Mostrando postagens com marcador Holocaustos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Holocaustos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Esdras 8.1-36

Leitura do dia 05/05.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Esdras.

Ontem vimos a retomada da reconstrução do templo. A carta do governador ao rei Dario. A ordem de Dario para a reconstrução. A dedicação do templo. A comemoração da Páscoa.

Vimos Esdras, depois de muitos anos, no reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, aparecer na história. Ele tem uma carta de Artaxerxes para que os tesoureiros o ajudem em tudo. E louva o Senhor por tê-lo honrado. Sua sabedoria era do céu, não da terra. Um homem que decidiu aprender, obedecer e ensinar a Lei do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-613-728.html

Hoje, leremos os últimos capítulos de Esdras. Do capítulo oito ao capítulo dez.

Na primeira postagem, o capítulo oito.

Inicia citando os que vieram com ele do exílio. Quando reuniu todos no canal de Aava, na capital da Babilônia. Ali, ficou durante três dias. Revisou a lista de todos que haviam chegado. Descobriu que não havia nenhum levita. Nenhum se oferecera para voltar a Jerusalém. Que triste!

Será que a vida em Babilônia estava tão bem acomodada que esqueceram seu chamado, sua herança?

Esdras não ficou lamentando. Tomou uma atitude. Enviou os líderes do povo que estavam com ele e também dois homens com discernimento, Joiaribe e Elnatã a Ido, chefe dos levitas. Os levitas viviam em Casifia. Pediu que Ido enviasse servidores e ministros que retornassem com ele a Jerusalém.

Esdras sabia que a mão do Senhor estava sobre eles. Essa jornada era a vontade do Senhor. Por isso, Ido enviou Serebias, um homem inteligente, junto com dezoito de seus filhos e parentes. Também, Hasabias e Jesaías, com vinte de seus filhos e parentes. E duzentos servidores do templo.

Quando estavam reunidos em Aava, Esdras convocou todos a um jejum e humilhação. Oraram para que o Senhor fosse com eles. Que tivessem uma boa viagem. Guardados de todos os seus inimigos, acidentes e bandidos.

Esdras teve vergonha de pedir ao rei uma guarda. Ele havia dito que a boa mão do Senhor era com todos os que O servem. Como então pedir soldados para guardarem-nos? Não teve coragem. Por isso, pediram ao Senhor que os guardassem por todo o caminho de Babilônia a Jerusalém. O Senhor os ouviu.

Como vimos ontem, levavam muitos tesouros para Jerusalém, ofertados pelo rei, seus conselheiros e o povo. Esdras pesou e contou tudo. Entregou nas mãos dos sacerdotes, lembrando-lhes que, assim como aqueles tesouros foram consagrados ao Senhor, a vida deles também. Ordenou que os guardassem com muito cuidado, até que fossem entregues em Jerusalém. Eles aceitaram a missão.

Quando chegaram, após uma boa viagem, porque a boa mão do Senhor estava sobre eles, descansaram três dias. No quarto dia, levaram os tesouros, pesando-os novamente. Entregaram no templo do Senhor. Os exilados ofereceram holocaustos ao Senhor. Como não oferecer? Estavam de volta às suas terras,

Os decretos do rei foram entregues aos oficiais e governadores, que passaram a apoiar o povo e o templo do Senhor.

Que aprendamos, como Esdras, a agir quando necessário. A orar sempre. A reconhecer o favor do Senhor sobre nós. E sermos fieis. O tempo todo.

Que a "estabilidade da Babilônia" não nos faça esquecer que o Senhor é nossa herança.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 29 de março de 2019

2 Samuel 24.1-25

Leitura do dia 28/03.

Na postagem anterior, vimos os trinta e sete guerreiros valentes de Davi. Conhecidos como os “Três” e os “Trinta”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-238-39.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-seus-valentes.html

Agora, continuamos através do capítulo vinte e quatro de Samuel. Onde o livro termina.

Davi resolve fazer o censo. Queria saber o tamanho de seu exército. Sua força bélica.

