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sábado, 27 de julho de 2019

Isaías 37.1-38

Leitura do dia 27/07.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.

Ontem vimos as ameaças da Assíria a Ezequias e Jerusalém. Senaqueribe compara o Senhor aos deuses das nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-341-3622.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo trinta e sete. Até o capítulo trinta e nove. Na primeira postagem, apenas o capítulo trinta e sete.

Assim que os oficiais do rei relataram as ameaças de Senaqueribe, Ezequias rasgou suas roupas. Vestiu-se de panos de saco em sinal de humilhação. E entrou no templo do Senhor. Ele sabia onde procurar ajuda. Era verdade, seus homens eram poucos. Era verdade, ele não tinha nenhuma chance. Apenas se o Senhor o socorresse.

Enquanto ficou no templo, orando ao Senhor, Ezequias enviou seus oficiais e os principais sacerdotes até Isaías. Todos vestidos com panos de saco. Ezequias disse que aquele era um dia de angústia, de insulto e humilhação. Como a hora de um parto quando a mãe não tinha mais forças para dar à luz. Ezequias, porém, tinha esperança de que o Senhor tivesse ouvido o desafio feito, e os castigasse. Ele pede que Isaías ore pelos que ainda restavam em Judá.

Isaías transmitiu a resposta do Senhor. Deveriam dizer ao rei que não se assustasse com os insultos lançados contra Ele. O próprio Senhor agiria contra o rei. Este receberia notícias que o fariam voltar à sua terra. Ali o Senhor providenciaria que fosse morto à espada.

Enquanto Isaías orava e seus oficiais consultavam o Senhor através do profeta, Rabsaqué partiu de Jerusalém. Ele foi até Libna, onde Senaqueribe estava. Logo após, como o Senhor havia dito, o rei da Assíria recebeu notícias. Tiraca, rei da Etiópia, havia enviado seu exército para lutar contra ele. Senaqueribe iria partir.

Antes de ir, porém, enviou seus homens a Ezequias. Com mais ameaças. Agora era uma carta. Uma mensagem para o rei. Que não se deixasse enganar pelo Senhor, em quem confiava. Que o Senhor não o enganasse com promessas de que Jerusalém não seria conquistada por ele. Era seria conquistada.

A carta dizia que Ezequias sabia muito bem o que os reis da Assíria fizeram por todos os lugares por onde passaram. Destruíram completamente todos que atravessaram seus caminhos. Quem era Ezequias para acreditar que escaparia? Nenhum deus de nenhuma nação ou cidade os salvara. Todos os reis caíram. Por que ele seria salvo?

Quantas vezes recebemos ameaças assim? Qual nossa reação?

Ezequias recebeu a carta e a leu. Então, foi novamente até o templo. Sabia quem podia lhe responder. Estendeu a carta ao Senhor. E orou. Que o Senhor, o Senhor dos Exércitos, que está entronizado entre os querubins, o Senhor, que é Deus de todos os reinos, que criou os céus e a terra, inclinasse Seus ouvidos e ouvisse. Abrisse Seus olhos e visse. Que ouvisse as palavras com as quais Senaqueribe O desafiava.

Disse que era verdade que os reis da Assíria destruíram todas aquelas nações, lançando no fogo seus deuses. É claro que conseguiram destruí-los. Não eram deuses de verdade. Eram apenas ídolos. De madeira e pedra. Feitos por mãos humanas.

Pediu que o Senhor os salvasse do poder daquele rei, assim todos os reinos da terra saberiam que somente o Senhor é Deus de verdade.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Porque Ezequias orou sobre Senaqueribe, o Senhor proferiu uma sentença. Ele havia desafiado e zombado do Santo de Israel. Por isso, Jerusalém, embora fosse como uma virgem indefesa diante de um rei poderoso, ela balançava sua cabeça diante dele, rindo e desprezando-o.

Senaqueribe estava muito enganado achando que havia conquistado o que conquistou por causa de seu poder. Havia sido o Senhor quem decidira esses acontecimentos. Há muito tempo. E era por causa da decisão do Senhor, e não do poder de Senaqueribe, que aquelas cidades caíram. Agora, por causa da raiva de Senaqueribe contra o Senhor, sua arrogância e fúria, Ele colocaria Sua argola em seu nariz. Colocaria um freio em sua boca. E o faria voltar. Pelo mesmo caminho que veio.

Senaqueribe não invadiria Jerusalém. Nem uma flecha seria disparada contra ela. Não entrariam na cidade. Pela honra do Senhor e por causa de Davi. O Senhor defenderia e libertaria Jerusalém.

Daria-lhes um sinal. Naquele ano comeriam somente o que crescesse, sem que ninguém plantasse nada. No ano seguinte, o que brotasse daquilo. Mas, no terceiro ano, semeariam e colheriam. Cuidariam de suas videiras e comeriam seus frutos.

Naquela noite, o Senhor enviou Seu anjo ao acampamento assírio. Matou cento e oitenta e cinco mil soldados assírios. Isso mesmo! Cento e oitenta e cinco mil. Quando os sobreviventes acordaram na manhã seguinte, havia cadáveres por toda parte. Senaqueribe levantou acampamento. Foi para sua terra (Nínive). E ali ficou.

Um dia, quando adorava seu deus Nisroque, seus filhos Adrameleque e Sarezer entraram no templo e o mataram. À espada. Como o Senhor havia dito. Eles fugiram. Seu outro filho, Esar-Hadom, o sucedeu.

Judá podia ter pouquíssimos soldados. Mas o Senhor dos Exércitos lutava por ela e, quando o Senhor é por nós, somos vencedores.

