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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

João 4.1-42

Leitura do dia 03/11.

Continuamos nossa caminhada através do livro de João.

Ontem vimos o testemunho de João. Jesus é o Verbo Encarnado. Também vimos o testemunho de João Batista. Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Os primeiros discípulos. O encontro com Natanael.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-11-18.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-119-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-129-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-135-42.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-143-51.html

Também vimo o casamento em Caná da Galileia. Jesus transforma a água em vinho e salva a festa. Ele purifica o templo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-21-11.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-212-25.html

Nicodemos visita Jesus. Eles têm uma conversa muito interessante. João Batista exalta Jesus. Ele é Superior.http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-31-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-322-36.html

Hoje, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Na primeira postagem apenas o capítulo um. Até o versículo quarenta e dois.

Os fariseus ouviram falar que Jesus estava fazendo e batizando mais discípulos que João. Apesar de não ser Jesus quem batizava e sim, seus discípulos. Quando o Senhor ouviu isso, saiu da Judeia. Voltou para a Galileia.

João nos conta que era necessário que Ele passasse por Samaria.

Se olharmos o mapa daquela região, veremos que Samaria está entre a Judeia e a Galileia.

Acredito, no entanto, que João teve um motivo a mais para nos dar essa informação. Alguma coisa deveria acontecer nesta viagem.

Vamos observar.

Ele chega a uma cidade, em Samaria, chamada Sicar. Ficava próxima às terras que Jacó dera a seu filho José. Havia ali o poço de Jacó. Seus discípulos foram à cidade comprar comida. Jesus ficou.
Cansado da viagem, sentou-se à beira do poço. Era por volta do meio-dia. Essa hora o sol está muito forte.

De repente vem uma mulher. Cântaro na mão. Ela vem tirar água? Essa hora? Ao meio-dia? Na hora em que o sol está mais forte? Muito estranho.

Naquela época, naquela região, homens não costumam falar com mulheres em público. Além disso, os judeus não se davam bem com os samaritanos. O que vai acontecer?

Para nosso espanto, ouvimos Jesus pedir à mulher que lhe dê um pouco de água para beber. Estou pasma. A mulher também.

Ela pergunta ao Senhor como, Ele sendo judeu, pede a ela, uma samaritana, água para beber. Seu espanto é tão grande que não consegue não perguntar.

Ele diz que se ela conhecesse o dom de Deus e quem lhe está pedindo água, teria pedido a Ele, que teria lhe dado água viva.

Sua resposta faz meu coração disparar. O Senhor está se revelando a esta mulher? Quem será ela? Acabou de deixar a Judeia porque os fariseus estavam falando que batizava mais que João e agora faz uma declaração dessas? Prendo a respiração.

A mulher está impressionada. Olha para o Senhor. Não há nada em Suas mãos. Como tiraria água, ela pergunta. O poço é fundo. E onde pode se conseguir essa água viva? Também pergunta se Ele é maior que Jacó, que havia lhes dado aquele poço, do qual ele mesmo bebera, assim como seus filhos e seu gado.

Ainda não consegui soltar a respiração. Aguardo em suspense o que responderá.

Jesus explica à mulher que quem beber daquela água terá sede novamente, mas quem beber da água que Ele der, nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que Ele der se tornará uma fonte de água a jorrar para a vida eterna. Uau!

A mulher Lhe pede dessa água, para não ter mais sede, nem precisar voltar ali para tirar água. Deve ser terrível ter que pegar água àquela hora. Ainda não entendeu sobre o que Ele está falando. Seu pensamento é natural, ficar livre de ter que ir ali, ao meio-dia, tirar água.

Jesus fala para ela ir, chamar seu marido e voltar a Ele.

Ela responde que não tem marido. Jesus diz que ela está sendo correta, dizendo não ter marido. Meu queixo cai.

Acrescenta que ela já teve cinco maridos, mas o homem com quem agora vive não é seu marido. Novamente frisa que ela disse a verdade. Não é fácil falar algo assim. Preciso sentar.

A mulher reconhece que Ele é profeta. Afinal, como saberia do que acaba de falar? Se fosse eu, acho que sairia correndo. Sei que se envergonha com sua situação, pois está buscando água sozinha, sem a companhia de outras mulheres. Em um horário terrível para se andar no clima daquela região.

Felizmente ela não é como eu e, ao invés de fugir, aprofunda a conversa, dizendo que seus antepassados adoraram no monte ali, mas que os judeus, dizem que Jerusalém é o lugar certo para adorar.

Jesus responde: “Creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém”.

Diz que os samaritanos adoram o que não conhecem. Os judeus adoram o que conhecem, pois a salvação vem dos judeus.

Ah, quando fala isso, preciso levantar minha plaquinha de “aplausos”. Não diz que a salvação vem para os judeus e sim que a salvação vem dos judeus. Dos judeus para o mundo. Porque, como o Senhor disse a Nicodemos, Deus amou o mundo, não apenas um povo, mas todos os povos. O mundo todo (João 3.16). http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-e-uma-conversa-intrigante-no-meio.html

Tenho vontade de dançar de alegria. Cada frase Sua é mais intrigante que a anterior. Meu coração dispara um pouco mais. Quase saindo pela boca.

Ele diz que está chegando a hora, e de fato, já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Revela a essa mulher que não importa o lugar. Importa como.

É necessário adorar o Pai em espírito e em verdade. Por quê? O Pai procura adoradores. E são estes adoradores que o Pai procura. Adoradores verdadeiros.

Por quê? Porque Ele é espírito, e é necessário que seus adoradores O adorem em espírito e em verdade. Não é necessário adorar seguindo uma liturgia, ou só em um determinado lugar, ou só de uma forma, ou sei lá o que possam falar por aí. É necessário adorá-Lo em espírito e em verdade. Com o coração.

Ele conhece nossos corações.

Ela está começando a entender sobre o que o Senhor está falando. Diz que sabe que o Messias, chamado Cristo, está para vir. Quando Ele vier explicará tudo.

Jesus responde: “Eu sou o Messias. Eu, que estou falando com você”.

Agora, meu coração sai pela boca. Definitivamente.

Jesus não havia se revelado a ninguém dessa maneira, tão direta e clara. Escolhe se revelar agora. A uma mulher. Samaritana. Que havia tido cinco maridos e agora vivia com um homem que não era seu marido.

É a ela, e não aos estudiosos, ou às autoridades religiosas, que Ele se revela claramente.

Que amor é esse? Que Deus é esse? Que não pergunta nosso currículo. Que não olha nossas credenciais. Que não se importa com nossa posição.

Aquela mulher disse que sabia que o Messias estava para vir. Não importa quem ela era. Como era sua vida. Ela O esperava. O ansiava. E Ele se revelou a ela. Simples assim.

Ainda estou em choque.

Seus discípulos chegam. Ficam surpresos ao encontrá-Lo. Não têm coragem de perguntar o que queria saber ou porque conversava com uma mulher.

Ela deixa seu cântaro junto ao poço e volta à cidade. Será que agora resolveu fugir? Agora que Ele se revelou? Não posso crer.

Ela chega à cidade. E tal como fez André e Filipe, não se contentou em ter uma informação dessas apenas para si. Como João, precisa apontar. http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/filipe-disse-venha-e-veja.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/ele-ou-eu.html

Aquela mulher, que ia ao poço, sozinha, ao meio-dia, tirar água, disse a todos: “Venham ver um homem que me disse tudo que tenho feito. Será que Ele não é o Cristo?”.

Seu testemunho foi muito convincente. O povo saiu da cidade, mesmo com o sol a pico, e foi até o poço.

O que acontecerá?

Pensemos que o Senhor tem procurado verdadeiros adoradores. Que O adorem em espírito e em verdade. Que sejamos desses. E que Ele nos encontre.

Que sejamos Suas testemunhas, como essa mulher.

Os discípulos estão junto ao poço, ao lado de Jesus, insistindo com Ele para que coma alguma coisa. Ele diz que tem algo para comer que não conhecem. Eles não entendem e conversam uns com os outros, perguntando se é possível que alguém tenha Lhe trazido comida.

Jesus explica que Sua comida é fazer a vontade dAquele que O enviou e concluir Sua obra.

Continua falando que dizem faltar quatro meses para a colheita. Ordena que abram os olhos e vejam os campos. Já estão maduros. Não está falando de uma colheita natural. Diz que quem colhe recebe seu salário e colhe fruto para a vida eterna, de forma que se alegram juntos o que semeia e o que colhe.

Assim, o ditado “um semeia, e outro colhe”, é verdadeiro.

Diz também que os enviou a colherem o que não cultivaram. Outros realizaram o trabalho árduo, e eles vieram a usufruir do trabalho daqueles.

De repente, vemos os samaritanos chegarem da cidade. Foram até Jesus. Muitos creram nEle por causa do testemunho dado pela mulher: “Ele me disse tudo o que tenho feito”.

Quando se aproximaram dEle, os samaritanos insistiram que ficasse com eles. Ele ficou dois dias.

