Leitura do dia 28/10.
Na postagem anterior vimos o Senhor enviar Seus discípulos e agradecer ao Pai pela salvação. Um especialista da Lei coloca-O à prova. Ele conta a parábola do bom samaritano. Visita Marta e Maria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-101-42.html
Agora, continuamos através do capítulo onze de Lucas.
Certo dia, após orar, um de Seus discípulos pede que os ensinem a orar, como João Batista ensinara a seus discípulos.
Ele ensinou. Deu-lhes um modelo. Não devemos ficar repetindo a oração hoje conhecida como “Pai Nosso”. Ela é um modelo. Nela, Jesus nos ensina alguns pontos muito importantes.
Devemos reconhecer o Todo-Poderoso como Pai. Nosso Pai. Isso demonstra a intimidade que precisamos ter com Ele. Nosso Pai está nos céus e nos ouve. Tem prazer em ouvir nossa oração, ainda que saiba de tudo que precisamos, antes mesmo de abrirmos nossas bocas para pedir.
O louvor deve fazer parte da nossa oração. Devemos santificar Seu nome. Reconhecer quem Ele é. Único. Santo.
O desejo de que o Reino do Senhor venha deve estar em nossos corações. É com este Reino que devemos nos importar, amar, ansiar.
Precisamos desejar Sua vontade em nossas vidas, como é no céu. Lá nada acontece fora da Sua vontade. Absolutamente nada.
Nossa oração deve conter o pedido para que o Senhor supra nossas necessidades no dia de hoje. O nosso pão diário.
Não podemos nos esquecer de pedir perdão pelos nossos pecados. Nossas vestes devem estar limpas em todo o tempo. Nosso pedido de perdão está atrelado ao perdão que oferecemos àqueles que nos ofendem, nos devem, nos aborrecem.
Também devemos pedir que o Senhor nos fortaleça e nos livre das tentações, que tão de perto nos rodeiam. Que Ele nos livre do mal.
Oração é intimidade. Através dela aprendemos a conhecer nosso Pai. Não podemos negligenciar esses momentos a sós com Ele. A oração nos fortalece. Passamos a saber em quem temos crido.
Logo em seguida ao modelo de oração que nos deixou, Ele dá uma suposição aos discípulos. Que imaginem ir à casa de um amigo à meia-noite para pedir três pães. Explica que um amigo chegou sem avisar e não há o que comer. Esse amigo, importunado, diz que está tarde, e não vai ajuda-lo. Jesus garante que se continuar batendo à porta, o amigo o atenderá, se não pela amizade, pela insistência.
Ele mesmo explica que devemos pedir para receber. Procurar para encontrar. Bater na porta para que seja aberta. Todos que pedem, recebem. Quem procura, encontra. E para todos que batem, a porta é aberta.
Pergunta aos pais ali presentes se um filho lhe pedir peixe, alguém daria uma cobra? Se lhe pedir um ovo, lhe daria um escorpião? Conclui que, nós que somos pecadores sabemos dar bons presentes a nossos filhos, quanto mais nosso Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem pedir.
Certo dia, Jesus expulsou um demônio de um homem. Quando o demônio saiu, o homem, que era mudo, começou a falar. Todo o povo ficou atônito. Alguns, porém, disseram que expulsara o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contramão dEle. Alguns ainda tiveram a capacidade de exigir um sinal do céu para que provasse Sua autoridade.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles homens com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando Seus ouvintes e acusadores a pensar. Sua resposta é lógica pura. Ordena que eles mesmos pensem. Se Satanás está dividido e luta contra si mesmo, logo não sobreviverá. E se expulsa por Belzebu, o que dizer dos discípulos daqueles que afirmavam tal absurdo? Mas se expulsa demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até eles. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
Continua nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Para vencer um homem forte, somente um mais forte ainda, que o vencerá, tirará dele suas armas e levará embora seus pertences.
Além disso, quem não está com Ele, está contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
Quando estava falando, uma mulher da multidão gritou que a mãe dele era feliz por ter um filho tão sábio. Jesus respondeu que mais feliz ainda eram todos que ouviam a palavra de Deus e a praticavam.
Não podemos ser apenas ouvintes de Sua palavra. Precisamos ser praticantes. A cada dia.
Enquanto a multidão o apertava Jesus disse que aquela geração perversa insistia que lhe desse um sinal. O que queriam ver? A terra se abrir e engolir alguns, como aconteceu com Coré (Números 16)? Só queriam mais uma desculpa para não seguir Jesus. Ele diz que nenhum sinal seria dado, exceto o sinal do profeta Jonas. O que aconteceu com Jonas foi um sinal para Nínive. O que aconteceria com Ele, seria uma sinal para aquela geração. Falava sobre Sua morte e ressurreição, mas claro, os fariseus e os mestres da lei não entenderam. Não tinham ouvidos para ouvir. Eram seletivos. Só ouviam e viam o que lhes interessava. O que pudesse respaldar suas vidas, não denunciá-las.
Novamente gostaria de ter uma placa escrita “aplausos” ou ser uma líder de torcida, como no vôlei ou futebol, que incentiva a torcida a gritar, bater palmas e até fazer a “ola”. Jesus afirma que os homens de Nínive se levantarão no Juízo e condenarão aquela geração incrédula, pois se converteram com a pregação de Jonas e quem estava na frente deles é maior que Jonas. Uau!
Que afirmação! Quase consigo ouvir os dentes daqueles homens rangendo de tanta raiva.
Sabia como eram nacionalistas e citou a Rainha do Sul, a Rainha de Sabá, que veio de outra nação, no sudoeste da Arábia, para ouvir a sabedoria de Salomão e, à frente deles estava alguém maior que Salomão.
Cada afirmação dEle faz meu coração saltar de alegria. Ele é maior que tudo, que todos.
Aqueles homens, no entanto, não O seguiram. E nós? Reconhecemos Sua superioridade? Sabemos quem de fato Ele é?
A incredulidade é realmente algo terrível. O Senhor explica o que aconteceria com aquela (ou essa) geração perversa. Estavam sendo limpos pela palavra que ouviam, mas não tomavam posição. A casa que havia sido antes habitada por um espírito imundo estava desocupada, varrida e em ordem. Pronta para o Senhor morar. No entanto, estava trancada. Não faziam o convite a Ele. Ficariam em um estado muito pior que o anterior. Aquele espírito imundo voltaria, levando com ele sete espíritos piores e entraria novamente na casa, passando a viver ali. E o estado daquele homem, e no caso, daquela geração, seria pior do que o primeiro. Ah, como sabemos que isso é verdadeiro.
Qual tem sido nossa atitude diante dEle, aquele que é maior que qualquer outro (Filipenses 2.9)?
Jesus, sempre falando em parábolas, explica que ninguém acende uma candeia e a coloca onde fique escondida, muito menos embaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-se a candeia no lugar apropriado, para que todos que entram naquela casa possam ver sua luz.
Continua explicando que os olhos são a candeia do corpo. Quando nossos olhos são bons, todo nosso corpo estará cheio de luz. Se forem maus, todo nosso corpo estará cheio de trevas.
Devemos ter cuidado. Para que a luz que está em nosso interior não sejam trevas.
Se nosso corpo estiver cheio de luz, e nenhuma parte estiver em trevas, estará completamente iluminado, como quando a luz de uma candeia brilha sobre nós.
Seu discurso é cheio de sabedoria, como sempre.
Ele nos ordena a sermos luz. Já vimos lá atrás, quando passávamos por Mateus. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
O objetivo da luz é brilhar. Quando a luz brilha, as trevas acabam. As trevas são ausência de luz. Sendo luz, não podemos estar escondidos. Precisamos estar à vista, brilhando. Não podemos deixar que nos sufoquem, nos prendendo “debaixo de uma vasilha”.
Jesus mandou que tivéssemos cuidado para que a luz que estão em nosso interior não fossem trevas. Como uma luz pode ser trevas?
Imagine um lugar muito claro. E um muito escuro. Quando chegamos em um lugar muito escuro com uma lamparina bem fraquinha, aquele lugar clareia. Mas não está encharcado de luz. Apenas está um pouquinho mais claro que se não tivesse luz alguma. O que vemos nesses ambientes? Muitas sombras, que podem nos enganar. Podemos imaginar coisas ali. Coisas pequenas que se transformam em grandes. Além disso, muitas coisas não conseguimos enxergar. Detalhes então? Impossível.
Cuidado. Se esse é o seu caso, você está em trevas confundindo a realidade. A verdade não pode habitar em um lugar assim.
Nossos olhos são a candeia do nosso corpo. É com ele que enxergamos. Se enxergamos mal, vendo “homens que andam como árvores”, há algo muito errado com nossa visão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/outra-cura-personalizada.html
O que temos enxergado? Que tipo de luz temos sido? Nossa luz é tão fraquinha que apenas “confunde a realidade” ou nossa luz é forte o suficiente para espantarmos as trevas?
É hora de enxergamos com verdade. Termos olhos para ver. E transformar nossa luz, se necessário for.
