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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Isaías 13.1-15.9

Leitura do dia 19/07.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Isaías.

Ontem vimos que uma grande aflição espera os juízes injustos e relapsos. Também haverá grande aflição para a Assíria, por causa do orgulho e arrogância de seu rei.

Também vimos as promessas do Senhor para o remanescente de Israel. Que se cumpriram, conforme escrito nos livros de Esdras e Neemias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-101-126.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.

Isaías recebeu uma palavra sobre Babilônia. O Senhor convocou um grande e poderoso exército contra Babilônia. Guerreiros que se alegrarão quando o Senhor for exaltado. Eles serão as armas do Senhor para executar Sua ira.

Por causa da maldade o mundo será castigado. Os arrogantes terão sua pretensão esmagada. Os poderosos terão seu orgulho humilhado.

Todos na Babilônia correriam como uma gazela perseguida, tamanho o pavor que os alcançaria. O que de fato ocorreu. Jamais voltou a ser a gloriosa Babilônia.

Isaías também fala que haveria um consolo para os descendentes de Jacó. Pessoas de muitas nações os ajudariam a retornar para sua terra. O que aconteceu. Várias vezes.

O Senhor também entregou uma palavra sobre a Assíria. Sob juramento. Tudo aconteceria como Ele planejou. Como Ele decidiu. Eles seriam destruídos. Por causa de seu orgulho e arrogância.

O Senhor tem um plano para todas as nações da terra. Todas estão sob Sua mão. Quando Ele fala, ninguém pode mudar Seus planos. Quando levanta Sua mão, ninguém pode detê-la.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

No ano que o rei Acaz morreu, Isaías recebeu uma nova mensagem. Agora, a respeito da Filistia. O Senhor os exorta a não se alegrarem. O rei que os feriu será sucedido por um pior. Que os destruirá. Quanto aos pobres e necessitados, Ele cuidará.

Ele é o Senhor que reconstruiu Sião.

O Senhor também lhe fala a respeito de Moabe. Em uma só noite seriam arrasados. Até os guerreiros mais valentes gritariam de terror. Indefesos. Tremeriam de pavor.

Isaías chora por causa de Moabe, tamanha a destruição que os esperava.

Muitas vezes para nós é difícil entender tamanha destruição. Tenhamos em mente que o Senhor é bom. Seus juízos são justos. Seu julgamento é perfeito. Ele sempre soube o que fazer. Sempre sabe o que está fazendo. Toda correção é, antes de tudo, para trazer alguém de volta a Ele. Ninguém é julgado sem antes ter tido a oportunidade do arrependimento. Várias e várias vezes.

O Senhor disse a Ezequiel: "Filho do homem, transmita esta mensagem ao povo de Israel: Vocês dizem: 'Nossos pecados pesam sobre nós; estamos definhando! Como sobreviveremos?' Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Soberano, não tenho prazer algum na morte dos perversos. Antes, meu desejo é que se afastem de seus maus caminhos, para que vivam. Arrependam-se! Afastem-se de sua maldade! Por que morrer, ó povo de Israel?" - Ezequiel 33.10,11

Quando uma nação endurece a cerviz, ou seja, não se inclina a Ele, afastando-se dEle, seus atos tornam-se cruéis, egoístas e perversos. Suas escolhas acabam sendo equivocadas. O amor é deixado para trás. A sabedoria não é estimada. A prudência não é exercida.

É necessário um julgamento para alinhar-nos com o Senhor. Que é sempre bom. Foi o que aconteceu com essas nações. O limite de pecado chegou ao fim. O copo transbordou. O justo juiz se levantou. Cansou de ver opressão e morte.

Maravilhoso seria que ninguém precisasse ser julgado. Que nós mesmos nos julgássemos e nos consertássemos. Mas, infelizmente, não é o que acontece na maioria das vezes. Somos negligentes em consultar nossa consciência, em buscar o Senhor. E pior, muitas vezes, mesmo após o julgamento, não nos arrependemos.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Como nação.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Neemias 9.1-38

Leitura do dia 08/05.

Na postagem anterior, vimos o povo de Israel sedento pela Palavra do Senhor. Como devemos estar. A cada dia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-81-18.html

Agora, continuamos através do capítulo nove de Neemias.

