Leitura de 07/06.
Na postagem anterior, vimos que não devemos pecar. Mas, se pecarmos, que nos arrependamos, como Davi. Que não sejamos perseguidos pelo pecado. Que o encaremos de frente. E peçamos perdão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-511-19.html
Continuamos a partir do Salmo cinquenta e dois. Até o cinquenta e seis.
O Salmo cinquenta e dois também foi composto por Davi. Quando soube que Doegue, o edomita, disse a Saul que o vira na casa do sacerdote Aimeleque. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Ele se pergunta porque um grande guerreiro conta vantagem de seus crimes. Não sabe que o amor do Senhor dura eternamente. O que tem uma coisa com outra? Davi está certo de que é amado pelo Senhor. Sendo amado, está protegido. Para sempre.
Esse guerreiro trama destruição o dia todo. Sua língua é mentirosa. Corta como navalha afiada. Ama o mal. Fala mais mentiras que verdades. Gosta de destruir os outros com palavras.Davi afirma, com razão, que o Senhor destruirá pessoas assim. Os justos verão e temerão. Proclamarão o que acontece com poderosos guerreiros que não fazem do Senhor sua fortaleza. Confiam em suas muitas riquezas e se refugiam em suas próprias maldades.
Mas ele não é assim. É como a oliveira que cresce na casa do Senhor, contemplando-O a cada dia. Sempre confiará nEle e em Seu bom nome. E O louvará para sempre.
O Salmo cinquenta e três também é de Davi. Nele, canta que os tolos dizem em seu coração que Deus não existe. Como não têm temor, são corruptos e praticam o mal.
O Senhor olha para toda a humanidade. Procura alguém que seja sábio. Que busque ao Senhor. O que percebe, com tristeza, é que todos se desviaram. Todos se corromperam. Não encontrou ninguém.
Sua alma grita: “Acaso os que praticam o mal jamais aprenderão?” Não conseguem enxergar o fim? Eles devoram o povo do Senhor como se fosse pão. Nem passa por suas cabeças a ideia de orar ao Senhor. Por isso, um grande terror se apoderará deles. Serão humilhados, rejeitados por Ele.
Davi pede que venha alguém, do monte Sião, para salvar Israel. E sabe que, quando o Senhor restaurar Seu povo, haverá grande alegria e exaltação.
O Salmo cinquenta e quatro, também de Davi, foi composto quando os zifeus contaram a Saul que Davi estava escondido entre eles. Era para ser acompanhado com instrumentos de corda.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html
Davi pede ao Senhor que venha e, com a força do Seu nome, o salve. Que o defenda, com Seu grande poder. Que ouça sua oração. Desconhecidos o atacam. Pessoas violentas tentam matá-lo. Pessoas que não se importam com Deus. Pessoas sem limites.
Reconhece que o Senhor é seu auxílio. O Senhor o mantém com vida. Que as tramas dos violentos se voltem contra eles mesmos.
Oferece ao Senhor sacrifício voluntário. Esse sacrifício é seu louvor. Porque o Senhor é bom. Sabe disso. E, canta que o Senhor o livrou de suas aflições. O Senhor o ajudou a vencer seus inimigos.
O Salmo cinquenta e cinco, de Davi, deveria ser acompanhado também com instrumentos de corda. Davi pede socorro ao Senhor. Seus inimigos gritam contra ele. Seu coração está acelerado. O terror da morte apodera-se dele. Está tão tomado de medo e pânico que não consegue parar de tremer. Deseja ter asas como uma pomba. Voaria para longe. Fugiria. Encontraria sossego no deserto. Se apressaria a fugir para um lugar distante da tempestade que está vivendo.
Pede que o Senhor confunda o plano de seus inimigos. Tudo o que vê é violência e conflito. O tempo todo os muros são guardados por causa dos invasores. Mas a perversidade e a maldade estão do lado de dentro. Tudo está desmoronando. Ameaça e engano estão soltos nas ruas. E correm.
É muito mais perigoso quando o inimigo está do lado de dentro. Ainda que os muros estejam guardados, é em vão. O desmoronamento vem de dentro. O que fazer?
Que tenhamos cuidado com nossos corações. Com nossos pensamentos. Que estejamos firmes no Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
Davi se queixa que seu adversário não é um desconhecido. É seu companheiro e amigo chegado. Lembra-se que tinham comunhão e iam juntos à casa do Senhor. Ah, como é difícil passar por uma situação assim. A traição dói porque é feita por alguém que amamos. Um estranho não pode nos trair. Apenas alguém a quem amamos nos trai. Por isso dói tanto.
Em sua angústia, espera que seus inimigos sejam apanhados de surpresa. A maldade mora dentro deles.
Ele, porém, invocará o Senhor, que o livrará. Davi clama ao Senhor o tempo todo, cheio de angústia. O Senhor ouve sua voz. Ele o resgata e o mantém a salvo na batalha, mesmo que sejam muitos os que estão contra ele.
Quanto a seus inimigos, não querem mudar de atitude. Não temem ao Senhor. Seu companheiro traiu amigos, não apenas ele. Não cumpriu suas promessas. Embora sua fala fosse macia como manteiga, seu coração era belicoso. Ainda que suas palavras parecessem suaves como azeite, na verdade eram punhais.
Davi aconselha que todos entreguem suas aflições ao Senhor. Ele, com certeza, cuidará de cada um. Jamais permite que o justo tropece e caia.
O Salmo cinquenta e seis, também de Davi, foi composto quando os filisteus o prenderam em Gate. Era para ser cantado com a melodia “Pomba em carvalhos distantes”. E, claro, gostaria de saber como era tal melodia. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-221-23.html
Clama ao Senhor por Sua misericórdia. Está sendo perseguido. Seus inimigos o atacam o dia todo. Muitos, abertamente. Nem se preocupam em disfarçar ou armar armadilhas.
Diante dessa situação terrível, Davi canta uma frase simplesmente fantástica: “Quando eu tiver medo, confiarei em Ti”. Sabe que o medo virá. No Salmo anterior, cantou que estava tão apavorado, que não parava de tremer.