Logo que Jesus termina de falar, é convidado para comer na casa de um fariseu. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu, e fala essas coisas? Nada O intimida?
Tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar ofertas aos necessitados para que o interior deles ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: “Ai de vocês, fariseus...”
Por quê?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças, mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê. Ninguém percebe.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor responderá? Sei que não é "politicamente correto”, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!”.
Por quê?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente podem carregar, mas eles mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Os antepassados mataram, eles fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração seria considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. Ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”.
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem. Interrogavam para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
E quanto a nós? Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 12 de novembro de 2019
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Naum 1.1-3.19
Leitura do dia 30/09.
Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.
Ontem vimos as acusações do Senhor ao Seu povo, através do profeta Miqueias. A situação é estarrecedora. Não vê ninguém fiel à sua volta. Ele, porém, continuará a buscar o Senhor e esperar nEle. Depois do castigo, defenderá Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-61-720.html
Hoje caminharemos através do livro de Naum.
Naum significa, ao mesmo tempo, “Consolação” e “Vingança”. Consolação para Seu povo. Vingança para Seus inimigos. Suas profecias são direcionadas à Assíria. Provavelmente durante o reinado de Manassés.
Cerca de dois séculos se passaram após a conversão do povo de Nínive mas, como Israel, deixou o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-21-411.html
O Senhor é um Deus zeloso, por isso castiga o culpado. Ele demora para se irar, está sempre disposto a exercer misericórdia mas não pode deixar o culpado impune. E não deixa. Ninguém resiste à Sua indignação. Sua fúria queima como fogo.
Ele é bom. É um refúgio forte e seguro para os que confiam nEle. Está perto destes. No entanto, arrasará Seus inimigos. Ele é justo. E faz justiça.
Pergunta aos assírios o motivo de tramarem contra Ele. Questiona quem é o conselheiro de Nínive que trama o mal contra o Senhor.
É muito séria essa questão. Atenção: Quem é seu conselheiro! Um conselheiro ruim pode destruir uma vida. Uma nação. Uma geração. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
O Senhor fala que quebrará o jugo de Seu povo, que está sendo oprimido pela Assíria. A Assíria por sua vez, receberá Seu juízo. Não terão filhos para continuarem seus nomes. Destruirá todos os seus ídolos. Está preparando suas sepulturas. São desprezíveis.
Embora para Nínive o conselho do Senhor não mais adiantasse, serve muito bem para nós. Estamos vivendo tempos difíceis. Tempos de guerra. Precisamos guardar as muralhas. Vigiar as estradas. Preparar as defesas. Reunir forças.
Quanto a Nínive, seu exílio já foi decretado. Serão saqueados. Ficarão em ruínas. Seus corações se derreterão. Seus joelhos vacilarão. Ficarão angustiados. Rostos pálidos. Tremendo de medo. O Senhor dos Exércitos agora é seu inimigo. Em breve seus carros serão queimados. Seus jovens morrerão na batalha. Nunca mais saquearão nações. Nem se ouvirá a voz de seus mensageiros. Serão totalmente arruinados. Como foram.
Nínive ficou cheia de homicídio e mentiras. Cheia de riquezas tomadas à força. Cheia de vítimas. Uma grande aflição a espera. Ficará repleta de mortos. Montes de cadáveres. Os vivos tropeçarão neles. Tudo porque se prostituiu. Seduziu as nações. Ensinou suas magias. Enfeitiçou pessoas de toda parte.
O Senhor levantará suas vestes e mostrará sua vergonha a todos. Mostrará o quanto se tornou desprezível.
Ela tropeçará como um bêbado. Se esconderá de seus inimigos. Suas fortalezas cairão. Todas. Seus soldados ficarão fracos e indefesos como se fossem mulheres que não são treinadas para a batalha.
Ainda que preparem-se para o cerco, que estoquem água, que reforcem suas defesas e que façam tijolos para repararem os muros, o fogo a devorará, a espada a exterminará. Não haverá como escapar. Seu povo será espalhado pelos montes. Sua ferida é mortal.
Nínive tornou-se uma grande conquistadora. Implacável. Em qualquer lugar existia alguém que sofrera por causa de sua constante crueldade. Não ficará impune.
Aqui terminamos mais um livro.
Que sejamos misericordiosos. E que estejamos preparados para a guerra.
Continuamos amanhã. Leremos o livro de Habacuque.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.
Ontem vimos as acusações do Senhor ao Seu povo, através do profeta Miqueias. A situação é estarrecedora. Não vê ninguém fiel à sua volta. Ele, porém, continuará a buscar o Senhor e esperar nEle. Depois do castigo, defenderá Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-61-720.html
Hoje caminharemos através do livro de Naum.
Naum significa, ao mesmo tempo, “Consolação” e “Vingança”. Consolação para Seu povo. Vingança para Seus inimigos. Suas profecias são direcionadas à Assíria. Provavelmente durante o reinado de Manassés.
Cerca de dois séculos se passaram após a conversão do povo de Nínive mas, como Israel, deixou o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-21-411.html
O Senhor é um Deus zeloso, por isso castiga o culpado. Ele demora para se irar, está sempre disposto a exercer misericórdia mas não pode deixar o culpado impune. E não deixa. Ninguém resiste à Sua indignação. Sua fúria queima como fogo.
Ele é bom. É um refúgio forte e seguro para os que confiam nEle. Está perto destes. No entanto, arrasará Seus inimigos. Ele é justo. E faz justiça.
Pergunta aos assírios o motivo de tramarem contra Ele. Questiona quem é o conselheiro de Nínive que trama o mal contra o Senhor.
É muito séria essa questão. Atenção: Quem é seu conselheiro! Um conselheiro ruim pode destruir uma vida. Uma nação. Uma geração. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
O Senhor fala que quebrará o jugo de Seu povo, que está sendo oprimido pela Assíria. A Assíria por sua vez, receberá Seu juízo. Não terão filhos para continuarem seus nomes. Destruirá todos os seus ídolos. Está preparando suas sepulturas. São desprezíveis.
Embora para Nínive o conselho do Senhor não mais adiantasse, serve muito bem para nós. Estamos vivendo tempos difíceis. Tempos de guerra. Precisamos guardar as muralhas. Vigiar as estradas. Preparar as defesas. Reunir forças.
Quanto a Nínive, seu exílio já foi decretado. Serão saqueados. Ficarão em ruínas. Seus corações se derreterão. Seus joelhos vacilarão. Ficarão angustiados. Rostos pálidos. Tremendo de medo. O Senhor dos Exércitos agora é seu inimigo. Em breve seus carros serão queimados. Seus jovens morrerão na batalha. Nunca mais saquearão nações. Nem se ouvirá a voz de seus mensageiros. Serão totalmente arruinados. Como foram.
Nínive ficou cheia de homicídio e mentiras. Cheia de riquezas tomadas à força. Cheia de vítimas. Uma grande aflição a espera. Ficará repleta de mortos. Montes de cadáveres. Os vivos tropeçarão neles. Tudo porque se prostituiu. Seduziu as nações. Ensinou suas magias. Enfeitiçou pessoas de toda parte.
O Senhor levantará suas vestes e mostrará sua vergonha a todos. Mostrará o quanto se tornou desprezível.
Ela tropeçará como um bêbado. Se esconderá de seus inimigos. Suas fortalezas cairão. Todas. Seus soldados ficarão fracos e indefesos como se fossem mulheres que não são treinadas para a batalha.
Ainda que preparem-se para o cerco, que estoquem água, que reforcem suas defesas e que façam tijolos para repararem os muros, o fogo a devorará, a espada a exterminará. Não haverá como escapar. Seu povo será espalhado pelos montes. Sua ferida é mortal.
Nínive tornou-se uma grande conquistadora. Implacável. Em qualquer lugar existia alguém que sofrera por causa de sua constante crueldade. Não ficará impune.
Aqui terminamos mais um livro.
Que sejamos misericordiosos. E que estejamos preparados para a guerra.
Continuamos amanhã. Leremos o livro de Habacuque.
Espero você. Até lá.
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sábado, 28 de setembro de 2019
Jonas 2.1-4.11
Leitura do dia 26/09.
Ontem vimos as profecias contra Edom no livro de Obadias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Também vimos a ordem do Senhor dada a Jonas para anunciar o julgamento de Nínive. Vimos sua fuga, que culminou com ele lançado ao mar e sendo engolido por um grande peixe, a mando do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
Acredite, Jonas foi realmente engolido pelo peixe. O Senhor Jesus quando esteve aqui, confirmou essa história, por mais fantástica que seja. Ora, nosso Deus é o Rei do Universo, Criador de todas as coisas. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/o-fermento-dos-fariseus-e-saduceus.html
Quando Jonas disse aos marinheiros quem era o Deus que adorava, deixou bem claro que é o Deus dos céus, criador do mar e da terra. Ele tem domínio sobre todos os animais, assim como sobre a natureza. Vimos Sua intervenção quando mandou um vento forte sobre o mar e caiu uma violenta tempestade. Vimos Sua intervenção quando lançaram Jonas ao mar e a tempestade aquietou-se. E terminamos com Sua intervenção em ordenar que um peixe "passasse" naquele mesmo instante e o engolisse. Inteiro.
