Leitura do dia 04/11.
Prosseguimos nossa caminhada por João.
Ontem vimos Jesus oferecer água viva à mulher samaritana. Muitos samaritanos creem nEle. Ele cura o filho de um oficial.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-41-42.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-443-54.html
Também cura um homem paralítico no sábado. Afirma ser o Filho de Deus. Ele veio em nome de Seu Pai. E foi rejeitado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-51-47.html
Vimos também a primeira multiplicação de pães e peixes. Jesus anda sobre o mar. Ele é o Pão da vida. Muitos discípulos O abandonam. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-61-70.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Na primeira postagem, apenas o capítulo sete. Do versículo um ao trinta e seis.
Depois de Seu discurso, quando muitos discípulos O deixaram, Jesus percorre a Galileia. http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/quero-continuar-segui-lo.html
Ficou deliberadamente longe da Judéia. Sabia que os judeus queriam matá-Lo. O que só aconteceria no tempo certo. Quando ninguém tomaria Sua vida. Ele a daria, de boa vontade, por amor. Meu Doce Senhor.
A Festa dos Tabernáculos está se aproximando. É uma grande festa entre os judeus. Seus irmãos disseram-Lhe que deveria sair da Galileia e ir para a Judeia, para que Seus discípulos vissem as obras que fazia. Diziam que quem deseja ser reconhecido publicamente não age em segredo. Deveria fazer o que estava fazendo para mostrar-se ao mundo. Nessa época, nem Seus irmãos criam nEle.
A resposta de Jesus chama muito minha atenção. Disse que para eles qualquer tempo é certo. Mas para Ele, o tempo certo ainda não havia chegado. O Senhor seguia a agenda do Pai. Como nós devemos fazer.
Não se intimidava em dizer a verdade, para quem quer que fosse. Continua dizendo que o mundo não podia odiá-los, mas O odiava, porque Ele dava testemunho de seus maus atos. Ele é Luz. A luz denuncia o que se faz às escondidas. Ele é a Verdade. A verdade denuncia o que é falso. Ele é o Pão. O pão verdadeiro denuncia o alimento misturado.
Falou para irem à festa. Ele ainda não iria. O tempo certo não havia chegado. Permaneceu na Galileia. Seus irmãos foram.
Depois que Seus irmãos foram, Ele também foi. Porém, em segredo. Iria se apresentar quando fosse o momento oportuno.
Na festa, os judeus esperavam-No. E perguntavam onde “aquele homem” estaria.
Entre a multidão havia muitos boatos a Seu respeito. Uns diziam que era um bom homem, outros diziam que enganava o povo. Ninguém falava dEle em público. Tinham medo dos judeus.
Gostaria de parar aqui. E pensar.
Podemos aprender muitas lições com Jesus nestes poucos versículos.
Ele é comprometido com a verdade. Sempre fala a verdade. Não importa quão difícil seja. Não é politicamente correto. É verdadeiro.
É comprometido com Sua missão. Não aceita provocações. Não age porque alguém O provocou a agir. Age quando é a hora certa de agir. A hora certa e da maneira certa. Independente do que dizem ou não a Seu respeito.
É comprometido com a agenda que o Pai lhe deu. Não é ansioso. Não age antes da hora. Também não se atrasa. Sabe quando realmente é a hora correta, a hora apropriada.
E eu? E você? Somos comprometidos assim? Ou nos intimidamos e acabamos sendo “politicamente corretos”? Agimos de acordo com nossa missão ou aceitamos provocações e acabamos trocando os pés pelas mãos? Olhamos para o Pai, como Jesus, ou rasgamos Sua agenda e agimos de acordo com a nossa, porque a ansiedade, a pressa e a pressão não nos permite esperar o momento certo, oportuno? Posicionamo-nos como Ele ou agimos como quem tem medo "dos judeus" e ficamos "em cima do muro"?
Que possamos aprender com Jesus. Lições tão preciosas.
O que acontecerá nessa Festa dos Tabernáculos? Ele se apresentará? Vejamos.
Jesus espera a festa chegar à metade. Então, sobe ao templo e começa a ensinar.
Os judeus ficam admirados. Não conseguem entender como adquiriu tanta instrução, sem ter estudado.
Ele responde que Seu ensino não é dEle mesmo. Vem dAquele que O enviou.
E vai além. Disse que se alguém decidisse fazer a vontade de Deus, descobriria se o ensino dEle vinha de Deus ou se falava por Si mesmo.