Israel se reuniu novamente. Agora, jejuavam. Vestidos de saco. Jogaram terra sobre suas cabeças, em sinal de constrição e humilhação. Santificaram-se. E confessaram seus pecados e de seus antepassados.

Foi assim: Por três horas ficaram em pé, enquanto ouviam o Livro da Lei do Senhor. Depois, confessaram seus pecados. E adoraram o Senhor por mais três horas. Ninguém tinha pressa de ir embora. Ficaram seis horas diante do Senhor.

Alguns levitas estavam em pé na plataforma e clamavam em alta voz ao Senhor. Depois, chamaram todos para que se levantassem e louvassem. Então, oraram. Em sua oração, contaram toda a história, desde Abrão tornando-se Abraão, até o dia em que estavam vivendo.

Lembraram-se dos pecados de seus antepassados. Dos livramentos do Senhor. E clamaram. Agora, eram escravos na terra que o Senhor lhes dera.

Quando os levitas terminaram a oração, todos resolveram fazer uma aliança solene, de que serviriam o Senhor. O documento foi selado. Os líderes, levitas e sacerdotes assinaram a aliança.

Que lindo! Quando lemos Sua Palavra, não há como ficarmos imunes a ela. É viva e eficaz. Traz vida.

“...Teus estatutos, que dão vida a quem lhes obedece”. – Neemias 9.29c

Que tenhamos vida!

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Neemias 8.1-18

Leitura do dia 08/05.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Neemias.

Ontem vimos os inimigos contra à reconstrução dos muros de Jerusalém. A atitude de Neemias. Seus maravilhosos conselhos. Não temer. Lembrar-se do Senhor. E lutar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-41-23.html

Vimos também sua defesa aos oprimidos, exigindo reparação. O término da reconstrução, depois de tanto tempo de ameaças, cartas abertas e falsas profecias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-51-19.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-61-19.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-71-73.html

Agora, caminharemos pelas páginas dos capítulos oito a dez.

Na primeira postagem, o capítulo oito.

Era outubro, o sétimo mês, os israelitas já estavam estabelecidos em suas cidades. Todos foram à Jerusalém. Reuniram-se na praça, em frente à Porta das Águas. Havia em todos um só propósito. Qual era?

Não pediram codornizes. Não queriam água. Não queriam assistir a um show.

Pediram a Esdras (aquele que havia decidido em seu coração, estudar, obedecer e ensinar a Palavra ao povo), que lesse o Livro da Lei do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-613-728.html

Não é maravilhoso? Esse era o coração de todos que ali estavam. Homens, mulheres e crianças em idade de entender Sua Lei. Meu coração se enche de alegria. É esse desejo que precisa pulsar em nossos corações. Somos Sua Noiva. Precisamos conhecê-Lo.

Esdras trouxe o Livro. Quando abriu, todos levantaram-se em respeito à Palavra do Senhor. Que lindo!

Esdras O louvou. Todos concordaram, dizendo "amém". Levantaram suas mãos e louvaram. Depois, O adoraram com o rosto rente ao chão.

Esdras leu a Lei. Diante de todos. Do amanhecer ao meio dia. Aproximadamente por seis horas. Não houve dispersão. Todos ouviram atentamente à leitura.

Em seguida, os levitas ensinaram. Todos continuaram em seus lugares. Sedentos. Desejando aprender. Eles liam, explicavam com clareza o que estava escrito e os ajudavam a entender tudo que fora lido.

Pare um pouquinho. Imagina a cena. Não sei quantos milhares estavam ali. Com certeza eram milhares. Ouvindo, aprendendo, sendo ajudados. E chorando.

Sim, enquanto ouviam a Lei, choravam, por tudo que seus antepassados e eles fizeram, afastando-se do Senhor.

Neemias, Esdras e os levitas que os instruíam, disseram que aquele não era dia de lamento. Era dia de alegria. Um dia consagrado ao Senhor.

Neemias ordenou que o povo comemorasse, com um banquete. Com comidas saborosas e bebidas doces. Que repartissem tudo com os que não tinham nada. E se alegrassem, afinal, a alegria do Senhor era a força deles. Sim, a alegria do Senhor é a nossa força (Neemias 8.10c).