Muitas vezes, por mais que tentemos não temer, estamos sim, com medo. E o que fazer nesta situação? Davi diz que, quando temer, quando estiver com medo, quando estiver tremendo de medo, confiará no Senhor. E mais. Ele O louva por Suas promessas. Ainda não aconteceram. São promessas. Mas confia no Senhor. E, no fim, não temerá. O que podem lhe fazer os homens quando tem o Senhor por Seu escudo?
“Que podemos dizer diante de coisas tão maravilhosas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” – Romanos 8.31
Em sua canção, Davi conta que seus inimigos distorcem o que diz. Passam dias tramando prejudicá-lo. Reúnem-se para espioná-lo. Estão ansiosos para matá-lo. Pede que o Senhor os castigue. Sabe que o Senhor o conhece bem. Conhece bem todas as suas angústias. Está certo que suas lágrimas não são em vão. Todas foram recolhidas num jarro. Pelo Senhor. E registradas em Seu livro. Seu coração enxerga o Deus amoroso em quem confia. E isso, em meio às calúnias e perseguições que sofre.
Sabe que, quando clama ao Senhor, seus inimigos batem em retirada. Pode não saber muita coisa, mas tem certeza de saber pelo menos uma: O Senhor está ao seu lado. Por isso O louva. Louva por Suas promessas. Confia nEle. Não terá medo. Antes, cumprirá seus votos e oferecerá sacrifício de gratidão. Sabe que a gratidão é um sacrifício que, de fato, honra o Senhor (Salmo 50.23a). Ele o livrará da morte. Não deixará que tropece. A calma retornou. Pode andar em Sua presença. Pode andar em Sua luz. Que dá vida. Que o tira do vale da sombra da morte. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que sigamos seu exemplo. Quando o medo vier, vamos confiar no Senhor. Ofereçamos a Ele, sacrifícios de louvor. E continuemos em Seus caminhos, andando sob Sua luz.
Continuamos amanhã. Leremos do Salmo cinquenta e sete ao sessenta e um.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 7 de junho de 2019
Salmos 52.1-56.13
domingo, 24 de março de 2019
2 Samuel 8.1-18
Leitura do dia 24/03.
Na postagem anterior, vimos o desejo de Davi em construir uma casa para o Senhor. Natã o encorajou a fazer o que estava em seu coração. Mas o Senhor disse “não”. Davi não construiria uma casa para Ele. Davi ouviu o não do Senhor e nem questionou. Junto ouviu Suas maravilhosas promessas, de que sua casa teria uma dinastia eterna. Ele louvou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-71-29.html
Agora, continuamos através do capítulo oito de 2 Samuel.
Depois disto, Davi derrotou os filisteus. Ele os sujeitou. Conquistou até Gate, a maior cidade deles. Também conquistou Moabe. Mediu-os com uma corda, formando grupos. A cada grupo poupado, matava dois. Imagine que angústia! Eles passaram a lhe trazer tributos.
Davi derrotou Hadadezer. Tomou mil carros de guerra. Sete mil cavaleiros e vinte mil soldados da infantaria. Levou apenas cavalos suficientes para cem carros de guerra. O restante aleijou. É difícil imaginar essa cena, mas infelizmente era o costume da época.
Os sírios foram em ajuda de Hadadezer. Davi matou vinte e dois mil. Colocou destacamentos em Damasco, capital da Síria. Também passaram a lhe pagar tributos.
Ele levou para Jerusalém todos os escudos de ouro dos oficiais de Hadadezer e uma grande quantidade de bronze das cidades que pertenciam a esse rei. Imagine a grandeza e a glória de um exército cujos escudos de seus oficiais eram de ouro!
Toí, rei de Hamate, levou-lhe presentes. Objetos de ouro, prata e bronze. Era inimigo de Hadadezer e ficou satisfeito por Davi tê-lo derrotado.
Davi consagrou ao Senhor todos os presentes que recebera das nações que derrotara.
Seu nome ia se engrandecendo. Ficou ainda mais famoso quando derrotou os edomitas, no vale do Sal. Matou dezoito mil. Também colocou destacamentos no território de Edom, sujeitando-os.
O Senhor concedia vitória a Davi, por onde quer que fosse. O exército e ele lutavam, mas a vitória vinha do Senhor. Como deve ser. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html
Ele reinou sobre Israel com justiça. Fazendo o que era correto para seu povo.
Como precisamos de governantes assim! “Seu povo” significa que Davi amava Israel. Como precisamos de governantes que amem o Brasil!
Joabe, primo de Davi, filho de Zeruia, era o comandante do exército. Josafá, filho de Ailude, o historiador. Zadoque, filho de Aitube, e Aimeleque, filho de Abiatar eram os sacerdotes. Seraías era o secretário da corte. Benaia, filho de Joiada, era comandante da guarda pessoal do rei. Os filhos de Davi eram líderes.
Ainda leremos muito sobre Benaia, de todos os valentes de Davi, o meu preferido. Logo você saberá o motivo.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos o desejo de Davi em construir uma casa para o Senhor. Natã o encorajou a fazer o que estava em seu coração. Mas o Senhor disse “não”. Davi não construiria uma casa para Ele. Davi ouviu o não do Senhor e nem questionou. Junto ouviu Suas maravilhosas promessas, de que sua casa teria uma dinastia eterna. Ele louvou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-71-29.html
Agora, continuamos através do capítulo oito de 2 Samuel.
Depois disto, Davi derrotou os filisteus. Ele os sujeitou. Conquistou até Gate, a maior cidade deles. Também conquistou Moabe. Mediu-os com uma corda, formando grupos. A cada grupo poupado, matava dois. Imagine que angústia! Eles passaram a lhe trazer tributos.
Davi derrotou Hadadezer. Tomou mil carros de guerra. Sete mil cavaleiros e vinte mil soldados da infantaria. Levou apenas cavalos suficientes para cem carros de guerra. O restante aleijou. É difícil imaginar essa cena, mas infelizmente era o costume da época.
Os sírios foram em ajuda de Hadadezer. Davi matou vinte e dois mil. Colocou destacamentos em Damasco, capital da Síria. Também passaram a lhe pagar tributos.
Ele levou para Jerusalém todos os escudos de ouro dos oficiais de Hadadezer e uma grande quantidade de bronze das cidades que pertenciam a esse rei. Imagine a grandeza e a glória de um exército cujos escudos de seus oficiais eram de ouro!