Quero repetir: Jesus ficou dois dias naquela cidade em Samaria. Samaria.

E por causa da Sua palavra, muitos outros creram nEle.

Diziam à mulher que agora criam não somente por causa do que ela dissera. Eles O ouviram e sabiam que Ele é realmente o Salvador do mundo.

Ele disse a verdade. Os campos estavam prontos para a colheita. O coração dos samaritanos estava inclinado a ouvir a verdade. Uma mulher que não deveria ter uma boa reputação testemunha de Jesus, eles creem e pedem a Ele que fique com eles. Jesus fica apenas dois dias e creem em Sua palavra.

A convicção é tanta que falam àquela mulher que não creem mais pelo testemunho dela e sim por terem ouvido eles mesmos. Eles O ouviram e sabem, têm certeza, que Ele é de fato o Salvador do mundo.

Que aprendamos com os samaritanos.

Se eram preconceituosos, deixaram o preconceito para trás. Ouviram o testemunho da mulher e depois as palavras do Senhor e creram. Então, eles mesmos deram o testemunho de que Ele é o Salvador do mundo.

Precisamos crer não apenas pelo testemunho de outro, mas por termos ouvido Sua voz e sabermos quem Ele é. Tal qual fizeram os samaritanos daquela cidade. E então, testemunharmos nós mesmos.
Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 28 de setembro de 2019

Miqueias 4.1-5.15

Leitura do dia 28/09.

Continuamos nossa caminhada através do livro do profeta Miqueias.

Ontem vimos o julgamento sobre Samaria e Jerusalém. Sobre os líderes e opressores. Sobre os falsos profetas e sacerdotes. Também vimos como um profeta deve ser. Sempre cheio do Espírito do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-11-312.html

Hoje, caminharemos pelos capítulos quatro e cinco.

O profeta fala que nos últimos tempos o monte da casa do Senhor será o mais elevado entre todos os montes. O mais importante. Não adianta conquistarmos qualquer coisa fora da vontade do Senhor. Não adianta conquistarmos qualquer coisa e abandonarmos Sua presença.

Os povos do mundo inteiro procurarão Sua casa, Sua presença. Gente de muitas nações desejará aprender como viver e andar em Seus caminhos. Finalmente a lei sairia de Sião e Sua palavra de Jerusalém. Para ensinar os povos.

Chegará um dia em que o Senhor será o mediador entre as nações. Ele resolverá seus conflitos. As armas serão transformadas em instrumentos de trabalho útil e proveitoso. Não haverá mais necessidade de lutas. Não será mais preciso treinar para a guerra. Todos viverão em paz. Em sua própria terra. É uma promessa feita pelo Senhor dos Exércitos. A paz.

Quando o profeta olha à sua volta, vê que as nações não O seguem. Sua afirmação é que, mesmo assim, Seu povo O seguirá. Para sempre. Como o brado de Josué, “eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24.15). http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-231-2433.html

Naquele dia o remanescente, mesmo sendo fraco, sobreviverá. Os exilados se tornarão uma nação forte. O Senhor os reunirá no monte Sião. Para sempre. O reino da preciosa Jerusalém, sua cidade querida, será restaurado (Apocalipse 21).

Haverá dias de dores. Sem reis e sábios. Haverá dias de exílio. Na Babilônia. Porém, lá o Senhor dará a libertação.

Muitas nações se reuniram contra Seu povo. Não entendem os planos do Senhor. Não conhecem Seus pensamentos. Não sabem que haverá restauração. Que todas as riquezas que foram roubadas serão dedicadas ao Senhor.

Miqueias dá um salto em suas palavras e fala sobre Belém. Uma cidade pequena. Sem valor em Judá. Mas um governante de Israel, cujas origens são eternas, sairá desta cidade. Ele se levantará para conduzir Seu rebanho. Assim, Seu povo viverá tranquilo. Ele será a fonte de paz.

Miqueias teve uma visão das duas vindas do Senhor. A primeira, nascendo em Belém. A segunda, quando governará a terra (Apocalipse 7.15-17). http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/os-pastores-recebem-maravilhosa-noticia.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Neste tempo, Seu povo será como um orvalho precioso. Como a chuva aguardada. Que ninguém é capaz de conter. Nem deter. Seu povo será como um leão. Vencedor.

O Senhor acabará com a feitiçaria e a prática de adivinhação. Destruirá os ídolos e as colunas sagradas a eles dedicadas. Acabará com seus santuários. Com os postes de Aserá. Destruirá todas as cidades das nações que não quiserem obedecê-Lo.

Apesar dos dias terríveis em função do juízo, haverá um dia de restauração. Um dia aguardado. Onde o Senhor reinará para sempre. Aguardemos por este dia.

"E gritavam com grande estrondo: 'A salvação vem de nosso Deus, que está sentado no trono, e do Cordeiro!'". - Apocalipse 7.10

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos seis e sete de Miqueias.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Oseias 12.1-14.9

Leitura do dia 20/09.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.

Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor contra Israel. E seu grande amor por Seu povo, mesmo afastado dEle.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-91-1112.html

Hoje caminharemos através dos três últimos capítulos. A partir do capítulo doze.

O Senhor fala que Seu povo se alimenta e corre atrás de inutilidades o dia todo. Acumula mentiras e violência. Faz acordos com a Assíria. E, ao mesmo tempo tenta acordo com o Egito. Mas não busca o Senhor. Não pede Sua ajuda.

Ele está pronto para castigar Seu povo mas, antes, chama-o para que volte. Que pratique amor e justiça. E confie sempre nEle. Não na ajuda de homens.

O povo, no entanto, se comporta como se fosse comerciantes astutos, com balanças desonestas, explorando seus clientes. Enganando às escondidas. Acredita que ficou rico. Que fez fortuna com seu próprio esforço. E sente-se protegido. Ninguém descobriu que enganou. Seu histórico é impecável. Aparentemente.

Mas o Senhor vê todas as coisas. Ele vê como Seu povo se comporta. Serão sentenciados à morte, por causa de seus pecados (Romanos 6.23). Esse é o salário do pecado, a morte.

Antigamente, quando Efraim falava, todo o povo tremia de medo. Respeitavam essa tribo que era muito importante em Israel. Agora, adoram Baal. Selaram sua destruição. Continuam a pecar fazendo ídolos de prata, oferecendo-lhes sacrifícios e beijando-os. Ao invés de amar o Senhor, amam seus ídolos feitos por mãos de homem.

O Senhor lembra que foi Ele quem os tirou do Egito. Não reconhecerão outro deus além dEle. Não há outro Salvador. Ele cuidou de Seu povo no deserto. Mas, quando comeram e ficaram saciados, orgulharam-se e esqueceram-se dEle. Voltando-Lhe as costas.

É triste ver que o Senhor, o único ajudador de Israel, está prestes a destruí-lo. Por causa de seus muitos pecados. Suas fontes ficarão esgotadas. Seus poços secarão. Suas riquezas serão saqueadas. Sofrerão as consequências de suas culpas. Rebelaram-se contra o Senhor. Ficarão sem Seu amparo e proteção.

O pecado de Israel é tão grande que serão mortos pela espada inimiga. Suas crianças e as mulheres grávidas, que deveriam ser cuidadas, serão despedaçadas.

Apesar de todo pecado de Israel, O Senhor os chama para voltarem. Para confessarem seus pecados e voltarem para Ele. Que Lhe peçam perdão. Que reconheçam que a Assíria não os pode salvar. Que seus ídolos não são nadas. Que somente nEle os órfãos encontram misericórdia. Que Ele é o único Salvador.

Seu desejo é esse. Quer curá-los de sua infidelidade. Quer amá-los com todo Seu ser. Tenho que repetir: O Senhor deseja amar Seu povo com todo Seu ser! É demais para mim. Que amor é esse?
https://www.youtube.com/watch?v=xu8Zel1u-6k

Se voltarem, Sua ira desaparecerá para sempre. Ele será para Israel como o orvalho refrescante. Israel florescerá como o lírio. Lançará raízes profundas. Será sólido. Seus ramos se estenderão como belas oliveiras. Terão crescimento. Serão perfumados como os cedros do Líbano. Serão agradáveis. Viverão novamente debaixo de Sua sombra. Crescerão como o trigo. Florescerão como a videira. Terão aroma agradável como os vinhos do Líbano. Basta voltarem para o Senhor. Ficar longe dos ídolos. Afinal, Ele é o que responde suas orações e cuida deles. Ele é com árvore sempre verde. Todos os seus frutos vêm dEle. Como não amá-Lo?

Ah, se Seu povo for sábio, entenderá. Quem tiver discernimento, ouvirá. Seus caminhos são retos. Os justos andam por ele. Mas, os pecadores tropeçam e caem. Nos mesmos caminhos. Incapazes de andar na retidão.

Que sejamos sábios. Que voltemos para o Senhor. Que derrubemos todos os ídolos de nossos corações. Que O amemos. Que possamos receber Seu amor tão grandioso.

