Ontem vimos como Salomão resolveu uma difícil situação. Ele possuía a sabedoria vinda do Senhor. Resolveu com justiça. Enxergou com o coração. E enxergou o coração daquelas duas mulheres. Um cheio de amor. Outro rancoroso, cheio de justiça própria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-resolver.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo quatro.
Salomão governou sobre todo o povo de Israel.
Seus principais assessores eram: Azarias, o sacerdote; Eliorefe e Aías, secretários; Josafá, arauto e cronista; Benaia (sabemos todos quem é http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-seus-valentes.html), comandante do exército; Zadoque e Abiatar, sacerdotes; Azarias, chefe dos governadores distritais; Zabude, sacerdote e conselheiro pessoal do rei; Aisar, zelador responsável pelo palácio; Adonirão, chefe dos servidores e escravos.
Salomão nomeou doze governadores distritais sobre Israel. Eles proviam o rei e sua casa. Cada um cuidava do abastecimento durante um mês do ano. Não deixavam faltar nada para o rei e sua corte.
Salomão e sua corte demandavam uma quantidade enorme de alimento. Todos os dias. Era aproximadamente seis mil quilos de farinha de trigo, seis mil quilos de farinha de outros cereais, dez bois gordos, vinte bois de pasto, cem carneiros, além de cervos, gazelas e aves escolhidas.
Cada um também fornecia e entregava no devido lugar, sua quota de cevada e de palha para alimentar os cavalos que puxavam os carros de guerra e para os animais de trabalho.
Salomão possuía quatro mil baias para os cavalos dos seus carros de guerra. Doze mil cavalos de cavalaria.
O povo de Israel era numeroso. Como os grãos de areia da praia do mar. Todas as pessoas tinham fartura de comida e bebida. Viviam em paz. E eram muito felizes.
Não é maravilhoso ler isso?
Durante toda a vida de Salomão, Israel vivia em plena paz e segurança em seus territórios. Cada cidadão debaixo da sua videira e da sua figueira. Desde Dã até Berseba. Havia paz e segurança.
Salomão estendeu seu domínio sobre todos os reinos existentes desde o Rio Eufrates, até à terra dos filisteus e até à fronteira do Egito. Todos esses reinos foram dominados por ele. Pagavam-lhe impostos. Estiveram sob o domínio de Salomão durante toda sua vida. As populações viviam em paz em todas as fronteiras.
Até a população dos reinos dominados por Salomão, viviam em paz. Isso nunca mais aconteceu.
O Senhor deu a Salomão uma generosa porção de sabedoria e entendimento. Uma capacidade de discernimento muito além do normal. Conhecimentos tão abrangentes e profundos que não podiam ser medidos.
A sabedoria divina dada a ele, era maior do que a de todos os homens do Oriente. Maior até do que toda a sabedoria do Egito.
Salomão era mais sábio que qualquer ser humano. Mais do que o ezraíta Etã, mais sábio que Hemã, Calcol e Darda, filhos de Maol. Não sabemos quem são esses, mas deviam ser famosos em seu tempo, homens sábios.
Sua fama espalhou-se por todas as nações em redor.
Ele criou três mil provérbios. Compôs mil e cinco cânticos. Dissertou a respeito das plantas, desde o cedro do Líbano até o hissopo que brota da parede.
Também discorreu sobre os quadrúpedes, as aves, os animais que se movem rente ao chão e os peixes.
Sábios de todos os povos vinham ouvir sua sabedoria. Eram representantes enviados por todos os reis da terra que haviam sido informados sobre seu saber.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/a-visita-de-uma-rainha.html
Não é maravilho perceber que Salomão foi enxergado por causa da sabedoria divina que nele havia?
Outros povos e terras foram atrás desta sabedoria. Tiveram a oportunidade de conhecer e servir ao Senhor Deus de Israel. Que maravilhoso!
Que também possam ver em nós Sua sabedoria. E glorificá-Lo por nossas vidas.
Amanhã continuamos. Espero você.
Nenhum comentário:
Postar um comentário