quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Marcos 13.1-37

Leitura do dia 23/10.

Na postagem anterior vimos o Senhor contar a parábola dos lavradores maus. O imposto deve ser pago a Cesar. O que é de Deus deve ser entregue a Ele. Os mortos ressuscitarão. Os saduceus erravam por não conhecerem as Escrituras, nem o poder de Deus.

O Senhor pergunta de quem o Cristo é filho. Critica os mestres da lei. Observa a oferta da viúva pobre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-121-44.html

Agora, caminharemos através do capítulo treze de Marcos.

Quando saem do templo, Seus discípulos elogiam a construção. O Senhor diz que tudo será completamente destruído. Refere-se à destruição no ano 70 d.C..

Mais tarde, sentado no monte das Oliveiras, de frente para o templo, alguns de Seus discípulos perguntam quando “aquelas” coisas aconteceriam. Quais os sinais de que estariam prestes a se cumprir.

Jesus nos instrui a não deixar que ninguém nos engane. Muitos viriam em Seu nome. E enganariam a muitos.

Eles (nós) ouviriam falar de guerras e ameaças de guerras. Nada de entrar em pânico. È necessário que tais coisas aconteçam. Ainda não era o fim. Uma nação se levantaria contra outra. Um reino contra outro. Terremotos em vários lugares. Fome. Era apenas o começo das dores, como num parto.
Deveriam ter cuidado. Seriam entregues em tribunais e açoitados nas sinagogas. Julgados, por Sua causa. Era uma oportunidade para falar a Seu respeito, não para ter medo. O Espírito falaria por eles (por nós).

Haveria traição, rebeldia, ódio. Por Sua causa. Quem se mantivesse firme até o fim, seria salvo.
Um dia veriam a “terrível profanação”. Seriam dias terríveis. O tempo seria abreviado para que pudesse ser suportado.

Se dissessem que Ele estava em algum lugar, era mentira. Que não acreditassem. Muitos falsos cristos e falsos profetas se levantariam. Realizariam sinais e maravilhas, com o fim de enganar. O máximo de pessoas possíveis.

A ordem é ficar atento!

Depois dessas angústias, Ele disse que o sol escureceria e a lua não daria sua luz; estrelas cairiam do céu, e os poderes celestes seriam abalados.

Depois disso, veriam o Filho do Homem, o Senhor Jesus, vindo nas nuvens com grande poder e glória. Seus anjos reuniriam Seus escolhidos.

Alerta a aprendermos a lição da figueira. Quando seus ramos estão renovados e suas folhas brotando, sabe-se que o verão está próximo. Da mesma maneira, quando virmos estas "coisas" acontecendo, devemos saber que o Senhor está próximo, às portas.

Não sabemos exatamente como acontecerá, mas é certo que acontecerá. Suas palavras são verdadeiras e jamais passarão.

Ninguém sabe o dia e a hora que essas coisas acontecerão. Apenas o Pai. Então, que fiquemos alertas, atentos!

Sua vinda pode ser ilustrada como um homem que saiu em uma longa viagem. Deu instruções a seus servos sobre o que fazer até que voltasse. Ordenou que o porteiro vigiasse sua volta. Ordenou que também vigiássemos. Não sabemos quando virá. Que nos encontre fazendo o que nos ordenou!

Que vigiemos! Sua vinda está próxima!

Sondemos mais uma vez nosso coração. Como estamos agindo? Quem temos sido? A quem amamos? Estamos preparados para nosso encontro com Ele? É certo que acontecerá. Como será?

Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo quatorze de Marcos. Até o capítulo dezesseis.

Espero você. Até lá.

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