Leitura do dia 13/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Ontem vimos Asafe suspirar por não ver mais sinais vindos do Senhor, nem profetas.
Também o vimos cantar que ninguém, em lugar algum, deve exaltar a si mesmo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-741-7720.html?m=1
Hoje, caminharemos pelos Salmos setenta e oito a oitenta.
No Salmo setenta e oito, Asafe canta sobre os ensinamentos do Senhor serem repassados de geração a geração. Sim, cada geração deve colocar sua esperança no Senhor. Nunca esquecer Seus poderosos feitos e obedecer Seus mandamentos. Assim, não seriam teimosos, rebeldes e infiéis como seus antepassados. Que se esqueceram das maravilhas que o Senhor fizera.
Asafe canta o que aconteceu na história de Israel. Desde o Egito. Até à escolha de Davi que, com coração sincero cuidou do povo e os conduziu com sensatez.
No Salmo setenta e nove Asafe chora porque as nações invadiram a terra e profanaram o templo do Senhor, transformando Jerusalém em um monte de ruínas.
Ele clama que o Senhor socorra Seu povo, ouça os gemidos dos prisioneiros e salve os condenados à morte.
O Salmo oitenta, também de Asafe, era para ser cantado com a melodia "Lírios da aliança". Ele clama que o Senhor os restaure. Que a luz de Seu rosto brilhe. Só assim, serão salvos.
Quando o Senhor os trouxe do Egito eram como uma videira que fincou as raizes e encheu a terra. Agora, os animais selvagens se alimentam dela. Precisam desesperadamente de restauração.
Que a luz de Seu rosto brilhe sobre nós. Que também sejamos por Ele restaurados.
E que cantemos Suas maravilhas de geração em geração. Sem nos esquecermos de Seus feitos.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo oitenta e um. Até o Salmo oitenta e cinco.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 14 de junho de 2019
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Salmos 74.1-77.20
Leitura do dia 12/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Ontem vimos o salmista pedindo livramento ao Senhor e reconhecendo que Ele é sua esperança e confiança desde a infância. Depende dEle desde o ventre de sua mãe.
Também vimos Salomão cantar em oração pedindo para ser um rei que cuida bem de seu povo e não permite injustiça.
Asafe quase caiu quando, ao invés de olhar para o Senhor, olhou para a prosperidade do perverso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-711-7328.html?m=1
Hoje continuamos através dos Salmos setenta e quatro a setenta e sete.
No Salmo setenta e quatro, Asafe canta sua tristeza. O santuário foi incendiado, profanado.
Parece que está vivendo em nossos dias quando, em muitos lugares já não vemos Seus sinais, não vemos mais profetas do Senhor e não sabemos até quando será assim.
Anseia pelo levantar e agir do Senhor, tal como nós.
O Salmo setenta e cinco, também de Asafe, era para ser cantado com a melodia "Não destruas!".
Asafe louva o Senhor. Ele está próximo. E julgará no tempo certo, com justiça. Asafe adverte os orgulhosos e perversos. Ninguém, em lugar nenhum, deve exaltar a si mesmo. Só o Senhor é juiz. E justo.
O Salmo setenta e seis era para ser acompanhado com instrumentos de cordas. Também é de Asafe.
O Senhor é honrado em Judá. Seu nome é grande em Israel. Seus inimigos foram saqueados. Ninguém teve coragem ou capacidade de levantar as mãos.
O Senhor se levanta para julgar e salvar os oprimidos. A rebeldia humana resultará em Sua glória.
Que todos façam votos e cumpram. Ele deve ser temido.
No Salmo setenta e sete Asafe canta que quando estava angustiado buscou o Senhor. A noite toda. Suas mãos estendidas. Sua alma inconsolada. Desfalecendo.
Ainda assim, relembra canções alegres. Consulta sua alma e tenta compreender sua situação.
Ah, como muitas vezes nos sentimos assim. E não conseguimos compreender nada. Como Asafe pensamos que o Senhor esqueceu de nós. Até que nos lembramos de Suas maravilhas e de tudo que fez em nosso favor. E nos aquietamos.
Que, ao olharmos para trás consigamos perceber Suas maravilhas para conosco. E confiar. Nunca falhou. Com certeza, não falhará jamais.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo setenta e oito. Até o Salmo oitenta.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Ontem vimos o salmista pedindo livramento ao Senhor e reconhecendo que Ele é sua esperança e confiança desde a infância. Depende dEle desde o ventre de sua mãe.
Também vimos Salomão cantar em oração pedindo para ser um rei que cuida bem de seu povo e não permite injustiça.
Asafe quase caiu quando, ao invés de olhar para o Senhor, olhou para a prosperidade do perverso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-711-7328.html?m=1
Hoje continuamos através dos Salmos setenta e quatro a setenta e sete.
No Salmo setenta e quatro, Asafe canta sua tristeza. O santuário foi incendiado, profanado.
Parece que está vivendo em nossos dias quando, em muitos lugares já não vemos Seus sinais, não vemos mais profetas do Senhor e não sabemos até quando será assim.
Anseia pelo levantar e agir do Senhor, tal como nós.
O Salmo setenta e cinco, também de Asafe, era para ser cantado com a melodia "Não destruas!".
Asafe louva o Senhor. Ele está próximo. E julgará no tempo certo, com justiça. Asafe adverte os orgulhosos e perversos. Ninguém, em lugar nenhum, deve exaltar a si mesmo. Só o Senhor é juiz. E justo.
O Salmo setenta e seis era para ser acompanhado com instrumentos de cordas. Também é de Asafe.
O Senhor é honrado em Judá. Seu nome é grande em Israel. Seus inimigos foram saqueados. Ninguém teve coragem ou capacidade de levantar as mãos.
O Senhor se levanta para julgar e salvar os oprimidos. A rebeldia humana resultará em Sua glória.
Que todos façam votos e cumpram. Ele deve ser temido.
No Salmo setenta e sete Asafe canta que quando estava angustiado buscou o Senhor. A noite toda. Suas mãos estendidas. Sua alma inconsolada. Desfalecendo.
Ainda assim, relembra canções alegres. Consulta sua alma e tenta compreender sua situação.
Ah, como muitas vezes nos sentimos assim. E não conseguimos compreender nada. Como Asafe pensamos que o Senhor esqueceu de nós. Até que nos lembramos de Suas maravilhas e de tudo que fez em nosso favor. E nos aquietamos.
