Leitura do dia 06/02.
Na postagem anterior vimos o perigo que os coatitas corriam para cumprir seus deveres.
Carregavam os objetos mais sagrados da tenta do encontro. Sem poder vê-los ou tocá-los.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Agora, continuamos através do capítulo cinco de Números. Até o capítulo sete.
O Senhor ordena que todos que sofrem de lepra ou fluxos corporais ou ainda tiver se tornado cerimonialmente impuro por ter tocado em algum cadáver, seja retirado do acampamento. O acampamento deve ser totalmente puro. O Senhor está no meio deles.
O Senhor fala que se alguém ofender uma pessoa, deve confessar seu pecado e indenizá-la.
Se um homem desconfiasse que sua mulher o traíra, apresentaria ela ao sacerdote, com uma oferta e passaria pelo ritual das águas amargas. Ela era julgada diante do Senhor. Segurava a oferta e tomava a água oferecida pelo sacerdote que a amaldiçoaria caso houvesse cometido adultério. Ela bebia da água, seu útero murcharia, sua barriga cairia e não teria filhos. Se fosse um ciúme infundado do marido, nada disso aconteceria. Estaria livre e inocentada. Diante do Senhor. E de todos.
Se um homem fizesse voto de nazireu, enquanto durasse o voto não podia beber ou comer nada da vide. Também não cortaria seu cabelo até que terminasse seu voto. Ele o ofereceria junto com a oferta. Caso algum morto caísse ao seu lado, o tempo de ficou sem cortar o cabelo e sem comer ou beber nada da vide, seria anulado. Esperaria sete dias. No oitavo ofereceria uma oferta e começaria a contar o prazo novamente.
O Senhor ordenou que Arão e seus filhos abençoassem o povo usando uma benção especial. Desejando a benção e a proteção do Senhor, Seu olhar com favor e Sua bondade sendo mostrada, além do desejo de ser agradável ao Senhor e ter Sua paz. Todos eram abençoados assim.
Depois que houve o censo, os chefes das tribos que ajudaram Moisés e Arão na contagem, trouxeram suas ofertas ao Senhor. Levaram carroças.
O Senhor ordenou que fossem aceitas para o serviço dos gersonitas e meraritas. No transporte da carga da tenda do encontro. Aos coatitas não foi entregue nenhuma carroça. Eles carregavam nos ombros os objetos sagrados.
Além os coatitas serem os que corriam risco de morte se vissem ou tocassem qualquer dos objetos sagrados, não podiam usar nenhum instrumento para carregar esses objetos. Eles os carregavam em seus ombros.
Além das carroças, os líderes das tribos trouxeram ofertas em ouro, prata, cereais, incenso e animais. Cada líder trouxe sua oferta num dia. Na mesma ordem em que acampavam e levantavam acampamento. Começando com Judá e terminando com Naftali.
Cada vez que Moisés entrava na tenda do encontro, o Senhor falava com ele. Entre os querubins, por cima da tampa da arca, o lugar da expiação. Que privilégio o de Moisés!
E que privilégio dos levitas, sendo responsáveis pela tenda do encontro. Ainda que, correndo risco de vida. Temos coragem de servir ao Senhor a esse ponto?
Que lembremos da santidade do nosso Senhor! E O reverenciemos.
Amanhã continuamos através dos capítulos oito a dez de Números.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Números 4.1-49
Leitura do dia 06/02.
Na postagem anterior vimos o senso dos soldados de Israel, dos levitas e dos primogênitos.
Vimos também a maravilhosa organização do acampamento de Israel. Como acampavam e como partiam. Todos debaixo de suas respectivas bandeiras. Os levitas carregando o tabernáculo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos quatro a sete de Números.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo quatro.
O Senhor ordena que Moisés e Arão façam o senso dos filhos de Levi. Separadamente.
O clâ dos coatitas, possuía dois mil, setecentos e cinquenta homens, entre trinta e cinquenta anos, qualificados para servir na tenda do encontro. O clã dos gersonitas, dois mil, seiscentos e trinta. O dos meraritas, três mil e duzentos.
Eles fizeram o senso, colocando o nome de cada homem e o serviço ou a tarefa que realizariam. Nome por nome. Para que cada um soubesse exatamente o que fazer e como fazer. Não podia haver erro.
