Leitura do dia 31/03.
Na postagem anterior, vimos que Hurão, a mandado de Salomão, construiu tudo de acordo com o modelo do Senhor. Tudo foi feito com o melhor material e da melhor maneira. Por especialistas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-71-51.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo oito de 1 Reis.
Salomão reuniu em Jerusalém os anciãos, líderes, autoridades de Israel, e todos os chefes das famílias israelitas, para transportarem de Sião, a Cidade de Davi, a Arca da Aliança.
Todos os homens de Israel uniram-se ao rei Salomão, no sétimo mês do ano, durante a festa que era realizada nesta época.
Quando todos os líderes de Israel chegaram, os sacerdotes tomaram a Arca do Senhor e a Tenda do Encontro com todos os seus utensílios sagrados e os levaram.
Aos sacerdotes e levitas cabia o transporte de todos os objetos sagrados.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Salomão e toda a comunidade israelita, que se havia congregado a ele diante da Arca, sacrificaram tantas ovelhas e tantos bois que não teve como contar.
Os sacerdotes transportaram a Arca da Aliança do Senhor para seu espaço reservado no Santo dos Santos. Depositaram-na debaixo das grandes asas dos querubins.
As estátuas dos querubins tinham suas asas abertas sobre o Lugar da Arca e a cobriam, assim como as varas utilizadas para o transporte. Essas varas eram tão longas que as suas pontas, que se estendiam para fora da Arca, podiam ser observadas da frente do Santo dos Santos.
Dentro da Arca estavam apenas as duas Tábuas de Pedra que Moisés tinha depositado na Arca, quando o Senhor estabeleceu uma aliança com os israelitas depois de tê-los libertado do Egito.
Quando os sacerdotes se retiraram do Santo dos Santos, a Nuvem encheu o Templo do Senhor. Os próprios sacerdotes não puderam continuar o seu serviço ritual. A Glória do Senhor tomou por completo o Templo. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/ate-o-fim.html
Salomão lembrou que o Senhor disse que habitaria numa nuvem escura.
Ainda assim, desejou construir um templo magnífico, uma Casa para que nela o Senhor habitasse para sempre. Não apenas Davi teve esse desejo. Salomão também.
Depois de falar, o rei voltou-se e abençoou toda a assembleia de Israel. Toda a multidão se mantinha em pé. Ele bendisse o Senhor, o Deus de Israel, que realizou por Sua mão o que prometera a Davi, afirmando que desde o dia em que fizera Israel sair do Egito não escolhera uma cidade, dentre todas as tribos de Israel, para nela se construir uma casa onde estaria Seu Nome, mas escolhera Davi para comandar Israel, Seu povo.
Salomão disse que seu pai teve em seu coração o desejo de construir uma Casa para o Nome do Senhor, entretanto, o Senhor revelou a Davi que não seria ele quem edificaria este Templo, e sim seu filho.
O Senhor fez com que Sua palavra se tornasse realidade. Ele sucedeu a seu pai e tomou posse do trono de Israel como prometera o Senhor. Também edificou a Casa para o Nome do Senhor, Deus de Israel, e nela preparou um Lugar para a Arca, na qual se encontra depositada a Aliança que o Senhor firmou com seus antepassados quando os fez sair do Egito.
Logo depois, Salomão postou-se diante do altar do Senhor, na presença de toda a assembleia de Israel; estendeu as mãos em direção ao céu, e orou.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Disse que não existe nenhum Deus semelhante ao Senhor, lá nos mais altos céus, nem cá embaixo sobre toda a terra. Só o Senhor preserva Sua Aliança de Amor com os Seus servos que, de todo o coração, andam segundo a Sua vontade.
Também disse que o Senhor cumpriu a Davi a promessa que lhe havia firmado. Naquele dia. Orou para que o Senhor continuasse a manter a Davi a promessa que fez quando declarou que jamais faltaria um descendente para se assentar no trono de Israel, desde que seus filhos tivessem total cuidado de caminhar de acordo com Suas orientações, como Davi procedeu diante do Senhor.
Mesmo sabendo que os céus não podiam contê-Lo e menos ainda a Casa que construiu, Salomão pediu que o Senhor inclinasse Seus ouvidos à sua oração. Que o Senhor atentasse para o clamor que fazia em Sua presença. Que Seus olhos estivessem observando dia e noite aquele Templo, contemplando aquele lugar do qual o Senhor afirmou que Seu Nome estaria presente.
Que o Senhor ouvisse a oração que fizesse voltado na direção daquele lugar. E, quando ouvisse, concedesse Seu perdão.
Salomão também pediu que se alguém pecasse contra seu próximo e viesse a jurar diante do Seu altar neste Templo, que o Senhor ouvisse do céu, operasse e julgasse Seus servos. Que condenasse o culpado e inocentasse o justo.
E quando Israel, o povo do Senhor, fosse vencido diante do inimigo, por haver pecado, e se convertesse, louvasse Seu Nome, orasse e suplicasse no Templo; que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Israel, e trouxesse-os novamente à terra que foi dada a seus pais.
Quando o céu se fechasse e não houvesse chuva por terem pecado contra o Senhor, se orassem ali, louvassem Seu Nome e se arrependessem de seu pecado, que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Seu servo e de Seu povo Israel.
Salomão também pediu que o Senhor indicasse o caminho reto que deviam seguir, e regasse com chuva a terra que deu em herança a Seu povo.
Quando a terra sofresse fome, peste, ferrugem mofo; ataque de gafanhotos peregrinos e lagartas devastadoras, ou ainda quando os inimigos sitiassem suas cidades, quando em meio a qualquer praga ou epidemia, orassem ao Senhor, cada pessoa sofrendo com suas próprias aflições e dores, estendendo as mãos na direção do Templo, que o Senhor ouvisse dos altos céus, perdoasse e agisse; retribuindo cada um segundo seu proceder, porque o Senhor conhece o coração.
O Senhor é o Único que conhece plenamente as intenções do coração de todos.
Se o Senhor ouvisse, o povo O amaria com temor respeitoso durante todo o tempo em que vivessem sobre a terra que o Senhor deu a seus pais.
Salomão também pediu pelo estrangeiro, que não pertencia à linhagem de Israel, mas que viesse de uma terra distante por causa do Nome do Senhor - ele sabia que ouviriam falar do magnífico Nome do Senhor, Sua boa e poderosa mão e Seu braço forte – quando este povo viesse e orasse voltado para aquele Templo, que o Senhor ouvisse dos céus e atendesse às súplicas do estrangeiro, para que todos os povos da terra fossem esclarecidos quanto ao Nome do Senhor e passassem a amar e temer ao Senhor, como Israel, e soubessem que aquele Templo trazia Seu Nome.
Se o Seu povo saísse à guerra contra seus inimigos e orasse, voltado para a cidade que o Senhor escolheu e para o Templo que ele construiu em homenagem ao Seu Nome, que escutasse nos altos céus e atendesse à sua causa.
Quando pecarem contra o Senhor - pois não há ser humano algum que não peque - e o Senhor ficasse irado e os entregassem nas mãos de seus inimigos, que os prendesse e os levem como escravos; se na terra para onde forem levados cativos reconhecessem seus erros e se convertessem e confessassem seus pecados, buscando ao Senhor de todo o coração e de toda a alma e orarem ao Senhor, voltados para o Templo edificado ao Seu Nome, que o Senhor escutasse dos altos céus e defendesse a causa do Seu povo.
Que o Senhor perdoe os pecados e todas as revoltas e transgressões que tiverem praticado contra Sua pessoa, fazendo-os encontrar graça diante de seus dominadores, e recebam deles misericórdia. Porque são o Seu povo e a Sua herança, que o Senhor tirou do Egito, daquela fornalha de fundição.
Que Seus olhos estejam abertos para contemplar a atitude quebrantada do Seu servo e de Seu povo Israel, para ouvir todos os apelos que lançarem diante dEle.
Foi o Senhor que os separou como Sua herança, dentre todos os povos da terra, como Moisés disse.
Assim que Salomão acabou de dirigir ao Senhor toda essa oração, levantou-se do lugar onde estava ajoelhado, de mãos erguidas para o céu e pôs-se em pé. Abençoou em alta voz toda a congregação de Israel. Então, o rei e todo o Israel ofereceram sacrifícios diante do Senhor.
O que percebemos é que Salomão não queria sair da presença do Senhor. Não queria parar de orar. Assim como o povo. Após orarem, continuaram em Sua presença, oferecendo sacrifícios ao Senhor.
Para o sacrifício de paz e comunhão que ofereceu ao Senhor, Salomão deu vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas.
Assim, o rei e todos os israelitas consagraram o Templo ao Senhor.
No mesmo dia, o rei consagrou a parte central do pátio que ficava em frente do Templo do Eterno, e ali ofereceu o holocausto, que são os sacrifícios totalmente queimados, a oferta de cereais e a gordura das ofertas pacíficas.
O altar de bronze, que estava diante do Senhor era pequeno demais para todo o holocausto, a oblação e as gorduras dos sacrifícios pacíficos oferecidos aquele dia.
Salomão também celebrou a Festa dos Tabernáculos, e todo o Israel com ele. Houve uma grande assembleia, com multidões vindas desde a Entrada de Hamate, ao norte, até o ribeiro que marca a fronteira com o Egito, ao sul.
No oitavo dia Salomão despediu o povo. Enviou cada pessoa de volta ao seu lar. Todos rogaram as bênçãos do Senhor sobre o rei e retornaram para suas casas, felizes e com o coração repleto de esperança por todo o bem que o Senhor fizera a seu servo Davi e a todo Israel, seu povo.
Que possamos ter esse coração de Salomão, que reconhecia a grandeza do Senhor, rogava Sua misericórdia e clamava por Sua bondade e direção.
Que possamos ter esse coração de gratidão, feliz, repleto de esperança, sabendo que verdadeiramente o Senhor é bom e Seu amor não tem fim.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html
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domingo, 31 de março de 2019
1 Reis 8.1-66
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sábado, 23 de março de 2019
2 Samuel 6.1-23
Leitura do dia 23/03.
Na postagem anterior vimos Isbosete, filho de Saul, sendo covardemente assassinado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-41-525.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo seis de 2 Samuel.
Davi reuniu seus melhores guerreiros. Trinta mil. Foram até Baalá. Queriam buscar a arca do Senhor. Estava lá desde que os filisteus a haviam devolvido a Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-61-21.html
Puseram-na em um carro novo e a levaram da casa de Abinadabe, que ficava num monte. Seus filhos foram conduzindo a carroça. Aiô à frente. Uzá atrás.
O povo de Israel ia celebrando diante do Senhor. Cantando e tocando vários instrumentos musicais.
De repente, na eira de Nacom, os bois tropeçaram. Uzá estendeu a mão e segurou a arca. Na mesma hora, morreu.
Davi ficou indignado porque Uzá havia morrido. Desistiu de levar a arca para a Cidade de Davi.
A arca foi levada para a casa de Obede-Edom, em Gate. Ficou lá durante três meses. O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom. Contaram a Davi.
Antes de vermos o que Davi fez, quero lembrar que a arca não podia ser tocada. Estava na Lei. Sem exceções. Ponto final. Davi não teve nenhum motivo para se sentir indignado.
Outra coisa: A arca deveria ser carregada apenas por levitas. Não por bois ou vacas. Os filisteus colocaram-na em cima de uma carroça porque não sabiam como devolvê-la. O Senhor aceitou. Mas não significa que era o certo. Que deviam repetir o que os filisteus, que não conheciam ao Senhor, fizeram. Precisamos tomar cuidado! Nem sempre o que dá certo é o certo.
Ela devia ser carregada nos ombros dos levitas, pelas varas que estavam nelas, próprias para isso.
Quando Davi soube que a casa de Obede-Edom fora abençoada por causa da presença da arca, resolveu novamente ir. Agora, traria a arca da maneira correta.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Os levitas a carregavam. Quando davam seis passos, Davi sacrificava um boi e um novilho gordo. O povo fez grande festa, levando a arca para a Cidade de Davi.
