sábado, 26 de janeiro de 2019

Êxodo 29.1-46

Leitura do dia 24/01.

Na postagem anterior, vimos o esplendor das vestimentas de Arão e seus filhos, que seriam consagrados ao Senhor para serví-Lo como sacerdotes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-281-43.html

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do capítulo vinte e nove de Êxodo.

Os sacerdotes seriam consagrados ao Senhor através de uma cerimônia. Apresentariam ao Senhor um novilho e dois carneiros sem defeito. E pães, bolos misturados com azeite e pães finos untados com azeite. Feitos com a melhor farinha. Sem fermento.

Arão e seus filhos iriam à entrada da tenda do encontro. Seriam lavados com água. Moisés vestiria suas roupas sacerdotais. E o óleo da unção seria derramado sobre a cabeça de Arão. Que Seu óleo esteja sobre nós, como esteve sobre a cabeça de Arão.

O sacerdócio seria direito dos filhos de Arão para sempre. Por lei.

Um novilho deveria ser levado à tenda do encontro. Arão e seus filhos colocariam suas mãos sobre sua cabeça. O carneiro seria sacrificado. Seu sangue derramado em todos os lados do altar. O animal inteiro queimado. Era holocausto ao Senhor. Aroma agradável. Oferta especial apresentada ao Senhor.

O outro carneiro seria sacrificado quase da mesma forma. Mas um pouco de seu sangue seria colocado na ponta da orelha direita de Arão e seus filhos. No polegar da mão direita e do pé direito de cada um deles. O restante do sangue, derramado em todos os lados do altar.

Depois, um pouco do sangue do altar seria recolhido, com um pouco do óleo da unção e aspergido sobre eles. Assim, eles e suas roupas seriam consagrados.

O sangue na orelha, no polegar da mão e do pé, representava o ouvir e o agir, agora consagrados ao Senhor. A roupa deles precisava estar marcada com o sangue do holocausto.

O alimento oferecido seria entregue a Arão. Ele o moveria para o alto, diante do Senhor. Os pães seriam queimados com o holocausto.

Uma parte do peito do carneiro seria separada como porção para Arão e seus filhos. No futuro, sempre seria assim. Quando apresentassem ao Senhor uma oferta movida, uma oferta de paz, uma parte dela seria para Arão e seus descendentes. Direito permanente.

Arão e seus filhos comeriam a carne, com os pães do cesto, à entrada da tenda do encontro. Somente eles. Ninguém mais.

As roupas seriam preservadas para seus descendentes. Sempre que fossem consagrados, as usariam. A cerimônia seria repetida durante sete dias.

Todos os dias seriam oferecidos, pela manhã e à tarde, sacrifícios ao Senhor, exatamente como ordenara. Assim, o Senhor viria até o povo. E habitaria no meio deles.

Esse foi o propósito do Senhor tirar o povo do Egito: viver no meio dele!

Que maravilha saber que temos um Senhor que se importa conosco. Não apenas nos liberta e nos manda embora, dizendo que precisamos aprender a “nos virar” sozinhos. Não, Ele nos liberta, nos redime e nos chama porque deseja habitar em nosso meio. Viver conosco. Relacionar-se conosco. Compartilhar Sua presença e Sua vida conosco.

Não, o Senhor não é um velho caduco e ranzinza, com uma vara velha, afoito em repreender alguém. Ele é Eterno, nos ama e deseja nossa companhia e comunhão. Ele é amor.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

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