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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Gênesis 11.1-9

Leitura do dia 04/01 (Leitura Bíblica Anual).

Leitura do dia 10/01, terça-feira (Leitura Pedacinho por Pedacinho).

Na postagem anterior vimos Gênesis 8.1 a 10.32.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-81-1032.html

Hoje, nossa leitura será do capítulo onze ao quatorze. Nessa primeira postagem, apenas de Gênesis 11.1-9, a Torre de Babel.

Ontem vimos sobre Ninrode, primeiro guerreiro valente da terra. Seu reinado foi em Babel.

Até essa época os homens falavam a mesma língua. Quando chegaram a uma planície na terra da Babilônia, revolveram construir. Falaram uns aos outros que deveriam fazer tijolos e endurecê-los no fogo. Naquela região, esse era o costume. Não construíam com pedras e argamassas. Construíam com tijolos e betume. Depois que iniciaram a construção, resolveram fazer algo mais. Pensaram em construir uma torre. Uma torre muito alta, que chegaria até o céu.

Construir é pecado? Claro que não. Mas o final do versículo quatro revela o coração desses homens. Olhe lá. Eles queriam ficar famosos. Criar um nome para si. Não serem espalhados pelo mundo. Queriam ficar ali, intactos, como uma torre. Não queriam obedecer à ordem do Senhor que era espalhar-se pelo mundo e povoar a terra. Era uma desobediência direta às Suas ordens. E o Senhor interviu. Confundiu a língua daquelas pessoas. A construção teve que ser abandonada. Não conseguiam mais se comunicar. Ninguém entendia ninguém. Virou uma confusão só. Esse é o significado de Babel, "confusão".

Imagino que começaram a procurar as pessoas que conseguiam se entender e assim, foram se espalhando pelo mundo, como o Senhor ordenara.

Sempre é mais fácil obedecer do que ser levado. Lembra de Jonas? Não quis obedecer. Deveria ir para Nínive. Foi para Társis. O Senhor o levou até lá. Dentro do ventre de um peixe. Seria melhor ter ido em um navio ou por terra. A experiência não foi nada agradável (Jonas 1.1-3.1).
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-21-411.html

Que possamos aprender essa lição e obedecermos ao Senhor, logo da primeira vez. Com alegria. Com certeza, será bem melhor. Para nós mesmos.

Continuamos na próxima postagem. Ainda hoje. Até já.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Gênesis 8.1-10.32

Leitura do dia 03/01 (Leitura Bíblica Anual).

Leitura do dia 09/01, segunda-feira (Leitura Pedacinho por Pedacinho).

Na postagem anterior vimos Gênesis 5.1 a 7.24.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/na-postagem-anterior-lemoso-capitulo.html

Hoje, nossa leitura abrange os capítulos oito, nove e dez de Gênesis.

O capítulo oito começa com uma afirmação que amo: “Então Deus se lembrou..."
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/quando-deus-se-lembra.html

O Senhor se lembrou de Noé e dos animais que estavam com ele. Não que o Senhor houvesse esquecido. Essa é uma lembrança que traz ação. Quando se lembrou, soprou um vento sobre a terra. As águas começaram a secar. Foram baixando aos poucos. Depois de cento e cinquenta dias, a arca parou sobre as montanhas de Ararate. Cento e cinquenta dias! E Noé ainda estava na arca. Ele, sua família e os animais, que, àquela altura, já haviam crescido e se multiplicado.

Noé aguardou mais quarenta dias. Então soltou um corvo, que ia e voltava. Soltou também uma pomba. Ela não encontrou onde pousar e voltou para ele. Noé esperou mais dias. Soltou novamente. Ela foi e voltou. Agora, com um ramo de oliveira no bico. Esperou mais sete dias e a soltou outra vez. Ela não voltou.

Dez meses e meio depois do início do dilúvio, Noé abriu a cobertura da arca. Viu que o solo estava praticamente seco. Não tentou abrir a porta da arca, arrombando-a. Esperou o tempo do Senhor. Será que aguentaríamos? 