Que, ao olharmos para trás consigamos perceber Suas maravilhas para conosco. E confiar. Nunca falhou. Com certeza, não falhará jamais.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo setenta e oito. Até o Salmo oitenta.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 12 de junho de 2019
Salmos 71.1-73.28
Leitura do dia 11/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Ontem vimos Davi, ainda que perseguido e desesperado, reconhecer que o Senhor é o Pai dos órfãos, defensor das viúvas e que dá uma família ao solitário. Ele é o que nos carrega em Seus braços. A cada dia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/continuamos-nossa-caminhada-por-salmos.html?m=1
Hoje leremos do capítulo setenta e um ao capítulo setenta e três.
No Salmo setenta e um, o salmista se refugia no Senhor, único lugar seguro. Só Ele é sua esperança. E que maravilha, confia no Senhor desde sua infância. Sim, depende dEle desde que nasceu. Sabe que é cuidado pelo Senhor desde que estava no ventre de sua mãe.
É exemplo de muitos, não pelo seu sucesso, dinheiro, posição, poder ou bens, mas porque todos percebem que o Senhor é sua força e refúgio. Por isso não deixa de louvá-Lo.
Pede que o Senhor o responda. E que possa anunciar Sua força à nova geração. E Seu poder a todos que vierem depois dele. É o que faz enquanto milênios depois lemos essas palavras.
No Salmo setenta e dois, Salomão, seu autor, pede que o Senhor conceda-lhe Sua justiça e retidão. Que o ajude a julgar corretamente para que os pobres sejam tratados com imparcialidade.
Que os montes produzam prosperidade para todos, não apenas para os ricos e poderosos. Que o Senhor o ajude a defender os pobres e os filhos dos necessitados. E a esmagar os opressores. Que seu governo seja como a chuva sobre a grama recém cortada. Como a água que refresca a terra.
Ah, como necessitamos de um governo assim. Onde os justos floresçam e a paz exista.
Aqui termina o "Livro Dois" de Salmos.
O "Livro Três" inicia no Salmo 73 e termina no Salmo 89, são os "Salmos litúrgicos ou ritualísticos". A maioria deles é de Asafe.
No Salmo setenta e três, Asafe fala da bondade do Senhor para com Israel e com os puros de coração.
Canta que quase tropeçou. Seus pés escorregaram e ele quase caiu porque seus olhos se desviaram do Senhor e olharam para os orgulhosos e perversos, que prosperavam.
Não conseguia entender, até que entrou na presença do Senhor e viu o destino deles.
Sem arrependimento, serão completamente tomados pelo pavor, quando estiverem face a face com o Senhor.
Asafe ficou amargurado e despedaçado. Mas, percebeu que foi tolo. É melhor confiar no Senhor do que em bens. Ele é inabalável. O Senhor é seu dono. Sua mão direita o sustenta. Ele o guia e o conduz a um destino glorioso. O Senhor é a força de seu coração, ainda que sua saúde acabe. Por isso, anunciará todas as Suas maravilhas.
Que o mesmo aconteça conosco.
Que nossa confiança esteja apenas nEle.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo setenta e quatro ao setenta e sete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Ontem vimos Davi, ainda que perseguido e desesperado, reconhecer que o Senhor é o Pai dos órfãos, defensor das viúvas e que dá uma família ao solitário. Ele é o que nos carrega em Seus braços. A cada dia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/continuamos-nossa-caminhada-por-salmos.html?m=1
Hoje leremos do capítulo setenta e um ao capítulo setenta e três.
No Salmo setenta e um, o salmista se refugia no Senhor, único lugar seguro. Só Ele é sua esperança. E que maravilha, confia no Senhor desde sua infância. Sim, depende dEle desde que nasceu. Sabe que é cuidado pelo Senhor desde que estava no ventre de sua mãe.
É exemplo de muitos, não pelo seu sucesso, dinheiro, posição, poder ou bens, mas porque todos percebem que o Senhor é sua força e refúgio. Por isso não deixa de louvá-Lo.
Pede que o Senhor o responda. E que possa anunciar Sua força à nova geração. E Seu poder a todos que vierem depois dele. É o que faz enquanto milênios depois lemos essas palavras.
No Salmo setenta e dois, Salomão, seu autor, pede que o Senhor conceda-lhe Sua justiça e retidão. Que o ajude a julgar corretamente para que os pobres sejam tratados com imparcialidade.
Que os montes produzam prosperidade para todos, não apenas para os ricos e poderosos. Que o Senhor o ajude a defender os pobres e os filhos dos necessitados. E a esmagar os opressores. Que seu governo seja como a chuva sobre a grama recém cortada. Como a água que refresca a terra.
Ah, como necessitamos de um governo assim. Onde os justos floresçam e a paz exista.
Aqui termina o "Livro Dois" de Salmos.
O "Livro Três" inicia no Salmo 73 e termina no Salmo 89, são os "Salmos litúrgicos ou ritualísticos". A maioria deles é de Asafe.
No Salmo setenta e três, Asafe fala da bondade do Senhor para com Israel e com os puros de coração.
Canta que quase tropeçou. Seus pés escorregaram e ele quase caiu porque seus olhos se desviaram do Senhor e olharam para os orgulhosos e perversos, que prosperavam.
Não conseguia entender, até que entrou na presença do Senhor e viu o destino deles.
Sem arrependimento, serão completamente tomados pelo pavor, quando estiverem face a face com o Senhor.
Asafe ficou amargurado e despedaçado. Mas, percebeu que foi tolo. É melhor confiar no Senhor do que em bens. Ele é inabalável. O Senhor é seu dono. Sua mão direita o sustenta. Ele o guia e o conduz a um destino glorioso. O Senhor é a força de seu coração, ainda que sua saúde acabe. Por isso, anunciará todas as Suas maravilhas.
Que o mesmo aconteça conosco.
Que nossa confiança esteja apenas nEle.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo setenta e quatro ao setenta e sete.
Espero você. Até lá.
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Escolhas
Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas. Últimos passos dentro desse livro rico em experiências e aprendizados!
Ontem vimos que Josias com apenas dezesseis anos buscou conhecer o Senhor de Davi. Ele O encontrou. Antes mesmo de encontrar o Livro da Lei do Senhor. Uau!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 35.
Josias celebrou o sacrifício da Páscoa, para o Senhor, em Jerusalém. O cordeiro da Páscoa foi imolado no décimo quarto dia do primeiro mês.
Ele designou os sacerdotes nos seus cargos e os motivou a servirem na Casa do Senhor.
Ordenou aos levitas que ensinavam a todo o Israel e que estavam consagrados ao Senhor que depositassem a Arca sagrada no templo que edificou Salomão. Já não tinham mais a responsabilidade de carregá-la sobre os ombros. Deveriam cultuar ao Senhor e servir ao seu povo Israel.
Ordenou que se preparassem segundo suas famílias, segundo as turmas de serviço, conforme os preceitos de Davi, rei de Israel, e as prescrições de Salomão, seu filho.
