Leitura do dia 09/11.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas das Escrituras.
Ontem vimos os capítulos finais de João. Capítulos maravilhosos. Ricos. Emocionantes. Neles, Jesus é condenado à morte. Sofre o açoite dos romanos. É crucificado. Morre. É sepultado por José de Arimateia e Nicodemos. Passa o sábado de tristeza e dor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-191-42.html
Na manhã do primeiro dia da semana, ressuscita. Aparece a Maria Madalena. Depois aos discípulos. Depois a Tomé, que deseja tocá-Lo. A marca de Seu amor por nós ficará nEle para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-201-29.html
João fala que o propósito de ter escrito o livro é que creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo nEle, tenham vida pelo poder do Seu nome (João 20.30). Jesus aparece a sete discípulos que estavam pescando. Chama-os a comer. Pergunta a Pedro se ele O ama. Manda que cuide e alimente Seu rebanho.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-2030-2125.html
Agora, um novo livro, Atos dos Apóstolos. Foi escrito por Lucas, o médico. O mesmo que escreveu o Evangelho segundo Lucas.
Este livro poderia tranquilamente chamar-se Atos do Espírito Santo, pois em todas as páginas, vemos Sua atuação.
Hoje leremos os três primeiros capítulos de Atos.
Na primeira postagem, o capítulo um e o capítulo dois.
Lucas inicia Atos explicando que em seu primeiro livro relatou o que Jesus começou a fazer e a ensinar até o dia em que foi elevado ao céu. Ele nos conta que durante os primeiros quarenta dias após Seu sofrimento e morte, apareceu diversas vezes aos apóstolos.
Uma dessas vezes, enquanto comia com eles, ordenou que não saíssem de Jerusalém. Até que o Pai enviasse a promessa. João batizara-os com água, mas dentro de alguns dias, seriam batizados com o Espírito Santo. Quando fala para ficar em Jerusalém “até que”, entendemos que após esse maravilhoso acontecimento, devem sair.
Os discípulos ainda não entendem completamente a obra do Senhor. Alguns Lhe perguntam se esse será o momento em que o reino de Israel seria restaurado. Seu papel é maior. Seu propósito não inclui apenas Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Jesus responde que o Pai já determinou o tempo e a ocasião em que tal fato acontecerá. Não cabia a eles saberem quando.
O que deviam prestar atenção é que em breve receberiam poder quando o Espírito Santo descesse sobre eles. Quando recebessem esse poder, seriam Suas testemunhas em toda a parte. Começariam por Jerusalém, depois toda a Judeia, depois Samaria (lembre que os samaritanos são considerados estrangeiros, gentios). Então, deveriam ir até aos lugares mais distantes da terra. Testemunhando a todos sobre Ele, o Redentor.
Essa foi Sua última ordem. Depois que a deu, foi elevado em uma nuvem. Seus discípulos continuaram a olhar, até que desaparecesse de suas vistas. Olhavam atentamente tentando vê-Lo. Então, apareceram dois homens (anjos) vestidos de branco. Eles perguntaram por que estavam ali, parados, olhando para o céu. Disseram que da mesma forma que foi elevado ao céu, Ele voltará um dia.
Não adiantava mais ficar ali. Voltaram do Monte das Oliveiras para Jerusalém. É pertinho. Cerca de um quilômetro.
Os onze apóstolos estavam hospedados em uma casa. Reuniram-se no andar de cima desta casa.
Todos se reuniam em oração com um propósito. Lembra que o Senhor orou por Unidade?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/que-oracao-e-essa.html
Algumas mulheres estavam com eles, reunidas em oração, inclusive a mãe de Jesus. Seus irmãos, que no começo não creram nEle, agora estão ali. Eram cerca de cento e vinte discípulos. Todos reunidos no mesmo lugar.
Pedro (meu querido), levanta-se e diz que Judas traiu o Senhor. Era necessário que tal acontecesse, para que as Escrituras se cumprissem (Salmo 69.25; Salmo 109.8). Ele desviou-se do Senhor. Mas, era um deles e participava no ministério.
Agora, é necessário escolherem alguém para tomar seu lugar. Precisava ser alguém que estivesse entre eles desde que o Senhor Jesus foi batizado por João até o dia em que fora elevado ao céu.
Dois homens foram indicados. Preste atenção! Era necessário que tomassem uma posição. Indicaram dois homens que cumpriam a exigência que Pedro colocou.
Depois de indicados os dois nomes, oraram. Pediram que o Senhor, que conhece os corações, indicasse qual daqueles dois homens, Ele escolhera para substituir Judas no ministério.
Não indicaram dois homens e ficaram discutindo quem podia ser melhor. Indicaram dois homens e oraram. Pediram que o Senhor escolhesse.
Matias foi o escolhido. E juntou-se aos Doze.
Cinquenta dias após a Páscoa, quando Jesus foi crucificado, os judeus comemoravam a Festa de Pentecostes. Era a Festa da Colheita.
Como sempre, todos estavam reunidos. De repente, veio do céu um som. Parecia o som de um poderoso vendaval. Mas não estava chovendo. Esse som encheu a casa onde estavam. Então, surgiu algo parecido com chamas (línguas de fogo). Essas chamas pousaram sobre cada um dos que ali estavam.
Todos ficaram cheios do Espírito Santo. Começaram a falar em outras línguas. Línguas que não sabiam falar. Falavam de acordo com o que o Espírito Santo lhes habilitava.
Naquela época, moravam em Jerusalém judeus devotos de todas as nações conhecidas. Quando ouviram o som de muitas vozes, foram correndo para ver o que estava acontecendo. Acharam estranho. Cada um ouvia em seu próprio idioma. Não estavam entendendo o que acontecia.
Como era possível? Ali estavam os galileus reunidos e cada um deles os ouvia falar em seu próprio idioma. Parece loucura, mas é verdade.
E sabe o que ouviam? Aquelas pessoas falavam sobre as coisas maravilhosas que Deus fez. Todos ficaram muito admirados. Queriam saber o que significava aquilo. Nunca viram nada igual.
Alguns, porém, disseram que estavam bêbados. Nunca vi nenhum bêbado, com sua embriaguez, aprender a falar em outro idioma. Muito menos a contar as maravilhas que Deus fez.
Pedro não podia ficar calado. Deu um passo à frente. Junto com os onze. Pediu que prestassem atenção. Não estavam bêbados. Ainda era nove horas da manhã! O que estava acontecendo era o que fora predito pelo profeta Joel (Joel 2.28-32). O Espírito Santo havia descido sobre eles!
Pedro pede que todo o povo de Israel escute. Fala que o Eterno aprovou publicamente Jesus, o nazareno. Sua aprovação foi vista através dos milagres, maravilhas e sinais que Ele fez. Como todos ali sabiam. Ele fora entregue como estava preestabelecido pelo Eterno e sabia o que Lhe aconteceria.
Foi morto com a ajuda dos gentios, que não conheciam a lei. Mas, a morte não pode detê-Lo. O Eterno O ressuscitou. Davi disse que tal fato aconteceria. O Eterno não deixaria que Seu corpo apodrecesse no túmulo (Salmo 16.8-11).
Pedro explica, dando total certeza, que Davi não falava dele. Falava de seu Descendente, que sentaria em seu trono. Davi olhava para o futuro! Estava falando da ressurreição do Cristo (Ungido).
Pedro testemunha que esse Jesus está vivo. O Eterno O ressuscitou. Ele foi exaltado ao lugar de honra, à direita de Deus. E, conforme prometera, derramou o Espírito Santo sobre eles.
Davi também fala dEle no Salmo 10.1, quando diz que “O Senhor disse ao meu Senhor: Sente-se no lugar de honra à Minha direita, até que Eu humilhe Seus inimigos e os ponha debaixo de Seus pés”.
Todos deveriam saber, com certeza, que esse Jesus, que eles crucificaram, é o Senhor e Cristo.
Sabe o que aconteceu quando Pedro terminou de falar? O coração daqueles homens foi partido pelas palavras que ouviram. Perguntaram a Pedro e aos onze o que deveriam fazer.
Pedro respondeu que se arrependessem para que seus pecados fossem perdoados. Depois, cada um deles seria batizado em nome de Jesus Cristo. Então, receberiam o presente que é o Espírito Santo.
Pedro enfatizou que esse presente, essa promessa era para eles, seus filhos e para todos os que estavam longe, mas que seriam chamados pelo Senhor.
Ele os advertiu, com insistência, a separarem-se daquela geração corrompida.
Os que acreditaram, foram batizados. Cerca de três mil pessoas! No dia da Festa da Colheita!
Ah, foi uma época maravilhosa! Todos se dedicavam de coração a quatro coisas fundamentais na vida cristã: Prestavam atenção ao ensino dos apóstolos, estavam em comunhão uns com os outros, partiam o pão em unidade e oravam. Isto é Igreja!
Além disso, havia um temor profundo entre eles. Nada de brincadeiras. Nada de intrigas. Temor.
Os apóstolos realizavam muitos sinais e maravilhas. Os que criam reuniam-se. E compartilhavam tudo que possuíam. Quem tinha mais não ficava olhando com discriminação para quem tinha menos, achando-se superior. Eles compartilhavam.
Chegaram a vender suas propriedades e bens, repartindo o dinheiro com os necessitados.
Todos os dias iam ao templo para adorarem juntos. Reuniam-se nas casas para comer. Repartiam o pão com alegria e generosidade. Sempre louvando a Deus. Claro, desfrutavam da simpatia de todos.
E o Senhor, não os apóstolos, o Senhor, ia aumentando o número de salvos. Só Ele pode fazer tal coisa.
Não é um cenário maravilhoso? Repartiam o pão com alegria e generosidade. Não corriam atrás de seus interesses. Repartiam. Compartilhavam. Aprendiam. Louvavam. Oravam.
O clamor do meu coração é que o Senhor restaure Sua Igreja. Que volte a ser como era quando nasceu.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 19 de novembro de 2019
Atos 1.1-2.47
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Pentecostes
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Habacuque 1.1-3.19
Leitura do dia 01/10.
Continuamos nossa caminhada através das páginas maravilhosas do Livro dos livros.
Ontem vimos as mensagens do Senhor acerca de Nínive. Sua ira. A queda da cidade. Seu julgamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/naum-11-319.html
Hoje caminharemos através do livro de Habacuque.
Habacuque significa “Abraçar”. Por sua oração ao final do livro, para ser cantada com instrumento de corda, é provável que tenha sido um levita ligado à música do templo. Também contemporâneo do profeta Jeremias. Recebeu a mensagem do Senhor através de uma visão. Essa mensagem é contra os caldeus, os babilônios.
Ele clama ao Senhor. Está cansado de pedir socorro! Até quando? Pede socorro, mas o Senhor não responde. Clama que há violência por toda a parte. O Senhor não o salva. Não aguenta mais ver maldades ao seu redor e assistir a tanta opressão. Para qualquer lugar que olhe só vê destruição e violência. Está cercado de pessoas que discutem e brigam o tempo todo. A lei está praticamente morta. Não se faz mais justiça nos tribunais. Os perversos são mais numerosos que os justos, assim, a justiça foi corrompida.
Quase esqueço que estou lendo um livro que provavelmente foi escrito entre 608 a.C e 638 a.C. Parece que está descrevendo nossos noticiários. Estamos realmente vivendo os mesmos tempos. Também estamos perto de um juízo. A terra não ficará impune.
O Senhor responde que estava levantando os babilônios. Eles marchariam por todo o mundo e conquistariam muitas terras. Eram conhecidos por sua crueldade e decidiam eles mesmos o que consideravam certo.
Seus cavalos eram velozes. Seus cavaleiros, como águias. Eram um exército esplêndido! Todos prontos para agir violentamente. Avançavam como o vento do deserto. Ajuntavam prisioneiros como se ajunta areia. Zombavam de todos, até de reis e príncipes. Desprezavam suas fortalezas. Construíam rampas de acesso contra seus muros e os conquistavam. Passavam com rapidez e desapareciam para uma nova conquista. Qualquer conquistador gostaria de um exército desses. Mas, há um problema. Um grave problema. Seu deus é sua própria força! Acham-se invencíveis. Deleitam-se em si mesmos.
Habacuque novamente levanta sua voz. Acredita que o Senhor não deseja exterminar Seu povo. Os babilônios foram enviados para discipliná-los, como castigo por seus pecados. Mas o Senhor é puro. Não suporta ver o mal e a opressão. Ele pergunta se o Senhor ficará indiferente diante desse povo traiçoeiro, se ficará calado enquanto os perversos engolem os que são mais justos que eles.
Pergunta-Lhe se são apenas peixes apanhados em uma rede. Eles, com certeza, oferecerão sacrifícios às suas redes dando-lhes o crédito de que estas o enriqueceram. Continuarão impunes, destruindo nações?
Habacuque diz que subirá até sua torre de vigia. É o lugar onde deve estar. Ficará de guarda. Ali, observando, esperará para ver o que o Senhor lhe responderá.
O Senhor responde. Ordena que escreva Sua resposta em tábuas, para que possa ser lido depressa e com clareza. É uma visão para o futuro. Que, com certeza, será cumprida. Descreve o fim. Se demorar, deve ser esperada com paciência. Não se atrasará. Acontecerá no tempo certo. Basta olhar para os arrogantes e os perversos que confiam em si mesmos e observar seus destinos.
O justo, porém, viverá por sua fidelidade ao Senhor. Viverá pela fé. Esperando nEle. Porque a riqueza é traiçoeira. Os arrogantes nunca descansam. Nunca ficam saciados. Ah, que aflição os espera!
Que aflição espera aqueles que roubam. Que enriquecem através da extorsão. Quando menos esperarem, seus credores se voltarão contra eles e levarão tudo que têm. Sabe quem são os credores? Os que foram roubados. Chegará o dia da justiça do Senhor.
Os babilônios saquearam muitas nações. Cometeram homicídios no campo. Encheram a cidade de violência.
Ah, que aflição espera aqueles que construíram casas enormes com dinheiro obtido através da opressão. Acreditam que a riqueza comprará segurança, mantendo sua família longe do perigo. Mas, por causa de seus homicídios, envergonharam seu nome. Condenaram suas vidas. Até as pedras e as vigas de suas casas clamam contra eles.
Que aflição espera os que constroem cidades com dinheiro obtido através de homicídios e corrupção. O Senhor transformará em cinzas as riquezas dessas nações. Mas, como as águas cobrem o mar, a terra se encherá do conhecimento da Sua glória.
Que aflição espera os que embebedam seus companheiros e se alegram quando estes ficam nus e envergonhados. Em breve também serão humilhados. Quando beberem o cálice da ira do Senhor, sua glória será transformada em desonra.
Que aflição espera os que derrubam florestas. Destroem animais. Cometem suicídios. Enchem a cidade de violência. Confiam em ídolos, quando não há vida neles.
O Senhor, diferente dos ídolos, é vivo. Está em Seu santo templo. Cale-se diante dEle toda a terra.
O profeta entoou uma canção ao Senhor. Quando ouviu a Seu respeito. Ficou maravilhado com Suas obras. Pede que o ajude neste momento de tanta necessidade. Que aja como no passado. Que em Sua ira, lembre-se de Sua misericórdia. Ele O adora. Seu esplendor envolve o céu. Sua vinda é radiante como o nascer do sol. Raios de luz saem de Suas mãos, onde Seu poder está escondido. Quando para, a terra estremece. Quando olha para as nações, elas tremem.
Ele contempla a criação. O Senhor não estava irado quando repartiu os rios pela terra. Ele estava cavalgando em Suas carruagens vitoriosas e com Seu arco e Sua aljava cheia de flechas, dividiu a terra com os rios. Não é lindo? Sua criação foi feita com magnitude e amor. Com arte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-23.html
Depois, se volta para a destruição e estremece pelo que ouviu. Seus lábios tremem de medo. Está apavorado. Suas pernas bamboleiam. Ele treme de terror. Ainda assim, esperará em silêncio pela vingança do Senhor.
Sua canção termina com uma declaração magnífica de fé. Ainda que nada dê certo, ainda que não tenha nada com que se regozijar. Ainda que tudo falte. Ainda que todos seus sonhos e esperanças sejam esmagados, se alegrará no Senhor. Exultará em Sua salvação. Porque o Senhor é sua força. Ele torna seus pés firmes como os da corça para que, como ela, possa andar em lugares altos.
https://www.youtube.com/watch?v=1DzK7Wm3IcE
Ah, como precisamos aprender com esse homem! Nossa salvação vale mais que qualquer coisa na terra. Devemos nos alegrar no Senhor. Na inominável salvação que nos concedeu. Na força que nos dá. Ah, como precisamos aprender a ser gratos! Ele nos arrancou do inferno, nos deu vida eterna através de Seu Filho, o Senhor Jesus. Que exultemos nEle!
"Sabemos quanto Deus nos ama e confiamos em Seu amor. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele". - 1 João 4.16
Terminamos aqui o livro de Habacuque. Amanhã leremos o livro de Sofonias.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das páginas maravilhosas do Livro dos livros.
Ontem vimos as mensagens do Senhor acerca de Nínive. Sua ira. A queda da cidade. Seu julgamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/naum-11-319.html
Hoje caminharemos através do livro de Habacuque.