Davi estava vestido com um colete sacerdotal de linho. Dançava diante do Senhor, com o coração grato, com todas as suas forças. Levaram a arca do Senhor com grande alegria, ao som de gritos e trombetas.
Quando a arca chegava à cidade, Mical, filha de Saul, esposa de Davi, o viu dançando diante do Senhor. Ela o desprezou em seu coração.
A arca foi colocada no lugar que Davi providenciara. Uma simples tenda. Davi ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas. Quando terminou, abençoou o povo em nome do Senhor. Não os deixou voltar para casa de mãos vazias. Entregou a cada pessoa que ali estava, um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de passas.
Então, foi para sua casa, abençoar sua família.
Quando Mical o viu, saiu a seu encontro. Censurou-o por seu comportamento. Disse que havia se tornado desprezível aos olhos das servas.
Davi foi duro com ela. Disse que era rei, porque o Senhor o escolhera. No lugar de Saul e de toda a família dela. O Senhor o nomeara líder de Israel, o povo do Senhor. Por isso, ele continuaria celebrando ao Senhor. Não se importava de continuar se humilhando, se fosse necessário, nem de se tornar desprezível. Mas o certo era que, essas servas que ela disse terem-no desprezado, na verdade o considerariam digno de honra.
Mical morreu sem ter filhos. O Senhor não a abençoou com o dom da maternidade.
Como é sério desprezar um homem, ungido do Senhor, por estar fazendo algo correto aos olhos do Senhor.
Que aprendamos a ter cuidado.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã leremos 2 Samuel, do capítulo sete ao capítulo dez.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos Isbosete, filho de Saul, sendo covardemente assassinado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-41-525.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo seis de 2 Samuel.
Davi reuniu seus melhores guerreiros. Trinta mil. Foram até Baalá. Queriam buscar a arca do Senhor. Estava lá desde que os filisteus a haviam devolvido a Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-61-21.html
Puseram-na em um carro novo e a levaram da casa de Abinadabe, que ficava num monte. Seus filhos foram conduzindo a carroça. Aiô à frente. Uzá atrás.
O povo de Israel ia celebrando diante do Senhor. Cantando e tocando vários instrumentos musicais.
De repente, na eira de Nacom, os bois tropeçaram. Uzá estendeu a mão e segurou a arca. Na mesma hora, morreu.
Davi ficou indignado porque Uzá havia morrido. Desistiu de levar a arca para a Cidade de Davi.
A arca foi levada para a casa de Obede-Edom, em Gate. Ficou lá durante três meses. O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom. Contaram a Davi.
Antes de vermos o que Davi fez, quero lembrar que a arca não podia ser tocada. Estava na Lei. Sem exceções. Ponto final. Davi não teve nenhum motivo para se sentir indignado.
Outra coisa: A arca deveria ser carregada apenas por levitas. Não por bois ou vacas. Os filisteus colocaram-na em cima de uma carroça porque não sabiam como devolvê-la. O Senhor aceitou. Mas não significa que era o certo. Que deviam repetir o que os filisteus, que não conheciam ao Senhor, fizeram. Precisamos tomar cuidado! Nem sempre o que dá certo é o certo.
Ela devia ser carregada nos ombros dos levitas, pelas varas que estavam nelas, próprias para isso.
Quando Davi soube que a casa de Obede-Edom fora abençoada por causa da presença da arca, resolveu novamente ir. Agora, traria a arca da maneira correta.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Os levitas a carregavam. Quando davam seis passos, Davi sacrificava um boi e um novilho gordo. O povo fez grande festa, levando a arca para a Cidade de Davi.
Davi estava vestido com um colete sacerdotal de linho. Dançava diante do Senhor, com o coração grato, com todas as suas forças. Levaram a arca do Senhor com grande alegria, ao som de gritos e trombetas.
Quando a arca chegava à cidade, Mical, filha de Saul, esposa de Davi, o viu dançando diante do Senhor. Ela o desprezou em seu coração.
A arca foi colocada no lugar que Davi providenciara. Uma simples tenda. Davi ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas. Quando terminou, abençoou o povo em nome do Senhor. Não os deixou voltar para casa de mãos vazias. Entregou a cada pessoa que ali estava, um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de passas.
Então, foi para sua casa, abençoar sua família.
Quando Mical o viu, saiu a seu encontro. Censurou-o por seu comportamento. Disse que havia se tornado desprezível aos olhos das servas.
Davi foi duro com ela. Disse que era rei, porque o Senhor o escolhera. No lugar de Saul e de toda a família dela. O Senhor o nomeara líder de Israel, o povo do Senhor. Por isso, ele continuaria celebrando ao Senhor. Não se importava de continuar se humilhando, se fosse necessário, nem de se tornar desprezível. Mas o certo era que, essas servas que ela disse terem-no desprezado, na verdade o considerariam digno de honra.
Mical morreu sem ter filhos. O Senhor não a abençoou com o dom da maternidade.
Como é sério desprezar um homem, ungido do Senhor, por estar fazendo algo correto aos olhos do Senhor.
Que aprendamos a ter cuidado.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã leremos 2 Samuel, do capítulo sete ao capítulo dez.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 13 de março de 2019
1 Samuel 6.1-21
Leitura do dia 13/03.
Na postagem anterior, vimos a arca do Senhor sendo levada pelas cidades dos filisteus e causando terror. O Senhor é fogo consumidor, mas também é amor. Devemos conhecê-Lo. Não virar nossas costas a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-51-12.html
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo seis de 1 Samuel.
A arca do Senhor ficou com os filisteus por sete meses. Depois de tanto sofrimento, chamaram seus sacerdotes e adivinhos. Perguntaram o que fazer com a arca do Senhor. Como deveriam mandá-la para sua própria terra.
Os sacerdotes responderam que mandassem com uma oferta pela culpa para que a praga que os estava matando, cessasse. Se fossem curados, saberiam que fora a mão dEle que a causara.
Perguntaram o tipo de oferta e seus sacerdotes orientaram que fizessem cinco tumores de ouro e cinco ratos de ouro, representando os cinco governantes e a praga que os assolara. Essas ofertas eram para demonstrar honra ao Deus de Israel.
Eles aconselharam o povo a não endurecerem o coração como faraó e os egípcios fizeram e foram destruídos.
Mais uma oportunidade escancarada de voltarem-se para o Senhor e serví-Lo.
Também ordenaram que o povo construísse uma carroça nova. Colocassem duas vacas que tivessem acabado de dar cria e que nunca tivessem sido usadas no arado.
Que deixassem as vacas irem para onde quisessem. Livres.
Se escolhessem o caminho que ia a Bete-Semes, eles saberiam que foi o Senhor que trouxera sobre eles aquela terrível calamidade. Se escolhessem outro caminho, teria sido apenas coincidência.
As vacas foram direto para Bete-Semes, mugindo pelo caminho. Não desviaram para lado nenhum. Os governantes filisteus foram atrás até à fronteira. E ficaram olhando.
Os moradores de Bete-Semes estavam colhendo trigo no vale. Quando viram a arca, ficaram cheios de alegria. A carroça, “conduzida” pelas vacas, entrou no campo de um homem chamado Josué e parou ao lado de uma grande pedra. Estavam prontas para o sacrifício.
Quebraram a carroça para fazer fogo. Queimaram as vacas e as ofereceram ao Senhor.
Os levitas retiraram a arca da carroça, como devia ser, junto com as ofertas. Colocaram em cima de uma grande pedra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-251-2721.html
Enquanto o povo de Bete-Semes oferecia sacrifícios e holocaustos ao Senhor, os governantes dos filisteus viam tudo. Depois, voltaram para Ecrom.
Como ver cenas como estas e não se deixar ser tocado pelo Senhor de Israel, o único Deus verdadeiro?
Quando o livro de 1 Samuel foi escrito, esta pedra estava lá, no campo de Josué, como testemunha.
Mas, os homens de Bete-Semes não temeram o Senhor. Abriram a arca e olharam dentro dela, quando nem os levitas que a carregavam podiam tocar. Setenta homens morreram. O povo chorou muito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-32.html
Foi um choro de tristeza, pela morte daqueles homens. Mas não houve arrependimento. Não reconheceram a santidade do Senhor.
Questionaram sobre quem poderia estar na presença do Senhor, o Santo. E perguntaram para onde mandariam a arca. Não queriam ficar com ela.
Davi aprendeu a resposta: "Senhor, quem pode ter acesso a teu santuário? Quem pode permanecer em teu santo monte? Quem leva uma vida íntegra e pratica a justiça; quem, de coração, fala a verdade. Quem não difama os outros, não prejudica o próximo, nem fala mal dos amigos. Quem despreza os que têm conduta reprovável, e honra os que temem o Senhor, e cumpre suas promessas mesmo quando é prejudicado. Quem empresta dinheiro sem visar lucro e não aceita suborno para mentir sobre o inocente. quem age assim jamais será abalado". - Salmos 15.1-5
Mandaram mensageiros a Quiriate-Jearim, pedindo que viessem buscar a arca do Senhor.
Antes de terminar a leitura de hoje, leia o texto "Queremos a arca da aliança em nosso meio?"
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/queremos-arca-da-alianca-em-nosso-meio.html
Continuamos amanhã, através dos capítulos sete a nove.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a arca do Senhor sendo levada pelas cidades dos filisteus e causando terror. O Senhor é fogo consumidor, mas também é amor. Devemos conhecê-Lo. Não virar nossas costas a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-51-12.html
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo seis de 1 Samuel.
A arca do Senhor ficou com os filisteus por sete meses. Depois de tanto sofrimento, chamaram seus sacerdotes e adivinhos. Perguntaram o que fazer com a arca do Senhor. Como deveriam mandá-la para sua própria terra.
Os sacerdotes responderam que mandassem com uma oferta pela culpa para que a praga que os estava matando, cessasse. Se fossem curados, saberiam que fora a mão dEle que a causara.
Perguntaram o tipo de oferta e seus sacerdotes orientaram que fizessem cinco tumores de ouro e cinco ratos de ouro, representando os cinco governantes e a praga que os assolara. Essas ofertas eram para demonstrar honra ao Deus de Israel.
Eles aconselharam o povo a não endurecerem o coração como faraó e os egípcios fizeram e foram destruídos.
Mais uma oportunidade escancarada de voltarem-se para o Senhor e serví-Lo.
Também ordenaram que o povo construísse uma carroça nova. Colocassem duas vacas que tivessem acabado de dar cria e que nunca tivessem sido usadas no arado.
Que deixassem as vacas irem para onde quisessem. Livres.
Se escolhessem o caminho que ia a Bete-Semes, eles saberiam que foi o Senhor que trouxera sobre eles aquela terrível calamidade. Se escolhessem outro caminho, teria sido apenas coincidência.
As vacas foram direto para Bete-Semes, mugindo pelo caminho. Não desviaram para lado nenhum. Os governantes filisteus foram atrás até à fronteira. E ficaram olhando.
Os moradores de Bete-Semes estavam colhendo trigo no vale. Quando viram a arca, ficaram cheios de alegria. A carroça, “conduzida” pelas vacas, entrou no campo de um homem chamado Josué e parou ao lado de uma grande pedra. Estavam prontas para o sacrifício.
Quebraram a carroça para fazer fogo. Queimaram as vacas e as ofereceram ao Senhor.
Os levitas retiraram a arca da carroça, como devia ser, junto com as ofertas. Colocaram em cima de uma grande pedra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-251-2721.html
Enquanto o povo de Bete-Semes oferecia sacrifícios e holocaustos ao Senhor, os governantes dos filisteus viam tudo. Depois, voltaram para Ecrom.
Como ver cenas como estas e não se deixar ser tocado pelo Senhor de Israel, o único Deus verdadeiro?