Deveriam permanecer no Lugar Santo com um grupo de levitas para cada subdivisão das famílias do povo. E imolar a Páscoa, santificando-se e ficando à disposição de seus irmãos. Agindo de acordo com a Palavra do Senhor, transmitida por Moisés.
O próprio Josias deu ao povo que ali estava reunido um total de trinta mil ovelhas e cabritos para as ofertas da Páscoa, além de três mil bois. Tudo tirado dos bens pessoais do rei.
Seus chefes e oficiais também fizeram ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos levitas.
Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes do templo de Deus, deram aos sacerdotes, para os sacrifícios da Páscoa, dois mil e seiscentos cordeiros e cabritos, e trezentos novilhos.
Da mesma maneira Conanias, com seus irmãos Semaías e Natanael, e os líderes dos levitas: Hasabias, Jeiel e Jozabade, forneceram graciosamente aos levitas cinco mil ovelhas e cabritos e quinhentos bois.
Todo o grande serviço religioso foi organizado e os sacerdotes assumiram de bom grado suas funções, com o auxílio dos levitas em seus turnos, tudo conforme o rei orientara.
Então sacrificaram os cordeiros da Páscoa. Os sacerdotes aspergiram o sangue que recebiam das mãos dos levitas, que também retiravam a pele dos animais.
Eles separaram os sacrifícios para os distribuírem ao povo, conforme os grupos das famílias do povo, a fim de que elas os oferecessem ao Senhor, segundo está escrito no Livro de Moisés. Fizeram o mesmo com os novilhos.
Assaram os cordeiros da Páscoa no fogo, segundo a prescrição; e cozinharam as ofertas sagradas em panelas, em caldeirões e em tachos. Rapidamente as repartiram entre todo o povo.
Depois prepararam o que era necessário para si e para os sacerdotes. Os sacerdotes, descendentes de Arão, se ocuparam até o pôr-do-sol em oferecer os sacrifícios e a gordura. Por isso, os levitas prepararam a parte deles e a dos sacerdotes, descendentes de Arão.
Os músicos e cantores, descendentes de Asafe, estavam em suas posições, segundo o mandado de Davi, de Asafe, de Hemã e de Jedutum, vidente do rei, como também os porteiros, a cada porta. Não necessitaram se desviar do seu ministério; porquanto seus irmãos, os levitas, preparavam tudo quanto precisavam.
Percebe-se a dedicação de todos, como um corpo unido, trabalhando, com o mesmo propósito: que o povo estivesse na presença do Senhor e que o Senhor fosse glorificado.
Deste modo se estabeleceu todo o serviço do Senhor naquele dia, para celebrar a Páscoa e oferecer holocaustos sobre o Seu altar, de acordo com as orientações do rei Josias.
Todos os filhos de Israel que estavam presentes celebraram a Páscoa naquele dia e durante sete dias participaram da festa dos pães sem fermento.
A Páscoa não havia sido celebrada dessa maneira em Israel desde os dias do profeta Samuel. Nenhum dos reis de Israel havia organizado uma Páscoa como esta, como fez o rei Josias, com os sacerdotes, os levitas e a cooperação de todo Judá e Israel que ali se reuniram com os habitantes de Jerusalém. Foi uma festa maior até do que a do tempo de Ezequias!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/tempo-de-festa.html
Esta grande celebração da Páscoa foi realizada no décimo oitavo ano do reinado de Josias.
Passados todos estes acontecimentos, havendo o rei Josias já restaurado o templo, subiu Neco, rei do Egito, para guerrear nos campos de Carquemis, junto ao Eufrates. Josias marchou para enfrentá-lo.
Neco, enviou-lhe mensageiros, advertindo-o a não interferir na batalha. Não estava indo contra Josias naquele dia, mas contra a casa que o provocou à guerra. Disse também que o Senhor mandou que se apressasse. Que Josias cuidasse para não se opor ao Senhor, que era com ele, para que Ele não o destruísse também.
Contudo, Josias, decidiu não voltar atrás. Disfarçou-se para enfrentá-lo na batalha. Não quis dar ouvidos ao que Neco lhe comunicara por ordem do Senhor, e foi combatê-lo na planície de Megido.
Durante o embate, flecheiros atingiram Josias, que ordenou aos seus oficiais que o tirassem dali, pois estava gravemente ferido.
Seus servos o tiraram de seu carro de combate. Levaram-no para um segundo carro e o transportaram às pressas para Jerusalém. Ali ele morreu.
Ah, nossas escolhas e suas consequências! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/que-tipo-de-pedra-temos-sido.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html;http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
Josias foi sepultado nos túmulos de seus antepassados. Todos os habitantes de Judá e Jerusalém choraram por ele. O profeta Jeremias compôs um poema de lamento em sua homenagem. Todos os músicos e cantores falaram de Josias em suas composições, até à época em que Crônicas foi escrito. Tais obras se tornaram uma tradição em Israel e estão escritas na coletânea de Lamentações.
Quanto aos demais atos de Josias, suas muitas proezas e ações piedosas, de acordo com o que está escrito na Lei do Senhor, e aos acontecimentos do seu reinado, tanto dos primeiros como dos últimos eventos, estão todos escritos no Livro da História dos Reis de Israel e Judá.
Que aprendamos a ouvir a voz do Senhor, mesmo quando nos fala através de alguém como Neco, rei no Egito.
E que aprendamos a servir com a disposição dos levitas, para que o nome do Senhor seja conhecido e glorificado através de nossas vidas.
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos que Josias com apenas dezesseis anos buscou conhecer o Senhor de Davi. Ele O encontrou. Antes mesmo de encontrar o Livro da Lei do Senhor. Uau!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 35.
Josias celebrou o sacrifício da Páscoa, para o Senhor, em Jerusalém. O cordeiro da Páscoa foi imolado no décimo quarto dia do primeiro mês.
Ele designou os sacerdotes nos seus cargos e os motivou a servirem na Casa do Senhor.
Ordenou aos levitas que ensinavam a todo o Israel e que estavam consagrados ao Senhor que depositassem a Arca sagrada no templo que edificou Salomão. Já não tinham mais a responsabilidade de carregá-la sobre os ombros. Deveriam cultuar ao Senhor e servir ao seu povo Israel.
Ordenou que se preparassem segundo suas famílias, segundo as turmas de serviço, conforme os preceitos de Davi, rei de Israel, e as prescrições de Salomão, seu filho.
Deveriam permanecer no Lugar Santo com um grupo de levitas para cada subdivisão das famílias do povo. E imolar a Páscoa, santificando-se e ficando à disposição de seus irmãos. Agindo de acordo com a Palavra do Senhor, transmitida por Moisés.
