Leitura do dia 25/07.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.
Ontem vimos o juízo sobre Samaria. Seus governantes cambaleiam por terem sido dominados pelo álcool. Seu povo não quer mais ouvir o Senhor. Reclamam dEle sempre repetir a mesma mensagem. Reclamam por Ele ter misericórdia.
O povo de Judá, outrora fiel ao Senhor, agora não querem que os profetas falem a verdade. Nem que andem mais pelo caminho estreito. Só querem ouvir coisas agradáveis. Não querem a Lei do Senhor. Querem mentiras. Que não os confrontem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-281-3033.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo trinta e um. Até o capítulo trinta e três.
O profeta fala que é inútil confiar no Egito. Em seus cavalos, carros e cavaleiros. Devemos confiar no Senhor. Em Seu socorro. Que é real.
O Senhor julgará a todos. Os egípcios. Os que confiam neles. Até os assírios.
Mas chegará um dia que um rei Justo se levantará. Os príncipes que pertencem a este Rei governarão com retidão. Ao invés de oprimir e sugar do povo, cada um deles será como abrigo contra o vento e refúgio contra a tempestade. Esses príncipes serão como riacho no deserto. Como a sombra de uma grande pedra em terra seca.
Sabemos quem é esse Rei Justo. Também sabemos quem são seus príncipes. Mas temos agido como abrigo e refúgio? Temos agido como água e sombra?
Enquanto os perversos serão destruídos, os generosos serão abençoados e permanecerão firmes.
Isaías ordena que as mulheres negligentes prestem atenção. Suas plantações não produzirão. Suas belas propriedades e videiras frutíferas ficarão cobertas de espinho e mato. Essas mulheres já foram como a mulher virtuosa de Provérbios 31, empresárias e comerciantes. Agora são negligentes e sofrerão. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-311-31.html
Até o que o Espírito do Senhor seja derramado sobre nós. Até que a retidão governe no deserto, que não será mais deserto. E a justiça governe no campo fértil, trazendo paz, sossego e segurança para sempre.
Isaías também fala que uma grande aflição espera pelos Assírios. Quando terminarem de destruir, serão destruídos. Quando terminarem de trair, serão traídos. Eles que não se importam com promessas feitas. Ainda que diante de testemunhas. Serão derrubados.
Mas o Senhor será o alicerce do Seu povo. Ele proverá farto suprimento de salvação, sabedoria e conhecimento. O temor do Senhor será o tesouro do Seu povo. Isso é prosperidade. Não fartura de poder, bens e dinheiro. Mas fartura de salvação, sabedoria e conhecimento.
O Senhor dá um alerta aos que produzem apenas capim seco e palha. Serão consumidos pelo fogo. Sim, os pecadores do meio do Seu povo tremerão de medo. Os ímpios ficarão cheios de terror. Note que está falando sobre Seu povo. Aqueles que O conhecem, mas não O amam, não O obedecem, não O temem.
Quem afinal, pode conviver com o fogo consumidor? Quem pode sobreviver às chamas devoradoras? Será que é possível? Sim. Ele mesmo responde. Os que são justos. Íntegros (inteiros). Os que não lucram desonestamente. Os que se mantém afastados de subornos. Os que não dão ouvidos às tramas assassinas. Os que fecham os olhos para não cair em tentação. Esses conviverão com o fogo consumidor e as chamas devoradoras. Habitarão nas alturas. Nas rochas dos montes terão sua fortaleza. Não passarão fome. Terão provisão de alimento. E não lhes faltará água. Serão prósperos. Terão o que necessitam.
E então? Onde queremos habitar? Entre os que buscam lucros a qualquer custo? Com os que aceitam e oferecem subornos? Com os que tramam assassinatos de qualquer espécie? Com os que tem seus olhos bem abertos para o que não agrada o Senhor?
Ou habitaremos nas alturas? Entre o fogo consumidor e as chamas devoradoras. Sem correr risco algum. Por termos nossas vidas firmadas no Senhor. Nossos atos e obras provados por Ele. Provados pelo fogo consumidor. Pelas chamas devoradoras.
