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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Construir dá trabalho

Continuamos nossa caminhada através de 1 Reis.

Ontem vimos tudo que Salomão organizou para começar a construção do templo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/organizacao-e-planejamento-antes-da-acao.html

Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo seis.

No ano quatrocentos e oitenta depois que os filhos de Israel foram tirados da terra do Egito, durante o quarto ano do reinado de Salomão em Israel, no segundo mês do ano, ele começou a construir o Templo do Senhor.

O Templo que Salomão edificou e consagrou ao Senhor tinha vinte e sete metros de comprimento, nove de largura e treze e meio de altura. Consegue imaginar a magnitude?

O pórtico, a sala de entrada, do santuário tinha a largura do Templo, que era de nove metros, e
avançava quatro metros e meio à frente do Templo.

Salomão mandou fazer janelas de treliças fixas. Edificou andares em torno do Templo, encostados na parede, tanto do pátio como do santuário interior, construindo assim salas laterais ao redor.

O andar térreo tinha dois metros e setenta centímetros e o terceiro andar tinha três metros e quinze centímetros.

Ele orientou que se produzissem saliências de apoio nas paredes externas do Templo. Por isso, não foi preciso perfurar as paredes. Tudo muito bem planejado e organizado.

Na edificação, só foram usados blocos cortados e preparados nas pedreiras. Assim, durante os trabalhos de construção, não se ouvia nenhum barulho de martelos, machados ou qualquer outra ferramenta. Era tudo construído silenciosamente. Como Ele faz conosco. Ninguém via os blocos sendo cortados e preparados. Eles vinham para o templo depois de prontos. Aí, eram encaixados.

A porta para as salas laterais do meio estava no lado direito do Templo. Havia escadas espirais para subir ao segundo andar e deste ao terceiro.

Salomão construiu e terminou o Templo, ordenando que o cobrissem com vigas e tábuas do melhor cedro. Todo material utilizado, foi do melhor.

Também edificou e concluiu as salas ao redor de todo o Templo. Cada sala tinha dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Estavam ligadas ao Templo por resistentes vigas de cedro.

A Palavra do Senhor veio a Salomão, dizendo que, quanto a esta Casa que estava edificando, se procedesse de acordo com os estatutos do Senhor, se obedecesse Suas orientações e seguisse fielmente Seus mandamentos, o Senhor confirmaria por seu intermédio a promessa que havia feito a Davi. Ele habitaria no meio dos israelitas e jamais desampararia Seu povo de Israel.

Salomão mandou forrar todas as paredes do Templo por dentro com tábuas de cedro, cobrindo-as desde o chão até o teto, e fez o assoalho com tábuas de pinho.

Separou nove metros na parte de trás do Templo, erguendo uma divisória feita com tábuas de cedro, do chão ao teto, a fim de edificar dentro do Templo o Santo dos Santos, o Lugar Santíssimo.

O átrio principal, localizado em frente do Santo dos Santos, media dezoito metros de comprimento.

O interior do Templo era todo forrado de cedro decorado com finos entalhes de figuras de frutos e flores abertas. Toda a parte de dentro da sala era revestida de tábuas de cedro da melhor qualidade. Não se observava nenhuma pedra aparente.

Preparou também o santuário interno no Templo para colocar a Arca da Aliança. O santuário interno media nove metros de comprimento, nove de largura e nove de altura.

Salomão ordenou que toda a parte de dentro fosse revestida de ouro puro. Também mandou revestir de ouro o altar de cedro. E cobriu de ouro puro todo o interior do Templo. Estendeu correntes de ouro em frente do santuário interno.

Desde modo, acabou por revestir de ouro puro todo o interior do Templo e também o altar que fazia parte do santuário interno.

No santuário interno, Salomão mandou esculpir em madeira fina de oliveira as figuras de dois querubins. Cada um com quatro metros e meio de altura. As asas abertas da escultura destes seres celestiais mediam dois metros e vinte e cinco centímetros. Quatro metros e meio de uma extremidade à outra. Os dois querubins tinham exatamente a mesma medida e a mesma forma. A altura de cada estátua era de quatro metros e meio.