Continuamos amanhã. Leremos o livro de Joel. Apenas três capítulos.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Isaías 31.1-33.24

Leitura do dia 25/07.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.

Ontem vimos o juízo sobre Samaria. Seus governantes cambaleiam por terem sido dominados pelo álcool. Seu povo não quer mais ouvir o Senhor. Reclamam dEle sempre repetir a mesma mensagem. Reclamam por Ele ter misericórdia.

O povo de Judá, outrora fiel ao Senhor, agora não querem que os profetas falem a verdade. Nem que andem mais pelo caminho estreito. Só querem ouvir coisas agradáveis. Não querem a Lei do Senhor. Querem mentiras. Que não os confrontem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-281-3033.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo trinta e um. Até o capítulo trinta e três.

O profeta fala que é inútil confiar no Egito. Em seus cavalos, carros e cavaleiros. Devemos confiar no Senhor. Em Seu socorro. Que é real.

O Senhor julgará a todos. Os egípcios. Os que confiam neles. Até os assírios.

Mas chegará um dia que um rei Justo se levantará. Os príncipes que pertencem a este Rei governarão com retidão. Ao invés de oprimir e sugar do povo, cada um deles será como abrigo contra o vento e refúgio contra a tempestade. Esses príncipes serão como riacho no deserto. Como a sombra de uma grande pedra em terra seca.

Sabemos quem é esse Rei Justo. Também sabemos quem são seus príncipes. Mas temos agido como abrigo e refúgio? Temos agido como água e sombra?

Enquanto os perversos serão destruídos, os generosos serão abençoados e permanecerão firmes.

Isaías ordena que as mulheres negligentes prestem atenção. Suas plantações não produzirão. Suas belas propriedades e videiras frutíferas ficarão cobertas de espinho e mato. Essas mulheres já foram como a mulher virtuosa de Provérbios 31, empresárias e comerciantes. Agora são negligentes e sofrerão. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-311-31.html

Até o que o Espírito do Senhor seja derramado sobre nós. Até que a retidão governe no deserto, que não será mais deserto. E a justiça governe no campo fértil, trazendo paz, sossego e segurança para sempre.

Isaías também fala que uma grande aflição espera pelos Assírios. Quando terminarem de destruir, serão destruídos. Quando terminarem de trair, serão traídos. Eles que não se importam com promessas feitas. Ainda que diante de testemunhas. Serão derrubados.

Mas o Senhor será o alicerce do Seu povo. Ele proverá farto suprimento de salvação, sabedoria e conhecimento. O temor do Senhor será o tesouro do Seu povo. Isso é prosperidade. Não fartura de poder, bens e dinheiro. Mas fartura de salvação, sabedoria e conhecimento.

O Senhor dá um alerta aos que produzem apenas capim seco e palha. Serão consumidos pelo fogo. Sim, os pecadores do meio do Seu povo tremerão de medo. Os ímpios ficarão cheios de terror. Note que está falando sobre Seu povo. Aqueles que O conhecem, mas não O amam, não O obedecem, não O temem.

Quem afinal, pode conviver com o fogo consumidor? Quem pode sobreviver às chamas devoradoras? Será que é possível? Sim. Ele mesmo responde. Os que são justos. Íntegros (inteiros). Os que não lucram desonestamente. Os que se mantém afastados de subornos. Os que não dão ouvidos às tramas assassinas. Os que fecham os olhos para não cair em tentação. Esses conviverão com o fogo consumidor e as chamas devoradoras. Habitarão nas alturas. Nas rochas dos montes terão sua fortaleza. Não passarão fome. Terão provisão de alimento. E não lhes faltará água. Serão prósperos. Terão o que necessitam.

E então? Onde queremos habitar? Entre os que buscam lucros a qualquer custo? Com os que aceitam e oferecem subornos? Com os que tramam assassinatos de qualquer espécie? Com os que tem seus olhos bem abertos para o que não agrada o Senhor?

Ou habitaremos nas alturas? Entre o fogo consumidor e as chamas devoradoras. Sem correr risco algum. Por termos nossas vidas firmadas no Senhor. Nossos atos e obras provados por Ele. Provados pelo fogo consumidor. Pelas chamas devoradoras.

Onde queremos habitar?

Amanhã continuamos. Leremos a partir do capítulo trinta e quatro. Até o capítulo trinta e seis.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Isaías 28.1-30.33

Leitura do dia 24/07.

Continuamos nossa caminhada através de Isaías.

Ontem vimos um refrigério em meio ao caos. Promessas de livramento em meio ao terror.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-251-2713.html

Hoje, caminharemos a partir do capítulo vinte e oito. Até o capítulo trinta.

O Senhor lhe entrega uma mensagem para Samaria, capital de Israel. Uma grande aflição a espera. Ele é orgulhosa. Seu povo foi derrubado pelo vinho.

Israel tem sido conduzido por bêbados. Homens que mal conseguem andar. Cambaleiam por causa do álcool. Até os profetas e sacerdotes cambaleiam. Deixaram-se dominar pelo álcool. Suas mesas estão cobertas de vômito. Não querem saber do Senhor. Reclamam que Ele continua falando as mesmas coisas. Repetindo as mesmas palavras. Não querem ouvir. Não querem se arrepender. Não reconhecem que o fato dEle continuar falando, só demonstra a grandeza de Sua bondade e misericórdia.

O refúgio de Israel é feito de mentiras e enganos. Fizeram “acordo” com a morte para que ela não os tragasse. O Senhor destruirá seu refúgio. Desfará o acordo que fizeram para enganar a morte.

Ele colocará uma Pedra angular em Sião. Firme e testada. Uma pedra preciosa, sobre a qual se pode construir com segurança. Quem crer nesta Pedra, jamais será abalado. O Senhor é a Pedra angular (Atos 4.11; Mateus 24.42,43).

Mas, apesar de tudo, o Senhor afirma que “naquele dia” o remanescente será salvo pelo Senhor. Ele dará aos juízes anseio pela justiça. E coragem aos guerreiros que defendem os portões da cidade.

Isaías também fala sobre uma palavra de julgamento para a Filistia. Os filisteus verão o juízo do Senhor. Se continuarem zombando, será pior.

Pede que prestem atenção. O Senhor é quem ensina o agricultor a plantar. Foi o Senhor quem lhe deu entendimento. Cada cereal é colhido de uma maneira diferente. Conforme sua utilidade. Ah, com certeza, o Senhor é um excelente professor. Ele dá sabedoria ao agricultor. Nos dá sabedoria. Basta que a peçamos (Tiago 1.5).

Há uma palavra a respeito de Jerusalém. A cidade continua anualmente com suas festas. Em vão. Seu altar está coberto de sangue. Não o sangue do sacrifício ao Senhor, sangue inocente derramado. Falam que Lhe pertencem, mas é mentira. O coração está longe dEle. Em ídolos. Em si mesmos. Adoram-No apenas com liturgias vazias.

Uma grande aflição espera os que se escondem do Senhor. Fazem planos sem Seu consentimento. Realizam seus atos no escuro. Acreditam que o Senhor não os vê. São tolos. O oleiro certamente é maior que o barro com que cria o vaso. O objeto criado não tem como questionar com seu criador.

Mas chegará o dia, “aquele dia” em que o Senhor livrará os humildes. Ele entrará em ação. De repente, num instante. Com trovões, terremoto e grande estrondo. O arrogante desaparecerá. Não conseguirá ficar em pé diante do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html

Os rebeldes terão grande aflição. Todos os que fazem planos que andam na contramão do Senhor. Acordos que Ele não dirigiu. Amontoando pecado sobre pecado. Não terão onde se esconder. Não haverá salvação.

O Senhor ordena que Isaías escreva num livro Suas palavras, para o fim dos tempos. Que fique como testemunha. Esse é um povo rebelde. Um povo teimoso. Eles se recusam a ouvi-Lo. Seus desejos estão acima dEle. Ordenam que os profetas não tenham mais visões, nem falem o que é certo. Querem apenas ouvir palavras agradáveis. Mesmo que sejam mentiras. Querem que os profetas esqueçam a verdade. Que parem de andar pelo caminho estreito. O caminho estreito é muito difícil. Não querem dificuldade. Não querem mais ouvir do Senhor (Mateus 7.13,14).

Será que estamos nesse fim dos tempos que Isaías menciona? Essa palavra é tão atual. Como temos visto pessoas querendo apenas ouvir o que é agradável! Como temos visto pessoas alargando o caminho, colocando bases falsas onde não existem. Alargando portas. Esquecendo a verdade. Não querendo mais ouvir a Palavra. Não querendo mais ler a Palavra. Apenas livros com passos para o sucesso e coisas do gênero.

Não se fala mais em pecado. Apenas em conquista. Grandeza. Altura. “Eu posso”. “Eu sou”. "Eu tenho".

