Leitura do dia 04/11.
Prosseguimos nossa caminhada por João.
Ontem vimos Jesus oferecer água viva à mulher samaritana. Muitos samaritanos creem nEle. Ele cura o filho de um oficial.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-41-42.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-443-54.html
Também cura um homem paralítico no sábado. Afirma ser o Filho de Deus. Ele veio em nome de Seu Pai. E foi rejeitado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-51-47.html
Vimos também a primeira multiplicação de pães e peixes. Jesus anda sobre o mar. Ele é o Pão da vida. Muitos discípulos O abandonam. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-61-70.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Na primeira postagem, apenas o capítulo sete. Do versículo um ao trinta e seis.
Depois de Seu discurso, quando muitos discípulos O deixaram, Jesus percorre a Galileia. http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/quero-continuar-segui-lo.html
Ficou deliberadamente longe da Judéia. Sabia que os judeus queriam matá-Lo. O que só aconteceria no tempo certo. Quando ninguém tomaria Sua vida. Ele a daria, de boa vontade, por amor. Meu Doce Senhor.
A Festa dos Tabernáculos está se aproximando. É uma grande festa entre os judeus. Seus irmãos disseram-Lhe que deveria sair da Galileia e ir para a Judeia, para que Seus discípulos vissem as obras que fazia. Diziam que quem deseja ser reconhecido publicamente não age em segredo. Deveria fazer o que estava fazendo para mostrar-se ao mundo. Nessa época, nem Seus irmãos criam nEle.
A resposta de Jesus chama muito minha atenção. Disse que para eles qualquer tempo é certo. Mas para Ele, o tempo certo ainda não havia chegado. O Senhor seguia a agenda do Pai. Como nós devemos fazer.
Não se intimidava em dizer a verdade, para quem quer que fosse. Continua dizendo que o mundo não podia odiá-los, mas O odiava, porque Ele dava testemunho de seus maus atos. Ele é Luz. A luz denuncia o que se faz às escondidas. Ele é a Verdade. A verdade denuncia o que é falso. Ele é o Pão. O pão verdadeiro denuncia o alimento misturado.
Falou para irem à festa. Ele ainda não iria. O tempo certo não havia chegado. Permaneceu na Galileia. Seus irmãos foram.
Depois que Seus irmãos foram, Ele também foi. Porém, em segredo. Iria se apresentar quando fosse o momento oportuno.
Na festa, os judeus esperavam-No. E perguntavam onde “aquele homem” estaria.
Entre a multidão havia muitos boatos a Seu respeito. Uns diziam que era um bom homem, outros diziam que enganava o povo. Ninguém falava dEle em público. Tinham medo dos judeus.
Gostaria de parar aqui. E pensar.
Podemos aprender muitas lições com Jesus nestes poucos versículos.
Ele é comprometido com a verdade. Sempre fala a verdade. Não importa quão difícil seja. Não é politicamente correto. É verdadeiro.
É comprometido com Sua missão. Não aceita provocações. Não age porque alguém O provocou a agir. Age quando é a hora certa de agir. A hora certa e da maneira certa. Independente do que dizem ou não a Seu respeito.
É comprometido com a agenda que o Pai lhe deu. Não é ansioso. Não age antes da hora. Também não se atrasa. Sabe quando realmente é a hora correta, a hora apropriada.
E eu? E você? Somos comprometidos assim? Ou nos intimidamos e acabamos sendo “politicamente corretos”? Agimos de acordo com nossa missão ou aceitamos provocações e acabamos trocando os pés pelas mãos? Olhamos para o Pai, como Jesus, ou rasgamos Sua agenda e agimos de acordo com a nossa, porque a ansiedade, a pressa e a pressão não nos permite esperar o momento certo, oportuno? Posicionamo-nos como Ele ou agimos como quem tem medo "dos judeus" e ficamos "em cima do muro"?
Que possamos aprender com Jesus. Lições tão preciosas.
O que acontecerá nessa Festa dos Tabernáculos? Ele se apresentará? Vejamos.
Jesus espera a festa chegar à metade. Então, sobe ao templo e começa a ensinar.
Os judeus ficam admirados. Não conseguem entender como adquiriu tanta instrução, sem ter estudado.
Ele responde que Seu ensino não é dEle mesmo. Vem dAquele que O enviou.
E vai além. Disse que se alguém decidisse fazer a vontade de Deus, descobriria se o ensino dEle vinha de Deus ou se falava por Si mesmo.
Explicou ainda que quem fala por si mesmo busca sua própria glória, mas quem busca a glória de quem o enviou é verdadeiro, não há nada falso a seu respeito.
Foi ainda mais incisivo ao dizer que embora Moisés lhes houvesse dado a lei, nenhum deles lhe obedecia. E pergunta por que procuram matá-Lo.
A multidão responde que está endemoninhado, já que ninguém procurava matá-Lo.
Prendo a respiração. Perco o ar.
Realmente não fazem ideia de quem Ele é. Como podem dizer tal coisa dEle? O Senhor dos senhores?
Jesus lhes diz que havia feito um milagre, por isso todos estavam admirados. No entanto, porque Moisés lhes havia dado a circuncisão, circuncidavam no sábado.