Para minha vergonha, credito que eu tentaria arrombar. Quantas vezes tento abrir a porta porque considero que já fiquei bastante tempo na arca. Sua misericórdia me poupa, deixando a porta fechada até a hora certa. Embora, muitas vezes eu continue tentando abrir. Algumas vezes, além de abrir a cobertura da arca, tento imaginar um meio de sair por ali. Felizmente não consigo. Preciso esperar o Senhor. Sossegar. E esperar nEle.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/a-tempestade-em-meio-ao-mar.html

Dois meses se passaram. A porta continua fechada. A terra ficou completamente seca. Então, só então, o Senhor ordena que Noé saia da arca. A saída foi tranquila. Sem nenhum desespero. Sua família saiu. Depois um casal de animal por vez.

Spurgeon disse que “a verdadeira fé vai com frequência à janela”. Precisamos desse exercício, para ver além, para enxergar por fé e não por vistas. Olhar a janela e saber que precisamos esperar a terra estar completamente seca. E o Senhor abrir a porta.

Quantas vezes lemos esse texto e pensamos que Noé permaneceu apenas quarenta dias na arca. Não. Foi mais de um ano ali dentro. E ninguém, nem os animais, saíram como quando éramos crianças e o sinal da escola tocava ao final das aulas. Lembra? Uma correria só. Um verdadeiro atropelo.

Quando todos saíram, Noé não foi passear. Não foi descansar. Não. Também não construiu uma casa para si. Primeiro, construiu um altar ao Senhor e ofereceu sacrifícios ali. O Senhor se agradou de Noé e de seu sacrifício. Disse que nunca mais destruiria a terra por causa do ser humano. Nem destruiria todos os seres vivos. Ainda que todos os pensamentos e propósitos do homem se inclinassem para o mal, desde sua infância.

O Senhor abençoou Noé e seus filhos. Ordenou que fossem férteis, multiplicassem e enchessem a terra. Disse-lhes que os animais teriam medo deles, que os havia colocado sob o domínio do homem.
E, assim como o Senhor havia dado os cereais e vegetais por alimento, estava dando agora, os animais. É a primeira vez que se fala em animais como alimento.

O Senhor deu um alerta. Que nunca se comesse a carne com o sangue, porque o sangue é vida. Também disse que requereria o sangue de qualquer que tirasse a vida de alguém. Até se um animal selvagem matasse alguém, deveria ser morto. E se alguém cometesse assassinato, também. Isso porque Ele nos criou à Sua imagem. O Senhor é vida! Os homens deveriam viver, não matar. Serem férteis, multiplicar e povoar a terra novamente.

O Senhor também disse a Noé e seus filhos que confirmava Sua aliança com todos os seres vivos, fossem homens ou animais, de que nunca mais haveria um dilúvio para destruir a terra. Ele deu um sinal. O arco-íris. Toda vez que chovesse e o arco aparecesse no céu, o Senhor estava lembrando a aliança que fizera com todos os seres vivos, de que não destruiria a terra.

Sei que o Senhor não esquece Sua aliança conosco. Mas e quanto a nós? O arco serve muito mais para nós nos lembrarmos de que Ele, o Eterno, fez uma aliança conosco. Uma aliança eterna. E a tem cumprido ao longo dos anos, décadas, séculos e milênios de pecado abundante.

Logo após o dilúvio, Noé tornou-se lavrador. Plantou uma vinha. Produziu seu próprio vinho. Um dia, bebeu demais. Ficou embriagado. Foi deitar-se nu em sua tenda. Cam, um de seus filhos viu. Não escondeu a nudez de seu pai, como deveria ter feito. Contou a seus dois irmãos. Sem e Jafé foram até à tenda. Com uma capa. Entraram de costas para não verem a nudez de seu pai, o que era um total desrespeito. Eles o cobriram.

Quando Noé acordou e ficou sabendo do acontecido, ficou muito indignado com Cam. Abençoou Sem e Jafé. Mas amaldiçoou Canaã, filho de Cam. Esses três tiveram muitos filhos. E a terra foi novamente povoada.

O que nos chama atenção na genealogia desses três homens é um dos descendentes de Cam. Chamava-se Ninrode. Foi o primeiro guerreiro valente da terra. Era o mais corajoso dos caçadores. Em minha mente imagino Conan, o Bárbaro. Por sua causa, criaram um ditado. Quando queriam dizer que alguém era muito corajoso, falavam que era "corajoso como Ninrode". Ele construiu um reino para si. Fundou algumas cidades, inclusive Babel. Mas essa é outra história. E fica para amanhã.

