do Senhor. Será destruída por sua arrogância e idolatria. Bel será castigado. Vomitará tudo que engoliu. As nações não irão mais até ali para adorá-lo. O Senhor destruirá todos os seus ídolos. Ele é justo. Dá o justo castigo. Sempre retribui em plena medida. Seus largos muros serão arrasados. Seus grandes portões serão queimados.

O Senhor ordena que Seu povo saia de Babilônia e, ainda que estejam numa terra distante, que se lembrem dEle. E pensem em seu lar, em Jerusalém.

Essa mensagem contra Babilônia foi transmitida pelo profeta Jeremias a Seraías, chefe dos assessores do rei. Estavam escritas num rolo. Jeremias ordenou que Seraías a lesse em voz alta, quando estivesse em Babilônia. Quando terminasse de ler, deveria amarrar o rolo a uma pedra e jogá-lo no rio Eufrates, dizendo que assim Babilônia seria afundada e nunca mais se levantaria.

Desta forma terminaram as mensagens de Jeremias.

Seu livro ainda nos conta que Zedequias estava com vinte e um anos quando começou a reinar. Reinou em Jerusalém por onze anos. Fez o que era mal aos olhos do Senhor, como Joaquim.

Como já vimos, em 18 de junho de 586 a.C., a fome era tão terrível em Jerusalém que uma brecha foi aberta no muro. Todos os soldados fugiram, junto com Zedequias. Foram perseguidos e Zedequias foi abandonado. Foi levado a Ribla. Nabucodonosor o obrigou a vê-lo matar seus filhos e seus oficiais. Arrancou seus olhos. Prendeu-o com correntes de bronze e levou-o para o exílio na Babilônia. Lá ficou até sua morte. Porque negou-se a obedecer o Senhor. Tinha medo de obedecê-Lo. Preferiu a rebeldia e suas consequências. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-251-30.html

O templo do Senhor foi destruído no dia 17 de agosto do mesmo ano. Era o décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor. Tudo foi queimado. O templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém. Todos os edifícios importantes da cidade. E os muros foram demolidos.

Despedaçaram as colunas de bronze na frente do templo do Senhor. Levaram para a Babilônia. Bronze que não se podia pesar. Levaram também todos os utensílios de bronze, ouro e prata que havia no templo.

O sumo-sacerdote Seraías, o sacerdote auxiliar Sofonias e três dos principais guardas das portas, um oficial responsável pelo exército e sete dos conselheiros pessoais do rei, o secretário do comandante do exército, encarregado do alistamento e outros sessenta homens do povo foram executados em Ribla, a mando de Nabucodonosor.

Judá foi levada para o exílio, como o Senhor falou. Para uma terra distante de sua casa. Por causa de sua rebeldia.

Após trinta e sete anos de exílio, quando Evil-Merodaque começou a reinar na Babilônia, Joaquim foi liberto da prisão. Foi elevado ao melhor lugar entre os reis que estavam na Babilônia. Ganhou roupas novas e passou a comer na presença do rei. Até sua morte. Longe de sua casa.

Que sejamos fieis ao Senhor, crendo em Sua palavra. Que não olhemos para outros deuses. Apenas para Ele. Nosso Redentor.

Que nos lembremos dEle, onde quer que estejamos. E pensemos em nosso lar, na Nova Jerusalém.

Assim, terminamos esse maravilhoso livro. Mas ainda não nos despediremos de Jeremias. Amanhã leremos os três primeiros capítulos de Lamentações de Jeremias.

http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/o-naufragio-de-juda.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-241-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/agora-desolacao.html

Espero você. Até lá.

Jeremias 49.1-50.46

Leitura do dia 22/08.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jeremias.

Na postagem anterior vimos as mensagens do Senhor ao Egito, à Filistia, e a Moabe. Serão julgados pelo Senhor. Por sua idolatria, orgulho e arrogância.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-461-4847.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta e nove. Até o capítulo cinquenta.

O Senhor continua entregando mensagens a Jeremias. Fala sobre Amom. Os amonitas confiam em suas riquezas. Adoram Moloque. Sacrificam seus filhos a este ídolo, como era o costume. O Senhor os destruirá. Mas, no futuro, por Sua infinita misericórdia, os restaurará.

