Leitura do dia 16/03.
Continuamos nossa caminhada através de 1 Samuel.
Ontem vimos Saul sendo ungido rei. Depois o vimos ser proclamado rei. Suas atitudes são surpreendentes. Ele derrota os amonitas. E Samuel se despede. Com as mãos limpas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-111-15.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-121-25.html
Hoje continuamos através dos capítulos treze a quinze.
Nesta postagem, o capítulo treze.
Saul estava com trinta anos quando começou seu reinado. Reinou durante quarenta e dois anos.
Nesta época, a guerra contra os filisteus era constante. Saul escolheu três mil soldados do exército de Israel para ficarem em campanha. Dois mil, mandou para Micmás e à região montanhosa de Betel. Mil foram com Jônatas, seu filho, para Gibeá.
Logo que chegou, Jônatas atacou e derrotou o destacamento dos filisteus em Geba.
Saul tocou a trombeta por todo Israel. Os soldados foram convocados para se reunirem a Saul em Gilgal.
Com a vitória de Jônatas, os filisteus odiaram os israelitas como nunca. Reuniram um exército de três mil carros de guerra, seis mil cavaleiros e tantos guerreiros que não se podia contar. Eram como os grãos de areia na praia.
Os homens de Israel ficaram tão apavorados que se esconderam em cavernas, matagais, entre as rochas, buracos e cisternas. Alguns até atravessaram o Jordão.
Lembra que Samuel ordenara a Saul para esperá-lo por sete dias em Gilgal? Pois é. Ele estava esperando. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html
Mas...
Os soldados começaram a se dispersar. Saul começou a ficar desesperado. Ia acabar sem soldados.
Era o sétimo dia. O dia de Samuel encontrá-lo. Ele não esperou mais. Considerou que Samuel estivesse atrasado, embora ainda fosse o sétimo dia. Ofereceu o holocausto. O que não era sua função.
Exatamente no instante em que terminou de oferecer o holocausto, Samuel chegou. Saul foi cumprimentá-lo, mas Samuel imediatamente perguntou o que ele fizera.
Saul respondeu que vira seus homens se dispersando, Samuel não havia chegado no prazo combinado, os filisteus estavam prontos para lutar, ele ainda não havia pedido ajuda ao Senhor. Por isso, sentiu-se na obrigação de oferecer o holocausto.
Ah, que aprendamos que as circunstâncias não devem nos obrigar a fazer algo que não faz parte do nosso chamado. Não podemos fazer o que o Senhor não nos ordenou. Também não podemos agir antes do tempo dEle.
Se Saul estivesse esperado uns minutos a mais...
Samuel o chamou de tolo. Não guardara o mandamento do Senhor. Por ter assumido uma função que não era sua, não obedecendo ao Senhor, seu reino não permaneceria.
Começo a ficar triste. Esse homem não parece o mesmo que foi ungido rei. Tão diferente das atitudes que vimos ontem.
Samuel lhe diz que seu reino não permanecerá, mas não o vemos tomar nenhuma atitude. Não o vemos mostrar arrependimento. Nada. Apenas continua como se nada tivesse acontecido. Precisa ir para a guerra.
Na verdade, precisa se arrepender. E clamar ao Senhor.
Samuel partiu de Gilgal. Saul contou seus soldados. Só restavam seiscentos.
Os filisteus acamparam em MIcmás. Três grupos de ataque deixaram o acampamento. Cada um foi para um lado.
Naqueles dias não havia ferreiros em Israel. Os filisteus não permitiam. Assim, Israel não possuía espadas ou lanças. Sempre que precisavam afiar os arados, enxadas, machados e foices, tinham que levar a um ferreiro filisteu. Que cobrava em prata.
No dia da batalha, ninguém tinha espada ou lança. Somente Saul e Jônatas.
Um exército de apenas seiscentos soldados contra carros de guerra, cavaleiros e guerreiros que não se podiam contar. E nem tinham espadas ou lanças.
Que situação!
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sábado, 16 de março de 2019
1 Samuel 13.1-23
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Soldados filisteus
quinta-feira, 14 de março de 2019
1 Samuel 7.1-17
Leitura do dia 14/03.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Samuel.
Ontem vimos Israel sendo derrotado diante dos filisteus por acreditarem que a arca da aliança do Senhor podia dar-lhes vitória, não o Senhor. Eli, Hofni e Fineias foram mortos. A arca foi tomada pelos filisteus. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-41b-22.html
Também vimos o estrago que a arca fez em território inimigo. O Senhor se mostrou superior a qualquer deus. Ainda assim, não se voltaram para Ele. Devolveram a arca para Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-51-12.html
Ela chegou em Bete-Semes. Alegraram-se. Mas não temeram ao Senhor. Muitos morreram por não reverenciarem Sua santidade. E mandaram buscá-la. Não quiseram mudar de atitude. Não queriam a arca. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-61-21.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/queremos-arca-da-alianca-em-nosso-meio.html
Hoje, continuamos através das páginas dos capítulos sete a nove.
