Leitura do dia 17/04.
Na postagem anterior, vimos Davi pedindo orientação ao Senhor, embora fosse um soldado experiente, tivesse um exército valioso, também experiente, e conhecesse seu inimigo. Preciosas lições a seguir. Sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-141-17.html
Agora, caminharemos pelo capítulo quinze.
Davi construiu seu palácio com edifícios e casas na "Cidade de Davi". Também preparou um lugar especial para receber a Arca do Senhor. Levantou uma tenda para abrigá-la, a Tenda de Davi.
Durante esse tempo, descobriu como a Arca deveria ser transportada. Sua pergunta foi respondida.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-131-14.html
Novamente convocou todo o povo de Israel para levarem a Arca ao lugar que havia preparado especialmente para ela. Também convocou os descendentes de Arão e os levitas, seus chefes e irmãos, os sacerdotes Zadoque e Abiatar, os levitas Uriel, Asaías, Joel, Semaías, Eliel e Aminadabe. Estes eram os líderes e chefes das famílias levitas. Davi exortou-os para que se santificassem, tanto eles como seus irmãos, para transportarem a Arca de Deus.
Ele os lembrou que por não terem conduzido a Arca na primeira vez, a ira do Senhor causou grande destruição. Reconheceu que, infelizmente, não haviam consultado como proceder conforme a lei, ou seja, corretamente. Reconheceu terem agido de maneira errada, não o Senhor.
Os sacerdotes e os levitas se consagraram para transportar a Arca. Ainda que fosse esta a sua obrigação, se santificaram para realizá-la. Como deve ser.
Quando servimos ao Senhor, precisamos nos consagrar a Ele. Sempre.
Os levitas não delegaram mais sua tarefa. A Arca era pesada, é verdade. Toda feita de madeira e coberta de ouro. Mas carregaram-na apoiando suas varas sobre os ombros, de acordo com o que Moisés havia determinado, em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Se você exerce tarefas que tenham controle de conformidade está acostumado com essa linguagem. Tudo que não é feito em conformidade precisa ser refeito, caso contrário não pode ser aceito. Com o Senhor é assim também, por isso, todos os passos dados precisam estar em conformidade com Sua Palavra. Ela é nosso “Manual de Conformidade”, nosso “Manual de Instruções”.
Davi também ordenou aos chefes dos levitas que encarregassem os músicos de cantar melodias alegres, acompanhados por diversos instrumentos musicais. Era uma ocasião especialmente feliz. Hemã, filho de Joel, e Asafe, filho de Berequias, parentes deles, e também Etã, filho de Cuxaías, dentre os descendentes de Merari, seus parentes, foram os encarregados. Com eles estavam os porteiros, seus parentes pertencentes ao segundo escalão.
Assim, os músicos Hemã, Asafe e Etã tocavam címbalos de bronze; outros tinham a responsabilidade de tocar as liras, acompanhando o soprano, e ainda outros tocavam as harpas em oitava, marcando o ritmo. Tudo organizado. Cada um em sua tarefa específica. Como deve ser. Sempre.
Quenanias, o chefe dos levitas, era encarregado dos cânticos. Essa era sua obrigação, tinha talento e competência para executar bem essa tarefa. Quenanias não tinha apenas talento, ele se especializou para executar sua tarefa de maneira competente, com esmero. Como deve ser quando fazemos qualquer coisa, principalmente para o Senhor.
Berequias e Elcana serviam como porteiros e protegiam a Arca. Era o ministério deles. Que devia ser exercido com precisão e esmero.
Os sacerdotes Sebanias, Josafá, Natanael, Amasai, Zacarias, Benaia e Eliézer tocavam as trombetas diante da Arca de Deus.
Obede-Edom e Jeías também eram porteiros. Vigiavam para que ninguém tocasse na Arca. Embora, a essa altura, todos soubessem que ninguém devia tocá-la, ainda assim, estavam ali para lembrar a todos dessa limitação.
Davi, todas as autoridades do povo de Israel e os líderes dos batalhões de mil buscaram a Arca da Aliança do Senhor que estava na casa de Obede-Edom, com grande celebração.
Em louvor ao Senhor, que poupou e ajudou os levitas que carregavam a Arca, durante seu transporte havia sacrifícios. Mesmo que agora estivessem agindo da maneira correta, agradeciam ao Senhor.
