Leitura do dia 06/08.
Na postagem anterior, vimos o chamado do profeta Jeremias, filho de um sacerdote. O Senhor o deu como profeta às nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-11-19.html
Agora, caminharemos pelos capítulos dois e três de Jeremias.
O Senhor ordena que Jeremias entregue uma mensagem a Seu povo. Uma mensagem muito triste. Ele se lembra quando Israel O amava. Quando O acompanhava para onde quer O levasse. Ainda que fosse o deserto, um lugar inabitável. Agora, não querem mais saber dEle. Não O amam mais.
O Senhor pergunta que defeito encontraram nEle para abandoná-Lo, para trocá-Lo por ídolos inúteis, tornando-se eles próprios inúteis. Não perguntaram onde o Senhor estava. Não O procuraram. Não quiseram saber dEle.
Mesmo quando o Senhor os levou a uma terra fértil para desfrutarem sua fartura, eles a contaminaram. Corromperam a herança que ganharam.
Nem mesmo os sacerdotes procuram o Senhor. Até os que ensinam Sua lei não Lhe dão mais atenção. Os governantes voltarem-se contra Ele. Os profetas falaram em nome de Baal. Foram atrás de ídolos inúteis. Nunca alguém ouviu algo assim. Que uma nação trocasse seus deuses por outros, mesmo que não fossem deuses de verdade. Mas Israel trocou o Senhor Glorioso, por ídolos inúteis.
Até os céus se espantaram e foram abalados. Seu povo fez duas maldades. Abandonaram o Senhor, a fonte de água viva, que jorra sem parar, e cavaram para si cisternas rachadas, que não podem reter água. Além de abandonarem o único Senhor, foram atrás de ídolos que não têm nenhuma serventia.
Seu povo será entregue a seus inimigos. Não terá mais quem o proteja. Seus pecados trarão seus castigos. Eles mesmos são responsáveis por tudo que está acontecendo e acontecerá.
Israel agiu como uma esposa infiel, como uma prostituta, indo atrás de outros deuses, oferecendo sacrifício em todos os lugares altos e debaixo de todas as árvores frondosas. Anos a fio Seu povo se esqueceu dEle. O pecado foi tanto que as chuvas da primavera não vieram. Clamam ao Senhor, dizem que são dEle, mas continuam pecando. Praticam todo mal que conseguem.
Judá viu o que aconteceu com Israel. Não adiantou. Fez o mesmo. Também deixou o Senhor e se prostituiu. Contaminou a terra. Recusou-se a voltar para Ele. O Senhor continuou chamando Seu povo, infiel. Que reconhecessem sua culpa. Que confessassem que não O quiseram ouvir. Mas não reconheceram seu pecado.
Parece que Jeremias escreveu isso hoje, ou ontem. Seu povo tem se afastado dEle. Hoje. Os sacerdotes e os que deveriam ensinar a Palavra do Senhor, apontam para outros caminhos. Para estradas mais fáceis. Para caminhos mais largos. Ídolos são erguidos nos próprios altares que foram levantados para o Senhor. Quantos de Seu povo viraram-Lhe as costas, desejando ouvir algo "mais agradável", "mais atual". Como se Sua Palavra não fosse viva! Viva e atual!
Para alegria de Jeremias, em meio a esse caos terrível, o Senhor lhe mostra um futuro distante. Um dia em que não sentirão falta da arca da aliança. Quando Jerusalém será conhecida como “O trono do Senhor”. Nesta época, todas as nações irão honrá-Lo. O próprio Senhor Jesus estará no meio dela.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Um dia, Seu povo reconhecerá seu pecado e se voltará para Ele. Que esse dia chegue logo. Seu desejo é tratar Seu povo como filho. Seu deseja é que O chamemos de Pai. Que jamais nos afastemos dEle.
Que nos voltemos para o Senhor. A cada dia. Sua misericórdia e bondade não têm fim. Não deixemos para amanhã. Não sabemos o que nos espera. O povo de Israel e Judá esperou, achando que tinha muito tempo, e foi parar no exílio. Como escravo.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capitulo três. Até o capítulo cinco.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Jeremias 2.1-3.25
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Todas as nações O honrarão,
Trono do Senhor
Isaías 64.1-66.24
Leitura do dia 05/08.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro do profeta Isaías.
Na postagem anterior, vimos mais uma profecia sobre o Senhor Jesus, que se cumpriu em Nazaré. A oração de Isaías por Jerusalém. O julgamento do Senhor a Seus inimigos. E Seu mandamento, para que não deixemos de orar, até que Ele complete Sua obra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/isaias-611-6319.html
Agora, caminharemos através dos últimos capítulos desse maravilhoso livro. A partir do capítulo sessenta e quatro. Até o capítulo sessenta e seis.
O anseio de Isaías também é o nosso. Ele e nós suspiramos! Queremos, com todas as nossas forças que o Senhor abra os céus novamente e desça. Que os montes tremam diante de Sua presença. Que as nações estremeçam e Seus inimigos entendam a razão de Sua fama, entendam quem, de fato, Ele é.