Habacuque significa “Abraçar”. Por sua oração ao final do livro, para ser cantada com instrumento de corda, é provável que tenha sido um levita ligado à música do templo. Também contemporâneo do profeta Jeremias. Recebeu a mensagem do Senhor através de uma visão. Essa mensagem é contra os caldeus, os babilônios.
Ele clama ao Senhor. Está cansado de pedir socorro! Até quando? Pede socorro, mas o Senhor não responde. Clama que há violência por toda a parte. O Senhor não o salva. Não aguenta mais ver maldades ao seu redor e assistir a tanta opressão. Para qualquer lugar que olhe só vê destruição e violência. Está cercado de pessoas que discutem e brigam o tempo todo. A lei está praticamente morta. Não se faz mais justiça nos tribunais. Os perversos são mais numerosos que os justos, assim, a justiça foi corrompida.
Quase esqueço que estou lendo um livro que provavelmente foi escrito entre 608 a.C e 638 a.C. Parece que está descrevendo nossos noticiários. Estamos realmente vivendo os mesmos tempos. Também estamos perto de um juízo. A terra não ficará impune.
O Senhor responde que estava levantando os babilônios. Eles marchariam por todo o mundo e conquistariam muitas terras. Eram conhecidos por sua crueldade e decidiam eles mesmos o que consideravam certo.
Seus cavalos eram velozes. Seus cavaleiros, como águias. Eram um exército esplêndido! Todos prontos para agir violentamente. Avançavam como o vento do deserto. Ajuntavam prisioneiros como se ajunta areia. Zombavam de todos, até de reis e príncipes. Desprezavam suas fortalezas. Construíam rampas de acesso contra seus muros e os conquistavam. Passavam com rapidez e desapareciam para uma nova conquista. Qualquer conquistador gostaria de um exército desses. Mas, há um problema. Um grave problema. Seu deus é sua própria força! Acham-se invencíveis. Deleitam-se em si mesmos.
Habacuque novamente levanta sua voz. Acredita que o Senhor não deseja exterminar Seu povo. Os babilônios foram enviados para discipliná-los, como castigo por seus pecados. Mas o Senhor é puro. Não suporta ver o mal e a opressão. Ele pergunta se o Senhor ficará indiferente diante desse povo traiçoeiro, se ficará calado enquanto os perversos engolem os que são mais justos que eles.
Pergunta-Lhe se são apenas peixes apanhados em uma rede. Eles, com certeza, oferecerão sacrifícios às suas redes dando-lhes o crédito de que estas o enriqueceram. Continuarão impunes, destruindo nações?
Habacuque diz que subirá até sua torre de vigia. É o lugar onde deve estar. Ficará de guarda. Ali, observando, esperará para ver o que o Senhor lhe responderá.
O Senhor responde. Ordena que escreva Sua resposta em tábuas, para que possa ser lido depressa e com clareza. É uma visão para o futuro. Que, com certeza, será cumprida. Descreve o fim. Se demorar, deve ser esperada com paciência. Não se atrasará. Acontecerá no tempo certo. Basta olhar para os arrogantes e os perversos que confiam em si mesmos e observar seus destinos.
O justo, porém, viverá por sua fidelidade ao Senhor. Viverá pela fé. Esperando nEle. Porque a riqueza é traiçoeira. Os arrogantes nunca descansam. Nunca ficam saciados. Ah, que aflição os espera!
Que aflição espera aqueles que roubam. Que enriquecem através da extorsão. Quando menos esperarem, seus credores se voltarão contra eles e levarão tudo que têm. Sabe quem são os credores? Os que foram roubados. Chegará o dia da justiça do Senhor.
Os babilônios saquearam muitas nações. Cometeram homicídios no campo. Encheram a cidade de violência.
Ah, que aflição espera aqueles que construíram casas enormes com dinheiro obtido através da opressão. Acreditam que a riqueza comprará segurança, mantendo sua família longe do perigo. Mas, por causa de seus homicídios, envergonharam seu nome. Condenaram suas vidas. Até as pedras e as vigas de suas casas clamam contra eles.
Que aflição espera os que constroem cidades com dinheiro obtido através de homicídios e corrupção. O Senhor transformará em cinzas as riquezas dessas nações. Mas, como as águas cobrem o mar, a terra se encherá do conhecimento da Sua glória.
Que aflição espera os que embebedam seus companheiros e se alegram quando estes ficam nus e envergonhados. Em breve também serão humilhados. Quando beberem o cálice da ira do Senhor, sua glória será transformada em desonra.
Que aflição espera os que derrubam florestas. Destroem animais. Cometem suicídios. Enchem a cidade de violência. Confiam em ídolos, quando não há vida neles.
O Senhor, diferente dos ídolos, é vivo. Está em Seu santo templo. Cale-se diante dEle toda a terra.
O profeta entoou uma canção ao Senhor. Quando ouviu a Seu respeito. Ficou maravilhado com Suas obras. Pede que o ajude neste momento de tanta necessidade. Que aja como no passado. Que em Sua ira, lembre-se de Sua misericórdia. Ele O adora. Seu esplendor envolve o céu. Sua vinda é radiante como o nascer do sol. Raios de luz saem de Suas mãos, onde Seu poder está escondido. Quando para, a terra estremece. Quando olha para as nações, elas tremem.
Ele contempla a criação. O Senhor não estava irado quando repartiu os rios pela terra. Ele estava cavalgando em Suas carruagens vitoriosas e com Seu arco e Sua aljava cheia de flechas, dividiu a terra com os rios. Não é lindo? Sua criação foi feita com magnitude e amor. Com arte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-23.html
Depois, se volta para a destruição e estremece pelo que ouviu. Seus lábios tremem de medo. Está apavorado. Suas pernas bamboleiam. Ele treme de terror. Ainda assim, esperará em silêncio pela vingança do Senhor.
Sua canção termina com uma declaração magnífica de fé. Ainda que nada dê certo, ainda que não tenha nada com que se regozijar. Ainda que tudo falte. Ainda que todos seus sonhos e esperanças sejam esmagados, se alegrará no Senhor. Exultará em Sua salvação. Porque o Senhor é sua força. Ele torna seus pés firmes como os da corça para que, como ela, possa andar em lugares altos.
https://www.youtube.com/watch?v=1DzK7Wm3IcE
Ah, como precisamos aprender com esse homem! Nossa salvação vale mais que qualquer coisa na terra. Devemos nos alegrar no Senhor. Na inominável salvação que nos concedeu. Na força que nos dá. Ah, como precisamos aprender a ser gratos! Ele nos arrancou do inferno, nos deu vida eterna através de Seu Filho, o Senhor Jesus. Que exultemos nEle!
"Sabemos quanto Deus nos ama e confiamos em Seu amor. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele". - 1 João 4.16
Terminamos aqui o livro de Habacuque. Amanhã leremos o livro de Sofonias.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 17 de setembro de 2019
Daniel 6.1-28
Leitura do dia 13/09.
Na postagem anterior vimos o banquete dado pelo rei Belsazar e a inscrição do Senhor com Seu decreto.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-51-31.html
Agora, caminharemos através do capítulo seis de Daniel.
Dario, o medo, era o rei. Ele resolveu dividir o reino em cento e vinte províncias. Nomeou um alto funcionário para cada uma delas. Escolheu três administradores para supervisionar esses altos funcionários e proteger os interesses do rei. Daniel estava entre esses três.
Em pouco tempo, Daniel se mostrou muito mais capaz que todos os outros. Por isso, o rei planejava colocá-lo à frente de todos. Então, os outros administradores e os altos funcionários começaram a procurar falhas na maneira como Daniel conduzia as questões governamentais. Não conseguiram encontrar nada de errado. Não conseguiram sequer encontrar algo para ser criticado. Ele era leal. Sempre responsável. Digno de confiança. Como todo servo do Senhor deve ser. Irrepreensível.
Concluíram que a única chance de encontrar algum motivo para acusá-lo seria em relação às leis de seu Deus. Foi o que fizeram.
Foram até o rei e propuseram uma lei ridícula, alegando que todos os administradores, oficiais, altos funcionários, conselheiros e governadores estavam de acordo. Mentira. Daniel não tinha sequer conhecimento. A lei deveria ser cumprida rigorosamente.
Sabe qual era a lei? Durante trinta dias, qualquer pessoa que fizesse um pedido a alguém (divino ou humano), exceto ao rei, seria lançado na cova dos leões. Sabe aquelas leis que são decretadas e não tem qualquer sentido? Pois é. O rei, ou ficou orgulhoso com a posição em que ficaria durante os próximos trinta dias ou nem prestou atenção e assinou a lei.
Quando Daniel soube que esta lei tinha sido assinada, continuou sua rotina. Foi para casa como costumava fazer. Ajoelhou-se no quarto, no andar de cima, com as janelas abertas na direção de Jerusalém (na direção de onde ficava o templo). E orou. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Ele orava três vezes por dia e dava graças ao Senhor. Os oficiais foram juntos à casa de Daniel. Queriam pegá-lo em flagrante. Foram diretamente ao rei e o lembraram da lei.
Perguntaram-lhe se lembrava que assinara a tal lei que se alguém pedisse qualquer coisa que não ao rei, num prazo de trinta dias, seria imediatamente lançado na cova dos leões. O rei confirmou.
Eles disseram ao rei que Daniel não lhe dava importância, nem à sua lei. Continuava a orar ao seu Deus três vezes por dia, como antes da lei.
Quando Dario ouviu, ficou muito angustiado. Lembre-se, Daniel estava prestes a ser nomeado à frente de todos no reino. Ele procurou uma forma de salvá-lo. Passou o restante do dia pensando num modo de livrá-lo. Não encontrou.
À noite os homens foram ao rei pressioná-lo. Sua lei não poderia voltar atrás. Por fim, sem ter encontrado um escape, o rei ordenou que Daniel fosse lançado na cova. Antes, expressou seu desejo a Daniel. Que o seu Deus, a quem ele servia fielmente, o livrasse.
Daniel foi lançado na cova dos leões. Colocaram uma pedra sobre a abertura da cova. Selaram com o anel do rei e de seus nobres. Assim, a pedra não poderia ser removida. A não ser pelo próprio rei. Ninguém poderia resgatar Daniel.
O rei voltou a seu palácio. Passou a noite em jejum. Não quis nenhum divertimento. Ficou acordado a noite inteira.
Assim que amanheceu, foi correndo à cova dos leões. Lá, gritou angustiado, chamando por Daniel, “servo do Deus vivo”. Perguntou se o Deus a quem ele servia tal fielmente pôde livrá-lo dos leões.
Daniel respondeu. Sim. Estava vivo! O seu Deus enviara Seu anjo para fechar a boca dos leões. Ele foi considerado inocente aos olhos de Deus. Lembra o significado de seu nome? Daniel, “Deus é meu juiz”. O Senhor o julgou. E foi considerado inocente. Daniel também disse que não fizera nada contra o rei.
O rei ficou muito feliz! Ordenou que Daniel fosse retirado da cova. Não havia sequer um arranhão nele. Sabe por quê? Porque confiara no Senhor.
O rei ordenou que prendessem os acusadores de Daniel e os lançassem na cova dos leões. Junto com suas esposas e filhos. Os leões os atacaram e os despedaçaram. Antes que chegassem ao fundo da cova. Tal qual Daniel, foram julgados. Não foram considerados inocentes. Que tristeza.
Quando viram como Daniel era leal, responsável e digno de confiança, por que não seguiram seu exemplo? Por que não se entregaram ao Deus de Daniel?
O rei Dario enviou uma mensagem aos povos de todas as cores, nações e línguas em todo o mundo dominado pelo Império Medo. Era um decreto. Neste decreto o rei ordenava que todos em seu reino deveriam tremer de medo diante do Deus de Daniel. Ele é o Deus vivo. Que permanece para sempre. Seu reino jamais será destruído. Seu domínio nunca terá fim. Ele livra e salva Seu povo. Realiza sinais e maravilhas. Nos céus e na terra. Foi Ele que livrou Daniel do poder dos leões.
Daniel prosperou também durante o reinado de Dario. E durante o reinado de Ciro, o persa.
Que aprendamos a sermos como Daniel. Leais. Sempre responsáveis. Dignos de confiança. Fieis. Constantes em oração.
“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 11.58
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos o banquete dado pelo rei Belsazar e a inscrição do Senhor com Seu decreto.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-51-31.html
Agora, caminharemos através do capítulo seis de Daniel.
Dario, o medo, era o rei. Ele resolveu dividir o reino em cento e vinte províncias. Nomeou um alto funcionário para cada uma delas. Escolheu três administradores para supervisionar esses altos funcionários e proteger os interesses do rei. Daniel estava entre esses três.
Em pouco tempo, Daniel se mostrou muito mais capaz que todos os outros. Por isso, o rei planejava colocá-lo à frente de todos. Então, os outros administradores e os altos funcionários começaram a procurar falhas na maneira como Daniel conduzia as questões governamentais. Não conseguiram encontrar nada de errado. Não conseguiram sequer encontrar algo para ser criticado. Ele era leal. Sempre responsável. Digno de confiança. Como todo servo do Senhor deve ser. Irrepreensível.
Concluíram que a única chance de encontrar algum motivo para acusá-lo seria em relação às leis de seu Deus. Foi o que fizeram.
Foram até o rei e propuseram uma lei ridícula, alegando que todos os administradores, oficiais, altos funcionários, conselheiros e governadores estavam de acordo. Mentira. Daniel não tinha sequer conhecimento. A lei deveria ser cumprida rigorosamente.
Sabe qual era a lei? Durante trinta dias, qualquer pessoa que fizesse um pedido a alguém (divino ou humano), exceto ao rei, seria lançado na cova dos leões. Sabe aquelas leis que são decretadas e não tem qualquer sentido? Pois é. O rei, ou ficou orgulhoso com a posição em que ficaria durante os próximos trinta dias ou nem prestou atenção e assinou a lei.
Quando Daniel soube que esta lei tinha sido assinada, continuou sua rotina. Foi para casa como costumava fazer. Ajoelhou-se no quarto, no andar de cima, com as janelas abertas na direção de Jerusalém (na direção de onde ficava o templo). E orou. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Ele orava três vezes por dia e dava graças ao Senhor. Os oficiais foram juntos à casa de Daniel. Queriam pegá-lo em flagrante. Foram diretamente ao rei e o lembraram da lei.
Perguntaram-lhe se lembrava que assinara a tal lei que se alguém pedisse qualquer coisa que não ao rei, num prazo de trinta dias, seria imediatamente lançado na cova dos leões. O rei confirmou.
Eles disseram ao rei que Daniel não lhe dava importância, nem à sua lei. Continuava a orar ao seu Deus três vezes por dia, como antes da lei.
Quando Dario ouviu, ficou muito angustiado. Lembre-se, Daniel estava prestes a ser nomeado à frente de todos no reino. Ele procurou uma forma de salvá-lo. Passou o restante do dia pensando num modo de livrá-lo. Não encontrou.
À noite os homens foram ao rei pressioná-lo. Sua lei não poderia voltar atrás. Por fim, sem ter encontrado um escape, o rei ordenou que Daniel fosse lançado na cova. Antes, expressou seu desejo a Daniel. Que o seu Deus, a quem ele servia fielmente, o livrasse.
Daniel foi lançado na cova dos leões. Colocaram uma pedra sobre a abertura da cova. Selaram com o anel do rei e de seus nobres. Assim, a pedra não poderia ser removida. A não ser pelo próprio rei. Ninguém poderia resgatar Daniel.
O rei voltou a seu palácio. Passou a noite em jejum. Não quis nenhum divertimento. Ficou acordado a noite inteira.
Assim que amanheceu, foi correndo à cova dos leões. Lá, gritou angustiado, chamando por Daniel, “servo do Deus vivo”. Perguntou se o Deus a quem ele servia tal fielmente pôde livrá-lo dos leões.
Daniel respondeu. Sim. Estava vivo! O seu Deus enviara Seu anjo para fechar a boca dos leões. Ele foi considerado inocente aos olhos de Deus. Lembra o significado de seu nome? Daniel, “Deus é meu juiz”. O Senhor o julgou. E foi considerado inocente. Daniel também disse que não fizera nada contra o rei.
O rei ficou muito feliz! Ordenou que Daniel fosse retirado da cova. Não havia sequer um arranhão nele. Sabe por quê? Porque confiara no Senhor.
O rei ordenou que prendessem os acusadores de Daniel e os lançassem na cova dos leões. Junto com suas esposas e filhos. Os leões os atacaram e os despedaçaram. Antes que chegassem ao fundo da cova. Tal qual Daniel, foram julgados. Não foram considerados inocentes. Que tristeza.
Quando viram como Daniel era leal, responsável e digno de confiança, por que não seguiram seu exemplo? Por que não se entregaram ao Deus de Daniel?
O rei Dario enviou uma mensagem aos povos de todas as cores, nações e línguas em todo o mundo dominado pelo Império Medo. Era um decreto. Neste decreto o rei ordenava que todos em seu reino deveriam tremer de medo diante do Deus de Daniel. Ele é o Deus vivo. Que permanece para sempre. Seu reino jamais será destruído. Seu domínio nunca terá fim. Ele livra e salva Seu povo. Realiza sinais e maravilhas. Nos céus e na terra. Foi Ele que livrou Daniel do poder dos leões.
Daniel prosperou também durante o reinado de Dario. E durante o reinado de Ciro, o persa.
