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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Números 4.1-49

Leitura do dia 06/02.

Na postagem anterior vimos o senso dos soldados de Israel, dos levitas e dos primogênitos.

Vimos também a maravilhosa organização do acampamento de Israel. Como acampavam e como partiam. Todos debaixo de suas respectivas bandeiras. Os levitas carregando o tabernáculo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos quatro a sete de Números.

Nesta primeira postagem, apenas o capítulo quatro.

O Senhor ordena que Moisés e Arão façam o senso dos filhos de Levi. Separadamente.

O clâ dos coatitas, possuía dois mil, setecentos e cinquenta homens, entre trinta e cinquenta anos, qualificados para servir na tenda do encontro. O clã dos gersonitas, dois mil, seiscentos e trinta. O dos meraritas, três mil e duzentos.

Eles fizeram o senso, colocando o nome de cada homem e o serviço ou a tarefa que realizariam. Nome por nome. Para que cada um soubesse exatamente o que fazer e como fazer. Não podia haver erro.

Os deveres dos coatitas estavam relacionados aos objetos mais sagrados. Seus deveres eram perigosos. Se tocassem nos objetos, morriam. Então, para que não morressem, Arão e seus filhos entravam primeiro na tenda do encontro, removiam a cortina, cobriam a arca, separavam os objetos, a mesa e o candelabro. Cobriam tudo. Depois colocavam os varais e os suportes para que os coatitas transportassem. Sem tocar nenhum dos objetos.

Arão e seus filhos sempre entrariam primeiro e mostrariam a cada um dos coatitas o que deviam fazer ou carregar. Eles jamais poderiam ver os objetos que carregavam. Se vissem, morriam.

Eleazar, o filho de Arão, era o responsável por todo o tabernáculo e tudo que nele havia, inclusive o santuário e seus objetos.

Os gersonitas eram responsáveis pelo serviço geral e pelo transporte de cargas. Levavam as cortinas.
Arão e seus filhos eram responsáveis para orientá-los em suas funções, fosse o transporte de objetos ou a execução de outras tarefas. Prestariam contas a Itamar, filho de Arão.

Os meraritas tinham apenas uma função na tenda do encontro. Transportar cargas. Cada um deles era encarregado nominalmente pela carga que transportaria. Também prestariam contas a Itamar.

O acampamento de Israel só estaria pronto para se deslocar, quando Arão e seus filhos tivessem terminado de cobrir o santuário e todos os objetos sagrados.

Arão e seus filhos precisavam estar prontos antes de todos. Ninguém levantaria acampamento antes deles. Quando acabassem de cobrir o santuário e os objetos sagrados, as tribos se enfileiravam, de acordo com suas bandeiras, para levantar o acampamento.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Levítico 22.1-24.23

Leitura do dia 03/02.

Na postagem anterior vimos o Senhor transmitir as instruções ao povo de Israel com relação às práticas sexuais proibidas, à santidade, integridade e honestidade na conduta pessoal, os castigos pela desobediência e as instruções especiais aos sacerdotes e sumo sacerdotes.

Também vimos o resumo da lei: Amar o próximo (e o estrangeiro) como a si mesmo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/levitico-201-2124.html

Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro de Levíticos.

O Senhor ordena que os filhos de Arão, os sacerdotes de todas as gerações valorizem e tenham muito respeito com as ofertas sagradas que os israelitas consagrassem, para que Seu nome não fosse desonrado.

Quem estivesse cerimonialmente impuro não podia comer das coisas sagradas. Apenas a família de Arão poderia comer essas ofertas. Os filhos e as filhas poderiam comer. Se a filha casasse com alguém de outra família (tribo), não poderia mais comer. Mas se ficasse viúva ou divorciada e não tivesse filhos, tendo que voltar assim, para a casa de seu pai, poderia comer. Era uma proteção dada à mulher.

Para que uma oferta fosse aceita, o animal oferecido seria sem defeito. Nenhum animal com defeito, despedaçado ou o que fosse que o tornasse imperfeito, seria oferecido ao Senhor. Se fosse, seria rejeitado.

Novamente o Senhor fala que obedeçam fielmente todos os Seus mandamentos, colocando-os em prática. Foi para ser o Deus deles que o Senhor os libertou do Egito.

As festas anuais são repetidas. Devem ser comemoradas no dia determinado, anualmente, de geração em geração. Os sábados devem ser guardados. Assim como, anualmente, a Páscoa e a Festa dos Pães sem Fermento, a Festa do Início da Colheita, a Festa da Colheita, a Festa das Trombetas, a Festa da Expiação e a Festa das Cabanas.

Eram celebrações ao Senhor. Todos os rituais precisavam ser observados. Nos mínimos detalhes.

O Senhor ordena que os filhos de Israel tragam azeite puro para as lâmpadas. Arão e os sacerdotes manteriam sempre em ordem, na presença do Senhor, as lâmpadas do candelabro de ouro puro. À noite não podiam apagar.