Toí, rei de Hamate, levou-lhe presentes. Objetos de ouro, prata e bronze. Era inimigo de Hadadezer e ficou satisfeito por Davi tê-lo derrotado.
Davi consagrou ao Senhor todos os presentes que recebera das nações que derrotara.
Seu nome ia se engrandecendo. Ficou ainda mais famoso quando derrotou os edomitas, no vale do Sal. Matou dezoito mil. Também colocou destacamentos no território de Edom, sujeitando-os.
O Senhor concedia vitória a Davi, por onde quer que fosse. O exército e ele lutavam, mas a vitória vinha do Senhor. Como deve ser. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html
Ele reinou sobre Israel com justiça. Fazendo o que era correto para seu povo.
Como precisamos de governantes assim! “Seu povo” significa que Davi amava Israel. Como precisamos de governantes que amem o Brasil!
Joabe, primo de Davi, filho de Zeruia, era o comandante do exército. Josafá, filho de Ailude, o historiador. Zadoque, filho de Aitube, e Aimeleque, filho de Abiatar eram os sacerdotes. Seraías era o secretário da corte. Benaia, filho de Joiada, era comandante da guarda pessoal do rei. Os filhos de Davi eram líderes.
Ainda leremos muito sobre Benaia, de todos os valentes de Davi, o meu preferido. Logo você saberá o motivo.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quarta-feira, 20 de março de 2019
1 Samuel 26.1-27.12
Leitura do dia 20/03.
Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Samuel, meu preferido.
Ontem vimos Davi protegendo Queila, mas não sem antes pedir orientação ao Senhor, ainda que parecesse óbvio. Saul continua sua perseguição ferrenha. O Senhor o entregou nas mãos de Davi, mas ele o poupou. Não tocará no ungido do Senhor. Jamais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-241-22.html
Também vimos seu pedido a Nabal. Sua decisão de matar todos os homens daquela casa. E seu encontro com Abigail, mulher inteligente e bonita, que livrou sua casa da morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-251-44.html
Hoje continuamos nossa caminhada, do capítulo vinte e seis ao capítulo vinte e oito.
Nesta primeira postagem, leremos os capítulos vinte e seis e o vinte e sete.
Mais uma vez uns homens de Zife foram a Saul e lhe contaram onde Davi estava escondido. Novamente Saul escolhe três mil de seus melhores soldados. E sai em perseguição a Davi.
Davi fica sabendo. Envia espiões para confirmar. Depois de confirmado, ele mesmo vai ao acampamento. Quer dar uma olhada. Tentar descobrir alguma coisa.
Pergunta a Aimeleque, o hitita e a Abisai, filho de Zeruia quem se oferece para ir com ele. Abisai se oferece, mais que depressa.
Quando entram no acampamento, veem Saul e Abner dormindo dentro de um círculo formado por seus homens. A lança de Saul está fincada ao seu lado, no chão. Os soldados também dormem.
Abisai disse a Davi que agora, certamente, o Senhor o entregara em suas mãos. Pediu que Davi o deixasse ir e encravar a lança em Saul. Seria necessário apenas um golpe.
Davi ordena que Abisai não o mate. Ninguém que ataque o ungido do Senhor será considerado inocente. E mais uma vez pede que o Senhor o livre de matar seu ungido.
Davi pega a lança e o jarro de água que estavam perto de Saul. Vai embora. Ninguém os viu. Ninguém acordou. O Senhor fez cair um profundo sono sobre eles.
Como não admirar um homem desses? Enquanto Saul prepara armadilhas para matar Davi com as mãos de outros, Davi impede qualquer um que deseja matá-lo. E que autoridade ele tem! Consegue dominar seiscentos homens, que adorariam ter Davi como rei. Teriam suas dívidas perdoadas. Seria muito bom para eles.
Quando Davi está a uma distância segura, grita para Abner, chefe do exército de Saul, ordenando que acorde.
Abner fica indignado. Quem ele era para acordar o rei aos gritos?
Davi responde que Abner é um grande homem. Incomparável. Então, por que não protegeu o rei, seu senhor? Ele e seus homens mereciam morrer. Onde estão a lança e o jarro do rei?
Saul reconhece sua voz. Pergunta se era ele mesmo.
Davi responde que sim. E pergunta porque “seu senhor” continua a perseguí-lo. O que havia feito? Qual era seu crime?
Não consegue entender a inveja de Saul. Em nenhum momento seu reino correu qualquer risco de um golpe por Davi. Ele sabia esperar. Não colocaria “os carros à frente dos bois”. Esperaria o tempo do Senhor.
Fala a Saul que se foi o Senhor quem o incitou contra ele, que o Senhor aceite sua oferta. Mas, se foram os homens, que o Senhor os amaldiçoe. Por causa disso, Davi foi expulso de seu lar. Não pode mais viver entre seu povo. Querem que ele sirva a outros deuses. Será que deve morrer longe do Senhor, em terra estrangeira?
Saul responde que pecou. Manda Davi voltar para casa. Não mais o procurará para fazer-lhe mal. Sua vida foi considerara importante para Davi. Reconhece que tem sido insensato e tem cometido erros graves.
Davi pede que o rei mande um de seus servos para recuperar sua lança. Sua oração é que o Senhor considere sua vida preciosa, como considerou a vida de Saul.
Saul responde abençoando Davi. Sabe que realizará muitos feitos heroicos e com toda certeza será bem sucedido.
Mais um encontro entre os dois. Mais uma vez Davi poupa Saul. Mais uma vez Saul volta para casa. Davi não.
Ele pensa que um dia Saul o cercará. Resolve ir para a terra dos filisteus. Acha que lá estará seguro.
Ele e seus seiscentos homens vão a Aquis. Agora não teme. Não está mais sozinho. Davi, seus homens e suas famílias se estabelecem em Gate.
Quando Saul fica sabendo, deixa de perseguí-los.
Davi pede a Gate para morar no campo. Não via necessidade de morar na cidade real. Aquis lhe dá Ziclague.
Dali, Davi e seus homens partiam e atacavam os gesuritas, os gersitas e os amalequitas. Não deixava ninguém vivo, para que Aquis não soubesse onde estava atacando.