Os deveres dos coatitas estavam relacionados aos objetos mais sagrados. Seus deveres eram perigosos. Se tocassem nos objetos, morriam. Então, para que não morressem, Arão e seus filhos entravam primeiro na tenda do encontro, removiam a cortina, cobriam a arca, separavam os objetos, a mesa e o candelabro. Cobriam tudo. Depois colocavam os varais e os suportes para que os coatitas transportassem. Sem tocar nenhum dos objetos.
Arão e seus filhos sempre entrariam primeiro e mostrariam a cada um dos coatitas o que deviam fazer ou carregar. Eles jamais poderiam ver os objetos que carregavam. Se vissem, morriam.
Eleazar, o filho de Arão, era o responsável por todo o tabernáculo e tudo que nele havia, inclusive o santuário e seus objetos.
Os gersonitas eram responsáveis pelo serviço geral e pelo transporte de cargas. Levavam as cortinas.
Arão e seus filhos eram responsáveis para orientá-los em suas funções, fosse o transporte de objetos ou a execução de outras tarefas. Prestariam contas a Itamar, filho de Arão.
Os meraritas tinham apenas uma função na tenda do encontro. Transportar cargas. Cada um deles era encarregado nominalmente pela carga que transportaria. Também prestariam contas a Itamar.
O acampamento de Israel só estaria pronto para se deslocar, quando Arão e seus filhos tivessem terminado de cobrir o santuário e todos os objetos sagrados.
Arão e seus filhos precisavam estar prontos antes de todos. Ninguém levantaria acampamento antes deles. Quando acabassem de cobrir o santuário e os objetos sagrados, as tribos se enfileiravam, de acordo com suas bandeiras, para levantar o acampamento.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos o senso dos soldados de Israel, dos levitas e dos primogênitos.
Vimos também a maravilhosa organização do acampamento de Israel. Como acampavam e como partiam. Todos debaixo de suas respectivas bandeiras. Os levitas carregando o tabernáculo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos quatro a sete de Números.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo quatro.
O Senhor ordena que Moisés e Arão façam o senso dos filhos de Levi. Separadamente.
O clâ dos coatitas, possuía dois mil, setecentos e cinquenta homens, entre trinta e cinquenta anos, qualificados para servir na tenda do encontro. O clã dos gersonitas, dois mil, seiscentos e trinta. O dos meraritas, três mil e duzentos.
Eles fizeram o senso, colocando o nome de cada homem e o serviço ou a tarefa que realizariam. Nome por nome. Para que cada um soubesse exatamente o que fazer e como fazer. Não podia haver erro.
Os deveres dos coatitas estavam relacionados aos objetos mais sagrados. Seus deveres eram perigosos. Se tocassem nos objetos, morriam. Então, para que não morressem, Arão e seus filhos entravam primeiro na tenda do encontro, removiam a cortina, cobriam a arca, separavam os objetos, a mesa e o candelabro. Cobriam tudo. Depois colocavam os varais e os suportes para que os coatitas transportassem. Sem tocar nenhum dos objetos.
Arão e seus filhos sempre entrariam primeiro e mostrariam a cada um dos coatitas o que deviam fazer ou carregar. Eles jamais poderiam ver os objetos que carregavam. Se vissem, morriam.
Eleazar, o filho de Arão, era o responsável por todo o tabernáculo e tudo que nele havia, inclusive o santuário e seus objetos.
Os gersonitas eram responsáveis pelo serviço geral e pelo transporte de cargas. Levavam as cortinas.
Arão e seus filhos eram responsáveis para orientá-los em suas funções, fosse o transporte de objetos ou a execução de outras tarefas. Prestariam contas a Itamar, filho de Arão.
Os meraritas tinham apenas uma função na tenda do encontro. Transportar cargas. Cada um deles era encarregado nominalmente pela carga que transportaria. Também prestariam contas a Itamar.
O acampamento de Israel só estaria pronto para se deslocar, quando Arão e seus filhos tivessem terminado de cobrir o santuário e todos os objetos sagrados.
Arão e seus filhos precisavam estar prontos antes de todos. Ninguém levantaria acampamento antes deles. Quando acabassem de cobrir o santuário e os objetos sagrados, as tribos se enfileiravam, de acordo com suas bandeiras, para levantar o acampamento.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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