Os levitas acalmaram o povo. Lembrou-lhes que era um dia santo, consagrado ao Senhor. Eles atenderam. Fizeram uma refeição festiva. Repartiram seu alimento. Celebraram com grande alegria. Sabe por quê? Porque ouviram e entenderam a Palavra do Senhor. Ah, como é maravilhoso ouvir e entender Sua Palavra. Impossível não alegrar-se!

Que esse desejo esteja vibrando dentro de nossos corações. Que não sejamos como o povo de Israel que se reuniu para clamar por codornizes no deserto, ou até mesmo por água.

Que sejamos como estes, que se reuniram, com um só propósito e coração. Ouvir a Palavra do Senhor. E entendê-la.

No dia seguinte, os chefes de todas as famílias reuniram-se com os sacerdotes, os levitas e Esdras, o escriba. Sabe para quê? Para examinar com mais atenção a Palavra. Não estavam cansados. Muito menos entediados. Queriam ir mais fundo. Queriam conhecer mais.

Enquanto a estudavam, descobriram que o Senhor ordenara a Festa das Cabanas, naquele mês. Uma ordem para ser obedecida anualmente. Não sabiam.

Eles a comemoraram. Com grande alegria. Moraram em cabanas durante toda a festa, que durava sete dias. Desde o tempo de Josué, não a celebravam assim. Diariamente, Esdras leu o Livro da Lei para todos.

No oitavo dia, como estava prescrito na Lei, fizeram uma reunião solene, como leremos na próxima postagem.

Antes, porém, leia o texto "Neemias, um homem de ouvidos atentos".
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-ouvidos-atentos.html

Espero você. Até já.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Esdras 9.1-10.44

Leitura do dia 05/05.

Na postagem anterior, vimos a seriedade com que Esdras encarava o que testemunhava do Senhor. Também vimos, com tristeza, que nenhum levita se ofereceu para voltar a Jerusalém. Graças ao Senhor, Ido enviou alguns. Que aceitaram voltar.

Quando chegaram ofereceram holocaustos ao Senhor e tiveram o apoio dos oficiais e governadores.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html

Agora, continuamos através dos capítulos nove e dez de Esdras.

Quando Esdras achou que estava tudo bem, os líderes judeus o procuraram. Contaram-lhe que muitos israelitas e até mesmo os sacerdotes e levitas não obedeceram ao Senhor, mantendo-se puros. Adotaram as práticas detestáveis dos povos que o Senhor expulsara daquela terra, na época da conquista por Israel. Casaram-se com mulheres dos povos que o Senhor ordenara que não se casassem.

Essa ordem não era um “capricho” do Senhor. Ele estava zelando por Seus filhos. Sabia a influência que as mulheres teriam, fazendo-os desviarem-se do  Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

Quando Esdras ouviu, rasgou sua túnica e seu manto. Arrancou os cabelos de sua cabeça e de sua barba. E sentou-se. Completamente pasmo. Para ele, que decidira conhecer, obedecer e ensinar a Lei do Senhor, era difícil acreditar que os israelitas houvessem feito tal coisa, tão prejudicial a si mesmos.

Ele não ficou só. Todos que tremiam diante da Palavra do Senhor sentaram-se com ele. Ficaram ali, sentados, lamentando, até o sacrifício da tarde. Então, Esdras se levantou. Mas não ficou em pé. Caiu de joelhos diante do Senhor. Ergueu suas mãos e clamou.

Seu clamor foi de intercessão. Não apontou com o dedo. Incluiu-se na oração. Disse que se envergonhava de levantar seu rosto para o Senhor, porque a “nossa culpa” se elevava até o céu. Era o povo dele. Ele fazia parte.

Lembrou ao Senhor tudo que acontecera. Agora eram apenas uns poucos remanescentes, que se continuassem em pecado, seriam extintos. Foi uma oração desesperadora. Um clamor do fundo do coração.

Enquanto ainda orava e confessava, chorando com o rosto em terra diante do Senhor, no templo, uma grande multidão de homens, mulheres e até crianças, reuniu-se a ele. Choraram amargamente.
Reconheciam seu pecado. Haviam se afastado do Senhor.

Secanias tomou a palavra. Confessou a Esdras que foram infiéis. Mas nem tudo estava perdido. Havia esperança para Israel. Fariam uma nova aliança com o Senhor. Divorciariam das mulheres estrangeiras. Seguiriam o conselho de Esdras em tudo.

