Leitura do dia 18/05.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Jó.
Ontem vimos sua queixa que não se cala. Vimos também a resposta de Elifaz, novamente cheia de acusação. E o discurso de Jó. Não faria como seus amigos. Ele daria ânimo e tentaria aliviar seu sofrimento. Sente-se completamente só. Sua vida está por um só fio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-141-1622.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos dezessete a vinte.
Jó continua defendendo sua inocência. Seu espírito está quebrado. Sua vida, quase apagada. Apesar de sua constante dor, clama que o Senhor lhe dê garantia de que o defenderá, pois ninguém mais fará isso. Todos consideram que está sofrendo por causa de sua vida de pecado.
Ele acredita que o Senhor o transformou em motivo de zombaria. Seus olhos continuam inchados, de tanto chorar. É agora, apenas uma sombra do que foi um dia. Suas esperanças se foram. Seus desejos não se realizam. Tenta encontrar alguma esperança. Mas não está com ninguém. Ele e sua esperança descerão ao pó.
Bildade novamente responde a Jó. Pergunta até onde suas palavras irão. E se ele os considera animais e ignorantes. Então, começa a descrever o caminho do ímpio, comparando com o que Jó está passando. O que está sofrendo só pode ser consequência de viver como um ímpio.
Jó não aguenta mais ouvir suas palavras. Está cheio de seus insultos. Usam sua humilhação para provar que está em pecado, mas, ele diz, o Senhor foi injusto com ele, prendendo-o a uma rede.
Sua dor é muito grande. Não consegue enxergar outra alternativa que não seja o Senhor estar contra ele. Sente-se totalmente acabado. Como uma árvore que foi arrancada pela raiz. Sua família não existe mais. Seus amigos se esqueceram dele. Eles o detestam.
Parte meu coração quando pede que seus amigos tenham misericórdia dele. O Senhor o feriu. E agora seus amigos fazem o mesmo. Não param de perseguí-lo.
Ele anseia que suas palavras sejam escritas e gravadas para sempre. O que realmente aconteceu.
Apesar de tudo, Jó está certo que seu Redentor vive e que um dia, se levantará sobre a terra. Seu coração anseia pelo dia em que verá o Senhor.
Então, é a vez de Zofar falar. Se diz incomodado. Sente-se insultado por Jó. E, à semelhança de Bildade faz um lista do que acontece com os ímpios e perversos, considerando Jó como um destes.
É muito difícil esperar consolo dos amigos e encontrar apenas acusação. Que sejamos misericordiosos com os que sofrem. Não sabemos os motivos. Sejamos aqueles que dão as mãos, que consolam e abraçam. Que animam e ajudam. Não fomos postos no lugar de juiz.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo vinte e um ao capítulo vinte e três.
Espero você. Até lá.
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sábado, 18 de maio de 2019
quinta-feira, 16 de maio de 2019
Jó 11.1-13.28
Leitura do dia 16/05.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jó.
Ontem vimos suas dores, suas queixas. Sua depressão. Vimos as palavras de Bildade. Acreditava que tudo que Jó sofrera foi por estar pecando. Aconselhou-o a se arrepender e buscar o Senhor. Jó sente tanta dor e amargura que acredita que o Senhor não se interessa por ele. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-71-1022.html
Hoje, leremos do capítulo onze ao capítulo treze.
Zofar, seu outro amigo, diz que não pode ficar calado enquanto Jó tagarela. Com certeza o Senhor o está castigando menos do que merece. Aconselha Jó a abandonar seus pecados e deixar sua maldade. Se ele agir assim, sua vida mudará. Será mais luminosa que o meio-dia.
Seus amigos, que foram para consolá-lo e animá-lo, parecem que desistiram da missão. Todos o acusam. Ninguém acredita nele. Tem absoluta certeza de que está em pecado, por isso está sofrendo. Não estão mais sentados com ele, chorando. Agora, o acusam abertamente. É muito mais fácil do que encarar que não temos documento de imunidade contra a dor e o sofrimento.