O que aconteceu durante os três dias e noites que ficou ali? Acredito que tenha enfrentado a morte. Preste atenção em sua oração. Ele gritou da terra dos mortos. O Senhor ouviu e o resgatou da morte. Quando Sua vida se esvaía, lembrou-se do Senhor.
Jonas lembra que os adoradores de falsos deuses dão às costas para Sua misericórdia. Ele, porém, ofereceria sacrifícios com cânticos de gratidão. Cumpriria seus votos, sabendo que somente do Senhor vem o livramento.
Enquanto isso, o peixe, a mando do Senhor, nadava em direção ao destino de Jonas. Quando chegou à praia próxima, ordenou que o peixe o vomitasse na praia. Não precisou nem nadar. Incrível não? E verdadeiro! Ele é o que abriu o Mar Vermelho, que abriu o Rio Jordão. Que mandou os corvos alimentarem Elias. Que fechou a boca dos leões. Por que não ordenar que um peixe nadasse para onde Ele queria?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-31-17.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-171-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-61-28.html
Quando chegou à praia, o Senhor falou pela segunda vez a Jonas. Mudou de ideia? Não. Deu a mesma ordem. Devia aprontar-se e ir até Nínive anunciar a mensagem que havia lhe entregue.
Que aprontar era esse? Com certeza estava todo amarrotado e sujo. Não havia nenhum shopping por perto onde pudesse tomar um banho e comprar algumas roupas. Acredito que tenha encontrado um lugar para se recompor, mas, mais importante era aprontar-se interiormente. Estar preparado para entregar Sua mensagem. Olhe para as páginas anteriores, que caminhamos ao longo deste ano. Todo profeta precisa ser um intercessor. Jonas não intercedeu pelos ninivitas. Ele não queria essa missão. Não queria entregar essa palavra de julgamento do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-71-911.html
Enfim, dessa vez resolveu, ao menos, obedecer. Nínive era uma cidade grande para os padrões da época. Eram necessários três dias inteiros para percorrê-la. Ele o fez. Assim que entrou na cidade, entregou a mensagem do Senhor. Dentro de quarenta dias Nínive seria destruída. Não havia ali nenhum “sacerdote do Senhor” como Amazias que mandou Amós calar-se. Aquelas pessoas, que não pertenciam ao povo de Israel, creram no Senhor. Desde o mais importante até o mais simples. Eles jejuaram e se vestiram em pano de saco, em sinal de arrependimento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/amos-71-915.html
Até o rei de Nínive, quando ouviu o que Jonas transmitia, desceu do trono. Tirou suas vestes reais. Vestiu-se de saco e sentou-se sobre um monte de cinzas, em um claro sinal de arrependimento. Ele e seus nobres enviaram um decreto pela cidade. Todos deveriam jejuar. Até os animais. E cobrir-se de saco. Todos deviam orar fervorosamente ao Senhor. Orar e deixar seus maus caminhos e toda a violência. Quem sabe o Senhor tivesse misericórdia e voltasse atrás, não destruindo a cidade?
Reparou que esse livro tem muitas descidas?
Jonas desceu a Jope. Desceu ao navio. Desceu ao porão. Fugindo. Até que desceu ao mar.
O capitão do navio onde Jonas estava, desceu ao porão para dar uma “chacoalhada” nele.
O peixe desceu até a praia para vomitar Jonas.
O rei desceu de seu trono. Foi até o chão, em sua humilhação. Demonstrando seu arrependimento.
O povo também desceu. Do mais importante ao mais simples. Reconheceram seus pecados. E humilharam-se diante dEle.
Quando o Senhor viu o que fizeram, como se arrependeram, deixando seus maus caminhos, voltou atrás. Não destruiu a cidade como havia ameaçado. Aleluias!
Lembre-se que o Senhor não tem prazer na morte do ímpio. Seu desejo é que todos se arrependam e O conheçam. Desde que ordenou Sua mensagem a Jonas, esse era o objetivo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-161-1832.html
Ao invés de alegrar-se com Sua misericórdia, Jonas ficou aborrecido. Irado. Não queria a absolvição daquele povo. Não se importava com eles. Levantou sua cabeça aos céus e falou com o Senhor que fora exatamente o que dissera ao Senhor. Jonas conhecia Seu caráter. Sabia que Ele voltaria atrás e não destruiria a cidade, caso se arrependessem. Por isso, não queria ir até lá. Por isso, fugiu.
Ele sabia a quem servia. Um Deus cheio de misericórdia e compaixão. Que demora para se irar. Cheio de amor. Um Deus que está sempre pronto a voltar atrás e não trazer calamidade. Esse é o Deus que servimos. Sempre com Suas mãos estendidas para nos perdoar e nos receber.
A ira de Jonas, no entanto, era tal, que pediu ao Senhor para matá-lo. Preferia morrer do que ver Sua misericórdia por aquele povo.
O Senhor perguntou-lhe se sua ira era justa. Ele não respondeu. Foi a leste de Nínive e construiu um abrigo. Sentou-se à sua sombra enquanto esperava para ver o que aconteceria à cidade. Ainda tinha esperanças de que fosse destruída?
O Senhor, que tem a natureza em Suas mãos, fez crescer ali uma planta. Uma trepadeira. Que, sem demora, espalhou suas folhas grandes sobre a cabeça de Jonas e o protegeu do sol. Ele foi aliviado de seu desconforto. E ficou muito grato pela planta. O Senhor maravilhoso a quem servimos, tem poder para acelerar o crescimento da natureza.
Alguns dias atrás, tive uma experiência fantástica. Estava dando uma volta com minha neta de quatro anos. Fomos até à amoreira ver se já tinha alguma amora. Nenhuma. Ainda faltavam uns quinze dias para começar a aparecer as primeiras frutas. Sabe o que ela me propôs? Que orássemos para pedir ao Senhor que colocasse uma amora ali. Ela ainda não aprendeu que as frutas têm suas estações e colheitas. No dia seguinte, voltamos à amoreira. Meu coração disparou quando vi três amoras. Duas verdes e uma madura, pretinha, deliciosa. O Senhor atendeu nossas orações. Tinha uma amora pronta para ser saboreada! Ele pode acelerar o processo da natureza.
Notou que Jonas ficou irado pelo Senhor ter voltado atrás e aceitado aquelas pessoas, mas ficou grato pela planta que o protegeu do sol? Pois é.
No dia seguinte, o Senhor, ao amanhecer, ordenou que uma lagarta fosse até lá. E comesse o talo da planta. A lagarta alegremente obedeceu. A planta secou. Quando o sol ficou mais quente, o Senhor “caprichou”. Enviou um vento leste quente para soprar sobre Jonas. O sol bateu em sua cabeça. Ele ficou tão fraco que novamente desejou morrer.
O Senhor perguntou-lhe se era justo ficar tão irado por causa da morte daquela planta. Dessa vez, ele respondeu. Afirmou que era. Muito certo. A ponto de desejar morrer.
O Senhor lhe disse que teve compaixão da planta, mesmo não tendo feito absolutamente nada para ela nascer ou crescer. Ela apareceu rapidamente. E murchou. Também rapidamente.
E quanto a Nínive? Era uma cidade de cento e vinte mil pessoas. Que pecavam porque não sabiam discernir o certo do errado e, quando souberam, se arrependeram. Isso, sem falar na quantidade de animais ali existentes. Ele, o Senhor, que as criara, que criara cada um dos animais, não teria compaixão daquela cidade? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A cidade não foi destruída naquela época. A pregação de Jonas teve “validade” de duzentos anos.
Que nos lembremos de Seu maravilhoso amor. Por todos nós, inclusive pelos animais.
Que sejamos obedientes. Que alertemos os que estão caminhando para o inferno. Que intercedamos por eles. E nos alegremos quando se arrependerem.
Que a mensagem do Senhor através de nossas vidas seja tão poderosa quando a de Jonas.
Que não precisemos ser “engolidos” por nenhum “peixe”. Que cumpramos Sua ordem com rapidez, como Abraão, ainda que não seja de nosso agrado. É bem mais fácil.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-221-24.html
Continuamos amanhã. Leremos os três primeiros capítulos de Miqueias.
Espero você. Até lá.
Ontem vimos as profecias contra Edom no livro de Obadias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Também vimos a ordem do Senhor dada a Jonas para anunciar o julgamento de Nínive. Vimos sua fuga, que culminou com ele lançado ao mar e sendo engolido por um grande peixe, a mando do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
Acredite, Jonas foi realmente engolido pelo peixe. O Senhor Jesus quando esteve aqui, confirmou essa história, por mais fantástica que seja. Ora, nosso Deus é o Rei do Universo, Criador de todas as coisas. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/o-fermento-dos-fariseus-e-saduceus.html
Quando Jonas disse aos marinheiros quem era o Deus que adorava, deixou bem claro que é o Deus dos céus, criador do mar e da terra. Ele tem domínio sobre todos os animais, assim como sobre a natureza. Vimos Sua intervenção quando mandou um vento forte sobre o mar e caiu uma violenta tempestade. Vimos Sua intervenção quando lançaram Jonas ao mar e a tempestade aquietou-se. E terminamos com Sua intervenção em ordenar que um peixe "passasse" naquele mesmo instante e o engolisse. Inteiro.