Onde queremos habitar?
Amanhã continuamos. Leremos a partir do capítulo trinta e quatro. Até o capítulo trinta e seis.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 26 de julho de 2019
Isaías 31.1-33.24
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quinta-feira, 27 de junho de 2019
Salmo 119.161-168
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada pelo Salmo cento e dezenove. Últimas estrofes. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119153160.html
Agora, leremos a partir do versículo cento e sessenta e um. Até o versículo cento e sessenta e oito.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a última estrofe deste belo salmo.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo Salmo cento e dezenove. Últimas estrofes. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119153160.html
Agora, leremos a partir do versículo cento e sessenta e um. Até o versículo cento e sessenta e oito.
Shin
O salmista continua contando ao Senhor que os poderosos o perseguem. Sem motivo. Mas não está tremendo. Seu coração só treme diante de Sua palavra. Nela, também se alegra. Sabe como? Como se tivesse descoberto um tesouro enorme. E, na verdade, descobriu.
Detesta a falsidade, ama Sua lei. Sete vezes por dia louva o Senhor. Porque Seus estatutos são justos. Que nos lembremos de louvá-Lo. Não apenas sete vezes por dia. O dia todo. Todos os dias. Suas misericórdias não tem fim. Sua bondade nos acompanha. Mesmo em meio às lutas. Nele, podemos confiar. https://www.youtube.com/watch=KDJBZ_JsVFs&list=RDEMDghz1d3AgAO47QA1LC4lQw&index=15
Reconhece que todos que amam a lei do Senhor estão totalmente seguros. Não tropeçam. Sua lei nos protege.
Anseia por Seu livramento. E continua cumprindo Seus mandamentos. Ele os ama. O Senhor pode comprovar, pois vê tudo que faz.
Consideramos Sua palavra um grande tesouro? Ou a desprezamos como um livro antiquado, que não tem mais valor diante de tantos métodos e ensinamentos novos?
Onde procuramos as resposta que sempre estamos precisando?
Sua palavra é eterna. Suficiente para nos ensinar tudo que precisamos para viver uma vida melhor. Dentro de Sua vontade. Uma vida feliz. E abundante. Que a coloquemos no lugar certo. Um lugar de destaque em nossas vidas. Como deve estar.
Que nossas Bíblias estejam abertas, riscadas, pintadas, rabiscadas, anotadas. E não empoeiradas, emboloradas e mofadas.
“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para meu caminho”. – Salmo 119.105
Necessitamos de Seus ensinos.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a última estrofe deste belo salmo.
Espero você. Até já.
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quarta-feira, 8 de maio de 2019
Neemias 7.1-73
Leitura do dia 07/05.
Na postagem anterior, vimos que Neemias era um homem de discernimento. Não se deixou abater pelas ameaças que recebeu. Nem se deixou enganar por elas, ainda que fossem entregues por alguns profetas. Como devemos agir.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-61-19.html
Agora, caminharemos pelo capítulo sete de Neemias.
Depois que o muro foi terminado, as portas colocadas em seus lugares, os guardas das portas foram nomeados. Assim como os cantores e os levitas. Tudo na ordem que deve ser. Primeiro, as brechas tampadas, os entulhos tirados, os muros reconstruídos, as portas colocadas, com seus ferrolhos e trancas. Então, os porteiros, cantores e levitas foram nomeados. Antes, trabalhavam na própria reconstrução do muro.
Neemias entregou a responsabilidade de governar Jerusalém a Hanani, seu irmão e a Hananias. Para mim, não há necessidade alguma de contar mais sobre Hananias. Tem minha admiração e aprovação. Era um homem que temia ao Senhor, mais que a maioria dos homens. Uau! Que sejamos assim.
Neemias orientou que as portas deveriam permanecer fechadas. E trancadas. Além disso, todos que fossem nomeados para montar guarda em turnos regulares, seriam moradores de Jerusalém. Uns ficariam em postos de sentinelas. Outros em frente de suas próprias casas. Claro, sendo moradores, sua atenção seria redobrada.