Isaías olha para trás e nós, olhamos com Ele. Nos lembramos quando há muito tempo atrás Ele realizou coisas maravilhosas que não eram esperadas. Sim, os montes tremeram diante dEle.
https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk
Então Isaías escreve uma declaração que se tornou meu versículo preferido. Nunca, jamais, desde que o mundo é mundo, nenhum ouvido ouviu, nenhum olho viu, um Deus como o Senhor! Um Deus que trabalha a favor dos que esperam nEle. Volte e leia de novo! O Todo-Poderoso trabalha a favor de todos os que esperam nEle.
Não conseguimos uma solução? Não há o que fazer? Só o Senhor pode resolver? Anime-se! Ele é o único Deus que trabalha a favor dos que esperam nEle. Em quem temos esperado? NEle? Ótimo. Está trabalhando a nosso favor.
Ele, o Todo-Poderoso recebe de braços abertos os que praticam a justiça com alegria, os que seguem Seus caminhos. Estamos praticando a justiça alegremente? Estamos seguindo Seus caminhos? Podemos correr para Seus braços. Ele está nos esperando e nos recebe de braços abertos!
Mas, o pecado nos afasta dEle. Faz com que nossos atos de justiça sejam apenas trapos imundos. O pecado nos leva como folhas carregadas pelo vento. Sem destino. Se estamos vivendo longe dEle, em pecado, precisamos voltar. Nos arrepender. Invocar Seu nome. Ele sempre nos recebe com Seus braços abertos, transbordando amor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/sou-o-filho-mais-novo.html
Sim, Ele é o Senhor, grande em misericórdia. O Senhor que está sempre pronto a atender. Mas, como atender, se ninguém Lhe pede ajuda? Ele está pronto para ser encontrado. Mas como? Se ninguém O procura.
Até para uma nação que não invocava Seu nome, Ele, em Sua bondade, disse: “Aqui estou! Aqui estou!”. Isaías nos conta que o Senhor abriu (e abre) todos os dias Seus braços a um povo rebelde. Ainda assim, muitos de nós seguem seus próprios caminhos. Suas próprias ideias distorcidas. O dia todo insultando-O abertamente. Adorando ídolos em seus jardins, seus lugares secretos. Queimando ali incenso, em seus altares. Andando à noite no meio das sepulturas e, ao invés de consulta-Lo, consultando os mortos. Comendo alimentos proibidos. E se achando santos. Olhando para outros, ordenando que não se aproximem, para não contaminá-los. Considerando-se mais santos que todos. Mais sábios. Mais poderosos. Pessoas que se tornaram um fedor em Suas narinas. Uma fumaça irritante que não passa.
Apesar de tudo, o Senhor não destruirá a todos indistintamente. É possível encontrar uma ou outra uva boa num cacho de uvas pobres. E Ele as procura.
Que tipo de uvas somos? As podres? Ou as boas, ainda que num cacho de uvas podres? Somos os que se voltam para Ele, os que ouvem Sua voz, os que atendem quando chama?
Então, novamente Isaías parece se transformar no livro de Apocalipse. Ele viu novos céus e novas terras. Uma nova Jerusalém, que será fonte de alegria. Seu povo será uma fonte de alegria.
Ele abençoará os de coração humilde e oprimido. Abençoará os que tremem diante de Sua palavra. Diante do que temos tremido? De Sua palavra ou de ensinos de homens, de vãs filosofias, de alinhamentos inúteis e ciências humanas?
Temos uma escolha a fazer. Todos os dias. Somos os que escolhem seguir seus próprios caminhos? Ele não aceitará nossas ofertas. Não aceitará nossas vidas. Ele conhece nossos pensamentos. Nossos corações. Estaremos entre os que O adorarão para sempre ou entre os que sofrerão o mais absoluto horror?
Que saibamos escolher! Que escolhamos o Senhor! Que tremamos apenas diante dEle e de Sua palavra. Eternamente.
Aqui terminamos o livro de Isaías. Amanhã iniciaremos uma nova jornada através das páginas do profeta Jeremias. Leremos os primeiros três capítulos.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro do profeta Isaías.
Na postagem anterior, vimos mais uma profecia sobre o Senhor Jesus, que se cumpriu em Nazaré. A oração de Isaías por Jerusalém. O julgamento do Senhor a Seus inimigos. E Seu mandamento, para que não deixemos de orar, até que Ele complete Sua obra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/isaias-611-6319.html
Agora, caminharemos através dos últimos capítulos desse maravilhoso livro. A partir do capítulo sessenta e quatro. Até o capítulo sessenta e seis.
O anseio de Isaías também é o nosso. Ele e nós suspiramos! Queremos, com todas as nossas forças que o Senhor abra os céus novamente e desça. Que os montes tremam diante de Sua presença. Que as nações estremeçam e Seus inimigos entendam a razão de Sua fama, entendam quem, de fato, Ele é.