Ora, Ele pergunta, se um menino pode ser circuncidado no sábado para que a lei de Moisés não fosse quebrada, porque ficavam cheios de ira contra Ele, por ter curado completamente um homem no dia de sábado.
Diz que não deviam julgar apenas pela aparência, como faziam, mas fazer julgamentos justos.
É triste saber que se importam mais com as leis e regras do que com os homens e suas reais necessidades.
Alguns habitantes de Jerusalém, perguntam se não é Ele o homem que estavam procurando matar. Ficam admirados. Fala publicamente e não lhe dizem nada. Não ordenam que pare. Perguntam uns aos outros se as autoridades chegaram à conclusão de que Ele é realmente o Cristo.
Estão confusos. Dizem saber de onde Ele é. Quando o Cristo viesse, dizem que ninguém saberia.
Enquanto ensina no pátio do templo, Jesus diz que eles O conhecem e sabem de onde é, mas não conhecem quem O enviou. Ele não está aqui por Si mesmo e sim porque quem O enviou é verdadeiro. Ele O conhece porque vem da parte dEle. Eles não O conhecem. Ao ouvir tais palavras, tentam prendê-Lo. Mas ninguém lhe pôs as mãos. Sua hora ainda não chegou.
Apesar disso, muitos dentre a multidão creram nEle. Não podiam conceber que alguém ainda viria e faria mais sinais miraculosos que Ele.
Os fariseus ouvem a multidão falando e juntamente com os principais sacerdotes, enviam os guardas do templo para prenderem-No.
Novamente fico sem ar. Está na hora? Vão prendê-Lo?
Jesus diz que está com eles por pouco tempo. Logo iria para Aquele que O enviou. Irão procurá-Lo. Mas não O encontrarão, pois onde Ele está, não podem ir.
Os judeus perguntam uns aos outros para onde Ele pretende ir que não possam encontrá-Lo. Pensam que talvez esteja dizendo que vai para os gregos, onde viviam muitos judeus, para os ensinar.
A festa dos tabernáculos continua. Com certeza, ainda ouviremos muitas coisas.
Gostaria de parar aqui um pouquinho. Mais uma vez, vamos pensar em alguns pontos que nos são apresentados.
Jesus vai à festa quando está na metade. Quando a maioria das pessoas já está em Jerusalém e mais gente pode ouvi-Lo. Como vimos, sabe o tempo certo para tudo. Segue a agenda do Pai. Nesse momento, aparece e ensina no templo.
Sabe que querem matá-Lo, mas não teme. Como vimos, dará Sua vida, de maneira espontânea, por amor, quando a hora certa chegar. Enquanto não chega, deve continuar ensinando. Não sabem por que não O prendem, enquanto fala livremente. Ele sabe. Nós sabemos.
Fala glorificando ao Pai, nunca a Si mesmo. Quem honra a Si mesmo não é verdadeiro.
Continua dizendo coisas que não conseguem entender. Como entenderão se não creem em quem Ele é? Não é possível. Só acreditamos em Suas palavras quando cremos que é o Filho do Deus Vivo, o Pão que desceu do céu.
Como temos nos posicionado diante dEle? Como temos reagido às Suas palavras?
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sábado, 16 de novembro de 2019
domingo, 31 de março de 2019
1 Reis 8.1-66
Leitura do dia 31/03.
Na postagem anterior, vimos que Hurão, a mandado de Salomão, construiu tudo de acordo com o modelo do Senhor. Tudo foi feito com o melhor material e da melhor maneira. Por especialistas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-71-51.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo oito de 1 Reis.
Salomão reuniu em Jerusalém os anciãos, líderes, autoridades de Israel, e todos os chefes das famílias israelitas, para transportarem de Sião, a Cidade de Davi, a Arca da Aliança.
Todos os homens de Israel uniram-se ao rei Salomão, no sétimo mês do ano, durante a festa que era realizada nesta época.
Quando todos os líderes de Israel chegaram, os sacerdotes tomaram a Arca do Senhor e a Tenda do Encontro com todos os seus utensílios sagrados e os levaram.
Aos sacerdotes e levitas cabia o transporte de todos os objetos sagrados.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Salomão e toda a comunidade israelita, que se havia congregado a ele diante da Arca, sacrificaram tantas ovelhas e tantos bois que não teve como contar.
Os sacerdotes transportaram a Arca da Aliança do Senhor para seu espaço reservado no Santo dos Santos. Depositaram-na debaixo das grandes asas dos querubins.
As estátuas dos querubins tinham suas asas abertas sobre o Lugar da Arca e a cobriam, assim como as varas utilizadas para o transporte. Essas varas eram tão longas que as suas pontas, que se estendiam para fora da Arca, podiam ser observadas da frente do Santo dos Santos.
Dentro da Arca estavam apenas as duas Tábuas de Pedra que Moisés tinha depositado na Arca, quando o Senhor estabeleceu uma aliança com os israelitas depois de tê-los libertado do Egito.
Quando os sacerdotes se retiraram do Santo dos Santos, a Nuvem encheu o Templo do Senhor. Os próprios sacerdotes não puderam continuar o seu serviço ritual. A Glória do Senhor tomou por completo o Templo. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/ate-o-fim.html
Salomão lembrou que o Senhor disse que habitaria numa nuvem escura.