Se já passou por situação semelhante, sabe o quanto é difícil. Ninguém quer sofrer, é claro. E, quando sofremos ou vemos alguém sofrer, tentamos encontrar o motivo. Isso é imaturidade. Os discípulos do Senhor Jesus também perguntaram “quem pecou” e o Senhor lhes deu uma resposta completamente diferente do que esperavam. Nascemos para que a obra do Senhor se manifeste em nossas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/so-sei-que-era-cego-e-agora-vejo.html
Jó perdeu tudo. Está doente dos pés à cabeça. Sua mulher aconselha que amaldiçoe o Senhor e morra. Ela o conhece. Sabe que continua íntegro. Não o acusa. Mas também não o anima. Seus amigos esqueceram quem ele é. Aconselham que se arrependa. O Senhor jamais permitiria que passasse pelo que está passando se não tivesse pecado grandemente contra ele. Como estavam enganados!
Jó está só em seu sofrimento. Considera seus amigos pessoas tranquilas que zombam dele enquanto clama ao Senhor e aguarda uma resposta.
Apesar de toda sua dor, apesar de acreditar que o Senhor não se interessa por ele, apesar de estar sofrendo tanto que acredita que o Senhor o escolheu para não perdoá-lo, disse que porá sua vida em risco e continuará falando. Ainda que o Senhor o mate, Ele é sua única esperança. Jó apresentará sua causa a Ele.
E continua perguntando em que pecou. Faz um retrospecto de sua vida. Deve estar sofrendo em consequência dos pecados de sua juventude. O Senhor não lhe responde. Ele se consome como madeira que apodrece, como roupa comida pela traça, como folha que o vento espalha.
Já sentiu isso? Eu, já. Ah, como precisamos de Sua bondade e misericórdia! Se está assim, não desista. Continue clamando. Continue perguntando.
Abra seus ouvidos e ouça Sua resposta.
Jó perguntou “se não é Deus quem faz isso, então quem é?” Mas não se aquietou para conseguir ouvir a resposta. E continuou acusando o Senhor.
Que façamos diferente, afinal “Se Ele não poupou nem mesmo Seu próprio Filho, mas O entregou por todos nós, acaso não nos dará todas as outras coisas? Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus nos declara justos diante dEle. Quem nos condenará, então? Ninguém, pois Cristo Jesus morreu e ressuscitou e está sentado no lugar de honra, à direita de Deus, intercedendo por nós”. – Romanos 8.32-34
Podemos acreditar. Ele intercede por nós. E nos ama. A cura é possível.
"Eu lhes falei tudo isso para que tenham paz em Mim. Aqui no mundo vocês terão aflições, mas animem-se, pois Eu venci o mundo". - João 16.33
https://www.youtube.com/watch?v=5zBo1D8dOC8
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo quatorze ao capítulo dezesseis.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jó.
Ontem vimos suas dores, suas queixas. Sua depressão. Vimos as palavras de Bildade. Acreditava que tudo que Jó sofrera foi por estar pecando. Aconselhou-o a se arrepender e buscar o Senhor. Jó sente tanta dor e amargura que acredita que o Senhor não se interessa por ele. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-71-1022.html
Hoje, leremos do capítulo onze ao capítulo treze.
Zofar, seu outro amigo, diz que não pode ficar calado enquanto Jó tagarela. Com certeza o Senhor o está castigando menos do que merece. Aconselha Jó a abandonar seus pecados e deixar sua maldade. Se ele agir assim, sua vida mudará. Será mais luminosa que o meio-dia.
Seus amigos, que foram para consolá-lo e animá-lo, parecem que desistiram da missão. Todos o acusam. Ninguém acredita nele. Tem absoluta certeza de que está em pecado, por isso está sofrendo. Não estão mais sentados com ele, chorando. Agora, o acusam abertamente. É muito mais fácil do que encarar que não temos documento de imunidade contra a dor e o sofrimento.