Que Esdras se levantasse. Era ele quem deveria lhes dizer como corrigir aquela situação. Que fosse forte e fizesse o que deveria ser feito. Eles o apoiariam. Reconheciam sua autoridade. Sabiam quem Esdras era.

Ah, como precisamos de homens como Esdras, que se humilham diante do Senhor pelo pecado de outros. E como precisamos de homens como Secanias, que se arrependem prontamente e lembram que existe esperança. O Senhor é misericordioso. Aceita uma nova aliança.

Esdras levantou-se. Exigiu um juramento de que todos fariam o que Secanias propôs. O povo jurou.
Esdras continuou ainda em jejum por um tempo, lamentando a infidelidade dos exilados que regressaram. Ordenou que todos fossem a Jerusalém, em três dias. Quem não fosse seria expulso da comunidade dos exilados.

Dentro de três dias estavam todos ali, sentados na praça, diante do templo do Senhor. O povo tremia por causa da seriedade daquela reunião. Também porque era o tempo das chuvas. Esdras ordenou que confessassem seus pecados. Eles o fizeram.

Alguém, com muito bom senso, levantou-se. Solicitou que voltassem em dias marcados, para se reunirem com as autoridades. Eram muitos os que pecaram, casando-se com estrangeiras. Viriam aos poucos. Cada grupo de sua cidade, em dias específicos.

Apenas dois não concordaram. Eles seguiram o plano. Em pouco menos de três meses resolveram todos os casos.

Em seguida, Esdras lista os sacerdotes, levitas, cantores, porteiros e os demais israelitas culpados.
Eles se comprometeram a divorciar-se de suas esposas.

Sabemos que o Senhor odeia o divórcio. Devemos nos lembrar, no entanto, que eram mulheres que serviam a outros deuses. E que influenciavam negativamente seus maridos. Ainda assim, deve ter sido muito dolorido. O coração daqueles homens deve ter sangrado para obedecerem essa ordem. Mais do que se tivessem obedecido antes. E não tivessem se casado.

Que nossos nomes sejam encontrados nas listas dos fiéis. Obedecer sempre é melhor. Com certeza, nos poupa de muito sofrimento.

Continuamos amanhã. Um novo livro. Leremos os três primeiros capítulos de Neemias.

Espero você. Até lá.

Esdras 8.1-36

Leitura do dia 05/05.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Esdras.

Ontem vimos a retomada da reconstrução do templo. A carta do governador ao rei Dario. A ordem de Dario para a reconstrução. A dedicação do templo. A comemoração da Páscoa.

Vimos Esdras, depois de muitos anos, no reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, aparecer na história. Ele tem uma carta de Artaxerxes para que os tesoureiros o ajudem em tudo. E louva o Senhor por tê-lo honrado. Sua sabedoria era do céu, não da terra. Um homem que decidiu aprender, obedecer e ensinar a Lei do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-613-728.html

Hoje, leremos os últimos capítulos de Esdras. Do capítulo oito ao capítulo dez.

Na primeira postagem, o capítulo oito.

Inicia citando os que vieram com ele do exílio. Quando reuniu todos no canal de Aava, na capital da Babilônia. Ali, ficou durante três dias. Revisou a lista de todos que haviam chegado. Descobriu que não havia nenhum levita. Nenhum se oferecera para voltar a Jerusalém. Que triste!

Será que a vida em Babilônia estava tão bem acomodada que esqueceram seu chamado, sua herança?

Esdras não ficou lamentando. Tomou uma atitude. Enviou os líderes do povo que estavam com ele e também dois homens com discernimento, Joiaribe e Elnatã a Ido, chefe dos levitas. Os levitas viviam em Casifia. Pediu que Ido enviasse servidores e ministros que retornassem com ele a Jerusalém.

Esdras sabia que a mão do Senhor estava sobre eles. Essa jornada era a vontade do Senhor. Por isso, Ido enviou Serebias, um homem inteligente, junto com dezoito de seus filhos e parentes. Também, Hasabias e Jesaías, com vinte de seus filhos e parentes. E duzentos servidores do templo.

