Leitura do dia 19/01.
Nas postagens anteriores, vimos o Senhor agindo com atos de julgamento no Egito. E Faraó continua com seu coração endurecido. Não deixa o povo ir.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-71-13.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-714-832.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-91-35.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-101-29.html
Já foram nove pragas até agora: as águas transformaram-se em sangue, a invasão das rãs, o enxame de piolhos, o enxame de moscas, a morte dos animais, as feridas purulentas, a tempestade de granizo, a invasão de gafanhotos e a escuridão.
Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos onze a treze de Êxodo.
Na primeira postagem, o capítulo onze. Do versículo um ao versículo dez.
O Senhor disse a Moisés que atingiria Faraó e o Egito com mais uma praga. Seria a última. Depois do que faria, Faraó os deixaria ir. Na verdade, ele os expulsaria.
Os israelitas deveriam pedir aos seus vizinhos egípcios objetos de ouro e prata. Não sairiam de mãos vazias. Era como um salário pelos anos de cruel escravidão.
Apesar das pragas, o povo do Egito via os israelitas com bons olhos. Moisés era altamente considerado. Nas duas nações.
Embora Moisés tivesse dito que não veria mais o rosto de Faraó, foi até ele. Não teve medo de morrer. Havia mais uma mensagem.
Ele transmitiu a palavra do Senhor. Disse que à meia-noite o Senhor passaria pelo Egito. Todos os primogênitos morreriam. Desde o primogênito de Faraó ao primogênito da serva mais simples do Egito. Até os primogênitos dos animais morreriam.
Quanto a Israel, não sofreria absolutamente nada. Assim, saberiam que o Senhor fazia distinção entre o Egito e Israel.
O lamento na terra do Egito seria terrível após à meia-noite como nunca acontecera e nunca aconteceria.
Moisés afirmou que os oficiais do Egito iriam até Moisés clamar que ele e o povo saíssem do Egito. E assim, sairiam.
Faraó não lhe deu atenção. Moisés saiu de sua presença ardendo em ira.
O capítulo onze termina aqui. Continuamos na próxima postagem. Ate já.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
domingo, 20 de janeiro de 2019
Êxodo 10.1-29

Leitura do dia 18/01.
Na postagem anterior, vimos que o Senhor continuou com Seus atos de julgamento no Egito. E Faraó continuou com o coração endurecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-91-35.html
Caminharemos agora pelas páginas do capítulo dez de Êxodo.
O Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Ele endureceu seu coração para demonstrar Seus sinais entre eles. Mas não apenas isso. O Senhor também queria que os israelitas contassem o que aconteceu aos seus filhos e netos. Assim, não apenas os egípcios saberiam que Ele é o Senhor, os israelitas também. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Eles voltaram. Perguntaram a Faraó até quando ficaria com o coração endurecido. Informaram que se não deixasse o povo ir, deveria tomar cuidado. No dia seguinte o Senhor traria uma nuvem de gafanhoto sobre toda a terra do Egito. O que escapara das outras pragas agora não escaparia. Os gafanhotos invadiriam até os palácios e casas.
Dessa vez também falou que nunca o Egito havia sido ferido com tamanha praga. Quando terminou de falar, Moisés virou as costas e saiu da presença de Faraó. Não esperou sua resposta. Sabia qual era.
Quando os oficiais de Faraó ficaram a sós com ele, suplicaram que Faraó deixasse os homens irem ao deserto adorar o Senhor. O Egito estava sendo destruído diante de seus olhos. Será que não percebia?
Faraó ordenou que Moisés e Arão retornassem à sua presença. Disse que podiam sair e adorar o Senhor. Quis saber quem iria especificamente.
Moisés respondeu que iriam todos! Jovens, velhos e crianças. Também todo o rebanho. Nenhum casco ficaria no Egito.
Faraó disse que só os homens poderiam ir. Foi isso que haviam lhe pedido. Eles estavam tramando algo e Faraó não deixaria que fugissem. Ele os expulsou de sua presença.
Moisés mais uma vez estendeu a vara sobre a terra do Egito e o Senhor fez com que um vento leste soprasse sobre a terra durante o dia todo e a noite toda. Esse vento trouxe os gafanhotos, que invadiram o Egito em densas nuvens. De uma extremidade à outra. A terra chegou a ficar escura de tanto gafanhoto.
