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quarta-feira, 24 de abril de 2019

2 Crônicas 1.1-3.17

Leitura do dia 22/04.

Vamos começar nossa caminhada através das páginas 2 Crônicas.

Terminamos 1 Crônicas vendo os comandantes e as divisões militares de Davi. Seus oficiais. Suas instruções a Salomão. As ofertas levantadas para a construção do templo. a oração de louvor de Davi. A proclamação de Salomão como rei. A morte de Davi, depois de desfrutar de uma longa vida, cheia de riqueza e honra. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-271-2930.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três.

O Senhor era com Salomão, filho de Davi. Seu reino foi consolidado. Ele se tornou extraordinariamente poderoso. Não apenas poderoso, mas extraordinariamente poderoso.

Depois que fez um pronunciamento a todo Israel, aos chefes de mil e de cem soldados, e aos juízes, e a todos os líderes de Israel, chefes das famílias; Salomão foi com todo o povo ao lugar sagrado, no monte de Gibeom, onde estava a Tenda do Encontro, o tabernáculo, que Moisés, servo do Senhor, havia construído no deserto. Ali, consultaram o Senhor.

A Arca de Deus estava na tenda que Davi havia preparado para abrigá-la em Jerusalém. Porém o altar de bronze, estava em Gibeom, diante do Tabernáculo. Ali, Salomão ofereceu mil holocaustos, sacrifícios totalmente queimados sobre o altar. Seu coração era grato e voltado para o Senhor.

Naquela mesma noite, o Senhor apareceu a Salomão. Deu-lhe a oportunidade magnífica de pedir o que desejasse. Ele, o Senhor, faria.

Salomão reconheceu que o Senhor foi muito bondoso e misericordioso com seu pai Davi e fez dele rei em seu lugar. Pediu que fosse confirmada a promessa feita a seu pai. Disse que o Senhor o tornara rei sobre um povo tão numeroso quanto os grãos de poeira da terra.

Então, pensando em liderar aquele tão grande povo e governar a nação com justiça, pediu ao Senhor que lhe desse sabedoria.

O Senhor lhe disse que se esse era o desejo do seu coração, e não riquezas, bens e honra, nem a morte dos inimigos, nem longevidade, mas sabedoria e conhecimento para ser capaz de julgar corretamente Seu povo, receberia sabedoria e conhecimento. Também receberia riquezas, bens, honra e glória como nenhum rei teve antes dele, nem homem ilustre algum teria depois. 

Assim, com sua oração respondida, Salomão saiu do alto de Gibeom, da Tenda do Encontro. Retornou a Jerusalém. Ali reinou sobre todo o Israel.

Teve muitos carros e cavaleiros. Chegou a possuir mil e quatrocentos carros e doze mil cavaleiros. Uma parte deles ficava nas guarnições de algumas cidades e a outra próxima a ele, em Jerusalém. Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia. Eles os exportavam para todos os reis dos hititas e da Síria.

Seu reino foi tão farto que Salomão tornou o ouro e a prata tão comuns como as pedras em Jerusalém. Acredite, é muita fartura. Quem já esteve em Israel sabe quantas pedras tem naquela região.

O cedro também era tão farto quanto as figueiras bravas que crescem em grande número na faixa de terra que separa a planície costeira das montanhas. 

A proposta que Salomão recebeu do Senhor, também nos é feita. O que queremos? O que eu quero?

Salomão sabia que possuía um chamado e uma missão. Pediu sabedoria para cumprir esse chamado. Queria ser um rei justo, que soubesse governar. Não queria oprimir o povo. A justiça estava em seu coração. Seu desejo era sabedoria. Era assim que gostaria de ser conhecido pelas próximas gerações. Não como um rei que possuía um reino enorme e poderoso. Não como um rei que possuía grandes riquezas, escravos  e domínio. Queria ser um rei sábio e justo.

Que possamos aprender a responder como Salomão. 

O que eu quero? Como desejo ser conhecido? O que quero que falem de mim nas gerações futuras? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-que-eu-quero-que-o-senhor-me-faca.html

Essa resposta está em nossas mãos. Cabe a cada um de nós, individualmente, responder. O tempo não para. Precisamos responder logo.

Finalmente chega o dia em que Salomão ordena o início da construção do Templo do Senhor e de um palácio para si. A construção seria enorme. Era necessário que muitas pessoas fossem envolvidas.

Salomão fez um recenseamento de todos os estrangeiros que moravam em Israel. Recrutou todos. Setenta mil para trabalharem como carregadores. Oitenta mil como cortadores de pedras nas colinas. Três mil e seiscentos como mestres de obra e supervisores.

Ele pediu a Hirão, rei de Tiro, que lhe enviasse cedros para construir seu palácio e para edificar a Casa do Senhor.

Explicou que nesta casa, que seria consagrada ao nome do Senhor, seria queimado incenso sagrado e aromático diante dEle, além de ser apresentado continuamente o pão consagrado e holocaustos oferecidos, pela manhã e à tarde, aos sábados, nas luas novas e nas festas fixas. Salomão explicou a Hirão que era uma obrigação perpétua de Israel. Disse ainda que a casa a ser construída seria grande, porque o Senhor é maior do que todos os deuses.

Essa casa seria para apresentar sacrifícios ao Senhor porque nem os céus podem conter o Senhor, Deus de Israel.

Ele também pediu a Hirão que lhe enviasse um artesão. Que fosse habilidoso no trabalho de arte em ouro, prata, bronze, ferro, tecido púrpura, vermelho-carmesim e azul-violeta. Que também fosse experiente em fazer esculturas. Ele devia juntar-se aos especialistas que serviam Salomão e que Davi, seu pai, havia escolhido.

Pediu que fosse enviado também, do Líbano, madeira de cedro, de pinho e de sândalo. Salomão reconheceu que os servos de Hirão eram hábeis em cortar madeira. Seus servos trabalhariam com os dele para prepararem madeira em grande quantidade.

É claro que não seria um trabalho voluntário, gratuito. Salomão sustentaria os lenhadores com vinte mil tonéis de trigo, vinte mil de cevada, dois mil barris de vinho e dois mil de azeite. Eram moedas de troca preciosas naquela época.

Hirão respondeu a Salomão, por escrito, dizendo que percebia que o Senhor amava o seu povo e por esse motivo, o havia constituído rei. Ele bendisse o Senhor, Deus de Israel. Disse que o Senhor, que fez os céus e a terra, havia concedido a Davi um filho sábio, inteligente e que agia com discernimento.

Enviou a Salomão, Hurão-Abi, um artesão sábio e muito capaz. Era filho de uma mulher da tribo de Dã. Seu pai era cidadão de Tiro. Era experiente em trabalhar em tudo que Salomão havia solicitado. Podia executar qualquer projeto que lhe fosse proposto.

