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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Isaías 31.1-33.24

Leitura do dia 25/07.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.

Ontem vimos o juízo sobre Samaria. Seus governantes cambaleiam por terem sido dominados pelo álcool. Seu povo não quer mais ouvir o Senhor. Reclamam dEle sempre repetir a mesma mensagem. Reclamam por Ele ter misericórdia.

O povo de Judá, outrora fiel ao Senhor, agora não querem que os profetas falem a verdade. Nem que andem mais pelo caminho estreito. Só querem ouvir coisas agradáveis. Não querem a Lei do Senhor. Querem mentiras. Que não os confrontem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-281-3033.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo trinta e um. Até o capítulo trinta e três.

O profeta fala que é inútil confiar no Egito. Em seus cavalos, carros e cavaleiros. Devemos confiar no Senhor. Em Seu socorro. Que é real.

O Senhor julgará a todos. Os egípcios. Os que confiam neles. Até os assírios.

Mas chegará um dia que um rei Justo se levantará. Os príncipes que pertencem a este Rei governarão com retidão. Ao invés de oprimir e sugar do povo, cada um deles será como abrigo contra o vento e refúgio contra a tempestade. Esses príncipes serão como riacho no deserto. Como a sombra de uma grande pedra em terra seca.

Sabemos quem é esse Rei Justo. Também sabemos quem são seus príncipes. Mas temos agido como abrigo e refúgio? Temos agido como água e sombra?

Enquanto os perversos serão destruídos, os generosos serão abençoados e permanecerão firmes.

Isaías ordena que as mulheres negligentes prestem atenção. Suas plantações não produzirão. Suas belas propriedades e videiras frutíferas ficarão cobertas de espinho e mato. Essas mulheres já foram como a mulher virtuosa de Provérbios 31, empresárias e comerciantes. Agora são negligentes e sofrerão. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-311-31.html

Até o que o Espírito do Senhor seja derramado sobre nós. Até que a retidão governe no deserto, que não será mais deserto. E a justiça governe no campo fértil, trazendo paz, sossego e segurança para sempre.

Isaías também fala que uma grande aflição espera pelos Assírios. Quando terminarem de destruir, serão destruídos. Quando terminarem de trair, serão traídos. Eles que não se importam com promessas feitas. Ainda que diante de testemunhas. Serão derrubados.

Mas o Senhor será o alicerce do Seu povo. Ele proverá farto suprimento de salvação, sabedoria e conhecimento. O temor do Senhor será o tesouro do Seu povo. Isso é prosperidade. Não fartura de poder, bens e dinheiro. Mas fartura de salvação, sabedoria e conhecimento.

O Senhor dá um alerta aos que produzem apenas capim seco e palha. Serão consumidos pelo fogo. Sim, os pecadores do meio do Seu povo tremerão de medo. Os ímpios ficarão cheios de terror. Note que está falando sobre Seu povo. Aqueles que O conhecem, mas não O amam, não O obedecem, não O temem.

Quem afinal, pode conviver com o fogo consumidor? Quem pode sobreviver às chamas devoradoras? Será que é possível? Sim. Ele mesmo responde. Os que são justos. Íntegros (inteiros). Os que não lucram desonestamente. Os que se mantém afastados de subornos. Os que não dão ouvidos às tramas assassinas. Os que fecham os olhos para não cair em tentação. Esses conviverão com o fogo consumidor e as chamas devoradoras. Habitarão nas alturas. Nas rochas dos montes terão sua fortaleza. Não passarão fome. Terão provisão de alimento. E não lhes faltará água. Serão prósperos. Terão o que necessitam.

E então? Onde queremos habitar? Entre os que buscam lucros a qualquer custo? Com os que aceitam e oferecem subornos? Com os que tramam assassinatos de qualquer espécie? Com os que tem seus olhos bem abertos para o que não agrada o Senhor?

Ou habitaremos nas alturas? Entre o fogo consumidor e as chamas devoradoras. Sem correr risco algum. Por termos nossas vidas firmadas no Senhor. Nossos atos e obras provados por Ele. Provados pelo fogo consumidor. Pelas chamas devoradoras.

Onde queremos habitar?

Amanhã continuamos. Leremos a partir do capítulo trinta e quatro. Até o capítulo trinta e seis.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Levítico 8.1-10.20

Leitura do dia 30/01.