Quando estavam reunidos em Aava, Esdras convocou todos a um jejum e humilhação. Oraram para que o Senhor fosse com eles. Que tivessem uma boa viagem. Guardados de todos os seus inimigos, acidentes e bandidos.

Esdras teve vergonha de pedir ao rei uma guarda. Ele havia dito que a boa mão do Senhor era com todos os que O servem. Como então pedir soldados para guardarem-nos? Não teve coragem. Por isso, pediram ao Senhor que os guardassem por todo o caminho de Babilônia a Jerusalém. O Senhor os ouviu.

Como vimos ontem, levavam muitos tesouros para Jerusalém, ofertados pelo rei, seus conselheiros e o povo. Esdras pesou e contou tudo. Entregou nas mãos dos sacerdotes, lembrando-lhes que, assim como aqueles tesouros foram consagrados ao Senhor, a vida deles também. Ordenou que os guardassem com muito cuidado, até que fossem entregues em Jerusalém. Eles aceitaram a missão.

Quando chegaram, após uma boa viagem, porque a boa mão do Senhor estava sobre eles, descansaram três dias. No quarto dia, levaram os tesouros, pesando-os novamente. Entregaram no templo do Senhor. Os exilados ofereceram holocaustos ao Senhor. Como não oferecer? Estavam de volta às suas terras,

Os decretos do rei foram entregues aos oficiais e governadores, que passaram a apoiar o povo e o templo do Senhor.

Que aprendamos, como Esdras, a agir quando necessário. A orar sempre. A reconhecer o favor do Senhor sobre nós. E sermos fieis. O tempo todo.

Que a "estabilidade da Babilônia" não nos faça esquecer que o Senhor é nossa herança.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 4 de maio de 2019

Esdras 6.13-7.28

Leitura do dia 04/05.

Na postagem anterior, vimos a reconstrução do templo sendo retomada. A carta de Tatenai, governador daquela província, ao rei Dario.

Vimos também a resposta de Dario, ordenando que a reconstrução fosse retomada.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-51-612.html

Agora, caminharemos através do capítulo seis de Esdras. A partir do versículo treze. Até o final do capítulo sete.

Quando leram a carta de Dario, expressando sua vontade, através de decreto, o governador e seus companheiros, obedeceram imediatamente.

Assim, os líderes de Judá continuaram a reconstrução. E foram animados e encorajados pela pregação dos profetas Ageu e Zacarias. Até que o templo foi terminado.

Após o término do templo, os sacerdotes, israelitas e todo o povo que regressou do exílio, dedicaram o templo, com muita alegria. Muitos sacrifícios foram feitos. Os sacerdotes e levitas foram divididos em vários grupos, de acordo com o Livro de Moisés.

Pouco mais de um mês depois, celebraram a Páscoa. Os sacerdotes e levitas haviam se purificado cerimonialmente. Estavam prontos. Todos que haviam regressado do exílio participaram da Páscoa. Ao lado deles, todos que moravam ali e haviam deixado os costumes impuros dos povos e adoravam o Senhor.

Toda a terra estava alegre. O Senhor tocara no coração do rei da Assíria que os havia ajudado na reconstrução do templo.

Muitos anos depois desses acontecimentos, aparece finalmente Esdras. Era o reinado de Artaxerxes. Ele era descendente de Fineias, filho de Eleazar, filho de Arão. Era sacerdote e escriba. Havia decidido em seu coração, estudar a Lei do Senhor, obedecê-la e ensinar ao povo de Israel, Seus decretos e estatutos.

Ele foi da Babilônia a Jerusalém, com alguns israelitas, sacerdotes, levitas, cantores, porteiros e servidores do templo. No sétimo ano do reinado de Artaxerxes.

O rei lhe deu tudo que havia pedido, porque a boa mão do Senhor era com ele.

Esdras era respeitado pelo rei. Este enviou uma correspondência, decretando que quem desejasse voltar com ele a Jerusalém, estava livre para ir. Ele e seus sete conselheiros, ordenaram que Esdras investigasse a situação em Judá e em Jerusalém, de acordo com a Lei do Senhor.

O rei e seus conselheiros entregaram, voluntariamente, ofertas de ouro e prata para o Senhor. Além disso, o rei ordenou que Esdras levasse todo ouro que obtivesse na província da Babilônia.