Hirão também aceitou as moedas de troca que Salomão ofereceu. Pediu que as enviasse. Cortariam toda a madeira necessária. Colocariam em jangadas pelo mar, até Jope. De lá, Salomão as transportaria para Jerusalém.

Embora Davi tivesse deixado muito material separado e preparado, Salomão precisou pedir mais madeira. Pediu a Hirão, rei de Tiro. Era o melhor fornecedor daquela época.

Salomão também ordenou toda a organização dos trabalhadores. Quem ia trabalhar e com o quê. Além dos chefes de obras e supervisores.

Preocupou-se em encontrar um homem que fosse muito habilidoso em toda obra de arte e escultura. Um homem capaz de realizar qualquer projeto que lhe fosse proposto.

Fez toda a negociação com sabedoria. A obra era muito grande e precisava ser muito bem administrada. Era necessário organizar os trabalhadores, os horários, as funções, as tarefas, os transportes, o armazenamento. 

A logística era enorme.

Salomão também verificou todos custos, antes do início da obra. Não houve desespero, nem correrias, apenas organização. Quando tudo estava preparado, a obra começou.

Que possamos aprender com Salomão. Antes de iniciarmos uma obra, qualquer que seja, precisamos verificar, com sensatez e sabedoria, todos os seus detalhes.

Nenhum projeto pode ir adiante, sem um planejamento adequado. Sem pesquisas realizadas. Sem especialistas consultados. Sem pessoas capacitadas contratadas.

E quanto maior o projeto, mais planejamento e mais perguntas a serem feitas.

Se quer realizar algo, faça como Salomão. Planeje e verifique tudo com a necessária antecedência.

A construção do Templo do Senhor foi iniciada. Em Jerusalém. No alto do monte Moriá. No lugar onde o Senhor aparecera a Davi. Na eira, o terreno de malhar trigo de Araúna.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-241-25.html

Salomão iniciou a edificação do templo no segundo dia do segundo mês do quarto ano de seu reinado.

Os alicerces do templo tinham vinte e sete metros de comprimento e nove de largura. O pórtico da entrada media nove metros de largura e nove de altura.

O interior era todo revestido de ouro puro. O átrio principal forrado de pinho e revestido de ouro puro. Era todo decorado com obras de artes e ilustrações de tamareiras e correntes. O templo todo foi decorado com pedras preciosas. O ouro utilizado nas obras de artes vinha da cidade de Parvaim.

As vigas e as batentes do templo eram esculpidas com figuras de querubins.

A sala interna, o Santo dos Santos, media nove metros de comprimento e nove de largura. As mesmas medidas da largura do templo. Foram usadas mais de vinte toneladas de ouro puro para revestir as paredes do Lugar Santíssimo. Mais de vinte toneladas!

Os pregos, com aplicações de ouro puro, pesavam seiscentos gramas cada. Todos os cenáculos também eram revestidos de ouro puro. Imagine pregos pesando seiscentos gramas de ouro!

Salomão também mandou que fossem esculpidos dois querubins em madeira. Eles ficavam no Santo dos Santos. Com as asas abertas, mediam juntos nove metros. Também eram revestidos de ouro puro.

Mandou fazer o Véu Sagrado. Era uma cortina pesada, feita em tecido azul, púrpura roxo, vermelho escarlate e linho fino. Toda bordada com querubins.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html

Na frente do templo foram erguidas duas colunas. Juntas tinham aproximadamente dezesseis metros. Cada uma tinha em cima um capitel com dois metros e vinte e cinco centímetros. Também fez guirlandas e correntes, para o santuário interior. Mandou que fossem fixadas no alto das colunas. E que fossem esculpidas cem grandes romãs para enfeitar as guirlandas.

Essas colunas ficavam uma ao norte, outra ao sul. O nome da coluna que ficava ao norte era Boaz, que significa “nEle há o poder’. A que ficava ao sul era Jaquim, que significa “Ele firma”. 

Que obra grandiosa! 

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo quatro ao capítulo seis.

Espero você. Até lá.

Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/o-que-eu-quero.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planeje-antes-de-construir.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

segunda-feira, 22 de abril de 2019

1 Crônicas 22.1-19

Leitura do dia 19/04.

Na postagem anterior, vimos que precisamos aprender, entre outras coisas, a assumir nossas culpas, quando erramos. E claro, nos arrependermos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-211-30.html

Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois.

Depois que Davi ofereceu o sacrifício na eira de Araúna, concluiu que ali era o lugar certo para edificar o templo do Senhor e o altar dos holocaustos.

Não seria Davi a construir o templo, mas por que não deixar tudo pronto para seu filho? Ele ordenou que todos os estrangeiros que viviam em Israel fossem reunidos. Designou-os cortadores de pedras para a construção do templo.

Mandou juntar grande quantidade de ferro para a fabricação de pregos e dobradiças para as portas. Também uma quantidade enorme de bronze e inúmeras toras de cedro.

Planejou tudo. Dizia que seu filho ainda era muito jovem e sem experiência. E a casa a ser construída para o Senhor seria magnífica em excelência, conhecida em toda a terra e repleta de esplendor à vista de todas as nações. Davi enxergava que devia abençoar a geração futura. E todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Um dia mandou chamar Salomão. Ordenou-lhe que construísse a Casa para o Senhor. Contou a seu filho que havia planejado construir uma Casa em homenagem ao Senhor, mas o Senhor lhe disse que havia derramado muito sangue em suas guerras e não a construiria.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html

Davi também lhe contou que o Senhor havia dito que geraria um filho, que seria um homem pacífico, pois o Senhor lhe daria paz diante de todos os seus inimigos. Seu nome seria Salomão, nome derivado de Shalom. Ele edificaria um templo em honra ao Senhor. O Senhor seria seu Pai e Salomão seria Seu filho. Assim o Senhor estabeleceria para sempre o trono de Davi.

Davi abençoou Salomão, seu filho amado, desejando que o Senhor estivesse com ele, dando-lhe forças para concluir com êxito a construção da Casa do Senhor, como o Senhor mesmo havia prometido. Que o Senhor o abençoasse com sabedoria e prudência para que governasse bem e para que obedecesse à Lei do Senhor.

Davi lhe disse que se tivesse o zelo de guardar e praticar os estatutos e os decretos que o Senhor ordenou a Moisés acerca de Israel, ele seria muito próspero.

Ordenou que Salomão fosse forte e corajoso. Que não temesse, nem desanimasse.

Davi disse que, com muita dedicação e perseverança havia providenciado para a construção do templo do Senhor três mil e quinhentas toneladas de ouro, trinta e cinco mil toneladas de prata, bronze, ferro, da melhor madeira e pedras lavradas que não se podia calcular.