Isaías olha para trás e nós, olhamos com Ele. Nos lembramos quando há muito tempo atrás Ele realizou coisas maravilhosas que não eram esperadas. Sim, os montes tremeram diante dEle.
https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk
Então Isaías escreve uma declaração que se tornou meu versículo preferido. Nunca, jamais, desde que o mundo é mundo, nenhum ouvido ouviu, nenhum olho viu, um Deus como o Senhor! Um Deus que trabalha a favor dos que esperam nEle. Volte e leia de novo! O Todo-Poderoso trabalha a favor de todos os que esperam nEle.
Não conseguimos uma solução? Não há o que fazer? Só o Senhor pode resolver? Anime-se! Ele é o único Deus que trabalha a favor dos que esperam nEle. Em quem temos esperado? NEle? Ótimo. Está trabalhando a nosso favor.
Ele, o Todo-Poderoso recebe de braços abertos os que praticam a justiça com alegria, os que seguem Seus caminhos. Estamos praticando a justiça alegremente? Estamos seguindo Seus caminhos? Podemos correr para Seus braços. Ele está nos esperando e nos recebe de braços abertos!
Mas, o pecado nos afasta dEle. Faz com que nossos atos de justiça sejam apenas trapos imundos. O pecado nos leva como folhas carregadas pelo vento. Sem destino. Se estamos vivendo longe dEle, em pecado, precisamos voltar. Nos arrepender. Invocar Seu nome. Ele sempre nos recebe com Seus braços abertos, transbordando amor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/sou-o-filho-mais-novo.html
Sim, Ele é o Senhor, grande em misericórdia. O Senhor que está sempre pronto a atender. Mas, como atender, se ninguém Lhe pede ajuda? Ele está pronto para ser encontrado. Mas como? Se ninguém O procura.
Até para uma nação que não invocava Seu nome, Ele, em Sua bondade, disse: “Aqui estou! Aqui estou!”. Isaías nos conta que o Senhor abriu (e abre) todos os dias Seus braços a um povo rebelde. Ainda assim, muitos de nós seguem seus próprios caminhos. Suas próprias ideias distorcidas. O dia todo insultando-O abertamente. Adorando ídolos em seus jardins, seus lugares secretos. Queimando ali incenso, em seus altares. Andando à noite no meio das sepulturas e, ao invés de consulta-Lo, consultando os mortos. Comendo alimentos proibidos. E se achando santos. Olhando para outros, ordenando que não se aproximem, para não contaminá-los. Considerando-se mais santos que todos. Mais sábios. Mais poderosos. Pessoas que se tornaram um fedor em Suas narinas. Uma fumaça irritante que não passa.
Apesar de tudo, o Senhor não destruirá a todos indistintamente. É possível encontrar uma ou outra uva boa num cacho de uvas pobres. E Ele as procura.
Que tipo de uvas somos? As podres? Ou as boas, ainda que num cacho de uvas podres? Somos os que se voltam para Ele, os que ouvem Sua voz, os que atendem quando chama?
Então, novamente Isaías parece se transformar no livro de Apocalipse. Ele viu novos céus e novas terras. Uma nova Jerusalém, que será fonte de alegria. Seu povo será uma fonte de alegria.
Ele abençoará os de coração humilde e oprimido. Abençoará os que tremem diante de Sua palavra. Diante do que temos tremido? De Sua palavra ou de ensinos de homens, de vãs filosofias, de alinhamentos inúteis e ciências humanas?
Temos uma escolha a fazer. Todos os dias. Somos os que escolhem seguir seus próprios caminhos? Ele não aceitará nossas ofertas. Não aceitará nossas vidas. Ele conhece nossos pensamentos. Nossos corações. Estaremos entre os que O adorarão para sempre ou entre os que sofrerão o mais absoluto horror?
Que saibamos escolher! Que escolhamos o Senhor! Que tremamos apenas diante dEle e de Sua palavra. Eternamente.
Aqui terminamos o livro de Isaías. Amanhã iniciaremos uma nova jornada através das páginas do profeta Jeremias. Leremos os primeiros três capítulos.
Espero você. Até lá.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Salmo 119.49-56
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa caminhada ainda através das estrofes do Salmo cento e dezenove. Sem pressa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11941-48.html
Agora, do versículo quarenta e nove ao versículo cinquenta e seis.
Zain
O salmista começa com uma oração. Pede que o Senhor lembre da promessa que lhe fez.
Sua promessa é sua esperança. Ele crê que a promessa se cumprirá. Virá à existência. Ele a verá. Ela renova suas forças. Consola-o nos tempos de aflição. Ele pode olhar para trás e ver a bondade e a misericórdia do Senhor a seguí-lo. Pode olhar para frente, crendo em Sua promessa. E prosseguindo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Os orgulhosos o desprezam. Ainda assim, confia e não se desvia das leis do Senhor. Medita em Seus estatutos. Que são muito antigos. Eles o consolam de maneira magnífica.
O salmista fica furioso com os perversos por rejeitarem a lei do Senhor. Quanto a ele, canta Seus decretos. Eles são o tema de suas canções.
À noite, depois que todos os afazeres terminam e ele descansa, pensa no Senhor. Em Sua identidade. Quem é o Senhor? Tem aprendido em Sua palavra. Por isso, obedece Sua lei. Como não obedecer um Senhor que nos ama de forma incondicional?