Se já passou por situação semelhante, sabe o quanto é difícil. Ninguém quer sofrer, é claro. E, quando sofremos ou vemos alguém sofrer, tentamos encontrar o motivo. Isso é imaturidade. Os discípulos do Senhor Jesus também perguntaram “quem pecou” e o Senhor lhes deu uma resposta completamente diferente do que esperavam. Nascemos para que a obra do Senhor se manifeste em nossas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/so-sei-que-era-cego-e-agora-vejo.html
Jó perdeu tudo. Está doente dos pés à cabeça. Sua mulher aconselha que amaldiçoe o Senhor e morra. Ela o conhece. Sabe que continua íntegro. Não o acusa. Mas também não o anima. Seus amigos esqueceram quem ele é. Aconselham que se arrependa. O Senhor jamais permitiria que passasse pelo que está passando se não tivesse pecado grandemente contra ele. Como estavam enganados!
Jó está só em seu sofrimento. Considera seus amigos pessoas tranquilas que zombam dele enquanto clama ao Senhor e aguarda uma resposta.
Apesar de toda sua dor, apesar de acreditar que o Senhor não se interessa por ele, apesar de estar sofrendo tanto que acredita que o Senhor o escolheu para não perdoá-lo, disse que porá sua vida em risco e continuará falando. Ainda que o Senhor o mate, Ele é sua única esperança. Jó apresentará sua causa a Ele.
E continua perguntando em que pecou. Faz um retrospecto de sua vida. Deve estar sofrendo em consequência dos pecados de sua juventude. O Senhor não lhe responde. Ele se consome como madeira que apodrece, como roupa comida pela traça, como folha que o vento espalha.
Já sentiu isso? Eu, já. Ah, como precisamos de Sua bondade e misericórdia! Se está assim, não desista. Continue clamando. Continue perguntando.
Abra seus ouvidos e ouça Sua resposta.
Jó perguntou “se não é Deus quem faz isso, então quem é?” Mas não se aquietou para conseguir ouvir a resposta. E continuou acusando o Senhor.
Que façamos diferente, afinal “Se Ele não poupou nem mesmo Seu próprio Filho, mas O entregou por todos nós, acaso não nos dará todas as outras coisas? Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus nos declara justos diante dEle. Quem nos condenará, então? Ninguém, pois Cristo Jesus morreu e ressuscitou e está sentado no lugar de honra, à direita de Deus, intercedendo por nós”. – Romanos 8.32-34
Podemos acreditar. Ele intercede por nós. E nos ama. A cura é possível.
"Eu lhes falei tudo isso para que tenham paz em Mim. Aqui no mundo vocês terão aflições, mas animem-se, pois Eu venci o mundo". - João 16.33
https://www.youtube.com/watch?v=5zBo1D8dOC8
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo quatorze ao capítulo dezesseis.
Espero você. Até lá.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Que tipo de roupas temos vestido?
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Ontem vimos que o Senhor está acima de tudo. Até mesmo de nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nem-sempre-e-minha-vez-de-brilhar.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo 6.
A oração de Salomão.
Quando Salomão viu a glória do Senhor, tomou a palavra e exclamou: “O Senhor advertiu que habitaria uma Nuvem obscura! Eu, de fato, construí um templo para tua morada, um lugar de honra para tua eterna habitação!”
Em seguida, virou-se e abençoou todos ali. Colocou-se em pé. Bradou e bendisse o Senhor, que cumpriu tudo que prometera a seu pai. Tudo.
Salomão lembrou que o Senhor escolheu Jerusalém para o Seu Nome permanecer ali e Davi para governar sobre o povo de Israel.
Disse que seu pai tinha no coração e na alma o objetivo de construir um templo em homenagem ao Nome do Senhor. O Senhor respondeu que Davi havia feito bem em alimentar seu coração com este propósito, mas ele não ergueria essa casa e sim seu filho. Esse a edificaria.
Disse ainda que era o sucessor de seu pai. Agora ocupava o trono de Israel, como o Senhor havia prometido. E construiu o templo em honra ao Seu Nome, depositando em sua Casa a Arca da Aliança, na qual estavam guardadas as Tábuas da Aliança, aliança que Ele mesmo estabeleceu com os filhos de Israel.
Salomão havia mandado construir uma plataforma de bronze. Media dois metros e vinte e cinco centímetros de comprimento e de largura, por um metro e trinta e cinco centímetros de altura. Estava posicionada no centro do pátio externo. Como um grande palco.
O rei subiu na plataforma. Prostrou-se de joelhos diante do altar do Senhor, em frente de toda a comunidade israelita. Ergueu as mãos aos céus, e orou.