Que nos voltemos ao Senhor! Sua palavra afirma que somente seremos salvos, se nos voltarmos para Ele e nEle descansarmos.

Que não sejamos como o povo que diz que não voltará. Que não queiramos entrar na batalha montados em cavalos velozes. Sem Ele. Confiando em nossos instrumentos de guerra.

Que nos voltemos ao Senhor para que possa demonstrar Seu amor e compaixão para conosco.

Que nos voltemos ao Senhor para que ouçamos Suas orientações. Que destruamos nossos ídolos. Que olhemos bem nos olhos deles e os lancemos fora, como trapos imundos, dizendo que já estão indo tarde.

Que nosso cântico seja de alegria a Ele. Não de tristeza por no final nos faltar Sua presença.

Se nos voltarmos a Ele, Sua ira passará por nós. Sem nos atingir.

Voltemos, pois, ao Senhor. https://www.youtube.com/watch?v=P2ySdv-H3g0

Hoje ficamos aqui. Amanhã continuamos. Leremos a partir do capítulo trinta e um. Até o capítulo trinta e três.

Espero você. Até lá.

sábado, 27 de abril de 2019

2 Crônicas 18.1-34

Leitura do dia 27/04.

Na postagem anterior, vimos que o Senhor caminhava com Josafá. E Josafá seguia o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-171-18.html

Agora, prosseguiremos através das páginas do capítulo dezoito.

Josafá tornou-se muito rico. E cheio de glória.

Mas...

Tornou-se parente de Acabe, rei de Israel, em aliança de casamento.

Depois de alguns anos, encontrou-se com Acabe em Samaria. Samaria, naquela época, era a capital de Israel.

Acabe preparou um banquete para ele e o povo que o acompanhava. Persuadiu-o a atacar Ramote-Gileade em sua companhia. Josafá disse que iria, mas pediu que antes, buscassem o conselho do Senhor.

O rei de Israel convocou quatrocentos dos seus profetas, questionando-os se deveriam partir e atacar Ramote-Gileade ou não. Esses profetas eram profetas de Acabe. Não serviam ao Senhor, o Deus verdadeiro. Todos responderam que sim, deviam ir. Falavam o que o rei queria ouvir. Para agradá-lo.

Josafá sabia que aqueles não eram profetas do Senhor. Perguntou se havia ali algum profeta do Senhor que pudesse ser consultado.

Acabe respondeu-lhe que sim, havia um. Ele o odiava porque sempre profetizava mal a seu respeito. Era Micaías.

Acabe mandou chamar um oficial para buscar Micaías. Os dois reis estavam vestidos em seus trajes reais e sentados em tronos, na praça da entrada de Samaria.

Os quatrocentos profetas profetizavam diante deles, dizendo que os sírios seriam completamente derrotados.

O oficial do rei que foi buscar Micaías lhe disse que todos os profetas foram unânimes em dizer que o rei venceria a guerra. Que ele dissesse o mesmo. Dissesse o que fosse bom e agradável ao rei. Micaías respondeu que falaria aquilo que o Senhor lhe revelasse.

Quando chegou, o rei lhe perguntou se deviam atacar ou não. Micaías disse que sim. Que seriam bem sucedidos. Acabe lhe disse que era para falar a verdade, diante do Senhor.

Então Micaías disse que viu todo Israel disperso pelos montes. Como ovelhas que não tinham pastor. E que o Senhor dizia que deviam voltar em paz para suas casas.

Acabe disse a Josafá que avisara. Micaías não profetizava nada favoravelmente a ele.

Micaías, então, contou a visão extraordinária que o Senhor lhe dera.

O Senhor estava em Seu trono. O exército celestial em pé à Sua direita e à Sua esquerda. Ele perguntou quem enganaria Acabe para que atacasse Ramote-Gileade e lá perdesse sua vida. Houve várias sugestões. Até que um espírito se apresentou dizendo que o enganaria. Disse que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. O Senhor ordenou que fosse. Ele conseguiria enganar Acabe.

Micaías disse a Acabe que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de seus profetas, porque o Senhor havia determinado a sua desgraça e derrota. Que coragem!

Assim que Micaías terminou de falar, um dos profetas, Zedequias, filho de Quenaaná, deu um tapa no rosto de Micaías e perguntou como o “Espírito do Senhor” havia saído dele para falar a Micaías. Micaías respondeu que Zedequias veria quando tivesse de andar de um aposento a outro, tentando se esconder.

O rei, indignado, mandou que Micaías fosse levado ao governador da cidade e ao príncipe. Que fosse preso e sustentado somente a pão e água até que voltasse em paz. Micaías respondeu que se Acabe voltasse, o Senhor não havia falado por meio dele. Concluiu alertando que todos deveriam ouvir suas palavras.

Os reis de Israel e de Judá não obedeceram à palavra do Senhor. Partiram para atacar Ramote-Gileade. Acabe disse a Josafá que se disfarçaria para entrar na batalha. É isso mesmo. Acabe vai disfarçado e Josafá vai com ele. Quando o Senhor disse que seriam derrotados.

O rei da Síria havia ordenado que não lutassem contra ninguém. Nem oficiais, nem soldados. Apenas contra o rei de Israel.

Quando os capitães viram Josafá, em vestes reais, imediatamente deduziram que era o rei de Israel. Cercaram-no para atacá-lo. Josafá clamou ao Senhor, que o livrou. Quando os capitães viram que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo.

De repente, um soldado disparou seu arco ao acaso. Atingiu Acabe entre os encaixes da sua armadura. O rei ordenou ao seu condutor que o tirasse da batalha, estava gravemente ferido. Ao pôr-do-sol, morreu, como o profeta do Senhor havia falado que aconteceria.

Que tenhamos cuidado ao fazer alianças. Josafá andava com o Senhor e ainda assim fez uma aliança com Acabe, um dos piores reis que Israel teve. Não perguntou ao Senhor sobre essa aliança. Se houvesse perguntado, o Senhor teria lhe orientado.

Por mais que andemos com o Senhor, precisamos pedir-Lhe conselhos em tudo. Perguntar-lhe, principalmente, quais alianças devemos ou não fazer.

A aliança de Josafá com Acabe mostrou-se completamente desastrosa. Muito perigosa. Quase custou-lhe a vida. Escapou pela misericórdia do Senhor.

Que aprendamos a reconhecer aqueles que de fato são profetas do Senhor, ainda que seja apenas um em meio a uma multidão. Não nos iludamos com números. Eram quatrocentos e um profetas. Quatrocentos equivocados, enganados por um espírito. Apenas um tinha o discernimento, a visão e a palavra do Senhor. Cuidado é a palavra de ordem.

Que obedeçamos ao Senhor e não a profetas equivocados. Mesmo que sejam muitos. Mesmo que sejam todos. Para isso, precisamos aprender a ouvir e discernir Sua voz. Só acontece através do relacionamento íntimo com Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/conhecendo-o-verdadeiro-para-discernir.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-discernimento.html

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

quinta-feira, 4 de abril de 2019

2 Reis 13.1-25

Leitura do dia 09/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos Jeú matar a família de Acabe, Jezabel e os profetas de Baal. Mas, infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Vimos também o assassinato dos filhos de Acazias. Atalia reinando. Até que Joás assume o trono, com apenas sete anos. Ele restaurou o templo do Senhor, mas confiou em riquezas para evitar que Hazael, rei da Síria, invadisse Jerusalém. Entregou suas riquezas ao inimigo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-111-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-121-21.html

Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos treze a dezesseis.

Na primeira postagem, o capítulo treze.

Quando Joás estava em seu vigésimo terceiro ano de reinado, Jeoacaz, filho de Jeú, começou a reinar sobre Israel, em Samaria, a capital. Ele reinou dezessete anos. Também fez o que era mau aos olhos do Senhor. Infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Como todo Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-131-13.html

Por isso, a ira do Senhor se acendeu contra Israel. Por um longo tempo Ele os manteve sob o poder de Hazael, rei da Síria e de seu filho, Ben-Hadade.

Sabe o que aconteceu?

Jeoacaz buscou o favor do Senhor. E o Senhor, sempre misericordiosos, o atendeu. Ele viu todo o sofrimento que Hazael impunha sobre Israel e providenciou um salvador, que libertou Israel do jugo dos sírios. Eles puderam morar em suas tendas, como antigamente.

Mas, não se voltaram para o Senhor. Continuaram praticando os pecados que a dinastia de Jeroboão havia induzido e conduzido Israel a cometer. Além disso, obstinaram-se no erro, adorando o poste ídolo em Samaria.

O exército de Israel foi dizimado por Hazael. Restaram cinquenta cavaleiros, dez carros de guerra e dez mil soldados da infantaria.

Quando Jeoacaz morreu, foi sepultado junto a seus antepassados em Samaria e, conforme a promessa do Senhor a Jeú, o filho de Jeoacaz, Jeoás, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Era o trigésimo sétimo ano do reinado de Joás, rei de Judá.