Disse ainda que Salomão aumentaria a quantidade desse material. Que tinha muitos trabalhadores, cortadores de pedras, artesãos, pedreiros, carpinteiros e inúmeros homens habilidosos em trabalhos e arte em ouro, prata, bronze e ferro à disposição. Ordenou que colocasse “mãos à obra”. O Senhor seria com ele.

Davi também ordenou a todos os oficiais de Israel que cooperassem com Salomão. O Senhor havia lhes dado paz. Agora deveriam consagrar-se de todo o coração e alma a fim de buscarem ao Senhor. Que se levantassem e edificassem o santuário do Senhor para que a Arca da Aliança fosse levada até lá.

Que aprendamos a discernir lugares como Davi discerniu. Sim, ali era o lugar correto para a construção do templo. É o mesmo lugar onde Abraão levou Isaque para sacrificar. Que lugar melhor para ser o templo do Senhor? Também é o mesmo lugar onde está hoje o Domo da Rocha.

Que aprendamos a planejar o futuro como Davi planejou. Deixou tudo que podia pronto para que seu filho pudesse construir a Casa do Senhor. Não deixou de qualquer jeito. Não foi leviano. Providenciou tudo com muita dedicação e perseverança. Como devemos fazer.

Que aprendamos a instruir como Davi. Chamou seu filho e contou-lhe o que o Senhor havia dito. Contou-lhe sobre Suas palavras e Suas promessas. Como devemos fazer com as gerações futuras.

Que aprendamos a abençoar. Davi abençoou seu filho, dando-lhe ordenanças específicas. Deveria ser fiel ao Senhor. Assim, seria próspero.

Que aprendamos a animar como Davi. Ele animou seu filho, dizendo-lhe que deveria ser forte e corajoso. Que não temesse, nem desanimasse. Que colocasse mãos à obra e fizesse o que foi chamado para fazer.

Davi também encorajou seus oficiais a serem fiéis ao Senhor e serví-Lo de todo coração. Que aprendamos a abençoar as futuras gerações como Davi fez. É nosso dever fazê-lo.

E você? Além dessas, quais lições enxergou?

A Palavra do Senhor é viva, sempre tem algo mais a nos ensinar.

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo vinte e três a vinte e seis de 1 Crônicas.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planejando-o-futuro.html

domingo, 31 de março de 2019

1 Reis 7.1-51

Leitura do dia 31/03.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos os oficiais e governadores de Salomão. Sua prosperidade e sabedoria. Também vimos a preparação para a construção de templo e a própria construção, em seus detalhes. Tudo feito com muito esmero. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-41-34.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-51-18.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-61-38.html

Davi deixou tudo pronto, ainda assim, Salomão teve muito trabalho. Era uma grande obra. Com projetos e detalhes que não podiam ser desprezados.

Assim, o Senhor faz em nossas vidas.

Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos de sete a nove.

Na primeira postagem, o capítulo sete.

Ainda sobre a construção do templo, Salomão enviou representantes a Tiro para que lhe trouxessem Hurão. Ele era filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali. Seu pai era de Tiro e trabalhava com arte em bronze. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planeje-antes-de-construir.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

Era um homem sábio, talentoso e muito experiente. Conseguia realizar todo tipo de trabalho em bronze. Esteve com Salomão e realizou todos os projetos que lhe foram designados. Seguindo fielmente o modelo.

Fundiu duas grandes colunas de bronze, fez também dois remates de bronze fundido que foram fixados no alto das colunas. O alto de cada coluna era adornado com arranjos artísticos de correntes entrelaçadas, sete em cada capitel. Fez as colunas e duas fileiras de romãs de bronze fundido em redor sobre uma rede, para cobrir os arremates que estavam no alto das colunas.

No alto das colunas do pórtico havia uma obra no formato de lírios. Mediam um metro e oitenta centímetros de altura.

Que obra grandiosa!

Nas duas colunas, acima da parte que tinha formato de taça (próximo ao arranjo de correntes), foram instaladas duzentas esculturas de romãs, enfileiradas ao redor. Uau!

Hurão colocou essas duas grandes colunas de bronze na frente da entrada do Templo. A que ficava no lado sul se chamava Jaquim, (Ele estabelece). A que ficava no lado norte se chamava Boaz (Ele é poderoso).

Hurão fez também uma piscina, chamada Mar, de metal fundido, redondo, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Era necessário um fio de treze metros e meio para medir a sua circunferência.

Ao redor da borda de fora do tanque havia duas fileiras com ilustrações de frutos, de cinco em cinco centímetros, fundidas numa só peça com o tanque. O tanque se apoiava sobre as costas de doze esculturas de touros de bronze que olhavam para fora. Três olhavam para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o leste.

A espessura das paredes do tanque correspondia à largura de quatro dedos unidos, e sua borda era como a borda de um cálice, curvando-se para fora como as pétalas de uma flor de lírio. A capacidade total desta piscina era de cerca de quarenta mil litros.

Hurão construiu também os dez suportes de bronze com roda. Cada carreta media um metro e oitenta centímetros de comprimento, um metro e oitenta centímetros de largura e um metro e trinta e cinco centímetros de altura.

Estes suportes móveis eram feitos deste modo com placas laterais fixadas a armações. Nas placas, entre as armações, estavam estampados desenhos de leões, bois e querubins. Sobre as armações, acima e abaixo dos leões e bois, havia ilustrações de espirais em relevo como grinaldas.

Em cada pequeno carro havia quatro rodas de bronze com eixos também de bronze. Nos quatro cantos havia apoios de bronze para uma bacia. Os apoios eram decorados com figuras de espirais em relevo.

No lado de dentro do pequeno carro havia uma abertura circular com quarenta e cinco centímetros de profundidade. Essa abertura era redonda e, com sua base, media setenta centímetros. Havia esculturas em torno da abertura. As placas do pequeno carro eram quadradas.

As quatro rodas trabalhavam debaixo das placas, e os eixos das rodas eram fixados ao estrado. O diâmetro de cada roda era de setenta centímetros. As rodas eram como as rodas de uma carruagem; os seus eixos, bordas, raios e seus cubos eram de bronze.

Havia quatro apoios nos cantos, debaixo de cada pequeno carro, os quais formavam uma só peça com a carreta. No alto de cada pequeno carro havia uma lâmina circular, como se fosse uma braçadeira, de vinte e dois centímetros de altura. Nas placas dos seus apoios e em seus painéis, Hurão esculpiu figuras de querubins, leões e palmas de tamareiras na superfície dos apoios e nas placas em cada espaço disponível, com grinaldas ao redor. Ele produziu os dez pequenos carros fundidos nos mesmos moldes.

Fez também dez bacias de bronze, uma para cada pequeno carro. Cada bacia tinha um metro e oitenta centímetros de diâmetro, e a sua capacidade era de cerca de oitocentos litros.