Ainda assim, desejou construir um templo magnífico, uma Casa para que nela o Senhor habitasse para sempre. Não apenas Davi teve esse desejo. Salomão também.
Depois de falar, o rei voltou-se e abençoou toda a assembleia de Israel. Toda a multidão se mantinha em pé. Ele bendisse o Senhor, o Deus de Israel, que realizou por Sua mão o que prometera a Davi, afirmando que desde o dia em que fizera Israel sair do Egito não escolhera uma cidade, dentre todas as tribos de Israel, para nela se construir uma casa onde estaria Seu Nome, mas escolhera Davi para comandar Israel, Seu povo.
Salomão disse que seu pai teve em seu coração o desejo de construir uma Casa para o Nome do Senhor, entretanto, o Senhor revelou a Davi que não seria ele quem edificaria este Templo, e sim seu filho.
O Senhor fez com que Sua palavra se tornasse realidade. Ele sucedeu a seu pai e tomou posse do trono de Israel como prometera o Senhor. Também edificou a Casa para o Nome do Senhor, Deus de Israel, e nela preparou um Lugar para a Arca, na qual se encontra depositada a Aliança que o Senhor firmou com seus antepassados quando os fez sair do Egito.
Logo depois, Salomão postou-se diante do altar do Senhor, na presença de toda a assembleia de Israel; estendeu as mãos em direção ao céu, e orou.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Disse que não existe nenhum Deus semelhante ao Senhor, lá nos mais altos céus, nem cá embaixo sobre toda a terra. Só o Senhor preserva Sua Aliança de Amor com os Seus servos que, de todo o coração, andam segundo a Sua vontade.
Também disse que o Senhor cumpriu a Davi a promessa que lhe havia firmado. Naquele dia. Orou para que o Senhor continuasse a manter a Davi a promessa que fez quando declarou que jamais faltaria um descendente para se assentar no trono de Israel, desde que seus filhos tivessem total cuidado de caminhar de acordo com Suas orientações, como Davi procedeu diante do Senhor.
Mesmo sabendo que os céus não podiam contê-Lo e menos ainda a Casa que construiu, Salomão pediu que o Senhor inclinasse Seus ouvidos à sua oração. Que o Senhor atentasse para o clamor que fazia em Sua presença. Que Seus olhos estivessem observando dia e noite aquele Templo, contemplando aquele lugar do qual o Senhor afirmou que Seu Nome estaria presente.
Que o Senhor ouvisse a oração que fizesse voltado na direção daquele lugar. E, quando ouvisse, concedesse Seu perdão.
Salomão também pediu que se alguém pecasse contra seu próximo e viesse a jurar diante do Seu altar neste Templo, que o Senhor ouvisse do céu, operasse e julgasse Seus servos. Que condenasse o culpado e inocentasse o justo.
E quando Israel, o povo do Senhor, fosse vencido diante do inimigo, por haver pecado, e se convertesse, louvasse Seu Nome, orasse e suplicasse no Templo; que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Israel, e trouxesse-os novamente à terra que foi dada a seus pais.
Quando o céu se fechasse e não houvesse chuva por terem pecado contra o Senhor, se orassem ali, louvassem Seu Nome e se arrependessem de seu pecado, que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Seu servo e de Seu povo Israel.
Salomão também pediu que o Senhor indicasse o caminho reto que deviam seguir, e regasse com chuva a terra que deu em herança a Seu povo.
Quando a terra sofresse fome, peste, ferrugem mofo; ataque de gafanhotos peregrinos e lagartas devastadoras, ou ainda quando os inimigos sitiassem suas cidades, quando em meio a qualquer praga ou epidemia, orassem ao Senhor, cada pessoa sofrendo com suas próprias aflições e dores, estendendo as mãos na direção do Templo, que o Senhor ouvisse dos altos céus, perdoasse e agisse; retribuindo cada um segundo seu proceder, porque o Senhor conhece o coração.
O Senhor é o Único que conhece plenamente as intenções do coração de todos.
Se o Senhor ouvisse, o povo O amaria com temor respeitoso durante todo o tempo em que vivessem sobre a terra que o Senhor deu a seus pais.
Salomão também pediu pelo estrangeiro, que não pertencia à linhagem de Israel, mas que viesse de uma terra distante por causa do Nome do Senhor - ele sabia que ouviriam falar do magnífico Nome do Senhor, Sua boa e poderosa mão e Seu braço forte – quando este povo viesse e orasse voltado para aquele Templo, que o Senhor ouvisse dos céus e atendesse às súplicas do estrangeiro, para que todos os povos da terra fossem esclarecidos quanto ao Nome do Senhor e passassem a amar e temer ao Senhor, como Israel, e soubessem que aquele Templo trazia Seu Nome.
Se o Seu povo saísse à guerra contra seus inimigos e orasse, voltado para a cidade que o Senhor escolheu e para o Templo que ele construiu em homenagem ao Seu Nome, que escutasse nos altos céus e atendesse à sua causa.