É triste vermos que em Israel, um rei sucedia ao outro e continuava andando longe dos caminhos do Senhor. Agora, um novo rei. Uma nova chance. Como agirá? Como será seu coração?

Jeoás também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se afastou de nenhum dos pecados de Jeroboão. Andou teimosamente em pecado. Sem se arrepender.

Ele guerreou contra Amazias, rei de Judá. Seu reinado não teve proeminência, como vemos nos poucos versículos que fala sobre ele. É como se tivesse sido levado ao vento. Quando morreu, foi sepultado em Samaria, junto a seus antepassados. Conforme prometido pelo Senhor, Jeroboão, seu filho, reinou em seu lugar.

Depois de muito tempo, leremos sobre Eliseu. Ele ficou doente. Da enfermidade que o levou à morte. Não é interessante ver o homem que ressuscitou um morto, agora doente, de uma enfermidade que o levará à morte? Os caminhos do Senhor não são iguais para todas as pessoas. Por isso não devemos julgar nada nem ninguém. Não somos juízes. Não sabemos todos os fatos.

Jeoás, mesmo tendo sua vida de idolatria, foi visitar o profeta. Quando o viu exclamou, chorando, chamando-o de pai e dizendo que ele era como os carros de guerra e o exército de Israel. Essa afirmação demonstrava a grande consideração de Jeoás por Eliseu, comparando-o com o exército de Israel.

Eliseu, sempre disposto a abençoar todos com quem se relacionava, mesmo doente, ordenou que Jeoás buscasse um arco e algumas flechas. Prontamente Jeoás seguiu sua ordem.

Quando trouxe, Eliseu disse que empunhasse e retesasse o arco. Jeoás o fez. Eliseu colocou suas mãos sobre as mãos do rei. Ordenou-lhe que abrisse a janela que dava para o Oriente, em direção ao leste e atirasse.

Depois disse que pegasse as flechas. Ele as pegou. Eliseu ordenou que golpeasse o chão com elas. Jeoás as lançou ao chão e golpeou três vezes.

Você está entendendo alguma coisa? O que ele estava fazendo?

Quando Eliseu viu que Jeoás deu apenas três golpes com as flechas ficou muito triste. Irritado até. Disse que era preciso dar cinco ou seis golpes. Assim, ele derrotaria a Síria e a arrasaria por completo. Agora, venceria apenas três vezes. Foi um “ato profético”. E Jeoás não prestou a devida atenção.

Depois disso, Eliseu morreu.

As tropas dos moabitas costumavam invadir Israel a cada primavera. Em uma dessas invasões, enquanto alguns israelitas sepultavam o corpo de um homem, viram, de repente, uma dessas tropas. Ficaram apavorados. Jogaram o cadáver no túmulo de Eliseu, que estava próximo e fugiram.

Que homem era Eliseu! Assim que o corpo do morto encostou nos ossos de Eliseu, vou repetir, nos ossos de Eliseu, pois a carne já havia se decomposto, o homem voltou a viver. Deve ter sido uma cena e tanto!

Hazael, rei da Síria dominou sobre Israel durante todo o reinado de Jeoacaz.

Porém o Senhor teve misericórdia de Israel. Demonstrou Seu carinho por eles. Por causa da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Até os dias em que este texto de 2 Reis foi escrito, Ele não havia levado o povo para longe de Sua face.

Quando Hazael morreu, seu filho Ben-Hadade governou a Síria em seu lugar. Jeoás, filho de Jeoacaz, retomou as cidades das mãos de Ben-Hadade. Três vezes Jeoás o feriu severamente, vencendo e recuperando as cidades que pertenciam a Israel. Como Eliseu havia dito que aconteceria.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Textos semelhantes:
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http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levado-ao-vento.html
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2 Reis 6.24-33

Leitura do dia 06/04.

Na postagem anterior, vimos Eliseu orando para que seu servo conseguisse enxergar a realidade, não o que ele via.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-68-23.html

Agora, continuamos a caminhar através do capítulo seis de 2 Reis. A partir do versículo vinte e quatro.

Depois de um tempo, Ben-Hadade, o rei da Síria, convocou seu exército. Havia decidido atacar Samaria. Ele a cercou.

O cerco durou por muitos dias. Houve grande fome. Não havia mais nada para comer. A escassez era tão grande que chegou ao ponto de uma cabeça de jumento custar o equivalente a oitenta peças de prata e uma caneca de esterco de pomba, cinco peças. É isso mesmo que você leu! Era enorme a escassez em Samaria.

Um dia o rei de Israel ia passando pela muralha e uma mulher gritou-lhe que a socorresse. Ele ficou indignado. Respondeu-lhe que se o Senhor não a socorria, quem era ele para ajudar?! Não havia trigo na eira nem vinho no tanque de prensar uvas.

Ainda assim o rei resolveu perguntar-lhe o que havia acontecido. Ela devia parecer desesperada. Mas não estava só. Estava acompanhada de outra mulher. Explicou que a outra havia lhe proposto que entregasse seu filho para que o comessem. No dia seguinte comeriam o dela. Ela entregou. Elas o comeram. No dia seguinte, a mulher escondeu o filho, não entregando para que ambas comessem.

Você pode imaginar tal situação? Consegue ficar indiferente a este relato?

O rei de Israel não conseguiu. Rasgou suas vestes. Viram então que, por baixo de sua roupa, vestia um pano de saco. Estava se humilhando diante do Senhor para que aquela situação passasse.

Ficou tão indignado que disse que mataria Eliseu, arrancando-lhe a cabeça, até o final do dia.

Qual era a culpa de Eliseu? Não era ele que vinha contando ao rei as estratégias do rei da Síria, impedindo várias vezes que Israel fosse atacado?

Eliseu estava sentado em sua casa. Os anciãos de Israel, com ele. O rei enviou um mensageiro. Antes que chegasse, o Senhor revelou a Eliseu o que o rei dissera.

Eliseu disse aos anciões que o rei havia mandado cortar sua cabeça. Ordenou que ficassem atentos e, assim que o mensageiro chegasse, que fechassem a porta, empurrando-o para que não entrasse. Trancassem a porta. Eliseu disse que logo em seguida o rei viria.

Mas, quando Eliseu ainda falava, o mensageiro chegou. Estava desolado. Declarou que aquilo era uma desgraça vinda do Senhor. Não havia mais nenhuma razão para continuar a esperar no Senhor. Não havia mais esperança. Será?

Qual será a atitude de Eliseu? Haverá esperança para Samaria ou ela será derrotada e seus moradores mortos ou escravizados?

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos de sete a nove.

O que Eliseu responderá e o que acontecerá? Seremos surpreendidos? Haverá ou não esperança?

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/sem-esperanca.html

quarta-feira, 3 de abril de 2019

2 Reis 3.1-15

Leitura do dia 05/04.

Na última postagem vimos que, apesar de ser uma cidade excelente, as águas de Jericó não eram boas e a terra era infértil. Sem água boa, não há como ter terra boa.

O Senhor resolveu essa situação, através de Eliseu. Ele estava disponível. Ouviu o clamor do povo. Seguiu a orientação do Senhor. Aquela cidade nunca mais foi a mesma. Tornou-se fértil.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-219-25.html

Agora, caminharemos através do capitulo três. Até o versículo quinze.

No décimo oitavo ano de Josafá, rei de Judá, Jorão filho de Acabe, tornou-se rei de Israel em Samaria. Reinou doze anos. Agiu mal diante dos olhos do Senhor. Não foi como seu pai ou sua mãe, pois destruiu a coluna de Baal que seu pai havia levantado para adoração. Apesar disso, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate, agindo de tal maneira que induziu Israel a pecar. Dessas maldades não se afastou.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html

Seu papel como líder era levar o povo a conhecer e servir ao Senhor, no entanto, fez o contrário, levando o povo a se afastar mais ainda do Senhor.

Moabe era vassalo de Israel. Messa, rei dos moabitas, tinha muitos rebanhos. Pagava cem mil cordeiros e a lã de cem mil carneiros como tributo ao rei de Israel. Quando Acabe morreu, Messa não quis mais pagar. Revoltou-se.

Naquela época, o rei Jorão saiu de Samaria e arregimentou todo Israel. Também mandou uma mensagem ao rei de Judá, dizendo que Moabe havia se rebelado. Perguntou-lhe se iria com ele à guerra.

Josafá prontamente respondeu que sim. Que iria e estaria ao seu lado, que seu povo seria como o dele. Já pronto para a guerra, perguntou-lhe por qual caminho deveria ir. Jorão respondeu que seria pelo caminho do deserto de Edom. Edom também iria com eles.

Os três reis partiram. Deram uma volta de sete dias. Lembre-se, estavam no deserto. A água acabou.
Não havia mais água para o exército, nem para os animais. Jotão, preocupado questionou se o Senhor os havia reunido, para entregá-los nas mãos dos moabitas. Embora não O servisse, sua preocupação era exatamente o que o Senhor poderia ter feito.