Quando o livro de 1 Samuel foi escrito, esta pedra estava lá, no campo de Josué, como testemunha.
Mas, os homens de Bete-Semes não temeram o Senhor. Abriram a arca e olharam dentro dela, quando nem os levitas que a carregavam podiam tocar. Setenta homens morreram. O povo chorou muito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-32.html
Foi um choro de tristeza, pela morte daqueles homens. Mas não houve arrependimento. Não reconheceram a santidade do Senhor.
Questionaram sobre quem poderia estar na presença do Senhor, o Santo. E perguntaram para onde mandariam a arca. Não queriam ficar com ela.
Davi aprendeu a resposta: "Senhor, quem pode ter acesso a teu santuário? Quem pode permanecer em teu santo monte? Quem leva uma vida íntegra e pratica a justiça; quem, de coração, fala a verdade. Quem não difama os outros, não prejudica o próximo, nem fala mal dos amigos. Quem despreza os que têm conduta reprovável, e honra os que temem o Senhor, e cumpre suas promessas mesmo quando é prejudicado. Quem empresta dinheiro sem visar lucro e não aceita suborno para mentir sobre o inocente. quem age assim jamais será abalado". - Salmos 15.1-5
Mandaram mensageiros a Quiriate-Jearim, pedindo que viessem buscar a arca do Senhor.
Antes de terminar a leitura de hoje, leia o texto "Queremos a arca da aliança em nosso meio?"
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/queremos-arca-da-alianca-em-nosso-meio.html
Continuamos amanhã, através dos capítulos sete a nove.
Espero você. Até lá.
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1 Samuel 5.1-12
Leitura do dia 13/03.
Na postagem anterior vimos Israel sendo derrotado diante dos filisteus. Eli, Hofni e Fineias morreram. A arca foi levada.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-41b-22.html
Agora continuamos através do capítulo cinco de 1 Samuel.
A arca da aliança foi levada para Asdode. Lá, os filisteus colocaram-na no templo de Dagom, seu deus. Ela ficou ao lado de uma estátua de Dagom.
Pela manhã, os filisteus viram que a estátua de Dagom estava caída com o rosto em terra, diante da arca do Senhor.
Não entenderam o que aconteceu. Não há ninguém comparável ao Senhor, o único Senhor.
Colocaram a estátua em seu lugar. Na manhã seguinte porém, a estátua, que na verdade eles criam ser Dagom, estava novamente caída com o rosto em terra diante da arca da aliança. Desta vez, porém, a cabeça e as mãos de Dagom estavam quebradas, junto à porta.
Ah, que oportunidade maravilhosa para voltar às costas a Dagom e servir o Senhor de Israel. Infelizmente não foi o que aconteceu.
A mão do Senhor pesou sobre os moradores de Asdode e das cidades vizinhas. Quando o povo de Asdode percebeu o que estava acontecendo, clamaram que não podiam ficar com a arca do Deus de Israel. Sua mão pesara sobre eles e seu deus. Reuniram os governantes das cidades dos filisteus e perguntaram: “O que devemos fazer com a arca do Deus de Israel?”
Ao invés de tentarem conhecer ao Senhor, quiseram se livrar da arca. Mandaram-na para Gate.
Quando lá chegou, aconteceu o mesmo que acontecera em Asdode. O pânico tomou conta da cidade.
Mandaram a arca para Ecrom. Quando seus habitantes viram que estava entrando na cidade, se desesperaram. Estavam querendo matá-los?
Reuniram-se com os governantes filisteus mais uma vez. Suplicaram que a arca fosse levada para sua própria terra, antes que todos fossem mortos. Um pavor mortal se espalhara por todas as cidades dos filisteus. Os que não morreram, gemiam tanto que seu clamor subiu até o céu.
E quanto a nós? O que faremos com a arca do Deus de Israel?
Vamos procurar conhecê-Lo, cada dia mais? Ou, ao invés de temor, teremos pavor e O mandaremos para longe de nós?
"Ah, como precisamos conhecer o Senhor; busquemos conhecê-Lo! Ele nos responderá, tão certo como chega o amanhecer ou vêm as chuvas da primavera". - Oseias 6.3
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos Israel sendo derrotado diante dos filisteus. Eli, Hofni e Fineias morreram. A arca foi levada.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-41b-22.html
Agora continuamos através do capítulo cinco de 1 Samuel.
A arca da aliança foi levada para Asdode. Lá, os filisteus colocaram-na no templo de Dagom, seu deus. Ela ficou ao lado de uma estátua de Dagom.
Pela manhã, os filisteus viram que a estátua de Dagom estava caída com o rosto em terra, diante da arca do Senhor.
Não entenderam o que aconteceu. Não há ninguém comparável ao Senhor, o único Senhor.
Colocaram a estátua em seu lugar. Na manhã seguinte porém, a estátua, que na verdade eles criam ser Dagom, estava novamente caída com o rosto em terra diante da arca da aliança. Desta vez, porém, a cabeça e as mãos de Dagom estavam quebradas, junto à porta.
Ah, que oportunidade maravilhosa para voltar às costas a Dagom e servir o Senhor de Israel. Infelizmente não foi o que aconteceu.
A mão do Senhor pesou sobre os moradores de Asdode e das cidades vizinhas. Quando o povo de Asdode percebeu o que estava acontecendo, clamaram que não podiam ficar com a arca do Deus de Israel. Sua mão pesara sobre eles e seu deus. Reuniram os governantes das cidades dos filisteus e perguntaram: “O que devemos fazer com a arca do Deus de Israel?”
Ao invés de tentarem conhecer ao Senhor, quiseram se livrar da arca. Mandaram-na para Gate.
Quando lá chegou, aconteceu o mesmo que acontecera em Asdode. O pânico tomou conta da cidade.
Mandaram a arca para Ecrom. Quando seus habitantes viram que estava entrando na cidade, se desesperaram. Estavam querendo matá-los?
Reuniram-se com os governantes filisteus mais uma vez. Suplicaram que a arca fosse levada para sua própria terra, antes que todos fossem mortos. Um pavor mortal se espalhara por todas as cidades dos filisteus. Os que não morreram, gemiam tanto que seu clamor subiu até o céu.
E quanto a nós? O que faremos com a arca do Deus de Israel?
Vamos procurar conhecê-Lo, cada dia mais? Ou, ao invés de temor, teremos pavor e O mandaremos para longe de nós?
"Ah, como precisamos conhecer o Senhor; busquemos conhecê-Lo! Ele nos responderá, tão certo como chega o amanhecer ou vêm as chuvas da primavera". - Oseias 6.3
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Josué 3.1-17
Leitura do dia 26/02.
Nas postagens anteriores, vimos o Senhor animar Josué a ser forte e corajoso, meditando em sua palavra dia e noite.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Também vimos que Raabe creu no Senhor, Deus de Israel, o único Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-21-24.html
Agora, continuamos através do capítulo três de Josué.
No dia seguinte, logo cedo, Israel partiu de Sitim. Chegaram às margens do Jordão, onde acamparam.
Três dias depois os oficiais percorreram todo o acampamento israelita. Ordenaram ao povo que, quando vissem a Arca da Aliança do Senhor sendo carregada pelos levitas, saíssem de suas posições e seguissem atrás dela. Não deviam ficar muito próximos. Ficariam a uma distância segura. A arca indicaria o caminho que seguiriam. Afinal, nunca haviam estado ali antes.
Josué ordenou que todo o povo se purificasse. No dia seguinte o Senhor faria maravilhas no meio deles.
Quando amanheceu o dia, Josué ordenou que os sacerdotes levantassem a Arca da Aliança do Senhor e conduzissem o povo para o outro lado do Jordão. Eles assim fizeram. Levantaram a Arca e foram à frente do povo.
Enquanto isso, o Senhor disse a Josué que naquele dia começaria a engrandecê-lo diante de todo o povo. Todos saberiam que o Senhor estava com ele, como esteve com Moisés.
O Senhor ordenou que Josué dissesse aos sacerdotes que carregavam as arcas, que assim que chegassem às margens do Jordão, parassem exatamente ali.
Josué disse ao povo que se aproximasse e ouvisse as palavras do Senhor. Naquele dia saberiam que o Deus vivo estava entre eles. Ele certamente expulsaria aqueles povos de diante deles. Que vissem que a Arca da Aliança do Senhor de toda a terra os conduziria para o outro lado do Jordão.
Agora, finalmente é revelada a forma como atravessariam o Jordão. Assim que os pés dos sacerdotes que conduziam a arca, tocassem as águas do Jordão, a correnteza seria interrompida e as águas formariam um muro.
O povo deixou o acampamento. Os sacerdotes foram à frente.
Era a estação da colheita. O Jordão transbordava. Mas, assim que os sacerdotes colocaram seus pés na água, a correnteza parou, as águas formaram um muro e o leito do rio secou.
Os sacerdotes ficaram parados, no meio do leito do rio, até todo o povo passar.
Esse é o papel do líder. Apontar o caminho. Ir à frente. Pisar primeiro na água. Molhar os pés. E ficar ali. Segurando a Arca. Até que todo o povo passe. É época de colheita. O rio transborda em suas margens.
Apenas os sacerdotes molharam seus pés. Mais ninguém. O restante do povo atravessou em seco o rio Jordão.
Se somos líderes, que sejamos ousados. Que saibamos a ordem do Senhor e que a cumpramos. Ainda que somente nossos pés se molhem. O povo precisa passar a seco. Precisamos fica no meio do rio. Só sair após o último estar em segurança do outro lado. É época de colheita.
Nosso texto termina hoje aqui.
Amanhã leremos Josué do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
Nas postagens anteriores, vimos o Senhor animar Josué a ser forte e corajoso, meditando em sua palavra dia e noite.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Também vimos que Raabe creu no Senhor, Deus de Israel, o único Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-21-24.html
Agora, continuamos através do capítulo três de Josué.
No dia seguinte, logo cedo, Israel partiu de Sitim. Chegaram às margens do Jordão, onde acamparam.
Três dias depois os oficiais percorreram todo o acampamento israelita. Ordenaram ao povo que, quando vissem a Arca da Aliança do Senhor sendo carregada pelos levitas, saíssem de suas posições e seguissem atrás dela. Não deviam ficar muito próximos. Ficariam a uma distância segura. A arca indicaria o caminho que seguiriam. Afinal, nunca haviam estado ali antes.
Josué ordenou que todo o povo se purificasse. No dia seguinte o Senhor faria maravilhas no meio deles.
Quando amanheceu o dia, Josué ordenou que os sacerdotes levantassem a Arca da Aliança do Senhor e conduzissem o povo para o outro lado do Jordão. Eles assim fizeram. Levantaram a Arca e foram à frente do povo.
Enquanto isso, o Senhor disse a Josué que naquele dia começaria a engrandecê-lo diante de todo o povo. Todos saberiam que o Senhor estava com ele, como esteve com Moisés.
O Senhor ordenou que Josué dissesse aos sacerdotes que carregavam as arcas, que assim que chegassem às margens do Jordão, parassem exatamente ali.
Josué disse ao povo que se aproximasse e ouvisse as palavras do Senhor. Naquele dia saberiam que o Deus vivo estava entre eles. Ele certamente expulsaria aqueles povos de diante deles. Que vissem que a Arca da Aliança do Senhor de toda a terra os conduziria para o outro lado do Jordão.
Agora, finalmente é revelada a forma como atravessariam o Jordão. Assim que os pés dos sacerdotes que conduziam a arca, tocassem as águas do Jordão, a correnteza seria interrompida e as águas formariam um muro.
O povo deixou o acampamento. Os sacerdotes foram à frente.
Era a estação da colheita. O Jordão transbordava. Mas, assim que os sacerdotes colocaram seus pés na água, a correnteza parou, as águas formaram um muro e o leito do rio secou.
Os sacerdotes ficaram parados, no meio do leito do rio, até todo o povo passar.
