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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Levítico 4.1-7.38

Leitura do dia 29/01.

Na postagem anterior vimos que toda oferta e holocausto oferecido ao Senhor não podia ter defeito. Precisava ser da melhor farinha.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-11-317.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos quatro a sete de Levítico.

Lembremo-nos que, diferente dos dois primeiros livros da Bíblia, esse livro é voltado para regras, leis e o serviço dos levitas.

O Senhor continua Suas instruções específicas a Moisés.

Todos que pecassem, sem intenção, quebrando algum mandamento do Senhor deveriam levar uma oferta pelo pecado. Fosse alguém do povo, um líder, toda a comunidade ou até mesmo o sacerdote ungido.

Essa oferta era apresentada à entrada da tenda do encontro. E todos que estivessem por ali, testemunhariam que algum pecado havia sido cometido.

O sacerdote ou o líder do povo não apresentavam a oferta pelo pecado em um lugar diferente, reservado, para que ninguém visse. Era tratado da mesma maneira que qualquer outro que pecasse.

Mesmo quando não sabia que estava em pecado, era culpado. Assim que percebesse, deveria confessar e entregar a oferta pelo pecado, seguindo todo o ritual prescrito.

O sacerdote faria a expiação pelo pecador, que seria perdoado.

O Senhor disse também que se alguém fosse chamado para testemunhar algo que tivesse visto ou fosse de seu conhecimento e se recusasse a fazê-lo, estava em pecado. Como é importante uma testemunha!

Se alguém tocasse em algo cerimonialmente impuro ou impuro, mesmo sem saber, estava em pecado. Assim que percebesse, deveria confessar e levar uma oferta pelo pecado.

Todos tinham condições de ofertar.

Normalmente a oferta era uma ovelha. Se a pessoa não tivesse condições financeiras para ofertar uma ovelha, podia ofertar duas rolinhas ou dois pombinhos. Ninguém era extorquido. Nem precisava ficar em pecado. Se nem as rolinhas ou os dois pombinhos fosse possível, ela apresentaria uma oferta de dois litros de farinha. Da melhor farinha.

Nunca se ofertava restos, refugos. Sempre era o melhor.

Se alguém cometesse um delito religioso, violando, mesmo sem intenção, algum mandamento sobre as coisas consagradas ao Senhor, além da oferta pela culpa, pagaria uma indenização, que seria o acréscimo de um quinto do valor, calculado em prata, de acordo com a moeda do santuário.

O Senhor disse a Moisés que se alguém pecasse enganando seu próximo, estava cometendo também, um delito contra Ele. Não era apenas contra a pessoa, era contra Ele.

Se alguém fosse desonesto, roubasse, extorquisse, mentisse ou coisa semelhante, devolveria à pessoa prejudicada, acrescentando um quinto do valor. E no mesmo dia, apresentaria uma oferta ao Senhor, pela culpa.

O Senhor ordenou que Arão e seus filhos deixassem os holocaustos sobre o altar até à manhã seguinte, quando seriam retirados. Mas o fogo do altar jamais deveria se apagar. Sempre haveria um holocausto queimando diante do Senhor.

Os filhos de Arão apresentariam uma oferta especial de cereal ao Senhor. Um punhado de farinha, da melhor farinha, umedecida com azeite, junto com incenso e queimada no altar como aroma suave ao Senhor. O restante seria comido por eles. Num lugar santo. Sem acréscimo de fermento.

Quando o sacerdote fosse ungido, também apresentaria uma oferta especial. Dois litros de farinha, da melhor qualidade. Metade pela manhã e a outra metade à tarde.

O sacerdote que apresentasse a oferta pelo pecado, comeria sua porção num lugar sagrado. Dentro do pátio da tenda do encontro.

Se alguém ou um objeto tocasse na carne do sacrifício, se tornaria santo. Santo significa separado. Se fosse uma panela de barro, deveria ser quebrada. Se de bronze, bem esfregada e bem enxaguada. Se fosse uma roupa, seria lavada num lugar sagrado.

No caso do holocausto, o sacerdote poderia ficar com o couro do animal sacrificado, além da oferta de cereal, que pertencia ao sacerdote.

Havia diversos tipos diferentes de ofertas de paz que poderiam ser apresentadas ao Senhor. Todas com rituais e cuidados específicos.

Mais uma vez o Senhor ordena que não comam nem a gordura, nem o sangue dos animais.

O peito da oferta especial e a coxa direita da oferta sagrada pertenciam a Arão e seus descendentes.

Aqui termina nossa leitura de hoje.

Que aprendamos Suas ordenanças. Se pecarmos, que confessemos e abandonemos o pecado. Que ofereçamos nossas vidas ao Senhor, como oferta diária e contínua. Que o fogo do nosso altar a Ele nunca apague.

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

Levítico 1.1-3.17

Leitura do dia 28/01.

Nas postagens anteriores, vimos a construção do tabernáculo e a confecção das roupas dos sacerdotes, todas feitas exatamente como o Senhor ordenou. Tudo com muito cuidado, capricho, qualidade e habilidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-381-4038.html

Depois de tudo pronto e consagrado, a nuvem do Senhor e Sua glória tomaram conta do lugar. E assim, terminamos de ler o livro de Êxodo.

Agora, iniciamos um novo livro, Levítico. Trata de diversas leis e dos serviços prestados pelos levitas. Com detalhes importantes, que não podemos deixar escapar.

A leitura de hoje percorre os três primeiros capítulos do livro.

O Senhor, da tenda do encontro, chamou Moisés e ordenou-lhe a respeito dos procedimentos para oferecer holocaustos e ofertas.

Não precisamos nos ater a cada detalhe, mas é importante observar alguns.

Tudo que era oferecido ao Senhor deveria ser sem defeito. Apresentado ao Senhor na entrada da tenda do encontro.

No caso do holocausto, o sacerdote colocava a mão na cabeça do animal para ser aceito no lugar da pessoa, como expiação. Deveria ser morto na presença do Senhor. O sangue derramado em todos os lados do altar. Tudo queimado no altar. Uma oferta especial. Aroma agradável ao Senhor.

Se fosse oferta de cereais, deveria ser da farinha de melhor qualidade. Uma parte era queimada. A outra pertencia ao sacerdote, que deveria considerá-la santa.

Além de ser da melhor farinha, seria sem fermento. Mel também não podia ser usado. E todas as ofertas teriam sal. O sal representava a aliança com o Senhor.

Quanto às ofertas de paz, também teriam que ser com animal, macho ou fêmea, sem defeito. A gordura era completamente queimada. Pertencia ao Senhor.

O Senhor também ordenou que não comessem nem sangue, nem gordura. Uma lei permanente.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Que tudo que ofereçamos ao Senhor seja sem defeito, sem mancha. Que seja íntegro. Da melhor qualidade. Sem fermento. Real e verdadeiro.

Que nossas ofertas sejam sempre acompanhadas da lembrança de Sua redenção por nós. Que tenham sal. É Sua redenção que nos torna possível estar em Sua presença. Não nossa oferta, por melhor que seja.

E, quando falo em oferta, não estou falando em dinheiro. Estou falando em vida. Muitos preferem oferecer dinheiro e bens, ao invés de oferecer seu tempo, sua vida. É mais fácil.

Que nossas vidas estejam sendo, a cada dia, oferecidas ao Senhor, como oferta de cheiro suave e agradável a Ele.

Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.