Que aprendamos a sermos como Daniel. Leais. Sempre responsáveis. Dignos de confiança. Fieis. Constantes em oração.
“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 11.58
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2019
Daniel 2.1-49
Leitura do dia 12/09.
Na postagem anterior, vimos a decisão de Daniel e seus três amigos em não se contaminar com o banquete do rei da Babilônia. E a recompensa do Senhor por tal renúncia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-11-21.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo dois de Daniel.
Nabucodonosor teve um sonho.
Sentiu-se tão perturbado que não conseguiu mais dormir. Chamou seus magos, encantadores, feiticeiros e astrólogos.
Esqueceu-se de chamar os sábios e entendidos.
Exigiu que esses homens lhe contassem o sonho e sua interpretação. Todos ficaram apavorados. Precisavam saber o sonho para contar a interpretação.
Nabucodonosor disse que não contaria. Se contasse, inventariam uma interpretação. Queria a verdade, não invenções. Não se deixaria enganar dessa vez.
Se alguém contasse o sonho e sua interpretação, o rei cobriria essa pessoa de honras, presentes e recompensas. Se ninguém soubesse, ele despedaçaria suas casas e os mataria. Simples assim (para o rei).
Os astrólogos responderam-lhe que ninguém podia contar o sonho que tivera. Somente os deuses detinham tal poder. E os deuses não moravam com os mortais.
O rei ficou furioso. Embora não houvesse chamado os sábios, mandou matar a todos.
Quando Arioque, comandante da guarda do rei foi matá-los, Daniel foi até ele. Com sabedoria e prudência. Perguntou-lhe o que estava acontecendo. Qual o motivo daquele decreto tão severo. Arioque lhe contou.
Daniel imediatamente foi até o rei. Pediu mais tempo para comunicar o sonho e seu significado. O rei concedeu. Ele voltou correndo para casa. Contou a seus amigos o que acontecera. Pediu que orassem ao Senhor clamando por misericórdia. Que lhes revelasse o segredo daquele sonho. Para que não morressem junto com os outros sábios.
Naquela mesma noite, o Senhor revelou o segredo através de uma visão a Daniel. Ele ficou grato. Louvou ao Senhor, a quem pertencem a sabedoria e o poder. Ele é aquele muda o curso dos acontecimentos. Remove reis e coloca outros no lugar. Ele é o que dá sabedoria e conhecimento. O que revela coisas profundas e misteriosas. Sabe o que está escondido.
Daniel foi ao encontro do comandante da guarda. Pediu que não os sábios não fossem executados. Que o levasse ao rei. Ele interpretaria o sonho. Arioque correu até o rei e disse que “um dos exilados de Judá” diria ao rei o significado do sonho.
O rei perguntou a Daniel se ele poderia mesmo dizer o que sonhara e seu significado. Daniel respondeu que ninguém poderia fazer tal coisa, mas existe um Senhor nos céus, que revela segredos. Ele mostrou ao rei o que aconteceria no futuro. E Daniel lhe diria qual foi o sonho e as visões que o rei tivera.
Deixou bem claro ao rei que sabia o segredo de seu sonho, não porque era mais sábio que os outros, melhor, superior. Não. Sabia, porque o Senhor desejava que Nabucodonosor entendesse o que aconteceria no futuro.
No sonho, o rei viu uma estátua enorme, brilhante e assustadora. Sua cabeça era de ouro puro. Seu peito e braços, de prata. A barriga e os quadris de bronze. As pernas de ferro e barro cozido. Enquanto olhava, uma pedra foi cortada de uma montanha. Ela atingiu os pés da estátua. E os despedaçou. Toda a estátua se desmanchou em minúsculos pedaços. Pedaços que o vento levou como se fossem palha na eira. Mas, a pedra que derrubara a estátua, tornou-se uma grande montanha e cobriu toda a terra.
Após contar o sonho, Daniel passou a explicar seu significado. A cabeça de ouro era Nabucodonosor. O Senhor lhe concedera soberania, poder, força e honra. Quando seu reino chegasse ao fim, outro reino se levantaria em seu lugar. Era o peito e braços de prata, que a maioria dos estudiosos consideram ser o Império Persa, ou o Império Medo-Persa. Depois, um terceiro, representado pelo bronze, o Império de Alexandre, o Grande. Por fim, um quarto reino, forte como o ferro, o Império Romano. Esse reino esmagaria todos os anteriores. A mistura de ferro e barro nos pés mostra que esse reino seria dividido. Algumas partes seriam fortes como o ferro. Outras partes seriam fracas como o barro. Essa mistura também mostra que esses reinos tentariam se fortalecer formando uma aliança por meio de casamentos. Mas não permaneceriam unidos. Como o ferro não se liga ao barro.
Alguns estudiosos consideram que os dedos dos pés representam as nações e hoje. Umas fortes. Outras fracas. É nesse tempo que a “pedra” será lançada e acabará com todos os reinos, tornando-se o Reino que cobrirá toda a terra. O Reino do Senhor Jesus (Lucas 1.33, Apocalipse 11.15), um Reino de paz e justiça.
Daniel disse a Nabucodonosor que o sonho era verdadeiro e seu significado era certo. Sabemos que sim. Se olharmos para trás, veremos que aconteceu dessa maneira. Agora, estamos aguardando “a pedra” quebrar todos os reinos. É a única parte do sonho que falta ser cumprida.
Quando Daniel terminou de falar, o rei se curvou à sua frente. Ordenou que o povo oferecesse sacrifícios e queimasse incendo diante de Daniel e falou que verdadeiramente o Deus de Daniel é o maior de todos os deuses.
O rei babilônico testemunhou que o Deus de Daniel é o Senhor dos reis, revelador de mistérios.
Nabucodonosor colocou Daniel em um cargo elevado no reino. Foi nomeado governador de toda a província da Babilônia e chefe de todos os sábios. Deu-lhe muitos presentes valiosos. A seu pedido, nomeou Hananias, Misael e Azarias para cuidarem de todos os negócios da província da Babilônia.
Como governador de toda a província, Daniel permaneceu na corte do rei.
Aqui terminamos o capítulo dois de Daniel.
Que aprendamos a confiar no Senhor e no poder da oração, como Daniel e seus amigos confiaram.
Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo três.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos a decisão de Daniel e seus três amigos em não se contaminar com o banquete do rei da Babilônia. E a recompensa do Senhor por tal renúncia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-11-21.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo dois de Daniel.
Nabucodonosor teve um sonho.
Sentiu-se tão perturbado que não conseguiu mais dormir. Chamou seus magos, encantadores, feiticeiros e astrólogos.
Esqueceu-se de chamar os sábios e entendidos.
Exigiu que esses homens lhe contassem o sonho e sua interpretação. Todos ficaram apavorados. Precisavam saber o sonho para contar a interpretação.
Nabucodonosor disse que não contaria. Se contasse, inventariam uma interpretação. Queria a verdade, não invenções. Não se deixaria enganar dessa vez.
Se alguém contasse o sonho e sua interpretação, o rei cobriria essa pessoa de honras, presentes e recompensas. Se ninguém soubesse, ele despedaçaria suas casas e os mataria. Simples assim (para o rei).
Os astrólogos responderam-lhe que ninguém podia contar o sonho que tivera. Somente os deuses detinham tal poder. E os deuses não moravam com os mortais.
O rei ficou furioso. Embora não houvesse chamado os sábios, mandou matar a todos.
Quando Arioque, comandante da guarda do rei foi matá-los, Daniel foi até ele. Com sabedoria e prudência. Perguntou-lhe o que estava acontecendo. Qual o motivo daquele decreto tão severo. Arioque lhe contou.
Daniel imediatamente foi até o rei. Pediu mais tempo para comunicar o sonho e seu significado. O rei concedeu. Ele voltou correndo para casa. Contou a seus amigos o que acontecera. Pediu que orassem ao Senhor clamando por misericórdia. Que lhes revelasse o segredo daquele sonho. Para que não morressem junto com os outros sábios.
Naquela mesma noite, o Senhor revelou o segredo através de uma visão a Daniel. Ele ficou grato. Louvou ao Senhor, a quem pertencem a sabedoria e o poder. Ele é aquele muda o curso dos acontecimentos. Remove reis e coloca outros no lugar. Ele é o que dá sabedoria e conhecimento. O que revela coisas profundas e misteriosas. Sabe o que está escondido.
Daniel foi ao encontro do comandante da guarda. Pediu que não os sábios não fossem executados. Que o levasse ao rei. Ele interpretaria o sonho. Arioque correu até o rei e disse que “um dos exilados de Judá” diria ao rei o significado do sonho.
O rei perguntou a Daniel se ele poderia mesmo dizer o que sonhara e seu significado. Daniel respondeu que ninguém poderia fazer tal coisa, mas existe um Senhor nos céus, que revela segredos. Ele mostrou ao rei o que aconteceria no futuro. E Daniel lhe diria qual foi o sonho e as visões que o rei tivera.
Deixou bem claro ao rei que sabia o segredo de seu sonho, não porque era mais sábio que os outros, melhor, superior. Não. Sabia, porque o Senhor desejava que Nabucodonosor entendesse o que aconteceria no futuro.
No sonho, o rei viu uma estátua enorme, brilhante e assustadora. Sua cabeça era de ouro puro. Seu peito e braços, de prata. A barriga e os quadris de bronze. As pernas de ferro e barro cozido. Enquanto olhava, uma pedra foi cortada de uma montanha. Ela atingiu os pés da estátua. E os despedaçou. Toda a estátua se desmanchou em minúsculos pedaços. Pedaços que o vento levou como se fossem palha na eira. Mas, a pedra que derrubara a estátua, tornou-se uma grande montanha e cobriu toda a terra.
Após contar o sonho, Daniel passou a explicar seu significado. A cabeça de ouro era Nabucodonosor. O Senhor lhe concedera soberania, poder, força e honra. Quando seu reino chegasse ao fim, outro reino se levantaria em seu lugar. Era o peito e braços de prata, que a maioria dos estudiosos consideram ser o Império Persa, ou o Império Medo-Persa. Depois, um terceiro, representado pelo bronze, o Império de Alexandre, o Grande. Por fim, um quarto reino, forte como o ferro, o Império Romano. Esse reino esmagaria todos os anteriores. A mistura de ferro e barro nos pés mostra que esse reino seria dividido. Algumas partes seriam fortes como o ferro. Outras partes seriam fracas como o barro. Essa mistura também mostra que esses reinos tentariam se fortalecer formando uma aliança por meio de casamentos. Mas não permaneceriam unidos. Como o ferro não se liga ao barro.
Alguns estudiosos consideram que os dedos dos pés representam as nações e hoje. Umas fortes. Outras fracas. É nesse tempo que a “pedra” será lançada e acabará com todos os reinos, tornando-se o Reino que cobrirá toda a terra. O Reino do Senhor Jesus (Lucas 1.33, Apocalipse 11.15), um Reino de paz e justiça.
Daniel disse a Nabucodonosor que o sonho era verdadeiro e seu significado era certo. Sabemos que sim. Se olharmos para trás, veremos que aconteceu dessa maneira. Agora, estamos aguardando “a pedra” quebrar todos os reinos. É a única parte do sonho que falta ser cumprida.
Quando Daniel terminou de falar, o rei se curvou à sua frente. Ordenou que o povo oferecesse sacrifícios e queimasse incendo diante de Daniel e falou que verdadeiramente o Deus de Daniel é o maior de todos os deuses.
O rei babilônico testemunhou que o Deus de Daniel é o Senhor dos reis, revelador de mistérios.
Nabucodonosor colocou Daniel em um cargo elevado no reino. Foi nomeado governador de toda a província da Babilônia e chefe de todos os sábios. Deu-lhe muitos presentes valiosos. A seu pedido, nomeou Hananias, Misael e Azarias para cuidarem de todos os negócios da província da Babilônia.
Como governador de toda a província, Daniel permaneceu na corte do rei.
Aqui terminamos o capítulo dois de Daniel.
Que aprendamos a confiar no Senhor e no poder da oração, como Daniel e seus amigos confiaram.
Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo três.
Espero você. Até já.
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Sonho de Nabucodonosor
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Jeremias 13.1-15.21
Leitura do dia 10/08.
Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Jeremias.
Na postagem anterior vimos a destruição que a idolatria trouxe ao povo de Israel e de Jerusalém. Assim como traz a todos.
O Senhor é o único Rei. O Rei das nações. Esse título pertence somente a Ele. Judá quebrou Sua aliança e colherá o resultado do que plantou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-101-1217.html
Agora caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
O Senhor ordena que Jeremias compre um cinto novo. De linho. Ele deve vesti-lo, sem lavá-lo. Se fosse comigo, iria querer saber o motivo. Jeremias obedeceu. Sem questionar. Comprou o cinto e o colocou. Mesmo sem lavar. Depois que o vestiu, o Senhor ordenou que fosse ao rio Eufrates. Que o escondesse ali, num buraco entre as pedras. Ele foi e o escondeu. Como o Senhor ordenara. E pronto. Não perguntou o motivo. E o Senhor não falou nada por um bom tempo. Enfim, mais fácil que a ordem dada a Isaías de andar nu e descalço (Isaías 20.1-6).
Depois que passou muito tempo, o Senhor ordenou que Jeremias voltasse onde tinha escondido o cinto e o pegasse. Ele foi. Cavou onde havia escondido e o tirou dali. Sabe o que aconteceu com o cinto? Claro, estava podre. Não servia para nada. Completamente perdido.
Então, só então, o Senhor disse a Jeremias o significado de tudo aquilo. Ele faria apodrecer o orgulho de Judá e Jerusalém. Porque não queriam ouvi-Lo. Se tornariam como aquele cinto. Não serviriam para nada.
Ele os criara para que, assim como o cinto fica apegado à cintura do homem, eles se apegassem a Ele. Era para serem Seu povo, Seu louvor e Sua glória. Uma honra para Seu nome. Mas não quiseram ouvi-Lo. Não quiseram amá-Lo.
O povo não se arrependeu. Continuou vivendo em sua arrogância, sem olhar para o Senhor. Sem buscá-Lo. Uma grande aflição os esperava. Seriam levados para o exílio. Não quiseram se purificar.
O Senhor falou com Jeremias a respeito de uma grande seca. O comércio às portas de Jerusalém cessaria. Os poços secariam. Todos ficariam preocupados, com suas cabeças cobertas. Até a corça abandonaria sua cria. Não haveria pastagem. Nada.
Seu povo gostava de andar longe dEle. Não controlavam seus pés (Gênesis 4.7). Então, o Senhor também se afastaria deles. Lembraria suas perversidades. Receberiam Sua justiça.
Mais uma vez Ele ordena que Jeremias não interceda pelo povo. Ele não ouvirá. Não receberá seus jejuns. Não dará atenção ao seu clamor.
Jeremias está angustiado. Conta ao Senhor, que os profetas dizem que está tudo bem. Que não haverá guerra. Nem fome. Que certamente o Senhor os abençoaria com paz. O Senhor lhe responde que esses profetas são mentirosos. Falam mensagens que Ele não ordenou. Têm visões e revelações que nunca viram nem ouviram. Falam tolices. Inventadas em seus corações mentirosos. Morrerão na guerra e na fome. E os que têm acreditado em suas mentiras, terão seus corpos lançados nas ruas de Jerusalém, mortos pela fome e pela guerra. Não sobrará ninguém.
Jeremias continua clamando por socorro. O Senhor lhe diz que ainda que Moisés e Samuel intercedessem diante dEle em favor daquele povo, Ele não os ajudaria. Eles O abandonaram. Deram-Lhe as costas. Serão destruídos. Não quiseram abandonar seus maus caminhos. Serão alcançados por suas próprias maldades. A situação será tão terrível que até a mãe de sete filhos desmaiará. Ficará sem filhos. Envergonhada e humilhada. Sozinha.
Jeremias está aflito. Deseja nem ter nascido. É odiado em todos os lugares. Não deve a ninguém. Não é credor de ninguém. Mas é odiado como se não pagasse suas dívidas ou como se cobrasse seus credores, com ameaças.
O Senhor ouve Sua oração. Cuidará dele. E mais, nos tempos de calamidade e aflição, os inimigos de Jeremias lhe pedirão que interceda por eles (Mateus 5.44).
Jeremias pede que o Senhor lhe dê tempo. Que não permita que morra em sua juventude. Tem sofrido humilhações. Por causa de Seu nome. Mas não pode abandonar o Senhor. Quando descobriu Suas palavras, ele as devorou, faminto. Elas são a alegria e o prazer de seu coração tão sofrido. Afinal, ele pertence ao Senhor. Por isso, sentava-se sozinho. Para não participar das festas pecaminosas de seu povo. Apesar disso, está sofrendo. Não consegue enxergar Seu socorro. É como se contasse com um riacho inconstante. Ou uma fonte que já secou.
Mas o Senhor é nossa fonte inesgotável. Ele chama Jeremias de volta ao Seu esconderijo. Ele o restaurará. Lhe dará forças. Para que continue a servi-Lo. Exorta-o a parar de reclamar, de falar inutilidades. Que fale palavras valiosas. Assim, será Seu porta-voz. Ele influenciará pessoas, mas não deixará que o influenciem. Continuarão a lutar contra ele, mas não prevalecerão. O Senhor o protegerá e o livrará.
Que clamemos ao Senhor. E fiquemos em Seus braços. Em Seu esconderijo. Ele nos livrará. Que jamais o deixemos. Que cada um de nós seja Seu porta-voz.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Jeremias.
