Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Ontem vimos que Hurão-Abi entregou a Salomão tudo que lhe havia sido solicitado. Então, Salomão concluiu a construção do templo, conforme o que havia sido planejado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html
Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 5.
Depois de concluído, Salomão mandou que trouxessem tudo que seu pai havia consagrado. Os objetos de ouro, prata e todos os utensílios foram depositados no tesouro do templo de Deus.
Salomão congregou os anciãos, as autoridades, todos os líderes das tribos e os príncipes das famílias dos filhos de Israel, para fazer subir da Cidade de Davi, que é Sião, a Arca da Aliança do Senhor.
Os homens de Israel juntaram-se em comunhão ao rei por ocasião da festa, no sétimo mês.
Quando todas as autoridades de Israel chegaram, os levitas transportaram a Arca. Conduziram-na junto com a Tenda do Encontro e seus utensílios sagrados. Foram os sacerdotes levitas que levaram tudo. Conforme devia ser.
Depois que ignoraram as instruções do Senhor no caso de Uzá, aprenderam como e por quem a Arca devia ser transportada, assim como os utensílios sagrados.
ww.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
O rei Salomão e toda a comunidade de Israel, que estava reunida a ele perante a Arca, sacrificaram tantas ovelhas e bois que não foi possível contar.
Os sacerdotes trouxeram a Arca da Aliança para o seu lugar, o Santo dos Santos, e a colocaram debaixo das asas dos querubins.
Os querubins estendiam as asas sobre a Arca, cobrindo-as, assim como as varas utilizadas para o transporte. As varas eram tão longas que as pontas se estendiam para fora da Arca e podiam ser vistas da parte da frente do santuário interno. Mas não de fora dele.
No interior da Arca havia apenas as duas tábuas que Moisés tinha depositado quando o Senhor firmou uma Aliança com os israelitas depois que saíram do Egito.
Todos os levitas se consagraram, não importando a divisão de seus grupos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Os levitas músicos e cantores, todos vestidos de linho fino, com címbalos, alaúdes e harpas estavam em pé ao lado oriental do altar. Junto com eles, cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas.
Aqueles que tocavam as trombetas e os cantores louvaram e agradeceram ao Senhor a uma só voz.
Ao som de cornetas, címbalos e outros instrumentos, ergueram suas vozes em uníssono ao Senhor e cantaram: “Porque Ele é bom, o seu amor dura para sempre!”https://www.youtube.com/watch?v=JMhqOnY6LKY
Quando os sacerdotes saíram do Lugar Santo, toda a Casa se encheu da Nuvem de Glória do Senhor.
Os sacerdotes não conseguiam permanecer em pé para continuar o "serviço religioso", porque a glória do Senhor tomou todo o templo.
Temos algumas lições a aprender aqui.
Quando Salomão terminou a obra, mandou trazer tudo que Davi havia consagrado para o templo. Ele não se omitiu. Trouxe tudo. Não desprezou as ordens e desejos de seu pai. Foi fiel. Com seu pai. E com o Senhor.
Todos os levitas, não importa a qual ordem pertenciam, se eram sacerdotes, cantores, porteiros, músicos, estavam limpos. Haviam se consagrado ao Senhor para esse grande dia. Ninguém foi encontrado desprevenido. Ninguém desprezou a ordem do Senhor. Todos, sem exceção, estavam limpos. Prontos para exercer seu ministério no templo do Senhor. Prontos para a adoração. Prontos para estarem em Sua presença.
Quando comemoramos algo na presença do Senhor, a alegria é tanta, que não se pode medir, assim como não se podia contar a quantidade de sacrifícios oferecidos naquele dia.
O Senhor deve ocupar Seu lugar, sempre. Como a arca do Senhor, que era a representação da presença do Senhor, devia estar em seu lugar. https://www.youtube.com/watch?v=UKnQBjywq5E
Quando louvamos, adoramos e servimos ao Senhor, devemos estar em unidade. Como aqueles levitas estavam e louvavam ao Senhor a uma só voz.
O ambiente era tão propício ao Senhor, com corações voltados para Ele, que Sua glória encheu aquele lugar.
Quando a glória do Senhor enche um lugar, nem os sacerdotes conseguem ficar em pé. É preciso esquecer o “serviço religioso”. Aquilo que planejamos perde o valor. O que importa é a Sua glória. Ela está acima de nós.
Por mais que aqueles homens tenham se preparado, por mais que tenham esperado por aquele dia, quando a glória do Senhor encheu o templo, nada mais podia e devia ser feito. O templo era do Senhor, a glória era do Senhor. Não era a vez deles brilharem, era a vez do Senhor brilhar, manifestando Sua glória.