Esse é o papel do líder. Apontar o caminho. Ir à frente. Pisar primeiro na água. Molhar os pés. E ficar ali. Segurando a Arca. Até que todo o povo passe. É época de colheita. O rio transborda em suas margens.
Apenas os sacerdotes molharam seus pés. Mais ninguém. O restante do povo atravessou em seco o rio Jordão.
Se somos líderes, que sejamos ousados. Que saibamos a ordem do Senhor e que a cumpramos. Ainda que somente nossos pés se molhem. O povo precisa passar a seco. Precisamos fica no meio do rio. Só sair após o último estar em segurança do outro lado. É época de colheita.
Nosso texto termina hoje aqui.
Amanhã leremos Josué do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Êxodo 35.1-37.29
Leitura do dia 26/01.
Nas últimas postagens vimos o bezerro de ouro, a intercessão de Moisés, a revelação do Senhor e a renovação da aliança.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-331-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-341-35.html
Agora, vamos percorrer os capítulos trinta e cinco a trinta e sete de Êxodo.
Moisés reuniu toda a comunidade de Israel. Mais uma vez passou as instruções do Senhor.
Falou sobre a guarda do sábado.
Pediu que entregassem as ofertas dos materiais necessários para a confecção do tabernáculo e seus acessórios.
Ordenou que todos os artesãos talentosos fossem e fizessem tudo como o Senhor ordenara.
Todos cujo coração foi movido e o espírito tocado, trouxeram as ofertas. Tanto homem como mulheres. Entregaram tudo a Moisés, de bom grado.
As mulheres com habilidade para costurar e fiar prepararam os fios de tecido azul, roxo, vermelho e de linho. Também dispuseram sua habilidade para fiar o pelo de cabra.
Moisés informou ao povo sobre Bezalel e Aoliabe. Eles ensinariam aos outros. Eram exímios artesãos e projetistas. Moisés os chamou. E aos demais artesãos que estavam dispostos a realizar a obra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-311-18.html
O Senhor lhes deu sabedoria, a eles e aos demais artesãos, para realizarem todas as tarefas relacionadas à construção e decoração do tabernáculo. Eles o construíram conforme o Senhor ordenou. Exatamente.
Note que, além de serem habilidosos, o Senhor os encheu com sabedoria e eles estavam dispostos. O acampamento de Israel virou um enorme “salão de projetos”, com pessoas trabalhando várias horas por dia, em vários tipos de material. Eram costuras, bordados, marcenaria, fundição. Uma verdadeira indústria no meio do deserto.
E o povo continuava a trazer voluntariamente mais oferta, a cada manhã. Os artesãos informaram a Moisés que já tinham o suficiente para a obra. Ele ordenou ao povo que parasse de levar ofertas. Elas eram mais que suficientes para completar todo o projeto.
E assim, de acordo com o modelo do Senhor, o tabernáculo foi construído. De uma só peça contínua foi feita sua cobertura. Com uma camada protetora de peles de carneiro tingidas de vermelho e uma camada de couro fino.
As armações dos cantos foram emparelhadas na parte inferior e firmemente ligadas uma à outra na parte superior com uma argola, formando um só suporte de canto.
A arca da aliança foi feita de madeira de acácia. Revestida com ouro. Por dentro e por fora. E ainda tinha uma moldura de ouro ao redor.
A mesa também, exatamente como o modelo que Moisés viu no monte. Assim como o candelabro e seus enfeites. O altar de incenso. O óleo sagrado da unção. O incenso perfumado. O altar dos holocaustos.
Aqui termina o capítulo trinta e sete. Continuamos na próxima postagem.
Que tenhamos disposição em nos doar. Como essas homens e mulheres tiveram.
Espero você. Até lá.
Nas últimas postagens vimos o bezerro de ouro, a intercessão de Moisés, a revelação do Senhor e a renovação da aliança.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-331-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-341-35.html
Agora, vamos percorrer os capítulos trinta e cinco a trinta e sete de Êxodo.
Moisés reuniu toda a comunidade de Israel. Mais uma vez passou as instruções do Senhor.
Falou sobre a guarda do sábado.
Pediu que entregassem as ofertas dos materiais necessários para a confecção do tabernáculo e seus acessórios.
Ordenou que todos os artesãos talentosos fossem e fizessem tudo como o Senhor ordenara.
Todos cujo coração foi movido e o espírito tocado, trouxeram as ofertas. Tanto homem como mulheres. Entregaram tudo a Moisés, de bom grado.
As mulheres com habilidade para costurar e fiar prepararam os fios de tecido azul, roxo, vermelho e de linho. Também dispuseram sua habilidade para fiar o pelo de cabra.
Moisés informou ao povo sobre Bezalel e Aoliabe. Eles ensinariam aos outros. Eram exímios artesãos e projetistas. Moisés os chamou. E aos demais artesãos que estavam dispostos a realizar a obra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-311-18.html
O Senhor lhes deu sabedoria, a eles e aos demais artesãos, para realizarem todas as tarefas relacionadas à construção e decoração do tabernáculo. Eles o construíram conforme o Senhor ordenou. Exatamente.
Note que, além de serem habilidosos, o Senhor os encheu com sabedoria e eles estavam dispostos. O acampamento de Israel virou um enorme “salão de projetos”, com pessoas trabalhando várias horas por dia, em vários tipos de material. Eram costuras, bordados, marcenaria, fundição. Uma verdadeira indústria no meio do deserto.
E o povo continuava a trazer voluntariamente mais oferta, a cada manhã. Os artesãos informaram a Moisés que já tinham o suficiente para a obra. Ele ordenou ao povo que parasse de levar ofertas. Elas eram mais que suficientes para completar todo o projeto.
E assim, de acordo com o modelo do Senhor, o tabernáculo foi construído. De uma só peça contínua foi feita sua cobertura. Com uma camada protetora de peles de carneiro tingidas de vermelho e uma camada de couro fino.
As armações dos cantos foram emparelhadas na parte inferior e firmemente ligadas uma à outra na parte superior com uma argola, formando um só suporte de canto.
A arca da aliança foi feita de madeira de acácia. Revestida com ouro. Por dentro e por fora. E ainda tinha uma moldura de ouro ao redor.
A mesa também, exatamente como o modelo que Moisés viu no monte. Assim como o candelabro e seus enfeites. O altar de incenso. O óleo sagrado da unção. O incenso perfumado. O altar dos holocaustos.
Aqui termina o capítulo trinta e sete. Continuamos na próxima postagem.
Que tenhamos disposição em nos doar. Como essas homens e mulheres tiveram.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
Êxodo 25.1-27.21
Leitura do dia 23/01.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Êxodo.
Nas últimas postagens vimos o Senhor apresentar Seus decretos para Israel. De assuntos práticos da vida diária de uma nação que se inicia. Leis sobre a escravidão, reparação de danos pessoais, proteção à propriedade, responsabilidades gerais e à prática imparcial da justiça.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-211-36.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-221-1-32.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-231-32.html
Foram estabelecidas três feitas anuais. O Senhor prometeu Sua presença no meio do povo. E Israel aceitou Sua aliança, dizendo que O obedeceria em tudo.
Depois Moisés subiu ao monte. Aguardou seis dias, até que o Senhor o chamou do meio da escuridão.
Lembra de Noé? Ficou na arca sete dias esperando a chuva. Moisés sobe ao monte e aguarda seis dias, até que o Senhor o chame. Precisamos aprender a esperar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/na-postagem-anterior-lemoso-capitulo.html
Quando o Senhor o chamou, ele sumiu nas nuvens. Ficou lá durante quarenta dias. E quarenta noites. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-241-18.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Êxodo. Apenas uma postagem.
O Senhor disse a Moisés que deveria pedir uma oferta ao povo de Israel. Mas aceitaria apenas as ofertas que fossem doadas de todo coração. Era necessário que o povo se dispusesse a doar. Não fosse convencido a doar. Muito menos, forçado.
Uma lista foi feita. Era para a construção do tabernáculo.
O Senhor desejava habitar no meio do povo.
A seguir, o Senhor lhe mostrou o modelo do tabernáculo e das peças que o compunham. Cada detalhe.
Não leia divagando. Preste atenção. Tudo deveria ser feito como o modelo mostrado a Moisés. Exatamente como o modelo.
Moisés não ia adaptar nada para agradar alguém. Não ia adaptar para receber mais ofertas ou para ser aceito por determinada família influente. Nada. Era para ser exatamente como o modelo que lhe foi mostrado. Em detalhes.
O Senhor começa falando da arca da aliança. Ela seria feita de madeira de acácia. E revestida com ouro puro. Por dentro e por fora. Deveria ter varas para transportá-la. Porque ninguém podia tocar na arca.
A arca ficaria tampada. Sua tampa era o lugar da expiação. Ali, entre os querubins de ouro, o Senhor viria ao encontro com Moisés e falaria com ele, dando-lhe Seus mandamentos para Israel.
A mesa também era do mesmo material. Também com varas para ser carregada. Sobre ela ficariam os pães da presença. Diante do Senhor o tempo todo.
O candelabro seria todo detalhado, com sete lâmpadas posicionadas de modo que refletissem a luz para a frente. Não para os lados ou para trás. Para frente.
O tabernáculo deveria ter dez cortinas de linho finamente tecido. Bordado com habilidade. Todas as cortinas exatamente do mesmo tamanho.
Por cima dessas cortinas de linho, haveria outras cortinas. De pelo de cabra. Elas cobririam e protegeriam o tabernáculo. Todas exatamente iguais.
As armações do tabernáculo deviam ser idênticas. Com bases. Para que as hastes se encaixassem firmemente em suas bases.
No interior do tabernáculo haveria outra cortina. Uma cortina especial. De linho finamente tecido. Bordada com habilidade.A arca da aliança ficaria atrás dessa cortina. Ela separaria o lugar santo do lugar santíssimo.
Uma outra cortina ficaria na entrada da tenda. Também de linho finamente tecido. Artisticamente bordada. Com fios de tecido azul, roxo e vermelho.
O altar também seria de madeira de acácia. Quadrado. Com chifres nas pontas. Revestido de bronze.
Seriam feitos baldes para recolher as cinzas, pás, bacias, garfos para a carne e braseiros. Tudo de bronze. Varas também seriam passadas por argolas, para seu transporte. Não haveria cinzas sujando o chão. Seriam recolhidas.
O pátio também seria feito com cortinas de linho finamente tecido. Idênticas. Penduradas em vinte colunas apoiadas firmemente, em vinte bases de bronze.
Na entrada do pátio, uma cortina também de linho fino, enfeitada com lindos bordados de fio azul, roxo e vermelho. Pendurada em quatro colunas. Cada uma firmemente apoiada em sua própria base.
O óleo puro de oliva era para a iluminação. O candelabro ficaria na tenda do encontro. Do lado de fora da cortina interna que protegia a arca da aliança. Sempre com suas lâmpadas acesas.
Era obrigação de Arão e seus filhos que as lâmpadas permanecessem acesas na presença do Senhor, à noite toda. Uma lei permanente para o povo de Israel. De geração em geração.
Percebeu os detalhes?
Cada peça com sua especificação completa, seu material e seu lugar. Tudo muito caprichado. Muito lindo. Muito limpo. Muito organizado. Feito por pessoas hábeis.
Colunas firmes. Apoiadas em suas próprias bases. Lâmpadas que apontavam para a frente. E que nunca poderiam ser apagadas.
Que nossas vidas sejam assim!
Quem olha para nós pode ver as cortinas de cabra. Mas por dentro, que sejam cortinas de linho fino, bordadas lindamente, com habilidade. Que nosso interior seja revestido de ouro. Que tudo esteja limpo e organizado. Pelo Senhor. Conforme Seu modelo.
Que nossas lâmpadas jamais se apaguem. Que nosso pão esteja diante dele, o tempo todo.
Que não aceitemos outro modelo. Que não modifiquemos o modelo. Que tudo seja apenas conforme o modelo do Senhor.