Na postagem anterior vimos a destruição que a idolatria trouxe ao povo de Israel e de Jerusalém. Assim como traz a todos.
O Senhor é o único Rei. O Rei das nações. Esse título pertence somente a Ele. Judá quebrou Sua aliança e colherá o resultado do que plantou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-101-1217.html
Agora caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
O Senhor ordena que Jeremias compre um cinto novo. De linho. Ele deve vesti-lo, sem lavá-lo. Se fosse comigo, iria querer saber o motivo. Jeremias obedeceu. Sem questionar. Comprou o cinto e o colocou. Mesmo sem lavar. Depois que o vestiu, o Senhor ordenou que fosse ao rio Eufrates. Que o escondesse ali, num buraco entre as pedras. Ele foi e o escondeu. Como o Senhor ordenara. E pronto. Não perguntou o motivo. E o Senhor não falou nada por um bom tempo. Enfim, mais fácil que a ordem dada a Isaías de andar nu e descalço (Isaías 20.1-6).
Depois que passou muito tempo, o Senhor ordenou que Jeremias voltasse onde tinha escondido o cinto e o pegasse. Ele foi. Cavou onde havia escondido e o tirou dali. Sabe o que aconteceu com o cinto? Claro, estava podre. Não servia para nada. Completamente perdido.
Então, só então, o Senhor disse a Jeremias o significado de tudo aquilo. Ele faria apodrecer o orgulho de Judá e Jerusalém. Porque não queriam ouvi-Lo. Se tornariam como aquele cinto. Não serviriam para nada.
Ele os criara para que, assim como o cinto fica apegado à cintura do homem, eles se apegassem a Ele. Era para serem Seu povo, Seu louvor e Sua glória. Uma honra para Seu nome. Mas não quiseram ouvi-Lo. Não quiseram amá-Lo.
O povo não se arrependeu. Continuou vivendo em sua arrogância, sem olhar para o Senhor. Sem buscá-Lo. Uma grande aflição os esperava. Seriam levados para o exílio. Não quiseram se purificar.
O Senhor falou com Jeremias a respeito de uma grande seca. O comércio às portas de Jerusalém cessaria. Os poços secariam. Todos ficariam preocupados, com suas cabeças cobertas. Até a corça abandonaria sua cria. Não haveria pastagem. Nada.
Seu povo gostava de andar longe dEle. Não controlavam seus pés (Gênesis 4.7). Então, o Senhor também se afastaria deles. Lembraria suas perversidades. Receberiam Sua justiça.
Mais uma vez Ele ordena que Jeremias não interceda pelo povo. Ele não ouvirá. Não receberá seus jejuns. Não dará atenção ao seu clamor.
Jeremias está angustiado. Conta ao Senhor, que os profetas dizem que está tudo bem. Que não haverá guerra. Nem fome. Que certamente o Senhor os abençoaria com paz. O Senhor lhe responde que esses profetas são mentirosos. Falam mensagens que Ele não ordenou. Têm visões e revelações que nunca viram nem ouviram. Falam tolices. Inventadas em seus corações mentirosos. Morrerão na guerra e na fome. E os que têm acreditado em suas mentiras, terão seus corpos lançados nas ruas de Jerusalém, mortos pela fome e pela guerra. Não sobrará ninguém.
Jeremias continua clamando por socorro. O Senhor lhe diz que ainda que Moisés e Samuel intercedessem diante dEle em favor daquele povo, Ele não os ajudaria. Eles O abandonaram. Deram-Lhe as costas. Serão destruídos. Não quiseram abandonar seus maus caminhos. Serão alcançados por suas próprias maldades. A situação será tão terrível que até a mãe de sete filhos desmaiará. Ficará sem filhos. Envergonhada e humilhada. Sozinha.
Jeremias está aflito. Deseja nem ter nascido. É odiado em todos os lugares. Não deve a ninguém. Não é credor de ninguém. Mas é odiado como se não pagasse suas dívidas ou como se cobrasse seus credores, com ameaças.
O Senhor ouve Sua oração. Cuidará dele. E mais, nos tempos de calamidade e aflição, os inimigos de Jeremias lhe pedirão que interceda por eles (Mateus 5.44).
Jeremias pede que o Senhor lhe dê tempo. Que não permita que morra em sua juventude. Tem sofrido humilhações. Por causa de Seu nome. Mas não pode abandonar o Senhor. Quando descobriu Suas palavras, ele as devorou, faminto. Elas são a alegria e o prazer de seu coração tão sofrido. Afinal, ele pertence ao Senhor. Por isso, sentava-se sozinho. Para não participar das festas pecaminosas de seu povo. Apesar disso, está sofrendo. Não consegue enxergar Seu socorro. É como se contasse com um riacho inconstante. Ou uma fonte que já secou.
Mas o Senhor é nossa fonte inesgotável. Ele chama Jeremias de volta ao Seu esconderijo. Ele o restaurará. Lhe dará forças. Para que continue a servi-Lo. Exorta-o a parar de reclamar, de falar inutilidades. Que fale palavras valiosas. Assim, será Seu porta-voz. Ele influenciará pessoas, mas não deixará que o influenciem. Continuarão a lutar contra ele, mas não prevalecerão. O Senhor o protegerá e o livrará.
Que clamemos ao Senhor. E fiquemos em Seus braços. Em Seu esconderijo. Ele nos livrará. Que jamais o deixemos. Que cada um de nós seja Seu porta-voz.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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domingo, 30 de junho de 2019
Salmos 140.1-143.12
Leitura do dia 26/06.
Continuamos caminhando através das páginas do livro de Salmos.
Ontem vimos a humilde oração de Davi. Que fez sua alma sossegar como uma criança que parou de ser amamentada. Também o ouvimos cantar como é bom que os irmãos vivam em união. Bom, agradável e revigorante. Além de sua oração para que o Senhor o sonde. E retire dele tudo que não O agrade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1311-13521.html
Vimos o salmista cantar longe de sua terra, junto aos rios de Babilônia. E dizer que jamais se esquecerá de Jerusalém. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1361-1388.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1391-24.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e quarenta até o cento e quarenta e quatro.
No Salmo cento e quarenta, Davi pede que o Senhor o livre dos perversos, violentos e orgulhosos. Que tramam mal. Que provocam tumultos. Ferem com a língua. Preparam armadilhas. Estendem rede. Armam ciladas.
Canta ao Senhor que Ele é seu Deus. Ele ouve suas súplicas. O Soberano Senhor. Seu salvador poderoso. Que o protege no dia da batalha.
Sabe que a batalha vem. É um soldado experimentado. Não tem a ilusão de uma vida que é um mar de rosas. Sua certeza está no Senhor, quando o dia da batalha chegar, Ele o protegerá.
Sabe também que o Senhor defenderá a causa dos aflitos. E fará justiça aos pobres. Por isso, com certeza, os justos louvarão Seu nome. Os íntegros viverão em Sua presença.
No Salmo cento e quarenta e um Davi clama que o Senhor venha depressa. Que ouça enquanto pede ajuda. Que sua oração seja aceita, como um incenso oferecido. E suas mãos levantadas sejam como uma oferta da tarde. Sabe o que o Senhor deseja. Relacionamento. Não sacrifícios.
Pede que o Senhor assuma o controle de sua fala. Que guarde Seus lábios. Que não permita ser desviado para fazer o mal. Ou se envolva em atos perversos. Que não o deixe participar dos banquetes dos maus. Antes, prefere que os justos o firam. Será um favor. Que o Senhor o ajude e não permita que recuse. A correção será como um bálsamo. Um remédio que dá alívio.
Ora constantemente contra os atos dos perversos. Espera por Sua ajuda. Que o Senhor O guarde.
O Salmo cento e quarenta e dois foi feito por Davi quando estava escondido em uma caverna. Em sua oração, em forma de canção, clama em alta voz. Suplica por Sua misericórdia. Derrama sua súplica a Ele. Apresenta suas angústias. Quando está assim, abatido, reconhece que somente o Senhor sabe o caminho que deve seguir.
Sim, quando estamos abatidos não conseguimos saber qual caminho seguir. Na verdade, queremos ficar quietos. Num canto. Sem ir a lugar algum. Ou nos escorregarmos em um buraco. Até chegar ao fim.
Que possamos ouvir Sua voz. E seguí-Lo. Ele renova nossas forças. Nos leva ao caminho certo.
Davi está na caverna. Tão abatido que não consegue ir a lugar algum sem que veja alguém lhe preparando armadilhas. Também não consegue encontrar alguém que o ajude. Não tem onde se abrigar. Ninguém se importa com ele. Ninguém sequer lembra que existe.
Não é assim que nos sentimos quando estamos na caverna? Mas não é verdade. Davi tinha muitos amigos. Que o ajudavam. Que o escondiam. Que se importavam com ele. Amigos verdadeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-seus-valentes.html
Então, em meio a toda essa dor, Davi clama ao Senhor. Ele é tudo que deseja. Seu refúgio. Não se faz de forte. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Está muito fraco. Que o Senhor o livre dos que o perseguem. São mais fortes que ele. Que o Senhor o tire da prisão.
Existe pior prisão que a depressão? Que a caverna em que nos escondemos quando estamos fracos e abatidos? Davi sabe que está em uma prisão. É o Senhor que pode tirá-lo de lá. Para que lhe dê graças. Assim, os justos se juntarão a seu redor. Porque o Senhor é bom para ele.
No Salmo cento e quarenta e três Davi também clama que o Senhor ouça sua oração. Escute sua súplica. Que o responda. O Senhor é fiel e justo. Pede para não ser julgado pois, diante do Senhor, ninguém é inocente. Ah, graças ao Senhor pelo sangue de Jesus que nos purifica de todo pecado. Que nos torna inocentes aos olhos do Senhor.
"Mas, se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça". - 1 João 1.9
Davi canta que seu inimigo o persegue. Foi derrubado. Obrigado a morar em trevas. Como as de um túmulo. Por isso vai perdendo o ânimo. Está tomado pelo medo.
Ainda assim, lembra-se dos dias que passaram. Reflete nas obras do Senhor. Em tudo que o Senhor fez. Dessa forma, consegue forças para levantar suas mãos em oração. Anseia pelo Senhor, com desespero, como a terra seca tem sede de chuva.
Quantos anos Davi precisou fugir de Saul e morar em cavernas! Quantas vezes deve ter quase desistido. Quase esquecido das promessas do Senhor. Mas, quando refletia no que o Senhor fez, era reanimado. Conseguia prosseguir. Como Jeremias.
"Ainda ouso, porém, ter esperança quando me recordo disto: O amor do Senhor não tem fim! Suas misericórdias são inesgotáveis. Grande é Sua fidelidade; Suas misericórdias se renovam cada manhã". - Lamentações de Jeremias 3.21-23
Ele pede que o Senhor venha depressa. Seu ânimo se esvai. Escorre por suas mãos. Se o Senhor se afastar dele, morrerá. Precisa ouvir de Seu amor a cada manhã. Confia nEle. Pede que o Senhor lhe mostre por onde andar. Está entregue ao Senhor. Pede que o livre. Refugia-se nEle. Pede que o ensine a fazer Sua vontade. Ele é seu Deus. Que Seu Espírito seja bondoso e o conduza adiante. Por um caminho reto e seguro. Que, pela honra de Seu nome, o Senhor lhe preserve a vida. Por Sua justiça, o tire do sofrimento em que se encontra. E por Seu amor, acabe com seus inimigos.
Ele é servo do Senhor. Mesmo quando está desanimado. E sua força vai se esvaindo. Como acontece conosco. Somos seus servos. Quando estamos bem e quando estamos mal.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos caminhando através das páginas do livro de Salmos.
Ontem vimos a humilde oração de Davi. Que fez sua alma sossegar como uma criança que parou de ser amamentada. Também o ouvimos cantar como é bom que os irmãos vivam em união. Bom, agradável e revigorante. Além de sua oração para que o Senhor o sonde. E retire dele tudo que não O agrade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1311-13521.html
Vimos o salmista cantar longe de sua terra, junto aos rios de Babilônia. E dizer que jamais se esquecerá de Jerusalém. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1361-1388.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1391-24.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e quarenta até o cento e quarenta e quatro.
No Salmo cento e quarenta, Davi pede que o Senhor o livre dos perversos, violentos e orgulhosos. Que tramam mal. Que provocam tumultos. Ferem com a língua. Preparam armadilhas. Estendem rede. Armam ciladas.
Canta ao Senhor que Ele é seu Deus. Ele ouve suas súplicas. O Soberano Senhor. Seu salvador poderoso. Que o protege no dia da batalha.
Sabe que a batalha vem. É um soldado experimentado. Não tem a ilusão de uma vida que é um mar de rosas. Sua certeza está no Senhor, quando o dia da batalha chegar, Ele o protegerá.
Sabe também que o Senhor defenderá a causa dos aflitos. E fará justiça aos pobres. Por isso, com certeza, os justos louvarão Seu nome. Os íntegros viverão em Sua presença.
No Salmo cento e quarenta e um Davi clama que o Senhor venha depressa. Que ouça enquanto pede ajuda. Que sua oração seja aceita, como um incenso oferecido. E suas mãos levantadas sejam como uma oferta da tarde. Sabe o que o Senhor deseja. Relacionamento. Não sacrifícios.
Pede que o Senhor assuma o controle de sua fala. Que guarde Seus lábios. Que não permita ser desviado para fazer o mal. Ou se envolva em atos perversos. Que não o deixe participar dos banquetes dos maus. Antes, prefere que os justos o firam. Será um favor. Que o Senhor o ajude e não permita que recuse. A correção será como um bálsamo. Um remédio que dá alívio.
Ora constantemente contra os atos dos perversos. Espera por Sua ajuda. Que o Senhor O guarde.
O Salmo cento e quarenta e dois foi feito por Davi quando estava escondido em uma caverna. Em sua oração, em forma de canção, clama em alta voz. Suplica por Sua misericórdia. Derrama sua súplica a Ele. Apresenta suas angústias. Quando está assim, abatido, reconhece que somente o Senhor sabe o caminho que deve seguir.
Sim, quando estamos abatidos não conseguimos saber qual caminho seguir. Na verdade, queremos ficar quietos. Num canto. Sem ir a lugar algum. Ou nos escorregarmos em um buraco. Até chegar ao fim.
Que possamos ouvir Sua voz. E seguí-Lo. Ele renova nossas forças. Nos leva ao caminho certo.
Davi está na caverna. Tão abatido que não consegue ir a lugar algum sem que veja alguém lhe preparando armadilhas. Também não consegue encontrar alguém que o ajude. Não tem onde se abrigar. Ninguém se importa com ele. Ninguém sequer lembra que existe.
Não é assim que nos sentimos quando estamos na caverna? Mas não é verdade. Davi tinha muitos amigos. Que o ajudavam. Que o escondiam. Que se importavam com ele. Amigos verdadeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-seus-valentes.html
Então, em meio a toda essa dor, Davi clama ao Senhor. Ele é tudo que deseja. Seu refúgio. Não se faz de forte. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Está muito fraco. Que o Senhor o livre dos que o perseguem. São mais fortes que ele. Que o Senhor o tire da prisão.
Existe pior prisão que a depressão? Que a caverna em que nos escondemos quando estamos fracos e abatidos? Davi sabe que está em uma prisão. É o Senhor que pode tirá-lo de lá. Para que lhe dê graças. Assim, os justos se juntarão a seu redor. Porque o Senhor é bom para ele.
No Salmo cento e quarenta e três Davi também clama que o Senhor ouça sua oração. Escute sua súplica. Que o responda. O Senhor é fiel e justo. Pede para não ser julgado pois, diante do Senhor, ninguém é inocente. Ah, graças ao Senhor pelo sangue de Jesus que nos purifica de todo pecado. Que nos torna inocentes aos olhos do Senhor.
"Mas, se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça". - 1 João 1.9
Davi canta que seu inimigo o persegue. Foi derrubado. Obrigado a morar em trevas. Como as de um túmulo. Por isso vai perdendo o ânimo. Está tomado pelo medo.
Ainda assim, lembra-se dos dias que passaram. Reflete nas obras do Senhor. Em tudo que o Senhor fez. Dessa forma, consegue forças para levantar suas mãos em oração. Anseia pelo Senhor, com desespero, como a terra seca tem sede de chuva.
Quantos anos Davi precisou fugir de Saul e morar em cavernas! Quantas vezes deve ter quase desistido. Quase esquecido das promessas do Senhor. Mas, quando refletia no que o Senhor fez, era reanimado. Conseguia prosseguir. Como Jeremias.
"Ainda ouso, porém, ter esperança quando me recordo disto: O amor do Senhor não tem fim! Suas misericórdias são inesgotáveis. Grande é Sua fidelidade; Suas misericórdias se renovam cada manhã". - Lamentações de Jeremias 3.21-23
Ele pede que o Senhor venha depressa. Seu ânimo se esvai. Escorre por suas mãos. Se o Senhor se afastar dele, morrerá. Precisa ouvir de Seu amor a cada manhã. Confia nEle. Pede que o Senhor lhe mostre por onde andar. Está entregue ao Senhor. Pede que o livre. Refugia-se nEle. Pede que o ensine a fazer Sua vontade. Ele é seu Deus. Que Seu Espírito seja bondoso e o conduza adiante. Por um caminho reto e seguro. Que, pela honra de Seu nome, o Senhor lhe preserve a vida. Por Sua justiça, o tire do sofrimento em que se encontra. E por Seu amor, acabe com seus inimigos.