Hurão colocou cinco carretas no lado sul, à direita do Templo e as outras cinco no lado norte, à esquerda. Quanto ao Mar, o tanque, ele o firmou no lado sul, no canto sudeste do Templo.

Hurão também fez as caldeiras, recipientes para as cinzas, assim como as pás e as bacias para aspersão.

Construiu tudo de que o encarregara Salomão para o Templo do Senhor.

Todos esses objetos que Hurão fabricou para o templo do Senhor eram de bronze polido. O rei os fez fundir na planície do Jordão, num terreno argiloso que havia entre Sucote e Zaretã.

Por causa de sua enorme quantidade, Salomão não mandou pesar esses utensílios. Não se calculou o total do peso em bronze. Era muita coisa.

Salomão mandou fazer todos os utensílios que pertenciam à Casa do Eterno: o altar de ouro e a mesa de ouro, sobre a qual repousavam os pães da Proposição, oferecidos à Presença do Senhor; os candelabros, de ouro puríssimo, postados cinco à direita e cinco à esquerda, em frete ao Lugar Santíssimo; as flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro; as bacias, os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as tigelas e os incensários; e as dobradiças de ouro para as portas da sala interior, o Santo dos Santos, e também para os portais do átrio principal.

Assim, concluiu-se toda a obra que o rei Salomão realizou para o Templo do Senhor.

Só depois de tudo pronto, Salomão trouxe os tesouros que foram consagrados ao Senhor, por Davi, seu pai. A prata, o ouro e os utensílios.

Para a construção de seu palácio, Salomão levou treze anos. Construiu o Palácio da Floresta do Líbano com quarenta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura. Um grande palácio, sem dúvida.

Era todo sustentado por quatro fileiras de colunas de cedro e vigas de cedro aparelhadas. No alto, uma cobertura de cedro, sustentada por quarenta e cinco colunas, dispostas em fileiras de quinze. Três fileiras de janelas, uma em frente à outra.

Todas as portas e esquadrias eram quadradas. As três fileiras de janelas de cada parede eram posicionadas exatamente em frente às fileiras de janelas da parede do outro lado.

Depois, Salomão mandou construir o Salão das Colunas, com vinte e dois metros e meio de comprimento e treze metros e meio de largura. Havia um pórtico de colunas em frente a ele e uma cobertura que se estendia além das colunas.

Também fez a Sala do Trono, onde ouvia e julgava. Era conhecida como a Sala da Justiça. Coberta de cedro desde o soalho até o teto.

A casa em que residiria, no outro lado do pátio, tinha um formato semelhante.

Salomão ordenou que fosse construído também um palácio como esse para a filha do Faraó, com quem tinha se casado.

Todas estas construções eram de pedras de alta qualidade. Cortadas sob medida e desbastadas com uma serra nos lados que ficam para dentro e para fora do edifício. Desde o alicerce até às beiras do teto, e por fora até o átrio maior, o grande pátio.

Os alicerces foram fundados com grandes pedras escolhidas de alta qualidade. Algumas mediam quatro metros e meio e outras três metros e sessenta centímetros. Por cima destes blocos foram assentadas pedras de elevado valor, cortadas sob medida, e vigas de cedro puro.

Ao redor do grande átrio, havia uma muralha com três camadas de pedras lavradas e uma carreira de vigas de cedro aparelhadas, do mesmo modo que o pátio interior do Templo do Senhor, com sua sala especial de entrada, o pórtico principal.

Tudo que Salomão mandou construir era de boa qualidade. Cada construção de acordo com suas atribuições.

Como é bom sabe que a Sala do Trono, onde ouvia e julgava, era conhecida como Sala da Justiça.
Como somos carentes hoje de salas de justiça. Que o Senhor possa levantar homens que julguem com sabedoria, temor e imparcialidade. Que julguem com justiça.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/seguindo-o-modelo.html

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Seguindo o modelo

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos que construir é trabalhoso.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/construir-da-trabalho.html

Davi deixou tudo pronto para Salomão, mesmo assim, ele teve muito trabalho.

Era uma grande obra. Com projetos e detalhes que não podiam ser desprezados.

Assim, o Senhor faz em nossas vidas.

Hoje caminharemos através das páginas do capítulo sete.

Ainda sobre a construção do templo, Salomão enviou representantes a Tiro para que lhe trouxessem Hurão. Ele era filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali. Seu pai foi um cidadão de Tiro que trabalhava com arte em bronze.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planeje-antes-de-construir.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

Era um homem sábio, talentoso e muito experiente. Conseguia realizar todo tipo de trabalho em bronze. Esteve com Salomão e realizou todos os projetos que lhe foram designados. Seguindo fielmente o modelo.

Fundiu duas grandes colunas de bronze, fez também dois remates de bronze fundido que foram fixados no alto das colunas.

O alto de cada coluna era adornado com arranjos artísticos de correntes entrelaçadas, sete em cada capitel. Fez as colunas e fez duas fileiras de romãs de bronze fundido em redor sobre uma rede, para cobrir os arremates que estavam no alto das colunas.

No alto das colunas do pórtico havia uma obra no formato de lírios. Mediam um metro e oitenta centímetros de altura.

Que obra grandiosa!

Nas duas colunas, acima da parte que tinha formato de taça (próximo ao arranjo de correntes), foram instaladas duzentas esculturas de romãs, enfileiradas ao redor.

Hurão colocou essas duas grandes colunas de bronze na frente da entrada do Templo. A que ficava no lado sul se chamava Jaquim, (Ele estabelece). A que ficava no lado norte se chamava Boaz, (Ele é poderoso).

Hurão fez também uma piscina, chamada Mar, de metal fundido, redondo, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Era necessário um fio de treze metros e meio para medir a sua circunferência.

Ao redor da borda de fora do tanque havia duas fileiras com ilustrações de frutos, de cinco em cinco centímetros, fundidas numa só peça com o tanque. O tanque se apoiava sobre as costas de doze esculturas de touros de bronze que olhavam para fora. Três olhavam para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o leste.

A espessura das paredes do tanque correspondia à largura de quatro dedos unidos, e sua borda era como a borda de um cálice, curvando-se para fora como as pétalas de uma flor de lírio. A capacidade total desta piscina era de cerca de quarenta mil litros.

Hurão construiu também os dez suportes de bronze com roda. Cada carreta media um metro e oitenta centímetros de comprimento, um metro e oitenta centímetros de largura e um metro e trinta e cinco centímetros de altura.

Estes suportes móveis eram feitos deste modo com placas laterais fixadas a armações. Nas placas, entre as armações, estavam estampados desenhos de leões, bois e querubins. Sobre as armações, acima e abaixo dos leões e bois, havia ilustrações de espirais em relevo como grinaldas.

Em cada pequeno carro havia quatro rodas de bronze com eixos também de bronze. Nos quatro cantos havia apoios de bronze para uma bacia. Os apoios eram decorados com figuras de espirais em relevo.