Esdras deveria usar esses recursos para comprar animais e tudo que fosse necessário para oferecer sacrifícios e ofertas perante o Senhor. O que sobrasse poderia ser usado como considerasse melhor, de acordo com a vontade do Senhor. Também lhe deram utensílios para o templo.

O rei ainda escreveu que, caso Esdras precisasse de mais alguma coisa, poderia usar os recursos da tesouraria real.

Artaxerxes escreveu aos tesoureiros da província a oeste do Jordão para que dessem a Esdras o que ele precisasse. Que providenciasse todo o necessário. Não queria, de forma alguma, que provocassem a ira do Senhor contra o império dele e de seus filhos.

O rei isentou todos os sacerdotes, levitas, cantores, porteiros, servidores e trabalhadores do templo. Nenhum deles pagaria mais impostos ou taxas de qualquer tipo.

O rei animou Esdras a usar a sabedoria que o Senhor lhe dera, para nomear magistrados e juízes. Estes homens deveriam conhecer a Lei do Senhor, para governarem o povo. E Esdras deveria ensinar essa mesma Lei a todos que não conhecessem.

Quem se recusasse a obedecer, poderia ser castigado e até condenado à morte.

Como é maravilhoso ver o Senhor usando grandes reis para cumprir Sua vontade.

Como é maravilhoso ver homens como Esdras serem reconhecidos por reis poderosos, como um homem que possuía sabedoria dada pelo Senhor.

A sabedoria de Esdras vinha do conhecimento que tinha do Senhor. Ele decidiu em seu coração estudar Sua Palavra e conhecê-Lo. Sua sabedoria não vinha de estudar técnicas e métodos, quaisquer que sejam. Vinha do seu andar com o Senhor.

Esdras ordenou que todos louvassem o Senhor. Ele havia colocado no coração do rei o desejo de decorar o templo. Também havia mostrado Seu leal amor por ele, ao honrá-lo diante do rei, de seu conselho e de seus poderosos oficiais. Esdras reconheceu que foi o Senhor quem moveu o rei a honrá-lo.

Ele afirma que sentiu-se encorajado. Não porque o rei o honrou diante de si e de seus poderosos oficiais. Sentiu-se encorajado porque a mão do Senhor estava sobre ele.

Quando sentiu-se encorajado, reuniu alguns líderes de Israel que ainda estavam no exílio, para voltar com ele a Jerusalém.

E agora? Essa viagem será bem sucedida?

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo oito ao capítulo dez.

Espero você. Até lá.

Esdras 5.1-6.12

Leitura do dia 04/05.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Esdras.

Ontem vimos Ciro permitir que os exilados regressassem a Jerusalém. E reconstruíssem o templo. Os exilados voltaram com Zoroabel. Antes mesmo de lançarem os alicerces do templo, reconstruíram o altar. Quando os inimigos de Judá viram a reconstrução, levantaram-se contra eles. Enviaram cartas ao rei, que não era mais Ciro. Conseguiram impedir a reconstrução. Que ficou parada. Até à época em que Dario se tornou rei. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-11-424.html

Hoje leremos a partir do capítulo cinco até o capítulo sete.

Na primeira postagem, leremos até o versículo doze do capítulo seis.

Nessa época, os profetas Ageu e Zacarias, os mesmos que tem livros com seus respectivos nomes, animaram, em nome do Senhor, que estava sobre eles, o povo a reconstruir.

Em resposta, Zorobabel levantou-se e, junto com Jesua, recomeçaram a construção. Esses profetas estavam com eles e os auxiliavam.

O governador daquela região e seus companheiros, foram a Jerusalém. Queriam saber quem lhes ordenara a reconstrução. Perguntaram o nome de todos que estavam trabalhando.

Eles responderam. Disseram que eram servos do Senhor, Deus dos céus e da terra. Estavam reconstruindo Seu templo. Explicaram que foi destruído porque seus antepassados se desviaram dEle. E continuaram a construção. Porque os olhos do Senhor estavam sobre eles.

O governador enviou um relatório minucioso a Dario. Dario ordenou que fosse pesquisado em todos os arquivos da Babilônia, se realmente Ciro havia ordenado tal reconstrução. Encontraram um memorando, de Ciro, na fortaleza da província da Pérsia.