Ele é servo do Senhor. Mesmo quando está desanimado. E sua força vai se esvaindo. Como acontece conosco. Somos seus servos. Quando estamos bem e quando estamos mal.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sexta-feira, 28 de junho de 2019
Salmo 129.1-130.8
Leitura do dia 24/06.
Na postagem anterior vimos que precisamos trabalhar com o Senhor. E temê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1271-1286.html
Agora, caminharemos pelos Salmos cento e vinte e nove e cento e trinta.
No Salmo cento e vinte e nove o salmista canta que desde a sua juventude seus inimigos o perseguem. Lembre-se, é uma canção. Todos devem repetir. Seus inimigos o perseguem. Mas, maravilha das maravilhas, nunca foi derrotado. Suas costas estão cobertas de feridas. Sofreu. Foi escravo. O Senhor porém, que é justo, o livrou das cordas do homem que o feria, com maldade.
Seu desejo, expresso em sua canção, é que todos que odeiam Sião sejam envergonhados e derrotados. Que sejam inúteis como o capim que nasce no telhado. Não serve para nada. Seca antes de crescer. Não é colhido.
Quando passavam uns pelos outros no caminho, cumprimentavam-se abençoando uns aos outros. Seu desejo é que esses, que odeiam Sião, não sejam cumprimentados com a benção do Senhor.
No Salmo cento e trinta, o salmista está em desespero. Das profundezes do desespero clama ao Senhor. Desespero é algo terrível. Mas ele não está apenas desesperado. Está nas profundezas do desespero. Um lugar em que muitos de nós conheceu. Conhece.
É dessa profundeza que clama ao Senhor. Implora que sua voz seja escutada. Que sua oração seja ouvida.
Em algum momento esteve longe do Senhor. Por isso, fala que se o Senhor mantivesse um registro de nossos pecados, ninguém sobreviveria. Ah, louvado seja Seu nome por nos perdoar. E não se lembrar mais de nossos pecados.
“Eu, somente Eu, por minha própria causa, apagarei seus pecados e nunca mais voltarei a pensar neles.” – Isaías 43.25
O Senhor nos oferece perdão. Para que O temamos. O respeitemos. O amemos.
O salmista declara que espera no Senhor. Em Sua palavra depositou toda a Sua esperança. Anseia pelo Senhor. Muito mais que as sentinelas anseiam que o dia amanheça para que voltem em segurança às suas casas e descansem.
Conclama a todos que coloquem sua esperança no Senhor. Sabe por quê? No Senhor há amor. E transbordante redenção. Não é apenas uma redenção por obrigação e má vontade. É uma transbordante redenção. Como águas que transbordam e correm, revigorando tudo ao redor. Ele próprio é quem nos resgata de todos nossos pecados. Louvado seja o Senhor.
Sim, que coloquemos nossa esperança apenas nEle. E desfrutemos de Sua transbordante redenção.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e trinta e um. Até o Salmo cento e trinta e nove.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos que precisamos trabalhar com o Senhor. E temê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1271-1286.html
Agora, caminharemos pelos Salmos cento e vinte e nove e cento e trinta.
No Salmo cento e vinte e nove o salmista canta que desde a sua juventude seus inimigos o perseguem. Lembre-se, é uma canção. Todos devem repetir. Seus inimigos o perseguem. Mas, maravilha das maravilhas, nunca foi derrotado. Suas costas estão cobertas de feridas. Sofreu. Foi escravo. O Senhor porém, que é justo, o livrou das cordas do homem que o feria, com maldade.
Seu desejo, expresso em sua canção, é que todos que odeiam Sião sejam envergonhados e derrotados. Que sejam inúteis como o capim que nasce no telhado. Não serve para nada. Seca antes de crescer. Não é colhido.
Quando passavam uns pelos outros no caminho, cumprimentavam-se abençoando uns aos outros. Seu desejo é que esses, que odeiam Sião, não sejam cumprimentados com a benção do Senhor.
No Salmo cento e trinta, o salmista está em desespero. Das profundezes do desespero clama ao Senhor. Desespero é algo terrível. Mas ele não está apenas desesperado. Está nas profundezas do desespero. Um lugar em que muitos de nós conheceu. Conhece.
É dessa profundeza que clama ao Senhor. Implora que sua voz seja escutada. Que sua oração seja ouvida.
Em algum momento esteve longe do Senhor. Por isso, fala que se o Senhor mantivesse um registro de nossos pecados, ninguém sobreviveria. Ah, louvado seja Seu nome por nos perdoar. E não se lembrar mais de nossos pecados.
“Eu, somente Eu, por minha própria causa, apagarei seus pecados e nunca mais voltarei a pensar neles.” – Isaías 43.25
O Senhor nos oferece perdão. Para que O temamos. O respeitemos. O amemos.
O salmista declara que espera no Senhor. Em Sua palavra depositou toda a Sua esperança. Anseia pelo Senhor. Muito mais que as sentinelas anseiam que o dia amanheça para que voltem em segurança às suas casas e descansem.
Conclama a todos que coloquem sua esperança no Senhor. Sabe por quê? No Senhor há amor. E transbordante redenção. Não é apenas uma redenção por obrigação e má vontade. É uma transbordante redenção. Como águas que transbordam e correm, revigorando tudo ao redor. Ele próprio é quem nos resgata de todos nossos pecados. Louvado seja o Senhor.
Sim, que coloquemos nossa esperança apenas nEle. E desfrutemos de Sua transbordante redenção.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e trinta e um. Até o Salmo cento e trinta e nove.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 27 de junho de 2019
Salmos 119.169-176
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119161-168.html
Finalmente chegamos à vigésima segunda estrofe. A última. Foi uma caminhada deliciosa. Uma canção impressionante. Com vinte e duas estrofes. Cada uma composta por oito versículos. Todos iniciando com a letra do alfabeto hebraico em seu subtítulo. Totalmente em ordem alfabética.
Agora, leremos do versículo cento e sessenta e nove ao versículo cento e setenta e seis.
Tau
Sua oração continua. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Que lhe dê entendimento. Como prometeu. Que ouça sua oração. E o livre. Conforme Sua palavra.
Sabe que o Senhor tem lhe ensinado. Pelo ensino de Seus decretos, deseja que o louvor transborde de Seus lábios. E que sua língua cante sobre Sua palavra, falando de seus mandamentos que são todos justos.
Quando ouço as músicas de hoje, tenho vontade de correr. Se tivesse uma arma, acho que atirava em muitas caixas de som por aí. A maioria das canções é lixo. Não deveriam sequer ser consideradas músicas.
O que tem transbordado de nossos lábios? O que nossas línguas tem cantado? Sobre Seus justos mandamentos? Sobre Sua palavra? Temos transbordado com Seus louvores?
“Pois a boca fala do que o coração está cheio. A pessoa boa tira coisas boas do tesouro de um coração bom, e a pessoa má tira coisas más do tesouro de um coração mau”. – Mateus 12.34c,35
De que nosso coração está cheio? Jesus continuou Seu discurso: “Eu lhes digo: no dia do juízo, vocês prestarão contas de toda palavra inútil que falarem. Por suas palavras vocês serão absolvidos, e por elas serão condenados”. – Mateus 12.36
O salmista continua sua oração. Que o Senhor estenda Suas mãos para ajuda-lo. Sua lei é seu prazer. Deseja viver para louvá-Lo. Com a ajuda de Seus estatutos. Que nos ensinam o caminho correto a seguir. O caminho da vida.
Reconhece que sua angústia o fez andar sem rumo. Sente-se como uma ovelha perdida. Pede que o Senhor o busque. Mesmo andando sem rumo, não se esqueceu de Seus mandamentos.
Já aconteceu com você? Comigo já. Algumas vezes. Não sabemos para onde ir. O que fazer. O que pensar. Muitas vezes, nem o que orar. Mas o Senhor nos entende. Ele nos fez. E nos ouve. E, como o bom pastor que dá Sua vida pelas ovelhas, Ele vem nos buscar. E nos coloca no lugar de descanso. Sua vara e Seu cajado, ao invés de apenas nos corrigir, nos consolam.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que encontremos nEle o refúgio.
Aqui, findamos a leitura do Salmo cento e dezenove. Como o salmista, não nos desviemos dos mandamentos do Senhor, mesmo nas maiores angústias. Ele está conosco.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e vinte. Até o cento e trinta. Não se assuste. São salmos pequenos e deliciosos de ler.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119161-168.html
Finalmente chegamos à vigésima segunda estrofe. A última. Foi uma caminhada deliciosa. Uma canção impressionante. Com vinte e duas estrofes. Cada uma composta por oito versículos. Todos iniciando com a letra do alfabeto hebraico em seu subtítulo. Totalmente em ordem alfabética.
Agora, leremos do versículo cento e sessenta e nove ao versículo cento e setenta e seis.
Tau
Sua oração continua. Pede que o Senhor ouça seu clamor. Que lhe dê entendimento. Como prometeu. Que ouça sua oração. E o livre. Conforme Sua palavra.
Sabe que o Senhor tem lhe ensinado. Pelo ensino de Seus decretos, deseja que o louvor transborde de Seus lábios. E que sua língua cante sobre Sua palavra, falando de seus mandamentos que são todos justos.
Quando ouço as músicas de hoje, tenho vontade de correr. Se tivesse uma arma, acho que atirava em muitas caixas de som por aí. A maioria das canções é lixo. Não deveriam sequer ser consideradas músicas.
O que tem transbordado de nossos lábios? O que nossas línguas tem cantado? Sobre Seus justos mandamentos? Sobre Sua palavra? Temos transbordado com Seus louvores?
“Pois a boca fala do que o coração está cheio. A pessoa boa tira coisas boas do tesouro de um coração bom, e a pessoa má tira coisas más do tesouro de um coração mau”. – Mateus 12.34c,35
De que nosso coração está cheio? Jesus continuou Seu discurso: “Eu lhes digo: no dia do juízo, vocês prestarão contas de toda palavra inútil que falarem. Por suas palavras vocês serão absolvidos, e por elas serão condenados”. – Mateus 12.36
O salmista continua sua oração. Que o Senhor estenda Suas mãos para ajuda-lo. Sua lei é seu prazer. Deseja viver para louvá-Lo. Com a ajuda de Seus estatutos. Que nos ensinam o caminho correto a seguir. O caminho da vida.
Reconhece que sua angústia o fez andar sem rumo. Sente-se como uma ovelha perdida. Pede que o Senhor o busque. Mesmo andando sem rumo, não se esqueceu de Seus mandamentos.
Já aconteceu com você? Comigo já. Algumas vezes. Não sabemos para onde ir. O que fazer. O que pensar. Muitas vezes, nem o que orar. Mas o Senhor nos entende. Ele nos fez. E nos ouve. E, como o bom pastor que dá Sua vida pelas ovelhas, Ele vem nos buscar. E nos coloca no lugar de descanso. Sua vara e Seu cajado, ao invés de apenas nos corrigir, nos consolam.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que encontremos nEle o refúgio.
Aqui, findamos a leitura do Salmo cento e dezenove. Como o salmista, não nos desviemos dos mandamentos do Senhor, mesmo nas maiores angústias. Ele está conosco.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e vinte. Até o cento e trinta. Não se assuste. São salmos pequenos e deliciosos de ler.
Espero você. Até lá.
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Salmo 119.161-168
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada pelo Salmo cento e dezenove. Últimas estrofes. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119153160.html
Agora, leremos a partir do versículo cento e sessenta e um. Até o versículo cento e sessenta e oito.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a última estrofe deste belo salmo.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo Salmo cento e dezenove. Últimas estrofes. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119153160.html
Agora, leremos a partir do versículo cento e sessenta e um. Até o versículo cento e sessenta e oito.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a última estrofe deste belo salmo.
Espero você. Até já.
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Bíblia,
Estatutos justos,
Falsidade,
Lei,
livramento,
louvor,
oração,
Palavra,
Salmo 119,
Salmos,
Segurança,
Temor pela Palavra,
Tremor,
Tropeço
Salmo 119.153.160
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada pelas estrofes do Salmo cento e dezenove. Quase no fim.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119145-152.html
Agora, leremos do versículo cento e cinquenta e três ao versículo cento e sessenta.
Rêsh
O salmista continua sua oração. Pede que o Senhor veja seu sofrimento. E o livre. Nunca se esqueceu de Sua lei. Mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Pede que o Senhor defenda Sua causa. Que o liberte. Que o proteja. Como Ele mesmo prometeu.
"Aquele que habita no abrigo do Altíssimo encontrará descanso à sombra do Todo-Poderoso". - Salmo 91.1
Lembra que os perversos estão longe da salvação. Motivo: não dão importância aos decretos do Senhor.
Não é seu caso. Sabe que o Senhor é misericordioso. Por isso, clama que o restaure. Muitos são os que o perseguem. Os que o afligem. Ainda assim, continuou fiel.
Quando olha para os que não obedecem a palavra do Senhor, fica desgostoso. Ele ama Suas ordens. E continua clamando por salvação.
E, em meio a toda sua dor, reconhece que a própria essência de Suas palavras é a verdade. Todos Seus estatutos são justos. E permanecerão eternamente. Por isso espera. Sabe que pode confiar. Encontrará refúgio no Senhor.
Ah, que aprendamos com o salmista. Que não desistamos de clamar ao Senhor. Somente Ele pode nos responder. Mesmo que pareça demorado. Sua misericórdia não tem fim. Seus preceitos são eternos. E atuais. Continuemos a clamar e a obedecê-Lo. Até o fim. A cada dia.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelas estrofes do Salmo cento e dezenove. Quase no fim.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119145-152.html
Agora, leremos do versículo cento e cinquenta e três ao versículo cento e sessenta.
Rêsh
O salmista continua sua oração. Pede que o Senhor veja seu sofrimento. E o livre. Nunca se esqueceu de Sua lei. Mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Pede que o Senhor defenda Sua causa. Que o liberte. Que o proteja. Como Ele mesmo prometeu.
"Aquele que habita no abrigo do Altíssimo encontrará descanso à sombra do Todo-Poderoso". - Salmo 91.1
Lembra que os perversos estão longe da salvação. Motivo: não dão importância aos decretos do Senhor.
Não é seu caso. Sabe que o Senhor é misericordioso. Por isso, clama que o restaure. Muitos são os que o perseguem. Os que o afligem. Ainda assim, continuou fiel.
Quando olha para os que não obedecem a palavra do Senhor, fica desgostoso. Ele ama Suas ordens. E continua clamando por salvação.
E, em meio a toda sua dor, reconhece que a própria essência de Suas palavras é a verdade. Todos Seus estatutos são justos. E permanecerão eternamente. Por isso espera. Sabe que pode confiar. Encontrará refúgio no Senhor.
Ah, que aprendamos com o salmista. Que não desistamos de clamar ao Senhor. Somente Ele pode nos responder. Mesmo que pareça demorado. Sua misericórdia não tem fim. Seus preceitos são eternos. E atuais. Continuemos a clamar e a obedecê-Lo. Até o fim. A cada dia.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Salmo 119.145-152
Leitura do dia 23/06.
Continuamos em nossa caminhada através do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119137-144.html
Agora, leremos do versículo cento e quarenta e cinco ao versículo cento e cinquenta e dois.
Qof
Esta estrofe é iniciada com uma oração profunda. O salmista ora de todo coração. Clama que o Senhor o responda. Obedecerá Seus decretos. Pede que o livre. Para que obedeça Seus preceitos.
Ele se levanta cedo. Antes do nascer do sol. Quando ora. E coloca sua esperança nas promessas do Senhor. Desperta de madrugada. Para refletir em Suas palavras.
Sua mente está sempre voltada para o Senhor. Como a nossa deve estar.
“Uma vez que vocês ressuscitaram para uma nova vida com Cristo, mantenham os olhos fixos nas realidades do alto, onde Cristo está sentado no lugar de honra, à direita de Deus. Pensem nas coisas do alto, e não nas coisas da terra”. – Colossenses 3.1,2
Temos pensado nas coisas do alto ou nossos corações estão travados aqui na terra?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
Pede ao Senhor que ouça seu clamor. Por causa de Seu maravilho amor. Que restaure sua vida conforme escrito em Seus estatutos.
Conta que pessoas más se aproximam dele. Para atacá-lo. Elas estão distantes da lei do Senhor. Se estivessem próximas, não o atacariam.
Mas, ainda que clame e chore, reconhece que o Senhor está perto. Que todos Seus mandamentos são verdadeiros. Ele sabe, há muito tempo, que Seus preceitos são eternos. Não têm prazo de validade. São tão verdadeiros hoje como eram milhares de anos atrás.
Que nossos pensamentos também estejam no Senhor. Em Suas promessas. Em Sua palavra.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos em nossa caminhada através do Salmo cento e dezenove.
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Agora, leremos do versículo cento e quarenta e cinco ao versículo cento e cinquenta e dois.
Qof
Esta estrofe é iniciada com uma oração profunda. O salmista ora de todo coração. Clama que o Senhor o responda. Obedecerá Seus decretos. Pede que o livre. Para que obedeça Seus preceitos.