Quando pecarem contra o Senhor - pois não há ser humano algum que não peque - e o Senhor ficasse irado e os entregassem nas mãos de seus inimigos, que os prendesse e os levem como escravos; se na terra para onde forem levados cativos reconhecessem seus erros e se convertessem e confessassem seus pecados, buscando ao Senhor de todo o coração e de toda a alma e orarem ao Senhor, voltados para o Templo edificado ao Seu Nome, que o Senhor escutasse dos altos céus e defendesse a causa do Seu povo.
Que o Senhor perdoe os pecados e todas as revoltas e transgressões que tiverem praticado contra Sua pessoa, fazendo-os encontrar graça diante de seus dominadores, e recebam deles misericórdia. Porque são o Seu povo e a Sua herança, que o Senhor tirou do Egito, daquela fornalha de fundição.
Que Seus olhos estejam abertos para contemplar a atitude quebrantada do Seu servo e de Seu povo Israel, para ouvir todos os apelos que lançarem diante dEle.
Foi o Senhor que os separou como Sua herança, dentre todos os povos da terra, como Moisés disse.
Assim que Salomão acabou de dirigir ao Senhor toda essa oração, levantou-se do lugar onde estava ajoelhado, de mãos erguidas para o céu e pôs-se em pé. Abençoou em alta voz toda a congregação de Israel. Então, o rei e todo o Israel ofereceram sacrifícios diante do Senhor.
O que percebemos é que Salomão não queria sair da presença do Senhor. Não queria parar de orar. Assim como o povo. Após orarem, continuaram em Sua presença, oferecendo sacrifícios ao Senhor.
Para o sacrifício de paz e comunhão que ofereceu ao Senhor, Salomão deu vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas.
Assim, o rei e todos os israelitas consagraram o Templo ao Senhor.
No mesmo dia, o rei consagrou a parte central do pátio que ficava em frente do Templo do Eterno, e ali ofereceu o holocausto, que são os sacrifícios totalmente queimados, a oferta de cereais e a gordura das ofertas pacíficas.
O altar de bronze, que estava diante do Senhor era pequeno demais para todo o holocausto, a oblação e as gorduras dos sacrifícios pacíficos oferecidos aquele dia.
Salomão também celebrou a Festa dos Tabernáculos, e todo o Israel com ele. Houve uma grande assembleia, com multidões vindas desde a Entrada de Hamate, ao norte, até o ribeiro que marca a fronteira com o Egito, ao sul.
No oitavo dia Salomão despediu o povo. Enviou cada pessoa de volta ao seu lar. Todos rogaram as bênçãos do Senhor sobre o rei e retornaram para suas casas, felizes e com o coração repleto de esperança por todo o bem que o Senhor fizera a seu servo Davi e a todo Israel, seu povo.
Que possamos ter esse coração de Salomão, que reconhecia a grandeza do Senhor, rogava Sua misericórdia e clamava por Sua bondade e direção.
Que possamos ter esse coração de gratidão, feliz, repleto de esperança, sabendo que verdadeiramente o Senhor é bom e Seu amor não tem fim.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html
Na postagem anterior, vimos que Hurão, a mandado de Salomão, construiu tudo de acordo com o modelo do Senhor. Tudo foi feito com o melhor material e da melhor maneira. Por especialistas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-71-51.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo oito de 1 Reis.
Salomão reuniu em Jerusalém os anciãos, líderes, autoridades de Israel, e todos os chefes das famílias israelitas, para transportarem de Sião, a Cidade de Davi, a Arca da Aliança.
Todos os homens de Israel uniram-se ao rei Salomão, no sétimo mês do ano, durante a festa que era realizada nesta época.
Quando todos os líderes de Israel chegaram, os sacerdotes tomaram a Arca do Senhor e a Tenda do Encontro com todos os seus utensílios sagrados e os levaram.
Aos sacerdotes e levitas cabia o transporte de todos os objetos sagrados.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Salomão e toda a comunidade israelita, que se havia congregado a ele diante da Arca, sacrificaram tantas ovelhas e tantos bois que não teve como contar.
Os sacerdotes transportaram a Arca da Aliança do Senhor para seu espaço reservado no Santo dos Santos. Depositaram-na debaixo das grandes asas dos querubins.
As estátuas dos querubins tinham suas asas abertas sobre o Lugar da Arca e a cobriam, assim como as varas utilizadas para o transporte. Essas varas eram tão longas que as suas pontas, que se estendiam para fora da Arca, podiam ser observadas da frente do Santo dos Santos.
Dentro da Arca estavam apenas as duas Tábuas de Pedra que Moisés tinha depositado na Arca, quando o Senhor estabeleceu uma aliança com os israelitas depois de tê-los libertado do Egito.
Quando os sacerdotes se retiraram do Santo dos Santos, a Nuvem encheu o Templo do Senhor. Os próprios sacerdotes não puderam continuar o seu serviço ritual. A Glória do Senhor tomou por completo o Templo. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/ate-o-fim.html
Salomão lembrou que o Senhor disse que habitaria numa nuvem escura.
Ainda assim, desejou construir um templo magnífico, uma Casa para que nela o Senhor habitasse para sempre. Não apenas Davi teve esse desejo. Salomão também.
Depois de falar, o rei voltou-se e abençoou toda a assembleia de Israel. Toda a multidão se mantinha em pé. Ele bendisse o Senhor, o Deus de Israel, que realizou por Sua mão o que prometera a Davi, afirmando que desde o dia em que fizera Israel sair do Egito não escolhera uma cidade, dentre todas as tribos de Israel, para nela se construir uma casa onde estaria Seu Nome, mas escolhera Davi para comandar Israel, Seu povo.
