Leitura do dia 24/04.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.
Ontem vimos o mobiliário do Templo. O transporte da Arca. E a oração de Salomão. Vimos que o Senhor deseja que estejamos sempre vestidos com vestes de Salvação.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-41-514.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-61-42.html
Hoje vamos caminhar pelas páginas dos capítulos sete a nove.
Na primeira postagem, o capítulo sete.
Quando Salomão concluiu sua oração, desceu fogo do céu e consumiu o holocausto e os sacrifícios. A Glória do Senhor tomou toda a Casa. Os sacerdotes não podiam entrar no templo do Senhor, porque a Glória do Senhor havia enchido o templo.
Quando os israelitas viram aquele fogo descendo e a Glória do Senhor sobre o templo, ajoelharam-se atônitos no pavimento, com o rosto rente ao chão. Adoraram e deram graças ao Senhor com grande júbilo, exclamando: “Pois Ele é bom e Eterno é o Seu amor e a Sua misericórdia!”
Em seguida, o rei e todo o povo ofereceram sacrifícios diante do Senhor. Salomão ofereceu vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas.
Dessa forma, foi formalizada a dedicação do templo do Senhor.
Os sacerdotes tomaram seus lugares. Os levitas também. Eles celebravam e serviam ao Senhor com os instrumentos musicais que Davi havia fabricado para acompanhar os cânticos em louvor e adoração ao Senhor. Entoavam: “Porque o Seu amor e benignidade duram para sempre!”
No outro lado, de frente para os levitas, os sacerdotes tocavam suas trombetas. Todo Israel acompanhava jubiloso, em pé.
Salomão consagrou também a parte central do pátio diante da Casa do Senhor. Ali ofereceu os holocaustos e as gorduras dos sacrifícios de paz e comunhão. Não couberam no altar de bronze.
Durante sete dias, Salomão e todo o povo de Israel, celebrou a festa. Era uma grande multidão. Pessoas vindas desde a entrada de Hamate, ao norte, até a Torrente do Egito, o conhecido ribeiro egípcio, no extremo sul.
No oitavo dia realizaram uma assembleia solene. E a festa se prolongou por mais sete dias.
No vigésimo terceiro dia do sétimo mês, o rei mandou o povo para suas casas. Todos se foram, jubilosos e de coração renovado e alegre por tudo que o Senhor fizera a Davi, Salomão e a todo Israel, Seu povo.
Salomão concluiu com êxito tudo que havia projetado fazer no templo e em seu próprio palácio.
Então o Senhor novamente lhe apareceu durante a noite. Disse que ouviu sua oração e escolheu aquele lugar para Ele. Se acontecesse qualquer coisa, e se o Seu povo, que se chamava pelo Seu Nome, se humilhasse, orasse e buscasse Sua face, e se afastasse dos seus maus caminhos, dos céus Ele ouviria, perdoaria seu pecado e seus erros e curaria sua terra.
Disse que daquele dia em diante Seus olhos estariam observando e Seus ouvidos estariam atentos às orações realizadas naquele lugar. Disse que escolheu e consagrou aquela Casa para que o Seu Nome habitasse nela para sempre. Seus olhos e Seu coração estariam perpetuamente apegados a ela.
Disse ainda que, se Salomão caminhasse diante dEle como fez Davi, e se agisse conforme Suas ordens e obedecesse Seus mandamentos e Suas normas, Ele consolidaria seu trono real, do mesmo modo como se comprometeu com Davi.
Mas se desviasse e abandonasse Seus estatutos e Suas orientações, que Ele mesmo havia entregue, e passasse a reverenciar e cultuar outros deuses para adorá-los, então seriam expulsos da Sua terra e Ele lançaria da Sua presença aquela Casa que consagrara ao Seu Nome.
Todos que por ali passassem ficariam impressionados e perguntariam porque o Senhor havia tratado com tamanha severidade aquele país e aquele templo. E a explicação ouvida seria a de que desprezaram o Senhor Deus dos seus antepassados, que os libertou do Egito, e se apegaram a outros deuses, adorando-os e oferecendo-lhes culto.
Novamente vemos que todos tomaram seus devidos lugares. Os sacerdotes com suas trombetas, os levitas com os instrumentos musicais e o povo com sua disposição em adorar. Juntos entoavam: “Porque o Seu amor e benignidade duram para sempre!” Como deve ser.
Quando chegou a hora de terminar a festa, ela foi prolongada por mais sete dias. Ninguém queria sair da presença do Senhor. Ninguém lembrava de ter outro compromisso. Até que o rei os mandou para suas casas. Não havia shows pirotécnicos ou qualquer outro tipo de show. A presença do Senhor era mais que suficiente para todos desejarem permanecer ali. E quando partiram, foram gratos ao Senhor por tudo. Com seus corações renovados. Como acontece quando passamos tempo com o Senhor.
