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sábado, 13 de abril de 2019

1 Crônicas 7.1-9.44

Leitura do dia 15/04.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas. 

Ontem vimos mais um pouco de genealogias.

Hoje, caminharemos pelos capítulos sete a nove.

O autor nos fala de várias genealogias. Vamos às informações mais interessantes.

Issacar. No reinado de Davi, os descendentes de Tolá alistados, somavam vinte e dois guerreiros notáveis. Israías teve cinco filhos, todos chefes. Estes tiveram muitas esposas e muitos filhos. Somaram trinta e seis homens treinados para a guerra.

Dos filhos de Benjamim, haviam vinte e dois guerreiros valentes. Na lista de seus descendentes, havia vinte homens prontos para a guerra. E seus descendentes contaram com dezessete homens aptos para lutarem nas batalhas.

Na listagem de Manassés, o autor nos conta que Maquir tomou por esposa Maaca. Lembre que normalmente só os homens são citados. Manassés teve um outro descendente chamado Zalofeade. Ele só teve filhas. Hamoloquete é outra mulher citada. Deu à luz Isode, Abiezer e Maalá.

Com relação a Efraim, ele nos conta que Ezer e Eleade foram mortos por homens da cidade de Gate quando tentavam roubar o gado deles. Efraim chorou durante muitos dias. Seus filhos e parentes foram consolá-lo. Depois de passado um tempo, a esposa de Efraim teve um filho que se chamou Berias, porque “uma época de forte crise se abatera sobre sua casa”.

Sua filha chamava-se Sheerá. Ela, uma mulher, foi fundadora das cidades de Bete-Horom, Bete-Horom Baixa e Uzém-Sheerá. Uma mulher! Naquela época!

De Aser, o autor cita várias nomes e diz que todos foram chefes de famílias, homens notáveis, soldados corajosos, líderes ilustres. Os alistados para o serviço militar eram vinte e seis guerreiros.

O capítulo oito continua falando sobre os descendentes de Benjamim. Gera, repudiou e se divorciou de suas duas esposas, Husim e Baara.

Jeiel teve uma esposa que chamava Maaca. Mais uma Maaca. Mais uma mulher citada.

Os descendentes de Benjamim também foram guerreiros corajosos. Muitos eram exímios flecheiros.

O capítulo nove nos conta que a nação de Israel foi repartida em grupos. Todos registrados segundo suas genealogias e inscritos nos livros históricos dos reis de Israel. Por suas práticas infiéis foram deportados como escravos para a Babilônia.

Quando alguns voltaram, os primeiros a se restabelecerem em seus territórios foram as pessoas simples do povo e alguns sacerdotes, levitas e servidores do templo. Esses sacerdotes, levitas e servidores eram homens ilustres, competentes para realizar todos os serviços necessários no templo do Senhor.

Alguns eram guardas de honra do Portão do Rei, que ficava no lado leste do Templo. Antigamente, eram os sentinelas e protetores dos portões dos acampamentos dos levitas. Alguns, guardas das portas, encarregados de guardar as entradas do templo, como seus antepassados tinham sido responsáveis por proteger a entrada da habitação do Senhor.

Muitos dos porteiros habitavam em suas aldeias. Vinham de tempos em tempos, por escalas, dedicar um período de sete dias de trabalho. Mas, os quatro principais guardas das portas, levitas, receberam a incumbência de zelar pelas salas onde se recolhiam os tesouros do templo. Passavam a noite perto da Casa do Senhor, pois tinham o dever solene de vigiar até o amanhecer de cada dia, quando abriam as portas ao povo. Dever solene!

Alguns eram responsáveis pelos utensílios do serviço religioso, conferidos sempre que trazidos ou levados. Outros estavam encarregados dos móveis e dos demais utensílios e objetos do santuário, como também da farinha, do vinho, do azeite, do incenso e das especiarias.

Alguns dos filhos dos sacerdotes dedicavam-se ao preparo das especiarias. Um levita chamado Matitias, filho primogênito de Salum, tinha a incumbência de assar os pães destinados às ofertas. Era uma incumbência e uma honra. Dentre os coatitas, seus irmãos, alguns eram encarregados de preparar os pães depositados sobre a mesa aos sábados.

Os cantores, chefes das famílias levitas, permaneciam nas salas do templo. Eram isentos de outros deveres, porque dia e noite se dedicavam ao seu próprio ministério, que era louvar e adorar o Senhor.

Todos esses eram chefes de famílias levitas, alistados como líderes e homens ilustres em suas gerações. Todos habitavam em Jerusalém.