No lado de dentro do pequeno carro havia uma abertura circular com quarenta e cinco centímetros de profundidade. Essa abertura era redonda e, com sua base, media setenta centímetros. Havia esculturas em torno da abertura. As placas do pequeno carro eram quadradas.

As quatro rodas trabalhavam debaixo das placas, e os eixos das rodas eram fixados ao estrado. O diâmetro de cada roda era de setenta centímetros. As rodas eram como as rodas de uma carruagem; os seus eixos, bordas, raios e seus cubos eram de bronze.

Havia quatro apoios nos cantos, debaixo de cada pequeno carro, os quais formavam uma só peça com a carreta. No alto de cada pequeno carro havia uma lâmina circular, como se fosse uma braçadeira, de vinte e dois centímetros de altura. Nas placas dos seus apoios e nos seus painéis, Hurão esculpiu figuras de querubins, leões e palmas de tamareiras na superfície dos apoios e nas placas em cada espaço disponível, com grinaldas ao redor.

Ele produziu os dez pequenos carros fundidos nos mesmos moldes.

Fez também dez bacias de bronze, uma para cada pequeno carro. Cada bacia tinha um metro e oitenta centímetros de diâmetro, e a sua capacidade era de cerca de oitocentos litros.

Hurão colocou cinco carretas no lado sul, à direita do Templo e as outras cinco no lado norte, à esquerda. Quanto ao Mar, o tanque, ele o firmou no lado sul, no canto sudeste do Templo.

Hurão também fez as caldeiras, recipientes para as cinzas, assim como as pás e as bacias para aspersão.

Construiu tudo de que o encarregara Salomão para o Templo do Senhor.

Todos esses objetos que Hurão fabricou para o templo do Senhor eram de bronze polido. O rei os fez fundir na planície do Jordão, num terreno argiloso que havia entre Sucote e Zaretã.

Por causa de sua enorme quantidade, Salomão não mandou pesar todos esses utensílios. Portanto, não se calculou o total do peso em bronze.

Salomão mandou fazer todos os utensílios que pertenciam à Casa do Eterno: o altar de ouro e a mesa de ouro, sobre a qual repousavam os pães da Proposição, oferecidos à Presença do Senhor; os candelabros, de ouro puríssimo, postados cinco à direita e cinco à esquerda, em frete ao Lugar Santíssimo; as flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro; as bacias, os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as tigelas e os incensários; e as dobradiças de ouro para as portas da sala interior, o Santo dos Santos, e também para os portais do átrio principal.

Assim, concluiu-se toda a obra que o rei Salomão realizou para o Templo do Senhor.

Só depois de tudo pronto, Salomão trouxe os tesouros que havia sido consagrado ao Senhor, por Davi, seu pai. A prata, o ouro e os utensílios.

Para a construção de seu palácio, Salomão levou treze anos. Construiu o Palácio da Floresta do Líbano com quarenta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura. Um grande palácio, sem dúvida.

Era todo sustentado por quatro fileiras de colunas de cedro e vigas de cedro aparelhadas. No alto, uma cobertura de cedro, sustentada por quarenta e cinco colunas, dispostas em fileiras de quinze. Três fileiras de janelas, uma em frente à outra.

Todas as portas e esquadrias eram quadradas. As três fileiras de janelas de cada parede eram posicionadas exatamente em frente às fileiras de janelas da parede do outro lado.

Depois, Salomão mandou construir o Salão das Colunas, com vinte e dois metros e meio de comprimento e treze metros e meio de largura. Havia um pórtico de colunas em frente a ele e uma cobertura que se estendia além das colunas.

Também fez a Sala do Trono, onde ouvia e julgava. Era conhecida como a Sala da Justiça. Coberta de cedro desde o soalho até o teto.

A casa em que residiria, no outro lado do pátio, tinha um formato semelhante.

Salomão ordenou que fosse construído também um palácio como esse para a filha do Faraó, com quem tinha se casado.

Todas estas construções eram de pedras de alta qualidade. Cortadas sob medida e desbastadas com uma serra nos lados que ficam para dentro e para fora do edifício. Desde o alicerce até às beiras do teto, e por fora até o átrio maior, o grande pátio.

Os alicerces foram fundados com grandes pedras escolhidas de alta qualidade. Algumas mediam quatro metros e meio e outras três metros e sessenta centímetros.

Por cima destes blocos foram assentadas pedras de elevado valor, cortadas sob medida, e vigas de cedro puro.

Ao redor do grande átrio, havia uma muralha com três camadas de pedras lavradas e uma carreira de vigas de cedro aparelhadas, do mesmo modo que o pátio interior do Templo do Senhor, com sua sala especial de entrada, o pórtico principal.

Tudo que Salomão mandou construir era de boa qualidade. Cada construção de acordo com suas atribuições.

Como é bom sabe que a Sala do Trono, onde ouvia e julgada, era conhecida como Sala da Justiça.
Como somos carentes hoje de salas de justiça. Que o Senhor possa levantar homens que julguem com sabedoria, temor e imparcialidade!

Amanhã continuamos. Espero você.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Construir dá trabalho

Continuamos nossa caminhada através de 1 Reis.

Ontem vimos tudo que Salomão organizou para começar a construção do templo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/organizacao-e-planejamento-antes-da-acao.html

Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo seis.

No ano quatrocentos e oitenta depois que os filhos de Israel foram tirados da terra do Egito, durante o quarto ano do reinado de Salomão em Israel, no segundo mês do ano, ele começou a construir o Templo do Senhor.

O Templo que Salomão edificou e consagrou ao Senhor tinha vinte e sete metros de comprimento, nove de largura e treze e meio de altura. Consegue imaginar a magnitude?

O pórtico, a sala de entrada, do santuário tinha a largura do Templo, que era de nove metros, e
avançava quatro metros e meio à frente do Templo.

Salomão mandou fazer janelas de treliças fixas. Edificou andares em torno do Templo, encostados na parede, tanto do pátio como do santuário interior, construindo assim salas laterais ao redor.

O andar térreo tinha dois metros e setenta centímetros e o terceiro andar tinha três metros e quinze centímetros.

Ele orientou que se produzissem saliências de apoio nas paredes externas do Templo. Por isso, não foi preciso perfurar as paredes. Tudo muito bem planejado e organizado.

Na edificação, só foram usados blocos cortados e preparados nas pedreiras. Assim, durante os trabalhos de construção, não se ouvia nenhum barulho de martelos, machados ou qualquer outra ferramenta. Era tudo construído silenciosamente. Como Ele faz conosco. Ninguém via os blocos sendo cortados e preparados. Eles vinham para o templo depois de prontos. Aí, eram encaixados.

A porta para as salas laterais do meio estava no lado direito do Templo. Havia escadas espirais para subir ao segundo andar e deste ao terceiro.