Ele se levanta cedo. Antes do nascer do sol. Quando ora. E coloca sua esperança nas promessas do Senhor. Desperta de madrugada. Para refletir em Suas palavras.
Sua mente está sempre voltada para o Senhor. Como a nossa deve estar.
“Uma vez que vocês ressuscitaram para uma nova vida com Cristo, mantenham os olhos fixos nas realidades do alto, onde Cristo está sentado no lugar de honra, à direita de Deus. Pensem nas coisas do alto, e não nas coisas da terra”. – Colossenses 3.1,2
Temos pensado nas coisas do alto ou nossos corações estão travados aqui na terra?
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Pede ao Senhor que ouça seu clamor. Por causa de Seu maravilho amor. Que restaure sua vida conforme escrito em Seus estatutos.
Conta que pessoas más se aproximam dele. Para atacá-lo. Elas estão distantes da lei do Senhor. Se estivessem próximas, não o atacariam.
Mas, ainda que clame e chore, reconhece que o Senhor está perto. Que todos Seus mandamentos são verdadeiros. Ele sabe, há muito tempo, que Seus preceitos são eternos. Não têm prazo de validade. São tão verdadeiros hoje como eram milhares de anos atrás.
Que nossos pensamentos também estejam no Senhor. Em Suas promessas. Em Sua palavra.
Continuamos na próxima postagem.
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terça-feira, 25 de junho de 2019
Salmo 119.121-128
Leitura do dia 23/06.
Seguimos nossa caminhada através do Salmo cento e dezenove. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119113-120.html
Agora, do versículo cento e vinte e um ao versículo cento e vinte e oito.
Áin
O salmista, sempre em constante luta, como temos visto ao longo do Salmo, pede que o Senhor não o entregue a seus inimigos.
Tem agido de maneira justa e correta. Clama que o Senhor lhe garanta o bem. Que não permita que os arrogantes o oprimam.
Em meio às lutas e angústias, seus olhos se esforçam para que veja o livramento do Senhor. O cumprimento de Sua justa promessa. Como precisamos fazer.
Lembra ao Senhor que é Seu servo. Que o Senhor o trate conforme Seu amor. E lhe ensine Seus decretos. Que lhe dê discernimento. Para que entenda Seus preceitos. Essa também deve ser nossa oração. Que o Senhor nos dê discernimento em meio a um mundo egocêntrico, que anda na contramão do Senhor. Que torce leis e direitos.
Seu coração grita que já é hora do Senhor agir. Violaram Sua lei.
Não temos, também, clamado dessa maneira? Em breve o Senhor se levantará. Creia.
Que, tal qual o salmista, amemos Seus mandamentos. Mais que o ouro. Sim, mais que o ouro puro. Que as riquezas, o poder, ou qualquer outro ídolo não ganhe nossos corações. Que amemos o Senhor mais que o ouro. Cada um de Seus mandamentos é reto. https://www.youtube.com/watch?v=0rU0ZNV8L7U
Que odiemos todo e qualquer caminho falso. Só há apenas um caminho. Só Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”. – João 14.6
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Seguimos nossa caminhada através do Salmo cento e dezenove. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119113-120.html
Agora, do versículo cento e vinte e um ao versículo cento e vinte e oito.
Áin
O salmista, sempre em constante luta, como temos visto ao longo do Salmo, pede que o Senhor não o entregue a seus inimigos.
Tem agido de maneira justa e correta. Clama que o Senhor lhe garanta o bem. Que não permita que os arrogantes o oprimam.
Em meio às lutas e angústias, seus olhos se esforçam para que veja o livramento do Senhor. O cumprimento de Sua justa promessa. Como precisamos fazer.
Lembra ao Senhor que é Seu servo. Que o Senhor o trate conforme Seu amor. E lhe ensine Seus decretos. Que lhe dê discernimento. Para que entenda Seus preceitos. Essa também deve ser nossa oração. Que o Senhor nos dê discernimento em meio a um mundo egocêntrico, que anda na contramão do Senhor. Que torce leis e direitos.
Seu coração grita que já é hora do Senhor agir. Violaram Sua lei.
Não temos, também, clamado dessa maneira? Em breve o Senhor se levantará. Creia.
Que, tal qual o salmista, amemos Seus mandamentos. Mais que o ouro. Sim, mais que o ouro puro. Que as riquezas, o poder, ou qualquer outro ídolo não ganhe nossos corações. Que amemos o Senhor mais que o ouro. Cada um de Seus mandamentos é reto. https://www.youtube.com/watch?v=0rU0ZNV8L7U
Que odiemos todo e qualquer caminho falso. Só há apenas um caminho. Só Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”. – João 14.6
Continuamos na próxima postagem.
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domingo, 9 de junho de 2019
Salmos 62.1-67.7
Leitura do dia 09/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos o Salmo que Davi compôs depois que fugiu de Saul e foi se esconder na caverna. O que compôs quando Saul enviou soldados para matá-lo em sua casa. E o que fez depois que lutou com Arã-Naaraim e Arã-Zobá e Joabe matou doze mil edomitas, no vale do Sal.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-571-618.html
Embora estejamos no “livro dois”, os Salmos históricos, a maioria deles também é escrita por Davi.
Agora, caminharemos pelas páginas dos Salmos sessenta e dois até o Salmo sessenta e sete.
No Salmo sessenta e dois, Davi canta que em silêncio, diante do Senhor, sua alma espera. DEle vem sua vitória. Somente Ele é sua rocha. Sua salvação. Sua fortaleza onde jamais será abalado. Ah, certeza gloriosa saber que no Senhor jamais seremos abalados.
Quando fala que o Senhor é sua fortaleza, onde jamais será abalado, Davi não está deitado na areia da praia descansando. Não. Está enfrentando muitos inimigos. Que o planejam derrubar de sua elevada posição. Eles tem prazer em contar mentiras. São enganadores. Elogiam com seus lábios, mas seus corações o amaldiçoam. Estão à espreita.
Ainda assim, ordena que sua alma espere em silêncio no Senhor. Sua esperança está nEle. Repete que somente Ele é Sua rocha e salvação. Sua fortaleza, onde não será abalado. Sua vitória e honra vêm somente dEle.
Conclama que seu povo confie nEle o tempo todo. Que derrame seu coração diante dEle. Ele é nosso refúgio.
Que não ganhemos a vida através da extorsão. Nem coloquemos a esperança em coisas roubadas. Se nossas riquezas aumentarem, que não façamos dela o centro de nossas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
Davi canta que o Senhor falou claramente. Ele ouviu. O poder e o amor pertencem ao Senhor. Com certeza, Ele retribuirá a cada um, individualmente, de acordo com suas ações.
O Salmo sessenta e três foi composto por Davi quando estava no deserto de Judá, fugindo de Saul.
Canta que está em uma terra seca e sem água. O Senhor é Seu Deus. Ele O busca de todo coração. Sua alma tem sede dEle, mais que de água. Todo seu coração anseia por Ele, mais que por chuva. Lembra que viu o Senhor em Seu templo. Viu Seu poder e Sua glória. Ele é majestoso.
Seu amor é melhor que a própria vida. Louvará o Senhor enquanto viver. Em oração levantará suas mãos. O Senhor o satisfaz mais que um rico banquete. Louvará com cânticos de alegria.
Ah, que o Senhor também nos satisfaça. Mais que qualquer outra coisa. Mesmo se estivermos, como Davi estava, em uma terra seca e sem água. Não em um rico banquete.
Que façamos como Davi, ao se deitar ficava acordado, pensando no Senhor, meditando a Seu respeito a noite toda. Quanto amor! Quanta intimidade! O Senhor é seu auxílio. Às sombras de Suas asas, canta de alegria. Sua alma se apega ao Senhor. Sua forte mão direita o sustenta.
No Salmo quarenta e seis, Davi clama pedindo ao Senhor que escute sua queixa. Que o proteja das ameaças de seus inimigos. Sua vida “tranquila” de pastor de ovelhas, quando “apenas” enfrentava leões e ursos, ficou para trás. Agora seu clamor por socorro é constante. Muitos são seus inimigos. Homens que planejam “crimes perfeitos”.
Quando porém, esses homens perversos caírem, por suas próprias línguas que os levarão à ruína, Davi sabe, todos temerão e proclamarão as obras do Senhor. Entenderão o que Ele faz. Coisas que nem sempre conseguimos entender. Mas, não fomos chamados para entender. Fomos chamados para obedecer. Ainda que não entendamos.
Os justos se alegrarão no Senhor. Nele encontrarão refúgio. Os de coração íntegro O louvarão.
No Salmo sessenta e cinco Davi declara que é grande o louvor que aguarda o Senhor em Sião. Todos cumprirão seus votos. Pois o Senhor responde orações. Todos a Ele virão. Davi lembra quão misericordioso é o Senhor. Embora tenhamos muitos pecados, Ele perdoa nossa rebeldia.
Suspiro de alegria quando leio o versículo quatro. Os que o Senhor escolhe para se aproximar dEle, são muito felizes. Que Ele nos escolha para estarmos muito perto dEle.
O Senhor responde nossas orações com notáveis feitos de justiça. Ah, Ele é nossa salvação. A esperança de todos na terra. Até dos que navegam por mares distantes. Sua criação fala de Seu poder. Os habitantes dos confins da terra admiram Suas maravilhas. E, que delícia servir o Senhor! Em todos os lugares, Ele desperta gritos de alegria. Cuida de tudo. Toda a terra grita e canta de alegria. Por causa dEle. De Seu cuidado. De Seu amor.
No Salmo sessenta e seis, o salmista convoca todos os habitantes da terra a aclamarem o Senhor. A cantar glória ao Seu nome. A anunciar ao mundo quão glorioso Ele é. Como são notáveis Seus feitos. Tudo que existe na terra adorará o Senhor, cantando louvores e anunciando Seu nome. Ele é merecedor.
Que o mundo inteiro O celebre. Nossa vida está em Suas mãos. Ele guarda nossos pés, para que não tropecemos. Ele nos colocou à prova e nos purificou como prata. E isso é bom. Sim, o resultado é muito bom. Apesar do sofrimento, Ele nos levou a um lugar de grande fartura.
O salmista convoca todos para ouvir seu testemunho. Clamou ao Senhor e foi por Ele respondido. Confessou seu pecado e o Senhor o ouviu.
Sim, que todos digamos: “Louvado seja Deus, que não rejeitou minha oração, nem afastou de mim o Seu amor” (Salmo 66.20).
O Salmo sessenta e sete era para ser cantado com instrumentos de cordas. Começa, como muitos clamando ao Senhor. Que Ele tenha misericórdia. Que a luz de Seu rosto brilhe sobre nós. Ah, que seja o desejo de nossos corações Sua luz brilhar sobre nós!
Seus caminhos devem ser conhecidos em toda a terra. Não apenas em Israel. Sua salvação, entre todas as nações. Que os povos O louvem. Que o mundo inteiro cante de alegria. O Senhor governa com justiça. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Se toda a terra O louvar, ela dará suas colheitas. O Senhor nos abençoará ricamente. E de extremidade a extremidade vão temê-Lo.
Que seja assim!
Continuamos amanhã. Leremos do Salmo sessenta e oito ao setenta.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos o Salmo que Davi compôs depois que fugiu de Saul e foi se esconder na caverna. O que compôs quando Saul enviou soldados para matá-lo em sua casa. E o que fez depois que lutou com Arã-Naaraim e Arã-Zobá e Joabe matou doze mil edomitas, no vale do Sal.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-571-618.html
Embora estejamos no “livro dois”, os Salmos históricos, a maioria deles também é escrita por Davi.
Agora, caminharemos pelas páginas dos Salmos sessenta e dois até o Salmo sessenta e sete.
No Salmo sessenta e dois, Davi canta que em silêncio, diante do Senhor, sua alma espera. DEle vem sua vitória. Somente Ele é sua rocha. Sua salvação. Sua fortaleza onde jamais será abalado. Ah, certeza gloriosa saber que no Senhor jamais seremos abalados.
Quando fala que o Senhor é sua fortaleza, onde jamais será abalado, Davi não está deitado na areia da praia descansando. Não. Está enfrentando muitos inimigos. Que o planejam derrubar de sua elevada posição. Eles tem prazer em contar mentiras. São enganadores. Elogiam com seus lábios, mas seus corações o amaldiçoam. Estão à espreita.
Ainda assim, ordena que sua alma espere em silêncio no Senhor. Sua esperança está nEle. Repete que somente Ele é Sua rocha e salvação. Sua fortaleza, onde não será abalado. Sua vitória e honra vêm somente dEle.
Conclama que seu povo confie nEle o tempo todo. Que derrame seu coração diante dEle. Ele é nosso refúgio.
Que não ganhemos a vida através da extorsão. Nem coloquemos a esperança em coisas roubadas. Se nossas riquezas aumentarem, que não façamos dela o centro de nossas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
Davi canta que o Senhor falou claramente. Ele ouviu. O poder e o amor pertencem ao Senhor. Com certeza, Ele retribuirá a cada um, individualmente, de acordo com suas ações.
O Salmo sessenta e três foi composto por Davi quando estava no deserto de Judá, fugindo de Saul.
Canta que está em uma terra seca e sem água. O Senhor é Seu Deus. Ele O busca de todo coração. Sua alma tem sede dEle, mais que de água. Todo seu coração anseia por Ele, mais que por chuva. Lembra que viu o Senhor em Seu templo. Viu Seu poder e Sua glória. Ele é majestoso.
Seu amor é melhor que a própria vida. Louvará o Senhor enquanto viver. Em oração levantará suas mãos. O Senhor o satisfaz mais que um rico banquete. Louvará com cânticos de alegria.
Ah, que o Senhor também nos satisfaça. Mais que qualquer outra coisa. Mesmo se estivermos, como Davi estava, em uma terra seca e sem água. Não em um rico banquete.
Que façamos como Davi, ao se deitar ficava acordado, pensando no Senhor, meditando a Seu respeito a noite toda. Quanto amor! Quanta intimidade! O Senhor é seu auxílio. Às sombras de Suas asas, canta de alegria. Sua alma se apega ao Senhor. Sua forte mão direita o sustenta.
No Salmo quarenta e seis, Davi clama pedindo ao Senhor que escute sua queixa. Que o proteja das ameaças de seus inimigos. Sua vida “tranquila” de pastor de ovelhas, quando “apenas” enfrentava leões e ursos, ficou para trás. Agora seu clamor por socorro é constante. Muitos são seus inimigos. Homens que planejam “crimes perfeitos”.
Quando porém, esses homens perversos caírem, por suas próprias línguas que os levarão à ruína, Davi sabe, todos temerão e proclamarão as obras do Senhor. Entenderão o que Ele faz. Coisas que nem sempre conseguimos entender. Mas, não fomos chamados para entender. Fomos chamados para obedecer. Ainda que não entendamos.
Os justos se alegrarão no Senhor. Nele encontrarão refúgio. Os de coração íntegro O louvarão.
No Salmo sessenta e cinco Davi declara que é grande o louvor que aguarda o Senhor em Sião. Todos cumprirão seus votos. Pois o Senhor responde orações. Todos a Ele virão. Davi lembra quão misericordioso é o Senhor. Embora tenhamos muitos pecados, Ele perdoa nossa rebeldia.
Suspiro de alegria quando leio o versículo quatro. Os que o Senhor escolhe para se aproximar dEle, são muito felizes. Que Ele nos escolha para estarmos muito perto dEle.
O Senhor responde nossas orações com notáveis feitos de justiça. Ah, Ele é nossa salvação. A esperança de todos na terra. Até dos que navegam por mares distantes. Sua criação fala de Seu poder. Os habitantes dos confins da terra admiram Suas maravilhas. E, que delícia servir o Senhor! Em todos os lugares, Ele desperta gritos de alegria. Cuida de tudo. Toda a terra grita e canta de alegria. Por causa dEle. De Seu cuidado. De Seu amor.
No Salmo sessenta e seis, o salmista convoca todos os habitantes da terra a aclamarem o Senhor. A cantar glória ao Seu nome. A anunciar ao mundo quão glorioso Ele é. Como são notáveis Seus feitos. Tudo que existe na terra adorará o Senhor, cantando louvores e anunciando Seu nome. Ele é merecedor.
Que o mundo inteiro O celebre. Nossa vida está em Suas mãos. Ele guarda nossos pés, para que não tropecemos. Ele nos colocou à prova e nos purificou como prata. E isso é bom. Sim, o resultado é muito bom. Apesar do sofrimento, Ele nos levou a um lugar de grande fartura.
O salmista convoca todos para ouvir seu testemunho. Clamou ao Senhor e foi por Ele respondido. Confessou seu pecado e o Senhor o ouviu.
Sim, que todos digamos: “Louvado seja Deus, que não rejeitou minha oração, nem afastou de mim o Seu amor” (Salmo 66.20).
O Salmo sessenta e sete era para ser cantado com instrumentos de cordas. Começa, como muitos clamando ao Senhor. Que Ele tenha misericórdia. Que a luz de Seu rosto brilhe sobre nós. Ah, que seja o desejo de nossos corações Sua luz brilhar sobre nós!
Seus caminhos devem ser conhecidos em toda a terra. Não apenas em Israel. Sua salvação, entre todas as nações. Que os povos O louvem. Que o mundo inteiro cante de alegria. O Senhor governa com justiça. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Se toda a terra O louvar, ela dará suas colheitas. O Senhor nos abençoará ricamente. E de extremidade a extremidade vão temê-Lo.