Nós somos os guardas das portas. O Senhor nos tem chamado para essa tarefa.
Nessa época a população era pequena. Nenhuma casa havia sido reconstruída. Primeiro, estavam reconstruindo o muro. Protegendo a cidade. Depois, partiriam para a reconstrução das casas.
O Senhor concedeu a Neemias a ideia de registrar todos os moradores da cidade. Ele o fez. Baseou-se no primeiro registro feito.
Alguns não puderam comprovar que pertenciam a Israel. Os sacerdotes nesta situação, foram proibidos de participar do serviço e das porções a eles destinadas, até que um sacerdote consultasse ao Senhor, usando o Urim e o Tumim. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-11-424.html
Neemias ainda nos conta que os sacerdotes, levitas, porteiros (ou guardas das portas), cantores, servidores do templo e alguns do povo, ficaram morando em Jerusalém. Os demais, regressaram para suas cidades, em todo Israel. Os que ficaram, precisavam ficar ali. Jerusalém precisava deles.
Que sejamos como esses, que voluntariamente se ofereceram para morar em Jerusalém. Que haja guardas em nossas portas.
Continuamos na próxima postagem.
Leremos do capítulo oito ao capítulo dez de Neemias.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Neemias era um homem de discernimento. Não se deixou abater pelas ameaças que recebeu. Nem se deixou enganar por elas, ainda que fossem entregues por alguns profetas. Como devemos agir.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-61-19.html
Agora, caminharemos pelo capítulo sete de Neemias.
Depois que o muro foi terminado, as portas colocadas em seus lugares, os guardas das portas foram nomeados. Assim como os cantores e os levitas. Tudo na ordem que deve ser. Primeiro, as brechas tampadas, os entulhos tirados, os muros reconstruídos, as portas colocadas, com seus ferrolhos e trancas. Então, os porteiros, cantores e levitas foram nomeados. Antes, trabalhavam na própria reconstrução do muro.
Neemias entregou a responsabilidade de governar Jerusalém a Hanani, seu irmão e a Hananias. Para mim, não há necessidade alguma de contar mais sobre Hananias. Tem minha admiração e aprovação. Era um homem que temia ao Senhor, mais que a maioria dos homens. Uau! Que sejamos assim.
Neemias orientou que as portas deveriam permanecer fechadas. E trancadas. Além disso, todos que fossem nomeados para montar guarda em turnos regulares, seriam moradores de Jerusalém. Uns ficariam em postos de sentinelas. Outros em frente de suas próprias casas. Claro, sendo moradores, sua atenção seria redobrada.
Nós somos os guardas das portas. O Senhor nos tem chamado para essa tarefa.
Nessa época a população era pequena. Nenhuma casa havia sido reconstruída. Primeiro, estavam reconstruindo o muro. Protegendo a cidade. Depois, partiriam para a reconstrução das casas.
O Senhor concedeu a Neemias a ideia de registrar todos os moradores da cidade. Ele o fez. Baseou-se no primeiro registro feito.
Alguns não puderam comprovar que pertenciam a Israel. Os sacerdotes nesta situação, foram proibidos de participar do serviço e das porções a eles destinadas, até que um sacerdote consultasse ao Senhor, usando o Urim e o Tumim. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-11-424.html
Neemias ainda nos conta que os sacerdotes, levitas, porteiros (ou guardas das portas), cantores, servidores do templo e alguns do povo, ficaram morando em Jerusalém. Os demais, regressaram para suas cidades, em todo Israel. Os que ficaram, precisavam ficar ali. Jerusalém precisava deles.
Que sejamos como esses, que voluntariamente se ofereceram para morar em Jerusalém. Que haja guardas em nossas portas.
Continuamos na próxima postagem.
Leremos do capítulo oito ao capítulo dez de Neemias.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 11 de março de 2019
Rute 2.1-18
Leitura do dia 11/03.
Na postagem anterior, vimos Noemi perder seu marido e filhos. Orfa e Rute, seus maridos.