Salomão construiu e terminou o Templo, ordenando que o cobrissem com vigas e tábuas do melhor cedro. Todo material utilizado, foi do melhor.

Também edificou e concluiu as salas ao redor de todo o Templo. Cada sala tinha dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Estavam ligadas ao Templo por resistentes vigas de cedro.

A Palavra do Senhor veio a Salomão, dizendo que, quanto a esta Casa que estava edificando, se procedesse de acordo com os estatutos do Senhor, se obedecesse Suas orientações e seguisse fielmente Seus mandamentos, o Senhor confirmaria por seu intermédio a promessa que havia feito a Davi. Ele habitaria no meio dos israelitas e jamais desampararia Seu povo de Israel.

Salomão mandou forrar todas as paredes do Templo por dentro com tábuas de cedro, cobrindo-as desde o chão até o teto, e fez o assoalho com tábuas de pinho.

Separou nove metros na parte de trás do Templo, erguendo uma divisória feita com tábuas de cedro, do chão ao teto, a fim de edificar dentro do Templo o Santo dos Santos, o Lugar Santíssimo.

O átrio principal, localizado em frente do Santo dos Santos, media dezoito metros de comprimento.

O interior do Templo era todo forrado de cedro decorado com finos entalhes de figuras de frutos e flores abertas. Toda a parte de dentro da sala era revestida de tábuas de cedro da melhor qualidade. Não se observava nenhuma pedra aparente.

Preparou também o santuário interno no Templo para colocar a Arca da Aliança. O santuário interno media nove metros de comprimento, nove de largura e nove de altura.

Salomão ordenou que toda a parte de dentro fosse revestida de ouro puro. Também mandou revestir de ouro o altar de cedro. E cobriu de ouro puro todo o interior do Templo. Estendeu correntes de ouro em frente do santuário interno.

Desde modo, acabou por revestir de ouro puro todo o interior do Templo e também o altar que fazia parte do santuário interno.

No santuário interno, Salomão mandou esculpir em madeira fina de oliveira as figuras de dois querubins. Cada um com quatro metros e meio de altura. As asas abertas da escultura destes seres celestiais mediam dois metros e vinte e cinco centímetros. Quatro metros e meio de uma extremidade à outra. Os dois querubins tinham exatamente a mesma medida e a mesma forma. A altura de cada estátua era de quatro metros e meio.

Salomão colocou os querubins, com as asas abertas, no santuário interno do Templo. A asa de um querubim tocava levemente uma parede e a asa do outro encostava na outra. As demais asas encostavam uma na outra no meio do santuário. Ele também mandou revestir completamente os querubins de ouro puro.

Em todas as paredes do Templo, ao redor, tanto no interior como no exterior, mandou esculpir figuras de querubins, palmas de tamareiras e flores abertas.

Cobriu de ouro puro todo o pavimento do Templo, tanto na parte interna como na externa.

Salomão mandou produzir uma porta dupla para a entrada do Lugar Santíssimo. Em madeira de oliveira selvagem. A verga e os umbrais tinham cinco lados. Nas duas portas de madeira de oliveira entalhou figuras de querubins, tamareiras e flores abertas. Também revestiu os querubins e as tamareiras de ouro puro batido.

Da mesma forma, para a porta da entrada do Templo, mandou fazer vigas de madeira de oliveira selvagem. Seu enquadramento tinha pilares de quatro lados.

Ordenou que se produzisse também duas portas de pinho, cada uma com duas folhas que se articulavam por meio de dobradiças. Entalhou imagens de querubins, de palmas de tamareiras e de flores abertas nas portas e as cobriu de ouro puro batido.

Mandou construir o muro do pátio interior com três camadas de pedra lavrada de alta qualidade e uma de vigas de cedro puro.

No quarto ano, no segundo mês do ano, foram lançados os alicerces para a construção do Templo. 
No décimo primeiro ano, no oitavo mês, a edificação foi concluída em todos os seus detalhes, de acordo com seu projeto. Salomão dedicou sete anos do seu reinado para construí-lo.

Não se constrói um templo ao Senhor da noite para o dia. Como temos visto, é necessário um projeto. Tempo. Lugar. Material. Pessoas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planeje-antes-de-construir.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

Cada detalhe precisa ser executado conforme o modelo. Com o melhor material. Como em nossas vidas.

Dá trabalho, ah, como dá. Mas é totalmente necessário.

Amanhã continuamos. Espero você.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Nem sempre é minha vez de brilhar

Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.

Ontem vimos que Hurão-Abi entregou a Salomão tudo que lhe havia sido solicitado. Então, Salomão concluiu a construção do templo, conforme o que havia sido planejado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 5.

Depois de concluído, Salomão mandou que trouxessem tudo que seu pai havia consagrado. Os objetos de ouro, prata e todos os utensílios foram depositados no tesouro do templo de Deus.

Salomão congregou os anciãos, as autoridades, todos os líderes das tribos e os príncipes das famílias dos filhos de Israel, para fazer subir da Cidade de Davi, que é Sião, a Arca da Aliança do Senhor.

Os homens de Israel juntaram-se em comunhão ao rei por ocasião da festa, no sétimo mês.

Quando todas as autoridades de Israel chegaram, os levitas transportaram a Arca. Conduziram-na junto com a Tenda do Encontro e seus utensílios sagrados. Foram os sacerdotes levitas que levaram tudo. Conforme devia ser.

Depois que ignoraram as instruções do Senhor no caso de Uzá, aprenderam como e por quem a Arca devia ser transportada, assim como os utensílios sagrados.
ww.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html

O rei Salomão e toda a comunidade de Israel, que estava reunida a ele perante a Arca, sacrificaram tantas ovelhas e bois que não foi possível contar.

Os sacerdotes trouxeram a Arca da Aliança para o seu lugar, o Santo dos Santos, e a colocaram debaixo das asas dos querubins.

Os querubins estendiam as asas sobre a Arca, cobrindo-as, assim como as varas utilizadas para o transporte. As varas eram tão longas que as pontas se estendiam para fora da Arca e podiam ser vistas da parte da frente do santuário interno. Mas não de fora dele.

No interior da Arca havia apenas as duas tábuas que Moisés tinha depositado quando o Senhor firmou uma Aliança com os israelitas depois que saíram do Egito.

Todos os levitas se consagraram, não importando a divisão de seus grupos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html

Os levitas músicos e cantores, todos vestidos de linho fino, com címbalos, alaúdes e harpas estavam em pé ao lado oriental do altar. Junto com eles, cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas.