Josafá, rei de Judá, da mesma forma que agiu quando saiu a guerrear com Acabe, perguntou se não existia ali um profeta do Senhor, que pudesse ser consultado. Josafá sempre desejava ouvir o direcionamento do Senhor. Que aprendamos a, antes de qualquer batalha, pedir Seu direcionamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-possivel-enganar-morte.html

Um dos servos do rei de Israel respondeu que Eliseu filho de Safate, o mesmo que como discípulo derramava água sobre as mãos de Elias, estava ali. Josafá sabia quem era Eliseu. Afirmou que o Senhor falava por meio dele.

Os três reis desceram a seu encontro. Não ordenaram que Eliseu fosse até eles. Foram até Eliseu. Respeitaram sua autoridade de profeta. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-19-18.html

Quando Eliseu viu Jorão, foi duro. Perguntou-lhe o que Jorão tinha a ver ele. Disse que fosse consultar os profetas de seu pai e os videntes de sua mãe.

Mas Jotão respondeu que seu questionamento era a respeito do Senhor. Acreditava que o Senhor havia reunido os três reis para serem entregues nas mãos de Moabe. Afinal, a água havia acabado. Sem água, como teriam forças para continuar e enfrentar o exército inimigo?

Eliseu, que sabia de seus atos, respondeu-lhe que jurava pelo nome do Senhor dos Exércitos, a quem servia, que se não fosse por respeito a Josafá, não lhe daria a menor atenção. Nem sequer olharia para seu rosto.

Note que Eliseu, naquele momento, em meio à iminência de uma guerra, chamou o Senhor, de "Senhor dos Exércitos".

Por respeito a Josafá, Eliseu ordenou que lhe trouxessem um tocador de harpa, enquanto orava. Quando o músico dedilhava a harpa, a poderosa mão do Senhor veio sobre Eliseu.

Por que a água acabou? Por eles estarem num deserto ou por que o Senhor os entregaria ao inimigo? E agora? O que acontecerá? Qual será a palavra do Senhor? Ele realmente reuniu esses três reis para morrerem diante de Moabe? O Senhor dos Exércitos fará algo?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/sera-o-fim.html

2 Reis 1.1-8

Leitura do dia 05/04.

Começamos uma nova caminhada. Agora, através do livro de 2 Reis.

Olhe para trás. Quanto já lemos. Quanto já aprendemos com as Escrituras. E não foi bom?

Ontem, vimos o ataque de Ben-Hadade a Samaria. A vitória de Acabe. Um segundo ataque e uma segunda vitória. Acabe fazendo acordo com Ben-Hadade, sem consultar ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html

Vimos também que desejou a videira de Nabote. E a conseguiu. Derramando sangue inocente. Josafá e Acabe vão juntos à guerra, ignorando a Palavra do Senhor. Acabe tenta enganar a morte, disfarçando-se. Em vão. Acazias tornou-se rei em seu lugar. E Josafá continuou seu reinado em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2231-53.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três de 2 Reis.

Na primeira postagem, apenas o capítulo um. Até o versículo oito.

Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.

Acazias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria. O tempo foi passando e nada de Acazias se recuperar dos ferimentos. Ao invés de buscar ao Senhor, ordena que alguns de seus mensageiros vá a Ecrom. Iam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.

Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu. Significa "Senhor das moscas". Nojento.

O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Deveria lhes entregar uma mensagem.

Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Eles não responderam. Mas ouviram.

Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.

Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?

Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.

Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito. O rei perguntou como era o tal homem. Eles o descreveram. Usava vestes de pelos e um cinto de couro. Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.

Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.

Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?

Temos andado atrás de outros deuses como Acazias? Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipes de algum lugar?

Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?

Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?

O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html

1 Reis 22.31-53

Leitura do dia 04/04.

Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.

Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html

Agora, ainda através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.

Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"

Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”

Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.

Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.

De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel. Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.

Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.

Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.

A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios. Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.

Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.

Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado. Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.

Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.

Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano do governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.

Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.

Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.

Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.

Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.

Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html

Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.

Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.

Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel. Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.

Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html

Que sigamos o conselho de João: "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, contudo, alguém pecar, temos um Advogado que defende nossa causa diante do Pai: Jesus Cristo, aquele que é Justo." - 1 João 2.1 (Aleluia!)

Para que possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.

Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.

E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.

Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você acompanhou todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.

Amanhã começaremos o livro de 2 Reis. Leremos do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-possivel-enganar-morte.html

1 Reis 21.1-29

Leitura do dia 04/04.

Na postagem anterior, vimos que Acabe deveria ter destruído Ben-Hadade, inimigo de Israel. Ao invés disso, fizeram um acordo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html

Agora, caminharemos através do capitulo vinte e um de 1 Reis.

Depois desses acontecimentos, Nabote, o jezreelita, formou uma boa plantação de uvas em Jezreel. Ficava ao lado do palácio de Acabe, em Samaria. Jezreel significa “Yahweh Semeia”.

Certo dia Acabe foi conversar com Nabote, para que cedesse sua vinha. Queria transformá-la em horta, já que estava junto ao palácio. Disse-lhe que em troca daria uma vinha melhor, ou, se preferisse, pagaria em dinheiro o seu valor.

Nabote respondeu ao rei que não poderia desfazer-se da herança de seus pais. Não se vendia a herança. Não se passava a outra pessoa que não fosse o herdeiro legítimo. Era sagrado.

Ainda que a vinha não fosse uma herança, seria terrível ter que cedê-la. Depois de tanto trabalho para formar uma boa plantação de uvas, transformá-la em uma horta. Mas esse não era o problema para Nabote. O que ele valorizava era a herança que havia sido entregue pelo Senhor aos seus antepassados. Em meio a um Israel idólatra e infiel, ainda havia homens que valorizavam algo entregue pelo Senhor.

Acabe foi para o palácio, irritado e muito aborrecido, por causa da resposta de Nabote. Afinal, ele havia dito francamente que não lhe entregaria a herança de seus pais. Que homem corajoso!

O rei deitou em sua cama, voltou o rosto para a parede e não quis comer nada. Como uma criança mimada.

Dá para imaginar a cena? Um rei quer a herança de alguém e, além disso, para transformar uma excelente vinha em uma horta. Só porque era ao lado do palácio. E isso é motivo para perder o apetite? Ficar deprimido? Ele, mais que qualquer pessoa, deveria preservar a herança do seu povo. Valorizá-la.

A esposa de Acabe, Jezabel, foi até ele. Percebeu que estava chateado. Perguntou-lhe o que havia acontecido a ponto de estar, o rei, tão chateado que até perdera o apetite, rejeitando a comida.

Acabe lhe contou que havia falado com Nabote, propondo que vendesse sua vinha ou se preferisse, trocasse por outra. Mas ele recusara, dizendo que não entregaria a herança de seus pais.

Jezabel, sua mulher, ficou indignada: “É assim que governas sobre o reino de Israel?”

Disse que Acabe deveria levantar, comer e alegrar seu coração. Ela mesma resolveria tudo e lhe daria a vinha de Nabote.

Ela escreveu cartas em nome de Acabe. Selou-as com o selo real. Enviou-as aos anciãos e aos nobres que habitavam na mesma cidade de Nabote. Nas cartas estava escrito que proclamassem um jejum geral. Fazer Nabote sentar-se entre os primeiros do povo. Depois, deveriam comparecer diante dele dois homens inescrupulosos que o acusassem de ter amaldiçoado a Deus e ao rei. Crime digno de morte. Por apedrejamento.

Os homens da cidade de Nabote, suas autoridades e os notáveis que ali viviam, fizeram tudo como Jezabel havia escrito nas cartas que lhes enviara. Os notáveis! Deixaram os caminhos retos.

Conforme o costume, decretaram um tempo de jejum. Expuseram Nabote no meio do povo. Em seguida, dois homens, filhos de Belial, sem escrúpulos, se postaram na frente dele. Acusaram-no, diante do povo reunido, de haver blasfemado contra Deus e contra o rei. Conduziram-no para fora da cidade. Sentenciaram-no ao apedrejamento público.

Mandaram dizer a Jezabel que Nabote fora executado por apedrejamento e morto. Assim que foi informada, falou para Acabe se levantar e tomar posse da vinha de Nabote. A vinha que ele recusara entregar. Nabote já não vivia mais, estava morto.

Quando Acabe ouviu que Nabote estava morto, não fez sequer um questionamento, levantou-se e dirigiu-se até à plantação de uvas. Tomou posse dela. Como um menino mimado que a todo custo quer um brinquedo, ainda que de outro, que só possui aquele e nada mais.

O Senhor falou com o profeta Elias. Ordenou-lhe que fosse ao encontro de Acabe, em Samaria. O Senhor lhe disse que Acabe estava visitando a plantação de uvas de Nabote. Havia ido até lá para tomar posse do lugar. Quando o encontrasse deveria dizer-lhe que, além de assassinar seu semelhante, tinha a impiedade de se apossar de sua propriedade. Por isso, o Senhor estava determinando que no mesmo local onde os cães lamberam o sangue de Nabote, lamberiam seu sangue. Sim, era isso mesmo. Todo o seu sangue seria lambido ali.