Quando Aqui perguntava, dizia que havia atacado o sul de Judá, a região dos jerameelitas e dos queneus, assim o rei acreditava que Davi era odiado em Israel e o serviria para sempre.
Que aprendamos a agir com Davi. Esperar o tempo certo para o cumprimento das palavras do Senhor, sem passar por cima de nada, muito menos de alguém.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Samuel, meu preferido.
Ontem vimos Davi protegendo Queila, mas não sem antes pedir orientação ao Senhor, ainda que parecesse óbvio. Saul continua sua perseguição ferrenha. O Senhor o entregou nas mãos de Davi, mas ele o poupou. Não tocará no ungido do Senhor. Jamais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-241-22.html
Também vimos seu pedido a Nabal. Sua decisão de matar todos os homens daquela casa. E seu encontro com Abigail, mulher inteligente e bonita, que livrou sua casa da morte.
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Hoje continuamos nossa caminhada, do capítulo vinte e seis ao capítulo vinte e oito.
Nesta primeira postagem, leremos os capítulos vinte e seis e o vinte e sete.
Mais uma vez uns homens de Zife foram a Saul e lhe contaram onde Davi estava escondido. Novamente Saul escolhe três mil de seus melhores soldados. E sai em perseguição a Davi.
Davi fica sabendo. Envia espiões para confirmar. Depois de confirmado, ele mesmo vai ao acampamento. Quer dar uma olhada. Tentar descobrir alguma coisa.
Pergunta a Aimeleque, o hitita e a Abisai, filho de Zeruia quem se oferece para ir com ele. Abisai se oferece, mais que depressa.
Quando entram no acampamento, veem Saul e Abner dormindo dentro de um círculo formado por seus homens. A lança de Saul está fincada ao seu lado, no chão. Os soldados também dormem.
Abisai disse a Davi que agora, certamente, o Senhor o entregara em suas mãos. Pediu que Davi o deixasse ir e encravar a lança em Saul. Seria necessário apenas um golpe.
Davi ordena que Abisai não o mate. Ninguém que ataque o ungido do Senhor será considerado inocente. E mais uma vez pede que o Senhor o livre de matar seu ungido.
Davi pega a lança e o jarro de água que estavam perto de Saul. Vai embora. Ninguém os viu. Ninguém acordou. O Senhor fez cair um profundo sono sobre eles.
Como não admirar um homem desses? Enquanto Saul prepara armadilhas para matar Davi com as mãos de outros, Davi impede qualquer um que deseja matá-lo. E que autoridade ele tem! Consegue dominar seiscentos homens, que adorariam ter Davi como rei. Teriam suas dívidas perdoadas. Seria muito bom para eles.
Quando Davi está a uma distância segura, grita para Abner, chefe do exército de Saul, ordenando que acorde.
Abner fica indignado. Quem ele era para acordar o rei aos gritos?
Davi responde que Abner é um grande homem. Incomparável. Então, por que não protegeu o rei, seu senhor? Ele e seus homens mereciam morrer. Onde estão a lança e o jarro do rei?
Saul reconhece sua voz. Pergunta se era ele mesmo.
Davi responde que sim. E pergunta porque “seu senhor” continua a perseguí-lo. O que havia feito? Qual era seu crime?
Não consegue entender a inveja de Saul. Em nenhum momento seu reino correu qualquer risco de um golpe por Davi. Ele sabia esperar. Não colocaria “os carros à frente dos bois”. Esperaria o tempo do Senhor.
Fala a Saul que se foi o Senhor quem o incitou contra ele, que o Senhor aceite sua oferta. Mas, se foram os homens, que o Senhor os amaldiçoe. Por causa disso, Davi foi expulso de seu lar. Não pode mais viver entre seu povo. Querem que ele sirva a outros deuses. Será que deve morrer longe do Senhor, em terra estrangeira?
Saul responde que pecou. Manda Davi voltar para casa. Não mais o procurará para fazer-lhe mal. Sua vida foi considerara importante para Davi. Reconhece que tem sido insensato e tem cometido erros graves.
Davi pede que o rei mande um de seus servos para recuperar sua lança. Sua oração é que o Senhor considere sua vida preciosa, como considerou a vida de Saul.
Saul responde abençoando Davi. Sabe que realizará muitos feitos heroicos e com toda certeza será bem sucedido.
Mais um encontro entre os dois. Mais uma vez Davi poupa Saul. Mais uma vez Saul volta para casa. Davi não.
Ele pensa que um dia Saul o cercará. Resolve ir para a terra dos filisteus. Acha que lá estará seguro.
Ele e seus seiscentos homens vão a Aquis. Agora não teme. Não está mais sozinho. Davi, seus homens e suas famílias se estabelecem em Gate.
Quando Saul fica sabendo, deixa de perseguí-los.
Davi pede a Gate para morar no campo. Não via necessidade de morar na cidade real. Aquis lhe dá Ziclague.
Dali, Davi e seus homens partiam e atacavam os gesuritas, os gersitas e os amalequitas. Não deixava ninguém vivo, para que Aquis não soubesse onde estava atacando.
Quando Aqui perguntava, dizia que havia atacado o sul de Judá, a região dos jerameelitas e dos queneus, assim o rei acreditava que Davi era odiado em Israel e o serviria para sempre.
Que aprendamos a agir com Davi. Esperar o tempo certo para o cumprimento das palavras do Senhor, sem passar por cima de nada, muito menos de alguém.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 19 de março de 2019
1 Samuel 23.1-29
Leitura do dia 19/03.
Continuamos nossa caminhada através de 1 Samuel.
Estamos quase terminando este maravilhoso livro. Não quero acabar. Quero ler de novo e de novo. Tantas lições escondidas dentro de suas páginas!
Ontem vimos Jônatas e Davi unirem-se para descobrir se realmente Saul estava decidido a matar Davi. Estava.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html
Também vimos Davi fugindo de Saul e buscando ajuda com o sacerdote Aimeleque. Depois se escondeu na caverna de Adulão, onde quatrocentos homens se uniram a ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
E, com muita tristeza, vimos Saul mandar matar Aimeleque e toda a sua família. 85 sacerdotes! Sua loucura cada vez maior. É muito triste quando alguém se afasta do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-221-23.html
Hoje, caminharemos através dos versículos vinte e três a vinte e cinco de 1 Samuel.