Os levitas que carregavam a Arca, os músicos e Quenanias, líder dos músicos, vestiam um manto de linho fino. Davi vestia também o colete sacerdotal de linho.
Toda a nação de Israel acompanhou a Arca da Aliança com grande júbilo e brados de alegria, ao som de trombetas, cornetas e címbalos, ao toque de liras e harpas.
Quando a Arca entrou na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, uma das esposas de Davi, estava olhando pela janela. Ela rejeitou Davi pela maneira extravagante com que ele adorava.
Que aprendamos a consultar sempre a Palavra do Senhor para agirmos de acordo com Seus mandamentos, antes de fazermos qualquer coisa, para não corrermos nenhum risco desnecessário. Para aprendermos a agradá-Lo.
Que não desprezemos os verdadeiros adoradores, como fez Mical.
Amanhã prosseguimos. Leremos dos capítulos dezesseis a dezoito de 1 Crônicas.
Espero você. Até lá.
Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
Mostrando postagens com marcador tenda de Davi. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 17 de abril de 2019
sábado, 23 de março de 2019
2 Samuel 6.1-23
Leitura do dia 23/03.
Na postagem anterior vimos Isbosete, filho de Saul, sendo covardemente assassinado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-41-525.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo seis de 2 Samuel.
Davi reuniu seus melhores guerreiros. Trinta mil. Foram até Baalá. Queriam buscar a arca do Senhor. Estava lá desde que os filisteus a haviam devolvido a Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-61-21.html
Puseram-na em um carro novo e a levaram da casa de Abinadabe, que ficava num monte. Seus filhos foram conduzindo a carroça. Aiô à frente. Uzá atrás.
O povo de Israel ia celebrando diante do Senhor. Cantando e tocando vários instrumentos musicais.
De repente, na eira de Nacom, os bois tropeçaram. Uzá estendeu a mão e segurou a arca. Na mesma hora, morreu.
Davi ficou indignado porque Uzá havia morrido. Desistiu de levar a arca para a Cidade de Davi.
A arca foi levada para a casa de Obede-Edom, em Gate. Ficou lá durante três meses. O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom. Contaram a Davi.
Antes de vermos o que Davi fez, quero lembrar que a arca não podia ser tocada. Estava na Lei. Sem exceções. Ponto final. Davi não teve nenhum motivo para se sentir indignado.
Outra coisa: A arca deveria ser carregada apenas por levitas. Não por bois ou vacas. Os filisteus colocaram-na em cima de uma carroça porque não sabiam como devolvê-la. O Senhor aceitou. Mas não significa que era o certo. Que deviam repetir o que os filisteus, que não conheciam ao Senhor, fizeram. Precisamos tomar cuidado! Nem sempre o que dá certo é o certo.
Ela devia ser carregada nos ombros dos levitas, pelas varas que estavam nelas, próprias para isso.
Quando Davi soube que a casa de Obede-Edom fora abençoada por causa da presença da arca, resolveu novamente ir. Agora, traria a arca da maneira correta.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Os levitas a carregavam. Quando davam seis passos, Davi sacrificava um boi e um novilho gordo. O povo fez grande festa, levando a arca para a Cidade de Davi.
Davi estava vestido com um colete sacerdotal de linho. Dançava diante do Senhor, com o coração grato, com todas as suas forças. Levaram a arca do Senhor com grande alegria, ao som de gritos e trombetas.
Quando a arca chegava à cidade, Mical, filha de Saul, esposa de Davi, o viu dançando diante do Senhor. Ela o desprezou em seu coração.
A arca foi colocada no lugar que Davi providenciara. Uma simples tenda. Davi ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas. Quando terminou, abençoou o povo em nome do Senhor. Não os deixou voltar para casa de mãos vazias. Entregou a cada pessoa que ali estava, um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de passas.
Então, foi para sua casa, abençoar sua família.
Quando Mical o viu, saiu a seu encontro. Censurou-o por seu comportamento. Disse que havia se tornado desprezível aos olhos das servas.
Davi foi duro com ela. Disse que era rei, porque o Senhor o escolhera. No lugar de Saul e de toda a família dela. O Senhor o nomeara líder de Israel, o povo do Senhor. Por isso, ele continuaria celebrando ao Senhor. Não se importava de continuar se humilhando, se fosse necessário, nem de se tornar desprezível. Mas o certo era que, essas servas que ela disse terem-no desprezado, na verdade o considerariam digno de honra.