Isso me faz lembrar, mais uma vez, que nunca é sobre nós. Sempre é sobre Ele, por Ele e para Ele. E quando Ele entra em cena, meu dever é prostrar-me. Deixar que Ele brilhe.
https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU
Como João Batista, somos apenas a voz que aponta: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. https://www.youtube.com/watch?v=Ndk6l0UUSRw
Como João Batista, devemos apenas desejar: "Que Ele cresça e eu diminua."
https://www.youtube.com/watch?v=4J-kPpMmmNo
Amanhã prosseguimos. Até lá.
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terça-feira, 10 de julho de 2018
domingo, 8 de julho de 2018
Planeje antes de construir
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 2 Crônicas.
Ontem vimos que o Senhor fez a Salomão uma pergunta. Essa pergunta também é feita a cada um de nós.
O que eu quero? Precisamos responder hoje. O tempo não espera.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/o-que-eu-quero.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-que-eu-quero-que-o-senhor-me-faca.html
Agora, vamos caminhar pelas páginas do capítulo 2.
Finalmente chegou o dia em que Salomão ordenou o início da construção do Templo do Senhor e de um palácio para si.
A construção seria enorme. Era necessário que muitas pessoas fossem envolvidas.
Salomão fez um recenseamento de todos os estrangeiros que moravam em Israel. Recrutou todos. Setenta mil para trabalharem como carregadores. Oitenta mil como cortadores de pedras nas colinas. Três mil e seiscentos como mestres de obra e supervisores.
Salomão pediu a Hirão, rei de Tiro, que lhe enviasse cedros para construir seu palácio e para edificar a Casa do Senhor.
Explicou que nesta casa, que seria consagrada ao nome do Senhor, seria queimado incenso sagrado e aromático diante dEle, além de ser apresentado continuamente o pão consagrado e holocaustos oferecidos, pela manhã e à tarde, aos sábados, nas luas novas e nas festas fixas. Salomão explicou a Hirão que era uma obrigação perpétua de Israel. Disse ainda que a casa a ser construída seria grande, porque o Senhor é maior do que todos os deuses.
Essa casa seria para apresentar sacrifícios ao Senhor porque nem os céus podem conter o Senhor, Deus de Israel.
Ele também pediu a Hirão que lhe enviasse um artesão. Que fosse habilidoso no trabalho de arte em ouro, prata, bronze, ferro, tecido púrpura, vermelho-carmesim e azul-violeta. Que também fosse experiente em fazer esculturas. Ele devia juntar-se aos especialistas que serviam Salomão e que Davi, seu pai, havia escolhido.
Pediu que fosse enviado também, do Líbano, madeira de cedro, de pinho e de sândalo. Salomão reconheceu que os servos de Hirão eram hábeis em cortar madeira. Disse que seus servos trabalhariam com os dele para prepararem madeira em grande quantidade.
É claro que não seria um trabalho voluntário, gratuito. Salomão sustentaria os lenhadores com vinte mil tonéis de trigo, vinte mil de cevada, dois mil barris de vinho e dois mil de azeite. Eram moedas de troca preciosas naquela época.
Hirão respondeu a Salomão, por escrito, dizendo que percebia que o Senhor amava o seu povo e por esse motivo, o havia constituído rei. Ele bendisse o Senhor, Deus de Israel. Disse que o Senhor, que fez os céus e a terra, havia concedido a Davi um filho sábio, inteligente e que agia com discernimento.
Ele enviou a Salomão, Hurão-Abi. Era um artesão sábio e muito capaz. Era filho de uma mulher da tribo de Dã. Seu pai era cidadão de Tiro. Era experiente em trabalhar em tudo que Salomão havia solicitado. Podia executar qualquer projeto que lhe fosse proposto.
Hirão também aceitou as moedas de troca que Salomão ofereceu. Pediu que as enviasse. Eles cortariam todas as madeiras que fossem necessárias. Colocariam em jangadas pelo mar, até Jope. De lá, Salomão as transportaria para Jerusalém.
Embora Davi tivesse deixado muito material separado e preparado, Salomão precisou pedir mais madeira. Ele pediu a Hirão, rei de Tiro. Era o melhor fornecedor daquela época.
Salomão também ordenou toda a organização dos trabalhadores. Quem ia trabalhar e com o quê. Além dos chefes de obras e supervisores.
Ele se preocupou em encontrar um homem que fosse muito habilidoso em toda obra de arte e escultura. Um homem capaz de realizar qualquer projeto que lhe fosse proposto.
Fez toda a negociação com sabedoria. A obra era muito grande e precisava ser muito bem administrada.
Era necessário organizar os trabalhadores, os horários, as funções, as tarefas, os transportes, o armazenamento. A logística era enorme.
Salomão também se importou em verificar todos custos, antes do início da obra.
Não houve desespero, nem correrias, apenas organização. Quando tudo estava preparado, a obra começou.
Que possamos aprender com Salomão.
Antes de iniciarmos uma obra, qualquer que seja, precisamos verificar, com sensatez e sabedoria, todos os seus detalhes.
Nenhum projeto pode ir adiante, sem um planejamento adequado. Sem pesquisas realizadas. Sem especialistas consultados. Sem pessoas capacitadas contratadas.