Salomão colocou os querubins, com as asas abertas, no santuário interno do Templo. A asa de um querubim tocava levemente uma parede e a asa do outro encostava na outra. As demais asas encostavam uma na outra no meio do santuário. Ele também mandou revestir completamente os querubins de ouro puro.

Em todas as paredes do Templo, ao redor, tanto no interior como no exterior, mandou esculpir figuras de querubins, palmas de tamareiras e flores abertas.

Cobriu de ouro puro todo o pavimento do Templo, tanto na parte interna como na externa.

Salomão mandou produzir uma porta dupla para a entrada do Lugar Santíssimo. Em madeira de oliveira selvagem. A verga e os umbrais tinham cinco lados. Nas duas portas de madeira de oliveira entalhou figuras de querubins, tamareiras e flores abertas. Também revestiu os querubins e as tamareiras de ouro puro batido.

Da mesma forma, para a porta da entrada do Templo, mandou fazer vigas de madeira de oliveira selvagem. Seu enquadramento tinha pilares de quatro lados.

Ordenou que se produzisse também duas portas de pinho, cada uma com duas folhas que se articulavam por meio de dobradiças. Entalhou imagens de querubins, de palmas de tamareiras e de flores abertas nas portas e as cobriu de ouro puro batido.

Mandou construir o muro do pátio interior com três camadas de pedra lavrada de alta qualidade e uma de vigas de cedro puro.

No quarto ano, no segundo mês do ano, foram lançados os alicerces para a construção do Templo. 
No décimo primeiro ano, no oitavo mês, a edificação foi concluída em todos os seus detalhes, de acordo com seu projeto. Salomão dedicou sete anos do seu reinado para construí-lo.

Não se constrói um templo ao Senhor da noite para o dia. Como temos visto, é necessário um projeto. Tempo. Lugar. Material. Pessoas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planeje-antes-de-construir.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

Cada detalhe precisa ser executado conforme o modelo. Com o melhor material. Como em nossas vidas.

Dá trabalho, ah, como dá. Mas é totalmente necessário.

Amanhã continuamos. Espero você.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Tudo feito conforme o planejado


Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.

Ontem vimos que precisamos planejar antes de realizar qualquer projeto.

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos 3 e 4.

A construção do Templo do Senhor foi iniciada. Em Jerusalém. No alto do monte Moriá. No lugar onde o Senhor aparecera a Davi. Na eira, o terreno de malhar trigo de Araúna.

Salomão iniciou a edificação do templo no segundo dia do segundo mês do quarto ano de seu reinado.

Os alicerces do templo tinham vinte e sete metros de comprimento e nove de largura.

O pórtico da entrada media nove metros de largura e nove de altura.

O interior era todo revestido de ouro puro. O átrio principal forrado de pinho e revestido de ouro puro. Era todo decorado com obras de artes e ilustrações de tamareiras e correntes. O templo todo foi decorado com pedras preciosas.

O ouro utilizado nas obras de artes vinha da cidade de Parvaim.

As vigas e as batentes do templo eram esculpidas com figuras de querubins.

A sala interna, o Santo dos Santos, media nove metros de comprimento e nove de largura. As mesmas medidas da largura do templo. Foram usadas mais de vinte toneladas de ouro puro para revestir as paredes do Lugar Santíssimo.

Os pregos, com aplicações de ouro puro, pesavam seiscentos gramas cada. Todos os cenáculos também eram revestidos de ouro puro.

Salomão também mandou que fossem esculpidos dois querubins em madeira. Eles ficavam no Santo dos Santos. Com as asas abertas, mediam juntos nove metros. Eram revestidos de ouro puro.

Também mandou fazer o Véu Sagrado. Era uma cortina pesada, feita em tecido azul, púrpura roxo, vermelho escarlate e linho fino. Toda bordada com querubins.