Damasco também cairá. Medo e angústia se apoderam dela. Como se fosse uma mulher na hora do parto.

Edom também será julgado. Foi iludido pelo medo que provoca aos outros, achando-se superior. Está cheio de orgulho. Vive em uma fortaleza de pedra. E controla os altos montes. O Senhor os derrubará. Até os guerreiros mais valentes tremerão como uma mulher em trabalho de parto. Mas, os órfãos que estiverem entre eles e as viúvas serão socorridos. Podem esperar pela ajuda do Senhor.

Ele expulsará Edom de sua terra. Colocará ali um líder que escolherá.

Quedar e Hazor também serão julgadas. O Senhor trará calamidade sobre eles.

Elão será perseguido à espada. No futuro, porém, o Senhor os restaurará.

O Senhor deu a Jeremias uma palavra de destruição à própria Babilônia. A grande Babilônia que estava conquistando a terra naquela época. Suas imagens e seus ídolos serão destruídos. Seus deuses sofrerão completa humilhação. Serão uma nação pequena. Um deserto. Uma terra seca e desolada.

Olhe para trás. Veja a história. Aconteceu exatamente o que o Senhor disse que aconteceria. Ele cumpre Suas promessas. Cumpre Seu julgamento. Que é sempre justo.

Babilônia também será exilada. Era um instrumento do Senhor para juízo, mas odiaram os povos que conquistaram. Agiram com total violência e brutalidade. Não deixaram seus ídolos. Sofrerão o mesmo que fizeram às outras nações.

Quanto a Israel e Judá voltarão chorando e buscando o Senhor. Perguntarão pelo caminho de Sião e voltarão para casa. Se apegarão ao Senhor. Numa aliança permanente.

Ele é o verdadeiro descanso. A esperança real.

Seu povo foi enganado por seus pastores. São como ovelhas perdidas, soltas nos montes. Perderam o rumo. São sabem encontrar o curral. Seus inimigos as atacaram, sem pudor nenhum. A desculpa era que pecaram contra o Senhor. Não tiveram misericórdia. Serão julgados.

Que clamemos ao Senhor por todos que pecaram e se afastaram do Senhor. Que sejamos misericordiosos.

Que Ele seja nosso descanso e esperança. Que nos voltemos para Ele a cada dia. Que ouçamos Sua voz. E não fiquemos perdidos nos montes, enganados por pastores egoístas, que amam apenas a si mesmos.

Continuamos na próxima postagem. Leremos os dois últimos capítulos de Jeremias.

Espero você. Até lá.

Jeremias 46.1-48.47

Leitura do dia 21/08.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Jeremias.

Na postagem anterior vimos Jeremias sendo levado para o Egito, em total desobediência do povo de Israel ao Senhor.

Também vimos que os acontecimentos são a colheita pelos pecados por eles cometidos. Estão sendo julgados pela idolatria. E não querem se arrepender. Ninguém escolheu servir o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-431-454.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta e sete. Até o capítulo quarenta e nove.

Jeremias foi chamado para profeta às nações. Não apenas a Israel.

O Senhor lhe entrega mensagens contra várias nações. E ele as entrega, corajosamente.

Fala da destruição do Egito. De seu exílio. Também é o tempo de seu castigo. Seus deuses, seu faraó e seu povo serão castigados.

Fala a Israel que está com eles, mas não podem deixar de ser disciplinados. Não podem ficar impunes. O Senhor os disciplinará com justiça. Ele é a própria justiça.

Jeremias também fala contra a Filistia. Também serão julgados. E destruídos. O mesmo com Moabe. Toda sua terra será destruída. Suas crianças gritarão aos prantos. Seus refugiados choram e gritam de terror. Por um motivo: Confiaram em sua riqueza e habilidade. Seu deus Camos será levado ao exílio, junto com seus sacerdotes e oficiais.

Ninguém escapará. A espada é do Senhor. É seu justo julgamento entrando em ação, e maldito é aquele que faz o trabalho do Senhor com negligência. O Senhor, no entanto, chora por Moabe. Seu coração geme como uma flauta. Mas, Moabe será destruída. Deixará de ser nação. Se exaltou diante do Senhor. Seu orgulho, arrogância, soberba e seu coração são altivos. O Senhor conhece sua insolência. Seu povo oferece sacrifícios aos ídolos e queima incenso a deuses falsos.