O próprio Josias deu ao povo que ali estava reunido um total de trinta mil ovelhas e cabritos para as ofertas da Páscoa, além de três mil bois. Tudo tirado dos bens pessoais do rei.
Seus chefes e oficiais também fizeram ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos levitas.
Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes do templo de Deus, deram aos sacerdotes, para os sacrifícios da Páscoa, dois mil e seiscentos cordeiros e cabritos, e trezentos novilhos.
Da mesma maneira Conanias, com seus irmãos Semaías e Natanael, e os líderes dos levitas: Hasabias, Jeiel e Jozabade, forneceram graciosamente aos levitas cinco mil ovelhas e cabritos e quinhentos bois.
Todo o grande serviço religioso foi organizado e os sacerdotes assumiram de bom grado suas funções, com o auxílio dos levitas em seus turnos, tudo conforme o rei orientara.
Então sacrificaram os cordeiros da Páscoa. Os sacerdotes aspergiram o sangue que recebiam das mãos dos levitas, que também retiravam a pele dos animais.
Eles separaram os sacrifícios para os distribuírem ao povo, conforme os grupos das famílias do povo, a fim de que elas os oferecessem ao Senhor, segundo está escrito no Livro de Moisés. Fizeram o mesmo com os novilhos.
Assaram os cordeiros da Páscoa no fogo, segundo a prescrição; e cozinharam as ofertas sagradas em panelas, em caldeirões e em tachos. Rapidamente as repartiram entre todo o povo.
Depois prepararam o que era necessário para si e para os sacerdotes. Os sacerdotes, descendentes de Arão, se ocuparam até o pôr-do-sol em oferecer os sacrifícios e a gordura. Por isso, os levitas prepararam a parte deles e a dos sacerdotes, descendentes de Arão.
Os músicos e cantores, descendentes de Asafe, estavam em suas posições, segundo o mandado de Davi, de Asafe, de Hemã e de Jedutum, vidente do rei, como também os porteiros, a cada porta. Não necessitaram se desviar do seu ministério; porquanto seus irmãos, os levitas, preparavam tudo quanto precisavam.
Percebe-se a dedicação de todos, como um corpo unido, trabalhando, com o mesmo propósito: que o povo estivesse na presença do Senhor e que o Senhor fosse glorificado.
Deste modo se estabeleceu todo o serviço do Senhor naquele dia, para celebrar a Páscoa e oferecer holocaustos sobre o Seu altar, de acordo com as orientações do rei Josias.
Todos os filhos de Israel que estavam presentes celebraram a Páscoa naquele dia e durante sete dias participaram da festa dos pães sem fermento.
A Páscoa não havia sido celebrada dessa maneira em Israel desde os dias do profeta Samuel. Nenhum dos reis de Israel havia organizado uma Páscoa como esta, como fez o rei Josias, com os sacerdotes, os levitas e a cooperação de todo Judá e Israel que ali se reuniram com os habitantes de Jerusalém. Foi uma festa maior até do que a do tempo de Ezequias!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/tempo-de-festa.html
Esta grande celebração da Páscoa foi realizada no décimo oitavo ano do reinado de Josias.
Passados todos estes acontecimentos, havendo o rei Josias já restaurado o templo, subiu Neco, rei do Egito, para guerrear nos campos de Carquemis, junto ao Eufrates. Josias marchou para enfrentá-lo.
Neco, enviou-lhe mensageiros, advertindo-o a não interferir na batalha. Não estava indo contra Josias naquele dia, mas contra a casa que o provocou à guerra. Disse também que o Senhor mandou que se apressasse. Que Josias cuidasse para não se opor ao Senhor, que era com ele, para que Ele não o destruísse também.
Contudo, Josias, decidiu não voltar atrás. Disfarçou-se para enfrentá-lo na batalha. Não quis dar ouvidos ao que Neco lhe comunicara por ordem do Senhor, e foi combatê-lo na planície de Megido.
Durante o embate, flecheiros atingiram Josias, que ordenou aos seus oficiais que o tirassem dali, pois estava gravemente ferido.
Seus servos o tiraram de seu carro de combate. Levaram-no para um segundo carro e o transportaram às pressas para Jerusalém. Ali ele morreu.
Ah, nossas escolhas e suas consequências! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/que-tipo-de-pedra-temos-sido.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html;http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
Josias foi sepultado nos túmulos de seus antepassados. Todos os habitantes de Judá e Jerusalém choraram por ele. O profeta Jeremias compôs um poema de lamento em sua homenagem. Todos os músicos e cantores falaram de Josias em suas composições, até à época em que Crônicas foi escrito. Tais obras se tornaram uma tradição em Israel e estão escritas na coletânea de Lamentações.
Quanto aos demais atos de Josias, suas muitas proezas e ações piedosas, de acordo com o que está escrito na Lei do Senhor, e aos acontecimentos do seu reinado, tanto dos primeiros como dos últimos eventos, estão todos escritos no Livro da História dos Reis de Israel e Judá.
Que aprendamos a ouvir a voz do Senhor, mesmo quando nos fala através de alguém como Neco, rei no Egito.
E que aprendamos a servir com a disposição dos levitas, para que o nome do Senhor seja conhecido e glorificado através de nossas vidas.
Amanhã continuamos. Espero você.
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sábado, 28 de julho de 2018
Aliança desgraçada
Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos como é importante nos posicionarmos de acordo com a orientação do Senhor.
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo 21.
Antes de Josafá morrer, deu a seus filhos muitos presentes. De ouro, prata, objetos de valor e até cidades fortificadas. O reino porém, deu a Jeorão, seu primogênito.
Quando Josafá morreu, Jeorão, seu filho, foi proclamado rei em seu lugar. Estava com trinta e dois anos quando começou a reinar. Reinou oito anos.
Quando Jeorão assumiu o reino, armou-se e fortaleceu-se. Ele matou todos os seus irmãos à espada. Matou também alguns dos príncipes de Israel.
Seguiu o caminho dos reis de Israel. Casou-se com a filha de Acabe. Mais uma aliança fora da vontade do Senhor. Acabe fazia o que era mau perante o Senhor.
Porém o Senhor decidiu não destruir a dinastia de Davi. Ele havia feito uma aliança com Davi. Havia prometido manter uma chama acesa para sempre entre seus descendentes.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/aprendendo-ser-grato.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/aprendendo-ser-grato.html
Nos dias de Jeorão, Edom e Libna se rebelaram contra o domínio de Judá. Tudo porque Jeorão havia abandonado o Senhor Deus de seus pais.
Jeorão afastou-se tanto do Senhor que mandou construir altares idólatras nas colinas de Judá. Ele conduziu o povo de Jerusalém à prostituição. Fez Judá desviar-se do Caminho do Senhor.