Bendisse o Senhor, pois não existe nenhum Deus semelhante a Ele. Pediu que o Senhor cumprisse ainda outra promessa feita a Davi, seu pai, quando afirmou que jamais faltaria um sucessor que se assentasse no trono de Israel, desde que seus descendentes guardassem Seu Caminho para andarem na Sua Lei.
Em Sua oração disse que o Senhor não habita em um templo, pois nem os céus e os céus dos céus poderiam abrigá-Lo, mas pediu que atendesse a toda oração, clamor e pedido de misericórdia que ele fazia naquele momento.
Pediu que Seus olhos estivessem voltados dia e noite para aquela Casa, sobre a qual afirmou que colocaria Seu Nome. Pediu que todas as súplicas dele e de Israel fossem ouvidas, quando orassem voltados para aquele lugar. Que o Senhor perdoasse, sempre que pecassem, se arrependessem e orassem voltados para aquele lugar. E que o Senhor lhes ensinasse o Caminho da Vida, para que andassem nele e continuassem na boa terra que o Senhor dera a seus antepassados.
Que o Senhor ouvisse mesmo o estrangeiro, que não pertencia a Israel, que tivesse vindo de uma terra distante por causa do magnífico Nome do Senhor, da Sua poderosa mão e do Seu forte braço, para que todos os povos da terra conheçam o Nome do Senhor, Lhe obedeçam com amor e reverência, e saibam que este templo que ele levantou, levava o Seu Nome.
Salomão pediu que, independente de qualquer circunstância, quando orassem voltados para aquela Casa, o Senhor ouvisse dos céus e respondesse.
Que sempre estivessem os olhos do Senhor observando tudo quanto ali se passasse, e Seus ouvidos atentos às orações e súplicas declaradas ao Senhor naquele lugar.
Pediu que o Senhor se levantasse e viesse para Seu lugar de repouso. Ele e a Arca do Seu poder. Que Seus sacerdotes estivessem sempre vestidos de Salvação, e Seus santos se alegrassem em Sua bondade.
Algumas lições a aprender aqui.
Salomão, o rei, deu glórias ao Senhor, prostrou-se e reconheceu quem Ele é.
O rei prostrou-se diante do Grande Rei de toda terra.
Como líder, abençoou todos que estavam ali. Não amaldiçoou ninguém. Abençoou a todos.
Depois, colocou-se em pé e orou ao Senhor. Em sua oração, lembrou-Lhe de escolhas que o próprio Senhor havia feito. Lembrou o desejo de seu pai. Lembrou a resposta do Senhor. Lembrou Suas promessas.
Oração também é lembrar ao Senhor. Não que Ele se esqueça, mas é nosso dever “lembrá-Lo” de Suas escolhas e promessas. Ele gosta disso, acredite.
Quando "lembramos" a Ele, estamos dizendo que cremos em Sua Palavra, em Suas promessas.
Depois, Salomão, o rei, prostrou-se de joelhos, diante de toda a comunidade. Ergueu suas mãos e novamente orou.
Novamente bendisse o Senhor. Reconheceu quem Ele é. Declarou Sua identidade. Como devemos fazer. Adorá-Lo e reconhecê-Lo antes de qualquer coisa, antes de tudo.
Salomão pediu que o Senhor cumprisse o que havia prometido. A promessa que ele havia trazido à memória do Senhor e ainda precisava de cumprimento. Reconheceu que existem promessas acompanhadas do "se" e pediu que o Senhor ajudasse o "se" a ser cumprido.
Sabia que a parte do Senhor estava acertada. Aconteceria. O "se" é que precisava acontecer.
Reconheceu que o Senhor é grande. Tão grande que nem os céus dos céus podem contê-Lo. Sua intenção não era que aquela casa "prendesse" o Senhor, mas que "levasse" o Seu Nome.
Pediu que toda oração feita ali ou em circunstâncias adversas, com o rosto voltado para aquele lugar, fosse ouvida pelo Senhor. Pediu por todos que orassem, até mesmo o estrangeiro.