Salomão não fazia as coisas pela metade. Seus projetos eram elaborados e concluídos com êxito. Da forma planejada. Como também deve ser. Até o fim.
O Senhor prometeu que ouviria e responderia as orações, conforme Salomão havia pedido. Seria assim para sempre, desde que fossem fiéis a Ele. Lembra do "se"? Precisamos cumprí-Lo. Se queremos que ouça nossas orações, precisamos ser fiéis. Até o fim.
Se porém, nos desviarmos e O abandonarmos, sofreremos as consequências. Não como uma forma de vingança. Colhemos sempre aquilo que plantamos. Simples assim. Não dá para ser diferente.
Nosso testemunho, que deve ser de bençãos, será inverso. Todos saberão que estamos daquela maneira por termos desprezado o Senhor e nos apegado a outros deuses, adorando-os e oferecendo-lhes culto, quando deveríamos desprezá-los e adorar somente ao Senhor.
Que possamos aprender essas lições. Que não tomemos o lugar da glória do Senhor. Deixemos Ele agir, como desejar.
Que permaneçamos fiéis até o fim. Afinal, Ele é bom e Seu amor e Sua misericórdia duram para sempre.
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/ate-o-fim.html
Mostrando postagens com marcador fogo do céu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fogo do céu. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 24 de abril de 2019
quarta-feira, 3 de abril de 2019
1 Reis 18.21-40
Leitura do dia 03/04.
Na postagem anterior, vimos um novo personagem, que não é um rei, tomar o protagonismo.
Obadias era o administrador de Acabe. Cuidou de cem profetas refugiados. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-181-20.html
Elias ordenou (ao rei) que reunisse o povo no monte Carmelo.
Agora, ainda pelas páginas do capitulo dezoito. A partir do versículo vinte e um. Até o versículo quarenta.
Quando todos estavam reunidos no monte Carmelo, Elias, o profeta, que apareceu na história dos reis de Israel alguns capítulos atrás, perguntou até quando ficariam coxeando entre dois pensamentos. Se o Senhor é Deus, que o seguissem. Se era Baal, que fossem atrás dele.
O povo não lhe respondeu.
Elias continuou. Disse que somente ele havia ficado por profeta do Senhor (os outros cem estavam refugiados). Os profetas de Baal eram quatrocentos e cinquenta.
Propôs que separassem dois bezerros. Os profetas de Baal poderiam escolher primeiro. Dividiriam o bezerro em pedaços e colocariam sobre uma lenha. Sem colocar fogo.
Elias prepararia o outro bezerro. Também sem colocar fogo.
Eles invocariam o deus deles e ele invocaria o nome do Senhor. O deus que respondesse com fogo, era o verdadeiro Deus (é).
O povo gostou do desafio.
Elias disse que os profetas de Baal escolhessem o bezerro e o preparassem. Afinal, eram muitos.
Tomaram o bezerro e o prepararam. Invocaram o nome de Baal. Desde a manhã até ao meio-dia. Clamavam que Baal os respondesse. Saltavam sobre o altar que haviam feito. Nada acontecia.
Quando deu meio-dia, Elias disse que deviam clamar em altas vozes. Afinal, Baal era um deus. Podia ser que estivesse falando com outras pessoas, ou que estivesse fazendo alguma outra atividade, ocupado, ou quem sabe, viajando, talvez dormindo. Elias tem senso de humor.
Eles clamavam em grandes vozes. Retalhavam-se com facas e lancetas, até derramarem sangue sobre si, conforme o costume. Nada aconteceu. Não houve voz, nem resposta. Nada.
Então Elias ordenou que todo o povo fosse até ele.
O altar do Senhor estava quebrado. Ele o reparou. Tomou doze pedras, representando o número das tribos dos filhos de Israel. Com essas pedras, edificou o altar em nome do Senhor. Fez também um rego em volta do altar, segundo a largura de duas medidas de semente. Armou a lenha. Dividiu o bezerro em pedaços. Colocou-o sobre a lenha.
Ordenou que enchessem de água quatro cântaros e derramassem sobre o holocausto e sobre a lenha. Mandou que fizessem uma segunda vez e uma terceira vez. Era tanta água que corria ao redor do altar. Até o rego ficou cheio.
Quando chegou a hora da oferta de manjares, Elias orou. Pediu que o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifestasse naquele momento que Ele era Deus em Israel e que Elias era Seu servo, e havia feito tudo o que fez, de acordo com a palavra do Senhor. Pediu que o Senhor o respondesse. Para que o povo conhecesse que o Senhor é Deus e que Ele havia se afastado deles.
