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quarta-feira, 24 de abril de 2019

2 Crônicas 8.1-18

Leitura do dia 24/04.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.

Na postagem anterior, vimos a dedicação do templo e a resposta do Senhor a Salomão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-71-22.html

Agora, continuaremos através do capítulo oito.

Salomão levou vinte anos construindo a Casa do Senhor e seu palácio.

Existem construções que levam muitos anos, décadas. São as mais importantes, mais sólidas e mais necessárias. Nós somos esse tipo de construção. Somos construídos através das décadas, pelas experiências que passamos. E nossas reações a elas. Então, não se desespere. Ele ainda não terminou a Sua boa obra em nós. Mas é certo que terminará. Ele prometeu. Ele é fiel (Filipenses 1.6). E se cooperarmos com Ele, será mais fácil, acredite. E maravilhoso.

Depois do templo pronto, Salomão passou a oferecer holocaustos sobre o altar do Senhor, que havia edificado em frente ao Pórtico. Fazia tudo “em conformidade” com as orientações de Moisés.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html

Observava os sábados, as festas chamadas de neomênias (as luas novas) e as três grandes solenidades anuais, a festa dos Ázimos (pães sem fermento), a festa das Semanas (Tabernáculos), e a festa das Tendas (Cabanas).

Toda obra planejada por Salomão foi executada, desde o lançamento dos fundamentos do templo, até sua conclusão.

Davi havia deixado ordens, que Salomão seguiu, ao escolher e ordenar os grupos de sacerdotes para suas devidas tarefas, e os levitas para conduzirem o louvor em cooperação com os sacerdotes, conforme suas obrigações diárias.

Perceba que os levitas conduziam o louvor em cooperação com os sacerdotes. Suas obrigações eram diárias. Como deve ser em nossas vidas. Somos sacerdotes. Somos levitas. Somos uma nova geração que o Senhor levantou para estar diante dEle em louvor e adoração. Em cooperação uns com os outros.

Salomão também designou, seguindo às ordens de seu pai, todos os porteiros, segundo as suas respectivas classes e grupos.

E olha que maravilha: Os sacerdotes e levitas foram obedientes. Não se desviaram em nada do que o rei lhes ordenou, especialmente no tocante aos tesouros. Uau! Os sacerdotes e levitas foram fiéis. Não em algumas tarefas, mas em todas. E, o texto fala, “especialmente no tocante aos tesouros”. Ah, os tesouros! Como fascinam a nós, homens! Não apenas o dinheiro, mas o poder também, a influência, o ser admirado, o ser considerado grande. Ah, tantas coisas se fazem tesouros! Por isso o Senhor falou que devemos guardar nossos corações (Provérbios 4.23), pois onde estivesse nosso coração, aí estaria nosso tesouro (Mateus 6.21). E esses homens foram fiéis, “especialmente no tocante aos tesouros”. Se não tivessem sido, não conseguiriam ser fiéis, em absolutamente mais nada.

Salomão reedificou cidades que Hirão lhe entregara. Nelas estabeleceu muitas famílias israelitas. Lembra que naquela época, quando uma cidade era dominada, seus conquistadores destruíam-na completamente? Era necessário que fossem reedificadas. Salomão fez isso. E colocou novos moradores para habitarem-na. Ah, quantas cidades em nossos dias precisam ser reedificadas! Temos essa ordem também: "Reconstruirão as ruínas desertas de suas cidades e serão conhecidos como reparadores de muros e restauradores de ruas e casas". - Isaías 58.12

Mais tarde Salomão atacou e conquistou cidades. Reconstruiu algumas. Eram cidades fortes, com grandes muros, portas e ferrolhos, outras tinham a função de armazenar alimentos para a nação. Também cidades onde ficavam carros de guerra, seus condutores e cavalos.

Se queremos fortificar um reino, precisamos agir como Salomão. É importante sermos pessoas que saibam lutar, alimentar e conduzir. De uma maneira especial, somos como cidades.