O que aconteceu durante os três dias e noites que ficou ali? Acredito que tenha enfrentado a morte. Preste atenção em sua oração. Ele gritou da terra dos mortos. O Senhor ouviu e o resgatou da morte. Quando Sua vida se esvaía, lembrou-se do Senhor.
Jonas lembra que os adoradores de falsos deuses dão às costas para Sua misericórdia. Ele, porém, ofereceria sacrifícios com cânticos de gratidão. Cumpriria seus votos, sabendo que somente do Senhor vem o livramento.
Enquanto isso, o peixe, a mando do Senhor, nadava em direção ao destino de Jonas. Quando chegou à praia próxima, ordenou que o peixe o vomitasse na praia. Não precisou nem nadar. Incrível não? E verdadeiro! Ele é o que abriu o Mar Vermelho, que abriu o Rio Jordão. Que mandou os corvos alimentarem Elias. Que fechou a boca dos leões. Por que não ordenar que um peixe nadasse para onde Ele queria?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-31-17.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-171-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-61-28.html
Quando chegou à praia, o Senhor falou pela segunda vez a Jonas. Mudou de ideia? Não. Deu a mesma ordem. Devia aprontar-se e ir até Nínive anunciar a mensagem que havia lhe entregue.
Que aprontar era esse? Com certeza estava todo amarrotado e sujo. Não havia nenhum shopping por perto onde pudesse tomar um banho e comprar algumas roupas. Acredito que tenha encontrado um lugar para se recompor, mas, mais importante era aprontar-se interiormente. Estar preparado para entregar Sua mensagem. Olhe para as páginas anteriores, que caminhamos ao longo deste ano. Todo profeta precisa ser um intercessor. Jonas não intercedeu pelos ninivitas. Ele não queria essa missão. Não queria entregar essa palavra de julgamento do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-71-911.html
Enfim, dessa vez resolveu, ao menos, obedecer. Nínive era uma cidade grande para os padrões da época. Eram necessários três dias inteiros para percorrê-la. Ele o fez. Assim que entrou na cidade, entregou a mensagem do Senhor. Dentro de quarenta dias Nínive seria destruída. Não havia ali nenhum “sacerdote do Senhor” como Amazias que mandou Amós calar-se. Aquelas pessoas, que não pertenciam ao povo de Israel, creram no Senhor. Desde o mais importante até o mais simples. Eles jejuaram e se vestiram em pano de saco, em sinal de arrependimento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/amos-71-915.html
Até o rei de Nínive, quando ouviu o que Jonas transmitia, desceu do trono. Tirou suas vestes reais. Vestiu-se de saco e sentou-se sobre um monte de cinzas, em um claro sinal de arrependimento. Ele e seus nobres enviaram um decreto pela cidade. Todos deveriam jejuar. Até os animais. E cobrir-se de saco. Todos deviam orar fervorosamente ao Senhor. Orar e deixar seus maus caminhos e toda a violência. Quem sabe o Senhor tivesse misericórdia e voltasse atrás, não destruindo a cidade?
Reparou que esse livro tem muitas descidas?
Jonas desceu a Jope. Desceu ao navio. Desceu ao porão. Fugindo. Até que desceu ao mar.
O capitão do navio onde Jonas estava, desceu ao porão para dar uma “chacoalhada” nele.
O peixe desceu até a praia para vomitar Jonas.
O rei desceu de seu trono. Foi até o chão, em sua humilhação. Demonstrando seu arrependimento.
O povo também desceu. Do mais importante ao mais simples. Reconheceram seus pecados. E humilharam-se diante dEle.
Quando o Senhor viu o que fizeram, como se arrependeram, deixando seus maus caminhos, voltou atrás. Não destruiu a cidade como havia ameaçado. Aleluias!
Lembre-se que o Senhor não tem prazer na morte do ímpio. Seu desejo é que todos se arrependam e O conheçam. Desde que ordenou Sua mensagem a Jonas, esse era o objetivo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-161-1832.html
Ao invés de alegrar-se com Sua misericórdia, Jonas ficou aborrecido. Irado. Não queria a absolvição daquele povo. Não se importava com eles. Levantou sua cabeça aos céus e falou com o Senhor que fora exatamente o que dissera ao Senhor. Jonas conhecia Seu caráter. Sabia que Ele voltaria atrás e não destruiria a cidade, caso se arrependessem. Por isso, não queria ir até lá. Por isso, fugiu.
Ele sabia a quem servia. Um Deus cheio de misericórdia e compaixão. Que demora para se irar. Cheio de amor. Um Deus que está sempre pronto a voltar atrás e não trazer calamidade. Esse é o Deus que servimos. Sempre com Suas mãos estendidas para nos perdoar e nos receber.
A ira de Jonas, no entanto, era tal, que pediu ao Senhor para matá-lo. Preferia morrer do que ver Sua misericórdia por aquele povo.
O Senhor perguntou-lhe se sua ira era justa. Ele não respondeu. Foi a leste de Nínive e construiu um abrigo. Sentou-se à sua sombra enquanto esperava para ver o que aconteceria à cidade. Ainda tinha esperanças de que fosse destruída?
O Senhor, que tem a natureza em Suas mãos, fez crescer ali uma planta. Uma trepadeira. Que, sem demora, espalhou suas folhas grandes sobre a cabeça de Jonas e o protegeu do sol. Ele foi aliviado de seu desconforto. E ficou muito grato pela planta. O Senhor maravilhoso a quem servimos, tem poder para acelerar o crescimento da natureza.
Alguns dias atrás, tive uma experiência fantástica. Estava dando uma volta com minha neta de quatro anos. Fomos até à amoreira ver se já tinha alguma amora. Nenhuma. Ainda faltavam uns quinze dias para começar a aparecer as primeiras frutas. Sabe o que ela me propôs? Que orássemos para pedir ao Senhor que colocasse uma amora ali. Ela ainda não aprendeu que as frutas têm suas estações e colheitas. No dia seguinte, voltamos à amoreira. Meu coração disparou quando vi três amoras. Duas verdes e uma madura, pretinha, deliciosa. O Senhor atendeu nossas orações. Tinha uma amora pronta para ser saboreada! Ele pode acelerar o processo da natureza.
Notou que Jonas ficou irado pelo Senhor ter voltado atrás e aceitado aquelas pessoas, mas ficou grato pela planta que o protegeu do sol? Pois é.
No dia seguinte, o Senhor, ao amanhecer, ordenou que uma lagarta fosse até lá. E comesse o talo da planta. A lagarta alegremente obedeceu. A planta secou. Quando o sol ficou mais quente, o Senhor “caprichou”. Enviou um vento leste quente para soprar sobre Jonas. O sol bateu em sua cabeça. Ele ficou tão fraco que novamente desejou morrer.
O Senhor perguntou-lhe se era justo ficar tão irado por causa da morte daquela planta. Dessa vez, ele respondeu. Afirmou que era. Muito certo. A ponto de desejar morrer.
O Senhor lhe disse que teve compaixão da planta, mesmo não tendo feito absolutamente nada para ela nascer ou crescer. Ela apareceu rapidamente. E murchou. Também rapidamente.
E quanto a Nínive? Era uma cidade de cento e vinte mil pessoas. Que pecavam porque não sabiam discernir o certo do errado e, quando souberam, se arrependeram. Isso, sem falar na quantidade de animais ali existentes. Ele, o Senhor, que as criara, que criara cada um dos animais, não teria compaixão daquela cidade? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A cidade não foi destruída naquela época. A pregação de Jonas teve “validade” de duzentos anos.
Que nos lembremos de Seu maravilhoso amor. Por todos nós, inclusive pelos animais.
Que sejamos obedientes. Que alertemos os que estão caminhando para o inferno. Que intercedamos por eles. E nos alegremos quando se arrependerem.
Que a mensagem do Senhor através de nossas vidas seja tão poderosa quando a de Jonas.
Que não precisemos ser “engolidos” por nenhum “peixe”. Que cumpramos Sua ordem com rapidez, como Abraão, ainda que não seja de nosso agrado. É bem mais fácil.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-221-24.html
Continuamos amanhã. Leremos os três primeiros capítulos de Miqueias.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 27 de setembro de 2019
Jonas 1.1-17
Leitura do dia 25/09.
Na postagem anterior vimos as palavras do Senhor a Obadias, a respeito do julgamento a Edom e a restauração de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Agora, caminharemos pelo primeiro capítulo do livro de Jonas.
Jonas significa “Pomba”. Era de Israel, não Judá.
O livro começa com a ordem dada pelo Senhor. Devia se aprontar e ir a Nínive, capital da Assíria. Lá, anunciaria o julgamento do Senhor. Seria destruída porque Ele viu como seu povo era perverso.