Na primeira postagem, o capítulo vinte e três.
Davi recebeu uma notícia. A cidade de Queila estava sendo atacada pelos filisteus. Estavam roubando as colheitas. Qual a atitude de um homem como Davi? Ele precisa salvar a cidade, é lógico. Foi ungido rei. Sabe que um dia ocupará esse lugar.
Mas não sai correndo feito um louco como se “fosse tirar a mãe da forca”. Não, ele sabe que livrar Queila e suas colheitas dos filisteus é importante. Não mais importante porém, que perguntar ao Senhor se deve ir. Se esta missão é dele, naquele momento.
Ele pergunta ao Senhor. O Senhor responde que sim, deve ir. E livrar Queila. Os homens de Davi não concordam. Falam que estão temerosos escondidos em Judá. Quanto mais, se forem lutar com os filisteus em Queila!
O que fazer? Davi consultou novamente o Senhor. E, novamente o Senhor lhe responde que deveria ir. Ele entregaria os filisteus em suas mãos. Agora, que o Senhor deu o resultado da batalha, os homens tomaram coragem. Ele e Davi foram a Queila.
Os filisteus foram massacrados. E saqueados. Davi e seus homens tomaram todos os seus rebanhos. E libertaram o povo de Queila.
Saul ficou sabendo que Davi estava lá. Gostou muito da notícia. Dessa vez Davi não lhe escaparia. Ele estava encurralado, em uma cidade com portões e trancas. Saul acredita que o Senhor o entregara em suas mãos. Reuniu todo seu exército para ir a Queila e cercar Davi e seus homens.
Saul já está de tal forma desnorteado, que acredita que o Senhor o entregou Davi.
Davi fica sabendo dos planos de Saul. O que fazer? Qual seria nosso primeiro pensamento? Fugir?
Davi não. Seu primeiro pensamento é orar. Ele pergunta ao Senhor se Saul realmente irá atrás dele. O Senhor responde que sim. Então pergunta se os homens de Queila o entregarão, mesmo tendo ele acabado de salvar a cidade. O Senhor responde que sim, eles o entregarão.
Ele e seus homens fogem. Agora não são mais quatrocentos, são seiscentos homens. Andando sem rumo.
Quando Saul foi avisado de que Davi saiu de Queila, não foi mais para lá.
Davi ficou nas fortalezas do deserto. Saul o perseguia o tempo todo. Mas o Senhor não deixou que fosse achado.
Ah, se nós precisamos fugir para o deserto, que fiquemos nas fortalezas, como Davi. O Senhor estará conosco. Não permitirá que nossos inimigos nos encontrem. Ele nos esconderá embaixo de Suas asas. Estaremos seguros.
Certa vez, perto de Horesa, Davi ficou sabendo que Saul estava a caminho do deserto de Zife para matá-lo.
Algo lindo acontece. Jônatas vai a seu encontro. Anima Davi a permanecer firme no Senhor. A não temer. Sabe que seu pai nunca o encontraria e compartilhou sua convicção com Davi. Ele seria rei de Israel e Jônatas seria o segundo no reino. Jônatas disse a Davi que Saul também sabia disso.
Repito, que homem é esse Jônatas? Não se importa em ser o segundo. Sabe que Davi foi ungido rei. Não tem a pretensão de ficar com seu lugar. Quer estar no lugar que o Senhor tem para ele
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-incontestavel.html (não deixe de ler).
Eles renovam seus votos de amizade eterna. Jônatas, que não está com seu pai, perseguindo Davi, volta para casa. Davi continua em Horesa.
Os habitantes de Zife (tenho vontade de lhes dar uns cascudos, no mínimo), vão até Saul e lhe dizem que sabem onde Davi está escondido. Saul fica feliz. “Finalmente alguém se preocupou comigo”. Sua resposta é característica de sua condição deplorável. Comiseração.
Ele responde aos homens de Zife que, assim que encontrarem seu esconderijo, o avisem. Ele irá em seguida.
Davi e seus homens foram ainda para mais dentro do deserto, até à grande rocha. Lugar perfeito para se esconder. Na grande rocha que é Jesus.
Saul continua a procurá-lo. É sua obsessão. Não desiste. A perseguição fica ferrenha. Estão lado a lado. Cada um em uma montanha. Mas, no instante exato em que Saul e seus homens cercaram Davi e seus homens, para prendê-los, chegou uma mensagem. Ufa!
É assim que o Senhor age. Nunca chega atrasado. É no instante exato.
A mensagem dizia que os filisteus estavam atacando Israel. Saul voltou correndo para lutar contra eles. Aquele lugar passou a ser chamado Selá-Hamalecote, “Pedra de escape”.
Jesus é nossa Selá-Hamalecote. Nosso escape sempre está nEle.
Davi saiu daquela região. Foi morar na região de En-Gedi.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada através de 1 Samuel.
Estamos quase terminando este maravilhoso livro. Não quero acabar. Quero ler de novo e de novo. Tantas lições escondidas dentro de suas páginas!
Ontem vimos Jônatas e Davi unirem-se para descobrir se realmente Saul estava decidido a matar Davi. Estava.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html
Também vimos Davi fugindo de Saul e buscando ajuda com o sacerdote Aimeleque. Depois se escondeu na caverna de Adulão, onde quatrocentos homens se uniram a ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
E, com muita tristeza, vimos Saul mandar matar Aimeleque e toda a sua família. 85 sacerdotes! Sua loucura cada vez maior. É muito triste quando alguém se afasta do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-221-23.html
Hoje, caminharemos através dos versículos vinte e três a vinte e cinco de 1 Samuel.
Na primeira postagem, o capítulo vinte e três.
Davi recebeu uma notícia. A cidade de Queila estava sendo atacada pelos filisteus. Estavam roubando as colheitas. Qual a atitude de um homem como Davi? Ele precisa salvar a cidade, é lógico. Foi ungido rei. Sabe que um dia ocupará esse lugar.