Elias, que era profeta em Israel lhe enviou uma carta. Nela dizia que o Senhor, Deus de Davi, mandaria uma terrível praga sobre seu povo, filhos, mulheres e seus bens. Ele teria uma grave enfermidade, um tumor no ventre, que cresceria e pioraria, até que seus intestinos vazassem. Tudo porque não quis seguir os caminhos de seu pai Josafá, nem de Asa, seu avô. Havia preferido o caminho dos reis de Israel. Também havia levado Judá e os habitantes de Jerusalém a se prostituírem através da idolatria, tal qual a família de Acabe. E ainda matou seus próprios irmãos, que eram muito mais honrados que ele.
Não sei você, meu coração fica partido ao andar por essas páginas. O pai havia sido fiel ao Senhor. Foi repreendido e disciplinado pelo Senhor nas duas vezes em que fez aliança com a casa de Acabe. Agora, seu primogênito, que podia ter aprendido a lição, faz aliança de matrimônio com Acabe e afasta-se completamente do Senhor.
O Senhor também despertou a ira dos filisteus e dos árabes que habitavam próximo aos etíopes. Os mesmo que levavam presentes a seu pai. Eles atacaram Judá. Levaram tudo que encontraram no palácio real, até seus filhos e mulheres. Restou apenas Acazias, o mais novo.
Depois de tudo e apesar da carta que recebeu de Elias, Jeorão não se arrependeu. Não voltou para o Senhor.
Como havia dito, Ele o feriu. A enfermidade era incurável. Ao fim de dois anos, saíram-lhe os intestinos. Jeorão morreu em meio a terríveis dores e muita agonia.
Como havia dito, Ele o feriu. A enfermidade era incurável. Ao fim de dois anos, saíram-lhe os intestinos. Jeorão morreu em meio a terríveis dores e muita agonia.
O povo de Judá não lhe acendeu nenhuma fogueira em sua homenagem, como era tradição e haviam feito para seus antepassados. Morreu sem deixar qualquer lamentação ou saudade. Foi sepultado na Cidade de Davi, mas não nos túmulos dos reis.
Que triste foi a vida de Jeorão. A morte, pior ainda.
Ao invés de ser sombra e abrigo para sua família e seu povo, matou todos os seus irmãos e fez seu povo afastar-se do Senhor. Tudo por causa de sua aliança com Acabe que o influenciou a servir outros deuses, prostituindo-se com eles. Aliança desgraçada, que o deixou sem a proteção do Senhor.
Quando a Palavra fala em “prostituir-se”, refere-se ao relacionamento do Senhor com seu povo, como o relacionamento de um casal. Quando alguém O abandonava, estava prostituindo-se, adulterando, quebrando a aliança. Foi o que Jeorão fez.
Os povos que haviam ao redor de Judá e que temiam Josafá, seu pai, por causa de sua submissão ao Senhor, rebelaram-se totalmente contra ele. Não levavam mais presentes, nem tributos e pior, saquearam seu palácio. Levaram toda a riqueza que havia, em bens e pessoas. Sobrou apenas um filho, pela fidelidade e misericórdia do Senhor para com Davi.
Jeorão morreu sozinho. Sofrendo horrores. Como acontece àqueles que não se arrependem. Sequer deixou saudades.
Meu coração está partido. Choro por ele ter sido assim, como choro pelos Sauls, pelos Asas e por todos que se afastam do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
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Que não sejamos como Jeorão. Sempre há um caminho de volta.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/sou-o-filho-mais-novo.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/o-pai-espera-voce.html
https://www.youtube.com/watch?v=80SJ8XHqKqM
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Que deixemos não apenas saudades, mas um legado para nossos filhos, nossa família.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/o-que-estara-escrito-sobre-nos.html
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E agora? Será que Acazias seguirá os caminhos de seu pai? Tudo está perdido para Judá?
Amanhã continuamos. Espero você.
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terça-feira, 3 de julho de 2018
A importância da organização
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos que o Senhor não descarta ninguém no Seu Reino. Todos temos um chamado e um lugar. O Reino do Senhor é uma engrenagem perfeita.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/engrenagem-perfeita.html
Hoje vamos caminhar através das páginas dos capítulos 24 a 27.
Antes de Davi morrer e antes da Casa do Senhor estar construída, ele organizou os grupos dos descendentes de Arão.
Os filhos de Arão foram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Nadabe e Abiú morreram antes de seu pai. Não geraram filhos. Morreram porque não deram valor à santidade do Senhor. Está escrito lá nas páginas de Levítico 10. Por isso, apenas Eleazar e Itamar, os dois mais novos, serviram como sacerdotes.
Com a cooperação de Zadoque, descendente de Eleazar, e de Aimeleque, descendente de Itamar, o rei Davi os dividiu em grupos. Para cumprirem suas responsabilidades.
Foram repartidos de maneira aleatória e imparcial, mediante sorteio. Dessa forma havia oficiais do templo e líderes espirituais tanto entre os descendentes de Eleazar como de Itamar. Não havia favoritismo. Como deve ser.
O escriba Semaías, filho do levita Natanael, registrou seus nomes na presença do rei, dos líderes e oficiais, dos sacerdotes Zadoque e Aimeleque, e dos chefes de famílias dos sacerdotes e levitas.
As famílias de Eleazar e de Itamar foram sorteadas de modo alternado, ora uma, ora outra. Assim foram designados os sacerdotes, segundo sua função, para entrar na Casa do Senhor, em conformidade com o regulamento deixado por Arão, antepassado deles, de acordo com a vontade expressa do Senhor, Deus de Israel. Davi sempre lembrava de andar em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Com relação aos demais filhos de Anrão, também descendentes dos levitas, tiraram sortes na presença do rei Davi, de Zadoque, de Aimeleque e dos levitas, assim como fizeram seus irmãos, os descendentes de Arão. As famílias dos irmãos mais velhos, os primogênitos e cabeças das famílias foram tratados com a mesma dignidade que as famílias dos mais novos. Novamente sem favoritismo, sem parcialidade.
Davi com a cooperação dos comandantes do exército, separou alguns dos filhos de Asafe, de Hemã e de Jedutum para o serviço de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos.
Os filhos de Asafe estavam debaixo de sua autoridade, e ele, por sua vez, profetizava sob a supervisão do rei.
Quanto à família de Jedutum, seus filhos, seis ao todo, estavam sob sua supervisão, profetizavam ao som da harpa para adorar e dar graças ao Senhor.
Quanto à Hemã, vidente e profeta do rei, foi exaltado diante de muitos conforme as promessas de que o Senhor o tornaria poderoso. O Senhor lhe concedeu catorze filhos e três filhas. Cumpriu Sua promessa. Não tornou-se poderoso por seus cargos, mas pelos filhos que o Senhor lhe deu.