Sempre que o Senhor nos dá uma ordem para ser executada, é necessário primeiro que nos aprontemos, nos preparemos.
Jonas se aprontou. Mas foi na direção contrária à que o Senhor ordenara. Ao invés de ir a Nínive, fugiu dEle. Desceu ao porto de Jope. Encontrou um navio que estava prestes a partir para Társis (provavelmente na atual Espanha).
Seu único objetivo era fugir do Senhor. Não hesitou. Comprou uma passagem. E entrou no navio.
O Senhor, porém, não ia ficar assistindo àquela fuga, sem nada fazer. Ele, o Criador de tudo, enviou sobre o mar um vento forte. Caiu uma tempestade tão violenta que o navio estava prestes a ser despedaçado.
Os marinheiros, homens experientes no mar, ficaram completamente atemorizados. Clamavam, cada um a seu deus, que os socorressem. E lançavam ao mar o que podiam, para que o navio ficasse mais leve e aguentasse aquela violenta tempestade.
Enquanto isso, o que Jonas fazia? Dormia profundamente. Sabe aquele sono de depressão?
O capitão achou aquilo, no mínimo, estranho. Como alguém podia estar dormindo enquanto todos no navio corriam de um lado para o outro? Desceu para falar com ele. Perguntou, impressionado, como Jonas podia dormir numa situação daquela! Se o navio estava prestes a ser despedaçado, dá para imaginar como balançava.
O capitão deu uma ordem a Jonas. Que levantasse e orasse a seu deus! Quem sabe ele prestasse atenção na oração de Jonas e os livrasse. Era a única esperança, já que os outros deuses não haviam “prestado atenção”. Não haviam feito nada.
É terrível quando nós temos a obrigação de ser sal e luz, somos repreendidos pelos que não conhecem o Senhor, como Jonas foi!
Como nada acontecia e a tempestade estava cada vez pior, resolveram tirar sortes para ver quem era o culpado. É interessante acreditarem que havia um culpado. Estavam certos de que alguém ali havia ofendido os deuses e causado aquela terrível tempestade. Quem foi sorteado? Claro que Jonas. Ele foi indicado como o culpado.
Os marinheiros perguntaram a ele o motivo daquela tempestade ter vindo. Também perguntaram quem Jonas era. Qual era sua profissão. De onde vinha. E qual sua nacionalidade. Acreditavam que essas perguntas lhes explicariam o motivo da tempestade. Estavam certos.
Jonas respondeu que era hebreu. E adorava o Senhor, Deus dos céus. O Criador do mar e da terra.
Estava explicado. Quem mais poderia ter poder para enviar um vento forte sobre o mar e uma terrível tempestade?
Quando os marinheiros ouviram a quem Jonas adorava, ficaram apavorados. Jonas contou-lhes que estava fugindo do Senhor. Não entendiam. Perguntaram-lhe porque fizera tal coisa absurda. Aparentemente, ele não respondeu.
O fato de Jonas ter contado a verdade sobre quem ele era e quem era seu Deus, não fez a tempestade diminuir. Pelo contrário, ela piorava cada vez mais.
Como era o culpado, perguntaram o que deviam fazer “com ele” para que a tempestade se acalmasse.
Felizmente Jonas não fez como Adão. Assumiu sua culpa. Ordenou que o jogassem ao mar. A tempestade acabaria. Sabia que era o culpado. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3.html
Os homens resistiram. Sabiam que Jonas morreria. Não queriam aquela culpa sobre eles. Remaram com mais força, tentando levar o navio para a terra. Em vão. A tempestade só piorava.
Sabe o que fizeram? Clamaram, não mais a seus deuses. Clamaram ao Senhor. Pediram que não os deixassem morrer por culpa de Jonas. Nem que os responsabilizassem pela morte dele. Reconheceram que o Senhor, Criador de tudo sabia os motivos para enviar aquela tempestade. Reconheceram Seu poder sobre as forças da natureza. Como não viam outra solução, lançaram Jonas ao mar.
No mesmo instante, não alguns minutos ou horas depois, mas, no mesmo instante, a tempestade acabou. Ficaram completamente espantados com o grande poder do Senhor. Ofereceram-Lhe sacrifício e firmaram o compromisso de servi-Lo. Ah, que maravilha. Aqueles homens, não sabemos de quais nacionalidades, foram alcançados porque Jonas reconheceu sua culpa e apontou para quem adorava.
O Senhor, que tem poder sobre tudo, ordenou que um grande peixe engolisse Jonas. Ele ficou dentro deste peixe por três dias e três noites.
Amanhã veremos o que aconteceu. Leremos os próximos capítulos de Jonas. Até o final.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos as palavras do Senhor a Obadias, a respeito do julgamento a Edom e a restauração de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Agora, caminharemos pelo primeiro capítulo do livro de Jonas.
Jonas significa “Pomba”. Era de Israel, não Judá.
O livro começa com a ordem dada pelo Senhor. Devia se aprontar e ir a Nínive, capital da Assíria. Lá, anunciaria o julgamento do Senhor. Seria destruída porque Ele viu como seu povo era perverso.
Sempre que o Senhor nos dá uma ordem para ser executada, é necessário primeiro que nos aprontemos, nos preparemos.
Jonas se aprontou. Mas foi na direção contrária à que o Senhor ordenara. Ao invés de ir a Nínive, fugiu dEle. Desceu ao porto de Jope. Encontrou um navio que estava prestes a partir para Társis (provavelmente na atual Espanha).
Seu único objetivo era fugir do Senhor. Não hesitou. Comprou uma passagem. E entrou no navio.
O Senhor, porém, não ia ficar assistindo àquela fuga, sem nada fazer. Ele, o Criador de tudo, enviou sobre o mar um vento forte. Caiu uma tempestade tão violenta que o navio estava prestes a ser despedaçado.
Os marinheiros, homens experientes no mar, ficaram completamente atemorizados. Clamavam, cada um a seu deus, que os socorressem. E lançavam ao mar o que podiam, para que o navio ficasse mais leve e aguentasse aquela violenta tempestade.
Enquanto isso, o que Jonas fazia? Dormia profundamente. Sabe aquele sono de depressão?
O capitão achou aquilo, no mínimo, estranho. Como alguém podia estar dormindo enquanto todos no navio corriam de um lado para o outro? Desceu para falar com ele. Perguntou, impressionado, como Jonas podia dormir numa situação daquela! Se o navio estava prestes a ser despedaçado, dá para imaginar como balançava.
O capitão deu uma ordem a Jonas. Que levantasse e orasse a seu deus! Quem sabe ele prestasse atenção na oração de Jonas e os livrasse. Era a única esperança, já que os outros deuses não haviam “prestado atenção”. Não haviam feito nada.
É terrível quando nós temos a obrigação de ser sal e luz, somos repreendidos pelos que não conhecem o Senhor, como Jonas foi!
Como nada acontecia e a tempestade estava cada vez pior, resolveram tirar sortes para ver quem era o culpado. É interessante acreditarem que havia um culpado. Estavam certos de que alguém ali havia ofendido os deuses e causado aquela terrível tempestade. Quem foi sorteado? Claro que Jonas. Ele foi indicado como o culpado.
Os marinheiros perguntaram a ele o motivo daquela tempestade ter vindo. Também perguntaram quem Jonas era. Qual era sua profissão. De onde vinha. E qual sua nacionalidade. Acreditavam que essas perguntas lhes explicariam o motivo da tempestade. Estavam certos.
Jonas respondeu que era hebreu. E adorava o Senhor, Deus dos céus. O Criador do mar e da terra.
Estava explicado. Quem mais poderia ter poder para enviar um vento forte sobre o mar e uma terrível tempestade?
Quando os marinheiros ouviram a quem Jonas adorava, ficaram apavorados. Jonas contou-lhes que estava fugindo do Senhor. Não entendiam. Perguntaram-lhe porque fizera tal coisa absurda. Aparentemente, ele não respondeu.
O fato de Jonas ter contado a verdade sobre quem ele era e quem era seu Deus, não fez a tempestade diminuir. Pelo contrário, ela piorava cada vez mais.
Como era o culpado, perguntaram o que deviam fazer “com ele” para que a tempestade se acalmasse.
Felizmente Jonas não fez como Adão. Assumiu sua culpa. Ordenou que o jogassem ao mar. A tempestade acabaria. Sabia que era o culpado. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3.html
Os homens resistiram. Sabiam que Jonas morreria. Não queriam aquela culpa sobre eles. Remaram com mais força, tentando levar o navio para a terra. Em vão. A tempestade só piorava.
Sabe o que fizeram? Clamaram, não mais a seus deuses. Clamaram ao Senhor. Pediram que não os deixassem morrer por culpa de Jonas. Nem que os responsabilizassem pela morte dele. Reconheceram que o Senhor, Criador de tudo sabia os motivos para enviar aquela tempestade. Reconheceram Seu poder sobre as forças da natureza. Como não viam outra solução, lançaram Jonas ao mar.