Seu modelo é o único legítimo. Outro não é.
Nossa leitura termina aqui.
Espero você amanhã. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Êxodo.
Nas últimas postagens vimos o Senhor apresentar Seus decretos para Israel. De assuntos práticos da vida diária de uma nação que se inicia. Leis sobre a escravidão, reparação de danos pessoais, proteção à propriedade, responsabilidades gerais e à prática imparcial da justiça.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-211-36.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-221-1-32.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-231-32.html
Foram estabelecidas três feitas anuais. O Senhor prometeu Sua presença no meio do povo. E Israel aceitou Sua aliança, dizendo que O obedeceria em tudo.
Depois Moisés subiu ao monte. Aguardou seis dias, até que o Senhor o chamou do meio da escuridão.
Lembra de Noé? Ficou na arca sete dias esperando a chuva. Moisés sobe ao monte e aguarda seis dias, até que o Senhor o chame. Precisamos aprender a esperar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/na-postagem-anterior-lemoso-capitulo.html
Quando o Senhor o chamou, ele sumiu nas nuvens. Ficou lá durante quarenta dias. E quarenta noites. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-241-18.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Êxodo. Apenas uma postagem.
O Senhor disse a Moisés que deveria pedir uma oferta ao povo de Israel. Mas aceitaria apenas as ofertas que fossem doadas de todo coração. Era necessário que o povo se dispusesse a doar. Não fosse convencido a doar. Muito menos, forçado.
Uma lista foi feita. Era para a construção do tabernáculo.
O Senhor desejava habitar no meio do povo.
A seguir, o Senhor lhe mostrou o modelo do tabernáculo e das peças que o compunham. Cada detalhe.
Não leia divagando. Preste atenção. Tudo deveria ser feito como o modelo mostrado a Moisés. Exatamente como o modelo.
Moisés não ia adaptar nada para agradar alguém. Não ia adaptar para receber mais ofertas ou para ser aceito por determinada família influente. Nada. Era para ser exatamente como o modelo que lhe foi mostrado. Em detalhes.
O Senhor começa falando da arca da aliança. Ela seria feita de madeira de acácia. E revestida com ouro puro. Por dentro e por fora. Deveria ter varas para transportá-la. Porque ninguém podia tocar na arca.
A arca ficaria tampada. Sua tampa era o lugar da expiação. Ali, entre os querubins de ouro, o Senhor viria ao encontro com Moisés e falaria com ele, dando-lhe Seus mandamentos para Israel.
A mesa também era do mesmo material. Também com varas para ser carregada. Sobre ela ficariam os pães da presença. Diante do Senhor o tempo todo.
O candelabro seria todo detalhado, com sete lâmpadas posicionadas de modo que refletissem a luz para a frente. Não para os lados ou para trás. Para frente.
O tabernáculo deveria ter dez cortinas de linho finamente tecido. Bordado com habilidade. Todas as cortinas exatamente do mesmo tamanho.
Por cima dessas cortinas de linho, haveria outras cortinas. De pelo de cabra. Elas cobririam e protegeriam o tabernáculo. Todas exatamente iguais.
As armações do tabernáculo deviam ser idênticas. Com bases. Para que as hastes se encaixassem firmemente em suas bases.
No interior do tabernáculo haveria outra cortina. Uma cortina especial. De linho finamente tecido. Bordada com habilidade.A arca da aliança ficaria atrás dessa cortina. Ela separaria o lugar santo do lugar santíssimo.
Uma outra cortina ficaria na entrada da tenda. Também de linho finamente tecido. Artisticamente bordada. Com fios de tecido azul, roxo e vermelho.
O altar também seria de madeira de acácia. Quadrado. Com chifres nas pontas. Revestido de bronze.
Seriam feitos baldes para recolher as cinzas, pás, bacias, garfos para a carne e braseiros. Tudo de bronze. Varas também seriam passadas por argolas, para seu transporte. Não haveria cinzas sujando o chão. Seriam recolhidas.
O pátio também seria feito com cortinas de linho finamente tecido. Idênticas. Penduradas em vinte colunas apoiadas firmemente, em vinte bases de bronze.
Na entrada do pátio, uma cortina também de linho fino, enfeitada com lindos bordados de fio azul, roxo e vermelho. Pendurada em quatro colunas. Cada uma firmemente apoiada em sua própria base.
O óleo puro de oliva era para a iluminação. O candelabro ficaria na tenda do encontro. Do lado de fora da cortina interna que protegia a arca da aliança. Sempre com suas lâmpadas acesas.
Era obrigação de Arão e seus filhos que as lâmpadas permanecessem acesas na presença do Senhor, à noite toda. Uma lei permanente para o povo de Israel. De geração em geração.
Percebeu os detalhes?
Cada peça com sua especificação completa, seu material e seu lugar. Tudo muito caprichado. Muito lindo. Muito limpo. Muito organizado. Feito por pessoas hábeis.
Colunas firmes. Apoiadas em suas próprias bases. Lâmpadas que apontavam para a frente. E que nunca poderiam ser apagadas.
Que nossas vidas sejam assim!
Quem olha para nós pode ver as cortinas de cabra. Mas por dentro, que sejam cortinas de linho fino, bordadas lindamente, com habilidade. Que nosso interior seja revestido de ouro. Que tudo esteja limpo e organizado. Pelo Senhor. Conforme Seu modelo.
Que nossas lâmpadas jamais se apaguem. Que nosso pão esteja diante dele, o tempo todo.
Que não aceitemos outro modelo. Que não modifiquemos o modelo. Que tudo seja apenas conforme o modelo do Senhor.
Seu modelo é o único legítimo. Outro não é.
Nossa leitura termina aqui.
Espero você amanhã. Até lá.
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terça-feira, 10 de julho de 2018
Nem sempre é minha vez de brilhar
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Ontem vimos que Hurão-Abi entregou a Salomão tudo que lhe havia sido solicitado. Então, Salomão concluiu a construção do templo, conforme o que havia sido planejado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html
Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 5.
Depois de concluído, Salomão mandou que trouxessem tudo que seu pai havia consagrado. Os objetos de ouro, prata e todos os utensílios foram depositados no tesouro do templo de Deus.
Salomão congregou os anciãos, as autoridades, todos os líderes das tribos e os príncipes das famílias dos filhos de Israel, para fazer subir da Cidade de Davi, que é Sião, a Arca da Aliança do Senhor.
Os homens de Israel juntaram-se em comunhão ao rei por ocasião da festa, no sétimo mês.
Quando todas as autoridades de Israel chegaram, os levitas transportaram a Arca. Conduziram-na junto com a Tenda do Encontro e seus utensílios sagrados. Foram os sacerdotes levitas que levaram tudo. Conforme devia ser.
Depois que ignoraram as instruções do Senhor no caso de Uzá, aprenderam como e por quem a Arca devia ser transportada, assim como os utensílios sagrados.
ww.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
O rei Salomão e toda a comunidade de Israel, que estava reunida a ele perante a Arca, sacrificaram tantas ovelhas e bois que não foi possível contar.
Os sacerdotes trouxeram a Arca da Aliança para o seu lugar, o Santo dos Santos, e a colocaram debaixo das asas dos querubins.
Os querubins estendiam as asas sobre a Arca, cobrindo-as, assim como as varas utilizadas para o transporte. As varas eram tão longas que as pontas se estendiam para fora da Arca e podiam ser vistas da parte da frente do santuário interno. Mas não de fora dele.
No interior da Arca havia apenas as duas tábuas que Moisés tinha depositado quando o Senhor firmou uma Aliança com os israelitas depois que saíram do Egito.
Todos os levitas se consagraram, não importando a divisão de seus grupos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Os levitas músicos e cantores, todos vestidos de linho fino, com címbalos, alaúdes e harpas estavam em pé ao lado oriental do altar. Junto com eles, cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas.
Aqueles que tocavam as trombetas e os cantores louvaram e agradeceram ao Senhor a uma só voz.
Ao som de cornetas, címbalos e outros instrumentos, ergueram suas vozes em uníssono ao Senhor e cantaram: “Porque Ele é bom, o seu amor dura para sempre!”https://www.youtube.com/watch?v=JMhqOnY6LKY
Quando os sacerdotes saíram do Lugar Santo, toda a Casa se encheu da Nuvem de Glória do Senhor.
Os sacerdotes não conseguiam permanecer em pé para continuar o "serviço religioso", porque a glória do Senhor tomou todo o templo.
Temos algumas lições a aprender aqui.
Quando Salomão terminou a obra, mandou trazer tudo que Davi havia consagrado para o templo. Ele não se omitiu. Trouxe tudo. Não desprezou as ordens e desejos de seu pai. Foi fiel. Com seu pai. E com o Senhor.
Todos os levitas, não importa a qual ordem pertenciam, se eram sacerdotes, cantores, porteiros, músicos, estavam limpos. Haviam se consagrado ao Senhor para esse grande dia. Ninguém foi encontrado desprevenido. Ninguém desprezou a ordem do Senhor. Todos, sem exceção, estavam limpos. Prontos para exercer seu ministério no templo do Senhor. Prontos para a adoração. Prontos para estarem em Sua presença.
Quando comemoramos algo na presença do Senhor, a alegria é tanta, que não se pode medir, assim como não se podia contar a quantidade de sacrifícios oferecidos naquele dia.
O Senhor deve ocupar Seu lugar, sempre. Como a arca do Senhor, que era a representação da presença do Senhor, devia estar em seu lugar. https://www.youtube.com/watch?v=UKnQBjywq5E
Quando louvamos, adoramos e servimos ao Senhor, devemos estar em unidade. Como aqueles levitas estavam e louvavam ao Senhor a uma só voz.
O ambiente era tão propício ao Senhor, com corações voltados para Ele, que Sua glória encheu aquele lugar.
Quando a glória do Senhor enche um lugar, nem os sacerdotes conseguem ficar em pé. É preciso esquecer o “serviço religioso”. Aquilo que planejamos perde o valor. O que importa é a Sua glória. Ela está acima de nós.
Por mais que aqueles homens tenham se preparado, por mais que tenham esperado por aquele dia, quando a glória do Senhor encheu o templo, nada mais podia e devia ser feito. O templo era do Senhor, a glória era do Senhor. Não era a vez deles brilharem, era a vez do Senhor brilhar, manifestando Sua glória.
Isso me faz lembrar, mais uma vez, que nunca é sobre nós. Sempre é sobre Ele, por Ele e para Ele. E quando Ele entra em cena, meu dever é prostrar-me. Deixar que Ele brilhe.
https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU
Como João Batista, somos apenas a voz que aponta: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. https://www.youtube.com/watch?v=Ndk6l0UUSRw
Como João Batista, devemos apenas desejar: "Que Ele cresça e eu diminua."
https://www.youtube.com/watch?v=4J-kPpMmmNo
Amanhã prosseguimos. Até lá.
Ontem vimos que Hurão-Abi entregou a Salomão tudo que lhe havia sido solicitado. Então, Salomão concluiu a construção do templo, conforme o que havia sido planejado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html
Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 5.
Depois de concluído, Salomão mandou que trouxessem tudo que seu pai havia consagrado. Os objetos de ouro, prata e todos os utensílios foram depositados no tesouro do templo de Deus.
Salomão congregou os anciãos, as autoridades, todos os líderes das tribos e os príncipes das famílias dos filhos de Israel, para fazer subir da Cidade de Davi, que é Sião, a Arca da Aliança do Senhor.
Os homens de Israel juntaram-se em comunhão ao rei por ocasião da festa, no sétimo mês.
Quando todas as autoridades de Israel chegaram, os levitas transportaram a Arca. Conduziram-na junto com a Tenda do Encontro e seus utensílios sagrados. Foram os sacerdotes levitas que levaram tudo. Conforme devia ser.