Os pães sagrados seriam levados aos sábados. Pertenciam ao sacerdote, que comeria em lugar sagrado.

O Senhor repete que a mesma lei se aplica ao israelita de nascimento e ao estrangeiro que vive no meio deles.

Que, em suas colheitas, não se esquecessem de deixar alguma coisa para o pobre e o estrangeiro colherem.

Seu coração me toca. Esse cuidado que Ele ordenou que Israel tivesse com os desamparados. Ele é amor! E se importa.

Infelizmente, certo dia aconteceu algo terrível. Dois homens brigaram. Um deles, durante a briga, blasfemou o Nome do Senhor. O que fazer?

Eles deixaram o homem preso, até que tivessem absoluta certeza da vontade do Senhor naquela situação.

O Senhor ordenou que fosse apedrejado. Qualquer que blasfemasse o Nome do Senhor seria morto. E assim foi. Os filhos de Israel fizeram o que o Senhor ordenara e o homem morreu.

Lembre-se que uma nação está sendo ensinada a obedecer e honrar ao Senhor.

Continuamos amanhã. Através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Levítico. Espero você. Até lá.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Engrenagem perfeita

Continuamos nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas.

Ontem vimos, entre outras coisas, que precisamos planejar o futuro. Abençoar a próxima geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planejando-o-futuro.html

Hoje vamos caminhar pelas páginas do capítulo 23.

Davi já estava com idade muito avançada. Ele proclamou Salomão rei sobre Israel. Fez isso reunindo todos os chefes e líderes de Israel, assim como os sacerdotes e levitas.

Antes, porém, Davi havia mandado fazer um recenseamento dos levitas.

Havia trinta e oito mil, da idade de vinte anos para cima, prontos para o serviço do Senhor.

O rei Davi escolheu vinte e quatro mil para supervisionarem os trabalhos de construção e administração da Casa do Senhor. Seis mil para servirem como escribas e juízes. Quatro mil para serem guardas das portas. Quatro mil para louvarem o Senhor com instrumentos musicais que Davi tinha preparado com esse propósito.

Davi distribuiu os levitas em grupos que descendiam de Gérson, Coate e Merari, filhos de Levi. Como deveria ser. Afinal, cada família tinha sua função específica. O lugar correto para servir o Senhor.

Arão e seus descendentes, que também eram levitas, foram escolhidos e encarregados perpetuamente, pelo Senhor, para servirem no Santo dos Santos, consagrar as coisas santíssimas, oferecer sacrifícios, queimar incenso diante do Senhor, serví-Lo e pronunciar bênçãos em seu Nome. Para sempre.

Davi dissera que, como o Senhor havia dado paz e tranquilidade ao seu povo e Sua casa seria para sempre em Jerusalém, os levitas não precisavam mais transportar o Tabernáculo nem os utensílios sagrados usados em seu serviço religioso. Então, o dever dos levitas passou a ser cooperar com os descendentes de Arão em todos os trabalhos no templo.

Encarregavam-se dos pátios, das salas laterais, da purificação de todos os objetos sagrados e das demais tarefas necessárias à manutenção da Casa de Deus.

Estavam também encarregados do pão consagrado, da farinha para as ofertas de cereal, dos bolos sem fermento, de assar o pão e misturar a massa, e de todos os pesos e medidas.

Deveriam estar preparados para render graças e louvores ao Senhor, ao raiar do dia, e ao pôr-do-sol e oferecer continuamente diante do Senhor todos os holocaustos que eram queimados no sábado, e em todas as festas com datas fixas.

Deviam servir regularmente diante do Senhor conforme as normas e as escalas para os turnos de serviço dos diversos grupos de trabalho, como uma grande e perfeita engrenagem, onde todos são absolutamente necessários.

Dessa maneira os levitas ficaram responsáveis pela administração da Tenda do Encontro, e pela assistência aos seus irmãos, os descendentes de Arão, bem como por toda a obra e serviço religioso realizados na Casa do Senhor.

Está enganado quem acredita que os levitas eram apenas “os cantores” da Casa do Senhor. Acabamos de ler a respeito de suas diversas funções.

No Reino do Senhor é assim, se uma situação muda, as pessoas não ficam sem funções, não são descartadas, inutilizadas. Elas recebem outras funções, onde são completamente necessárias. O Senhor é inclusivo. Deseja todos trabalhando em Seu Reino. Há trabalho para todos. O Reino é, de fato, uma grande e perfeita engrenagem.

Mas temos um dever (vários na verdade), descobrir onde o Senhor deseja que O sirvamos. Que façamos isso, a cada dia, afinal nascemos para a Sua glória.

Que aprendamos com Davi a fazer as perguntas corretas como temos visto ele fazer, para recebermos as respostas que tanto necessitamos do Senhor.

Amanhã prosseguimos. Espero você.