Que seja assim!
Continuamos amanhã. Leremos do Salmo sessenta e oito ao setenta.
Espero você. Até lá.
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sábado, 8 de junho de 2019
Salmos 57.1-61.8
Leitura do dia 08/06.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Ontem vimos o cântico de Davi quando Natã o confrontou por seus pecados. Davi se arrependeu, os enfrentou e clamou por misericórdia. Também vimos seu cântico quando soube que Doegue contara a Saul que o vira na casa do sacerdote Aimeleque. Quando os zifeus entregaram seu esconderijo a Saul. E quando os filisteus o prenderam em Gate. Davi canta em todo o tempo. Em tempo de alegria. De angústia. De desespero.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-521-5613.html
Hoje caminharemos pelas páginas do Salmo cinquenta e sete ao Salmo sessenta e um.
O Salmo cinquenta e sete, também de Davi, foi composto quando fugiu de Saul para a caverna. Era para ser cantado com a melodia “Não destruas!”. Nele, clama pela misericórdia do Senhor. É no Senhor que se refugia, como nós devemos fazer. À sombra de Suas asas se esconde. Até que o perigo vá embora. Não existe melhor esconderijo.
Ele clama que o Senhor cumpra Seus propósitos em sua vida. Sabe que existem promessas. O Senhor enviará socorro para salvá-lo. Os que o perseguem serão envergonhados. O Senhor enviará Seu amor e Sua fidelidade.
Davi olha ao redor. Está cercado por leões ferozes. Ainda assim, encontra forças para exaltar o Senhor. E desejar que Sua glória brilhe sobre toda a terra. Está exausto de tanta angústia. Mas, no fim, seus inimigos caíram na cova que cavaram para ele.
Quantos de nós já passamos, temos passado ou passaremos por situações assim! Que nossa força esteja nEle. Que, como Davi, nosso coração esteja firme nEle. Assim, apesar de toda angústia, cantaremos louvores. Sim, ordenaremos que nossa alma desperte para louvá-lo. Dormiremos porque o Senhor nos sustenta, desejosos de acordar ao amanhecer com nossa canção no coração. E dar graças ao Senhor. Pois Seu amor se eleva até os céus. Sua fidelidade alcança as nuvens.
No Salmo cinquenta e oito, Davi também o fez para ser cantado com a melodia “Não destruas!”. Nele, confronta os maus governantes. Que não sabem o que significa justiça. Que não julgam imparcialmente. Nem sabem o que é um julgamento assim. Tramam injustiça em seu coração. Espalham violência sobre a terra. São mentirosos e corruptos desde a infância. Venenosos como serpentes. Fazem-se de surdos, como cobras, para não ouvirem o encantamento, ainda que os músicos toquem com habilidade. Não querem deixar seus pecados.
Ele clama que o Senhor faça justiça. E os derrube. Assim o justo se alegrará. E alguém finalmente poderá dizer que “de fato, há recompensa para o justo, com certeza há um Deus que faz justiça na terra”.
Muitas vezes, como Davi, ficamos perplexos, mas o juízo do Senhor não tarda. Ele sempre sabe o melhor momento. Podemos confiar. Diremos, com certeza, que “há um Deus que faz justiça na terra” e veremos a recompensa do justo.
O Salmo cinquenta e nove foi escrito por Davi quando Saul enviou soldados em sua casa para matá-lo. Também era entoado com a melodia “Não destruas!”. Parece ser a favorita dele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-191-24.html
Também clama o Senhor por socorro. Embora seja inocente, armaram uma armadilha para ele. Ainda não sabe o quanto Saul o odeia. Pede que o Senhor desperte. E veja o que está acontecendo. O Senhor é sua força. Espera nEle. É sua fortaleza. Seu amor estará com ele. O Senhor permitirá que ele triunfa sobre os inimigos.
Davi deseja que sejam dispersos. Para que todo o mundo saiba que o Senhor reina em Israel. E, apesar do que está sofrendo, cantará sobre o poder do Senhor. A cada manhã cantará, com alegria, sobre Seu amor. Ele tem sido sua força. Um lugar seguro em sua aflição. Sua fortaleza. O Deus que mostra amor por ele.
Ah, quanta certeza da presença do Senhor em sua vida. Ele acabou de fugir da morte. Tramada por seu sogro. Pai de seu melhor amigo. Seu rei. Ainda assim, reconhece que o Senhor lhe demonstra amor. Que maturidade!
O Salmo sessenta é útil para o ensino. Era para ser cantado com a melodia “Lírio do testemunho”. Davi o fez quando lutou contra Arã-Naaraim e Arã-Zofá e Joabe matou doze mil edomitas no vale do Sal. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html
A luta foi tão difícil que Davi considera ter sido abandonado pelo Senhor. Mas a vitória veio. O Senhor levantou uma bandeira para os que O temem. Davi sabe que o socorro humano é inútil. Precisa da ajuda do Senhor contra os inimigos. Com o auxílio do Senhor, realizará grandes feitos. Ele pisará os inimigos.
No Salmo sessenta e um, para ser cantado com instrumentos de cordas, Davi pede que o Senhor ouça seu clamor. Seu coração está sobrecarregado. Clama dos confins da terra. Pede que o Senhor o leve à rocha alta e segura. Onde seus inimigos não podem alcançá-lo. O que deseja é a Rocha que é o Senhor Jesus. A Rocha que traz descanso a todos que estão sobrecarregados. Pede que o Senhor permita que viva para sempre em Seu santuário. Seguro sob o abrigo de Suas asas.
Somente Jesus pode nos dar alívio. Ele nos faz um convite maravilhoso: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo. Deixem que Eu lhes ensine, pois sou manso e humilde de coração, e encontrarão descanso para a alma. Meu jugo é fácil de carregar, e o fardo que lhes dou é leve”. – Mateus 11.28-30
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-nos-chama-aprender-com-ele.html
Que estejamos sobre a Rocha. E deixemos que Ele nos ensine.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sessenta e dois. Até o capítulo sessenta e sete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Ontem vimos o cântico de Davi quando Natã o confrontou por seus pecados. Davi se arrependeu, os enfrentou e clamou por misericórdia. Também vimos seu cântico quando soube que Doegue contara a Saul que o vira na casa do sacerdote Aimeleque. Quando os zifeus entregaram seu esconderijo a Saul. E quando os filisteus o prenderam em Gate. Davi canta em todo o tempo. Em tempo de alegria. De angústia. De desespero.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-521-5613.html
Hoje caminharemos pelas páginas do Salmo cinquenta e sete ao Salmo sessenta e um.
O Salmo cinquenta e sete, também de Davi, foi composto quando fugiu de Saul para a caverna. Era para ser cantado com a melodia “Não destruas!”. Nele, clama pela misericórdia do Senhor. É no Senhor que se refugia, como nós devemos fazer. À sombra de Suas asas se esconde. Até que o perigo vá embora. Não existe melhor esconderijo.
Ele clama que o Senhor cumpra Seus propósitos em sua vida. Sabe que existem promessas. O Senhor enviará socorro para salvá-lo. Os que o perseguem serão envergonhados. O Senhor enviará Seu amor e Sua fidelidade.
Davi olha ao redor. Está cercado por leões ferozes. Ainda assim, encontra forças para exaltar o Senhor. E desejar que Sua glória brilhe sobre toda a terra. Está exausto de tanta angústia. Mas, no fim, seus inimigos caíram na cova que cavaram para ele.
Quantos de nós já passamos, temos passado ou passaremos por situações assim! Que nossa força esteja nEle. Que, como Davi, nosso coração esteja firme nEle. Assim, apesar de toda angústia, cantaremos louvores. Sim, ordenaremos que nossa alma desperte para louvá-lo. Dormiremos porque o Senhor nos sustenta, desejosos de acordar ao amanhecer com nossa canção no coração. E dar graças ao Senhor. Pois Seu amor se eleva até os céus. Sua fidelidade alcança as nuvens.
No Salmo cinquenta e oito, Davi também o fez para ser cantado com a melodia “Não destruas!”. Nele, confronta os maus governantes. Que não sabem o que significa justiça. Que não julgam imparcialmente. Nem sabem o que é um julgamento assim. Tramam injustiça em seu coração. Espalham violência sobre a terra. São mentirosos e corruptos desde a infância. Venenosos como serpentes. Fazem-se de surdos, como cobras, para não ouvirem o encantamento, ainda que os músicos toquem com habilidade. Não querem deixar seus pecados.
Ele clama que o Senhor faça justiça. E os derrube. Assim o justo se alegrará. E alguém finalmente poderá dizer que “de fato, há recompensa para o justo, com certeza há um Deus que faz justiça na terra”.
Muitas vezes, como Davi, ficamos perplexos, mas o juízo do Senhor não tarda. Ele sempre sabe o melhor momento. Podemos confiar. Diremos, com certeza, que “há um Deus que faz justiça na terra” e veremos a recompensa do justo.
O Salmo cinquenta e nove foi escrito por Davi quando Saul enviou soldados em sua casa para matá-lo. Também era entoado com a melodia “Não destruas!”. Parece ser a favorita dele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-191-24.html
Também clama o Senhor por socorro. Embora seja inocente, armaram uma armadilha para ele. Ainda não sabe o quanto Saul o odeia. Pede que o Senhor desperte. E veja o que está acontecendo. O Senhor é sua força. Espera nEle. É sua fortaleza. Seu amor estará com ele. O Senhor permitirá que ele triunfa sobre os inimigos.
Davi deseja que sejam dispersos. Para que todo o mundo saiba que o Senhor reina em Israel. E, apesar do que está sofrendo, cantará sobre o poder do Senhor. A cada manhã cantará, com alegria, sobre Seu amor. Ele tem sido sua força. Um lugar seguro em sua aflição. Sua fortaleza. O Deus que mostra amor por ele.
Ah, quanta certeza da presença do Senhor em sua vida. Ele acabou de fugir da morte. Tramada por seu sogro. Pai de seu melhor amigo. Seu rei. Ainda assim, reconhece que o Senhor lhe demonstra amor. Que maturidade!
O Salmo sessenta é útil para o ensino. Era para ser cantado com a melodia “Lírio do testemunho”. Davi o fez quando lutou contra Arã-Naaraim e Arã-Zofá e Joabe matou doze mil edomitas no vale do Sal. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html
A luta foi tão difícil que Davi considera ter sido abandonado pelo Senhor. Mas a vitória veio. O Senhor levantou uma bandeira para os que O temem. Davi sabe que o socorro humano é inútil. Precisa da ajuda do Senhor contra os inimigos. Com o auxílio do Senhor, realizará grandes feitos. Ele pisará os inimigos.
No Salmo sessenta e um, para ser cantado com instrumentos de cordas, Davi pede que o Senhor ouça seu clamor. Seu coração está sobrecarregado. Clama dos confins da terra. Pede que o Senhor o leve à rocha alta e segura. Onde seus inimigos não podem alcançá-lo. O que deseja é a Rocha que é o Senhor Jesus. A Rocha que traz descanso a todos que estão sobrecarregados. Pede que o Senhor permita que viva para sempre em Seu santuário. Seguro sob o abrigo de Suas asas.
Somente Jesus pode nos dar alívio. Ele nos faz um convite maravilhoso: “Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo. Deixem que Eu lhes ensine, pois sou manso e humilde de coração, e encontrarão descanso para a alma. Meu jugo é fácil de carregar, e o fardo que lhes dou é leve”. – Mateus 11.28-30
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-nos-chama-aprender-com-ele.html
Que estejamos sobre a Rocha. E deixemos que Ele nos ensine.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sessenta e dois. Até o capítulo sessenta e sete.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 14 de maio de 2019
Jó 4.1-6.30
Leitura do dia 14/05.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jó.
Ontem vimos o diálogo entre o Senhor e Satanás. As provações de Jó.
Perdeu seus bens. Perdeu seus filhos. Perdeu sua saúde. Vimos também que seus amigos foram até ele para consolá-lo e animá-lo. E Jó expôs sua dor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-11-22.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-21-326.html
Hoje caminharemos através dos capítulos quatro a seis.
Depois que Jó abriu seu coração e contou sua angústia, Elifaz pediu que tivesse paciência e o ouvisse. Não tinha como permanecer calado.
Lembrou que Jó já havia dado ânimo a muita gente. E força aos fracos. Suas palavras sustentavam os que tropeçavam. Dera apoio aos que vacilavam. Agora, porém, estava desanimado e em pânico. Não entendia como seu temor ao Senhor não lhe dava confiança, nem sua integridade, esperança.
Elifaz disse que os inocentes não morrem, nem os justos são destruídos. Sabemos que não é verdade. Quantos inocentes já vimos morrer? Quantos justos já foram destruídos? Não estamos imunes ao sofrimento.
Elifaz também era um observador. Observou que os maus colhiam de sua maldade. Que ninguém era inocente diante do Senhor. Aconselhou Jó a buscar ao Senhor e lhe apresentar sua causa. Sua observação era falha. Acreditava que os bons morreriam felizes em suas camas, depois de terem vivido muitos anos. Tinha a falsa ideia de que só os maus e pecadores sofrem.
Jó ficou arrasado. Se fosse possível pesar sua aflição, pesaria mais que toda a areia do mar. Acreditava que o Senhor se levantara contra ele. Falou impulsivamente por causa de todo seu sofrimento. Mas não são assim os animais? Quando falta comida, não gemem? E nós? Não reclamamos quando a comida está sem sal? Por que não reclamaria se tudo que consegue sentir é dor?
O desejo de seu coração era que o Senhor lhe concedesse seu desejo. Não era mais ser curado. Não tinha mais esperança. Seu desejo era que o Senhor estendesse Sua mão e o matasse.
Ainda se consolou por não ter negado as palavras do Senhor, mas não tinha mais forças para prosseguir e nenhum motivo para viver. Perdera tudo. Sentia-se desamparado. Sem qualquer chance. E, além de tudo, ao invés de ver compaixão em seus amigos, via acusação. Não podia nem ao menos confiar neles. Eram como um rio que seca durante o verão, na hora que mais se precisa dele.
Jó fala que seus amigos viram sua desgraça e ficaram com medo. Medo por não saberem o que dizer. Medo por acreditaram nas conclusões de suas observações. Medo por acreditaram que Jó estava em pecado. Não havia errado para que toda aquela desgraça acontecesse. Se houvesse, que alguém lhe apontasse o erro.
Já percebeu que quando acontecesse algo, a primeira coisa que pensamos é “onde errei?” ou “o que será que ele fez de errado?”
Seus amigos consideravam suas palavras convincentes. Faça o bem e tudo irá bem. Faça o mal e tudo irá mal. Mas não atentavam para o ponto que Jó considerava principal. Estava clamando de desespero e ninguém o consolava.
Não conseguia entender porque seus amigos achavam que estava mentindo. Era um homem íntegro. Continuava sendo o mesmo homem que conheciam. Ainda sabia a diferença entre o bem e o mal.
Será que você já se sentiu assim? Eu, com certeza.
Que tenhamos amigos que entendam nossa angústia. Mesmo se estivermos errados. E que sejamos amigos que saibam ouvir. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-incontestavel.html
Que não nos coloquemos no lugar de juízes. Que amemos. E quando não entendermos, que oremos juntos. Sem acusações. São somos juízes, nem promotores. E acusador, sabemos quem é.
Que façamos perguntas ao Senhor. Ele, com certeza, nos responderá.
Confie. Sempre.
“Deem graças ao Senhor, porque Ele é bom; Seu amor dura para sempre!” (Salmos 107.1) Sei que é verdade.
Amanhã continuamos. Leremos do capítulo sete ao capítulo dez.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jó.
Ontem vimos o diálogo entre o Senhor e Satanás. As provações de Jó.
Perdeu seus bens. Perdeu seus filhos. Perdeu sua saúde. Vimos também que seus amigos foram até ele para consolá-lo e animá-lo. E Jó expôs sua dor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-11-22.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-21-326.html
Hoje caminharemos através dos capítulos quatro a seis.
Depois que Jó abriu seu coração e contou sua angústia, Elifaz pediu que tivesse paciência e o ouvisse. Não tinha como permanecer calado.
Lembrou que Jó já havia dado ânimo a muita gente. E força aos fracos. Suas palavras sustentavam os que tropeçavam. Dera apoio aos que vacilavam. Agora, porém, estava desanimado e em pânico. Não entendia como seu temor ao Senhor não lhe dava confiança, nem sua integridade, esperança.
Elifaz disse que os inocentes não morrem, nem os justos são destruídos. Sabemos que não é verdade. Quantos inocentes já vimos morrer? Quantos justos já foram destruídos? Não estamos imunes ao sofrimento.
Elifaz também era um observador. Observou que os maus colhiam de sua maldade. Que ninguém era inocente diante do Senhor. Aconselhou Jó a buscar ao Senhor e lhe apresentar sua causa. Sua observação era falha. Acreditava que os bons morreriam felizes em suas camas, depois de terem vivido muitos anos. Tinha a falsa ideia de que só os maus e pecadores sofrem.
Jó ficou arrasado. Se fosse possível pesar sua aflição, pesaria mais que toda a areia do mar. Acreditava que o Senhor se levantara contra ele. Falou impulsivamente por causa de todo seu sofrimento. Mas não são assim os animais? Quando falta comida, não gemem? E nós? Não reclamamos quando a comida está sem sal? Por que não reclamaria se tudo que consegue sentir é dor?