Depois que ignoraram as instruções do Senhor no caso de Uzá, aprenderam como e por quem a Arca devia ser transportada, assim como os utensílios sagrados.
ww.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
O rei Salomão e toda a comunidade de Israel, que estava reunida a ele perante a Arca, sacrificaram tantas ovelhas e bois que não foi possível contar.
Os sacerdotes trouxeram a Arca da Aliança para o seu lugar, o Santo dos Santos, e a colocaram debaixo das asas dos querubins.
Os querubins estendiam as asas sobre a Arca, cobrindo-as, assim como as varas utilizadas para o transporte. As varas eram tão longas que as pontas se estendiam para fora da Arca e podiam ser vistas da parte da frente do santuário interno. Mas não de fora dele.
No interior da Arca havia apenas as duas tábuas que Moisés tinha depositado quando o Senhor firmou uma Aliança com os israelitas depois que saíram do Egito.
Todos os levitas se consagraram, não importando a divisão de seus grupos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Os levitas músicos e cantores, todos vestidos de linho fino, com címbalos, alaúdes e harpas estavam em pé ao lado oriental do altar. Junto com eles, cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas.
Aqueles que tocavam as trombetas e os cantores louvaram e agradeceram ao Senhor a uma só voz.
Ao som de cornetas, címbalos e outros instrumentos, ergueram suas vozes em uníssono ao Senhor e cantaram: “Porque Ele é bom, o seu amor dura para sempre!”https://www.youtube.com/watch?v=JMhqOnY6LKY
Quando os sacerdotes saíram do Lugar Santo, toda a Casa se encheu da Nuvem de Glória do Senhor.
Os sacerdotes não conseguiam permanecer em pé para continuar o "serviço religioso", porque a glória do Senhor tomou todo o templo.
Temos algumas lições a aprender aqui.
Quando Salomão terminou a obra, mandou trazer tudo que Davi havia consagrado para o templo. Ele não se omitiu. Trouxe tudo. Não desprezou as ordens e desejos de seu pai. Foi fiel. Com seu pai. E com o Senhor.
Todos os levitas, não importa a qual ordem pertenciam, se eram sacerdotes, cantores, porteiros, músicos, estavam limpos. Haviam se consagrado ao Senhor para esse grande dia. Ninguém foi encontrado desprevenido. Ninguém desprezou a ordem do Senhor. Todos, sem exceção, estavam limpos. Prontos para exercer seu ministério no templo do Senhor. Prontos para a adoração. Prontos para estarem em Sua presença.
Quando comemoramos algo na presença do Senhor, a alegria é tanta, que não se pode medir, assim como não se podia contar a quantidade de sacrifícios oferecidos naquele dia.
O Senhor deve ocupar Seu lugar, sempre. Como a arca do Senhor, que era a representação da presença do Senhor, devia estar em seu lugar. https://www.youtube.com/watch?v=UKnQBjywq5E
Quando louvamos, adoramos e servimos ao Senhor, devemos estar em unidade. Como aqueles levitas estavam e louvavam ao Senhor a uma só voz.
O ambiente era tão propício ao Senhor, com corações voltados para Ele, que Sua glória encheu aquele lugar.
Quando a glória do Senhor enche um lugar, nem os sacerdotes conseguem ficar em pé. É preciso esquecer o “serviço religioso”. Aquilo que planejamos perde o valor. O que importa é a Sua glória. Ela está acima de nós.
Por mais que aqueles homens tenham se preparado, por mais que tenham esperado por aquele dia, quando a glória do Senhor encheu o templo, nada mais podia e devia ser feito. O templo era do Senhor, a glória era do Senhor. Não era a vez deles brilharem, era a vez do Senhor brilhar, manifestando Sua glória.
Isso me faz lembrar, mais uma vez, que nunca é sobre nós. Sempre é sobre Ele, por Ele e para Ele. E quando Ele entra em cena, meu dever é prostrar-me. Deixar que Ele brilhe.
https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU
Como João Batista, somos apenas a voz que aponta: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. https://www.youtube.com/watch?v=Ndk6l0UUSRw
Como João Batista, devemos apenas desejar: "Que Ele cresça e eu diminua."
https://www.youtube.com/watch?v=4J-kPpMmmNo
Amanhã prosseguimos. Até lá.
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terça-feira, 26 de junho de 2018
Aprendendo a ser grato
Continuamos nossa caminhada pelas páginas maravilhosas de 1 Crônicas.
Será que você imaginava tanta coisa a aprender nessas páginas? Acredite, quanto mais lemos, mais aprendemos.
Ontem vimos que finalmente Davi levou a Arca da Aliança para a Cidade de Davi, sendo transportada pelos levitas. Ele também instituiu os músicos, porteiros e sacerdotes, tudo em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 17.
Davi passou a morar em seu palácio. Certo dia, em conversa com Natã, Davi compartilhou seu desejo de construir uma casa para o Senhor, já que a Arca permanecia em uma simples tenda, enquanto ele morava em um palácio.
Natã era o profeta que “atendia” Davi. Ele encorajou Davi. Disse que fizesse tudo que estava em seu coração, porque Deus estava com ele.
Naquela noite, porém, a palavra do Senhor veio a Natã. O Senhor mandou que Natã fosse até Davi e dissesse que o Senhor não queria que ele construísse uma casa para Si. Disse que tirou Davi das pastagens, onde cuidavas das ovelhas, para que fosse príncipe sobre Sua nação. Que caminhou com Ele por todos os lugares e destruiu todos os seus inimigos.
Disse também que tornaria Davi tão conhecido e ilustre quanto os mais importantes da terra. Que providenciaria um bom lugar para estabelecer Israel, para que tivessem suas terras e seu próprio lar, e jamais fossem incomodados. Que subjugaria todos os inimigos de Davi.
Além disso, disse que Ele, o Senhor, é que edificaria uma casa a Davi, uma dinastia que seria eterna. Disse também que o filho de Davi é quem edificaria a Casa para o Senhor.
Natã não procrastinou. Não teve medo de dizer ao rei a palavra do Senhor. Rapidamente foi até Davi e lhe disse tudo que o Senhor havia falado e revelado.
O coração de Davi me fascina. Quando ouviu a palavra do Senhor, não ficou lamentando porque não construiria uma casa ao Senhor. Escutou até o fim. Escutou tudo. Com ouvidos que realmente ouvem.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html
Entrou no Tabernáculo. Assentou-se diante do Senhor, e orou, não lamentando, mas agradecendo o Senhor por tê-lo levado onde estava, por ter dado uma palavra sobre sua família, por tê-lo tratado como um homem ilustre, por tê-lo honrado. Lembrou que o Senhor conhecia seu coração.
Reconheceu que não existe ninguém como o Senhor, tampouco outro Deus além dEle. Louvou e adorou o Senhor. Disse que sua descendência se manteria firme diante dEle. Suplicou que o Senhor abençoasse sua família, para que sua dinastia vivesse eternamente em Sua presença.
Ele sabia que quem o Senhor abençoa, permanece abençoado para sempre.
Que possamos aprender com Davi. A ouvirmos o não do Senhor e ainda assim adorar. A ouvirmos tudo que tem a nos dizer. A termos ouvidos que ouvem. A sermos gratos ao Senhor por todos os benefícios que nos tem feito e por todas as promessas que ainda se cumprirão em nossas vidas.
Que oremos como Davi! Que nossa família permaneça firme diante do Senhor, para sempre.
Amanhã prosseguimos.
Será que você imaginava tanta coisa a aprender nessas páginas? Acredite, quanto mais lemos, mais aprendemos.
Ontem vimos que finalmente Davi levou a Arca da Aliança para a Cidade de Davi, sendo transportada pelos levitas. Ele também instituiu os músicos, porteiros e sacerdotes, tudo em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 17.
Davi passou a morar em seu palácio. Certo dia, em conversa com Natã, Davi compartilhou seu desejo de construir uma casa para o Senhor, já que a Arca permanecia em uma simples tenda, enquanto ele morava em um palácio.
Natã era o profeta que “atendia” Davi. Ele encorajou Davi. Disse que fizesse tudo que estava em seu coração, porque Deus estava com ele.
Naquela noite, porém, a palavra do Senhor veio a Natã. O Senhor mandou que Natã fosse até Davi e dissesse que o Senhor não queria que ele construísse uma casa para Si. Disse que tirou Davi das pastagens, onde cuidavas das ovelhas, para que fosse príncipe sobre Sua nação. Que caminhou com Ele por todos os lugares e destruiu todos os seus inimigos.
Disse também que tornaria Davi tão conhecido e ilustre quanto os mais importantes da terra. Que providenciaria um bom lugar para estabelecer Israel, para que tivessem suas terras e seu próprio lar, e jamais fossem incomodados. Que subjugaria todos os inimigos de Davi.
Além disso, disse que Ele, o Senhor, é que edificaria uma casa a Davi, uma dinastia que seria eterna. Disse também que o filho de Davi é quem edificaria a Casa para o Senhor.
Natã não procrastinou. Não teve medo de dizer ao rei a palavra do Senhor. Rapidamente foi até Davi e lhe disse tudo que o Senhor havia falado e revelado.
O coração de Davi me fascina. Quando ouviu a palavra do Senhor, não ficou lamentando porque não construiria uma casa ao Senhor. Escutou até o fim. Escutou tudo. Com ouvidos que realmente ouvem.
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Entrou no Tabernáculo. Assentou-se diante do Senhor, e orou, não lamentando, mas agradecendo o Senhor por tê-lo levado onde estava, por ter dado uma palavra sobre sua família, por tê-lo tratado como um homem ilustre, por tê-lo honrado. Lembrou que o Senhor conhecia seu coração.
Reconheceu que não existe ninguém como o Senhor, tampouco outro Deus além dEle. Louvou e adorou o Senhor. Disse que sua descendência se manteria firme diante dEle. Suplicou que o Senhor abençoasse sua família, para que sua dinastia vivesse eternamente em Sua presença.
Ele sabia que quem o Senhor abençoa, permanece abençoado para sempre.
Que possamos aprender com Davi. A ouvirmos o não do Senhor e ainda assim adorar. A ouvirmos tudo que tem a nos dizer. A termos ouvidos que ouvem. A sermos gratos ao Senhor por todos os benefícios que nos tem feito e por todas as promessas que ainda se cumprirão em nossas vidas.
Que oremos como Davi! Que nossa família permaneça firme diante do Senhor, para sempre.
Amanhã prosseguimos.
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segunda-feira, 25 de junho de 2018
Cada um tem seu lugar
Vamos continuar nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos a Arca da Aliança sendo transportada para a Cidade de Davi, em conformidade com as Escrituras. Como deve ser.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Hoje vamos caminhar através do capítulo 16.
Depositaram a Arca da Aliança na tenda que Davi havia especialmente preparado. Ofereceram holocaustos, ofertas de paz e comunhão diante de Deus.
Davi designou levitas para ministrar perante a Arca, com petições e orações, dando graças e louvando o Deus de Israel.
Asafe foi nomeado o chefe, Zacarias o segundo, em seguida Jeiel, Semiramote, Jeiel, Matitias, Eliabe, Benaia, Obede-Edom e Jeiel. Foram incumbidos de executar suas liras e harpas, enquanto Asafe tocava os címbalos. Os sacerdotes Benaia e Jaaziel deviam tocar diariamente as trombetas diante da Arca.
No dia em que a Arca chegou ao seu lugar, o rei Davi determinou que Asafe e seus parentes louvassem o Senhor, entoando Salmos de gratidão e louvor. Foi a primeira vez que aconteceu.
O autor cita partes dos Salmos 105, de 1 a 15; 96.1-3 e 106.1, 47 e 48. Esses Salmos nos ordenam a louvar e invocar o Senhor, bem como proclamar Seus feitos entre TODOS os povos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Devemos recordar as maravilhas e os julgamentos de Seus lábios. Ele sempre se lembra da Sua Aliança. Ele é bom; o Seu amor dura para sempre.