Mas não sai correndo feito um louco como se “fosse tirar a mãe da forca”. Não, ele sabe que livrar Queila e suas colheitas dos filisteus é importante. Não mais importante porém, que perguntar ao Senhor se deve ir. Se esta missão é dele, naquele momento.
Ele pergunta ao Senhor. O Senhor responde que sim, deve ir. E livrar Queila. Os homens de Davi não concordam. Falam que estão temerosos escondidos em Judá. Quanto mais, se forem lutar com os filisteus em Queila!
O que fazer? Davi consultou novamente o Senhor. E, novamente o Senhor lhe responde que deveria ir. Ele entregaria os filisteus em suas mãos. Agora, que o Senhor deu o resultado da batalha, os homens tomaram coragem. Ele e Davi foram a Queila.
Os filisteus foram massacrados. E saqueados. Davi e seus homens tomaram todos os seus rebanhos. E libertaram o povo de Queila.
Saul ficou sabendo que Davi estava lá. Gostou muito da notícia. Dessa vez Davi não lhe escaparia. Ele estava encurralado, em uma cidade com portões e trancas. Saul acredita que o Senhor o entregara em suas mãos. Reuniu todo seu exército para ir a Queila e cercar Davi e seus homens.
Saul já está de tal forma desnorteado, que acredita que o Senhor o entregou Davi.
Davi fica sabendo dos planos de Saul. O que fazer? Qual seria nosso primeiro pensamento? Fugir?
Davi não. Seu primeiro pensamento é orar. Ele pergunta ao Senhor se Saul realmente irá atrás dele. O Senhor responde que sim. Então pergunta se os homens de Queila o entregarão, mesmo tendo ele acabado de salvar a cidade. O Senhor responde que sim, eles o entregarão.
Ele e seus homens fogem. Agora não são mais quatrocentos, são seiscentos homens. Andando sem rumo.
Quando Saul foi avisado de que Davi saiu de Queila, não foi mais para lá.
Davi ficou nas fortalezas do deserto. Saul o perseguia o tempo todo. Mas o Senhor não deixou que fosse achado.
Ah, se nós precisamos fugir para o deserto, que fiquemos nas fortalezas, como Davi. O Senhor estará conosco. Não permitirá que nossos inimigos nos encontrem. Ele nos esconderá embaixo de Suas asas. Estaremos seguros.
Certa vez, perto de Horesa, Davi ficou sabendo que Saul estava a caminho do deserto de Zife para matá-lo.
Algo lindo acontece. Jônatas vai a seu encontro. Anima Davi a permanecer firme no Senhor. A não temer. Sabe que seu pai nunca o encontraria e compartilhou sua convicção com Davi. Ele seria rei de Israel e Jônatas seria o segundo no reino. Jônatas disse a Davi que Saul também sabia disso.
Repito, que homem é esse Jônatas? Não se importa em ser o segundo. Sabe que Davi foi ungido rei. Não tem a pretensão de ficar com seu lugar. Quer estar no lugar que o Senhor tem para ele
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-incontestavel.html (não deixe de ler).
Eles renovam seus votos de amizade eterna. Jônatas, que não está com seu pai, perseguindo Davi, volta para casa. Davi continua em Horesa.
Os habitantes de Zife (tenho vontade de lhes dar uns cascudos, no mínimo), vão até Saul e lhe dizem que sabem onde Davi está escondido. Saul fica feliz. “Finalmente alguém se preocupou comigo”. Sua resposta é característica de sua condição deplorável. Comiseração.
Ele responde aos homens de Zife que, assim que encontrarem seu esconderijo, o avisem. Ele irá em seguida.
Davi e seus homens foram ainda para mais dentro do deserto, até à grande rocha. Lugar perfeito para se esconder. Na grande rocha que é Jesus.
Saul continua a procurá-lo. É sua obsessão. Não desiste. A perseguição fica ferrenha. Estão lado a lado. Cada um em uma montanha. Mas, no instante exato em que Saul e seus homens cercaram Davi e seus homens, para prendê-los, chegou uma mensagem. Ufa!
É assim que o Senhor age. Nunca chega atrasado. É no instante exato.
A mensagem dizia que os filisteus estavam atacando Israel. Saul voltou correndo para lutar contra eles. Aquele lugar passou a ser chamado Selá-Hamalecote, “Pedra de escape”.
Jesus é nossa Selá-Hamalecote. Nosso escape sempre está nEle.
Davi saiu daquela região. Foi morar na região de En-Gedi.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 18 de março de 2019
1 Samuel 22.1-23
Leitura do dia 18/03.
Na postagem anterior, vimos Davi encontrar-se com Aimeleque, o sacerdote. Tomar a espada de Golias e os pães sagrados para alimentar-se. Ele foi até Gate, mas teve medo de ficar na corte de Aquis e ser morto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Continuamos agora através do capítulo vinte e dois de 1 Samuel.
Davi fugiu de Gate. Escondeu-se na caverna de Adulão. Quando seus irmãos e parentes souberam, foram encontrar-se com ele.
Imagine e dificuldade de, nesta época, ser irmão e parente de Davi, o perseguido?
Homens aflitos, endividados e descontentes se uniram a ele. Conheciam sua fama. Queriam um líder. Precisavam de um. Logo Davi liderava aproximadamente quatrocentos homens. Que não deviam ter o temperamento fácil.
Davi, um filho honrado, preocupava-se com seus pais. Foi ao rei de Moabe e pediu para deixar que seus pais morassem ali, até que soubesse o que o Senhor faria com ele. Não até que soubesse o que aconteceria. Ou até que matasse Saul. Ou até que se tornasse rei de Israel. Mas, até que soubesse o que o Senhor faria. Com ele.
Como não admirar um homem desses? Está encurralado. Morando em uma caverna. Com quatrocentos homens que precisam de liderança e controle. Mas sabe que precisa descobrir a vontade do Senhor para sua vida. É o que realmente importa. Não os acontecimentos. A vontade do Senhor.
Davi deixou seus pais em Moabe e voltou para a fortaleza. Um dia o profeta Gade ordenou-lhe que deixasse a fortaleza e voltasse à Judá. Davi obedeceu. Foi para o bosque de Herete.