Salomão disse que seu pai teve em seu coração o desejo de construir uma Casa para o Nome do Senhor, entretanto, o Senhor revelou a Davi que não seria ele quem edificaria este Templo, e sim seu filho.
O Senhor fez com que Sua palavra se tornasse realidade. Ele sucedeu a seu pai e tomou posse do trono de Israel como prometera o Senhor. Também edificou a Casa para o Nome do Senhor, Deus de Israel, e nela preparou um Lugar para a Arca, na qual se encontra depositada a Aliança que o Senhor firmou com seus antepassados quando os fez sair do Egito.
Logo depois, Salomão postou-se diante do altar do Senhor, na presença de toda a assembleia de Israel; estendeu as mãos em direção ao céu, e orou.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Disse que não existe nenhum Deus semelhante ao Senhor, lá nos mais altos céus, nem cá embaixo sobre toda a terra. Só o Senhor preserva Sua Aliança de Amor com os Seus servos que, de todo o coração, andam segundo a Sua vontade.
Também disse que o Senhor cumpriu a Davi a promessa que lhe havia firmado. Naquele dia. Orou para que o Senhor continuasse a manter a Davi a promessa que fez quando declarou que jamais faltaria um descendente para se assentar no trono de Israel, desde que seus filhos tivessem total cuidado de caminhar de acordo com Suas orientações, como Davi procedeu diante do Senhor.
Mesmo sabendo que os céus não podiam contê-Lo e menos ainda a Casa que construiu, Salomão pediu que o Senhor inclinasse Seus ouvidos à sua oração. Que o Senhor atentasse para o clamor que fazia em Sua presença. Que Seus olhos estivessem observando dia e noite aquele Templo, contemplando aquele lugar do qual o Senhor afirmou que Seu Nome estaria presente.
Que o Senhor ouvisse a oração que fizesse voltado na direção daquele lugar. E, quando ouvisse, concedesse Seu perdão.
Salomão também pediu que se alguém pecasse contra seu próximo e viesse a jurar diante do Seu altar neste Templo, que o Senhor ouvisse do céu, operasse e julgasse Seus servos. Que condenasse o culpado e inocentasse o justo.
E quando Israel, o povo do Senhor, fosse vencido diante do inimigo, por haver pecado, e se convertesse, louvasse Seu Nome, orasse e suplicasse no Templo; que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Israel, e trouxesse-os novamente à terra que foi dada a seus pais.
Quando o céu se fechasse e não houvesse chuva por terem pecado contra o Senhor, se orassem ali, louvassem Seu Nome e se arrependessem de seu pecado, que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Seu servo e de Seu povo Israel.
Salomão também pediu que o Senhor indicasse o caminho reto que deviam seguir, e regasse com chuva a terra que deu em herança a Seu povo.
Quando a terra sofresse fome, peste, ferrugem mofo; ataque de gafanhotos peregrinos e lagartas devastadoras, ou ainda quando os inimigos sitiassem suas cidades, quando em meio a qualquer praga ou epidemia, orassem ao Senhor, cada pessoa sofrendo com suas próprias aflições e dores, estendendo as mãos na direção do Templo, que o Senhor ouvisse dos altos céus, perdoasse e agisse; retribuindo cada um segundo seu proceder, porque o Senhor conhece o coração.
O Senhor é o Único que conhece plenamente as intenções do coração de todos.
Se o Senhor ouvisse, o povo O amaria com temor respeitoso durante todo o tempo em que vivessem sobre a terra que o Senhor deu a seus pais.
Salomão também pediu pelo estrangeiro, que não pertencia à linhagem de Israel, mas que viesse de uma terra distante por causa do Nome do Senhor - ele sabia que ouviriam falar do magnífico Nome do Senhor, Sua boa e poderosa mão e Seu braço forte – quando este povo viesse e orasse voltado para aquele Templo, que o Senhor ouvisse dos céus e atendesse às súplicas do estrangeiro, para que todos os povos da terra fossem esclarecidos quanto ao Nome do Senhor e passassem a amar e temer ao Senhor, como Israel, e soubessem que aquele Templo trazia Seu Nome.
Se o Seu povo saísse à guerra contra seus inimigos e orasse, voltado para a cidade que o Senhor escolheu e para o Templo que ele construiu em homenagem ao Seu Nome, que escutasse nos altos céus e atendesse à sua causa.
Quando pecarem contra o Senhor - pois não há ser humano algum que não peque - e o Senhor ficasse irado e os entregassem nas mãos de seus inimigos, que os prendesse e os levem como escravos; se na terra para onde forem levados cativos reconhecessem seus erros e se convertessem e confessassem seus pecados, buscando ao Senhor de todo o coração e de toda a alma e orarem ao Senhor, voltados para o Templo edificado ao Seu Nome, que o Senhor escutasse dos altos céus e defendesse a causa do Seu povo.