Ao terminarem os cânticos, todo o povo deveria declarar “Amém”.
Davi designou Asafe e seus parentes para ministrarem regularmente, perante a Arca, em conformidade com as prescrições, diariamente.
Também determinou que Obede-Edom e seus sessenta e oito parentes cooperassem na ministração. Obede-Edom e Hosa serviam como porteiros.
Davi ordenou que o sacerdote Zadoque e seus parentes, que também eram sacerdotes, servissem diante do Tabernáculo, nas colinas de Gibeon. Eles deviam, regularmente, de manhã e à tarde, apresentarem holocaustos sobre o altar dos sacrifícios, em conformidade com o que está escrito na Lei do Senhor, como Ele mesmo havia ordenado a Israel.
Com eles estavam Hemã e Jedutum e os demais que haviam sido nomeados para ministrarem louvores, exclamando: “Ó Deus! Eterno é o teu amor!” Eram responsáveis pelas trombetas, os címbalos e todos os demais instrumentos musicais que acompanhavam os cânticos de adoração a Deus.
Os filhos de Jedutum também foram designados para servirem como porteiros.
Note que tudo era feito em conformidade com as prescrições, a cada momento, em cada detalhe. Da maneira certa. Como o Senhor ordenou em Sua Palavra. Como deve ser.
Ninguém inventou nada. Simplesmente abriram a Palavra e viram como deveria ser feito. Nosso "Manual de Conformidade", nosso "Manual de Instruções".
Todos deviam lembrar-se que o amor do Senhor é eterno! Seu amor deve nos constranger a cada dia. Eternamente.
Quando terminaram a cerimônia, Davi abençoou o povo no Nome do Senhor.
Antes de partirem, entregou um pedaço de pão, um pouco de vinho, um pedaço de carne assada, um bolo de tâmaras e uvas passas a cada homem e a cada mulher ali reunidos.
O povo foi, cada um para a sua casa. Davi também, com o fim de abençoar e passar algum tempo com sua família.
Davi não despediu o povo de mãos vazias. Ele lhes deu mantimento para a viagem. Se importou com cada um. Homem e mulher.
Agora, prestou atenção em cada detalhe. No transporte da arca. Nos músicos, porteiros e sacerdotes. Nas músicas que deveriam ser tocadas e quando, nos porteiros e seus serviços e nos sacrifícios a serem executados pelos sacerdotes. Tudo em conformidade com a Palavra do Senhor. Como deve ser.
Que aprendamos com Davi. A nos importarmos com o que o Senhor deseja. A nos importarmos com as pessoas, como nos importamos conosco. A estarmos em nosso lugar, para que tudo possa correr bem. A abençoarmos o povo e nossa família.
Que nos lembremos que, assim como havia um lugar e um serviço, uma tarefa, para cada um, também há para nós. Se ainda não sabemos, que seja nossa prioridade descobrir. Estar onde o Senhor deseja que estejamos é o melhor. Fazer o que Ele deseja será nossa satisfação e alegria.
Cada um de nós tem o seu lugar. Ninguém é maior que ninguém. O corpo precisa de todos os membros. Assim é a Igreja, Corpo do Senhor.
Amanhã prosseguimos.
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domingo, 24 de junho de 2018
Agindo em Conformidade
Vamos continuar nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos Davi pedindo orientação ao Senhor, embora fosse um soldado experiente, tivesse um exército valioso, também experiente e conhecesse seu inimigo. Preciosas lições a seguir. Sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/buscando-direcao-sempre.html
Hoje caminharemos pelo capítulo 15.
Davi construiu seu palácio com edifícios e casas na cidade de Davi. Também preparou um lugar especial para receber a Arca do Senhor. Levantou uma tenda para abrigá-la, a Tenda de Davi.
Durante esse tempo, descobriu como a Arca deveria ser transportada. Sua pergunta foi respondida.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Novamente convocou todo o povo de Israel para levarem a Arca ao lugar que havia preparado especialmente para ela.
Davi convocou os descendentes de Arão e os levitas, seus chefes e irmãos. Convocou também os sacerdotes Zadoque e Abiatar, os levitas Uriel, Asaías, Joel, Semaías, Eliel e Aminadabe. Eles eram os líderes e chefes das famílias levitas. Davi exortou-os para que se santificassem, tanto eles como seus irmãos, para transportarem a Arca de Deus.
Davi lembrou que por não terem conduzido a Arca na primeira vez, a ira do Senhor causou grande destruição. Ele reconheceu que, infelizmente, não haviam consultado como proceder conforme a lei, ou seja, corretamente. Reconheceu terem agido de maneira errada, não o Senhor.
Os sacerdotes e os levitas se consagraram para transportar a Arca do Senhor. Ainda que fosse esta a sua obrigação, se santificaram para realizá-la. Como deve ser. Quando servimos ao Senhor, precisamos nos consagrar a Ele. Sempre.
Os levitas não delegaram mais sua tarefa. Era pesada, é verdade, toda feita de madeira e coberta de ouro, mas elas carregaram-na apoiando suas varas sobre os ombros, de acordo com o que Moisés havia determinado, em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Se você exerce tarefas que tenham controle de conformidade está acostumado com essa linguagem. Tudo que não é feito em conformidade precisa ser refeito, caso contrário não pode ser aceito. Com o Senhor é assim também, por isso, todos os passos dados precisam estar em conformidade com Sua Palavra. Ela é nosso “Manual de Conformidade”, nosso “Manual de Instruções”.
Davi também ordenou aos chefes dos levitas que encarregassem os músicos de cantar melodias alegres, acompanhados por diversos instrumentos musicais. Era uma ocasião especialmente feliz. Hemã, filho de Joel, e Asafe, filho de Berequias, parentes deles, e também Etã, filho de Cuxaías, dentre os descendentes de Merari, seus parentes, foram os encarregados. Com eles estavam os porteiros, seus parentes pertencentes ao segundo escalão.
Assim, os músicos Hemã, Asafe e Etã tocavam címbalos de bronze; outros tinham a responsabilidade de tocar as liras, acompanhando o soprano, e ainda outros tocavam as harpas em oitava, marcando o ritmo. Tudo organizado. Cada um em sua tarefa específica. Como deve ser. Sempre.
Quenanias, o chefe dos levitas, era encarregado dos cânticos. Essa era sua obrigação, porquanto tinha talento e competência para executar bem essa tarefa. Quenanias não tinha apenas talento, ele se especializou para executar sua tarefa de maneira competente, com esmero. Como deve ser quando fazemos qualquer coisa, principalmente para o Senhor.
Berequias e Elcana serviam como porteiros e protegiam a Arca. Era o ministério deles. Que devia ser exercido com precisão e esmero. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/ana-e-seu-sonho.html
Os sacerdotes Sebanias, Josafá, Natanael, Amasai, Zacarias, Benaia e Eliézer tocavam as trombetas diante da Arca de Deus.
Obede-Edom e Jeías também eram porteiros. Vigiavam para que ninguém tocasse na Arca. Embora, a essa altura, todos soubessem que ninguém devia tocá-la, ainda assim, estavam ali para lembrar a todos dessa limitação.
Davi, todas as autoridades do povo de Israel e os líderes dos batalhões de mil buscaram a Arca da Aliança do Senhor que estava na casa de Obede-Edom, com grande celebração.
Em louvor ao Senhor, que poupou e ajudou os levitas que carregavam a Arca, durante seu transporte havia sacrifícios ao Senhor. Mesmo que agora estivessem agindo da maneira correta, agradeciam ao Senhor.
Os levitas que carregavam a Arca, os músicos e Quenanias, líder dos músicos vestiam um manto de linho fino. Davi vestia também o colete sacerdotal de linho.
Toda a nação de Israel acompanhou a Arca da Aliança com grande júbilo e brados de alegria, ao som de trombetas, cornetas e címbalos, ao toque de liras e harpas.
Quando a Arca entrou na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, uma das esposas de Davi, estava em uma das janela. Ela rejeitou Davi, em seu coração, pela maneira extravagante com que ele adorava.
Que aprendamos a consultar sempre a Palavra do Senhor para agirmos de acordo com Seus mandamentos, antes de fazermos qualquer coisa, para não corrermos nenhum risco desnecessário. Para aprendermos a agradá-Lo.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
Ontem vimos Davi pedindo orientação ao Senhor, embora fosse um soldado experiente, tivesse um exército valioso, também experiente e conhecesse seu inimigo. Preciosas lições a seguir. Sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/buscando-direcao-sempre.html
Hoje caminharemos pelo capítulo 15.
Davi construiu seu palácio com edifícios e casas na cidade de Davi. Também preparou um lugar especial para receber a Arca do Senhor. Levantou uma tenda para abrigá-la, a Tenda de Davi.
Durante esse tempo, descobriu como a Arca deveria ser transportada. Sua pergunta foi respondida.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Novamente convocou todo o povo de Israel para levarem a Arca ao lugar que havia preparado especialmente para ela.
Davi convocou os descendentes de Arão e os levitas, seus chefes e irmãos. Convocou também os sacerdotes Zadoque e Abiatar, os levitas Uriel, Asaías, Joel, Semaías, Eliel e Aminadabe. Eles eram os líderes e chefes das famílias levitas. Davi exortou-os para que se santificassem, tanto eles como seus irmãos, para transportarem a Arca de Deus.
Davi lembrou que por não terem conduzido a Arca na primeira vez, a ira do Senhor causou grande destruição. Ele reconheceu que, infelizmente, não haviam consultado como proceder conforme a lei, ou seja, corretamente. Reconheceu terem agido de maneira errada, não o Senhor.
Os sacerdotes e os levitas se consagraram para transportar a Arca do Senhor. Ainda que fosse esta a sua obrigação, se santificaram para realizá-la. Como deve ser. Quando servimos ao Senhor, precisamos nos consagrar a Ele. Sempre.
Os levitas não delegaram mais sua tarefa. Era pesada, é verdade, toda feita de madeira e coberta de ouro, mas elas carregaram-na apoiando suas varas sobre os ombros, de acordo com o que Moisés havia determinado, em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Se você exerce tarefas que tenham controle de conformidade está acostumado com essa linguagem. Tudo que não é feito em conformidade precisa ser refeito, caso contrário não pode ser aceito. Com o Senhor é assim também, por isso, todos os passos dados precisam estar em conformidade com Sua Palavra. Ela é nosso “Manual de Conformidade”, nosso “Manual de Instruções”.
Davi também ordenou aos chefes dos levitas que encarregassem os músicos de cantar melodias alegres, acompanhados por diversos instrumentos musicais. Era uma ocasião especialmente feliz. Hemã, filho de Joel, e Asafe, filho de Berequias, parentes deles, e também Etã, filho de Cuxaías, dentre os descendentes de Merari, seus parentes, foram os encarregados. Com eles estavam os porteiros, seus parentes pertencentes ao segundo escalão.
Assim, os músicos Hemã, Asafe e Etã tocavam címbalos de bronze; outros tinham a responsabilidade de tocar as liras, acompanhando o soprano, e ainda outros tocavam as harpas em oitava, marcando o ritmo. Tudo organizado. Cada um em sua tarefa específica. Como deve ser. Sempre.
Quenanias, o chefe dos levitas, era encarregado dos cânticos. Essa era sua obrigação, porquanto tinha talento e competência para executar bem essa tarefa. Quenanias não tinha apenas talento, ele se especializou para executar sua tarefa de maneira competente, com esmero. Como deve ser quando fazemos qualquer coisa, principalmente para o Senhor.
Berequias e Elcana serviam como porteiros e protegiam a Arca. Era o ministério deles. Que devia ser exercido com precisão e esmero. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/ana-e-seu-sonho.html
Os sacerdotes Sebanias, Josafá, Natanael, Amasai, Zacarias, Benaia e Eliézer tocavam as trombetas diante da Arca de Deus.