Eles devoraram tudo que viram pela frente.
Faraó ordenou que chamassem Moisés e Arão. Pediu que mais dessa vez fosse perdoado. Havia pecado. Contra o Senhor e contra eles. Que suplicassem ao Senhor para que o livrasse daquela morte.
Foi o que Moisés fez. E o Senhor mais uma vez o atendeu. O Senhor mudou a direção do vento. Fez soprar um vendo oeste que levou os gafanhotos. Não ficou nenhum sequer.
Ainda assim Faraó não deixou o povo sair.
O Senhor ordenou mais uma vez que Moisés estendesse a mão em direção ao céu. Uma escuridão terrível cobriu toda a terra do Egito. Por três dias. As pessoas nem conseguiam ver umas às outras.
No terceiro dia Faraó mandou chamar Moisés. Ordenou que fossem e adorassem o Senhor. Que fossem todos. Só o rebanho deveria ficar.
Moisés respondeu que precisavam do rebanho. Perguntou se Faraó iria suprí-los de animais. Eles teriam que escolher dentre os animais para oferecer o sacrifício ao Senhor. E só saberiam como adorar o Senhor quando chegassem ao lugar que o Senhor escolhera.
Que possamos ter essa sensibilidade. De esperar para saber como devemos adorar.
Novamente Faraó endureceu o coração. Não deixou o povo ir.
Ameaçou Moisés. Disse que a próxima vez que Moisés o visse, morreria.
Moisés não aceitou a ameaça. Não temeu. Apenas disse que Faraó não o veria mais. Ele, Moisés, não morreria. Sabia que tinha uma missão.
Como é maravilhoso perceber que o Senhor tem tudo sob Seu controle. Ele muda o vento quando é necessário. Faz soprar o vento quando preciso. Responde nosso clamor.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Na próxima postagem veremos do capítulo onze ao capítulo treze. Espero você. Até lá.
Êxodo 9.1-35
Leitura do dia 18/01.
Na postagem anterior vimos que o Senhor começou a agir com julgamentos sobre a terra do Egito. Águas transformadas em sangue. Enxames de piolhos e de moscas. Ainda assim Faraó recusa a ouví-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-714-832.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo nove.
O Senhor ordenou que Moisés retornasse à presença de Faraó. Com a mesma ordem. Informasse também que se não deixasse o povo ir, a mão do Senhor feriria de uma praga mortal todos os animais do Egito. Mais uma vez os israelitas seriam poupados e não perderiam sequer um animal.
Moisés informou a Faraó que o Senhor já havia decidido quando aconteceria a tal praga. No dia seguinte.
Faraó teve um tempo para pensar. Não adiantou.
No dia seguinte os animais dos egípcios morreram. Faraó mandou investigar e descobriu que nenhum animal dos israelitas havia morrido, como o Senhor falara que seria. Ainda assim, seu coração continuou endurecido.
Então o Senhor ordenou que Moisés pegasse um punhado de cinzas de um forno de fazer tijolos e as lançasse ao ar diante de Faraó. As cinzas se espalhariam sobre a terra como poeira e provocaria feridas cheias de pus nas pessoas e nos animais. Foi o que aconteceu.
Nem os magos conseguiam ficar diante de Moisés. Mas Faraó continuou com o coração endurecido. Como o Senhor dissera que seria.
Depois o Senhor ordenou que Moisés acordasse cedo no dia seguinte e fosse novamente a Faraó. Que lhe desse a mesma mensagem. Se se recusasse a deixar o povo ir, saberia que não há ninguém como o Senhor em toda a terra. Àquela altura, disse o Senhor, já poderia ter acabado com o Egito a ponto de apagá-los da face da terra. Não o fez para mostrar Seu poder e propagar Seu nome por toda a terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-grande-comissao.html
No dia seguinte o Senhor enviaria uma tempestade de granizo. A mais devastadora em toda a história do Egito. Que fossem rápidos e tirassem todos os animais e as pessoas que estivessem no campo. Quem não saísse, morreria.
Fico tocada com a bondade do Senhor. Ele avisou. Seus avisos sempre acontecem para nos poupar, se O obedecermos.
