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terça-feira, 16 de julho de 2019

Isaías 5.8-30

Leitura do dia 16/07.

Na postagem anterior vimos a promessa do Senhor de restauração a Israel. Também vimos o cântico do vinhedo. O Senhor esperou uvas doces. Só nasceram uvas amargas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-41-57.html

Agora, continuaremos a partir do versículo oito do capítulo cinco de Isaías. Até o capítulo seis.

O Senhor continua falando sobre o julgamento de Judá, Seu povo.

Que aflição espera aqueles que compram tudo e não deixam lugares para que outros cresçam e também vivam na terra concedida pelo Senhor.

Que aflição espera os que se levantam cedo e já começam a beber. Bebem o tempo todo. Passam a noite bebendo. Querem ficar embriagados. Fazem festas onde há vinho e belas músicas, mas o Senhor não é convidado. Não pensam nEle. Nem se dão conta do que Ele faz.

Que aflição espera os que arrastam sua perversidade. Amarrada às cordas de mentiras. Arrastam atrás de si o pecado. Como se puxassem uma carroça. Não o largam. Zombam do Senhor. Ordenam que Ele tome uma providência. Querem ver se pode fazer alguma coisa. Se agirá de alguma maneira.

Que aflição espera os que trocam os valores. Chamam o mal de bem. O bem de mal. A escuridão de luz. A luz de escuridão. O amargo de doce. O doce de amargo.

Que aflição espera os que são sábios a seus olhos. Pensam que têm algum entendimento. Confiam em si mesmos.

Que aflição espera os beberrões. Que se gabam pela quantidade que bebem. Heróis em beber. Não salvam ninguém. E ainda se perdem.

Que aflição espera os que aceitam suborno para deixar o culpado em liberdade. E negam justiça ao inocente.

O Senhor afirma que por todos esses atos, sem arrependimento, Seu povo seria levado cativo. A uma terra distante. Morreriam de fome. De sede. Os cadáveres espalhados pela rua, como lixo. Sem ninguém para chorar por eles. Sem ninguém para enterrá-los. Profanados.

Sim, o julgamento viria. Através de uma nação distante. Que rugiria como um forte leão. Rugiria como o mar.

Conhecemos a história. Sabemos que Israel foi assolado. Quase totalmente destruído. Apenas a misericórdia do Senhor fez com que alguns fossem poupados.

E quanto a nós? Será que fazemos parte da lista acima? Alguma aflição nos espera por andarmos na contramão do Senhor? Se estamos, que nos arrependamos. Precisamos voltar para Ele. Recomeçar. Em Seus caminhos. Fazendo Sua vontade.

O tempo está passando.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Indo para o Exílio

Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas. Hoje, último capítulo.

Ontem vimos que, apesar de Josias ter o coração inclinado a obedecer, fez uma escolha errada. Não pediu orientação ao Senhor. Não ouviu Sua voz.

Entrou em uma guerra que não era sua. E morreu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/escolhas.html

Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 36.

O povo da terra tomou Jeoacaz filho de Josias, e o proclamou rei em lugar de seu pai.

Ele estava com vinte e três anos quando começou a governar. Reinou três meses em Jerusalém.

O rei do Egito conseguiu destroná-lo e condenou o povo de Judá a pagar um imposto equivalente a três toneladas e meia de prata e trinta e cinco quilos de ouro. Designou Eliaquim, irmão de Jeoacaz, rei sobre Judá e sobre Jerusalém, e mudou-lhe o nome para Jeoaquim.

Uma mudança de nome é uma tentativa de mudança de cultura, de identidade.

Neco aprisionou Jeoacaz, irmão de Eliaquim, e o levou para o Egito.

Jeoaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a governar. Reinou onze anos em Jerusalém.
Ele fez o que é mau diante do Senhor. Então o rei da Babilônia, Nabucodonosor, o atacou e o fez cativo, preso a correntes, a fim de levá-lo para a Babilônia.

Nabucodonosor tomou e levou para a Babilônia uma parte do mobiliário da Casa do Senhor, e colocou em seu palácio.

Os demais atos de Jeoaquim, todas as atitudes perversas que praticou, bem como todas a faltas pelas quais foi culpado, estão registrados no Livro dos Reis de Israel e Judá.