Passa seus dias como devemos passar os nossos. Obedecendo Suas bondosas ordens.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada ainda através das estrofes do Salmo cento e dezenove. Sem pressa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11941-48.html
Agora, do versículo quarenta e nove ao versículo cinquenta e seis.
Zain
O salmista começa com uma oração. Pede que o Senhor lembre da promessa que lhe fez.
Sua promessa é sua esperança. Ele crê que a promessa se cumprirá. Virá à existência. Ele a verá. Ela renova suas forças. Consola-o nos tempos de aflição. Ele pode olhar para trás e ver a bondade e a misericórdia do Senhor a seguí-lo. Pode olhar para frente, crendo em Sua promessa. E prosseguindo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Os orgulhosos o desprezam. Ainda assim, confia e não se desvia das leis do Senhor. Medita em Seus estatutos. Que são muito antigos. Eles o consolam de maneira magnífica.
O salmista fica furioso com os perversos por rejeitarem a lei do Senhor. Quanto a ele, canta Seus decretos. Eles são o tema de suas canções.
À noite, depois que todos os afazeres terminam e ele descansa, pensa no Senhor. Em Sua identidade. Quem é o Senhor? Tem aprendido em Sua palavra. Por isso, obedece Sua lei. Como não obedecer um Senhor que nos ama de forma incondicional?
Passa seus dias como devemos passar os nossos. Obedecendo Suas bondosas ordens.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 4 de junho de 2019
Salmos 38.1-41.13
Leitura do dia 04/06.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Quero lembrar que é preciso lermos a Palavra. Não apenas um comentário ou resumo dela. Cada um de nós precisa garimpar seus segredos, mistérios e tesouros. É uma conquista individual.
Ontem vimos o clamor de Davi por socorro. As atitudes dos perversos. O maravilhoso amor do Senhor. Toda a humanidade pode encontrar abrigo à sombra de Suas asas.
Também vimos que devemos confiar no Senhor, fazer o bem, buscar nossa alegria nEle, entregar nosso caminho a Ele, aquietarmo-nos em Sua presença, colocar nossa esperança nEle e andar com firmeza em Seu caminho. Ele é o Senhor que nos socorre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-351-3740.html
Hoje, caminharemos pelos capítulos trinta e oito a quarenta e um.
No Salmo trinta e oito, Davi pede que o Senhor se lembre dele. Sua saúde está arruinada, por causa de seu pecado. Sua culpa o sufoca. É um fardo pesado, insuportável. Suas feridas infeccionaram e cheiram mal. Tudo por causa de sua insensatez. Está encurvado. Atormentado e entristecido. Anda o dia todo de um lado para o outro. Febril. Exausto e abatido. Seu coração angustiado. Com taquicardia. Sem forças.
Seus amigos e conhecidos se afastam dele. Seus inimigos planejam sua morte. Está à beira de um colapso. Então, confessa sua culpa. Sente profundo pesar pelo que fez. E pede socorro ao Senhor.
Ele é o único que pode nos socorrer. Se há algum pecado não confessado, que o confessemos rapidamente. A culpa é um fardo muito pesado para carregarmos. Pode levar não apenas à beira de um colapso, mas à própria morte.
"Pois o salário do pecado é a morte, mas a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor". - Romanos 6.23
Ah, que maravilhoso presente!
No Salmo trinta e nove, Davi está alerta. Fala que tomará cuidado com o que faz. Nem pecará com o que diz. Ficará calado enquanto o perverso estiver por perto. Mas não consegue permanecer em silêncio. Pede ao Senhor que lhe mostre quão breve é sua vida. Acumula riquezas em vão. Nem sabe quem as gastará. Sua alma angustiada grita: “Agora, Senhor, o que devo esperar?” Ele mesmo responde. O Senhor é sua única esperança. Pede que o livre de sua rebeldia. Implora que o Senhor ouça suas orações.
É maravilhoso vermos que, mesmo em meio às dores, angústias e até pecados, Davi continua cantando e clamando ao Senhor.
No Salmo quarenta Davi fala que esperou com paciência nEle. Nunca encontrei alguém que gostasse de esperar. Alguns até aprendem a esperar. A maioria de nós, não. E esperar com paciência? Ah, como é difícil!
E sabe onde Davi estava? Num charco de lodo e perdição. Num poço de desespero e num atoleiro de lama. Quase numa areia movediça. Ou pior.
Mas esperou com paciência no Senhor. Consegue imaginar? Quem consegue ficar num poço de desespero e num atoleiro de lama quieto, esperando e ainda com paciência? Davi ficou.
Ele nos conta que esperou com paciência no Senhor e algo aconteceu. Algo fantástico. O Senhor se voltou para ele. Ouviu seu clamor. Ah, enquanto esperava com paciência, clamava.
O Senhor, além de ouvir seu clamor, o arrancou desse poço de desespero e atoleiro de lama em que se encontrava. Além disso, colocou seus pés em uma rocha. Já caiu em poço de desespero? Em um atoleiro de lama? Ah, como é difícil permanecer em pé. Você fica escorregadio. E continua caindo.