Explicou ainda que quem fala por si mesmo busca sua própria glória, mas quem busca a glória de quem o enviou é verdadeiro, não há nada falso a seu respeito.
Foi ainda mais incisivo ao dizer que embora Moisés lhes houvesse dado a lei, nenhum deles lhe obedecia. E pergunta por que procuram matá-Lo.
A multidão responde que está endemoninhado, já que ninguém procurava matá-Lo.
Prendo a respiração. Perco o ar.
Realmente não fazem ideia de quem Ele é. Como podem dizer tal coisa dEle? O Senhor dos senhores?
Jesus lhes diz que havia feito um milagre, por isso todos estavam admirados. No entanto, porque Moisés lhes havia dado a circuncisão, circuncidavam no sábado.
Ora, Ele pergunta, se um menino pode ser circuncidado no sábado para que a lei de Moisés não fosse quebrada, porque ficavam cheios de ira contra Ele, por ter curado completamente um homem no dia de sábado.
Diz que não deviam julgar apenas pela aparência, como faziam, mas fazer julgamentos justos.
É triste saber que se importam mais com as leis e regras do que com os homens e suas reais necessidades.
Alguns habitantes de Jerusalém, perguntam se não é Ele o homem que estavam procurando matar. Ficam admirados. Fala publicamente e não lhe dizem nada. Não ordenam que pare. Perguntam uns aos outros se as autoridades chegaram à conclusão de que Ele é realmente o Cristo.
Estão confusos. Dizem saber de onde Ele é. Quando o Cristo viesse, dizem que ninguém saberia.
Enquanto ensina no pátio do templo, Jesus diz que eles O conhecem e sabem de onde é, mas não conhecem quem O enviou. Ele não está aqui por Si mesmo e sim porque quem O enviou é verdadeiro. Ele O conhece porque vem da parte dEle. Eles não O conhecem. Ao ouvir tais palavras, tentam prendê-Lo. Mas ninguém lhe pôs as mãos. Sua hora ainda não chegou.
Apesar disso, muitos dentre a multidão creram nEle. Não podiam conceber que alguém ainda viria e faria mais sinais miraculosos que Ele.
Os fariseus ouvem a multidão falando e juntamente com os principais sacerdotes, enviam os guardas do templo para prenderem-No.
Novamente fico sem ar. Está na hora? Vão prendê-Lo?
Jesus diz que está com eles por pouco tempo. Logo iria para Aquele que O enviou. Irão procurá-Lo. Mas não O encontrarão, pois onde Ele está, não podem ir.
Os judeus perguntam uns aos outros para onde Ele pretende ir que não possam encontrá-Lo. Pensam que talvez esteja dizendo que vai para os gregos, onde viviam muitos judeus, para os ensinar.
A festa dos tabernáculos continua. Com certeza, ainda ouviremos muitas coisas.
Gostaria de parar aqui um pouquinho. Mais uma vez, vamos pensar em alguns pontos que nos são apresentados.
Jesus vai à festa quando está na metade. Quando a maioria das pessoas já está em Jerusalém e mais gente pode ouvi-Lo. Como vimos, sabe o tempo certo para tudo. Segue a agenda do Pai. Nesse momento, aparece e ensina no templo.
Sabe que querem matá-Lo, mas não teme. Como vimos, dará Sua vida, de maneira espontânea, por amor, quando a hora certa chegar. Enquanto não chega, deve continuar ensinando. Não sabem por que não O prendem, enquanto fala livremente. Ele sabe. Nós sabemos.
Fala glorificando ao Pai, nunca a Si mesmo. Quem honra a Si mesmo não é verdadeiro.
Continua dizendo coisas que não conseguem entender. Como entenderão se não creem em quem Ele é? Não é possível. Só acreditamos em Suas palavras quando cremos que é o Filho do Deus Vivo, o Pão que desceu do céu.
Como temos nos posicionado diante dEle? Como temos reagido às Suas palavras?
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sábado, 16 de novembro de 2019
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Marcos 2.1-28
Leitura do dia 20/10.
Na postagem anterior vimos Marcos falar sobre João Batista. O batismo de Jesus. Sua tentação.
Também vimos o início de Seu ministério. Os primeiros discípulos. A libertação de um homem possesso. A cura da sogra de Pedro. A cura e libertação de muitas pessoas. O anúncio de Sua mensagem na Galileia. A cura de um leproso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-11-45.html
Agora, caminhamos através do capítulo dois de Marcos.