Salomão construiu tudo que seu coração desejou em Jerusalém, no Líbano e em todo o território sob seu domínio. Que privilégio!

Os trabalhos forçados eram feitos pelos povos que haviam sido conquistados e, como era o costume, não foram mortos. Salomão os alistou. Não admitia que nenhum filho de Israel trabalhasse como escravo. Eles se dedicaram a servir ao rei como homens de guerra, chefes de capitães, comandantes de carros, condutores e cavaleiros. Eram chefes dos oficiais do rei Salomão, duzentos e cinquenta. Presidiam sobre o povo.

Como uma cidade inimiga, o Senhor nos conquistou. Mas diferente de sermos estrangeiros, Ele nos adotou. Tornou-nos Seus filhos. É nossa função e chamado dedicarmo-nos a servir ao nosso Rei e Conquistador como homens e mulheres de guerra, chefes e capitães. Todos temos um lugar em Seu corpo e em Seu exército.

Salomão levou a filha de Faraó da Cidade de Davi para o palácio que havia edificado para ela. Não achava correto que sua esposa morasse nos lugares pelos quais a Arca do Senhor passou. Ele os considerava sagrados.

Depois Salomão partiu e foi a algumas cidades situadas no litoral de Edom. Hirão enviou-lhe navios sob o comando de seus próprios marinheiros. Eram homens hábeis e conhecedores dos mares. Eles navegaram com os marinheiros de Salomão até Ofir. Trouxeram quinze mil e setecentos e cinquenta quilos de ouro puro.

Que possamos caminhar ao lado de homens hábeis e conhecedores. Que entreguemos todo ouro encontrado ao nosso Rei e Senhor. E que sejamos fiéis, principalmente no tocante aos tesouros que estão escondidos em nossos corações.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/somos-fieis-ate-nos-tesouros.html

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Êxodo 2.1-10

Leitura do dia 16/01.

Na postagem anterior vimos que Faraó ordenou ao seu povo que lançasse todos os meninos no rio, que apenas as meninas deixassem viver.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-11-22.html

Agora, caminharemos pelo capítulo dois de Êxodo. Até o versículo dez.

Nessa época um casal da tribo de Levi teve um filho. Era um lindo bebê. Para que não fosse lançado no rio, sua mãe o escondeu. Por três meses.

Enfim chegou o dia em que não havia mais como esconder o bebê. Sua mãe pegou um cesto de juncos de papiro, revestiu com betume e piche, para não afundar. Colocou seu bebezinho no cesto e o pôs à margem do rio Nilo.

A irmã do bebê ficou de longe observando o que aconteceria com seu irmãozinho.

Pouco tempo depois, a filha de Faraó desceu ao rio para tomar banho. Ela e suas servas foram caminhando pela beira do rio.

A princesa viu o cesto. Mandou que uma serva fosse ver o que era. Quando abriu o cesto, viu o bebê. Ele chorava. Ela sentiu pena dele. Imaginou que deveria ser um dos bebês dos hebreus.

Aproveitando a oportunidade, a irmã do bebê correu até à princesa e perguntou-lhe se queria que chamasse alguma das mulheres hebreias para amamentar o bebê.

A princesa respondeu que sim. A irmã do bebê chamou sua própria mãe.

A princesa disse à mãe do bebê que o levasse e o amamentasse. Ela pagaria por sua ajuda.

Ela levou o bebê para casa e o amamentou. Seu filho. E ainda recebeu para isso!

Como o Senhor é gracioso. O menino não morreu. Foi adotado pela filha de Faraó. Sua mãe o amamentou e ainda recebeu um salário!

Quando o menino cresceu, sua mãe o levou de volta à filha de Faraó. Com certeza foi doloroso, mas o menino estava vivo. Quantos devem ter sido lançados no rio e morrido?

A filha de faraó adotou o menino como seu filho. Foi chamado de Moisés, que significa “tirar para fora”, pois ela o havia tirado das águas.