No mesmo instante, não alguns minutos ou horas depois, mas, no mesmo instante, a tempestade acabou. Ficaram completamente espantados com o grande poder do Senhor. Ofereceram-Lhe sacrifício e firmaram o compromisso de servi-Lo. Ah, que maravilha. Aqueles homens, não sabemos de quais nacionalidades, foram alcançados porque Jonas reconheceu sua culpa e apontou para quem adorava.
O Senhor, que tem poder sobre tudo, ordenou que um grande peixe engolisse Jonas. Ele ficou dentro deste peixe por três dias e três noites.
Amanhã veremos o que aconteceu. Leremos os próximos capítulos de Jonas. Até o final.
Espero você. Até lá.
sábado, 27 de julho de 2019
Isaías 37.1-38
Leitura do dia 27/07.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.
Ontem vimos as ameaças da Assíria a Ezequias e Jerusalém. Senaqueribe compara o Senhor aos deuses das nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-341-3622.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo trinta e sete. Até o capítulo trinta e nove. Na primeira postagem, apenas o capítulo trinta e sete.
Assim que os oficiais do rei relataram as ameaças de Senaqueribe, Ezequias rasgou suas roupas. Vestiu-se de panos de saco em sinal de humilhação. E entrou no templo do Senhor. Ele sabia onde procurar ajuda. Era verdade, seus homens eram poucos. Era verdade, ele não tinha nenhuma chance. Apenas se o Senhor o socorresse.
Enquanto ficou no templo, orando ao Senhor, Ezequias enviou seus oficiais e os principais sacerdotes até Isaías. Todos vestidos com panos de saco. Ezequias disse que aquele era um dia de angústia, de insulto e humilhação. Como a hora de um parto quando a mãe não tinha mais forças para dar à luz. Ezequias, porém, tinha esperança de que o Senhor tivesse ouvido o desafio feito, e os castigasse. Ele pede que Isaías ore pelos que ainda restavam em Judá.
Isaías transmitiu a resposta do Senhor. Deveriam dizer ao rei que não se assustasse com os insultos lançados contra Ele. O próprio Senhor agiria contra o rei. Este receberia notícias que o fariam voltar à sua terra. Ali o Senhor providenciaria que fosse morto à espada.
Enquanto Isaías orava e seus oficiais consultavam o Senhor através do profeta, Rabsaqué partiu de Jerusalém. Ele foi até Libna, onde Senaqueribe estava. Logo após, como o Senhor havia dito, o rei da Assíria recebeu notícias. Tiraca, rei da Etiópia, havia enviado seu exército para lutar contra ele. Senaqueribe iria partir.
Antes de ir, porém, enviou seus homens a Ezequias. Com mais ameaças. Agora era uma carta. Uma mensagem para o rei. Que não se deixasse enganar pelo Senhor, em quem confiava. Que o Senhor não o enganasse com promessas de que Jerusalém não seria conquistada por ele. Era seria conquistada.
A carta dizia que Ezequias sabia muito bem o que os reis da Assíria fizeram por todos os lugares por onde passaram. Destruíram completamente todos que atravessaram seus caminhos. Quem era Ezequias para acreditar que escaparia? Nenhum deus de nenhuma nação ou cidade os salvara. Todos os reis caíram. Por que ele seria salvo?
Quantas vezes recebemos ameaças assim? Qual nossa reação?
Ezequias recebeu a carta e a leu. Então, foi novamente até o templo. Sabia quem podia lhe responder. Estendeu a carta ao Senhor. E orou. Que o Senhor, o Senhor dos Exércitos, que está entronizado entre os querubins, o Senhor, que é Deus de todos os reinos, que criou os céus e a terra, inclinasse Seus ouvidos e ouvisse. Abrisse Seus olhos e visse. Que ouvisse as palavras com as quais Senaqueribe O desafiava.
Disse que era verdade que os reis da Assíria destruíram todas aquelas nações, lançando no fogo seus deuses. É claro que conseguiram destruí-los. Não eram deuses de verdade. Eram apenas ídolos. De madeira e pedra. Feitos por mãos humanas.
Pediu que o Senhor os salvasse do poder daquele rei, assim todos os reinos da terra saberiam que somente o Senhor é Deus de verdade.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Porque Ezequias orou sobre Senaqueribe, o Senhor proferiu uma sentença. Ele havia desafiado e zombado do Santo de Israel. Por isso, Jerusalém, embora fosse como uma virgem indefesa diante de um rei poderoso, ela balançava sua cabeça diante dele, rindo e desprezando-o.
Senaqueribe estava muito enganado achando que havia conquistado o que conquistou por causa de seu poder. Havia sido o Senhor quem decidira esses acontecimentos. Há muito tempo. E era por causa da decisão do Senhor, e não do poder de Senaqueribe, que aquelas cidades caíram. Agora, por causa da raiva de Senaqueribe contra o Senhor, sua arrogância e fúria, Ele colocaria Sua argola em seu nariz. Colocaria um freio em sua boca. E o faria voltar. Pelo mesmo caminho que veio.
Senaqueribe não invadiria Jerusalém. Nem uma flecha seria disparada contra ela. Não entrariam na cidade. Pela honra do Senhor e por causa de Davi. O Senhor defenderia e libertaria Jerusalém.
Daria-lhes um sinal. Naquele ano comeriam somente o que crescesse, sem que ninguém plantasse nada. No ano seguinte, o que brotasse daquilo. Mas, no terceiro ano, semeariam e colheriam. Cuidariam de suas videiras e comeriam seus frutos.
Naquela noite, o Senhor enviou Seu anjo ao acampamento assírio. Matou cento e oitenta e cinco mil soldados assírios. Isso mesmo! Cento e oitenta e cinco mil. Quando os sobreviventes acordaram na manhã seguinte, havia cadáveres por toda parte. Senaqueribe levantou acampamento. Foi para sua terra (Nínive). E ali ficou.
Um dia, quando adorava seu deus Nisroque, seus filhos Adrameleque e Sarezer entraram no templo e o mataram. À espada. Como o Senhor havia dito. Eles fugiram. Seu outro filho, Esar-Hadom, o sucedeu.
Judá podia ter pouquíssimos soldados. Mas o Senhor dos Exércitos lutava por ela e, quando o Senhor é por nós, somos vencedores.
“Que podemos dizer diante de coisas tão maravilhosas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Se Ele não poupou nem mesmo Seu próprio Filho, mas O entregou por todos nós, acaso não nos dará todas as outras coisas? Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus nos declara justos diante dEle. Quem nos condenará, então? Ninguém, pois Cristo Jesus morreu e ressuscitou e está sentado no lugar de honra, à direita de Deus, intercedendo por nós”. – Romanos 8.31-34
Oh, que Senhor maravilhoso o nosso! Seu amor e zelo por nós é incomparável. As lutas vêm, é verdade. Mas Ele está conosco! http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.
Ontem vimos as ameaças da Assíria a Ezequias e Jerusalém. Senaqueribe compara o Senhor aos deuses das nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-341-3622.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo trinta e sete. Até o capítulo trinta e nove. Na primeira postagem, apenas o capítulo trinta e sete.
Assim que os oficiais do rei relataram as ameaças de Senaqueribe, Ezequias rasgou suas roupas. Vestiu-se de panos de saco em sinal de humilhação. E entrou no templo do Senhor. Ele sabia onde procurar ajuda. Era verdade, seus homens eram poucos. Era verdade, ele não tinha nenhuma chance. Apenas se o Senhor o socorresse.
Enquanto ficou no templo, orando ao Senhor, Ezequias enviou seus oficiais e os principais sacerdotes até Isaías. Todos vestidos com panos de saco. Ezequias disse que aquele era um dia de angústia, de insulto e humilhação. Como a hora de um parto quando a mãe não tinha mais forças para dar à luz. Ezequias, porém, tinha esperança de que o Senhor tivesse ouvido o desafio feito, e os castigasse. Ele pede que Isaías ore pelos que ainda restavam em Judá.
Isaías transmitiu a resposta do Senhor. Deveriam dizer ao rei que não se assustasse com os insultos lançados contra Ele. O próprio Senhor agiria contra o rei. Este receberia notícias que o fariam voltar à sua terra. Ali o Senhor providenciaria que fosse morto à espada.
Enquanto Isaías orava e seus oficiais consultavam o Senhor através do profeta, Rabsaqué partiu de Jerusalém. Ele foi até Libna, onde Senaqueribe estava. Logo após, como o Senhor havia dito, o rei da Assíria recebeu notícias. Tiraca, rei da Etiópia, havia enviado seu exército para lutar contra ele. Senaqueribe iria partir.
Antes de ir, porém, enviou seus homens a Ezequias. Com mais ameaças. Agora era uma carta. Uma mensagem para o rei. Que não se deixasse enganar pelo Senhor, em quem confiava. Que o Senhor não o enganasse com promessas de que Jerusalém não seria conquistada por ele. Era seria conquistada.
A carta dizia que Ezequias sabia muito bem o que os reis da Assíria fizeram por todos os lugares por onde passaram. Destruíram completamente todos que atravessaram seus caminhos. Quem era Ezequias para acreditar que escaparia? Nenhum deus de nenhuma nação ou cidade os salvara. Todos os reis caíram. Por que ele seria salvo?