Como estamos? Podemos ficar tranquilos quando o Senhor nos julgar? Temos amado apenas a Ele ou ido atrás de ídolos que fizemos com nossas próprias mãos?

Ainda dá tempo de voltarmos. De obedecermos. E amá-Lo.

Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo quarenta e nove. Até o capítulo cinquenta.

Espero você. Até lá.

Jeremias 43.1-45.4


Leitura do dia 20/08.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jeremias.

Na postagem anterior vimos que Jeremias permaneceu em Judá. O povo precisa de sua orientação.

Também vimos o governo de Gedalias. A esperança de Judá. O aviso de Joanã. Os assassinatos cometidos por Ismael. A consulta do povo sobre o que fazer e para onde ir. E a resposta do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-401-4222.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta e três. Até o capítulo quarenta e cinco.

A arrogância dos comandantes de Israel falou mais alto. Chegaram ao cúmulo de dizer que Jeremias estava mentindo. Que o Senhor não os proibira de ir morar no Egito. Ainda disseram que Jeremias tinha sido vendido para Baruque e falado o que este queria. Para serem mortos pelos babilônicos. Ou levados ao exílio.

Juntaram todo o povo e foram para Tafnes. No Egito. Quando lá chegaram, o Senhor entregou outra mensagem a Jeremias. Ordenou que, à vista de todos, enterrasse umas pedras grandes, na frente do palácio de Faraó. Ele obedeceu. O Senhor faria com que, seu servo, Nabucodonosor, fosse até o Egito. Quando chama Nabucodonosor de servo não é porque este O amava, mas, estava sendo usado pelo Senhor para trazer juízo àquelas nações que estava conquistando. Ali, em cima daquelas pedras, colocaria seu trono. Ele queimaria os templos dos deuses dos egípcios e levaria esses deuses como despojo. Traria morte aos destinados à morte. Exílio e guerra.

O Senhor lembra que Jerusalém e Judá estão destruídas e desertas por toda perversidade e idolatria que cometeram. Ele repetidamente enviou Seus profetas, admoestando-os que não agissem assim. Não quiseram ouvir. Abandonaram o Senhor. Continuaram a queimar incenso aos deuses.

Ele pergunta por que destroem a si mesmos. Por que provocam Sua ira adorando ídolos que fizeram para si. Não mostram remorso nem temor. Ninguém, veja bem, ninguém escolheu obedecer Sua lei e Seus decretos. Seriam castigados. Na verdade, é apenas uma colheita. Colheriam o que plantaram. Quem os salvaria se confiavam em deuses inúteis, que nada podem fazer?

As mulheres se levantaram, junto com seus maridos. Falaram que continuariam a oferecer suas ofertas à Rainha do céu e adorá-la. Não ouviriam as mensagens de Jeremias em nome do Senhor. Fariam o que quisessem. Seus maridos estavam cientes de seus atos e continuariam a fazer. Cumpririam todas as promessas e votos que fizeram. O pecado não era mais pessoal, tornara-se familiar e coletivo. Nacional.

Jeremias lhes informou que o Senhor também estava ciente dessa idolatria. Por isso estavam ali, fugitivos, exilados de sua terra natal. Que cumprissem todos os seus votos. Morreriam por causa de seus pecados. Então saberiam quem falava a verdade. Eles ou o Senhor.

Baruque está temeroso. Cercado por aflições. Está exausto de tanto gemer. Mas o Senhor o conhece. Não está alheio. Em meio a toda a calamidade que virá sobre Seu povo, Ele ordena que Baruque não procure por grandes coisas para si mesmo. Que se aquiete. Dará sua vida como recompensa aonde quer que vá.

Se tivermos ídolos, quaisquer que sejam, que os derrubemos. Só o Senhor merece ser adorado. Que voltemos nossos corações para Ele. Teremos nossa vida como recompensa. Ele é o único que pode nos resgatar. O único que nos resgata.

Que nos levantemos para dizer que ouviremos o Senhor e O serviremos. Para sempre.

Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo quarenta e seis. Até o capítulo quarenta e oito.

Espero você. Até lá.