Vamos terminar aqui. Continuamos na próxima postagem. Até já.

sábado, 1 de setembro de 2018

Sucesso!

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos as bênçãos que o Senhor prometeu a Salomão e a Israel, se fossem fiéis; e as consequências se fossem infiéis, apaixonando-se e indo atrás de outros deuses.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/fidelidade-x-infidelidade.html

Hoje continuaremos caminhando pelas páginas do capítulo nove. Do versículo dez ao vinte e oito.

Salomão levou vinte anos construindo os dois edifícios, o Templo do Senhor e o palácio Real.

Ele deu ao rei Hirão, de Tiro, vinte cidades na Galiléia.

Hirão havia fornecido madeira de cedro e de pinho de alta qualidade, bem como todo o ouro de que Salomão precisou. Hirão doou a Salomão quatro mil e duzentos quilos de ouro puro.

Ele foi à Galiléia conhecer as cidades que lhe foram dadas. Não gostou. Deu-lhes o nome de Terra Lamacenta. E assim, aquela região ficou conhecida.

Salomão impôs trabalhos forçados para a construção do Templo, do seu palácio, do aterro do lado leste da cidade, das muralhas de Jerusalém, das cidades de Hazor, Megido e Gezer.

Ele também construiu Bete-Horom Baixa, Baalate e Tadmor, bem como todas as cidades-armazéns e as cidades onde ficavam os carros de guerra e os animais que os conduziam.

A cidade de Gezer foi dada de presente de casamento à filha de Faraó. Seu pai atacou a cidade. Matou seus moradores, que eram cananeus. Incendiou-a. E a deu de presente à filha. Que presente hem?

Salomão construiu tudo que desejou em Jerusalém, no Líbano e em todo o território onde reinou.

Esses trabalhos forçados foram feitos pelos descendentes dos amorreus, hititas, ferezeus, heveus e  jebuzeus. Sobreviventes de guerra cujos descendentes continuaram a trabalhar como escravos até quando o livro de Reis foi escrito.

Salomão não impôs trabalhos forçados a nenhum dos filhos de Israel. Os israelitas eram seus homens de guerra, capitães, comandantes e condutores dos carros de guerra, oficiais e escudeiros.

Também eram eles que chefiavam e supervisionavam as construções. Quinhentos e cinquenta oficiais.

Depois que sua esposa, a filha de Faraó, mudou-se para seu palácio, Salomão deu ordens para aterrar o lado leste da cidade.

Também investiu na construção de navios, em Eziom-Geber, às margens do Mar Vermelho. Foi um acordo entre ele e Hirão. Hirão enviou seus marinheiros que eram experientes na navegação marítima para que servissem a Salomão. Navegaram até Ofir. De lá trouxeram quatorze mil e setecentos quilos de ouro.

Salomão oferecia ao Senhor, holocaustos e sacrifícios pacíficos e de comunhão, três vezes ao ano.
Sacrificava sobre o altar que erguera e queimava incensos puros e perfumados diante do Senhor.

É impressionante ver que tudo que Salomão desejou, em todas as terras de seu reino, planejou e construiu. Nada ficou pela metade. Nada ficou emperrado. Nenhuma obra foi embargada.

Além do Templo, construiu edifícios, palácios, muros, cidades, fortalezas, aterro, armazéns, garagens, estábulos e até navios. Em tudo foi bem sucedido. Não por ser poderoso. Ou por ser rei. Mas por andar nos caminhos do Senhor. Esse era o segredo do seu sucesso.

Sucesso é conhecer ao Senhor e andar com Ele. Deixar que Ele cumpra Seus propósitos em nós e através de nós.

Que andemos nos caminhos do Senhor, para que Ele cumpra Seus desejos em nós. Aprendamos a planejar, programar, organizar, administrar, supervisionar e realizar. Como Salomão fazia.

Amanhã continuamos. Espero você.