Mas o Senhor não apenas colocou Davi em uma rocha. Ele firmou seus passos. Com os passos firmes, não escorregará. Não cairá novamente no mesmo atoleiro. E o Senhor continuou.
Tirou Davi de um atoleiro. Colocou seus pés sobre uma rocha. Firmou seus passos. E colocou um novo cântico em seus lábios. Um louvor ao Senhor. Como não louvar um Deus tão fascinante?
Ele afirma que muitos verão o que Ele fez. Quando caiu no atoleiro, muitos viram. Agora verão o que o Senhor fez. E temerão e confiarão nEle.
Ah, quantas vezes o Senhor nos faz passar por processos que achamos dolorosos e nos tira do atoleiro para que outros vejam e confiem nEle!
Somos Suas testemunhas.
Davi afirma, com razão, que é muito feliz os que confiam no Senhor. Que não dependem dos arrogantes, nem dos que se desviam para a mentira.
Seus planos para nós são tantos, que nem consegue contar.
E quanto à sua leitura? O que mais encontrou garimpando esse maravilhoso Salmo?
No Salmo quarenta e um, Davi diz aqueles que se importam com os pobres são muito felizes. Sabe por quê? Em tempos de aflição, o Senhor os livra. Protege-os e conserva suas vidas. Faz com que prosperem. Livra-os de seus inimigos. Cuida deles quando ficam doente e lhes restaura a saúde.
Hum, então ficaremos doentes? Sim. O fato de servir ao Senhor não nos dá imunidade. A salvação não vem com uma vacina nos livrando de todos os perigos, angústias, dores e doenças. Não está no “kit”. Ficaremos doentes. Mas o Senhor cuidará de nós. Que consolo maravilhoso!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Em meio à sua canção, quando canta ao Senhor suas angústias, tem mais uma revelação sobre a traição que o Senhor Jesus sofreu, séculos depois.
Pede que o Senhor lhe devolva a saúde. E O louva. Sabe que o Senhor deve ser louvado, de eternidade a eternidade.
Aqui termina o Livro um de Salmos, os "Salmos de Davi".
O Livro dois, conhecido como “Salmos Históricos”, começa no Salmo quarenta e dois e vai até o Salmo setenta e dois.
Amanhã leremos do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e cinco.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Salmos.
Quero lembrar que é preciso lermos a Palavra. Não apenas um comentário ou resumo dela. Cada um de nós precisa garimpar seus segredos, mistérios e tesouros. É uma conquista individual.
Ontem vimos o clamor de Davi por socorro. As atitudes dos perversos. O maravilhoso amor do Senhor. Toda a humanidade pode encontrar abrigo à sombra de Suas asas.
Também vimos que devemos confiar no Senhor, fazer o bem, buscar nossa alegria nEle, entregar nosso caminho a Ele, aquietarmo-nos em Sua presença, colocar nossa esperança nEle e andar com firmeza em Seu caminho. Ele é o Senhor que nos socorre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-351-3740.html
Hoje, caminharemos pelos capítulos trinta e oito a quarenta e um.
No Salmo trinta e oito, Davi pede que o Senhor se lembre dele. Sua saúde está arruinada, por causa de seu pecado. Sua culpa o sufoca. É um fardo pesado, insuportável. Suas feridas infeccionaram e cheiram mal. Tudo por causa de sua insensatez. Está encurvado. Atormentado e entristecido. Anda o dia todo de um lado para o outro. Febril. Exausto e abatido. Seu coração angustiado. Com taquicardia. Sem forças.
Seus amigos e conhecidos se afastam dele. Seus inimigos planejam sua morte. Está à beira de um colapso. Então, confessa sua culpa. Sente profundo pesar pelo que fez. E pede socorro ao Senhor.
Ele é o único que pode nos socorrer. Se há algum pecado não confessado, que o confessemos rapidamente. A culpa é um fardo muito pesado para carregarmos. Pode levar não apenas à beira de um colapso, mas à própria morte.
"Pois o salário do pecado é a morte, mas a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor". - Romanos 6.23
Ah, que maravilhoso presente!
No Salmo trinta e nove, Davi está alerta. Fala que tomará cuidado com o que faz. Nem pecará com o que diz. Ficará calado enquanto o perverso estiver por perto. Mas não consegue permanecer em silêncio. Pede ao Senhor que lhe mostre quão breve é sua vida. Acumula riquezas em vão. Nem sabe quem as gastará. Sua alma angustiada grita: “Agora, Senhor, o que devo esperar?” Ele mesmo responde. O Senhor é sua única esperança. Pede que o livre de sua rebeldia. Implora que o Senhor ouça suas orações.
É maravilhoso vermos que, mesmo em meio às dores, angústias e até pecados, Davi continua cantando e clamando ao Senhor.
No Salmo quarenta Davi fala que esperou com paciência nEle. Nunca encontrei alguém que gostasse de esperar. Alguns até aprendem a esperar. A maioria de nós, não. E esperar com paciência? Ah, como é difícil!