Alguns oficiais temeram ao Senhor e logo tiraram seus animais e servos do campo. Outros não deram atenção à Sua palavra. Quem ficou no campo morreu com a chuva.
Moisés estendeu a vara em direção ao céu e o Senhor mandou trovões e granizo, além dos raios que caíram sobre a terra. Nunca houve uma tempestade assim no Egito. Gósen porém, foi poupada.
Moisés estendeu a vara em direção ao céu, mas não foi seu poder que fez trovões e granizos caírem. Moisés obedeceu, estendeu a vara e o Senhor agiu. Isso é milagre. Quando o Senhor faz. Não o homem.
Faraó mandou chamar Moisés. Disse que havia pecado. Que o Senhor era justo e ele e seu povo culpados. Que suplicassem ao Senhor para aquela tempestade terrível ter fim e fossem adorar ao Senhor.
Moisés disse que assim que saísse da presença de Faraó suplicaria e Faraó saberia que a terra pertence ao Senhor. Disse também que sabia que Faraó e seus oficiais não O temiam.
Quando a chuva parou, Faraó voltou a pecar. Seu coração endureceu novamente. Não deixou o povo sair. Como o Senhor havia dito.
E a história continua. Até quando? O que Faraó espera para finalmente deixar o povo do Senhor sair?
Agora já são águas transformadas em sangue, rãs por toda parte, enxames de piolhos e moscas, animais morrendo, feridas purulentas e tempestade de granizo. Onde isso tudo vai parar?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos que o Senhor começou a agir com julgamentos sobre a terra do Egito. Águas transformadas em sangue. Enxames de piolhos e de moscas. Ainda assim Faraó recusa a ouví-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-714-832.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo nove.
O Senhor ordenou que Moisés retornasse à presença de Faraó. Com a mesma ordem. Informasse também que se não deixasse o povo ir, a mão do Senhor feriria de uma praga mortal todos os animais do Egito. Mais uma vez os israelitas seriam poupados e não perderiam sequer um animal.
Moisés informou a Faraó que o Senhor já havia decidido quando aconteceria a tal praga. No dia seguinte.
Faraó teve um tempo para pensar. Não adiantou.
No dia seguinte os animais dos egípcios morreram. Faraó mandou investigar e descobriu que nenhum animal dos israelitas havia morrido, como o Senhor falara que seria. Ainda assim, seu coração continuou endurecido.
Então o Senhor ordenou que Moisés pegasse um punhado de cinzas de um forno de fazer tijolos e as lançasse ao ar diante de Faraó. As cinzas se espalhariam sobre a terra como poeira e provocaria feridas cheias de pus nas pessoas e nos animais. Foi o que aconteceu.
Nem os magos conseguiam ficar diante de Moisés. Mas Faraó continuou com o coração endurecido. Como o Senhor dissera que seria.
Depois o Senhor ordenou que Moisés acordasse cedo no dia seguinte e fosse novamente a Faraó. Que lhe desse a mesma mensagem. Se se recusasse a deixar o povo ir, saberia que não há ninguém como o Senhor em toda a terra. Àquela altura, disse o Senhor, já poderia ter acabado com o Egito a ponto de apagá-los da face da terra. Não o fez para mostrar Seu poder e propagar Seu nome por toda a terra.
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No dia seguinte o Senhor enviaria uma tempestade de granizo. A mais devastadora em toda a história do Egito. Que fossem rápidos e tirassem todos os animais e as pessoas que estivessem no campo. Quem não saísse, morreria.
Fico tocada com a bondade do Senhor. Ele avisou. Seus avisos sempre acontecem para nos poupar, se O obedecermos.
Alguns oficiais temeram ao Senhor e logo tiraram seus animais e servos do campo. Outros não deram atenção à Sua palavra. Quem ficou no campo morreu com a chuva.
Moisés estendeu a vara em direção ao céu e o Senhor mandou trovões e granizo, além dos raios que caíram sobre a terra. Nunca houve uma tempestade assim no Egito. Gósen porém, foi poupada.
Moisés estendeu a vara em direção ao céu, mas não foi seu poder que fez trovões e granizos caírem. Moisés obedeceu, estendeu a vara e o Senhor agiu. Isso é milagre. Quando o Senhor faz. Não o homem.