Seu filho Joaquim passou a reinar em seu lugar.

Tinha Joaquim dezoito anos quando foi proclamado rei. Governou apenas três meses e dez dias em Jerusalém.

Fez o que é detestável para o Senhor. O texto não fala que ele fez o que era mal. Fez o que era detestável aos olhos do Senhor.

Na primavera o rei Nabucodonosor mandou levá-lo para a Babilônia. Junto com os objetos de valor retirados da Casa do Senhor.

Proclamou Zedequias, seu tio, rei sobre Judá e Jerusalém.

Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar. Governou durante onze anos em Jerusalém.

Também agiu de maneira reprovável para com o Senhor seu Deus. Não deu ouvidos nem se humilhou diante do profeta Jeremias, que lhe aconselhou como porta-voz do Senhor.

Além disso, rebelou-se contra o rei Nabucodonosor, que o tinha feito jurar pelo Senhor que lhe seria fiel. Mesmo assim, continuou teimoso e arrogante para não se arrepender dos seus atos e voltar ao Senhor, Deus de Israel.

Da mesma maneira, todos os chefes e líderes dos sacerdotes e o povo em geral se tornaram cada vez mais infiéis, imitando todas as práticas detestáveis das nações pagãs e contaminando a Casa do Senhor, consagrada por Ele, em Jerusalém.

O Senhor falou-lhes de muitas maneiras. Insistindo em adverti-los por meio de Seus mensageiros. Em Sua compaixão, desejava poupar Seu povo e o lugar que escolhera para Habitação do Seu Nome. Não houve jeito. Eles zombaram dos mensageiros do Senhor, desprezando Suas palavras e advertências. Ridicularizaram Seus profetas, até que a ira do Senhor se inflamou contra Seu próprio povo. Já não houve remédio.

O Senhor enviou o rei dos caldeus contra eles. Ele exterminou seus jovens à espada, no santuário. Não teve piedade de ninguém. Nem dos meninos, nem das moças, nem dos adultos, nem dos mais velhos e avançados em idade.

Deus entregou todos de Seu povo nas mãos do rei Nabucodonosor. Este levou para a Babilônia todos os utensílios da Casa do Senhor, tanto os pequenos como os grandes objetos, com todos os tesouros.
Inclusive os que pertenciam ao rei e a seus oficiais.

Incendiaram o templo do Senhor. Derrubaram os muros de Jerusalém. Queimaram todos os palácios. Destruíram todos os objetos de valor que havia neles.

Nabucodonosor levou para o exílio, na Babilônia, todos que sobreviveram à espada de seu exército, a fim de lhe servirem, e a seus descendentes, como escravos, até os tempos do império persa.

Tudo isto em cumprimento à Palavra do Senhor profetizada pela boca de Jeremias.

Tudo porque não quiseram andar nos caminhos propostos pelo Senhor.

A terra desfrutou os seus descansos sabáticos. Repousou durante o tempo de sua desolação, até que os setenta anos de descanso se completassem.

No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a Palavra do Senhor, anunciada por Jeremias, o Senhor moveu o coração de Ciro, para que fizesse uma proclamação, por escrito e de viva voz, em todo o território de seu domínio, dizendo que o Senhor, o Deus do universo, entregou em suas mãos todos os reinos da terra. Ele o encarregou de construir para Si um templo em Jerusalém, nas terras de Judá. Sendo assim, todo aquele que pertencia a Seu povo, estava sendo liberto a partir daquele momento, para ir a Jerusalém, e que o Senhor seu Deus, estivesse com ele.

Foi assim que aconteceu. O povo partiu. Foi para Jerusalém como está escrito no livro de Esdras.

Mas antes de chegarmos lá, gostaria de caminhar pelas páginas de Reis. Lá, veremos os reis de Israel. E vamos rever os reis de Judá. Tudo o que fizeram para que Israel fosse levado cativo, antes de Judá.

Então, espero você. Vamos caminhar juntos através das páginas de 1 e 2 Reis. Antes porém, gostaria de compartilhar com vocês algumas palavras sobre guardar nossos corações.

O povo de Israel e de Judá foi levado cativo por não ter aprendido a guardar seus corações. Que sejamos diferentes. Que aprendamos a guardar nossos corações.

Começamos amanhã. Espero você. Até lá.