E sabe onde Davi estava? Num charco de lodo e perdição. Num poço de desespero e num atoleiro de lama. Quase numa areia movediça. Ou pior.
Mas esperou com paciência no Senhor. Consegue imaginar? Quem consegue ficar num poço de desespero e num atoleiro de lama quieto, esperando e ainda com paciência? Davi ficou.
Ele nos conta que esperou com paciência no Senhor e algo aconteceu. Algo fantástico. O Senhor se voltou para ele. Ouviu seu clamor. Ah, enquanto esperava com paciência, clamava.
O Senhor, além de ouvir seu clamor, o arrancou desse poço de desespero e atoleiro de lama em que se encontrava. Além disso, colocou seus pés em uma rocha. Já caiu em poço de desespero? Em um atoleiro de lama? Ah, como é difícil permanecer em pé. Você fica escorregadio. E continua caindo.
Mas o Senhor não apenas colocou Davi em uma rocha. Ele firmou seus passos. Com os passos firmes, não escorregará. Não cairá novamente no mesmo atoleiro. E o Senhor continuou.
Tirou Davi de um atoleiro. Colocou seus pés sobre uma rocha. Firmou seus passos. E colocou um novo cântico em seus lábios. Um louvor ao Senhor. Como não louvar um Deus tão fascinante?
Ele afirma que muitos verão o que Ele fez. Quando caiu no atoleiro, muitos viram. Agora verão o que o Senhor fez. E temerão e confiarão nEle.
Ah, quantas vezes o Senhor nos faz passar por processos que achamos dolorosos e nos tira do atoleiro para que outros vejam e confiem nEle!
Somos Suas testemunhas.
Davi afirma, com razão, que é muito feliz os que confiam no Senhor. Que não dependem dos arrogantes, nem dos que se desviam para a mentira.
Seus planos para nós são tantos, que nem consegue contar.
E quanto à sua leitura? O que mais encontrou garimpando esse maravilhoso Salmo?
No Salmo quarenta e um, Davi diz aqueles que se importam com os pobres são muito felizes. Sabe por quê? Em tempos de aflição, o Senhor os livra. Protege-os e conserva suas vidas. Faz com que prosperem. Livra-os de seus inimigos. Cuida deles quando ficam doente e lhes restaura a saúde.
Hum, então ficaremos doentes? Sim. O fato de servir ao Senhor não nos dá imunidade. A salvação não vem com uma vacina nos livrando de todos os perigos, angústias, dores e doenças. Não está no “kit”. Ficaremos doentes. Mas o Senhor cuidará de nós. Que consolo maravilhoso!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Em meio à sua canção, quando canta ao Senhor suas angústias, tem mais uma revelação sobre a traição que o Senhor Jesus sofreu, séculos depois.
Pede que o Senhor lhe devolva a saúde. E O louva. Sabe que o Senhor deve ser louvado, de eternidade a eternidade.
Aqui termina o Livro um de Salmos, os "Salmos de Davi".
O Livro dois, conhecido como “Salmos Históricos”, começa no Salmo quarenta e dois e vai até o Salmo setenta e dois.
Amanhã leremos do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e cinco.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 11 de março de 2019
Rute 2.1-18
Leitura do dia 11/03.
Na postagem anterior, vimos Noemi perder seu marido e filhos. Orfa e Rute, seus maridos.
Também vimos que Rute vai para Belém com sua sogra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/rute-11-22.html
Agora, caminharemos pelo capítulo dois do livro de Rute.
O texto nos conta que em Belém havia um homem rico e respeitado. Seu nome era Boaz. Era parente de Elimeleque, o marido de Noemi.
Rute, que poderia estar em casa, sendo consolada por seus pais, pede permissão a Noemi para ir ao campo, recolher o sustento de ambas.
Que escolha fez essa mulher! Perdeu seu marido. Ela e Noemi eram perdedoras. Mas Rute escolheu ser benção na vida de sua sogra. Como sua sogra deve ter sido benção em sua vida durante o tempo de seu casamento.
Levantava-se, dia após dia, quando não havia esperança de que algo fosse mudar sua realidade. Pensando no sustento de ambas. O coração em dor. Mas ainda assim, agindo. E agindo corretamente.
Noemi liberou Rute para ir. Ela foi colher espigas após os ceifeiros.
Já vimos que o Senhor dera ordem de sempre deixar um pouco de espigas para os pobres, as viúvas e os estrangeiros. Rute se enquadrava nas três categorias.
Ela foi trabalhar exatamente (não por coincidência), num campo que pertencia a Boaz, o tal homem rico e respeitado que havia em Belém e era parente de seu sogro.
Enquanto estava ali, Boaz chegou da cidade. Após saldar os ceifeiros, perguntou a seu capataz quem era Rute e a quem ela pertencia. Com certeza, de alguma forma, ela chamou sua atenção.
O capataz respondeu que era a moça que viera de Moabe com Noemi. Ela lhe pedira para colher atrás dos ceifeiros. Também informou a Boaz que, desde que chegara, praticamente não havia parado um minuto de trabalhar.