Faraó mandou chamar Moisés. Disse que havia pecado. Que o Senhor era justo e ele e seu povo culpados. Que suplicassem ao Senhor para aquela tempestade terrível ter fim e fossem adorar ao Senhor.
Moisés disse que assim que saísse da presença de Faraó suplicaria e Faraó saberia que a terra pertence ao Senhor. Disse também que sabia que Faraó e seus oficiais não O temiam.
Quando a chuva parou, Faraó voltou a pecar. Seu coração endureceu novamente. Não deixou o povo sair. Como o Senhor havia dito.
E a história continua. Até quando? O que Faraó espera para finalmente deixar o povo do Senhor sair?
Agora já são águas transformadas em sangue, rãs por toda parte, enxames de piolhos e moscas, animais morrendo, feridas purulentas e tempestade de granizo. Onde isso tudo vai parar?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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Êxodo 7.14-8.32
Leitura do dia 18/01.
Na postagem anterior vimos que o Senhor enviou novamente Moisés e Arão a Faraó. Mas ele não quis ouvir. E ainda imitou o milagre do Senhor através das artes mágicas do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-71-13.html
Agora, caminharemos a partir do versículo quatorze do capítulo sete. Até o versículo trinta e dois do capítulo oito.
O Senhor disse a Moisés que o coração de Faraó era duro. Ele continuaria se recusando a deixar o povo sair.
Moisés deveria ir pela manhã encontrar-se com ele às margens do rio Nilo, onde se banhava. Que não esquecesse a vara que havia se transformado em serpente. E dissesse a Faraó que o Senhor, o Deus dos hebreus o havia enviado para dizer que deixasse o povo sair para adorá-Lo no deserto. Por ele estar se recusando a ouvir, o Senhor mostraria a Faraó que Ele era (e é) o Senhor.
Arão bateria com a vara nas águas do Nilo. Elas se transformariam em sangue e os peixes morreriam. O rio ficaria fedendo. Os egípcios não poderiam beber suas águas.
Moisés e Arão fizeram como o Senhor ordenara. Diante de Faraó, Arão levantou a vara e bateu nas águas do Nilo. Estendeu a mão às águas do Egito. Todo o Nilo se transformou em sangue. Seus rios, canais, açudes e reservatórios também. Aconteceu o mesmo até com a água armazenada em vasilhas de madeira e pedra.
Mais uma vez os magos usaram suas mágicas e fizeram o mesmo. Faraó recusou-se a ouvir. Voltou para seu palácio e não pensou mais naquilo.
Os egípcios cavaram às margens do Nilo para conseguirem água.
A situação ficou assim por sete dias.
Então o Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Com a mesma mensagem: “Deixa meu povo sair para me adorar”.
Se Faraó continuasse se recusando, o Senhor enviaria rãs sobre toda a terra do Egito. O Nilo ia fervilhar de rãs. Ia ser rã para todos os lados. Elas invadiriam o palácio e até o quarto e a cama de Faraó. Entrariam nas casas de seus oficiais e de todo o povo. Também pulariam dentro dos fornos e das tigelas de amassar pão. As rãs avançariam sobre todos.
Que horror! Não gosto nem de imaginar.
O Senhor ordenou a Moisés que dissesse a Arão para estender a vara que trazia em sua mão. Que a estendesse sobre os rios, canais e açudes. Ele estendeu e as rãs cobriram toda a terra.
Os magos usaram suas artes mágicas para imitar a praga e também fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito.
Prestou atenção? Imitar a praga. Eles não conseguiam fazer o milagre. Usavam suas mágicas para imitar o milagre. Como vemos hoje acontecer.
Chegou o momento em que Faraó convocou Moisés e Arão. Pediu que suplicassem ao Senhor que afastasse aquelas rãs dele e de seu povo. Ele deixaria o povo ir.
Fico imaginando que os magos tentaram sumir com as rãs. Sem nenhum êxito.
Moisés disse a Faraó que escolhesse a hora em que estaria orando por eles. Faraó respondeu que seria no dia seguinte.