Que o Senhor perdoe os pecados e todas as revoltas e transgressões que tiverem praticado contra Sua pessoa, fazendo-os encontrar graça diante de seus dominadores, e recebam deles misericórdia. Porque são o Seu povo e a Sua herança, que o Senhor tirou do Egito, daquela fornalha de fundição.
Que Seus olhos estejam abertos para contemplar a atitude quebrantada do Seu servo e de Seu povo Israel, para ouvir todos os apelos que lançarem diante dEle.
Foi o Senhor que os separou como Sua herança, dentre todos os povos da terra, como Moisés disse.
Assim que Salomão acabou de dirigir ao Senhor toda essa oração, levantou-se do lugar onde estava ajoelhado, de mãos erguidas para o céu e pôs-se em pé. Abençoou em alta voz toda a congregação de Israel. Então, o rei e todo o Israel ofereceram sacrifícios diante do Senhor.
O que percebemos é que Salomão não queria sair da presença do Senhor. Não queria parar de orar. Assim como o povo. Após orarem, continuaram em Sua presença, oferecendo sacrifícios ao Senhor.
Para o sacrifício de paz e comunhão que ofereceu ao Senhor, Salomão deu vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas.
Assim, o rei e todos os israelitas consagraram o Templo ao Senhor.
No mesmo dia, o rei consagrou a parte central do pátio que ficava em frente do Templo do Eterno, e ali ofereceu o holocausto, que são os sacrifícios totalmente queimados, a oferta de cereais e a gordura das ofertas pacíficas.
O altar de bronze, que estava diante do Senhor era pequeno demais para todo o holocausto, a oblação e as gorduras dos sacrifícios pacíficos oferecidos aquele dia.
Salomão também celebrou a Festa dos Tabernáculos, e todo o Israel com ele. Houve uma grande assembleia, com multidões vindas desde a Entrada de Hamate, ao norte, até o ribeiro que marca a fronteira com o Egito, ao sul.
No oitavo dia Salomão despediu o povo. Enviou cada pessoa de volta ao seu lar. Todos rogaram as bênçãos do Senhor sobre o rei e retornaram para suas casas, felizes e com o coração repleto de esperança por todo o bem que o Senhor fizera a seu servo Davi e a todo Israel, seu povo.
Que possamos ter esse coração de Salomão, que reconhecia a grandeza do Senhor, rogava Sua misericórdia e clamava por Sua bondade e direção.
Que possamos ter esse coração de gratidão, feliz, repleto de esperança, sabendo que verdadeiramente o Senhor é bom e Seu amor não tem fim.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html
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terça-feira, 15 de maio de 2018
Você tem sede? Venha e beba.

Continuamos nossa caminhada pelo capítulo 7 de João. Do versículo 37 ao 53.
Durante a Festa dos Tabernáculos, eram feitos alguns rituais.
Em um deles, o povo acompanhava os sacerdotes ao tanque de Siloé.
Lá, os sacerdotes enchiam uma vasilha de água. Iam até ao templo e derramavam no altar. Simbolizava o ato de dar graças pela chuva que havia proporcionado a colheita do ano.
O último dia da Festa dos Tabernáculos era o mais importante. O que pode acontecer?
Meus olhos estão fitos em Jesus. Meus ouvidos atentos.
De repente, Ele levanta e declara em alta voz: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/jesus-e-mulher-samaritana.html
Jesus referia-se ao Espírito que seria derramado aos que nEle cressem, depois que fosse glorificado.
Aquelas pessoas sabem a importância da água. Sede é algo comum, após andar por aquela região.
O Senhor Jesus levanta-se e diz que se alguém tiver sede pode beber dEle. E mais, se alguém crer nEle não terá mais sede, afinal, rios de água viva fluirão de dentro de si. São palavras muito fortes. Poderosas.
Ao ouvirem Suas palavras, alguns no meio do povo dizem que certamente Ele é o Profeta. Outros, que é o Cristo.
Mas alguns perguntam como o Cristo poderia vir da Galileia, se a Escritura diz que o Cristo é descendente de Davi, da cidade de Belém.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/uma-noticia-escandalosa.html
De fato, Jesus nasceu em Belém, na Judéia. Mas foi criado na Galileia, por isso era conhecido como galileu. Poucos tinham conhecimento de que, na verdade, era judeu.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/nasce-o-desejado-das-nacoes.html
O povo divide-se por causa dEle. Uma parte pensando uma coisa, outra pensando outra.
Olho de um lado para o outro. Alguns querem prendê-Lo. Meu coração acelera. Não está na hora, lembro.
Ninguém Lhe encosta as mãos.
Depois de um bom tempo, os guardas do templo, que haviam sido mandados para prendê-Lo, voltam aos chefes dos sacerdotes e aos fariseus. Sem Ele. Eles perguntam porque não O trouxeram. Os guardas respondem que ninguém jamais havia falado da maneira como Ele fala. Ninguém.
Os fariseus, cheios de preconceito, perguntam aos guardas se estes também haviam sido enganados por Ele. Afirmam que nenhuma das autoridades nem dos fariseus creram nEle. Somente a ralé, que nada entendia da lei, e era maldita, havia crido. Acreditam serem superiores. Entendem a lei.
O que adianta entender a lei e não crer nAquele para quem a lei aponta? Os Salmos, a Lei e os Profetas apontam para Jesus. Acham-se superiores e “fechados” em suas mentes "entendidas", desprezam o Cristo enviado por Deus.