O desejo de seu coração era que o Senhor lhe concedesse seu desejo. Não era mais ser curado. Não tinha mais esperança. Seu desejo era que o Senhor estendesse Sua mão e o matasse.
Ainda se consolou por não ter negado as palavras do Senhor, mas não tinha mais forças para prosseguir e nenhum motivo para viver. Perdera tudo. Sentia-se desamparado. Sem qualquer chance. E, além de tudo, ao invés de ver compaixão em seus amigos, via acusação. Não podia nem ao menos confiar neles. Eram como um rio que seca durante o verão, na hora que mais se precisa dele.
Jó fala que seus amigos viram sua desgraça e ficaram com medo. Medo por não saberem o que dizer. Medo por acreditaram nas conclusões de suas observações. Medo por acreditaram que Jó estava em pecado. Não havia errado para que toda aquela desgraça acontecesse. Se houvesse, que alguém lhe apontasse o erro.
Já percebeu que quando acontecesse algo, a primeira coisa que pensamos é “onde errei?” ou “o que será que ele fez de errado?”
Seus amigos consideravam suas palavras convincentes. Faça o bem e tudo irá bem. Faça o mal e tudo irá mal. Mas não atentavam para o ponto que Jó considerava principal. Estava clamando de desespero e ninguém o consolava.
Não conseguia entender porque seus amigos achavam que estava mentindo. Era um homem íntegro. Continuava sendo o mesmo homem que conheciam. Ainda sabia a diferença entre o bem e o mal.
Será que você já se sentiu assim? Eu, com certeza.
Que tenhamos amigos que entendam nossa angústia. Mesmo se estivermos errados. E que sejamos amigos que saibam ouvir. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-incontestavel.html
Que não nos coloquemos no lugar de juízes. Que amemos. E quando não entendermos, que oremos juntos. Sem acusações. São somos juízes, nem promotores. E acusador, sabemos quem é.
Que façamos perguntas ao Senhor. Ele, com certeza, nos responderá.
Confie. Sempre.
“Deem graças ao Senhor, porque Ele é bom; Seu amor dura para sempre!” (Salmos 107.1) Sei que é verdade.
Amanhã continuamos. Leremos do capítulo sete ao capítulo dez.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 6 de maio de 2019
Neemias 2.1-10
Leitura do dia 06/05.
Na postagem anterior vimos que Neemias, embora desfrutasse da comida e moradia em um palácio, importava-se com seus irmãos e com Jerusalém.
Na postagem anterior vimos que Neemias, embora desfrutasse da comida e moradia em um palácio, importava-se com seus irmãos e com Jerusalém.
Quando soube das notícias, seu coração moveu em lágrimas, oração, jejum, intercessão, e ação. Está prestes a fazer algo.
É o que veremos agora, no capítulo dois do livro de Neemias. Até o versículo dez.
Ele relata que nunca antes havia ficado triste na presença do rei. Não estava exagerando. O rei percebeu que Neemias não estava doente, estava angustiado. Ele temeu. Ainda assim respondeu que não tinha como ficar de outra maneira depois que soube das notícias vindas da terra onde estavam os sepulcros de seus pais.
O rei lhe fez uma pergunta. Ah, essa pergunta! “O que você quer que eu faça”?
Consegue imaginar o homem mais importante da época fazendo a mesma pergunta a você?
Neemias orou. Aquelas “orações flechas”, de um segundo, antes de responder ao rei. Ele poderia ter pedido tantas coisas, de maneiras diferentes. Poderia ter pedido que o rei levantasse alguns homens para irem a Jerusalém reconstruí-la. Poderia ter pedido que Hanani, seu irmão, fosse enviado até lá. Podia confiar em seu irmão. Assim, não sujaria suas mãos com o trabalho pesado. Não correria nenhum risco. Mas não. Neemias pediu que o rei deixasse ele ir.
Seu coração se moveu a ponto de deixar o conforto do palácio. Tomar uma estrada. Que não era asfaltada. Não viajaria em um carro confortável, tração nas quatro rodas. Não. Mas tinha que ir. Ele mesmo. Reconstruir a cidade de seus antepassados. Sua cidade. Seu coração clamava por isso.
O rei perguntou-lhe quanto tempo Neemias ficaria fora. Ele estipulou um tempo. Com certeza, bem extenso, uma vez que só a viagem de ida e volta levaria meses. O rei concordou. Estava abrindo mão do homem de sua confiança para que este fosse a Jerusalém, reconstruí-la. O Senhor estava nisso. Ouvira a oração de Neemias.
Sabendo disso, Neemias foi além. Pediu que o rei lhe desse cartas para que passasse sem dificuldade por todas as províncias, em todas as fronteiras, até chegar a Judá. Também pediu que o rei lhe desse uma carta ao administrador da floresta real. Iria precisar de madeira. Para tudo.
O rei atendeu todos os seus pedidos. A boa mão do Senhor era com ele, como foi com Esdras anos antes. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-613-728.html
Além disso, o rei lhe concedeu uma guarda que o protegeria durante toda a viagem.
A notícia se espalhou. Neemias estava indo a Jerusalém. Quando souberam de sua chegada, Sambalate e Tobias ficaram irritadíssimos porque alguém estava em Jerusalém para promover o bem aos israelitas.
E agora? Será que Neemias conseguirá fazer alguma coisa?
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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O que você quer que eu faça?,
O rei atendeu Neemias,
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Um homem de oração
Neemias 1.1-10
Leitura do dia 06/05.
Hoje iniciaremos nossa caminhada através das páginas de Neemias, um de meus livros preferidos.
Ontem vimos a viagem de Esdras a Jerusalém. Sua oração a respeito dos casamentos dos israelitas com mulheres das nações que o Senhor proibira.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html
Também vimos a confissão do povo. Seu arrependimento. Seu conserto com o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-91-1044.html
O livro de Esdras termina no ano 457 a.C.. Existem muitos registros persas que confirmam seus relatos. assim como os de Neemias.
Agora, caminharemos através dos primeiros três capítulos do livro de Neemias. Nesta primeira postagem, o capítulo um.
O livro começa no ano 446 a.C., onze anos após o término de Esdras.
Neemias era copeiro do rei Artaxerxes, na fortaleza de Susã, capital do Império Persa. Sua função era de primordial importância. Era um homem de confiança do rei. Também era uma função periculosa. Provava tudo que o rei fosse comer e beber. Caso estivesse envenenado, ele morreria, não o rei. Por isso, com certeza, estava sempre supervisionando tudo que seria servido ao rei. Nos mínimos detalhes.
Seu irmão Hanani foi visitá-lo, junto com alguns homens que haviam retornado de Judá. Neemias, que não era um homem alheio, embora vivesse no palácio, perguntou sobre o estado dos judeus e de Jerusalém.
Responderam que as coisas não iam bem. Estavam passando dificuldades e humilhações. Os muros de Jerusalém ainda estavam derrubados e suas portas haviam sido destruídas pelo fogo.
Quando Neemias ouviu essas notícias, sentou-se e chorou. Seu coração se condoeu por seu povo e por Jerusalém. Passou dias lamentando, jejuando e orando ao Senhor. Algo precisava ser feito.
Até que um dia, orou confessando seu pecado, de sua família e de todos. Clamou por misericórdia. Implorou que o Senhor se lembrasse de Suas promessas, quando se arrependessem e se voltassem para Ele. Pediu que o Senhor lhe concedesse êxito, que o rei lhe fosse favorável naquele dia. Algo aconteceria. Pediria ajuda ao rei?
Veremos na próxima postagem.
Que sejamos como Neemias. Que notícias más movam nosso coração à oração, ao jejum, à intercessão e por fim, à ação.
Espero você. Até já.
Hoje iniciaremos nossa caminhada através das páginas de Neemias, um de meus livros preferidos.
Ontem vimos a viagem de Esdras a Jerusalém. Sua oração a respeito dos casamentos dos israelitas com mulheres das nações que o Senhor proibira.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html
Também vimos a confissão do povo. Seu arrependimento. Seu conserto com o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-91-1044.html
O livro de Esdras termina no ano 457 a.C.. Existem muitos registros persas que confirmam seus relatos. assim como os de Neemias.
Agora, caminharemos através dos primeiros três capítulos do livro de Neemias. Nesta primeira postagem, o capítulo um.
O livro começa no ano 446 a.C., onze anos após o término de Esdras.
Neemias era copeiro do rei Artaxerxes, na fortaleza de Susã, capital do Império Persa. Sua função era de primordial importância. Era um homem de confiança do rei. Também era uma função periculosa. Provava tudo que o rei fosse comer e beber. Caso estivesse envenenado, ele morreria, não o rei. Por isso, com certeza, estava sempre supervisionando tudo que seria servido ao rei. Nos mínimos detalhes.
Seu irmão Hanani foi visitá-lo, junto com alguns homens que haviam retornado de Judá. Neemias, que não era um homem alheio, embora vivesse no palácio, perguntou sobre o estado dos judeus e de Jerusalém.
Responderam que as coisas não iam bem. Estavam passando dificuldades e humilhações. Os muros de Jerusalém ainda estavam derrubados e suas portas haviam sido destruídas pelo fogo.
Quando Neemias ouviu essas notícias, sentou-se e chorou. Seu coração se condoeu por seu povo e por Jerusalém. Passou dias lamentando, jejuando e orando ao Senhor. Algo precisava ser feito.
Até que um dia, orou confessando seu pecado, de sua família e de todos. Clamou por misericórdia. Implorou que o Senhor se lembrasse de Suas promessas, quando se arrependessem e se voltassem para Ele. Pediu que o Senhor lhe concedesse êxito, que o rei lhe fosse favorável naquele dia. Algo aconteceria. Pediria ajuda ao rei?
Veremos na próxima postagem.
Que sejamos como Neemias. Que notícias más movam nosso coração à oração, ao jejum, à intercessão e por fim, à ação.
Espero você. Até já.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Ruído de Chuva
Ontem vimos Elias orar e o Senhor responder com fogo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
Hoje, caminharemos pelos versículos finais do capítulo dezoito. A partir do versículo quarenta e um.
Depois que Elias matou os falsos profetas, ele ordenou a Acabe, o rei, que subisse, comesse e bebesse porque havia ruído de uma abundante chuva.
Embora o céu estivesse sem nuvens, não houvesse um só trovão, ou vento, Acabe fez o que Elias lhe dissera.
Elias não foi comer com ele. Subiu ao cume do monte Carmelo, inclinou-se em terra, colocando seu rosto entre os joelhos. E orou.
Ordenou que seu ajudante subisse, olhasse para a banda do mar, para ver se havia nuvens.
O Senhor disse que mandaria chuva. Elias disse a Acabe que estava ouvindo o som de abundante chuva. Mas não havia nuvem. Não havia nada.
Elias continuou orando. Enviou seu ajudante sete vezes para olhar se havia alguma nuvem de chuva.
Quando o rapaz, que aqui não sabemos o nome, voltou pela sétima vez, disse que havia uma pequena nuvem, como a mão de um homem, subindo do mar.
Uma nuvem pequena, do tamanho da mão de um homem! Sabe o que Elias fez? Ordenou que o rapaz fosse onde estava Acabe e dissesse que deveria aparelhar seu carro e descer para que a chuva não o alcançasse.
O rapaz foi, claro, não tinha ousadia para retrucar Elias.
E o que aconteceu?
Os céus ficaram negros. Cheios de nuvens e vento. E veio uma grande chuva.
Acabe subiu em seu carro e foi para Jezreel.
A mão do Senhor veio sobre Elias. Ele foi correndo à frente de Acabe, até à entrada de Jezreel.
Que fé a de Elias!
O Senhor disse que mandaria chuva. Ele começou a ouvir o ruído da chuva, ainda que ninguém mais ouvisse. E foi necessária apenas uma nuvem do tamanho da mão de um homem para perceber que não precisava mais orar. O Senhor faria o que havia dito.
Quantas vezes agimos completamente diferente? Só cremos que a chuva cairá depois que ela nos encharcou!
Que aprendamos com Elias a crer na palavra do Senhor e a ousar. Se o Senhor lhe disser que mandará chuva, compre um guarda-chuva. E uma capa. Será chuva abundante.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Fidelidade x Infidelidade
Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Reis.
Ontem vimos a oração de Salomão ao consagrar o templo ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo nove. Até o versículo nove.
Depois que Salomão terminou a construção do Templo, seu palácio real e tudo que havia projetado, o Senhor apareceu novamente a ele, como em Gibeom.
É interessante notar que o Senhor apareceu a Salomão depois que ele fez tudo o que deveria fazer. Tudo que já estava projetado e aprovado pelo Senhor. Agora, havia um próximo passo a tomar. Então, o Senhor apareceu.
O Senhor falou a Salomão que ouviu sua oração e sua súplica. Disse-lhe que consagrou aquela casa que Salomão construiu, para nela habitar o Seu nome. Para sempre. Disse que Seus olhos e Seu coração estariam presentes ali todos os dias.
Também lhe disse que se andasse diante do Senhor como Davi andou, em honestidade e integridade de coração, se agisse de acordo com Suas orientações e obedecesse Seus mandamentos e ordenanças, Ele firmaria para sempre o trono de Salomão e sua realeza sobre Israel, como havia prometido a Davi.
Mas, o Senhor também disse que se ele e seus filhos O abandonassem, não observando Seus estatutos e normas e desviassem para seguir atrás de outros deuses e divindades, prestando-lhes culto e adoração, Ele arrancaria Israel da terra que havia lhes dado e rejeitaria Seu povo. A Casa que havia separado para habitação do Seu nome seria lançada longe. Israel, ao invés de ser benção e exemplo, seria motivo de zombaria entre todos os povos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quando alguém passasse pelo Templo, destruído, perguntaria porque o Senhor havia agido com tanta severidade contra aquela terra e aquele templo. E a resposta que ecoaria seria porque abandonaram o Senhor, Seu Deus, que os fez sair da terra do Egito e se apaixonaram por outros deuses, prestando-lhes homenagens, culto e adoração.
Que possamos ser fiéis ao Senhor. Em todo o tempo. Que nossos olhos e corações estejam totalmente voltados para Ele. Que O sirvamos em sinceridade e integridade de coração. Que seja Ele o nosso amor, nossa paixão.
https://www.youtube.com/watch?v=rBVjbjGVVjo
Que nenhum deus, nenhum ídolo tome o lugar do Senhor em nós. Que não abandonemos o Senhor, nos apaixonando por outros deuses.
Que seja Ele o único dono de nossos corações. Todos os dias. Para sempre.
https://www.youtube.com/watch?v=5gJO00218FE
Que o Seu amor nos atinja, nos complete, nos impulsione, nos preencha.
Que sejamos apaixonados por Ele. E só por Ele.
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos a oração de Salomão ao consagrar o templo ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo nove. Até o versículo nove.
Depois que Salomão terminou a construção do Templo, seu palácio real e tudo que havia projetado, o Senhor apareceu novamente a ele, como em Gibeom.
É interessante notar que o Senhor apareceu a Salomão depois que ele fez tudo o que deveria fazer. Tudo que já estava projetado e aprovado pelo Senhor. Agora, havia um próximo passo a tomar. Então, o Senhor apareceu.
O Senhor falou a Salomão que ouviu sua oração e sua súplica. Disse-lhe que consagrou aquela casa que Salomão construiu, para nela habitar o Seu nome. Para sempre. Disse que Seus olhos e Seu coração estariam presentes ali todos os dias.
Também lhe disse que se andasse diante do Senhor como Davi andou, em honestidade e integridade de coração, se agisse de acordo com Suas orientações e obedecesse Seus mandamentos e ordenanças, Ele firmaria para sempre o trono de Salomão e sua realeza sobre Israel, como havia prometido a Davi.
Mas, o Senhor também disse que se ele e seus filhos O abandonassem, não observando Seus estatutos e normas e desviassem para seguir atrás de outros deuses e divindades, prestando-lhes culto e adoração, Ele arrancaria Israel da terra que havia lhes dado e rejeitaria Seu povo. A Casa que havia separado para habitação do Seu nome seria lançada longe. Israel, ao invés de ser benção e exemplo, seria motivo de zombaria entre todos os povos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quando alguém passasse pelo Templo, destruído, perguntaria porque o Senhor havia agido com tanta severidade contra aquela terra e aquele templo. E a resposta que ecoaria seria porque abandonaram o Senhor, Seu Deus, que os fez sair da terra do Egito e se apaixonaram por outros deuses, prestando-lhes homenagens, culto e adoração.
Que possamos ser fiéis ao Senhor. Em todo o tempo. Que nossos olhos e corações estejam totalmente voltados para Ele. Que O sirvamos em sinceridade e integridade de coração. Que seja Ele o nosso amor, nossa paixão.
https://www.youtube.com/watch?v=rBVjbjGVVjo
Que nenhum deus, nenhum ídolo tome o lugar do Senhor em nós. Que não abandonemos o Senhor, nos apaixonando por outros deuses.
Que seja Ele o único dono de nossos corações. Todos os dias. Para sempre.
https://www.youtube.com/watch?v=5gJO00218FE
Que o Seu amor nos atinja, nos complete, nos impulsione, nos preencha.
Que sejamos apaixonados por Ele. E só por Ele.
Amanhã continuamos. Espero você.
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