Também vimos que Rute vai para Belém com sua sogra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/rute-11-22.html
Agora, caminharemos pelo capítulo dois do livro de Rute.
O texto nos conta que em Belém havia um homem rico e respeitado. Seu nome era Boaz. Era parente de Elimeleque, o marido de Noemi.
Rute, que poderia estar em casa, sendo consolada por seus pais, pede permissão a Noemi para ir ao campo, recolher o sustento de ambas.
Que escolha fez essa mulher! Perdeu seu marido. Ela e Noemi eram perdedoras. Mas Rute escolheu ser benção na vida de sua sogra. Como sua sogra deve ter sido benção em sua vida durante o tempo de seu casamento.
Levantava-se, dia após dia, quando não havia esperança de que algo fosse mudar sua realidade. Pensando no sustento de ambas. O coração em dor. Mas ainda assim, agindo. E agindo corretamente.
Noemi liberou Rute para ir. Ela foi colher espigas após os ceifeiros.
Já vimos que o Senhor dera ordem de sempre deixar um pouco de espigas para os pobres, as viúvas e os estrangeiros. Rute se enquadrava nas três categorias.
Ela foi trabalhar exatamente (não por coincidência), num campo que pertencia a Boaz, o tal homem rico e respeitado que havia em Belém e era parente de seu sogro.
Enquanto estava ali, Boaz chegou da cidade. Após saldar os ceifeiros, perguntou a seu capataz quem era Rute e a quem ela pertencia. Com certeza, de alguma forma, ela chamou sua atenção.
O capataz respondeu que era a moça que viera de Moabe com Noemi. Ela lhe pedira para colher atrás dos ceifeiros. Também informou a Boaz que, desde que chegara, praticamente não havia parado um minuto de trabalhar.
Boaz foi até Rute. Falou com ela amigavelmente. Disse-lhe para colher espigas somente com eles. Que não fosse a nenhum outro campo. Que acompanhasse as moças que trabalhavam para ele. Que observasse que parte do campo elas estavam colhendo e fosse atrás delas.
Boaz lhe disse que havia dado ordens para que os homens não a tratassem mal. E quando tivesse sede, deveria servir-se da água tirada do poço.
Consegue enxergar a tipologia aqui? Como se fosse o Senhor Jesus falando para nós, com carinho, cuidado e amor?
Com Ele estamos protegidos. Podemos ter unidade com outros. Não nos tratarão mal. Se tivermos sede, podemos beber água fresca.
Como nosso Senhor é lindo!
E que homem esse Boaz. Já estou completamente apaixonada por ele!
Rute está espantada. Ela se prostra diante dele em respeito. Pergunta, abismada, o que fez para merecer tanta bondade. É apenas uma estrangeira.
Boaz responde que sabe. Sim, ele sabe que ela é uma estrangeira. Assim como Jesus sabe quem nós somos. Ainda assim, sem merecermos, nos trata com imensa bondade. O que me deixa sempre abismada. E grata.
Boaz sabe que Rute é uma estrangeira, mas também sabe o que faz por sua sogra desde a morte de seu marido. Ele ouviu, assim como toda a cidade, que ela deixara seus pais e sua terra para viver no meio de desconhecidos. Ele a abençoa.
“Que o Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio se refugiar, a recompense ricamente pelo que você fez”. – Rute 2.12
O Senhor, o Deus de Israel é o nosso refúgio. Estamos protegidos debaixo de Suas asas.
Rute responde que espera continuar recebendo sua bondade. Suas palavras, gentis, a encheram de ânimo.
E quem nos fala com gentileza, nos enchendo de ânimo? O Amado das nossas almas, Jesus. Que continuemos recebendo Sua bondade.
Na hora da refeição Boaz a chama. Para servir-se de comida. Molhar o pão no vinagre.