Quantas vezes recebemos ameaças assim? Qual nossa reação?
Ezequias recebeu a carta e a leu. Então, foi novamente até o templo. Sabia quem podia lhe responder. Estendeu a carta ao Senhor. E orou. Que o Senhor, o Senhor dos Exércitos, que está entronizado entre os querubins, o Senhor, que é Deus de todos os reinos, que criou os céus e a terra, inclinasse Seus ouvidos e ouvisse. Abrisse Seus olhos e visse. Que ouvisse as palavras com as quais Senaqueribe O desafiava.
Disse que era verdade que os reis da Assíria destruíram todas aquelas nações, lançando no fogo seus deuses. É claro que conseguiram destruí-los. Não eram deuses de verdade. Eram apenas ídolos. De madeira e pedra. Feitos por mãos humanas.
Pediu que o Senhor os salvasse do poder daquele rei, assim todos os reinos da terra saberiam que somente o Senhor é Deus de verdade.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Porque Ezequias orou sobre Senaqueribe, o Senhor proferiu uma sentença. Ele havia desafiado e zombado do Santo de Israel. Por isso, Jerusalém, embora fosse como uma virgem indefesa diante de um rei poderoso, ela balançava sua cabeça diante dele, rindo e desprezando-o.
Senaqueribe estava muito enganado achando que havia conquistado o que conquistou por causa de seu poder. Havia sido o Senhor quem decidira esses acontecimentos. Há muito tempo. E era por causa da decisão do Senhor, e não do poder de Senaqueribe, que aquelas cidades caíram. Agora, por causa da raiva de Senaqueribe contra o Senhor, sua arrogância e fúria, Ele colocaria Sua argola em seu nariz. Colocaria um freio em sua boca. E o faria voltar. Pelo mesmo caminho que veio.
Senaqueribe não invadiria Jerusalém. Nem uma flecha seria disparada contra ela. Não entrariam na cidade. Pela honra do Senhor e por causa de Davi. O Senhor defenderia e libertaria Jerusalém.
Daria-lhes um sinal. Naquele ano comeriam somente o que crescesse, sem que ninguém plantasse nada. No ano seguinte, o que brotasse daquilo. Mas, no terceiro ano, semeariam e colheriam. Cuidariam de suas videiras e comeriam seus frutos.
Naquela noite, o Senhor enviou Seu anjo ao acampamento assírio. Matou cento e oitenta e cinco mil soldados assírios. Isso mesmo! Cento e oitenta e cinco mil. Quando os sobreviventes acordaram na manhã seguinte, havia cadáveres por toda parte. Senaqueribe levantou acampamento. Foi para sua terra (Nínive). E ali ficou.
Um dia, quando adorava seu deus Nisroque, seus filhos Adrameleque e Sarezer entraram no templo e o mataram. À espada. Como o Senhor havia dito. Eles fugiram. Seu outro filho, Esar-Hadom, o sucedeu.
Judá podia ter pouquíssimos soldados. Mas o Senhor dos Exércitos lutava por ela e, quando o Senhor é por nós, somos vencedores.
“Que podemos dizer diante de coisas tão maravilhosas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Se Ele não poupou nem mesmo Seu próprio Filho, mas O entregou por todos nós, acaso não nos dará todas as outras coisas? Quem se atreve a acusar os escolhidos de Deus? Ninguém, pois o próprio Deus nos declara justos diante dEle. Quem nos condenará, então? Ninguém, pois Cristo Jesus morreu e ressuscitou e está sentado no lugar de honra, à direita de Deus, intercedendo por nós”. – Romanos 8.31-34
Oh, que Senhor maravilhoso o nosso! Seu amor e zelo por nós é incomparável. As lutas vêm, é verdade. Mas Ele está conosco! http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Afinal, Senaqueribe entrará em Jerusalém?
Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.
Na postagem anterior, vimos que Senaqueribe mandou novas cartas. Dizendo que Jerusalém seria invadida. O Senhor não faria nada por ela. Como nenhum outro deus fez por nenhuma cidade. Será?
Vimos também que Ezequias clamou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/jerusalem-sera-invadida.html
Hoje, caminharemos ainda através do capítulo dezenove. Do versículo vinte ao versículo trinta e sete.
O profeta Isaías mandou dizer a Ezequias que o Senhor ouvira sua súplica a respeito de Senaqueribe, rei da Assíria.
E a palavra do Senhor contra Senaqueribe era que a virgem, a filha de Sião, desprezava e zombava dele, meneando a cabeça.
Consegue imaginar a cena? Embora Senaqueribe fosse o grande rei da Assíria e Jerusalém fosse como uma indefesa virgem, ela meneava sua cabeça para ele.
Ele havia insultado, blasfemado e levantado com arrogância sua voz e olhado com desdém para o Santo de Israel. Não para um deus qualquer. Era o Senhor, o Santo de Israel.
Ele ofendeu o Senhor ao dizer que com a multidão de seus carros de guerra havia conquistado o alto dos montes, no interior do Líbano, derrubado pinheiros e chegado à pousada mais remota e à floresta mais densa.
Ofendeu também quando disse que havia cavado e bebido águas de terras estrangeiras e secado com as plantas de seus pés todos os rios do Egito.
Será que Senaqueribe não tinha ouvido que o Senhor determinara esses acontecimentos há muito tempo e desde antes da antiguidade planejara o que agora Ele fazia acontecer?
Simplesmente aprouve ao Senhor, executá-los através de Senaqueribe, que era apenas um vaso para que a vontade do Senhor se cumprisse naquelas cidades.
Exatamente por isso seus habitantes não tiveram qualquer poder, ficaram aterrorizados e envergonhados. Tornaram-se como a erva do campo, como a relva verde, e como o capim dos telhados, que se queimam antes mesmo de amadurecer.
Mas o Senhor conhecia muito bem o assentar, o sair e o entrar de Senaqueribe, assim como observava o seu furor contra Ele. E, por causa da sua ira maldosa contra o Senhor e porque sua insolência subiu aos Seus ouvidos, o Senhor colocaria Seu anzol em seu nariz e Seu cabresto em sua boca, obrigando-o a voltar pelo caminho por onde viera.
O Senhor disse que daria a Isaías um sinal. Naquele ano comeriam do que crescesse espontaneamente do solo. No ano seguinte o que brotasse. Mas no terceiro ano semeariam e colheriam, plantariam vinhas e comeriam seus frutos.
O que escaparia da casa de Judá lançaria raízes para baixo e daria fruto para cima. De Jerusalém sobreviveria um resto, e do monte Sião, haveria quem fosse salvo. Era o zelo do Senhor dos Exércitos que faria tal acontecer.
O Senhor disse que o rei da Assíria não entraria em Jerusalém. De jeito nenhum. Nem lançaria qualquer flecha contra Seu povo. Também não enfrentaria a cidade com escudo, tampouco construiria rampas de ataque ao redor dela.
Ele retornaria aos seus pelo mesmo caminho por onde viera, mas jamais entraria em Jerusalém. Pelo simples motivo que o Senhor protegeria Jerusalém e a salvaria, por amor dEle mesmo e por amor do Seu servo Davi.
Sabe o que aconteceu?
Naquela mesma noite, o Anjo do Senhor matou cento e oitenta e cinco mil guerreiros que se encontravam no acampamento dos assírios. Vou repetir. Cento e oitenta e cinco mil guerreiros!
Quando o povo se levantou ao raiar do dia seguinte, aqueles guerreiros eram cadáveres.
Senaqueribe fugiu apavorado, retornando a Nínive, onde permaneceu.
Um dia, quando estava no templo de Nisroque, adorando e cultuando seu deus, seus filhos Adrameleque e Sarezer o assassinaram ao fio da espada e fugiram para a terra de Arará. Seu outro filho, Esar-Hadom passou a reinar em seu lugar.
Como o Senhor havia dito que aconteceria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Podemos crer e confiar em Sua palavra. Sempre. Ele é fiel. Mesmo quando não conseguimos ver uma saída, uma solução. Ele é fiel. É o Todo-Poderoso.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Senaqueribe mandou novas cartas. Dizendo que Jerusalém seria invadida. O Senhor não faria nada por ela. Como nenhum outro deus fez por nenhuma cidade. Será?
Vimos também que Ezequias clamou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/jerusalem-sera-invadida.html
Hoje, caminharemos ainda através do capítulo dezenove. Do versículo vinte ao versículo trinta e sete.
O profeta Isaías mandou dizer a Ezequias que o Senhor ouvira sua súplica a respeito de Senaqueribe, rei da Assíria.
E a palavra do Senhor contra Senaqueribe era que a virgem, a filha de Sião, desprezava e zombava dele, meneando a cabeça.
Consegue imaginar a cena? Embora Senaqueribe fosse o grande rei da Assíria e Jerusalém fosse como uma indefesa virgem, ela meneava sua cabeça para ele.
Ele havia insultado, blasfemado e levantado com arrogância sua voz e olhado com desdém para o Santo de Israel. Não para um deus qualquer. Era o Senhor, o Santo de Israel.