Salomão sabia que todos os povos da terra devem conhecer o Nome do Senhor e Lhe obedecer com amor e reverência. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quando estive em Israel entendi porque os judeus oram em frente ao Muro Ocidental. Sim, é assim que gostam que aquele muro seja chamado. Ali eles oram, celebram e festejam. Não é um “muro das lamentações”.
Oram ali porque é o lugar mais próximo que podem chegar deste templo que Salomão construiu. Eles creem que o Senhor ouviu a oração de Salomão. Creem que suas orações serão ouvidas.
Ao término de sua oração, Salomão pediu que o Senhor permanecesse ali. Que Seus sacerdotes
estivessem sempre vestidos de Salvação, e Seus santos se alegrassem em Sua bondade.
Somos Seus sacerdotes. Que tipo de roupas temos vestido?
Nossos vestidos não devem ser condenação, competição, acusação, ostentação. Nossos vestidos devem ser salvação. Devemos apontar Jesus, tal qual João Batista fez.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
https://www.youtube.com/watch?v=Ndk6l0UUSRw
Somos Seus santos. Devemos nos alegrar em Sua bondade. A cada dia. Porque o Senhor é bom. Sua misericórdia é eterna.
Louvemos ao Senhor.
https://www.youtube.com/watch?v=c5U6FDoaCvQ&start_radio=1&list=RDc5U6FDoaCvQ
Amanhã prosseguimos. Espero você.
Ontem vimos que o Senhor está acima de tudo. Até mesmo de nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nem-sempre-e-minha-vez-de-brilhar.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo 6.
A oração de Salomão.
Quando Salomão viu a glória do Senhor, tomou a palavra e exclamou: “O Senhor advertiu que habitaria uma Nuvem obscura! Eu, de fato, construí um templo para tua morada, um lugar de honra para tua eterna habitação!”
Em seguida, virou-se e abençoou todos ali. Colocou-se em pé. Bradou e bendisse o Senhor, que cumpriu tudo que prometera a seu pai. Tudo.
Salomão lembrou que o Senhor escolheu Jerusalém para o Seu Nome permanecer ali e Davi para governar sobre o povo de Israel.
Disse que seu pai tinha no coração e na alma o objetivo de construir um templo em homenagem ao Nome do Senhor. O Senhor respondeu que Davi havia feito bem em alimentar seu coração com este propósito, mas ele não ergueria essa casa e sim seu filho. Esse a edificaria.
Disse ainda que era o sucessor de seu pai. Agora ocupava o trono de Israel, como o Senhor havia prometido. E construiu o templo em honra ao Seu Nome, depositando em sua Casa a Arca da Aliança, na qual estavam guardadas as Tábuas da Aliança, aliança que Ele mesmo estabeleceu com os filhos de Israel.
Salomão havia mandado construir uma plataforma de bronze. Media dois metros e vinte e cinco centímetros de comprimento e de largura, por um metro e trinta e cinco centímetros de altura. Estava posicionada no centro do pátio externo. Como um grande palco.
O rei subiu na plataforma. Prostrou-se de joelhos diante do altar do Senhor, em frente de toda a comunidade israelita. Ergueu as mãos aos céus, e orou.
Bendisse o Senhor, pois não existe nenhum Deus semelhante a Ele. Pediu que o Senhor cumprisse ainda outra promessa feita a Davi, seu pai, quando afirmou que jamais faltaria um sucessor que se assentasse no trono de Israel, desde que seus descendentes guardassem Seu Caminho para andarem na Sua Lei.
Em Sua oração disse que o Senhor não habita em um templo, pois nem os céus e os céus dos céus poderiam abrigá-Lo, mas pediu que atendesse a toda oração, clamor e pedido de misericórdia que ele fazia naquele momento.
Pediu que Seus olhos estivessem voltados dia e noite para aquela Casa, sobre a qual afirmou que colocaria Seu Nome. Pediu que todas as súplicas dele e de Israel fossem ouvidas, quando orassem voltados para aquele lugar. Que o Senhor perdoasse, sempre que pecassem, se arrependessem e orassem voltados para aquele lugar. E que o Senhor lhes ensinasse o Caminho da Vida, para que andassem nele e continuassem na boa terra que o Senhor dera a seus antepassados.