Depois de andar pela Galileia, voltou a Cafarnaum. Quando chegou, logo a notícia se espalhou. A casa onde Jesus estava hospedado ficou cheia. Lotada. Não havia lugar nem do lado de fora da porta! Era gente demais! Todos querem vê-Lo. Querem ouvi-Lo.
Estamos ali, observando-O.
Marcos nos conta que está anunciando a palavra de Deus. Não está falando sobre autoajuda ou qualquer filosofia. Está anunciando a palavra de Deus.
De repente, escutamos um barulho no telhado. Todos olham. Um buraco é aberto no teto! Bem em cima de onde Jesus está. Quatro homens estão carregando um paralítico em uma maca. Eles baixam o homem bem na frente dEle.
Quando o Senhor vê a fé que tinham, disse ao paralítico que seus pecados estávamos perdoados. Ele o chama de filho. Como meu Senhor é doce.
Então, percebe que alguns mestres da lei que ali se encontram, estão pensando em seus corações que Jesus está dizendo uma blasfêmia. Quem Ele pensa que é para perdoar pecados. Ele os confronta. Pergunta por que estão com aqueles questionamentos em seus corações. Para Ele tanto faz dizer ao paralítico que seus pecados estão perdoados ou que ele se levante, pegue sua maca e saia andando.
Mas, havia um motivo. Disse que queria mostrar-lhes que tem autoridade na terra para perdoar pecados.
Todos estão olhando. Nós, a multidão, os amigos do paralítico e o paralítico. Ele se volta novamente ao paralítico e ordena que se levante, que tome sua maca e vá para casa. Simples assim.
O que acontece? O homem se levanta de um salto! Pega sua cama e sai andando tranquilamente diante de todo mundo. Todos estão maravilhados. Louvam o Eterno. Nunca viram nada igual.
Seu poder e autoridade realmente não têm equivalente.
Depois que saiu dali, foi à beira do mar. Vamos juntos. Não podemos perder uma cena sequer. Ele ensina as multidões que vêm até Ele.
Enquanto caminha, vê Levi (Mateus). Estava sentado no lugar abominável onde se coletam os impostos. Os judeus odeiam os judeus que trabalham como cobradores de impostos para os romanos. O Senhor não. Ele o chama para segui-Lo. Sabe o que acontece? Levi deixa a coletoria e segue o Senhor. Como resistir ao Seu chamado?
Mais tarde, Jesus está com Seus discípulos na casa de Levi. Estão à mesa com um grande número de cobradores de impostos e outros pecadores. Todos esses O seguiam.
Quando alguns fariseus, que eram mestres da lei, viram essa cena, ficaram horrorizados. Consideravam-se justos. Eram a nata da sociedade. Perguntaram aos discípulos por que Ele comia com aquele tipo de gente, a ralé. Não tiveram tempo de responder.
Jesus mesmo responde. Disse que os sãos não precisam de médico. Quem precisa de médico são os doentes. Ele veio chamar os pecadores, não os justos. Tenho que levantar minha plaquinha de aplausos! Suas respostas são sempre diretas e verdadeiras.
Em nossa caminhada nos deparamos com alguns homens perguntando ao Senhor por que os discípulos de João e os fariseus estavam jejuando e Seus discípulos não. Ele responde que os convidados de um casamento não jejuam enquanto estão com o noivo. Seus discípulos jejuarão, quando o noivo for tirado do meio deles. Será que entenderam que Ele é o Noivo? Que somos Sua noiva?
Então, em um sábado, enquanto caminhavam pelos campos de cereal, seus discípulos colheram algumas espigas para comer. Os fariseus viram. E perguntaram-No porque Seus discípulos não guardavam a lei do sábado.
O Senhor explica, citando as Escrituras (1 Samuel 21), que o homem é mais importante que os costumes. O homem não foi feito por causa do sábado. O sábado é que foi feito para o homem, com o objetivo de descansar de seus afazeres.
Infelizmente temos a terrível tendência de idolatrar regras, costumes, ministérios e pessoas. Que sondemos nossos corações e atentemos para a palavra do Senhor. Para Seus ensinos e propósitos.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos Marcos falar sobre João Batista. O batismo de Jesus. Sua tentação.