Boaz foi até Rute. Falou com ela amigavelmente. Disse-lhe para colher espigas somente com eles. Que não fosse a nenhum outro campo. Que acompanhasse as moças que trabalhavam para ele. Que observasse que parte do campo elas estavam colhendo e fosse atrás delas.
Boaz lhe disse que havia dado ordens para que os homens não a tratassem mal. E quando tivesse sede, deveria servir-se da água tirada do poço.
Consegue enxergar a tipologia aqui? Como se fosse o Senhor Jesus falando para nós, com carinho, cuidado e amor?
Com Ele estamos protegidos. Podemos ter unidade com outros. Não nos tratarão mal. Se tivermos sede, podemos beber água fresca.
Como nosso Senhor é lindo!
E que homem esse Boaz. Já estou completamente apaixonada por ele!
Rute está espantada. Ela se prostra diante dele em respeito. Pergunta, abismada, o que fez para merecer tanta bondade. É apenas uma estrangeira.
Boaz responde que sabe. Sim, ele sabe que ela é uma estrangeira. Assim como Jesus sabe quem nós somos. Ainda assim, sem merecermos, nos trata com imensa bondade. O que me deixa sempre abismada. E grata.
Boaz sabe que Rute é uma estrangeira, mas também sabe o que faz por sua sogra desde a morte de seu marido. Ele ouviu, assim como toda a cidade, que ela deixara seus pais e sua terra para viver no meio de desconhecidos. Ele a abençoa.
“Que o Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio se refugiar, a recompense ricamente pelo que você fez”. – Rute 2.12
O Senhor, o Deus de Israel é o nosso refúgio. Estamos protegidos debaixo de Suas asas.
Rute responde que espera continuar recebendo sua bondade. Suas palavras, gentis, a encheram de ânimo.
E quem nos fala com gentileza, nos enchendo de ânimo? O Amado das nossas almas, Jesus. Que continuemos recebendo Sua bondade.
Na hora da refeição Boaz a chama. Para servir-se de comida. Molhar o pão no vinagre.
Ela obedece. Senta junto aos ceifeiros. Ele lhe oferece grãos tostados. Rute come até ficar satisfeita. E ainda sobra alimento. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quando volta ao trabalho, Boaz ordena a seus servos que a deixem colher livremente. Que não a incomodem. Mas não apenas isso. Ele ordena que tirem dos feixes algumas espigas de cevada e deixem-nas cair no chão para que ela as recolha e, de modo algum, que a atrapalhem.
Novamente podemos ver o cuidado do Senhor para conosco, na figura de Boaz. Ele também nos chama a comer. Podemos molhar nosso pão. Grãos tostados nos são oferecidos. Temos alimento suficiente para ficarmos satisfeitos, e ainda sobra. Podemos dividí-lo.
Além disso, o Senhor nos guarda em nossos caminhos. Nos abençoa além da medida. Facilita nossa colheita. Que grande amor Ele tem por nós!
Rute colheu o dia todo. Quando debulhou a cevada, encheu quase um cesto. Carregou tudo para a cidade. Mostrou a colheita à sua sogra. E, a comida que havia sobrado, não foi desperdiçada. Rute levou para Noemi.
Noemi ficou espantada com tudo que Rute colhera. Além do normal. Além da medida. Como o Senhor faz conosco. Quis saber onde havia colhido. E abençoou quem ajudara Rute.
Rute conta que estivera no campo de um homem chamado Boaz. Noemi o abençoa. E seu espírito começa a se reanimar. Ela reconhece que o Senhor não deixou de lado Sua bondade como acreditava antes. Ele continuava (e continua) sendo bom. Lembrava até dos que já estavam mortos, abençoando seus parentes vivos.
Ela conta a Rute que Boaz é um de seus parentes mais próximo. Podia ser o resgatador de ambas.
Rute lhe diz que Boaz falou para ela voltar e continuar a colher, enquanto houvesse colheita.
Noemi responde que essa é uma boa notícia. Que Rute obedeça. Que fique com seus servos. Em outros campos, poderiam maltratá-la. Com ele, está segura.
Nós também podemos ser maltratados se andarmos por aí. Mas estamos seguros com o nosso resgatador, o Senhor Jesus.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos Noemi perder seu marido e filhos. Orfa e Rute, seus maridos.
Também vimos que Rute vai para Belém com sua sogra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/rute-11-22.html
Agora, caminharemos pelo capítulo dois do livro de Rute.
O texto nos conta que em Belém havia um homem rico e respeitado. Seu nome era Boaz. Era parente de Elimeleque, o marido de Noemi.
Rute, que poderia estar em casa, sendo consolada por seus pais, pede permissão a Noemi para ir ao campo, recolher o sustento de ambas.
Que escolha fez essa mulher! Perdeu seu marido. Ela e Noemi eram perdedoras. Mas Rute escolheu ser benção na vida de sua sogra. Como sua sogra deve ter sido benção em sua vida durante o tempo de seu casamento.
Levantava-se, dia após dia, quando não havia esperança de que algo fosse mudar sua realidade. Pensando no sustento de ambas. O coração em dor. Mas ainda assim, agindo. E agindo corretamente.