Mical morreu sem ter filhos. O Senhor não a abençoou com o dom da maternidade.
Como é sério desprezar um homem, ungido do Senhor, por estar fazendo algo correto aos olhos do Senhor.
Que aprendamos a ter cuidado.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã leremos 2 Samuel, do capítulo sete ao capítulo dez.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos Isbosete, filho de Saul, sendo covardemente assassinado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-41-525.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo seis de 2 Samuel.
Davi reuniu seus melhores guerreiros. Trinta mil. Foram até Baalá. Queriam buscar a arca do Senhor. Estava lá desde que os filisteus a haviam devolvido a Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-61-21.html
Puseram-na em um carro novo e a levaram da casa de Abinadabe, que ficava num monte. Seus filhos foram conduzindo a carroça. Aiô à frente. Uzá atrás.
O povo de Israel ia celebrando diante do Senhor. Cantando e tocando vários instrumentos musicais.
De repente, na eira de Nacom, os bois tropeçaram. Uzá estendeu a mão e segurou a arca. Na mesma hora, morreu.
Davi ficou indignado porque Uzá havia morrido. Desistiu de levar a arca para a Cidade de Davi.
A arca foi levada para a casa de Obede-Edom, em Gate. Ficou lá durante três meses. O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom. Contaram a Davi.
Antes de vermos o que Davi fez, quero lembrar que a arca não podia ser tocada. Estava na Lei. Sem exceções. Ponto final. Davi não teve nenhum motivo para se sentir indignado.
Outra coisa: A arca deveria ser carregada apenas por levitas. Não por bois ou vacas. Os filisteus colocaram-na em cima de uma carroça porque não sabiam como devolvê-la. O Senhor aceitou. Mas não significa que era o certo. Que deviam repetir o que os filisteus, que não conheciam ao Senhor, fizeram. Precisamos tomar cuidado! Nem sempre o que dá certo é o certo.
Ela devia ser carregada nos ombros dos levitas, pelas varas que estavam nelas, próprias para isso.
Quando Davi soube que a casa de Obede-Edom fora abençoada por causa da presença da arca, resolveu novamente ir. Agora, traria a arca da maneira correta.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Os levitas a carregavam. Quando davam seis passos, Davi sacrificava um boi e um novilho gordo. O povo fez grande festa, levando a arca para a Cidade de Davi.
Davi estava vestido com um colete sacerdotal de linho. Dançava diante do Senhor, com o coração grato, com todas as suas forças. Levaram a arca do Senhor com grande alegria, ao som de gritos e trombetas.
Quando a arca chegava à cidade, Mical, filha de Saul, esposa de Davi, o viu dançando diante do Senhor. Ela o desprezou em seu coração.
A arca foi colocada no lugar que Davi providenciara. Uma simples tenda. Davi ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas. Quando terminou, abençoou o povo em nome do Senhor. Não os deixou voltar para casa de mãos vazias. Entregou a cada pessoa que ali estava, um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de passas.
Então, foi para sua casa, abençoar sua família.
Quando Mical o viu, saiu a seu encontro. Censurou-o por seu comportamento. Disse que havia se tornado desprezível aos olhos das servas.
Davi foi duro com ela. Disse que era rei, porque o Senhor o escolhera. No lugar de Saul e de toda a família dela. O Senhor o nomeara líder de Israel, o povo do Senhor. Por isso, ele continuaria celebrando ao Senhor. Não se importava de continuar se humilhando, se fosse necessário, nem de se tornar desprezível. Mas o certo era que, essas servas que ela disse terem-no desprezado, na verdade o considerariam digno de honra.
Mical morreu sem ter filhos. O Senhor não a abençoou com o dom da maternidade.
Como é sério desprezar um homem, ungido do Senhor, por estar fazendo algo correto aos olhos do Senhor.
Que aprendamos a ter cuidado.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã leremos 2 Samuel, do capítulo sete ao capítulo dez.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 25 de junho de 2018
Cada um tem seu lugar
Vamos continuar nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos a Arca da Aliança sendo transportada para a Cidade de Davi, em conformidade com as Escrituras. Como deve ser.
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Hoje vamos caminhar através do capítulo 16.
Depositaram a Arca da Aliança na tenda que Davi havia especialmente preparado. Ofereceram holocaustos, ofertas de paz e comunhão diante de Deus.