Todos estavam sob a direção e supervisão de seus respectivos pais, quanto à ministração do louvor por meio da música no templo do Senhor. Com címbalos, liras e harpas, no serviço de adoração na Casa do Senhor.
Deitaram sortes para designar as responsabilidades, tanto dos mais velhos como dos jovens, tanto dos mestres como dos discípulos. Novamente sem partidarismos, sem parcialidade.
Depois vieram as classes dos porteiros. A família de Obede-Edom estava contada entre eles. Oitos filhos, porquanto o Senhor havia derramado suas bênçãos sobre Obede-Edom. Novamente o autor menciona o fato do Senhor ter abençoado alguém através dos filhos dados pelo Ele e não por algum cargo ou bem.
Seu filho Semaías também gerou filhos, que se tornaram líderes na família de seu pai, pois eram homens capazes e corajosos. Os parentes dele, Eliú e Semaquias, também foram homens notáveis. Eles, seus filhos e parentes eram capazes, valentes e hábeis em suas funções. Tornaram-se líderes, não por possuírem bens ou trafegarem influência, mas por serem homens capazes, corajosos, notáveis e hábeis em suas funções. Eram competentes.
Meselemias gerou dezoito filhos e parentes próximos, todos homens ilustres e corajosos.
Sinri foi um chefe designado por seu pai, mesmo não sendo o primogênito, por ser capaz.
Destes se formaram as classes dos porteiros, isto é, os grupos dos homens notáveis, que tinham cargos como seus parentes, para ministrarem na Casa do Senhor. Prestou atenção? Grupos de homens notáveis. Por isso foram porteiros.
Ser porteiro é uma função muito importante. São os que guardam as portas. Os que controlam e autorizam a entrada e saída de pessoas. Preste atenção nisso. Eles possuíam "as chaves".
Lançaram sortes, entre jovens e idosos, segundo as suas famílias, para cada porta. A Zacarias, conselheiro capaz saiu-lhe a Porta Norte. A Obede-Edom, a Porta Sul; e a seus filhos a casa dos depósitos. Cada um tinha sua função específica.
Diariamente, faziam plantão seis levitas ao Oriente, quatro ao Norte, quatro ao Sul. Na casa dos depósitos ficavam de dois em dois. No pátio ocidental ficavam quatro guardas junto ao caminho, e dois junto ao pátio.
Dos outros irmãos levitas, Aías era responsável pelos tesouros do templo do Senhor e pelos das ofertas dedicadas.
Os gersonitas eram encarregados dos tesouros da Casa do Senhor.
Selomote e seus parentes eram encarregados de todos os tesouros consagrados pelo rei Davi, pelos chefes de famílias, os comandantes de mil e de cem soldados, e pelas demais autoridades do exército. Eles haviam dedicado parte dos despojos tomados em combate para a manutenção da Casa do Senhor.
Muitas dádivas também foram consagradas por Samuel, o vidente e profeta; Saul, filho de Quis, o primeiro rei de Israel; Abner, filho de Ner, comandante do exército de Saul e Joabe, filho de Zeruia, comandante do exército de Davi.
Dos filhos de Isar, os izaritas, Quenanias e seus filhos ficaram encarregados dos negócios públicos de Israel. Eram oficiais e juízes.
Dos filhos de Hebrom, Hasabias e seus parentes, mil e setecentos homens ilustres e corajosos eram responsáveis por todo o trabalho destinado ao Senhor e pelos serviços prestados ao rei em favor de Israel.
Davi nomeou os irmãos e parentes de Jerias, dois mil e setecentos guerreiros chefes de famílias, homens ilustres e valentes, como conselheiros nos assuntos relativos ao Senhor e supervisores do rei junto às tribos de Rúben e Gade, e na metade da tribo de Manassés, além do Jordão.
Os oficiais que serviam na supervisão das divisões do exército eram os chefes de famílias, comandantes de mil e de cem homens. Dedicavam-se ao serviço militar mês a mês, durante o ano. Cada divisão formada por um contingente de 24 homens, que era responsável por um mês específico.
Um desses chefes era Benaia, filho de Joiada, um dos meus preferidos, aquele ilustre e corajoso guerreiro, chefe do famoso batalhão dos Trinta.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-seus-valentes.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/sendo-forte-e-respeitado.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
Davi não fez o recenseamento dos que tinham vinte anos para baixo, porquanto o Senhor dissera que multiplicaria o povo de Israel como as estrelas do céu. Joabe, filho de Zeruia, começara a contar os homens, mas não conseguiu concluir o censo, porque a ira divina caiu sobre Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/assuma-sua-culpa.html
Todos esses eram encarregados de administrar os bens do rei Davi:
Azmavete, filho de Adiel, era o responsável pelos tesouros do rei.
Jônatas, filho de Uzias, pelos tesouros dos campos, cidades, povoados, aldeias e torres de sentinela.
Ezri, filho de Quelube, encarregado dos trabalhadores que lavravam a terra.
Simei, de Ramá, responsável pelos vinicultores e suas vinhas.
Zabdi, de Sifá, do vinho armazenado em tonéis nas adegas.
Baal-Hanã, de Gederá, responsável pelas oliveiras e figueiras bravas cultivadas entre a planície costeira e as montanhas.
Joás encarregado do fornecimento de azeite.
Sitrai, encarregado do gado que pastava em Sarom.
Safate, filho de Adlai, dos rebanhos nos vales.
Obil, o ismaelita, encarregado dos camelos; Jedias, dos jumentos.
Jaziz, o hagareno, responsável pelo manejo das ovelhas.
Jônatas, tio de Davi, era conselheiro; homem sábio e também escriba. Ele e Jeiel, filho de Hacmoni, serviam aos filhos do rei.
Aitofel era conselheiro do rei. Husai, o arquita, amigo do rei. Aitofel foi sucedido por Joiada, filho de Benaia, e por Abiatar. Joabe era o general dos exércitos do rei.
Tudo era organizado. Nos mínimos detalhes. Com homens corajosos e capazes. Em conformidade com a ordem do Senhor. Como deve ser.
Que possamos aprender a agir como Davi. Seus homens não eram escolhidos pelos bens que possuíam ou posições que ocupavam. Eram escolhidos por serem capazes. Sem parcialidade. Sem favoritismo. Para os serviços e cargos em conformidade com a Palavra do Senhor. Como deve ser.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
Ontem vimos que o Senhor não descarta ninguém no Seu Reino. Todos temos um chamado e um lugar. O Reino do Senhor é uma engrenagem perfeita.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/engrenagem-perfeita.html
Hoje vamos caminhar através das páginas dos capítulos 24 a 27.
Antes de Davi morrer e antes da Casa do Senhor estar construída, ele organizou os grupos dos descendentes de Arão.