Obede-Edom e Jeías também eram porteiros. Vigiavam para que ninguém tocasse na Arca. Embora, a essa altura, todos soubessem que ninguém devia tocá-la, ainda assim, estavam ali para lembrar a todos dessa limitação.
Davi, todas as autoridades do povo de Israel e os líderes dos batalhões de mil buscaram a Arca da Aliança do Senhor que estava na casa de Obede-Edom, com grande celebração.
Em louvor ao Senhor, que poupou e ajudou os levitas que carregavam a Arca, durante seu transporte havia sacrifícios ao Senhor. Mesmo que agora estivessem agindo da maneira correta, agradeciam ao Senhor.
Os levitas que carregavam a Arca, os músicos e Quenanias, líder dos músicos vestiam um manto de linho fino. Davi vestia também o colete sacerdotal de linho.
Toda a nação de Israel acompanhou a Arca da Aliança com grande júbilo e brados de alegria, ao som de trombetas, cornetas e címbalos, ao toque de liras e harpas.
Quando a Arca entrou na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, uma das esposas de Davi, estava em uma das janela. Ela rejeitou Davi, em seu coração, pela maneira extravagante com que ele adorava.
Que aprendamos a consultar sempre a Palavra do Senhor para agirmos de acordo com Seus mandamentos, antes de fazermos qualquer coisa, para não corrermos nenhum risco desnecessário. Para aprendermos a agradá-Lo.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
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sexta-feira, 7 de abril de 2017
Quando Deus diz não
Qual é nossa reação, quando Deus diz não? Nos descabelamos desesperados? Fazemos beicinho? Ficamos mal-humorados? Ficamos desanimados? Nos ressentimos? Apontamos o dedo aos céus, exigindo uma explicação? Nos trancamos em nossos quartos e viramos o rosto, sem querer conversar com Ele ou com ninguém? Ficamos dias sem lhe dirigir a palavra? Fechamos nossas Bíblias? O abandonamos? Ou o adoramos?
Vamos novamente nos aventurar pelo livro de II Samuel? Tantas histórias ricas. Tantos exemplos. Tantas lições a serem aprendidas! E vamos voltar a Davi, o homem segundo o coração de Deus. Sim, Davi, o homem que soube ouvir o sim, o espere e o não de Deus.
Em II Samuel capítulo 7, a Bíblia nos conta que Davi morava em seu palácio e o Senhor lhe dera descanso de todos os seus inimigos ao redor. Tudo era paz.
Davi amava ao Senhor. Seu coração pulsava de desejo em agradá-Lo. Ele desejava, com todo seu coração de rei, poeta e adorador, construir uma casa para o Senhor, um lugar de descanso para a arca de Deus. A arca se encontrava na “Tenda de Davi”.
Quando Davi desejava ou necessitava fazer algo, consultava ao Senhor. Foi assim em tempos de guerra. E era assim, em tempos de paz. Davi abriu seu coração a Natã, o profeta. Este lhe disse para fazer o que estava em seu coração que o Senhor era com ele.
Acredito que assim que Natã saiu da presença de Davi, os preparativos começaram. Davi fervilhava de ideias. O que fazer, como fazer, onde comprar materiais, quem contratar para a grande obra, os instrumentos a serem fabricados, enfim, cada detalhe.
Mas, naquela madrugada o Senhor falou a Natã para voltar e dizer “não” a Davi. Não, a resposta do Senhor era não. “Não, você não vai construir uma casa em memória de mim. Seu filho, que reinará depois de você, esse construirá”.
O templo só seria construído após a morte de Davi, quando outro estivesse reinando e não ele. Qual foi sua atitude? I Crônicas 22.5 diz que Davi deixou tudo preparado antes de morrer. Pedras, bronze, toras de cedro, ferro, pregos, dobradiças. E em I Crônicas 22.14 Davi fala a Salomão que com muito esforço providenciou para o templo do Senhor 3500 toneladas de ouro, 35 mil toneladas de prata, bronze e ferro que não se podia calcular, além de madeira e pedra. Ele ainda ordenou a todos os líderes de Israel que ajudassem Salomão nessa grande obra. Tudo isso depois de ouvir um não. Nenhum beicinho porque a glória não seria dele em construir tão grande obra. Uma obra que ele jamais veria. Simplesmente providenciou tudo. Com muito esforço. Depois de ouvir um não. Deixou tudo pronto para seu filho, aquele que tinha o sim de Deus, quando ele teve o não.
E tem mais, algum tempo depois, como nos conta II Samuel capítulo 11, quando os reis saíam para a guerra, Davi ficou em Jerusalém. Conhecemos essa história. É muito perigoso estar em um lugar quando deveríamos estar em outro. Davi adultera. Bete-Seba engravida. Davi assassina um de seus valentes, Urias, um dos trinta.
No capítulo 12 de II Samuel, Natã o confronta. Ele se arrepende. Natã lhe informa que o Senhor o perdoou mas o filho de Bete-Seba irá morrer.
O menino adoece. Davi implora ao Senhor em favor da criança. Ele jejua, se deita no chão. E assim passam os dias. Sete dias depois a criança morre.
Seus conselheiros não sabem o que fazer. Tem medo de contar a ele. Medo de que ele cometa alguma loucura. Mas ele ouve os burburinhos e pergunta o que aconteceu. Eles contam.
Davi levanta-se do chão, toma um bom banho, perfuma-se, veste uma roupa limpa, entra no santuário do Senhor e adora. Depois, volta ao palácio, pede que lhe preparem uma refeição e come.
Seus conselheiros não conseguem entender aquela atitude. Eles acharam que com a notícia, Davi fosse ficar completamente desnorteado. Mas Davi explica. Enquanto a criança vivia, clamou ao Senhor e pediu pela Sua misericórdia, que a criança vivesse. Deus disse não. Simples assim. Não havia mais o que fazer.
Fico pasma! Esse não de Deus é um não terrível. Mas Davi levanta-se. Não vai “encher a cara” para esquecer ou suportar esse não. Não precisa de um Rivotril para dormir e não pensar naquilo por um tempo. Ou um cigarro. Ou uma enorme barra de chocolate. Não sai quebrando objetos pelo palácio. Não se tranca num quarto. Não rasga suas roupas. Não blasfema. Ele ouve a resposta do Senhor. Se levanta. Toma um banho e vai ao santuário. Adorar ao Senhor. ADORAR ao Senhor! Depois volta, se alimenta, refazendo suas forças físicas e consola Bete-Seba.
Isso é maturidade. Ele sabe quem é o Seu Deus. O Deus que está acima de quaisquer circunstâncias.
E você? E eu? Qual nossa atitude diante do não de Deus? Um não diante de um plano, um projeto, um sonho, uma necessidade, um desespero, uma pessoa?
Que aprendamos a adorá-Lo em toda e qualquer situação. Confiar e amá-Lo. Quando Ele diz sim. E quando Ele diz não.
“Alegrai-vos sempre no Senhor; e novamente vos afirmo: Alegrai-vos!” – Filipenses 4.4
Vamos novamente nos aventurar pelo livro de II Samuel? Tantas histórias ricas. Tantos exemplos. Tantas lições a serem aprendidas! E vamos voltar a Davi, o homem segundo o coração de Deus. Sim, Davi, o homem que soube ouvir o sim, o espere e o não de Deus.
Em II Samuel capítulo 7, a Bíblia nos conta que Davi morava em seu palácio e o Senhor lhe dera descanso de todos os seus inimigos ao redor. Tudo era paz.
Davi amava ao Senhor. Seu coração pulsava de desejo em agradá-Lo. Ele desejava, com todo seu coração de rei, poeta e adorador, construir uma casa para o Senhor, um lugar de descanso para a arca de Deus. A arca se encontrava na “Tenda de Davi”.
Quando Davi desejava ou necessitava fazer algo, consultava ao Senhor. Foi assim em tempos de guerra. E era assim, em tempos de paz. Davi abriu seu coração a Natã, o profeta. Este lhe disse para fazer o que estava em seu coração que o Senhor era com ele.
Acredito que assim que Natã saiu da presença de Davi, os preparativos começaram. Davi fervilhava de ideias. O que fazer, como fazer, onde comprar materiais, quem contratar para a grande obra, os instrumentos a serem fabricados, enfim, cada detalhe.
Mas, naquela madrugada o Senhor falou a Natã para voltar e dizer “não” a Davi. Não, a resposta do Senhor era não. “Não, você não vai construir uma casa em memória de mim. Seu filho, que reinará depois de você, esse construirá”.
O templo só seria construído após a morte de Davi, quando outro estivesse reinando e não ele. Qual foi sua atitude? I Crônicas 22.5 diz que Davi deixou tudo preparado antes de morrer. Pedras, bronze, toras de cedro, ferro, pregos, dobradiças. E em I Crônicas 22.14 Davi fala a Salomão que com muito esforço providenciou para o templo do Senhor 3500 toneladas de ouro, 35 mil toneladas de prata, bronze e ferro que não se podia calcular, além de madeira e pedra. Ele ainda ordenou a todos os líderes de Israel que ajudassem Salomão nessa grande obra. Tudo isso depois de ouvir um não. Nenhum beicinho porque a glória não seria dele em construir tão grande obra. Uma obra que ele jamais veria. Simplesmente providenciou tudo. Com muito esforço. Depois de ouvir um não. Deixou tudo pronto para seu filho, aquele que tinha o sim de Deus, quando ele teve o não.
E tem mais, algum tempo depois, como nos conta II Samuel capítulo 11, quando os reis saíam para a guerra, Davi ficou em Jerusalém. Conhecemos essa história. É muito perigoso estar em um lugar quando deveríamos estar em outro. Davi adultera. Bete-Seba engravida. Davi assassina um de seus valentes, Urias, um dos trinta.
No capítulo 12 de II Samuel, Natã o confronta. Ele se arrepende. Natã lhe informa que o Senhor o perdoou mas o filho de Bete-Seba irá morrer.
O menino adoece. Davi implora ao Senhor em favor da criança. Ele jejua, se deita no chão. E assim passam os dias. Sete dias depois a criança morre.
Seus conselheiros não sabem o que fazer. Tem medo de contar a ele. Medo de que ele cometa alguma loucura. Mas ele ouve os burburinhos e pergunta o que aconteceu. Eles contam.
Davi levanta-se do chão, toma um bom banho, perfuma-se, veste uma roupa limpa, entra no santuário do Senhor e adora. Depois, volta ao palácio, pede que lhe preparem uma refeição e come.
Seus conselheiros não conseguem entender aquela atitude. Eles acharam que com a notícia, Davi fosse ficar completamente desnorteado. Mas Davi explica. Enquanto a criança vivia, clamou ao Senhor e pediu pela Sua misericórdia, que a criança vivesse. Deus disse não. Simples assim. Não havia mais o que fazer.
Fico pasma! Esse não de Deus é um não terrível. Mas Davi levanta-se. Não vai “encher a cara” para esquecer ou suportar esse não. Não precisa de um Rivotril para dormir e não pensar naquilo por um tempo. Ou um cigarro. Ou uma enorme barra de chocolate. Não sai quebrando objetos pelo palácio. Não se tranca num quarto. Não rasga suas roupas. Não blasfema. Ele ouve a resposta do Senhor. Se levanta. Toma um banho e vai ao santuário. Adorar ao Senhor. ADORAR ao Senhor! Depois volta, se alimenta, refazendo suas forças físicas e consola Bete-Seba.
Isso é maturidade. Ele sabe quem é o Seu Deus. O Deus que está acima de quaisquer circunstâncias.
E você? E eu? Qual nossa atitude diante do não de Deus? Um não diante de um plano, um projeto, um sonho, uma necessidade, um desespero, uma pessoa?
Que aprendamos a adorá-Lo em toda e qualquer situação. Confiar e amá-Lo. Quando Ele diz sim. E quando Ele diz não.
“Alegrai-vos sempre no Senhor; e novamente vos afirmo: Alegrai-vos!” – Filipenses 4.4
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