Joabe tenta dissuadí-lo da ideia. Sabe que precisam confiar no Senhor e não no tamanho do exército do Rei. Não teve jeito. Davi quer e pronto. Ele e os comandantes do exército saíram pelas terras de Israel para contar o povo.

Depois de nove meses e vinte dias, voltam a Jerusalém. Joabe informa ao rei que, em Israel, há oitocentos mil homens aptos para à guerra. Em Judá, quinhentos mil.

Depois que Joabe informa a Davi, sua consciência pesa. Confessa ao Senhor que pecara. Foi insensato.

O Senhor enviou Gade, vidente de Davi, com uma mensagem. Podia escolher, sem demora, três castigos que o Senhor lhe aplicaria. Que pensasse bem e decidisse. Gade devia voltar com a resposta para o Senhor.

As opções eram: Três anos de fome na terra ou três meses fugindo de seus inimigos ou três dias de uma intensa praga.

Davi respondeu ao profeta que não tinha para onde correr. Estava “num mato sem cachorro”. Mas era melhor cair nas mãos do Senhor que nas mãos dos homens. O Senhor é misericordioso. Escolheu a praga.

O Senhor enviou uma praga que durou o tempo por Ele determinado. Setenta mil pessoas morreram em Israel, de norte a sul.

Quando o anjo estava pronto para destruir Jerusalém, o Senhor teve compaixão. Ordenou que parasse.

Davi viu o anjo. Estava próximo a eira de Araúna, o jebuseu. Quando Davi o viu pediu que o Senhor pesasse Sua mão apenas sobre ele e sua família. O povo era inocente.

Gade foi a Davi. Disse-lhe para construir um altar ao Senhor, no lugar que vira o anjo.

Davi foi. Araúna ofereceu tudo a ele. O campo. Os bois para o holocausto. As tábuas de trilhar e as cangas dos bois para a lenha. Daria tudo ao rei.

Davi não concordou. Pagou por tudo. Cinquenta peças de prata. Disse que não ofereceria ao Senhor holocaustos que não lhe custassem.

Ele construiu um altar e ofereceu holocaustos e ofertas de paz ao Senhor. O Senhor respondeu sua oração. A praga parou.

Que aprendamos com Davi a não oferecer ao Senhor o que não nos custa nada. Que só Lhe ofereçamos o melhor.

Continuamos amanhã, mas antes gostaria de convidá-lo a ler o texto "Assuma sua culpa!"
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/assuma-sua-culpa.html

Amanhã leremos do capítulo um ao capítulo três de 1 Reis. Um novo livro. Uma nova caminhada. Um novo aprendizado.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Levítico 1.1-3.17

Leitura do dia 28/01.

Nas postagens anteriores, vimos a construção do tabernáculo e a confecção das roupas dos sacerdotes, todas feitas exatamente como o Senhor ordenou. Tudo com muito cuidado, capricho, qualidade e habilidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-381-4038.html

Depois de tudo pronto e consagrado, a nuvem do Senhor e Sua glória tomaram conta do lugar. E assim, terminamos de ler o livro de Êxodo.

Agora, iniciamos um novo livro, Levítico. Trata de diversas leis e dos serviços prestados pelos levitas. Com detalhes importantes, que não podemos deixar escapar.

A leitura de hoje percorre os três primeiros capítulos do livro.

O Senhor, da tenda do encontro, chamou Moisés e ordenou-lhe a respeito dos procedimentos para oferecer holocaustos e ofertas.

Não precisamos nos ater a cada detalhe, mas é importante observar alguns.

Tudo que era oferecido ao Senhor deveria ser sem defeito. Apresentado ao Senhor na entrada da tenda do encontro.

No caso do holocausto, o sacerdote colocava a mão na cabeça do animal para ser aceito no lugar da pessoa, como expiação. Deveria ser morto na presença do Senhor. O sangue derramado em todos os lados do altar. Tudo queimado no altar. Uma oferta especial. Aroma agradável ao Senhor.

Se fosse oferta de cereais, deveria ser da farinha de melhor qualidade. Uma parte era queimada. A outra pertencia ao sacerdote, que deveria considerá-la santa.