Davi designou levitas para ministrar perante a Arca, com petições e orações, dando graças e louvando o Deus de Israel.
Asafe foi nomeado o chefe, Zacarias o segundo, em seguida Jeiel, Semiramote, Jeiel, Matitias, Eliabe, Benaia, Obede-Edom e Jeiel. Foram incumbidos de executar suas liras e harpas, enquanto Asafe tocava os címbalos. Os sacerdotes Benaia e Jaaziel deviam tocar diariamente as trombetas diante da Arca.
No dia em que a Arca chegou ao seu lugar, o rei Davi determinou que Asafe e seus parentes louvassem o Senhor, entoando Salmos de gratidão e louvor. Foi a primeira vez que aconteceu.
O autor cita partes dos Salmos 105, de 1 a 15; 96.1-3 e 106.1, 47 e 48. Esses Salmos nos ordenam a louvar e invocar o Senhor, bem como proclamar Seus feitos entre TODOS os povos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Devemos recordar as maravilhas e os julgamentos de Seus lábios. Ele sempre se lembra da Sua Aliança. Ele é bom; o Seu amor dura para sempre.
Ao terminarem os cânticos, todo o povo deveria declarar “Amém”.
Davi designou Asafe e seus parentes para ministrarem regularmente, perante a Arca, em conformidade com as prescrições, diariamente.
Também determinou que Obede-Edom e seus sessenta e oito parentes cooperassem na ministração. Obede-Edom e Hosa serviam como porteiros.
Davi ordenou que o sacerdote Zadoque e seus parentes, que também eram sacerdotes, servissem diante do Tabernáculo, nas colinas de Gibeon. Eles deviam, regularmente, de manhã e à tarde, apresentarem holocaustos sobre o altar dos sacrifícios, em conformidade com o que está escrito na Lei do Senhor, como Ele mesmo havia ordenado a Israel.
Com eles estavam Hemã e Jedutum e os demais que haviam sido nomeados para ministrarem louvores, exclamando: “Ó Deus! Eterno é o teu amor!” Eram responsáveis pelas trombetas, os címbalos e todos os demais instrumentos musicais que acompanhavam os cânticos de adoração a Deus.
Os filhos de Jedutum também foram designados para servirem como porteiros.
Note que tudo era feito em conformidade com as prescrições, a cada momento, em cada detalhe. Da maneira certa. Como o Senhor ordenou em Sua Palavra. Como deve ser.
Ninguém inventou nada. Simplesmente abriram a Palavra e viram como deveria ser feito. Nosso "Manual de Conformidade", nosso "Manual de Instruções".
Todos deviam lembrar-se que o amor do Senhor é eterno! Seu amor deve nos constranger a cada dia. Eternamente.
Quando terminaram a cerimônia, Davi abençoou o povo no Nome do Senhor.
Antes de partirem, entregou um pedaço de pão, um pouco de vinho, um pedaço de carne assada, um bolo de tâmaras e uvas passas a cada homem e a cada mulher ali reunidos.
O povo foi, cada um para a sua casa. Davi também, com o fim de abençoar e passar algum tempo com sua família.
Davi não despediu o povo de mãos vazias. Ele lhes deu mantimento para a viagem. Se importou com cada um. Homem e mulher.
Agora, prestou atenção em cada detalhe. No transporte da arca. Nos músicos, porteiros e sacerdotes. Nas músicas que deveriam ser tocadas e quando, nos porteiros e seus serviços e nos sacrifícios a serem executados pelos sacerdotes. Tudo em conformidade com a Palavra do Senhor. Como deve ser.
Que aprendamos com Davi. A nos importarmos com o que o Senhor deseja. A nos importarmos com as pessoas, como nos importamos conosco. A estarmos em nosso lugar, para que tudo possa correr bem. A abençoarmos o povo e nossa família.
Que nos lembremos que, assim como havia um lugar e um serviço, uma tarefa, para cada um, também há para nós. Se ainda não sabemos, que seja nossa prioridade descobrir. Estar onde o Senhor deseja que estejamos é o melhor. Fazer o que Ele deseja será nossa satisfação e alegria.
Cada um de nós tem o seu lugar. Ninguém é maior que ninguém. O corpo precisa de todos os membros. Assim é a Igreja, Corpo do Senhor.
Amanhã prosseguimos.
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