Moisés falou que oraria e as rãs deixariam a terra do Egito. Ficariam apenas no Nilo. Ele saberia que não há ninguém como o Senhor.
Moisés e Arão saíram da presença de Faraó e clamaram ao Senhor. O Senhor fez exatamente o que Moisés havia dito. Todas as rãs nas casas, nos pátios e nos campos, morreram. Juntaram montões de rãs. O fedor era terrível.
Acontece que, quando Faraó se viu livre das rãs seu coração se endureceu. Ele se recusou a dar ouvidos a Moisés e Arão. Como o Senhor havia dito que aconteceria.
Então o Senhor disse a Moisés que estendesse a vara e batesse no chão. O pó se transformaria em enxames de piolhos. Foi o que aconteceu.
Os magos tentaram fazer o mesmo, dessa vez não conseguiram. E mais, reconheceram que era o dedo de Deus.
Ah, as artes mágicas, as técnicas e seja lá o que conseguem até imitar um ou outro milagre. Mas ficam por aí.
Água sendo transformada em sangue, rãs por toda a parte. Agora enxames de piolho! Quem aguenta uma coisa dessas?
Ainda assim, Faraó recusou ouví-los.
O Senhor ordenou a Moisés que acordasse cedo no dia seguinte e fosse novamente encontrar Faraó às margens do Nilo. Repetiu a mensagem. Disse que se Faraó se recusasse, o Senhor mandaria enxames de moscas. Os lares dos egípcios ficariam cheios de moscas.
Desta vez o Senhor pouparia a região de Gósen. Assim, Faraó saberia que o Senhor era (e é) Deus e estava presente inclusive em sua terra. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor fez exatamente o que falou. Um denso enxame de moscas encheu o palácio de Faraó e as demais casas. Todo o Egito ficou em estado de calamidade.
Faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse que fossem. Que fizessem sacrifícios ao Senhor. Mas que fizessem ali mesmo, em sua terra.
Moisés respondeu que não seria certo. Os sacrifícios que ofereciam eram detestáveis aos egípcios. Eles os apedrejariam. Os israelitas teriam que viajar durante três dias no deserto, como o Senhor ordenara.
Faraó disse que podiam ir. Que não se afastassem demais. Que suplicassem por ele também.
Moisés respondeu que assim que saíssem de sua presença, suplicariam ao Senhor e as moscas os deixariam. Avisou a Faraó que não deveria mentir novamente, recusando-se a deixar o povo sair.
Quando Moisés orou, o Senhor o atendeu. Não ficou uma só mosca.
Mas o coração de Faraó endureceu outra vez. Ele recusou deixar o povo sair.
Assim termina o capítulo oito de Êxodo. Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos que o Senhor enviou novamente Moisés e Arão a Faraó. Mas ele não quis ouvir. E ainda imitou o milagre do Senhor através das artes mágicas do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-71-13.html
Agora, caminharemos a partir do versículo quatorze do capítulo sete. Até o versículo trinta e dois do capítulo oito.
O Senhor disse a Moisés que o coração de Faraó era duro. Ele continuaria se recusando a deixar o povo sair.
Moisés deveria ir pela manhã encontrar-se com ele às margens do rio Nilo, onde se banhava. Que não esquecesse a vara que havia se transformado em serpente. E dissesse a Faraó que o Senhor, o Deus dos hebreus o havia enviado para dizer que deixasse o povo sair para adorá-Lo no deserto. Por ele estar se recusando a ouvir, o Senhor mostraria a Faraó que Ele era (e é) o Senhor.
Arão bateria com a vara nas águas do Nilo. Elas se transformariam em sangue e os peixes morreriam. O rio ficaria fedendo. Os egípcios não poderiam beber suas águas.
Moisés e Arão fizeram como o Senhor ordenara. Diante de Faraó, Arão levantou a vara e bateu nas águas do Nilo. Estendeu a mão às águas do Egito. Todo o Nilo se transformou em sangue. Seus rios, canais, açudes e reservatórios também. Aconteceu o mesmo até com a água armazenada em vasilhas de madeira e pedra.
Mais uma vez os magos usaram suas mágicas e fizeram o mesmo. Faraó recusou-se a ouvir. Voltou para seu palácio e não pensou mais naquilo.