Dario ordenou que o governador e seus companheiros ficassem longe da reconstrução. Que não interferissem de maneira alguma. Decretou que os ajudassem. Todos os custos da reconstrução seriam pagos com os impostos daquela província. A obra não deveria ser interrompida.

O rei também ordenou que se dessem aos sacerdotes tudo que eles precisassem para oferecer sacrifícios. Assim, eles poderiam orar pelo bem estar dele e de seus filhos.

Se alguém desobedecesse aquele decreto, seria pendurado em uma viga de sua própria casa. E a casa se tornaria um montão de entulho.

O rei também disse que o próprio Senhor, que escolhera Jerusalém como lugar para honrar Seu nome, aniquilasse qualquer rei ou nação que destruísse o templo.

A carta foi enviada ao governador daquela província. Ele obedecerá às ordens do rei?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Esdras 1.1-4.24

Leitura do dia 03/05.

Ontem vimos o reino de Manassés, sua apostasia, seu exílio, seu arrependimento, seu retorno a Jerusalém. Amom, seu filho, reinou em seu lugar. Não andou nos caminhos do Senhor, mas não se arrependeu como seu pai. Quando morreu, Josias reinou em seu lugar. Estava apenas com oito anos. Seguiu o exemplo de Davi. Fez uma limpeza em Israel e Judá. Destruiu os ídolos, reconstruiu o templo, regularizou o serviço do Senhor, celebrou a Páscoa. Morreu em uma batalha que não deveria ter ido. Jeoacaz reinou em seu lugar. Depois Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, até à queda de Jerusalém. Nenhum destes serviu o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-331-25.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-341-33.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-351-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-361-23.html

Terminamos o livro de 2 Crônicas, com o relato de que Ciro, rei da Pérsia,  permite aos exilados de Judá voltarem às suas terras.

Agora, iniciaremos o livro de Esdras, que conta esse retorno. Foram três grupos. O primeiro liderado por Zorobabel, o segundo por Esdras e o terceiro por Neemias. Leremos do capítulo um de Esdras até o capítulo quatro.

No primeiro ano do reinado de Ciro, o Senhor cumpriu Sua palavra. Tocou o coração de Ciro para libertar o povo de Judá. E para reconstruir o templo em Jerusalém.

Ciro registrou seu mandado por escrito e enviou a todo seu reino. Nele, declarou que o Senhor, o Deus dos céus, o Deus de Israel, havia lhe dado todos os reinos da terra e colocara sobre ele o encargo de reconstruir Seu templo. Sua ordem era clara. Todos que pertencessem ao povo do Senhor deveriam voltar a Jerusalém para reconstruir o templo.

Ciro abençoou o povo, desejando que o Senhor estivesse com eles. Ordenou que cada vizinho de um judeu os ajudasse com as despesas, dando-lhes prata e ouro, suprimentos e animais, além das ofertas voluntárias.

O Senhor também tocou no coração dos sacerdotes, dos levitas e dos chefes das tribos de Judá e Benjamim. Retornaram a Jerusalém. Seus vizinhos os ajudaram.

Além disso, Ciro retirou do tesouro do rei os utensílios que Nabucodonosor havia levado do templo. Listou todos os objetos, que retornaram a Jerusalém, sob a guarda de Sesbazar, líder dos exilados que voltavam para Judá.

Os que voltaram tinham suas genealogias devidamente listadas. Alguns sacerdotes não foram encontrados nestes livros. Foram impedidos pelo governador de comer das porções dos sacerdotes, até que houvesse um sacerdote que consultasse o Senhor a esse respeito, através do Urim e Tumim. Não eram muitos os sacerdotes que consultavam dessa maneira e a Bíblia não explica como essa consulta era feita.

Quando os exilados chegaram em Jerusalém, alguns dos chefes das famílias entregaram ofertas voluntárias para a reconstrução do templo. No mesmo lugar do anterior. Deram do que podiam. Nem além. Nem aquém.

Note que as ofertas foram dadas voluntariamente. Não houve pressão. Muito menos barganha. Não deram e ficaram endividados. Deram apenas o que podiam. Também não retiveram mais que o necessário. Seus corações eram corretos para com o Senhor.

Os sacerdotes, os levitas, os cantores, os guardas das portas, os servidores do templo e alguns do povo ficaram morando próximo a Jerusalém. Os demais regressaram às suas cidades, por todo o Israel.