Quando Saul ficou sabendo, estava sentado embaixo de uma árvore na colina de Gibeá. Cercado por seus homens. Com sua lança na mão. Parece que não desgruda mais dela. Agora que não tem o Senhor, precisa grudar em alguma coisa para sentir-se seguro.
Ele pergunta aos homens de Benjamim se “aquele filho de Jessé” (parece que quando alguém é odiado, seu nome é evitado) prometeu alguma coisa para eles. Suas perguntas revelam claramente um homem magoado, frustrado, egocêntrico e cheio de autocomiseração.
Choraminga que ninguém lhe contou quando seu filho assumiu um compromisso com “o filho de Jessé”. Ninguém teve pena dele.
Em sua loucura, fala que Jônatas, seu filho, pretende matá-lo, juntamente com Davi. Davi só está fugindo. Nunca se voltou contra ele. E Jônatas? Leal, tanto ao amigo, quanto ao pai.
Mas, havia um homem ali, Doegue. Lembra? Ele conta a Saul que viu “o filho de Jessé” conversando com Aimeleque, quando estava em Nobe. Aimeleque, inclusive, consultou ao Senhor em seu favor. Depois, deu-lhe alimento e a espada que fora de Golias.
É, esse homem, estava com as orelhas em pé e os olhos atentos.
Saul mandou chamar Aimeleque e toda sua família que servia como sacerdote. Eles foram até o rei. Quando chegaram, Saul gritou. Que “o filho de Aitube” escutasse.
Devia ser uma ofensa muito grande não pronunciar o nome do odiado.
Aimeleque respondeu humildemente ao rei. Saul lhe pergunta por qual motivo ele e “o filho de Jessé” conspiraram contra ele. Por que lhe deu alimento e uma espada? Por que consultou ao Senhor por ele? E, pasme: porque instigou Davi a matá-lo? Sim, Saul diz que é o que Davi está procurando naquele dia, instigado por Aimeleque. Sua loucura está cada vez mais terrível.
Aimeleque responde que não existe ninguém mais fiel ao rei que Davi. Todos sabem disso. É o capitão de sua guarda pessoal. Membro muito honrado de sua casa. Havia consultado ao Senhor outras vezes em seu favor. Além disso, defende-se dizendo que o rei não pode acusá-lo. Não sabia de nenhuma conspiração.
O rei ordena que sua guarda pessoal mate Aimeleque e sua família. Eles haviam sim, conspirado contra ele. Sabiam que Davi estava fugindo dele e não fizeram nada.
Consegue reconhecer os sintomas de Saul? Está esquizofrênico.
Seus homens se negam a matar os sacerdotes do Senhor. Era uma ordem muito errada. Com certeza, com graves consequências.
O rei então ordenou a Doegue. Ele os matou. Oitenta e cinco sacerdotes. Estavam todos vestidos com suas túnicas de linho. Não contente, foi a Nobe, a cidade dos sacerdotes, e matou suas famílias. Homens, mulheres, crianças. Até recém-nascidos. Além do gado, jumentos e ovelhas. Não havia temor do Senhor no coração deste homem.
Mas, um conseguiu escapar. Apenas um. Abiatar. Filho de Aimeleque. Fugiu e correu para encontrar Davi. Contou-lhe o ocorrido.
Davi sentiu-se responsável por todas aquelas mortes. Vira Doegue. Sabia que contaria a Saul.
Pediu que Abiatar ficasse com ele. Cuidaria dele. Protegeria. Abiatar podia ter certeza que, com Davi, estaria seguro.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e três a vinte e cinco.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos Davi encontrar-se com Aimeleque, o sacerdote. Tomar a espada de Golias e os pães sagrados para alimentar-se. Ele foi até Gate, mas teve medo de ficar na corte de Aquis e ser morto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Continuamos agora através do capítulo vinte e dois de 1 Samuel.
Davi fugiu de Gate. Escondeu-se na caverna de Adulão. Quando seus irmãos e parentes souberam, foram encontrar-se com ele.
Imagine e dificuldade de, nesta época, ser irmão e parente de Davi, o perseguido?
Homens aflitos, endividados e descontentes se uniram a ele. Conheciam sua fama. Queriam um líder. Precisavam de um. Logo Davi liderava aproximadamente quatrocentos homens. Que não deviam ter o temperamento fácil.
Davi, um filho honrado, preocupava-se com seus pais. Foi ao rei de Moabe e pediu para deixar que seus pais morassem ali, até que soubesse o que o Senhor faria com ele. Não até que soubesse o que aconteceria. Ou até que matasse Saul. Ou até que se tornasse rei de Israel. Mas, até que soubesse o que o Senhor faria. Com ele.
Como não admirar um homem desses? Está encurralado. Morando em uma caverna. Com quatrocentos homens que precisam de liderança e controle. Mas sabe que precisa descobrir a vontade do Senhor para sua vida. É o que realmente importa. Não os acontecimentos. A vontade do Senhor.
Davi deixou seus pais em Moabe e voltou para a fortaleza. Um dia o profeta Gade ordenou-lhe que deixasse a fortaleza e voltasse à Judá. Davi obedeceu. Foi para o bosque de Herete.
Quando Saul ficou sabendo, estava sentado embaixo de uma árvore na colina de Gibeá. Cercado por seus homens. Com sua lança na mão. Parece que não desgruda mais dela. Agora que não tem o Senhor, precisa grudar em alguma coisa para sentir-se seguro.
Ele pergunta aos homens de Benjamim se “aquele filho de Jessé” (parece que quando alguém é odiado, seu nome é evitado) prometeu alguma coisa para eles. Suas perguntas revelam claramente um homem magoado, frustrado, egocêntrico e cheio de autocomiseração.
Choraminga que ninguém lhe contou quando seu filho assumiu um compromisso com “o filho de Jessé”. Ninguém teve pena dele.
Em sua loucura, fala que Jônatas, seu filho, pretende matá-lo, juntamente com Davi. Davi só está fugindo. Nunca se voltou contra ele. E Jônatas? Leal, tanto ao amigo, quanto ao pai.
Mas, havia um homem ali, Doegue. Lembra? Ele conta a Saul que viu “o filho de Jessé” conversando com Aimeleque, quando estava em Nobe. Aimeleque, inclusive, consultou ao Senhor em seu favor. Depois, deu-lhe alimento e a espada que fora de Golias.