Os egípcios cavaram às margens do Nilo para conseguirem água.
A situação ficou assim por sete dias.
Então o Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Com a mesma mensagem: “Deixa meu povo sair para me adorar”.
Se Faraó continuasse se recusando, o Senhor enviaria rãs sobre toda a terra do Egito. O Nilo ia fervilhar de rãs. Ia ser rã para todos os lados. Elas invadiriam o palácio e até o quarto e a cama de Faraó. Entrariam nas casas de seus oficiais e de todo o povo. Também pulariam dentro dos fornos e das tigelas de amassar pão. As rãs avançariam sobre todos.
Que horror! Não gosto nem de imaginar.
O Senhor ordenou a Moisés que dissesse a Arão para estender a vara que trazia em sua mão. Que a estendesse sobre os rios, canais e açudes. Ele estendeu e as rãs cobriram toda a terra.
Os magos usaram suas artes mágicas para imitar a praga e também fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito.
Prestou atenção? Imitar a praga. Eles não conseguiam fazer o milagre. Usavam suas mágicas para imitar o milagre. Como vemos hoje acontecer.
Chegou o momento em que Faraó convocou Moisés e Arão. Pediu que suplicassem ao Senhor que afastasse aquelas rãs dele e de seu povo. Ele deixaria o povo ir.
Fico imaginando que os magos tentaram sumir com as rãs. Sem nenhum êxito.
Moisés disse a Faraó que escolhesse a hora em que estaria orando por eles. Faraó respondeu que seria no dia seguinte.
Moisés falou que oraria e as rãs deixariam a terra do Egito. Ficariam apenas no Nilo. Ele saberia que não há ninguém como o Senhor.
Moisés e Arão saíram da presença de Faraó e clamaram ao Senhor. O Senhor fez exatamente o que Moisés havia dito. Todas as rãs nas casas, nos pátios e nos campos, morreram. Juntaram montões de rãs. O fedor era terrível.
Acontece que, quando Faraó se viu livre das rãs seu coração se endureceu. Ele se recusou a dar ouvidos a Moisés e Arão. Como o Senhor havia dito que aconteceria.
Então o Senhor disse a Moisés que estendesse a vara e batesse no chão. O pó se transformaria em enxames de piolhos. Foi o que aconteceu.
Os magos tentaram fazer o mesmo, dessa vez não conseguiram. E mais, reconheceram que era o dedo de Deus.
Ah, as artes mágicas, as técnicas e seja lá o que conseguem até imitar um ou outro milagre. Mas ficam por aí.
Água sendo transformada em sangue, rãs por toda a parte. Agora enxames de piolho! Quem aguenta uma coisa dessas?
Ainda assim, Faraó recusou ouví-los.
O Senhor ordenou a Moisés que acordasse cedo no dia seguinte e fosse novamente encontrar Faraó às margens do Nilo. Repetiu a mensagem. Disse que se Faraó se recusasse, o Senhor mandaria enxames de moscas. Os lares dos egípcios ficariam cheios de moscas.
Desta vez o Senhor pouparia a região de Gósen. Assim, Faraó saberia que o Senhor era (e é) Deus e estava presente inclusive em sua terra. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor fez exatamente o que falou. Um denso enxame de moscas encheu o palácio de Faraó e as demais casas. Todo o Egito ficou em estado de calamidade.
Faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse que fossem. Que fizessem sacrifícios ao Senhor. Mas que fizessem ali mesmo, em sua terra.
Moisés respondeu que não seria certo. Os sacrifícios que ofereciam eram detestáveis aos egípcios. Eles os apedrejariam. Os israelitas teriam que viajar durante três dias no deserto, como o Senhor ordenara.
Faraó disse que podiam ir. Que não se afastassem demais. Que suplicassem por ele também.
Moisés respondeu que assim que saíssem de sua presença, suplicariam ao Senhor e as moscas os deixariam. Avisou a Faraó que não deveria mentir novamente, recusando-se a deixar o povo sair.
Quando Moisés orou, o Senhor o atendeu. Não ficou uma só mosca.
Mas o coração de Faraó endureceu outra vez. Ele recusou deixar o povo sair.
Assim termina o capítulo oito de Êxodo. Continuamos na próxima postagem. Até já.
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