Na frente do templo foram erguidas duas colunas. Juntas tinham aproximadamente dezesseis metros. Cada uma tinha em cima um capitel com dois metros e vinte e cinco centímetros. Também fez guirlandas e correntes, para o santuário interior. Mandou que fossem fixadas no alto das colunas. E que fossem esculpidas cem grandes romãs para enfeitar as guirlandas.

Essas colunas ficavam uma ao norte, outra ao sul. O nome da coluna que ficava ao norte era Boaz, que significa “nEle há o poder’. A que ficava ao sul era Iahin, que significa “Ele firma”. 

Salomão também mandou construir um altar de bronze de nove metros de comprimento, nove de largura e quatro e meio de altura.

Fez o Mar de Fundição. Era uma piscina de metal fundido, redonda, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Usaram um fio de treze metros e meio para medir sua circunferência. Uma "trena" realmente enorme!

Ao redor da borda de fora desse tanque de metal, havia duas carreiras de figuras de touros de bronze, que tinham sido fundidas todas em uma só peça junto com o tanque.

O Mar de Fundição se apoiava sobre as costas das doze obras de arte em forma de touros de bronze que olhavam para fora. Três voltados para o Norte, três para o Oeste, três para o Sul e três para o Leste.

A espessura do Mar de Fundição era de quatro dedos, e sua borda era como a borda de um cálice, como uma flor de lírio. Sua capacidade era de sessenta mil litros. Era para os sacerdotes se lavarem. O tanque foi colocado no lado Sul, à direita, no canto sudeste do templo.

Foram feitas dez pias. Cinco à direita e cinco à esquerda. As pias eram para lavar tudo que pertencia ao sacrifício.

Foram feitos dez candelabros de ouro, colocados no templo. Cinco à direita e cinco à esquerda. Também construiu dez mesas e cem bacias de ouro para aspersão.

O pátio dos sacerdotes e o pátio grande foram edificados. Suas portas foram revestidas de bronze.

Finalmente Hurão-Abi fabricou os jarros, as pás e as bacias para aspersão.

Assim, completou toda a obra que fora colocada em suas mãos pelo rei Salomão.

Fez as duas colunas, os dois capitéis em forma de taça no alto das colunas, os dois conjuntos de correntes que adornavam os dois capitéis, as quatrocentas romãs para os dois conjuntos de correntes (duas fileiras de romãs para cada conjunto), os dez carrinhos e as dez pias, o Mar (como era chamado o tanque-piscina), as doze esculturas de touros que o sustentavam, os jarros, as pás, os garfos de carne e todos os utensílios. Era tudo de bronze polido.

Foram feitos, por ordem do rei, na planície do Jordão, entre Sucote e Zeredá, em moldes de barro. Salomão orientou que fossem fabricados em grande quantidade. Não se podia calcular o total do peso de todo o bronze que foi usado.

Salomão fez todos os objetos para a Casa de Deus, o altar de ouro, as mesas para os pães consagrados, os candelabros de ouro puro com suas lâmpadas, para queimarem diante da entrada do Santo dos Santos, conforme tudo quando fora projetado.

As flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro puríssimo. Os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as colheres e os incensários de ouro puro.

Por que listamos tudo isso?

Precisamos observar que tudo, exatamente tudo, foi feito conforme o que fora projetado e planejado. Nada saiu fora do “escopo”. Mesmo os menores detalhes foram cumpridos conforme o projetado.

Que possamos aprender com Salomão. Planejar antes e executar tudo conforme o projetado.

Que possamos aprender com Hurão-Abi. Ele completou toda a obra que Salomão colocou em suas mãos. Nada ficou para entregar depois. Nada foi suprimido do projeto. 

Que sejamos homens e mulheres que saibam gastar tempo planejando. E que completem seus projetos.

Que sejamos homens e mulheres que completem aquilo que nos foi entregue. Dentro do prazo. De acordo com o projetado.

Que sejamos como Paulo. "Combati o bom combate, completei a corrida, perseverei na fé!" - 2 Timóteo 4.7

Amanhã continuamos. Espero você.