Além de ser da melhor farinha, seria sem fermento. Mel também não podia ser usado. E todas as ofertas teriam sal. O sal representava a aliança com o Senhor.

Quanto às ofertas de paz, também teriam que ser com animal, macho ou fêmea, sem defeito. A gordura era completamente queimada. Pertencia ao Senhor.

O Senhor também ordenou que não comessem nem sangue, nem gordura. Uma lei permanente.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Que tudo que ofereçamos ao Senhor seja sem defeito, sem mancha. Que seja íntegro. Da melhor qualidade. Sem fermento. Real e verdadeiro.

Que nossas ofertas sejam sempre acompanhadas da lembrança de Sua redenção por nós. Que tenham sal. É Sua redenção que nos torna possível estar em Sua presença. Não nossa oferta, por melhor que seja.

E, quando falo em oferta, não estou falando em dinheiro. Estou falando em vida. Muitos preferem oferecer dinheiro e bens, ao invés de oferecer seu tempo, sua vida. É mais fácil.

Que nossas vidas estejam sendo, a cada dia, oferecidas ao Senhor, como oferta de cheiro suave e agradável a Ele.

Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Êxodo 32.1-35

Leitura do dia 25/01.

Em nossas últimas postagens vimos as instruções específicas do Senhor para o tabernáculo e seus utensílios, bem como Sua unção sobre os artesãos. Para que tudo fosse feito de acordo com o modelo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-281-43.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-301-38.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-311-18.html

O capítulo trinta e um termina com o Senhor entregando as duas tábuas da lei a Moisés. Escrita com Seu próprio dedo.

Agora, caminharemos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro de Êxodo.

Na primeira postagem, o capítulo trinta e dois.

O povo viu Moisés entrando na nuvem. E todo o espetáculo proporcionado pelo Senhor. Que era tenebroso. Mas cansaram. Aquilo deixou de lhes trazer temor. Ficou corriqueiro. Normal.

Passado um tempo, reuniram-se ao redor de Arão. Mandaram que ele tomasse uma providência. Não sabiam o que aconteceu com Moisés, aquele que os trouxera do Egito para o deserto. Queriam deuses que os guiassem.

Haviam visto Moisés sumir para falar com o Senhor. Sabiam que foi o Senhor e não Moisés que os tirara da terra do Egito, mas quarenta dias foi o suficiente para que se cansassem.

Lembra quanto tempo Noé esperou dentro da arca depois que a chuva passou, sem poder sair?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-81-1032.html

Eles não queriam mais esperar Moisés.

Arão não argumentou com eles. Não os repreendeu. Simplesmente cedeu. Isso me apavora! Que tipo de líder era? Que tipo temos sido?

Arão mandou que tirassem as argolas de ouro das orelhas das mulheres e filhos e trouxessem a ele. Ia fazer um deus para guiá-los. Como desejavam.

Todos tiraram suas argolas. Levaram a Arão. Ele os derreteu. Dando-lhes a forma de um bezerro, como um deus egípcio. Algo a que estavam acostumados.

Quando o povo viu o bezerro, começou a gritar que eram os deuses que os havia tirado do Egito.

Onde foi parar todo aquele medo e temor do Senhor? Onde foi parar a afirmação de que obedeceriam ao Senhor e fariam tudo que Ele desejava?

E pior, percebendo o entusiasmo do povo, Arão construiu um altar para o bezerro. E anunciou que no dia seguinte haveria uma festa para o Senhor! Que Senhor?

É um disparate, um absurdo total!

Na manhã seguinte, levantaram cedo. Apresentaram holocaustos e ofertas de paz, ao bezerro. Depois, comeram, beberam e entregaram-se à farra. A idolatria os tirou dos limites.

Enquanto isso, Moisés ainda estava no monte.

O Senhor ordenou que descesse rapidamente. Disse que o povo "dele", que "ele" havia tirado da terra do Egito, já havia se corrompido. Desviaram-se muito depressa. O Senhor contou a Moisés que haviam feito o bezerro, o adoraram e ofereceram sacrifícios.