Nicodemos, que era um deles e havia procurado Jesus, pergunta-lhes: “A nossa lei condena alguém, sem primeiro ouví-lo para saber o que está fazendo?”
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-e-uma-conversa-intrigante-no-meio.html
Os outros fariseus perguntam-lhe se também era da Galileia. Mandam que ele faça uma pesquisa. Então, descobrirá que da Galileia não surge profeta.
Tenho vontade de bater em suas cabeças, com minha plaquinha. Ou sacudí-los.
Como são tolos. Loucos. Não querem ouví-Lo. Querem matá-Lo. Em suas mentes limitadas acreditam ser Ele galileu. Se pesquisassem, descobririam que Ele é descendente de Davi e nasceu em Belém de Judá, como a profecia dizia que assim seria.
Sem fazer nada, resolvem ir cada um para sua casa.
Vão prendê-Lo. Mas não hoje. Somente quando chegar a hora, de acordo com a agenda de Deus e não a deles.
E quanto nós? Temos pesquisado para aprender mais dEle? Queremos, de fato, conhecê-Lo? Gastamos tempo em Sua presença? Sabemos quem Ele realmente é? Temos bebido dEle? Temos sido rios de água viva que abençoa nosso próximo?
De nada adianta ter rios de água viva fluindo dentro de nós, se não dividirmos com outros. Tudo que recebemos, tem um propósito.
Amanhã prosseguimos.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Jesus na Festa dos Tabernáculos
Continuamos nossa caminhada através do capítulo 7 de João. Do versículo 14 ao 36.
Jesus espera a festa chegar à metade. Então, sobe ao templo e começa a ensinar.
Os judeus ficam admirados. Não conseguem entender como adquiriu tanta instrução, sem ter estudado.
Ele responde que Seu ensino não é dEle mesmo. Vem dAquele que O enviou.
E foi além. Disse que se alguém decidisse fazer a vontade de Deus, descobriria se o ensino dEle vinha de Deus ou se falava por Si mesmo.
Explicou ainda que quem fala por si mesmo busca sua própria glória, mas quem busca a glória de quem o enviou é verdadeiro, não há nada falso a seu respeito.
Foi ainda mais incisivo ao dizer que embora Moisés lhes houvesse dado a lei, nenhum deles lhe obedecia. E pergunta porque procuram matá-Lo.
A multidão responde que está endemoninhado, já que ninguém procurava matá-Lo.
Prendo a respiração. Perco o ar.
Realmente não fazem ideia de quem Ele é. Como podem dizer tal coisa dEle? O Senhor dos senhores?
Jesus lhes diz que havia feito um milagre por isso todos estavam admirados. No entanto, porque Moisés lhes havia dado a circuncisão, circuncidavam no sábado.
Ora, Ele pergunta, se um menino pode ser cincuncidado no sábado para que a lei de Moisés não fosse quebrada, porque ficavam cheios de ira contra Ele, por ter curado completamente um homem no dia de sábado.
Diz que não deviam julgar apenas pela aparência, como faziam, mas fazer julgamentos justos.
É triste saber que se importam mais com as leis e regras do que com os homens e suas reais necessidades.
Alguns habitantes de Jerusalém, perguntam se não é Ele o homem que estavam procurando matar. Ficam admirados. Fala publicamente e não lhe dizem nada. Não ordenam que pare. Perguntam-se: “Será que as autoridades chegaram à conclusão de que é realmente o Cristo?”
Estão confusos. Dizem saber de onde Ele é. Quando o Cristo viesse, dizem que ninguém saberia.
Enquanto ensina no pátio do templo, Jesus diz que eles O conhecem e sabem de onde é, mas não conhecem quem O enviou. Ele não está aqui por Si mesmo e sim porque quem O enviou é verdadeiro. Ele O conhece porque vem da parte dEle. Eles não O conhecem.
Ao ouvir tais palavras, tentam prendê-Lo. Mas ninguém lhe pôs as mãos. Sua hora ainda não chegou.
Apesar disso, muitos dentre a multidão creram nEle. Não podiam conceber que alguém ainda viria e faria mais sinais miraculosos que Ele.
Os fariseus ouvem a multidão falando e juntamente com os chefes dos sacerdotes, enviam os guardas do templo para prenderem-No.
Novamente fico sem ar. Está na hora? Vão prendê-Lo?
Jesus diz-lhes que está com Eles por pouco tempo. Logo iria para Aquele que O enviou. Vão procurá-Lo. Mas não vão encontrá-Lo, pois onde Ele está, não podem ir.
Os judeus perguntam uns aos outros para onde Ele pretende ir que não possam encontrá-Lo. Pensam que talvez esteja dizendo que vai para os gregos, onde viviam muitos judeus, para os ensinar.
A festa dos tabernáculos continua. Com certeza, ainda ouviremos muitas coisas.
Gostaria de parar aqui.
Mais uma vez, vamos pensar em alguns pontos que nos são apresentados.
Jesus vai à festa quando está na metade. Quando a maioria das pessoas já está em Jerusalém e mais gente pode ouví-Lo. Como vimos, sabe o tempo certo para tudo. Segue a agenda do Pai. Nesse momento, Ele aparece e ensina no templo.