Noemi liberou Rute para ir. Ela foi colher espigas após os ceifeiros.
Já vimos que o Senhor dera ordem de sempre deixar um pouco de espigas para os pobres, as viúvas e os estrangeiros. Rute se enquadrava nas três categorias.
Ela foi trabalhar exatamente (não por coincidência), num campo que pertencia a Boaz, o tal homem rico e respeitado que havia em Belém e era parente de seu sogro.
Enquanto estava ali, Boaz chegou da cidade. Após saldar os ceifeiros, perguntou a seu capataz quem era Rute e a quem ela pertencia. Com certeza, de alguma forma, ela chamou sua atenção.
O capataz respondeu que era a moça que viera de Moabe com Noemi. Ela lhe pedira para colher atrás dos ceifeiros. Também informou a Boaz que, desde que chegara, praticamente não havia parado um minuto de trabalhar.
Boaz foi até Rute. Falou com ela amigavelmente. Disse-lhe para colher espigas somente com eles. Que não fosse a nenhum outro campo. Que acompanhasse as moças que trabalhavam para ele. Que observasse que parte do campo elas estavam colhendo e fosse atrás delas.
Boaz lhe disse que havia dado ordens para que os homens não a tratassem mal. E quando tivesse sede, deveria servir-se da água tirada do poço.
Consegue enxergar a tipologia aqui? Como se fosse o Senhor Jesus falando para nós, com carinho, cuidado e amor?
Com Ele estamos protegidos. Podemos ter unidade com outros. Não nos tratarão mal. Se tivermos sede, podemos beber água fresca.
Como nosso Senhor é lindo!
E que homem esse Boaz. Já estou completamente apaixonada por ele!
Rute está espantada. Ela se prostra diante dele em respeito. Pergunta, abismada, o que fez para merecer tanta bondade. É apenas uma estrangeira.
Boaz responde que sabe. Sim, ele sabe que ela é uma estrangeira. Assim como Jesus sabe quem nós somos. Ainda assim, sem merecermos, nos trata com imensa bondade. O que me deixa sempre abismada. E grata.
Boaz sabe que Rute é uma estrangeira, mas também sabe o que faz por sua sogra desde a morte de seu marido. Ele ouviu, assim como toda a cidade, que ela deixara seus pais e sua terra para viver no meio de desconhecidos. Ele a abençoa.
“Que o Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio se refugiar, a recompense ricamente pelo que você fez”. – Rute 2.12
O Senhor, o Deus de Israel é o nosso refúgio. Estamos protegidos debaixo de Suas asas.
Rute responde que espera continuar recebendo sua bondade. Suas palavras, gentis, a encheram de ânimo.
E quem nos fala com gentileza, nos enchendo de ânimo? O Amado das nossas almas, Jesus. Que continuemos recebendo Sua bondade.
Na hora da refeição Boaz a chama. Para servir-se de comida. Molhar o pão no vinagre.
Ela obedece. Senta junto aos ceifeiros. Ele lhe oferece grãos tostados. Rute come até ficar satisfeita. E ainda sobra alimento. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quando volta ao trabalho, Boaz ordena a seus servos que a deixem colher livremente. Que não a incomodem. Mas não apenas isso. Ele ordena que tirem dos feixes algumas espigas de cevada e deixem-nas cair no chão para que ela as recolha e, de modo algum, que a atrapalhem.
Novamente podemos ver o cuidado do Senhor para conosco, na figura de Boaz. Ele também nos chama a comer. Podemos molhar nosso pão. Grãos tostados nos são oferecidos. Temos alimento suficiente para ficarmos satisfeitos, e ainda sobra. Podemos dividí-lo.
Além disso, o Senhor nos guarda em nossos caminhos. Nos abençoa além da medida. Facilita nossa colheita. Que grande amor Ele tem por nós!
Rute colheu o dia todo. Quando debulhou a cevada, encheu quase um cesto. Carregou tudo para a cidade. Mostrou a colheita à sua sogra. E, a comida que havia sobrado, não foi desperdiçada. Rute levou para Noemi.
Noemi ficou espantada com tudo que Rute colhera. Além do normal. Além da medida. Como o Senhor faz conosco. Quis saber onde havia colhido. E abençoou quem ajudara Rute.
Rute conta que estivera no campo de um homem chamado Boaz. Noemi o abençoa. E seu espírito começa a se reanimar. Ela reconhece que o Senhor não deixou de lado Sua bondade como acreditava antes. Ele continuava (e continua) sendo bom. Lembrava até dos que já estavam mortos, abençoando seus parentes vivos.
Ela conta a Rute que Boaz é um de seus parentes mais próximo. Podia ser o resgatador de ambas.
Rute lhe diz que Boaz falou para ela voltar e continuar a colher, enquanto houvesse colheita.
Noemi responde que essa é uma boa notícia. Que Rute obedeça. Que fique com seus servos. Em outros campos, poderiam maltratá-la. Com ele, está segura.
Nós também podemos ser maltratados se andarmos por aí. Mas estamos seguros com o nosso resgatador, o Senhor Jesus.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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