Aqueles que tocavam as trombetas e os cantores louvaram e agradeceram ao Senhor a uma só voz.
Ao som de cornetas, címbalos e outros instrumentos, ergueram suas vozes em uníssono ao Senhor e cantaram: “Porque Ele é bom, o seu amor dura para sempre!”https://www.youtube.com/watch?v=JMhqOnY6LKY

Quando os sacerdotes saíram do Lugar Santo, toda a Casa se encheu da Nuvem de Glória do Senhor.
Os sacerdotes não conseguiam permanecer em pé para continuar o "serviço religioso", porque a glória do Senhor tomou todo o templo.

Temos algumas lições a aprender aqui.

Quando Salomão terminou a obra, mandou trazer tudo que Davi havia consagrado para o templo. Ele não se omitiu. Trouxe tudo. Não desprezou as ordens e desejos de seu pai. Foi fiel. Com seu pai. E com o Senhor.

Todos os levitas, não importa a qual ordem pertenciam, se eram sacerdotes, cantores, porteiros, músicos, estavam limpos. Haviam se consagrado ao Senhor para esse grande dia. Ninguém foi encontrado desprevenido. Ninguém desprezou a ordem do Senhor. Todos, sem exceção, estavam limpos. Prontos para exercer seu ministério no templo do Senhor. Prontos para a adoração. Prontos para estarem em Sua presença.

Quando comemoramos algo na presença do Senhor, a alegria é tanta, que não se pode medir, assim como não se podia contar a quantidade de sacrifícios oferecidos naquele dia.

O Senhor deve ocupar Seu lugar, sempre. Como a arca do Senhor, que era a representação da presença do Senhor, devia estar em seu lugar. https://www.youtube.com/watch?v=UKnQBjywq5E

Quando louvamos, adoramos e servimos ao Senhor, devemos estar em unidade. Como aqueles levitas estavam e louvavam ao Senhor a uma só voz.

O ambiente era tão propício ao Senhor, com corações voltados para Ele, que Sua glória encheu aquele lugar.

Quando a glória do Senhor enche um lugar, nem os sacerdotes conseguem ficar em pé. É preciso esquecer o “serviço religioso”. Aquilo que planejamos perde o valor. O que importa é a Sua glória. Ela está acima de nós.

Por mais que aqueles homens tenham se preparado, por mais que tenham esperado por aquele dia, quando a glória do Senhor encheu o templo, nada mais podia e devia ser feito. O templo era do Senhor, a glória era do Senhor. Não era a vez deles brilharem, era a vez do Senhor brilhar, manifestando Sua glória.

Isso me faz lembrar, mais uma vez, que nunca é sobre nós. Sempre é sobre Ele, por Ele e para Ele. E quando Ele entra em cena, meu dever é prostrar-me. Deixar que Ele brilhe.
https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU

Como João Batista, somos apenas a voz que aponta: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. https://www.youtube.com/watch?v=Ndk6l0UUSRw

Como João Batista, devemos apenas desejar: "Que Ele cresça e eu diminua."
https://www.youtube.com/watch?v=4J-kPpMmmNo

Amanhã prosseguimos. Até lá.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Tudo feito conforme o planejado


Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.

Ontem vimos que precisamos planejar antes de realizar qualquer projeto.

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos 3 e 4.

A construção do Templo do Senhor foi iniciada. Em Jerusalém. No alto do monte Moriá. No lugar onde o Senhor aparecera a Davi. Na eira, o terreno de malhar trigo de Araúna.

Salomão iniciou a edificação do templo no segundo dia do segundo mês do quarto ano de seu reinado.

Os alicerces do templo tinham vinte e sete metros de comprimento e nove de largura.

O pórtico da entrada media nove metros de largura e nove de altura.

O interior era todo revestido de ouro puro. O átrio principal forrado de pinho e revestido de ouro puro. Era todo decorado com obras de artes e ilustrações de tamareiras e correntes. O templo todo foi decorado com pedras preciosas.

O ouro utilizado nas obras de artes vinha da cidade de Parvaim.

As vigas e as batentes do templo eram esculpidas com figuras de querubins.

A sala interna, o Santo dos Santos, media nove metros de comprimento e nove de largura. As mesmas medidas da largura do templo. Foram usadas mais de vinte toneladas de ouro puro para revestir as paredes do Lugar Santíssimo.

Os pregos, com aplicações de ouro puro, pesavam seiscentos gramas cada. Todos os cenáculos também eram revestidos de ouro puro.

Salomão também mandou que fossem esculpidos dois querubins em madeira. Eles ficavam no Santo dos Santos. Com as asas abertas, mediam juntos nove metros. Eram revestidos de ouro puro.

Também mandou fazer o Véu Sagrado. Era uma cortina pesada, feita em tecido azul, púrpura roxo, vermelho escarlate e linho fino. Toda bordada com querubins.

Na frente do templo foram erguidas duas colunas. Juntas tinham aproximadamente dezesseis metros. Cada uma tinha em cima um capitel com dois metros e vinte e cinco centímetros. Também fez guirlandas e correntes, para o santuário interior. Mandou que fossem fixadas no alto das colunas. E que fossem esculpidas cem grandes romãs para enfeitar as guirlandas.

Essas colunas ficavam uma ao norte, outra ao sul. O nome da coluna que ficava ao norte era Boaz, que significa “nEle há o poder’. A que ficava ao sul era Iahin, que significa “Ele firma”. 

Salomão também mandou construir um altar de bronze de nove metros de comprimento, nove de largura e quatro e meio de altura.

Fez o Mar de Fundição. Era uma piscina de metal fundido, redonda, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Usaram um fio de treze metros e meio para medir sua circunferência. Uma "trena" realmente enorme!

Ao redor da borda de fora desse tanque de metal, havia duas carreiras de figuras de touros de bronze, que tinham sido fundidas todas em uma só peça junto com o tanque.

O Mar de Fundição se apoiava sobre as costas das doze obras de arte em forma de touros de bronze que olhavam para fora. Três voltados para o Norte, três para o Oeste, três para o Sul e três para o Leste.

A espessura do Mar de Fundição era de quatro dedos, e sua borda era como a borda de um cálice, como uma flor de lírio. Sua capacidade era de sessenta mil litros. Era para os sacerdotes se lavarem. O tanque foi colocado no lado Sul, à direita, no canto sudeste do templo.

Foram feitas dez pias. Cinco à direita e cinco à esquerda. As pias eram para lavar tudo que pertencia ao sacrifício.

Foram feitos dez candelabros de ouro, colocados no templo. Cinco à direita e cinco à esquerda. Também construiu dez mesas e cem bacias de ouro para aspersão.

O pátio dos sacerdotes e o pátio grande foram edificados. Suas portas foram revestidas de bronze.

Finalmente Hurão-Abi fabricou os jarros, as pás e as bacias para aspersão.

Assim, completou toda a obra que fora colocada em suas mãos pelo rei Salomão.