É, esse homem, estava com as orelhas em pé e os olhos atentos.
Saul mandou chamar Aimeleque e toda sua família que servia como sacerdote. Eles foram até o rei. Quando chegaram, Saul gritou. Que “o filho de Aitube” escutasse.
Devia ser uma ofensa muito grande não pronunciar o nome do odiado.
Aimeleque respondeu humildemente ao rei. Saul lhe pergunta por qual motivo ele e “o filho de Jessé” conspiraram contra ele. Por que lhe deu alimento e uma espada? Por que consultou ao Senhor por ele? E, pasme: porque instigou Davi a matá-lo? Sim, Saul diz que é o que Davi está procurando naquele dia, instigado por Aimeleque. Sua loucura está cada vez mais terrível.
Aimeleque responde que não existe ninguém mais fiel ao rei que Davi. Todos sabem disso. É o capitão de sua guarda pessoal. Membro muito honrado de sua casa. Havia consultado ao Senhor outras vezes em seu favor. Além disso, defende-se dizendo que o rei não pode acusá-lo. Não sabia de nenhuma conspiração.
O rei ordena que sua guarda pessoal mate Aimeleque e sua família. Eles haviam sim, conspirado contra ele. Sabiam que Davi estava fugindo dele e não fizeram nada.
Consegue reconhecer os sintomas de Saul? Está esquizofrênico.
Seus homens se negam a matar os sacerdotes do Senhor. Era uma ordem muito errada. Com certeza, com graves consequências.
O rei então ordenou a Doegue. Ele os matou. Oitenta e cinco sacerdotes. Estavam todos vestidos com suas túnicas de linho. Não contente, foi a Nobe, a cidade dos sacerdotes, e matou suas famílias. Homens, mulheres, crianças. Até recém-nascidos. Além do gado, jumentos e ovelhas. Não havia temor do Senhor no coração deste homem.
Mas, um conseguiu escapar. Apenas um. Abiatar. Filho de Aimeleque. Fugiu e correu para encontrar Davi. Contou-lhe o ocorrido.
Davi sentiu-se responsável por todas aquelas mortes. Vira Doegue. Sabia que contaria a Saul.
Pediu que Abiatar ficasse com ele. Cuidaria dele. Protegeria. Abiatar podia ter certeza que, com Davi, estaria seguro.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e três a vinte e cinco.
Espero você. Até lá.
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1 Samuel 21.1-14
Leitura do dia 18/03.
Na postagem anterior, vimos que Saul decidiu matar Davi. Ele precisa fugir. Jônatas, seu grande amigo, o ajuda. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html
Continuamos agora, através do capítulo vinte e um de 1 Samuel.
Davi vai até Nobe para encontrar-se com o sacerdote Aimeleque. Quando Aimeleque o viu, teve medo. O que Davi estava fazendo ali sozinho?
Davi disse-lhe que estava em uma missão secreta. Pediu algo para comer.
O sacerdote disse que não tinha nada além dos pães consagrados ao Senhor. Se ninguém tivesse se contaminado deitando-se com mulher, podia comer. Davi pegou os pães sagrados, que haviam sido trocados naquele dia. Estavam frescos.
Sempre há pães frescos na presença do Senhor, disponíveis para nós.
Também perguntou se havia alguma lança ou espada que pudesse usar. Havia saído tão apressadamente que não teve tempo de armar-se.
A espada de Golias estava ali. Era a única arma. Aimeleque disse que Davi podia levá-la.
Um problema: Doegue, de Edom, chefe dos pastores de Saul, estava ali cumprindo alguma promessa ao Senhor e viu Davi. Será que contará a Saul que o viu ali?
Davi pegou a espada e os pães. Fugiu até Gate. Apresentou-se ao rei Aquis. Mas, enquanto estava ali, ouviu os oficiais do rei perguntando entre si se aquele não era Davi, o rei da terra de Israel, que cantavam a canção (aquela que Saul detestava) que Saul matou milhares e Davi dezena de milhares.
Quando Davi ouviu esses comentários ficou com muito medo de ser morto. Como não podia fingir-se de morto, fingiu-se de louco. Começou a arranhar as portas e a babar.
Aquis ficou indignado. Precisavam levar a ele mais um louco? Não bastavam todos os que já estavam ali? É, parece que palácios são lugares de loucos...
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos que Saul decidiu matar Davi. Ele precisa fugir. Jônatas, seu grande amigo, o ajuda. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html
Continuamos agora, através do capítulo vinte e um de 1 Samuel.
Davi vai até Nobe para encontrar-se com o sacerdote Aimeleque. Quando Aimeleque o viu, teve medo. O que Davi estava fazendo ali sozinho?
Davi disse-lhe que estava em uma missão secreta. Pediu algo para comer.
O sacerdote disse que não tinha nada além dos pães consagrados ao Senhor. Se ninguém tivesse se contaminado deitando-se com mulher, podia comer. Davi pegou os pães sagrados, que haviam sido trocados naquele dia. Estavam frescos.
Sempre há pães frescos na presença do Senhor, disponíveis para nós.
Também perguntou se havia alguma lança ou espada que pudesse usar. Havia saído tão apressadamente que não teve tempo de armar-se.
A espada de Golias estava ali. Era a única arma. Aimeleque disse que Davi podia levá-la.
Um problema: Doegue, de Edom, chefe dos pastores de Saul, estava ali cumprindo alguma promessa ao Senhor e viu Davi. Será que contará a Saul que o viu ali?
Davi pegou a espada e os pães. Fugiu até Gate. Apresentou-se ao rei Aquis. Mas, enquanto estava ali, ouviu os oficiais do rei perguntando entre si se aquele não era Davi, o rei da terra de Israel, que cantavam a canção (aquela que Saul detestava) que Saul matou milhares e Davi dezena de milhares.
Quando Davi ouviu esses comentários ficou com muito medo de ser morto. Como não podia fingir-se de morto, fingiu-se de louco. Começou a arranhar as portas e a babar.
Aquis ficou indignado. Precisavam levar a ele mais um louco? Não bastavam todos os que já estavam ali? É, parece que palácios são lugares de loucos...
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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