Ela obedece. Senta junto aos ceifeiros. Ele lhe oferece grãos tostados. Rute come até ficar satisfeita. E ainda sobra alimento. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quando volta ao trabalho, Boaz ordena a seus servos que a deixem colher livremente. Que não a incomodem. Mas não apenas isso. Ele ordena que tirem dos feixes algumas espigas de cevada e deixem-nas cair no chão para que ela as recolha e, de modo algum, que a atrapalhem.
Novamente podemos ver o cuidado do Senhor para conosco, na figura de Boaz. Ele também nos chama a comer. Podemos molhar nosso pão. Grãos tostados nos são oferecidos. Temos alimento suficiente para ficarmos satisfeitos, e ainda sobra. Podemos dividí-lo.
Além disso, o Senhor nos guarda em nossos caminhos. Nos abençoa além da medida. Facilita nossa colheita. Que grande amor Ele tem por nós!
Rute colheu o dia todo. Quando debulhou a cevada, encheu quase um cesto. Carregou tudo para a cidade. Mostrou a colheita à sua sogra. E, a comida que havia sobrado, não foi desperdiçada. Rute levou para Noemi.
Noemi ficou espantada com tudo que Rute colhera. Além do normal. Além da medida. Como o Senhor faz conosco. Quis saber onde havia colhido. E abençoou quem ajudara Rute.
Rute conta que estivera no campo de um homem chamado Boaz. Noemi o abençoa. E seu espírito começa a se reanimar. Ela reconhece que o Senhor não deixou de lado Sua bondade como acreditava antes. Ele continuava (e continua) sendo bom. Lembrava até dos que já estavam mortos, abençoando seus parentes vivos.
Ela conta a Rute que Boaz é um de seus parentes mais próximo. Podia ser o resgatador de ambas.
Rute lhe diz que Boaz falou para ela voltar e continuar a colher, enquanto houvesse colheita.
Noemi responde que essa é uma boa notícia. Que Rute obedeça. Que fique com seus servos. Em outros campos, poderiam maltratá-la. Com ele, está segura.
Nós também podemos ser maltratados se andarmos por aí. Mas estamos seguros com o nosso resgatador, o Senhor Jesus.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos Noemi perder seu marido e filhos. Orfa e Rute, seus maridos.
Também vimos que Rute vai para Belém com sua sogra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/rute-11-22.html
Agora, caminharemos pelo capítulo dois do livro de Rute.
O texto nos conta que em Belém havia um homem rico e respeitado. Seu nome era Boaz. Era parente de Elimeleque, o marido de Noemi.
Rute, que poderia estar em casa, sendo consolada por seus pais, pede permissão a Noemi para ir ao campo, recolher o sustento de ambas.
Que escolha fez essa mulher! Perdeu seu marido. Ela e Noemi eram perdedoras. Mas Rute escolheu ser benção na vida de sua sogra. Como sua sogra deve ter sido benção em sua vida durante o tempo de seu casamento.
Levantava-se, dia após dia, quando não havia esperança de que algo fosse mudar sua realidade. Pensando no sustento de ambas. O coração em dor. Mas ainda assim, agindo. E agindo corretamente.
Noemi liberou Rute para ir. Ela foi colher espigas após os ceifeiros.
Já vimos que o Senhor dera ordem de sempre deixar um pouco de espigas para os pobres, as viúvas e os estrangeiros. Rute se enquadrava nas três categorias.
Ela foi trabalhar exatamente (não por coincidência), num campo que pertencia a Boaz, o tal homem rico e respeitado que havia em Belém e era parente de seu sogro.
Enquanto estava ali, Boaz chegou da cidade. Após saldar os ceifeiros, perguntou a seu capataz quem era Rute e a quem ela pertencia. Com certeza, de alguma forma, ela chamou sua atenção.
O capataz respondeu que era a moça que viera de Moabe com Noemi. Ela lhe pedira para colher atrás dos ceifeiros. Também informou a Boaz que, desde que chegara, praticamente não havia parado um minuto de trabalhar.
Boaz foi até Rute. Falou com ela amigavelmente. Disse-lhe para colher espigas somente com eles. Que não fosse a nenhum outro campo. Que acompanhasse as moças que trabalhavam para ele. Que observasse que parte do campo elas estavam colhendo e fosse atrás delas.