Quando Acabe viu Elias, saudou-o chamando de seu inimigo. E que, finalmente, o encontrara.

Elias respondeu que sim, havia lhe encontrado. Perguntou-lhe porque havia se vendido para fazer o que era abominável diante do Senhor. Por isso, o Senhor lhe dizia que traria desgraça sobre ele. Devoraria seus descendentes. Exterminaria de sua família todos que eram capazes de urinar na parede e que viviam em Israel, fossem escravos ou livres. Faria com toda a sua casa como havia feito com Jeroboão, filho de Nebate, e com Baasa, filho de Aías, porque Acabe o havia provocado à ira e induzira Israel ao pecado.

Mas não parou aí. O Senhor falou também a respeito de Jezabel. Disse que os cães devorariam Jezabel junto ao muro de Jezreel. E quem morresse da família de Acabe na cidade, os cães o devorariam. Quem morresse no campo, as aves do céu consumiriam seus cadáveres.

O autor de Reis nos conta que jamais houve alguém de caráter semelhante ao de Acabe, que foi capaz de se vender para fazer o que era mau perante o Senhor, sendo influenciado por Jezabel, sua esposa. Ele tomou atitudes horríveis, seguindo os ídolos, a exemplo de tudo que fizeram os amorreus, os quais o Senhor expulsou de diante dos filhos de Israel, justamente por causa desses pecados.

Porém, quando Acabe ouviu as palavras do profeta, rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou. Deitou sobre panos grosseiros e caminhava triste e abatido, com toda a mansidão entre as pessoas.

Então o Senhor falou com Elias, o tesbita. Perguntou-lhe se vira como Acabe estava se humilhando diante dEle. Disse que havia considerado em seu proceder diário estava sendo humilde, não mais traria a desgraça que prometera sobre ele, durante sua vida e reinado, mas durante o império de seu filho.

Embora tenha sido um homem terrível, quando se arrependeu, o Senhor olhou para ele. Percebeu suas atitudes, seu coração. Concedeu-lhe misericórdia.

O Senhor sempre é misericordioso. Sempre está disposto a perdoar. Seu filho também teria a chance de se arrepender. Bastava escolher o arrependimento, como seu pai fez.

Que possamos dar valor à nossa herança, dada pelo Senhor, como Nabote fez.

E que tenhamos o cuidado para andar em Seus caminhos. Que ninguém nos influencie a deixá-los. Mas se acontecer, que tenhamos a humildade de nos arrepender e voltar. Como Acabe. Ele nos perdoará. E nos levantará. Não existe nada melhor que andar com o Senhor.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/o-valor-de-uma-heranca.html

1 Reis 20.1-23

Leitura do dia 04/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos alguns reis passando por Israel. Até chegar a Acabe. Vimos Elias sendo alimentado por corvos. Sustentado por uma viúva. E orando para um morto ressuscitar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-161-34.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-171-12.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1713-24.html

Vimos também Obadias, um administrador corajoso. O confronto dos profetas no monte Carmelo. A chuva abundante após a oração. A ameaça de Jezabel. A fuga de Elias. Sua exaustão. O Senhor o alimenta e ordena que continue. Há muito a fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-181-20.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1821-40.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1841-46.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-191-21.html;

Hoje, caminharemos através das páginas dos capítulos vinte ao vinte e dois. Estamos terminando o livro de 1 Reis.

Nesta postagem, apenas o capítulo vinte. Até o versículo vinte e três.

O rei da Síria, Ben-Hadade, reuniu seu exército. Havia com ele, trinta e dois reis, cavalos e carros de guerra. Ele foi até Samaria, capital de Israel. Fez um sitio. E batalhou contra ela.

Enviou mensageiros para comunicar ao rei Acabe que estava declarando seus toda a prata e o ouro que fora de Acabe, assim como o melhor de suas mulheres e filhos.

Acabe, sem encontrar uma solução, respondeu que seria assim, como Ben-Hadade dizia. Ainda o chamou de rei e senhor, afirmando que ele e tudo o que tinha estavam à sua disposição.

Os mensageiros retornaram a Acabe, anunciando nova mensagem. As ordens expressas de Ben-Hadade  eram que tudo fosse tomado. Toda a prata, ouro, mulheres e filhos. No dia seguinte, àquela mesma hora, enviaria seus oficiais. Iriam vasculhar o palácio e até as casas dos serviçais, pegando e carregando tudo que houvesse de precioso. Nada escaparia de suas mãos.

Quando Acabe ouviu a notícia, convocou todos os anciãos daquelas terras e queixou-se. Aquele homem queria sua perda total! Estava exigindo dele suas esposas e filhos, embora não houvesse recusado sua prata e ouro.

Todas as autoridades e o povo consultados afirmaram que Acabe não deveria lhe obedecer. Não deveria consentir que ficasse com tudo.

Acabe deu ouvidos aos seus conselheiros. Ordenou aos mensageiros de Ben-Hadade que lhe dissessem que faria tudo que havia sido pedido a ele da primeira vez, contudo esta outra exigência não. Embora o chamasse de meu rei e meu senhor e se colocasse na posição de servo, disse que não podia satisfazê-lo, dando-lhe tudo.

Os mensageiros levaram a declaração de Acabe. Ben-Hadade novamente enviou seus mensageiros que disseram a Acabe que destruiria Samaria. Não restaria na cidade pó suficiente para dar um punhado a cada um de seus guerreiros. Jurou sob maldição.

Acabe, ao que parece, já estava ficando enjoado daquele vem e vai de mensagens. Mandou dizer a Ben-Hadade que não deveria se gabar quem veste a armadura como aquele que as tira! Quem veste uma armadura está indo para a guerra, não sabe o que acontecerá. Quem as tira, está voltando, vivo e vitorioso.

Quando Ben-Hadade ouviu esta resposta, estava bebendo nas tendas, com os reis, seus aliados. Ficou indignado. Ordenou imediatamente aos seus oficiais que estivessem preparados para a guerra. Eles prontamente se prepararam para atacar Samaria.

Um profeta, que não sabemos o nome, foi até o rei Acabe e lhe entregou uma palavra. O Senhor disse que entregaria a Acabe aquela imensa multidão. Para que reconhecesse que o Senhor é Deus.

Embora Acabe tenha virado as costas para o Senhor, o Senhor não virou Suas costas para ele. Queria que Acabe O reconhecesse como Senhor.

Acabe acreditou nas palavras do Senhor, ditas através do profeta. Perguntou quem o Senhor iria usar para a vitória. O profeta lhe disse que seriam os jovens soldados dos líderes das províncias. Eles realizariam tudo que fosse preciso.

Parece que está aprendendo! Será?

Acabe pergunta ao profeta quem deveria começar a batalha. O profeta prontamente lhe responde: “Você!”

Então, imediatamente, Acabe convocou os jovens guerreiros dos chefes das províncias. Eram duzentos e trinta e dois homens. Depois deles, contou todos os israelitas. Eram sete mil. A tropa partiu ao meio-dia.

Ben-Hadade, que não esperava um ataque, continuava bebendo e se embriagando nas tendas, com os trinta e dois reis, seus aliados.

Então os jovens cooperadores dos administradores das províncias avançaram.

Alguns espiões mandados por Ben-Hadade informaram-lhe que um grupo de soldados estava saindo de Samaria. No mesmo instante ele ordenou que ficassem atentos. Quer tivessem saído com intenções pacíficas ou bélicas, deveriam ser capturados vivos.

Os jovens guerreiros marcharam para fora da cidade. O exército na retaguarda. E cada um matou seu adversário. Diante disto, os sírios partiram em retirada. Perseguidos pelos israelitas

Ben-Hadade, rei Síria, escapou a cavalo, com alguns de seus cavaleiros. Acabe tomou os cavalos e carros de guerra e impôs aos sírios uma terrível derrota.

O profeta lhe avisou que deveria fortalecer-se. Ponderar bem para suas atitudes. Dentro de um ano, o rei da Síria voltaria para atacar.

E agora?

Acabe prestará atenção em suas atitudes?

Reconhecerá que só o Senhor é Deus?

Estará preparado para a guerra, quando ela vier?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/esteja-pronto-pode-ser-sua-vez.html

1 Reis 18.1-20

Leitura do dia 03/04.

Na postagem anterior, vimos o desespero de uma viúva ao perder seu único filho, e a alegria por tê-lo novamente em seus braços.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1713-24.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo dezoito. Até o versículo vinte.

O tempo passou. A estiagem continuou.

No terceiro ano, o Senhor ordenou a Elias que se apresentasse diante de Acabe. O Senhor disse que mandaria chuva sobre a face da terra.

Você consegue imaginar o perigo que os profetas corriam quando se apresentavam diante dos reis com alguma palavra? Pois é. Lá ia Elias, o obediente, apresentar-se.