Ele ofendeu o Senhor ao dizer que com a multidão de seus carros de guerra havia conquistado o alto dos montes, no interior do Líbano, derrubado pinheiros e chegado à pousada mais remota e à floresta mais densa.
Ofendeu também quando disse que havia cavado e bebido águas de terras estrangeiras e secado com as plantas de seus pés todos os rios do Egito.
Será que Senaqueribe não tinha ouvido que o Senhor determinara esses acontecimentos há muito tempo e desde antes da antiguidade planejara o que agora Ele fazia acontecer?
Simplesmente aprouve ao Senhor, executá-los através de Senaqueribe, que era apenas um vaso para que a vontade do Senhor se cumprisse naquelas cidades.
Exatamente por isso seus habitantes não tiveram qualquer poder, ficaram aterrorizados e envergonhados. Tornaram-se como a erva do campo, como a relva verde, e como o capim dos telhados, que se queimam antes mesmo de amadurecer.
Mas o Senhor conhecia muito bem o assentar, o sair e o entrar de Senaqueribe, assim como observava o seu furor contra Ele. E, por causa da sua ira maldosa contra o Senhor e porque sua insolência subiu aos Seus ouvidos, o Senhor colocaria Seu anzol em seu nariz e Seu cabresto em sua boca, obrigando-o a voltar pelo caminho por onde viera.
O Senhor disse que daria a Isaías um sinal. Naquele ano comeriam do que crescesse espontaneamente do solo. No ano seguinte o que brotasse. Mas no terceiro ano semeariam e colheriam, plantariam vinhas e comeriam seus frutos.
O que escaparia da casa de Judá lançaria raízes para baixo e daria fruto para cima. De Jerusalém sobreviveria um resto, e do monte Sião, haveria quem fosse salvo. Era o zelo do Senhor dos Exércitos que faria tal acontecer.
O Senhor disse que o rei da Assíria não entraria em Jerusalém. De jeito nenhum. Nem lançaria qualquer flecha contra Seu povo. Também não enfrentaria a cidade com escudo, tampouco construiria rampas de ataque ao redor dela.
Ele retornaria aos seus pelo mesmo caminho por onde viera, mas jamais entraria em Jerusalém. Pelo simples motivo que o Senhor protegeria Jerusalém e a salvaria, por amor dEle mesmo e por amor do Seu servo Davi.
Sabe o que aconteceu?
Naquela mesma noite, o Anjo do Senhor matou cento e oitenta e cinco mil guerreiros que se encontravam no acampamento dos assírios. Vou repetir. Cento e oitenta e cinco mil guerreiros!
Quando o povo se levantou ao raiar do dia seguinte, aqueles guerreiros eram cadáveres.
Senaqueribe fugiu apavorado, retornando a Nínive, onde permaneceu.
Um dia, quando estava no templo de Nisroque, adorando e cultuando seu deus, seus filhos Adrameleque e Sarezer o assassinaram ao fio da espada e fugiram para a terra de Arará. Seu outro filho, Esar-Hadom passou a reinar em seu lugar.
Como o Senhor havia dito que aconteceria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Podemos crer e confiar em Sua palavra. Sempre. Ele é fiel. Mesmo quando não conseguimos ver uma saída, uma solução. Ele é fiel. É o Todo-Poderoso.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 16 de março de 2016
O Deus de todas as Nações
Amo o fato de Deus estender a mão para todos os povos. Não consigo
entender alguém não enxergar essa verdade. Vamos ver alguns exemplos?
E o que dizer do povo de Nínive? Capital da Assíria. Distava uns 800 km da cidade natal de Jonas. O Senhor ordena que ele se disponha, vá até lá e pregue contra aquela cidade. Sem carro. Sem aviso. Sem teletransporte. E o que ele faz? Simplesmente foge para Tarsis porque sabe que Yahweh é misericordioso. Se ele pregasse, o povo iria se arrepender e o Senhor ouviria dos céus e sararia aquela terra também. E foi o que aconteceu.
É lindo que toda vez que o Senhor exorta é para que haja arrependimento, não condenação. Como, o Senhor de toda a terra vai contemplar uma cidade inteira, mais de 120 mil pessoas, e ficar alheio a isso? Nunca! Ele deseja que todos os povos O conheçam.
Meu versículo preferido é Isaías 64.4. E meu capítulo preferido de toda a Palavra é Apocalipse 5. Simplesmente não consigo ler sem chorar igual a uma louca, acredite. Amo livros e existir um livro que ninguém podia abrir ou ao menos olhar para ele é devastador. E choro junto com João. Choro mais que ele, com certeza. Então, quando o ancião fala para João não chorar porque o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu e é digno de abrir o livro, morro de tanto chorar. E me apaixono de novo. E de novo. Fico ao lado de João observando a cena mais magnífica de todos os tempos. No meio do trono, em pé, um Cordeiro que parecia estar morto, toma o livro em Suas mãos! Ele é digno. Venceu para abrir o livro e romper os seus selos. Morreu por mim, por você, por todos, sem exceção.
Melquisedeque era sacerdote do Deus Altíssimo. Não era descendente de
Abraão.
Raabe, uma prostituta e gentia, fez parte da genealogia de Jesus.
Rute, uma moabita, foi bisavó de Davi. Uma das histórias mais lindas da Bíblia.
Naamã, comandante do exército siro, curado de lepra, passou a servir ao Senhor.
A viúva de Sarepta era uma estrangeira. E tantos outros.
Raabe, uma prostituta e gentia, fez parte da genealogia de Jesus.
Rute, uma moabita, foi bisavó de Davi. Uma das histórias mais lindas da Bíblia.
Naamã, comandante do exército siro, curado de lepra, passou a servir ao Senhor.
A viúva de Sarepta era uma estrangeira. E tantos outros.
E o que dizer do povo de Nínive? Capital da Assíria. Distava uns 800 km da cidade natal de Jonas. O Senhor ordena que ele se disponha, vá até lá e pregue contra aquela cidade. Sem carro. Sem aviso. Sem teletransporte. E o que ele faz? Simplesmente foge para Tarsis porque sabe que Yahweh é misericordioso. Se ele pregasse, o povo iria se arrepender e o Senhor ouviria dos céus e sararia aquela terra também. E foi o que aconteceu.
É lindo que toda vez que o Senhor exorta é para que haja arrependimento, não condenação. Como, o Senhor de toda a terra vai contemplar uma cidade inteira, mais de 120 mil pessoas, e ficar alheio a isso? Nunca! Ele deseja que todos os povos O conheçam.
Meu versículo preferido é Isaías 64.4. E meu capítulo preferido de toda a Palavra é Apocalipse 5. Simplesmente não consigo ler sem chorar igual a uma louca, acredite. Amo livros e existir um livro que ninguém podia abrir ou ao menos olhar para ele é devastador. E choro junto com João. Choro mais que ele, com certeza. Então, quando o ancião fala para João não chorar porque o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu e é digno de abrir o livro, morro de tanto chorar. E me apaixono de novo. E de novo. Fico ao lado de João observando a cena mais magnífica de todos os tempos. No meio do trono, em pé, um Cordeiro que parecia estar morto, toma o livro em Suas mãos! Ele é digno. Venceu para abrir o livro e romper os seus selos. Morreu por mim, por você, por todos, sem exceção.
Como não cantar diante de uma cena dessas? Não posso, porque não consigo
parar de chorar. Leva um bom tempo para me recompor. Mas aqueles seres cantam a
música mais linda de todas as épocas: "Tu és digno de tomar o livro e de
abrir seus selos, porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus
homens de toda tribo, língua, povo e nação".
Como custamos caro! Como somos valiosos! Como Ele nos ama!
Então olho e contemplo pessoas de todas as cores e tamanhos. Fico maravilhada
porque aprecio muito essa "mistura". Tanta gente tão diferente e
linda! Brancos, negros, amarelos, vermelhos, pardos. De todas as culturas. Cujo
número é de milhões e milhões. E só posso desejar uma coisa, com toda a minha
alma: contribuir para que o Trono do Cordeiro esteja repleto de pessoas. De
todas as tribos, povos e nações. Para que Ele se alegre com o fruto do Seu
penoso trabalho.
Como não dar minha vida a Ele, para Ele, por Ele? Como não contribuir
para Sua alegria? Ele deu Sua vida por mim. Entregou-me Seu coração. Como me
calar diante de tão grande amor?
Esse é o Deus que servimos. Esse é o Deus que amamos. O Deus que estende
Seus braços a toda a humanidade. Que chama a todos para a salvação. Sem
exceção.
Deus lindo.
"Grandes e admiráveis são as tuas obras, ó Senhor Deus Todo-Poderoso; justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das Nações. Senhor, quem não temerá e não glorificará o teu Nome?" - Ap 15.3b-4a
Deus lindo.
"Grandes e admiráveis são as tuas obras, ó Senhor Deus Todo-Poderoso; justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das Nações. Senhor, quem não temerá e não glorificará o teu Nome?" - Ap 15.3b-4a
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