Boaz lhe disse que havia dado ordens para que os homens não a tratassem mal. E quando tivesse sede, deveria servir-se da água tirada do poço.
Consegue enxergar a tipologia aqui? Como se fosse o Senhor Jesus falando para nós, com carinho, cuidado e amor?
Com Ele estamos protegidos. Podemos ter unidade com outros. Não nos tratarão mal. Se tivermos sede, podemos beber água fresca.
Como nosso Senhor é lindo!
E que homem esse Boaz. Já estou completamente apaixonada por ele!
Rute está espantada. Ela se prostra diante dele em respeito. Pergunta, abismada, o que fez para merecer tanta bondade. É apenas uma estrangeira.
Boaz responde que sabe. Sim, ele sabe que ela é uma estrangeira. Assim como Jesus sabe quem nós somos. Ainda assim, sem merecermos, nos trata com imensa bondade. O que me deixa sempre abismada. E grata.
Boaz sabe que Rute é uma estrangeira, mas também sabe o que faz por sua sogra desde a morte de seu marido. Ele ouviu, assim como toda a cidade, que ela deixara seus pais e sua terra para viver no meio de desconhecidos. Ele a abençoa.
“Que o Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio se refugiar, a recompense ricamente pelo que você fez”. – Rute 2.12
O Senhor, o Deus de Israel é o nosso refúgio. Estamos protegidos debaixo de Suas asas.
Rute responde que espera continuar recebendo sua bondade. Suas palavras, gentis, a encheram de ânimo.
E quem nos fala com gentileza, nos enchendo de ânimo? O Amado das nossas almas, Jesus. Que continuemos recebendo Sua bondade.
Na hora da refeição Boaz a chama. Para servir-se de comida. Molhar o pão no vinagre.
Ela obedece. Senta junto aos ceifeiros. Ele lhe oferece grãos tostados. Rute come até ficar satisfeita. E ainda sobra alimento. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quando volta ao trabalho, Boaz ordena a seus servos que a deixem colher livremente. Que não a incomodem. Mas não apenas isso. Ele ordena que tirem dos feixes algumas espigas de cevada e deixem-nas cair no chão para que ela as recolha e, de modo algum, que a atrapalhem.
Novamente podemos ver o cuidado do Senhor para conosco, na figura de Boaz. Ele também nos chama a comer. Podemos molhar nosso pão. Grãos tostados nos são oferecidos. Temos alimento suficiente para ficarmos satisfeitos, e ainda sobra. Podemos dividí-lo.
Além disso, o Senhor nos guarda em nossos caminhos. Nos abençoa além da medida. Facilita nossa colheita. Que grande amor Ele tem por nós!
Rute colheu o dia todo. Quando debulhou a cevada, encheu quase um cesto. Carregou tudo para a cidade. Mostrou a colheita à sua sogra. E, a comida que havia sobrado, não foi desperdiçada. Rute levou para Noemi.
Noemi ficou espantada com tudo que Rute colhera. Além do normal. Além da medida. Como o Senhor faz conosco. Quis saber onde havia colhido. E abençoou quem ajudara Rute.
Rute conta que estivera no campo de um homem chamado Boaz. Noemi o abençoa. E seu espírito começa a se reanimar. Ela reconhece que o Senhor não deixou de lado Sua bondade como acreditava antes. Ele continuava (e continua) sendo bom. Lembrava até dos que já estavam mortos, abençoando seus parentes vivos.
Ela conta a Rute que Boaz é um de seus parentes mais próximo. Podia ser o resgatador de ambas.
Rute lhe diz que Boaz falou para ela voltar e continuar a colher, enquanto houvesse colheita.
Noemi responde que essa é uma boa notícia. Que Rute obedeça. Que fique com seus servos. Em outros campos, poderiam maltratá-la. Com ele, está segura.
Nós também podemos ser maltratados se andarmos por aí. Mas estamos seguros com o nosso resgatador, o Senhor Jesus.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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