Era necessário que os responsáveis por qualquer área do templo permanecessem próximo a Jerusalém, para ocuparem-se da reconstrução.

No sétimo mês, os israelitas já haviam se estabelecidos em suas cidades. Reuniram-se em Jerusalém, como se fossem um só homem. Com um só propósito.

Não estavam mais preocupados onde dormiriam, comeriam, viveriam. Estavam estabelecidos. Agora, podiam pensar apenas na reconstrução do templo e de Jerusalém.

Jesua reuniu-se com seus colegas e companheiros para reconstruir o altar do Senhor de Israel. Eram sacerdotes. Queriam apresentar holocaustos ali, como o Senhor ordenara tanto tempo antes.

O povo estava com medo dos habitantes daquela região. Ainda assim, reconstruíram o altar no mesmo lugar do original. Com dedicação e rapidez. Nem o medo os impediu.

Então, começaram a ofertar os holocaustos no altar do Senhor, pelas manhãs e tardes. Antes mesmo de lançarem os alicerces do templo do Senhor.

Também celebraram a festa das Cabanas, tudo conforme escrito na Lei.

Contrataram os pedreiros e carpinteiros. Compraram as toras de cedro. A construção começou no segundo mês do segundo ano depois que chegaram a Jerusalém.

Todos que haviam voltado do exílio formavam o grupo de trabalhadores. Até Zorobabel, o líder, príncipe de Judá, os sacerdotes e todos os levitas. Ninguém ficou à toa, esperando a construção do templo para assumirem, enfim, seus afazeres. Os levitas com idade acima de vinte anos supervisionavam a construção. Todos trabalharam.

Quando terminaram os alicerces do templo, os sacerdotes colocaram suas roupas especiais. Tomaram seus lugares. E tocaram as trombetas. Os levitas, descendentes de Asafe, tocaram os címbalos. Louvavam o Senhor como Davi ordenara. Entoavam cânticos declarando que o Senhor é bom e Seu amor por Israel dura para sempre.

O povo louvou o Senhor em alta voz, agradecidos, cheios de alegria pelo alicerce do templo estar levantado, gritavam em alta voz. Enquanto isso, os mais idosos, que viram o primeiro templo, choravam de tristeza, ante a diferença entre um e outro. Os gritos de alegria e o choro misturaram, propagando até muito longe.

Ah, como é difícil ter visto algo maior e depois dar valor ao que está acontecendo. Mas era tempo de alegria. Foram exilados. Perderam tudo. Agora, tinham a oportunidade de reconstruir o templo tão querido. A ordem era regozijar-se.

Quando os inimigos de Judá e Jerusalém souberam que os exilados retornaram e estavam reconstruindo o templo do Senhor, foram até eles e pediram para auxiliá-los na construção. Como auxiliar se eram inimigos?

Zorobabel, sabiamente, não permitiu. Reconheceu que eram inimigos.

Não podemos construir o templo com a ajuda de inimigos. Eles não ajudariam. Sabotariam.

E foi justamente o que fizeram. Claro que não queriam ajudar. Queriam atrapalhar. Subornaram agentes para trabalhar contra eles. Para frustrar seus planos. Tiveram muitas dificuldades, durante todo o reinado de Ciro, até o reinado de Dario.

Anos mais tarde, quando Xerxes (Assuero) iniciou seu reinado, enviaram cartas acusando o povo de Judá. E durante o reinado de Artaxerxes, enviaram cartas dizendo que Jerusalém estava sendo reconstruída. E era uma cidade má e rebelde.

Quando o rei consultou os registros, confirmou que Jerusalém havia sido grande e ordenou que as obras de reconstrução fossem paradas, imediatamente. Era um risco para o reino, se fosse reerguida.

Assim que a carta do rei chegou, Reum, Sinsai e seus amigos, correram a Jerusalém e, à força, obrigaram os judeus a parar.

As obras foram paradas. Ficaram paradas até o segundo ano de Dario como rei da Pérsia.

Mas, essa história fica para amanhã, quando leremos do capítulo cinco ao capítulo sete de Esdras.

Espero você. Até lá.

Que possamos reconhecer os inimigos. E sejamos persistente na construção do Senhor.