Também vimos o início de Seu ministério. Os primeiros discípulos. A libertação de um homem possesso. A cura da sogra de Pedro. A cura e libertação de muitas pessoas. O anúncio de Sua mensagem na Galileia. A cura de um leproso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-11-45.html
Agora, caminhamos através do capítulo dois de Marcos.
Depois de andar pela Galileia, voltou a Cafarnaum. Quando chegou, logo a notícia se espalhou. A casa onde Jesus estava hospedado ficou cheia. Lotada. Não havia lugar nem do lado de fora da porta! Era gente demais! Todos querem vê-Lo. Querem ouvi-Lo.
Estamos ali, observando-O.
Marcos nos conta que está anunciando a palavra de Deus. Não está falando sobre autoajuda ou qualquer filosofia. Está anunciando a palavra de Deus.
De repente, escutamos um barulho no telhado. Todos olham. Um buraco é aberto no teto! Bem em cima de onde Jesus está. Quatro homens estão carregando um paralítico em uma maca. Eles baixam o homem bem na frente dEle.
Quando o Senhor vê a fé que tinham, disse ao paralítico que seus pecados estávamos perdoados. Ele o chama de filho. Como meu Senhor é doce.
Então, percebe que alguns mestres da lei que ali se encontram, estão pensando em seus corações que Jesus está dizendo uma blasfêmia. Quem Ele pensa que é para perdoar pecados. Ele os confronta. Pergunta por que estão com aqueles questionamentos em seus corações. Para Ele tanto faz dizer ao paralítico que seus pecados estão perdoados ou que ele se levante, pegue sua maca e saia andando.
Mas, havia um motivo. Disse que queria mostrar-lhes que tem autoridade na terra para perdoar pecados.
Todos estão olhando. Nós, a multidão, os amigos do paralítico e o paralítico. Ele se volta novamente ao paralítico e ordena que se levante, que tome sua maca e vá para casa. Simples assim.
O que acontece? O homem se levanta de um salto! Pega sua cama e sai andando tranquilamente diante de todo mundo. Todos estão maravilhados. Louvam o Eterno. Nunca viram nada igual.
Seu poder e autoridade realmente não têm equivalente.
Depois que saiu dali, foi à beira do mar. Vamos juntos. Não podemos perder uma cena sequer. Ele ensina as multidões que vêm até Ele.
Enquanto caminha, vê Levi (Mateus). Estava sentado no lugar abominável onde se coletam os impostos. Os judeus odeiam os judeus que trabalham como cobradores de impostos para os romanos. O Senhor não. Ele o chama para segui-Lo. Sabe o que acontece? Levi deixa a coletoria e segue o Senhor. Como resistir ao Seu chamado?
Mais tarde, Jesus está com Seus discípulos na casa de Levi. Estão à mesa com um grande número de cobradores de impostos e outros pecadores. Todos esses O seguiam.
Quando alguns fariseus, que eram mestres da lei, viram essa cena, ficaram horrorizados. Consideravam-se justos. Eram a nata da sociedade. Perguntaram aos discípulos por que Ele comia com aquele tipo de gente, a ralé. Não tiveram tempo de responder.
Jesus mesmo responde. Disse que os sãos não precisam de médico. Quem precisa de médico são os doentes. Ele veio chamar os pecadores, não os justos. Tenho que levantar minha plaquinha de aplausos! Suas respostas são sempre diretas e verdadeiras.
Em nossa caminhada nos deparamos com alguns homens perguntando ao Senhor por que os discípulos de João e os fariseus estavam jejuando e Seus discípulos não. Ele responde que os convidados de um casamento não jejuam enquanto estão com o noivo. Seus discípulos jejuarão, quando o noivo for tirado do meio deles. Será que entenderam que Ele é o Noivo? Que somos Sua noiva?
Então, em um sábado, enquanto caminhavam pelos campos de cereal, seus discípulos colheram algumas espigas para comer. Os fariseus viram. E perguntaram-No porque Seus discípulos não guardavam a lei do sábado.
O Senhor explica, citando as Escrituras (1 Samuel 21), que o homem é mais importante que os costumes. O homem não foi feito por causa do sábado. O sábado é que foi feito para o homem, com o objetivo de descansar de seus afazeres.
Infelizmente temos a terrível tendência de idolatrar regras, costumes, ministérios e pessoas. Que sondemos nossos corações e atentemos para a palavra do Senhor. Para Seus ensinos e propósitos.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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