Que o Senhor ouvisse mesmo o estrangeiro, que não pertencia a Israel, que tivesse vindo de uma terra distante por causa do magnífico Nome do Senhor, da Sua poderosa mão e do Seu forte braço, para que todos os povos da terra conheçam o Nome do Senhor, Lhe obedeçam com amor e reverência, e saibam que este templo que ele levantou, levava o Seu Nome.
Salomão pediu que, independente de qualquer circunstância, quando orassem voltados para aquela Casa, o Senhor ouvisse dos céus e respondesse.
Que sempre estivessem os olhos do Senhor observando tudo quanto ali se passasse, e Seus ouvidos atentos às orações e súplicas declaradas ao Senhor naquele lugar.
Pediu que o Senhor se levantasse e viesse para Seu lugar de repouso. Ele e a Arca do Seu poder. Que Seus sacerdotes estivessem sempre vestidos de Salvação, e Seus santos se alegrassem em Sua bondade.
Algumas lições a aprender aqui.
Salomão, o rei, deu glórias ao Senhor, prostrou-se e reconheceu quem Ele é.
O rei prostrou-se diante do Grande Rei de toda terra.
Como líder, abençoou todos que estavam ali. Não amaldiçoou ninguém. Abençoou a todos.
Depois, colocou-se em pé e orou ao Senhor. Em sua oração, lembrou-Lhe de escolhas que o próprio Senhor havia feito. Lembrou o desejo de seu pai. Lembrou a resposta do Senhor. Lembrou Suas promessas.
Oração também é lembrar ao Senhor. Não que Ele se esqueça, mas é nosso dever “lembrá-Lo” de Suas escolhas e promessas. Ele gosta disso, acredite.
Quando "lembramos" a Ele, estamos dizendo que cremos em Sua Palavra, em Suas promessas.
Depois, Salomão, o rei, prostrou-se de joelhos, diante de toda a comunidade. Ergueu suas mãos e novamente orou.
Novamente bendisse o Senhor. Reconheceu quem Ele é. Declarou Sua identidade. Como devemos fazer. Adorá-Lo e reconhecê-Lo antes de qualquer coisa, antes de tudo.
Salomão pediu que o Senhor cumprisse o que havia prometido. A promessa que ele havia trazido à memória do Senhor e ainda precisava de cumprimento. Reconheceu que existem promessas acompanhadas do "se" e pediu que o Senhor ajudasse o "se" a ser cumprido.
Sabia que a parte do Senhor estava acertada. Aconteceria. O "se" é que precisava acontecer.
Reconheceu que o Senhor é grande. Tão grande que nem os céus dos céus podem contê-Lo. Sua intenção não era que aquela casa "prendesse" o Senhor, mas que "levasse" o Seu Nome.
Pediu que toda oração feita ali ou em circunstâncias adversas, com o rosto voltado para aquele lugar, fosse ouvida pelo Senhor. Pediu por todos que orassem, até mesmo o estrangeiro.
Salomão sabia que todos os povos da terra devem conhecer o Nome do Senhor e Lhe obedecer com amor e reverência. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quando estive em Israel entendi porque os judeus oram em frente ao Muro Ocidental. Sim, é assim que gostam que aquele muro seja chamado. Ali eles oram, celebram e festejam. Não é um “muro das lamentações”.
Oram ali porque é o lugar mais próximo que podem chegar deste templo que Salomão construiu. Eles creem que o Senhor ouviu a oração de Salomão. Creem que suas orações serão ouvidas.
Ao término de sua oração, Salomão pediu que o Senhor permanecesse ali. Que Seus sacerdotes
estivessem sempre vestidos de Salvação, e Seus santos se alegrassem em Sua bondade.
Somos Seus sacerdotes. Que tipo de roupas temos vestido?
Nossos vestidos não devem ser condenação, competição, acusação, ostentação. Nossos vestidos devem ser salvação. Devemos apontar Jesus, tal qual João Batista fez.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
https://www.youtube.com/watch?v=Ndk6l0UUSRw
Somos Seus santos. Devemos nos alegrar em Sua bondade. A cada dia. Porque o Senhor é bom. Sua misericórdia é eterna.
Louvemos ao Senhor.
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