Os filhos de Arão foram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Nadabe e Abiú morreram antes de seu pai. Não geraram filhos. Morreram porque não deram valor à santidade do Senhor. Está escrito lá nas páginas de Levítico 10. Por isso, apenas Eleazar e Itamar, os dois mais novos, serviram como sacerdotes.
Com a cooperação de Zadoque, descendente de Eleazar, e de Aimeleque, descendente de Itamar, o rei Davi os dividiu em grupos. Para cumprirem suas responsabilidades.
Foram repartidos de maneira aleatória e imparcial, mediante sorteio. Dessa forma havia oficiais do templo e líderes espirituais tanto entre os descendentes de Eleazar como de Itamar. Não havia favoritismo. Como deve ser.
O escriba Semaías, filho do levita Natanael, registrou seus nomes na presença do rei, dos líderes e oficiais, dos sacerdotes Zadoque e Aimeleque, e dos chefes de famílias dos sacerdotes e levitas.
As famílias de Eleazar e de Itamar foram sorteadas de modo alternado, ora uma, ora outra. Assim foram designados os sacerdotes, segundo sua função, para entrar na Casa do Senhor, em conformidade com o regulamento deixado por Arão, antepassado deles, de acordo com a vontade expressa do Senhor, Deus de Israel. Davi sempre lembrava de andar em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Com relação aos demais filhos de Anrão, também descendentes dos levitas, tiraram sortes na presença do rei Davi, de Zadoque, de Aimeleque e dos levitas, assim como fizeram seus irmãos, os descendentes de Arão. As famílias dos irmãos mais velhos, os primogênitos e cabeças das famílias foram tratados com a mesma dignidade que as famílias dos mais novos. Novamente sem favoritismo, sem parcialidade.
Davi com a cooperação dos comandantes do exército, separou alguns dos filhos de Asafe, de Hemã e de Jedutum para o serviço de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos.
Os filhos de Asafe estavam debaixo de sua autoridade, e ele, por sua vez, profetizava sob a supervisão do rei.
Quanto à família de Jedutum, seus filhos, seis ao todo, estavam sob sua supervisão, profetizavam ao som da harpa para adorar e dar graças ao Senhor.
Quanto à Hemã, vidente e profeta do rei, foi exaltado diante de muitos conforme as promessas de que o Senhor o tornaria poderoso. O Senhor lhe concedeu catorze filhos e três filhas. Cumpriu Sua promessa. Não tornou-se poderoso por seus cargos, mas pelos filhos que o Senhor lhe deu.
Todos estavam sob a direção e supervisão de seus respectivos pais, quanto à ministração do louvor por meio da música no templo do Senhor. Com címbalos, liras e harpas, no serviço de adoração na Casa do Senhor.
Deitaram sortes para designar as responsabilidades, tanto dos mais velhos como dos jovens, tanto dos mestres como dos discípulos. Novamente sem partidarismos, sem parcialidade.
Depois vieram as classes dos porteiros. A família de Obede-Edom estava contada entre eles. Oitos filhos, porquanto o Senhor havia derramado suas bênçãos sobre Obede-Edom. Novamente o autor menciona o fato do Senhor ter abençoado alguém através dos filhos dados pelo Ele e não por algum cargo ou bem.
Seu filho Semaías também gerou filhos, que se tornaram líderes na família de seu pai, pois eram homens capazes e corajosos. Os parentes dele, Eliú e Semaquias, também foram homens notáveis. Eles, seus filhos e parentes eram capazes, valentes e hábeis em suas funções. Tornaram-se líderes, não por possuírem bens ou trafegarem influência, mas por serem homens capazes, corajosos, notáveis e hábeis em suas funções. Eram competentes.
Meselemias gerou dezoito filhos e parentes próximos, todos homens ilustres e corajosos.
Sinri foi um chefe designado por seu pai, mesmo não sendo o primogênito, por ser capaz.
Destes se formaram as classes dos porteiros, isto é, os grupos dos homens notáveis, que tinham cargos como seus parentes, para ministrarem na Casa do Senhor. Prestou atenção? Grupos de homens notáveis. Por isso foram porteiros.
Ser porteiro é uma função muito importante. São os que guardam as portas. Os que controlam e autorizam a entrada e saída de pessoas. Preste atenção nisso. Eles possuíam "as chaves".
Lançaram sortes, entre jovens e idosos, segundo as suas famílias, para cada porta. A Zacarias, conselheiro capaz saiu-lhe a Porta Norte. A Obede-Edom, a Porta Sul; e a seus filhos a casa dos depósitos. Cada um tinha sua função específica.
Diariamente, faziam plantão seis levitas ao Oriente, quatro ao Norte, quatro ao Sul. Na casa dos depósitos ficavam de dois em dois. No pátio ocidental ficavam quatro guardas junto ao caminho, e dois junto ao pátio.
Dos outros irmãos levitas, Aías era responsável pelos tesouros do templo do Senhor e pelos das ofertas dedicadas.
Os gersonitas eram encarregados dos tesouros da Casa do Senhor.
Selomote e seus parentes eram encarregados de todos os tesouros consagrados pelo rei Davi, pelos chefes de famílias, os comandantes de mil e de cem soldados, e pelas demais autoridades do exército. Eles haviam dedicado parte dos despojos tomados em combate para a manutenção da Casa do Senhor.
Muitas dádivas também foram consagradas por Samuel, o vidente e profeta; Saul, filho de Quis, o primeiro rei de Israel; Abner, filho de Ner, comandante do exército de Saul e Joabe, filho de Zeruia, comandante do exército de Davi.
Dos filhos de Isar, os izaritas, Quenanias e seus filhos ficaram encarregados dos negócios públicos de Israel. Eram oficiais e juízes.
Dos filhos de Hebrom, Hasabias e seus parentes, mil e setecentos homens ilustres e corajosos eram responsáveis por todo o trabalho destinado ao Senhor e pelos serviços prestados ao rei em favor de Israel.
Davi nomeou os irmãos e parentes de Jerias, dois mil e setecentos guerreiros chefes de famílias, homens ilustres e valentes, como conselheiros nos assuntos relativos ao Senhor e supervisores do rei junto às tribos de Rúben e Gade, e na metade da tribo de Manassés, além do Jordão.
Os oficiais que serviam na supervisão das divisões do exército eram os chefes de famílias, comandantes de mil e de cem homens. Dedicavam-se ao serviço militar mês a mês, durante o ano. Cada divisão formada por um contingente de 24 homens, que era responsável por um mês específico.
Um desses chefes era Benaia, filho de Joiada, um dos meus preferidos, aquele ilustre e corajoso guerreiro, chefe do famoso batalhão dos Trinta.