“Que podemos dizer diante de coisas tão maravilhosas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Se Ele não poupou nem mesmo Seu próprio Filho, mas O entregou por todos nós, acaso não nos dará todas as outras coisas? Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus nos declara justos diante dEle. Quem nos condenará, então? Ninguém, pois Cristo Jesus morreu e ressuscitou e está sentado no lugar de honra, à direita de Deus, intercedendo por nós”. – Romanos 8.31-34

Oh, que Senhor maravilhoso o nosso! Seu amor e zelo por nós é incomparável. As lutas vêm, é verdade. Mas Ele está conosco! http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Isaías 34.1-36.22

Leitura do dia 26/07.

Continuamos nossa caminhada através das páginas do livro do profeta Isaías.

Na postagem anterior vimos que todos serão (seremos) julgados.

Haverá um livramento final ao povo do Senhor. Um Rei Justo governará. Ele proverá farto suprimento de salvação, sabedoria e conhecimento. O temor do Senhor será o tesouro do Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-311-3324.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo trinta e quatro. Até o capítulo trinta e seis.

O profeta conclama toda terra a escutar. É grande a ira do Senhor sobre todas as nações. Seu juízo virá. Será tão verdadeiro que até homens fortes como bois, morrerão. Quem tem dúvida, procure em Seu livro. Vejam o que Ele fará. O que o Senhor prometeu se cumprirá. Seu Espírito fará com que tudo se realize.

Mas, haverá restauração. O Senhor mostrará Sua glória e esplendor.

Que fortaleçamos aqueles que estão com as mãos cansadas. Que sejamos os que apoiam os joelhos fracos. Que abramos nossas bocas para animar os que estão com os corações temerosos. Que eles sejam fortes. Não temam. O Senhor virá nos salvar.

Aqui o profeta está falando sobre a vinda do Senhor Jesus. Ele é o que abrirá os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. A tradição judaica dizia que o Messias faria tais milagres. Apenas Ele. O Senhor Jesus veio. E abriu os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos. Os aleijados pularam. Carregaram suas camas. Os mudos cantaram de alegria. http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/outra-cura-personalizada.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/05/pergunta-certa-resposta-errada.html

Ele apontou para um Caminho. Chamado Caminho de Santidade. Os impuros não podem passar por ele. Somente os que andam nos caminhos do Senhor. Os tolos não conseguem andar neste caminho. Somente os redimidos.

Então, depois de várias palavras de juízo, justiça, destruição e consolo, Isaías nos conta o que aconteceu naqueles dias. Era o décimo quarto ano do reinado de Ezequias. Ano 701 a.C.

Senaqueribe, rei da Assíria, atacou as cidades fortificadas de Judá. Ele as conquistou. Então, enquanto ficou em Laquis, enviou seu comandante a Jerusalém. Junto com um grande e intimidador exército. E uma mensagem. Queria confrontar o rei de Judá.

Os assírios ficaram junto ao aqueduto que abastecia o tanque superior, perto do caminho que ia ao campo onde lavavam as roupas. Os oficiais do rei saíram ao seu encontro. Eliaquim, o administrador do palácio; Sebna, o secretário da corte e Joá, o historiador oficial do reino.

O oficial assírio transmitiu uma mensagem de terror ao povo de Judá. Os oficiais do reino pediram que falasse em aramaico para que o povo, que estava junto aos muros, não entendesse. Ele gritou em hebraico. Queria que todos ouvissem. Queria intimidar todo o povo. Queria desacreditar Ezequias, um rei fiel e temente ao Senhor. Queria desacreditar o próprio Senhor, Deus de Israel.

A mensagem dizia que não adiantava eles confiarem no Egito. Confiar no Senhor então, pior ainda. O próprio Ezequias havia insultado o Senhor quando destruiu os santuários e altares “dele”, ordenando que só adorassem em Jerusalém.

O ato de Ezequias se voltar para o Senhor e acabar com a idolatria, agora é colocado como se tivesse sido contra o Senhor e não a favor dEle. A Assíria tentava semear engano e medo entre o povo.

Rabsaqué também disse que Jerusalém possuía um exército minúsculo. Que não servia para nada. Além disso, haviam invadido a terra deles sob a direção do Senhor. Sim, ele disse que foi o próprio Senhor que os ordenara a invadir e destruir Judá e Jerusalém.

Conclamou o povo a não deixar que Ezequias os convencesse a confiar no Senhor. Era inútil confiar nEle.

Propôs um acordo. Se abrissem as portas da cidade e se entregassem, poderiam viver ali mesmo. Depois, ele os levaria para outra terra. Uma terra tão boa quanto a que habitavam. Ele os exilaria, seriam levados como escravo, mas dizia que seria bom, omitindo, claro essa parte. Como nosso inimigo faz quando oferece algo. Sim, o pecado pode ser agradável, mas depois seremos exilados, como escravos. Colheremos as consequências dele.

Mais uma vez Rabsaqué repete que o povo não se deixe enganar por Ezequias. Que não confiem nele. Que não acreditem que o Senhor os livrará. Isso não acontecerá. Nenhum deus de nenhuma terra conseguiu livrar seu povo dos assírios. O Senhor também não conseguiria. Por que eles pensavam que o Senhor livraria Jerusalém das mãos do rei da Assíria? Era impossível.

O povo ficou em silêncio, obedecendo a ordem de Ezequias.

Os representantes de Judá foram até o rei. Rasgaram suas vestes. E contaram o que o porta-voz assírio havia dito.

E agora? O que acontecerá? As profecias sobre a destruição de Jerusalém se cumprirão? Chegou a hora de Jerusalém ser destruída e levada ao exílio? http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-181-33.html

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo trinta e sete. Até o capítulo trinta e nove.

Espero você. Até lá.