Elias não precisou pedir uma segunda vez. Não precisou gritar. Nem retalhar-se. Assim que acabou de orar, caiu fogo do Senhor. Consumiu o holocausto. A lenha. As pedras. O pó. E ainda lambeu a água que estava no rego.
Quando todos viram, ficaram abismados! Caíram sobre seus rostos, declarando que só o Senhor é Deus.
Elias lhes disse que prendessem os profetas de Baal. Que nenhum deles escapasse. Foi o que fizeram. Ele os fez descer até ao ribeiro de Quisom. Ali os matou.
É maravilhoso ver a manifestação do Senhor dessa maneira. Não havia mais como duvidar. Será que agora o povo de Israel se arrependerá e voltará seus olhos para o Senhor?
E quanto à chuva? O Senhor havia dito a Elias que deveria procurar Acabe porque faria chover, mas o que caiu do céu foi fogo, não chuva.
Choverá? A estiagem terminará?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
Na postagem anterior, vimos um novo personagem, que não é um rei, tomar o protagonismo.
Obadias era o administrador de Acabe. Cuidou de cem profetas refugiados. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-181-20.html
Elias ordenou (ao rei) que reunisse o povo no monte Carmelo.
Agora, ainda pelas páginas do capitulo dezoito. A partir do versículo vinte e um. Até o versículo quarenta.
Quando todos estavam reunidos no monte Carmelo, Elias, o profeta, que apareceu na história dos reis de Israel alguns capítulos atrás, perguntou até quando ficariam coxeando entre dois pensamentos. Se o Senhor é Deus, que o seguissem. Se era Baal, que fossem atrás dele.
O povo não lhe respondeu.
Elias continuou. Disse que somente ele havia ficado por profeta do Senhor (os outros cem estavam refugiados). Os profetas de Baal eram quatrocentos e cinquenta.
Propôs que separassem dois bezerros. Os profetas de Baal poderiam escolher primeiro. Dividiriam o bezerro em pedaços e colocariam sobre uma lenha. Sem colocar fogo.
Elias prepararia o outro bezerro. Também sem colocar fogo.
Eles invocariam o deus deles e ele invocaria o nome do Senhor. O deus que respondesse com fogo, era o verdadeiro Deus (é).
O povo gostou do desafio.
Elias disse que os profetas de Baal escolhessem o bezerro e o preparassem. Afinal, eram muitos.
Tomaram o bezerro e o prepararam. Invocaram o nome de Baal. Desde a manhã até ao meio-dia. Clamavam que Baal os respondesse. Saltavam sobre o altar que haviam feito. Nada acontecia.
Quando deu meio-dia, Elias disse que deviam clamar em altas vozes. Afinal, Baal era um deus. Podia ser que estivesse falando com outras pessoas, ou que estivesse fazendo alguma outra atividade, ocupado, ou quem sabe, viajando, talvez dormindo. Elias tem senso de humor.
Eles clamavam em grandes vozes. Retalhavam-se com facas e lancetas, até derramarem sangue sobre si, conforme o costume. Nada aconteceu. Não houve voz, nem resposta. Nada.
Então Elias ordenou que todo o povo fosse até ele.
O altar do Senhor estava quebrado. Ele o reparou. Tomou doze pedras, representando o número das tribos dos filhos de Israel. Com essas pedras, edificou o altar em nome do Senhor. Fez também um rego em volta do altar, segundo a largura de duas medidas de semente. Armou a lenha. Dividiu o bezerro em pedaços. Colocou-o sobre a lenha.
Ordenou que enchessem de água quatro cântaros e derramassem sobre o holocausto e sobre a lenha. Mandou que fizessem uma segunda vez e uma terceira vez. Era tanta água que corria ao redor do altar. Até o rego ficou cheio.
Quando chegou a hora da oferta de manjares, Elias orou. Pediu que o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifestasse naquele momento que Ele era Deus em Israel e que Elias era Seu servo, e havia feito tudo o que fez, de acordo com a palavra do Senhor. Pediu que o Senhor o respondesse. Para que o povo conhecesse que o Senhor é Deus e que Ele havia se afastado deles.
Elias não precisou pedir uma segunda vez. Não precisou gritar. Nem retalhar-se. Assim que acabou de orar, caiu fogo do Senhor. Consumiu o holocausto. A lenha. As pedras. O pó. E ainda lambeu a água que estava no rego.
Quando todos viram, ficaram abismados! Caíram sobre seus rostos, declarando que só o Senhor é Deus.
Elias lhes disse que prendessem os profetas de Baal. Que nenhum deles escapasse. Foi o que fizeram. Ele os fez descer até ao ribeiro de Quisom. Ali os matou.
É maravilhoso ver a manifestação do Senhor dessa maneira. Não havia mais como duvidar. Será que agora o povo de Israel se arrependerá e voltará seus olhos para o Senhor?