Sabe que querem matá-Lo, mas não teme. Como vimos, Ele dará Sua vida, de maneira espontânea, por amor, quando a hora certa chegar. Enquanto não chega, deve continuar ensinando. Não sabem porque não O prendem, enquanto fala livremente. Ele sabe. Nós sabemos.
Fala glorificando ao Pai, nunca a Si mesmo. Quem honra a Si mesmo não é verdadeiro.
Continua dizendo coisas que não conseguem entender. Como entenderão se não creem em quem Ele é? Não é possível. Só acreditamos em Suas palavras quando cremos que é o Filho do Deus Vivo, o Pão que desceu do céu.
Como temos nos posicionado diante dEle? Como temos reagido às Suas palavras?
Amanhã prosseguimos.
Jesus espera a festa chegar à metade. Então, sobe ao templo e começa a ensinar.
Os judeus ficam admirados. Não conseguem entender como adquiriu tanta instrução, sem ter estudado.
Ele responde que Seu ensino não é dEle mesmo. Vem dAquele que O enviou.
E foi além. Disse que se alguém decidisse fazer a vontade de Deus, descobriria se o ensino dEle vinha de Deus ou se falava por Si mesmo.
Explicou ainda que quem fala por si mesmo busca sua própria glória, mas quem busca a glória de quem o enviou é verdadeiro, não há nada falso a seu respeito.
Foi ainda mais incisivo ao dizer que embora Moisés lhes houvesse dado a lei, nenhum deles lhe obedecia. E pergunta porque procuram matá-Lo.
A multidão responde que está endemoninhado, já que ninguém procurava matá-Lo.
Prendo a respiração. Perco o ar.
Realmente não fazem ideia de quem Ele é. Como podem dizer tal coisa dEle? O Senhor dos senhores?
Jesus lhes diz que havia feito um milagre por isso todos estavam admirados. No entanto, porque Moisés lhes havia dado a circuncisão, circuncidavam no sábado.
Ora, Ele pergunta, se um menino pode ser cincuncidado no sábado para que a lei de Moisés não fosse quebrada, porque ficavam cheios de ira contra Ele, por ter curado completamente um homem no dia de sábado.
Diz que não deviam julgar apenas pela aparência, como faziam, mas fazer julgamentos justos.
É triste saber que se importam mais com as leis e regras do que com os homens e suas reais necessidades.
Alguns habitantes de Jerusalém, perguntam se não é Ele o homem que estavam procurando matar. Ficam admirados. Fala publicamente e não lhe dizem nada. Não ordenam que pare. Perguntam-se: “Será que as autoridades chegaram à conclusão de que é realmente o Cristo?”
Estão confusos. Dizem saber de onde Ele é. Quando o Cristo viesse, dizem que ninguém saberia.
Enquanto ensina no pátio do templo, Jesus diz que eles O conhecem e sabem de onde é, mas não conhecem quem O enviou. Ele não está aqui por Si mesmo e sim porque quem O enviou é verdadeiro. Ele O conhece porque vem da parte dEle. Eles não O conhecem.
Ao ouvir tais palavras, tentam prendê-Lo. Mas ninguém lhe pôs as mãos. Sua hora ainda não chegou.
Apesar disso, muitos dentre a multidão creram nEle. Não podiam conceber que alguém ainda viria e faria mais sinais miraculosos que Ele.
Os fariseus ouvem a multidão falando e juntamente com os chefes dos sacerdotes, enviam os guardas do templo para prenderem-No.
Novamente fico sem ar. Está na hora? Vão prendê-Lo?
Jesus diz-lhes que está com Eles por pouco tempo. Logo iria para Aquele que O enviou. Vão procurá-Lo. Mas não vão encontrá-Lo, pois onde Ele está, não podem ir.
Os judeus perguntam uns aos outros para onde Ele pretende ir que não possam encontrá-Lo. Pensam que talvez esteja dizendo que vai para os gregos, onde viviam muitos judeus, para os ensinar.
A festa dos tabernáculos continua. Com certeza, ainda ouviremos muitas coisas.
Gostaria de parar aqui.
Mais uma vez, vamos pensar em alguns pontos que nos são apresentados.
Jesus vai à festa quando está na metade. Quando a maioria das pessoas já está em Jerusalém e mais gente pode ouví-Lo. Como vimos, sabe o tempo certo para tudo. Segue a agenda do Pai. Nesse momento, Ele aparece e ensina no templo.
Sabe que querem matá-Lo, mas não teme. Como vimos, Ele dará Sua vida, de maneira espontânea, por amor, quando a hora certa chegar. Enquanto não chega, deve continuar ensinando. Não sabem porque não O prendem, enquanto fala livremente. Ele sabe. Nós sabemos.
Fala glorificando ao Pai, nunca a Si mesmo. Quem honra a Si mesmo não é verdadeiro.
Continua dizendo coisas que não conseguem entender. Como entenderão se não creem em quem Ele é? Não é possível. Só acreditamos em Suas palavras quando cremos que é o Filho do Deus Vivo, o Pão que desceu do céu.
Como temos nos posicionado diante dEle? Como temos reagido às Suas palavras?
Amanhã prosseguimos.
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