Amanhã veremos do capítulo onze ao capítulo quatorze. Espero você. Até lá.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Alguns personagens marcantes

Começamos nossa jornada através das páginas de 1 Crônicas. Vamos ler os dois primeiros capítulos.

1 Crônicas provavelmente foi escrito por Esdras. Inicia-se com genealogia.

Não se assuste. Leia. Começa em Adão.

Veja se consegue identificar alguma pessoa e o que ela fez. Ou não fez.

Aqui não constam nem Caim, nem Abel (Gênesis 4). Apenas Sete, que foi o filho que nasceu após a morte de Abel (Gênesis 5.3).

Conhece mais alguém?

Lembra de Enoque? Viveu 365 anos. Andou com o Senhor. E o Senhor para Si o tomou (Gênesis 22-24). A duração da vida de Enoque parece nos dizer que devemos andar com o Senhor todos os dias do ano. Todos os anos.

Depois vem Matusalém. O homem que mais viveu tempo na terra (Gênesis 5.27). 969 anos. Foi avô de Noé (Gênesis 5.25-29).

Noé, todos conhecem, pregoeiro da justiça (2 Pedro 2.5). Condenou o mundo por causa de sua vida, da maneira justa como vivia (Gênesis 6 e 7).

Teve três filhos. Sem, Cam e Jafé (Gênesis 5.32).

O autor passa a falar sobre os filhos desses três. Tente identificar alguém.

É importante falar de Ninrode (Gênesis 10.8-10). Primeiro homem poderoso na terra. Seu reino foi Babel, onde o Senhor confundiu a língua de todos (Gênesis 11). A ordem era espalhar-se pela terra. Quiseram chegar até ao céu.

Canaã gerou povos que se tornaram inimigos de Israel (Gênesis 10).

Pelegue foi um dos descendentes de Sem. Foi chamado assim porque em sua época a terra foi dividida. Seu nome significa Divisão (Gênesis 11.17).

Naor é descendente de Sem e pai de Abraão (Gênesis 11.24-27).

Abraão nós conhecemos. O Senhor o chamou para sair da sua terra (Gênesis 12). Teve Isaque e Ismael. Isaque foi filho de Sara, sua esposa (Gênesis 21). Ismael, filho de Hagar, serva de Sara, egípcia (Gênesis 16). Quetura, concubina de Abraão ainda lhe deu Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá, depois da morte de Sara (Gênesis 25). Você sabia?

Isaque teve dois filhos (Gênesis 25.24-26). Esaú e Israel (Jacó). Esaú gerou filhos que se tornaram reis sobre a terra de Edom, antes que os israelitas tivessem um.

O capítulo 2 nos fala dos filhos de Israel, que era chamado Jacó, até que lutou com o Anjo do Senhor e seu nome foi mudado (Gênesis 32.22-32).

Rúben, o primogênito de Israel, deitou com sua concubina (Gênesis 35.22). Perdeu a primogenitura.

Depois, vem Simeão e Levi. Mataram os heveus, por causa de Diná, irmã deles (Gênesis 34).

Er foi o primogênito de Judá. Ele praticou o que o Senhor desaprova. Morreu. Era casado com Tamar. Ela não teve filhos. Segundo a lei, Onã, o próximo filho, deveria gerar descendente para Er. Onã não quis cumprir a lei. Também morreu. Tamar teve dois filhos de Judá, Perez e Zerá. Uma história muito interessante que está em Gênesis 38.

Acã foi conhecido como “perturbador de Israel”. Causou grande desgraça à nação ao violar a proibição de se apossar de objetos sagrados quando Israel conquistou Jericó (Josué 7). Objetos anátemas, separados.

Naassom foi príncipe e líder dos filhos de Judá (Número 1.7). Seu bisneto foi Boaz (Rute 4.18-21).
Boaz foi marido de Rute. Ele gerou Obede, avô de Davi (Rute 4.22).

Selede morreu sem ter filhos (1 Crônicas 2.30), o que era uma total desgraça para o povo daquela época.

Hoje ficamos por aqui.

Viu quantas informações interessantes em uma simples genealogia, que muitas vezes achamos que são chatas de ler?

Muitas histórias nos aguardam.

Que jamais sejamos conhecidos como Acã, perturbador de Israel. Que sejamos conhecidos como pais e avós de grandes homens e mulheres de Deus.

Amanhã prosseguimos. Espero você.