O Senhor falou. E Elias obedientemente, partiu de Sidom para Samaria. Lá, a fome era imensa.

Então, nessa história de reis, aparece mais um personagem. Seu nome é Obadias. Mordomo e administrador do palácio real. Servia a Acabe. E amava e temia o Senhor. Jezabel, mulher de Acabe, estava exterminando os profetas. Obadias reuniu cem deles e os refugiou em duas grutas. Cinquenta profetas em cada uma. E lhes proveu água e comida. Claro, corria risco de vida. Se Jezabel descobrisse, sua cabeça, na certa, seria cortada.

Certa vez Acabe disse a Obadias que percorressem a terra. Procurassem todas as fontes e riachos que ainda corressem. Talvez encontrassem algum capim a fim de manter vivos os cavalos e as mulas, para que não fosse necessário matar nenhum dos animais.

Para cumprirem essa tarefa, dividiram a terra. Acabe, o rei, foi em uma direção e Obadias, o mordomo e administrador, em outra.

Enquanto Obadias estava percorrendo a terra, Elias o encontrou.

Imediatamente Obadias o reconheceu. Prostrou-se com seu rosto rente à terra e perguntou: “Es tu mesmo, meu senhor Elias?”

Não é incrível que o homem que servia ao rei, prostrasse diante do profeta?

Elias respondeu a Obadias que era ele mesmo. E pediu que Obadias fosse depressa a Acabe e dissesse que Elias estava ali. Esperando por ele.

Obadias, lhe perguntou o que havia feito de errado. Que pecado havia cometido para que fosse entregue nas mãos de Acabe, para ser morto. Ele sabia como funcionava o reino.

Obadias jurou pelo nome do Senhor, o Deus de Elias, que não havia uma só nação ou reino onde Acabe não enviasse alguém para procurá-lo. E sempre que uma nação ou reino afirmava que não estava refugiado em suas terras, fazia com que jurassem que haviam se empenhado em sua procura, embora não tenha sido possível encontrá-lo. Mas agora, Elias ordena que ele vá dizer a Acabe que está ali.

Seu medo era que o Senhor o levasse para algum lugar e quando Acabe viesse, não estivesse mais lá. Acabe, com certeza, mataria Obadias. Obadias ainda disse que era servo de Elias e vinha adorando o Senhor desde sua juventude.

Ele pergunta a Elias se não ficou sabendo o que havia feito quando Jezabel massacrou os profetas do Senhor. Contou que os havia escondido. Em duas cavernas. Em grupos de cinquenta. E os abasteceu de comida e água.

Novamente perguntou se era mesmo para ele dizer a Acabe que estava ali. Obadias disse que o rei simplesmente iria acabar com sua vida num instante.

Então Elias assegurou-lhe, jurando pelo Senhor, a quem servia, que se apresentaria a Acabe.

Obadias foi ao encontro de Acabe. Contou-lhe o que havia visto e ouvido. Acabe foi encontrar-se com Elias.

Assim que o viu perguntou-lhe: “És tu mesmo, ó flagelo de Israel?”

Já reparou que muitas vezes os profetas são acusados pelos acontecimentos quando na verdade apenas falaram o que o Senhor lhes ordenou? E os acontecimentos são consequências do que foi plantado?

Elias sabia. Sua consciência estava limpa. Respondeu a Acabe que não era o responsável pelos muitos problemas que assolavam Israel. E apontou para Acabe. Disse que ele e toda a família de seu pai eram os responsáveis. Mas não apenas apontou. Disse o motivo. Haviam abandonado os mandamentos do Senhor e cultuado aos baalins.

Depois ordenou (ordenou ao rei?) que mandasse Israel se reunir a ele no alto do monte Carmelo, assim como os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas de Aserá, todos que se fartavam na mesa de Jezabel (em tempo de miséria, escassez e fome).

Acabe fez a convocação. Reuniu todos no monte Carmelo.

O que acontecerá? Voltará a chover?

O que Elias pretende fazer com esses oitocentos e cinquenta profetas? Afogá-los na chuva?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Colheita maldita

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos Acaz usando o altar do Senhor como oratório para “suas adivinhações”. Não havia mais respeito pelo Senhor, Seu altar, Sua casa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/de-quem-e-o-altar.html

Hoje caminharemos através das páginas do capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo vinte e três.

Oséias, filho de Elá começou a reinar em Israel no décimo segundo ano de Acaz, rei de Judá. Reinou nove anos em Samaria. Não praticou o que o Senhor aprova, mas não foi tão apóstata e promíscuo como os reis antes dele.

Salmaneser, rei da Assíria o atacou. Oséias tornou-se seu vassalo e lhe pagava impostos anualmente. Um dia, parou de enviar seus impostos. Salmaneser descobriu que havia mandado mensageiros a Sô, rei do Egito, para se aliar a ele. Ao descobrir, colocou-o em correntes, em uma prisão. Em seguida invadiu Israel, acatou Samaria e a sitiou por três anos.

No nono ano de seu reinado (o último), Salmaneser conquistou completamente Samaria. Levou Israel cativo. Estabeleceu o povo em Hala e junto a Habor, no rio de Gozâ e nas cidades dos medos.

Claro que isso estava prestes a acontecer depois de todo pecado que os israelitas cometeram contra o Senhor.

Embora o Senhor os tivesse tirado do Egito, libertando-os da opressão de Faraó, eles seguiram as tradições e costumes das nações que viviam ali antes deles, as nações que o Senhor destruíra por causa de seus pecados. As mesmas que o Senhor falou para que eles não as imitassem. Eram o povo do Senhor, separado, escolhido.

Mas Israel adorou a outros deuses. Cometeram outras práticas pagãs que seus próprios reis introduziram. Também pecaram em secreto contra o Senhor. Construíram altares em todas as cidades, até nas torres de sentinelas. Ergueram colunas e postes para adoração em todo monte alto e debaixo de toda árvore frondosa. Parece que virou um “hobby”. Não podiam ver um monte alto ou uma árvore frondosa que já estavam sacrificando.

Sacrificaram em todos os lugares altos, como as nações que o Senhor havia expulsado de diante deles. Cometeram más ações que provocaram muito a ira do Senhor. Prestaram culto e adoração a ídolos, mesmo o Senhor tendo dito expressamente que não fizesse.

Ainda assim, o Senhor não desistiu. Ele advertiu Israel e Judá através das pregações dos muitos profetas e videntes que enviou. Eles ordenavam que se convertessem de seus maus caminhos e guardassem Seus mandamentos e estatutos, conforme escrito na Lei. Mas não deram ouvidos.

Pelo contrário, agiram com a mesma teimosia absurda de seus antepassados que não haviam depositado toda sua confiança no Senhor.

Seguiram ídolos inúteis, tornando-se, eles mesmos, absolutamente nulos. Afinal, tornamo-nos semelhantes a quem adoramos. Ídolos inúteis geram pessoas inúteis, nulas.

Comportaram-se exatamente como as nações pagãs ao seu redor, contaminando-se com elas, embora o Senhor tivesse ordenado que não o fizessem.

Rejeitaram todos os mandamentos do Senhor.

Edificaram dois ídolos de metal na forma de bezerros. E um poste sagrado de Aserá.

Inclinaram-se em adoração ao exército celestial. Cultuaram Baal. Sacrificaram no fogo seus próprios filhos e filhas. Praticaram adivinhação e feitiçaria. Venderam-se para fazer o mal aos olhos do Senhor, provocando, cada vez mais, sua ira.

Chegou a um ponto que o Senhor irou-se tanto contra Israel que os expulsou de Sua presença. Restou apenas a tribo de Judá.

Mas, nem mesmo Judá guardou Seus mandamentos. Também seguiram os costumes pagãos que Israel vinha praticando. Por isso o Senhor desprezou toda a linhagem de Israel e os oprimiu, entregando-os nas mãos dos invasores, até que os expulsou da sua presença. O pecado os levou à ausência da proteção do Senhor, deixando-os à mercê de seus inimigos.

Após Salomão, o Senhor havia separado Israel da Casa de Davi. Israel havia proclamado Jeroboão, filho de Nebate, como rei, conforme o Senhor havia dito que faria. Jeroboão, porém por medo de perder o reinado, afastou Israel do Senhor e os induziu a cometer grande pecado, adorando às duas estátuas de ouro em forma de bezerro que mandara erguer nas fronteiras de Israel, para que o povo não fosse a Jerusalém.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html

Assim os israelitas, seguiram Jeroboão, praticando todos os pecados possíveis e jamais se desviaram deles, até que chegou o dia em que o Senhor expulsou Israel da sua face, como havia advertido por intermédio de Seus profetas.

Israel foi banido da sua própria terra para a Assíria. Quando o livro de 2 Reis foi escrito, ainda estavam exilados lá.

A idolatria nos leva a outros pecados porque não preenche a alma humana, sedenta pelo Deus verdadeiro. Que nossos olhos e corações estejam voltados apenas para o Senhor.

Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.