E quanto maior o projeto, mais planejamento e mais perguntas a serem feitas.
Se quer realizar algo, faça como Salomão. Planeje e verifique tudo com a necessária antecedência.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
Ontem vimos que o Senhor fez a Salomão uma pergunta. Essa pergunta também é feita a cada um de nós.
O que eu quero? Precisamos responder hoje. O tempo não espera.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/o-que-eu-quero.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-que-eu-quero-que-o-senhor-me-faca.html
Agora, vamos caminhar pelas páginas do capítulo 2.
Finalmente chegou o dia em que Salomão ordenou o início da construção do Templo do Senhor e de um palácio para si.
A construção seria enorme. Era necessário que muitas pessoas fossem envolvidas.
Salomão fez um recenseamento de todos os estrangeiros que moravam em Israel. Recrutou todos. Setenta mil para trabalharem como carregadores. Oitenta mil como cortadores de pedras nas colinas. Três mil e seiscentos como mestres de obra e supervisores.
Salomão pediu a Hirão, rei de Tiro, que lhe enviasse cedros para construir seu palácio e para edificar a Casa do Senhor.
Explicou que nesta casa, que seria consagrada ao nome do Senhor, seria queimado incenso sagrado e aromático diante dEle, além de ser apresentado continuamente o pão consagrado e holocaustos oferecidos, pela manhã e à tarde, aos sábados, nas luas novas e nas festas fixas. Salomão explicou a Hirão que era uma obrigação perpétua de Israel. Disse ainda que a casa a ser construída seria grande, porque o Senhor é maior do que todos os deuses.
Essa casa seria para apresentar sacrifícios ao Senhor porque nem os céus podem conter o Senhor, Deus de Israel.
Ele também pediu a Hirão que lhe enviasse um artesão. Que fosse habilidoso no trabalho de arte em ouro, prata, bronze, ferro, tecido púrpura, vermelho-carmesim e azul-violeta. Que também fosse experiente em fazer esculturas. Ele devia juntar-se aos especialistas que serviam Salomão e que Davi, seu pai, havia escolhido.
Pediu que fosse enviado também, do Líbano, madeira de cedro, de pinho e de sândalo. Salomão reconheceu que os servos de Hirão eram hábeis em cortar madeira. Disse que seus servos trabalhariam com os dele para prepararem madeira em grande quantidade.
É claro que não seria um trabalho voluntário, gratuito. Salomão sustentaria os lenhadores com vinte mil tonéis de trigo, vinte mil de cevada, dois mil barris de vinho e dois mil de azeite. Eram moedas de troca preciosas naquela época.
Hirão respondeu a Salomão, por escrito, dizendo que percebia que o Senhor amava o seu povo e por esse motivo, o havia constituído rei. Ele bendisse o Senhor, Deus de Israel. Disse que o Senhor, que fez os céus e a terra, havia concedido a Davi um filho sábio, inteligente e que agia com discernimento.
Ele enviou a Salomão, Hurão-Abi. Era um artesão sábio e muito capaz. Era filho de uma mulher da tribo de Dã. Seu pai era cidadão de Tiro. Era experiente em trabalhar em tudo que Salomão havia solicitado. Podia executar qualquer projeto que lhe fosse proposto.
Hirão também aceitou as moedas de troca que Salomão ofereceu. Pediu que as enviasse. Eles cortariam todas as madeiras que fossem necessárias. Colocariam em jangadas pelo mar, até Jope. De lá, Salomão as transportaria para Jerusalém.
Embora Davi tivesse deixado muito material separado e preparado, Salomão precisou pedir mais madeira. Ele pediu a Hirão, rei de Tiro. Era o melhor fornecedor daquela época.
Salomão também ordenou toda a organização dos trabalhadores. Quem ia trabalhar e com o quê. Além dos chefes de obras e supervisores.
Ele se preocupou em encontrar um homem que fosse muito habilidoso em toda obra de arte e escultura. Um homem capaz de realizar qualquer projeto que lhe fosse proposto.
Fez toda a negociação com sabedoria. A obra era muito grande e precisava ser muito bem administrada.
Era necessário organizar os trabalhadores, os horários, as funções, as tarefas, os transportes, o armazenamento. A logística era enorme.
Salomão também se importou em verificar todos custos, antes do início da obra.
Não houve desespero, nem correrias, apenas organização. Quando tudo estava preparado, a obra começou.
Que possamos aprender com Salomão.
Antes de iniciarmos uma obra, qualquer que seja, precisamos verificar, com sensatez e sabedoria, todos os seus detalhes.
Nenhum projeto pode ir adiante, sem um planejamento adequado. Sem pesquisas realizadas. Sem especialistas consultados. Sem pessoas capacitadas contratadas.
E quanto maior o projeto, mais planejamento e mais perguntas a serem feitas.
Se quer realizar algo, faça como Salomão. Planeje e verifique tudo com a necessária antecedência.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
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