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Davi não fez o recenseamento dos que tinham vinte anos para baixo, porquanto o Senhor dissera que multiplicaria o povo de Israel como as estrelas do céu. Joabe, filho de Zeruia, começara a contar os homens, mas não conseguiu concluir o censo, porque a ira divina caiu sobre Israel.
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Todos esses eram encarregados de administrar os bens do rei Davi:
Azmavete, filho de Adiel, era o responsável pelos tesouros do rei.
Jônatas, filho de Uzias, pelos tesouros dos campos, cidades, povoados, aldeias e torres de sentinela.
Ezri, filho de Quelube, encarregado dos trabalhadores que lavravam a terra.
Simei, de Ramá, responsável pelos vinicultores e suas vinhas.
Zabdi, de Sifá, do vinho armazenado em tonéis nas adegas.
Baal-Hanã, de Gederá, responsável pelas oliveiras e figueiras bravas cultivadas entre a planície costeira e as montanhas.
Joás encarregado do fornecimento de azeite.
Sitrai, encarregado do gado que pastava em Sarom.
Safate, filho de Adlai, dos rebanhos nos vales.
Obil, o ismaelita, encarregado dos camelos; Jedias, dos jumentos.
Jaziz, o hagareno, responsável pelo manejo das ovelhas.
Jônatas, tio de Davi, era conselheiro; homem sábio e também escriba. Ele e Jeiel, filho de Hacmoni, serviam aos filhos do rei.
Aitofel era conselheiro do rei. Husai, o arquita, amigo do rei. Aitofel foi sucedido por Joiada, filho de Benaia, e por Abiatar. Joabe era o general dos exércitos do rei.
Tudo era organizado. Nos mínimos detalhes. Com homens corajosos e capazes. Em conformidade com a ordem do Senhor. Como deve ser.
Que possamos aprender a agir como Davi. Seus homens não eram escolhidos pelos bens que possuíam ou posições que ocupavam. Eram escolhidos por serem capazes. Sem parcialidade. Sem favoritismo. Para os serviços e cargos em conformidade com a Palavra do Senhor. Como deve ser.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
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Zadoque
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Cada um tem seu lugar
Vamos continuar nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos a Arca da Aliança sendo transportada para a Cidade de Davi, em conformidade com as Escrituras. Como deve ser.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
Hoje vamos caminhar através do capítulo 16.
Depositaram a Arca da Aliança na tenda que Davi havia especialmente preparado. Ofereceram holocaustos, ofertas de paz e comunhão diante de Deus.
Davi designou levitas para ministrar perante a Arca, com petições e orações, dando graças e louvando o Deus de Israel.
Asafe foi nomeado o chefe, Zacarias o segundo, em seguida Jeiel, Semiramote, Jeiel, Matitias, Eliabe, Benaia, Obede-Edom e Jeiel. Foram incumbidos de executar suas liras e harpas, enquanto Asafe tocava os címbalos. Os sacerdotes Benaia e Jaaziel deviam tocar diariamente as trombetas diante da Arca.
No dia em que a Arca chegou ao seu lugar, o rei Davi determinou que Asafe e seus parentes louvassem o Senhor, entoando Salmos de gratidão e louvor. Foi a primeira vez que aconteceu.
O autor cita partes dos Salmos 105, de 1 a 15; 96.1-3 e 106.1, 47 e 48. Esses Salmos nos ordenam a louvar e invocar o Senhor, bem como proclamar Seus feitos entre TODOS os povos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Devemos recordar as maravilhas e os julgamentos de Seus lábios. Ele sempre se lembra da Sua Aliança. Ele é bom; o Seu amor dura para sempre.
Ao terminarem os cânticos, todo o povo deveria declarar “Amém”.
Davi designou Asafe e seus parentes para ministrarem regularmente, perante a Arca, em conformidade com as prescrições, diariamente.
Também determinou que Obede-Edom e seus sessenta e oito parentes cooperassem na ministração. Obede-Edom e Hosa serviam como porteiros.
Davi ordenou que o sacerdote Zadoque e seus parentes, que também eram sacerdotes, servissem diante do Tabernáculo, nas colinas de Gibeon. Eles deviam, regularmente, de manhã e à tarde, apresentarem holocaustos sobre o altar dos sacrifícios, em conformidade com o que está escrito na Lei do Senhor, como Ele mesmo havia ordenado a Israel.
Com eles estavam Hemã e Jedutum e os demais que haviam sido nomeados para ministrarem louvores, exclamando: “Ó Deus! Eterno é o teu amor!” Eram responsáveis pelas trombetas, os címbalos e todos os demais instrumentos musicais que acompanhavam os cânticos de adoração a Deus.
Os filhos de Jedutum também foram designados para servirem como porteiros.
Note que tudo era feito em conformidade com as prescrições, a cada momento, em cada detalhe. Da maneira certa. Como o Senhor ordenou em Sua Palavra. Como deve ser.
Ninguém inventou nada. Simplesmente abriram a Palavra e viram como deveria ser feito. Nosso "Manual de Conformidade", nosso "Manual de Instruções".
Todos deviam lembrar-se que o amor do Senhor é eterno! Seu amor deve nos constranger a cada dia. Eternamente.
Quando terminaram a cerimônia, Davi abençoou o povo no Nome do Senhor.
Antes de partirem, entregou um pedaço de pão, um pouco de vinho, um pedaço de carne assada, um bolo de tâmaras e uvas passas a cada homem e a cada mulher ali reunidos.
O povo foi, cada um para a sua casa. Davi também, com o fim de abençoar e passar algum tempo com sua família.
Davi não despediu o povo de mãos vazias. Ele lhes deu mantimento para a viagem. Se importou com cada um. Homem e mulher.
Agora, prestou atenção em cada detalhe. No transporte da arca. Nos músicos, porteiros e sacerdotes. Nas músicas que deveriam ser tocadas e quando, nos porteiros e seus serviços e nos sacrifícios a serem executados pelos sacerdotes. Tudo em conformidade com a Palavra do Senhor. Como deve ser.
Que aprendamos com Davi. A nos importarmos com o que o Senhor deseja. A nos importarmos com as pessoas, como nos importamos conosco. A estarmos em nosso lugar, para que tudo possa correr bem. A abençoarmos o povo e nossa família.
Que nos lembremos que, assim como havia um lugar e um serviço, uma tarefa, para cada um, também há para nós. Se ainda não sabemos, que seja nossa prioridade descobrir. Estar onde o Senhor deseja que estejamos é o melhor. Fazer o que Ele deseja será nossa satisfação e alegria.
Cada um de nós tem o seu lugar. Ninguém é maior que ninguém. O corpo precisa de todos os membros. Assim é a Igreja, Corpo do Senhor.
Amanhã prosseguimos.
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