Na postagem anterior vimos sobre as ofertas pelo pecado e pela culpa, além dos holocaustos. Ninguém precisava ficar culpado. Percebia a culpa, confessava e oferecia sua oferta.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-41-738.html

Agora, continuaremos através das páginas dos capítulos de oito a dez de Levítico.

Como o Senhor havia ordenado, Arão e seus filhos foram consagrados. Exatamente de acordo com os rituais prescritos. Cada detalhe. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html

Essa cerimônia foi feita diante de todo o povo. Durou sete dias.

Depois da consagração, Arão e seus filhos começaram seu serviço. No oitavo dia, apresentaram ofertas por eles e pelo povo. Fizeram expiação por si mesmo e pelo povo. Tudo conforme o Senhor havia ordenado a Moisés.

Por fim, Arão ergueu as mãos na direção do povo e o abençoou. Agora estava no lugar certo, fazendo o que foi separado para fazer. Representar o povo diante do Senhor, fazer expiação por ele e abençoá-lo. Não levá-lo ao pecado como havia feito no caso do bezerro de ouro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

Depois de oferecidos os holocaustos e as ofertas, Moisés e Arão entraram na tenda do encontro. Quando voltaram, abençoaram novamente o povo.

A glória do Senhor apareceu a todos. Fogo saiu de Sua presença e consumiu o holocausto e a gordura no altar. À vista de todos.

O povo se alegrou sobremaneira. Gritaram de alegria. Prostraram-se com o rosto no chão e adoraram ao Senhor.

Então, algo terrível aconteceu.

Os dois filhos mais velhos de Arão colocaram brasas em seus incensários e as salpicaram com incenso. Não fizeram como era a prescrição. Apresentaram fogo estranho diante do Senhor. Fogo saiu de Sua presença e os devorou. Eles morreram ali, diante do Senhor.

Moisés disse algo importantíssimo a Arão. Algo que o Senhor havia declarado. Ele mostraria Sua santidade entre os que se aproximassem dEle e Sua glória diante do povo.

O povo vê a glória do Senhor. E se alegra com ela. Mas quem se achega ao Senhor, vê Sua santidade. Sua santidade é algo muito mais sério. Mais perigoso.

Nadabe e Abiú não deram importância à santidade do Senhor. Por isso morreram.

Arão ficou calado. Não respondeu nada. Moisés chamou dois primos e pediu que tirassem Nadabe e Abiú de frente do santuário. Colocassem seus corpos fora do acampamento. Eles os puxaram pelas roupas.

Então, Moisés disse a Arão e a seus dois filhos que restaram, Eleazar e Itamar, que não se descabelassem, não pranteassem. Não fizessem luto. Que os outros parentes fizessem. Eles não. Deveriam permanecer na presença do Senhor. Eles obedeceram.

O Senhor disse a Arão que ele e seus descendentes jamais deveriam beber vinho ou qualquer outra bebida fermentada antes de entrar na tenda do encontro. Se fizessem, morreriam. Eram separados. Deveriam fazer distinção entre o santo e o comum, o impuro e o puro. Também eram os responsáveis para ensinar aos israelitas todos os decretos que o Senhor havia dado através de Moisés.

Consegue entender como eram separados para o Senhor? Como precisavam respeitar Sua santidade?

Acredito que Nadabe e Abiú ofereceram fogo estranho por terem se excedido na bebida e perdido a noção da santidade do Senhor.

Depois disso, Moisés procurou cuidadosamente pelo bode da oferta pelo pecado. Quando viu que havia sido completamente queimado, ficou irritado com Eleazar e Itamar. Eles deveriam ter comido, no lugar santo.

Arão disse que algo terrível havia acontecido com ele. Será que o Senhor aceitaria que eles comessem, como se nada tivesse acontecido? Como se não estivessem tristes?

Moisés aceitou o argumento de Arão.

E assim termina nosso texto de hoje.

Que possamos dar valor ao Senhor. Que possamos enxergar quem somos nEle. Que possamos respeitar Sua santidade. E cumprir nosso papel. De acordo com Suas prescrições.

Amanhã continuamos. Leremos os capítulos onze a quatorze de Levítico.

Espero você. Até lá.