Fez as duas colunas, os dois capitéis em forma de taça no alto das colunas, os dois conjuntos de correntes que adornavam os dois capitéis, as quatrocentas romãs para os dois conjuntos de correntes (duas fileiras de romãs para cada conjunto), os dez carrinhos e as dez pias, o Mar (como era chamado o tanque-piscina), as doze esculturas de touros que o sustentavam, os jarros, as pás, os garfos de carne e todos os utensílios. Era tudo de bronze polido.

Foram feitos, por ordem do rei, na planície do Jordão, entre Sucote e Zeredá, em moldes de barro. Salomão orientou que fossem fabricados em grande quantidade. Não se podia calcular o total do peso de todo o bronze que foi usado.

Salomão fez todos os objetos para a Casa de Deus, o altar de ouro, as mesas para os pães consagrados, os candelabros de ouro puro com suas lâmpadas, para queimarem diante da entrada do Santo dos Santos, conforme tudo quando fora projetado.

As flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro puríssimo. Os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as colheres e os incensários de ouro puro.

Por que listamos tudo isso?

Precisamos observar que tudo, exatamente tudo, foi feito conforme o que fora projetado e planejado. Nada saiu fora do “escopo”. Mesmo os menores detalhes foram cumpridos conforme o projetado.

Que possamos aprender com Salomão. Planejar antes e executar tudo conforme o projetado.

Que possamos aprender com Hurão-Abi. Ele completou toda a obra que Salomão colocou em suas mãos. Nada ficou para entregar depois. Nada foi suprimido do projeto. 

Que sejamos homens e mulheres que saibam gastar tempo planejando. E que completem seus projetos.

Que sejamos homens e mulheres que completem aquilo que nos foi entregue. Dentro do prazo. De acordo com o projetado.

Que sejamos como Paulo. "Combati o bom combate, completei a corrida, perseverei na fé!" - 2 Timóteo 4.7

Amanhã continuamos. Espero você.

domingo, 1 de julho de 2018

Planejando o futuro

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.

Ontem vimos que precisamos aprender, entre outras coisas, a assumir nossas culpas, quando erramos. E claro, nos arrependermos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/assuma-sua-culpa.html

Hoje vamos caminhar pelo capítulo 22.

Depois que Davi ofereceu o sacrifício na eira de Araúna, concluiu que ali era o lugar certo para edificar o templo do Senhor e o altar dos holocaustos.

Não seria Davi a construir o templo, mas por que não deixar tudo pronto para seu filho?

Davi ordenou que todos os estrangeiros que viviam em Israel fossem reunidos. Ele os designou cortadores de pedras para a construção do templo.

Mandou juntar grande quantidade de ferro para a fabricação de pregos e dobradiças para as portas. Também uma quantidade enorme de bronze e inúmeras toras de cedro.

Davi planejou tudo. Dizia que seu filho ainda era muito jovem e sem experiência. E a casa a ser construída para o Senhor deveria ser magnífica em excelência, conhecida em toda a terra e repleta de esplendor à vista de todas as nações. Davi enxergava que devia abençoar a geração futura.

Um dia mandou chamar Salomão. Ordenou-lhe que construísse a Casa para o Senhor.

Davi contou a seu filho que havia planejado construir uma Casa em homenagem ao Senhor, mas o Senhor lhe disse que havia derramado muito sangue em suas guerras e não a construiria.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html

Davi lhe contou também que o Senhor havia dito que geraria um filho, que seria um homem pacífico, pois o Senhor lhe daria paz diante de todos os seus inimigos. Seu nome seria Salomão, nome derivado de Shalom. Ele edificaria um templo em honra ao Senhor. O Senhor seria seu Pai e Salomão seria Seu filho. Assim o Senhor estabeleceria para sempre o trono de Davi.

Davi abençoou Salomão, seu filho amado, desejando que o Senhor estivesse com ele, dando-lhe forças para concluir com êxito a construção da Casa do Senhor, como o Senhor mesmo havia prometido. Que o Senhor o abençoasse com sabedoria e prudência para que governasse bem e para que obedecesse à Lei do Senhor.

Davi lhe disse que se tivesse o zelo de guardar e praticar os estatutos e os decretos que o Senhor ordenou a Moisés acerca de Israel, ele seria muito próspero.

Ordenou que Salomão fosse forte e corajoso. Que não temesse, nem desanimasse.

Davi disse que com muita dedicação e perseverança havia providenciado para a construção do templo do Senhor três mil e quinhentas toneladas de ouro, trinta e cinco mil toneladas de prata, bronze, ferro, da melhor madeira e pedras lavradas que não se podia calcular.

Disse ainda que Salomão aumentaria a quantidade desse material. Que tinha muitos trabalhadores, cortadores de pedras, artesãos, pedreiros, carpinteiros e inúmeros homens habilidosos em trabalhos e arte em ouro, prata, bronze e ferro à sua disposição.

Davi ordenou que Salomão colocasse “mãos à obra”. O Senhor seria com ele.

Davi também ordenou a todos os oficiais de Israel que cooperassem com Salomão. O Senhor havia lhes dado paz. Agora deveriam consagrar-se de todo o coração e alma a fim de buscarem ao Senhor. Que se levantassem e edificassem o santuário do Senhor para que a Arca da Aliança fosse levada até lá.

Um novo capítulo e continuamos a garimpar muitas lições.

Que aprendamos a discernir lugares como Davi discerniu. Sim, ali era o lugar correto para a construção do templo. É o mesmo lugar onde Abraão levou Isaque para sacrificar. Que lugar melhor para ser o templo do Senhor? Também é o mesmo lugar onde está hoje o Domo da Rocha.

Que aprendamos a planejar o futuro como Davi planejou. Deixou tudo que podia pronto para que seu filho pudesse construir a Casa do Senhor. Não deixou de qualquer jeito. Não foi leviano. Providenciou tudo com muita dedicação e perseverança. Como devemos fazer.

Que aprendamos a instruir como Davi instruiu. Chamou seu filho e lhe contou o que o Senhor havia dito. Contou-lhe sobre Suas palavras e Suas promessas. Como devemos fazer com as gerações futuras.

Que aprendamos a abençoar como Davi abençoou. Davi abençoou seu filho, dando-lhe ordenanças específicas. Ele deveria ser fiel ao Senhor. Assim, seria próspero.

Que aprendamos a animar como Davi animou. Davi animou seu filho, dizendo-lhe que deveria ser forte e corajoso. Que não temesse, nem desanimasse. Que devia colocar mãos à obra e fazer o que foi chamado para fazer.

Davi também encorajou seus oficiais a serem fiéis ao Senhor e serví-Lo de todo coração. Que aprendamos a abençoar as futuras gerações como Davi fez. É nosso dever fazê-lo.

E você? Além dessas, quais lições enxergou?

A Palavra do Senhor é viva, sempre temos algo mais a nos ensinar.

Amanhã continuamos. Espero você.