E quanto à chuva? O Senhor havia dito a Elias que deveria procurar Acabe porque faria chover, mas o que caiu do céu foi fogo, não chuva.
Choverá? A estiagem terminará?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
Marcadores:
1 Reis,
Acabe,
Coxeando entre dois senhores,
Elias,
fogo do céu,
Monte Carmelo,
o Deus de Elias atendeu,
Obadias,
Profetas de Aserá,
profetas de Baal,
sacrifício,
Só o Senhor é Deus
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Será que Deus responde?
Ontem vimos um novo personagem, que não é um rei, tomar o protagonismo.
Obadias era o administrador de Acabe. Cuidou de cem profetas refugiados.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-administrador-corajoso.html
Elias ordenou (ao rei) que reunisse o povo no monte Carmelo.
Hoje, caminharemos através das páginas do capitulo dezoito. A partir do versículo vinte e um. Até o versículo quarenta.
Quando todos estavam reunidos no monte Carmelo, Elias, o profeta, que apareceu na história dos reis de Israel alguns capítulos atrás, perguntou: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, seguí-O; e, se Baal, seguí-o”.
O povo não lhe respondeu.
Elias continuou. Disse que somente ele havia ficado por profeta do Senhor (os outros cem estavam refugiados). Os profetas de Baal eram quatrocentos e cinquenta.
Propôs que separassem dois bezerros. Os profetas de Baal poderiam escolher primeiro. Deveriam dividir o bezerro em pedaços e colocar sobre uma lenha. Porém, não deveriam colocar fogo.
Elias prepararia o outro bezerro. Também não colocaria fogo.
Eles invocariam o deus deles e ele invocaria o nome do Senhor. O deus que respondesse com fogo, esse seria o verdadeiro Deus.
O povo gostou do desafio.
Elias disse que os profetas de Baal escolhessem o bezerro e o preparassem. Afinal, eles eram muitos.
Tomaram o bezerro e o prepararam. Invocaram o nome de Baal. Desde a manhã até ao meio-dia. Eles diziam: “Ah! Baal, responde-nos!” Saltavam sobre o altar que haviam feito. Nada acontecia.
Quando deu meio-dia, Elias começou a dizer que deviam clamar em altas vozes. Afinal, Baal era um deus. Podia ser que estivesse falando com outras pessoas, ou que estivesse fazendo alguma outra atividade, ocupado, ou ainda que estivesse viajando ou quem sabe, até dormindo.
Eles clamavam em grandes vozes. Retalhavam-se com facas e lancetas, até derramarem sangue sobre si, conforme o costume. Mas nada acontecia. Não houve voz, nem resposta. Nada.
Então Elias ordenou que todo o povo chegasse até ele.
O altar do Senhor estava quebrado. Ele o reparou. Tomou doze pedras, representando o número das tribos dos filhos de Israel. Com essas pedras, edificou o altar em nome do Senhor. Fez também um rego em volta do altar, segundo a largura de duas medidas de semente. Armou a lenha. Dividiu o bezerro em pedaços. Colocou-o sobre a lenha.
Ordenou que enchessem de água quatro cântaros e derramassem sobre o holocausto e sobre a lenha. Mandou que fizessem uma segunda vez e uma terceira vez. Era tanta água que corria ao redor do altar. Até o rego ficou cheio.
Aconteceu que, oferecendo-se a oferta de manjares, Elias orou.
Pediu que o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifestasse naquele momento que Ele era Deus em Israel e que Elias era Seu servo, e havia feito tudo o que fez, de acordo com a palavra do Senhor.
Pediu que o Senhor o respondesse. Para que o povo conhecesse que o Senhor é Deus e que Ele havia se afastado do povo.
Elias não precisou pedir uma segunda vez. Não precisou gritar. Nem retalhar-se. Assim que acabou de orar, caiu fogo do Senhor. Consumiu o holocausto. A lenha. As pedras. O pó. E ainda lambeu a água que estava no rego.
Quando todos viram, ficaram abismados! Caíram sobre seus rostos, declarando que só o Senhor é Deus.
Elias lhes disse que prendessem os profetas de Baal. Que nenhum deles escapasse. Foi o que fizeram. Ele os fez descer até ao ribeiro de Quisom. Ali os matou.
É maravilhoso ver a manifestação do Senhor dessa maneira. Não havia mais como duvidar. Será que agora o povo de Israel se arrependerá e voltará seus olhos para o Senhor?
E quanto à chuva? O Senhor havia dito a Elias que deveria procurar Acabe porque faria chover, mas o que caiu do céu foi fogo, não chuva.
Choverá? A estiagem vai terminar?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Assinar:
Postagens (Atom)