Ao contar a situação, o Senhor pediu que Moisés ficasse de lado. Que O deixasse matar todos aqueles idólatras. Ele faria de Moisés uma grande nação, assim não falharia com Abraão, Isaque e Jacó, já que Moisés descendia deles.

Moisés, porém, diferente de Arão, tentou apaziguar o Senhor. Para Moisés não estava tudo bem. Amava o povo do Senhor. Ele perguntou porque o Senhor estava tão irado contra "Seu" próprio povo, que "Ele" havia tirado do Egito, com grande poder e forte mão. Se os matasse, os egípcios diriam que o Senhor tinha má intenção com eles. Que os queria matar. Que o Senhor deixasse de lado Sua ira, ainda que ardente. Moisés tem minha admiração. O Senhor o ouviu. E deixou de lado Sua ira.

Moisés desceu do monte. Na mão, as duas tábuas da aliança.

Quando Josué ouviu o barulho do povo, disse que parecia haver guerra no acampamento. Moisés respondeu que não era grito nem de vitória, nem de derrota, era de festa.

Ao se aproximarem, Moisés viu o bezerro e as danças. Ficou furioso. Atirou as pedras ao chão. As despedaçou. Pegou o bezerro e o queimou. Depois o moeu até virar pó. Jogou o pó na água e fez os israelitas beberam.

Consegue imaginar a cena? Eu consigo! Foi um ato contínuo. Uma ação após a outra. Sem parar. Se fosse eu, ia querer quebrar a cabeça de cada um. Como assim, depois de tudo que presenciaram, adorar um bezerro? Dizer que esse bezerro é deus? Onde estavam com a cabeça?

Depois, virou-se para Arão e perguntou o que haviam feito com ele para que os levasse a cometer tamanho pecado. É uma pergunta muito interessante. Só podia ter sido isso! Fizeram alguma coisa com Arão. Mas não, ele respondeu que Moisés não ficasse. Ele sabia como o povo era mau. Pediram um deus. Ele pediu o ouro. Trouxeram o ouro. Ele jogou no fogo. E saiu aquele bezerro. Para Arão, era simples assim. Saiu o bezerro. De onde? De seu coração?

Moisés percebeu que Arão permitiu que o povo se descontrolasse completamente. E agiu. Talvez se fosse eu ali, não saberia o que fazer de tão estarrecida que ficaria. Mas ele soube.

Colocou-se à entrada do acampamento e perguntou quem estava ao seu lado. Os levitas reuniram-se ao seu redor. Ele ordenou que cada um pegasse uma espada e matasse seu amigo, seu vizinho, seu irmão, de uma extremidade do acampamento à outra. Eles obedeceram. Aproximadamente três mil pessoas morreram naquele dia.

Desta forma, os levitas consagraram-se ao serviço do Senhor, porque O obedeceram, mesmo diante de uma ordem tão terrível como a de matar seu irmão. O Senhor os abençoou pela disposição que tiveram. Não é sempre fácil obedecer, mas é necessário, se quisermos caminhar com o Senhor.

Moisés disse ao povo que haviam cometido grande pecado. Ele subiria ao monte para encontrar-se com o Senhor e tentar fazer alguma coisa por eles.

Quando voltou ao monte, Moisés reconheceu que haviam feito algo terrível contra o Senhor, mas que Ele os perdoasse, se não, que riscasse o nome dele dos Seus registros. O nome dele! Dele, que havia ficado quarenta dias e quarenta noites com o Senhor, recebendo Suas instruções.

Que ousadia, que coragem. Que amor pelo povo do Senhor.

O Senhor respondeu a Moisés que riscaria de Seus registros quem pecasse contra Ele. Que no dia do acerto de contas, eles teriam que acertar. E o Senhor os castigou.

O capítulo trinta e dois termina aqui.

Que sejamos como Moisés, não como Arão. Como Noé, não como o povo de Israel. Que sejamos fiéis, obedientes e saibamos esperar.

Continuamos na próxima postagem. Até já.