Novamente faço a pergunta: Como você (e eu) queremos ser conhecidos? Como homens e mulheres ilustres, corajosos, capazes, responsáveis ou como quem repudiou suas duas mulheres? O que estará escrito sobre nós?

Que sejamos ilustres, corajosos, capazes, responsáveis, líderes, competentes, protetores, dedicados, exímios em nossas profissões e cargos, fundadores de cidades (ou ajudadores das cidades já fundadas), treinados e aptos para as batalhas, sejam em que níveis forem.

Que tenhamos o dever solene de zelar pelos tesouros do Senhor, tesouros eternos, onde a traça e a ferrugem não podem destruir. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html

"Não ajuntem tesouros aqui na terra, onde as traça e a ferrugem os destroem, e onde ladrões arrombam casas e os furtam. Ajuntem seus tesouros no céu, onde traças e ferrugem não destroem, e onde ladrões não arrombam nem furtam. Onde seu tesouro estiver, ali também estará seu coração". - Mateus 6.19-21

Continuamos amanhã, através dos capítulos de dez a doze de 1 Crônicas.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
 http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/o-que-estara-escrito-sobre-nos.html

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Josué 6.1-27

Leitura do dia 27/02.

Continuamos nossa caminhada.

Na postagem anterior vimos o Senhor renovando Sua aliança através da circuncisão.

Vimos também Josué obedecer ao Comandante do Exército do Senhor e tirar suas sandálias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-51-15.html

Agora, leremos o capítulo seis.

É chegada a hora da primeira batalha.

Jericó está fortemente fechada. Ninguém entra, ninguém sai. Mas não era para Jericó que Josué deveria olhar.

O Senhor disse que lhe daria a cidade, junto com seu rei e seus fortes guerreiros. E passou a estratégia para essa batalha específica.

Os homens de guerra marchariam em volta da cidade uma vez por dia. Durante seis dias. Sete sacerdotes iriam à frente da arca. Cada um levaria uma trombeta, feita de chifre de carneiro. No sétimo dia, rodeariam a cidade sete vezes. Na sétima volta, os sacerdotes tocariam longamente as trombetas e o povo daria um forte grito de guerra. Quando gritassem, as muralhas cairiam. O povo atacaria a cidade do lugar que estavam.

Parece loucura.

Que exército é esse? Alguns homens armados iam à frente da arca, outros atrás. Ninguém falava nada. Ninguém fazia nada. Soldados estão prontos para guerrear, não para ficarem “passeando” em volta de uma cidade, durante sete dias. Mas obedeceram.

Consegue imaginar o que o povo de Jericó pensava enquanto via aquela procissão? Soldados fortemente armados, sete homens tocando trombetas sem parar, uma arca sendo carregada e mais soldados. Simplesmente andando em silêncio. E as trombetas tocando.

Deve ter sido apavorante para eles, principalmente depois de tudo que ouviram sobre Israel e o Senhor.

E assim foi. No sétimo dia, sete voltas. O coração de Jericó devia ter virado gelatina. Não imaginavam o que aconteceria. Nem quando.

Na sétima volta, os sacerdotes tocaram longamente as trombetas. E o povo, seguindo ordens de Josué, gritou fortemente.

Por mais incrível que pareça (e é incrível), a muralha de Jericó veio abaixo. O povo entrou e conquistou a cidade. http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/obediencia-e-chave.html

Josué lembrou ao povo as ordens do Senhor. Tudo na cidade seria consagrado a Ele. Tudo seria queimado. E os objetos de ouro e prata separados para a Casa do Senhor. Nada seria pego. Era anátema. Separado para a destruição. Se alguém pegasse, também seria separado para a destruição. Traria destruição para Israel.

Josué ordenou aos dois espias que cumprissem suas palavras com Raabe. Eles a protegeram. Junto com toda sua família. Apesar de sua situação, Raabe era respeitada. Sua família ficou acolhida em sua casa. E todos foram salvos. http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/o-deus-que-acolhe-e-transforma.html

Josué lançou uma maldição sobre quem reconstruísse Jericó. Seu primogênito morreria quando o alicerce fosse colocado e seu caçula, quando colocasse os portões.

O Senhor estava com Josué. Sua fama se espalhou por toda a terra.

O capítulo seis termina aqui.

Que cumpramos nossas palavras como aqueles dois espias fizeram.

Que saibamos obedecer, mesmo que Sua ordem não tenha sentido para nós.

Que o Senhor seja conosco. Se nossa fama se espalhar, que seja porque Ele está conosco. Que seja por Ele. https://www.youtube.com/watch?v=0jDlU-XiwCw&list=RDMMRXlDfjDg738&index=31;
https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.