Os homens de Quiriate-Jearim buscaram a arca. Levaram até à casa de Abinadabe. Consagraram Eleazar para tomar conta dela. Ficou ali muito tempo.
Enquanto isso, o povo de Israel lamentava e esperava alguma ação do Senhor.
A ação tinha que vir deles. Era o Senhor quem esperava uma ação de Israel para, então, agir.
Como agir se o povo apenas esperava, sem mudar de atitude, servindo a outros deuses?
Então, Samuel lhes disse que se quisessem realmente voltar para o Senhor, que abandonassem seus ídolos, suas imagens e servissem somente a Ele. Quando tal acontecesse, o Senhor os livraria dos filisteus.
Finalmente, tomaram uma posição. Desfizeram-se das imagens de Baal e de Astarote. Serviram apenas ao Senhor.
Quando tomaram essa atitude, Samuel os convocou a irem a Mispá. Lá oraria por eles.
Israel foi a Mispá. Tiraram água do poço e a ofereceram ao Senhor. Jejuaram o dia todo. E confessaram seus pecados.
Quando os filisteus souberam que estavam reunidos em Mispá, mobilizaram seu exército. Avançaram para atacá-los.
Sempre que nos posicionamos diante do Senhor, nosso inimigo irá se mobilizar para nos atacar. Não consegue nos ver posicionados diante do Senhor e não tentar algo para nos desestabilizar. Nos fazer desistir. Recuar.
Nós não podemos desistir. O Senhor está conosco. E lutará por nós.
Quando os israelitas souberam que os filisteus se aproximavam, ficaram apavorados. Pediram, na verdade, imploraram que Samuel não parasse de orar ao Senhor pedindo que os livrasse dos filisteus.
Samuel ofereceu um sacrifício ao Senhor. E suplicou a favor de Israel. O Senhor o ouviu.
Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegaram para atacar. Sabe o que aconteceu?
Naquele dia foi diferente. Israel não fugiu, cada um para sua tenda. O Senhor falou do céu com voz forte de trovão, trazendo pavor aos filisteus, que foram derrotados diante do exército de Israel.
Samuel tomou uma pedra grande, colocou entre a cidade de Mispá e Jesana. Ele deu o nome de Ebenézer à pedra, dizendo: “Até aqui o Senhor nos ajudou”. É o que tem feito por nós também.
Por um bom tempo os filisteus não atacaram Israel. Durante toda a vida de Samuel, o Senhor esteve contra os filisteus. O Senhor se posicionou. Porque o povo se posicionou diante dEle.
Quando nos posicionamos em oração diante dEle, dispostos a buscá-lo e a servir somente a Ele, o Senhor se volta a nosso favor, lutando, Ele mesmo, contra nossos inimigos.
Samuel continuava como Juiz sobre Israel. Viajava todos os anos para julgar, em três lugares. Ia a Betel, depois a Gilgal e por fim, em Mispá. Depois, voltava para sua casa. Morava em Ramá. Ali, em sua casa, construiu um altar ao Senhor.
Precisamos ser como Samuel, construindo um altar em nossa casa. Ali, onde os que convivem conosco, dia a dia, nos conhecem melhor.
É em casa que somos mais fiéis à nossa identidade. Por isso, é em nossa casa que precisamos construir um altar ao Senhor.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Samuel.
Ontem vimos Israel sendo derrotado diante dos filisteus por acreditarem que a arca da aliança do Senhor podia dar-lhes vitória, não o Senhor. Eli, Hofni e Fineias foram mortos. A arca foi tomada pelos filisteus. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-41b-22.html
Também vimos o estrago que a arca fez em território inimigo. O Senhor se mostrou superior a qualquer deus. Ainda assim, não se voltaram para Ele. Devolveram a arca para Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-51-12.html
Ela chegou em Bete-Semes. Alegraram-se. Mas não temeram ao Senhor. Muitos morreram por não reverenciarem Sua santidade. E mandaram buscá-la. Não quiseram mudar de atitude. Não queriam a arca. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-61-21.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/queremos-arca-da-alianca-em-nosso-meio.html
Hoje, continuamos através das páginas dos capítulos sete a nove.
Os homens de Quiriate-Jearim buscaram a arca. Levaram até à casa de Abinadabe. Consagraram Eleazar para tomar conta dela. Ficou ali muito tempo.
Enquanto isso, o povo de Israel lamentava e esperava alguma ação do Senhor.
A ação tinha que vir deles. Era o Senhor quem esperava uma ação de Israel para, então, agir.
Como agir se o povo apenas esperava, sem mudar de atitude, servindo a outros deuses?
Então, Samuel lhes disse que se quisessem realmente voltar para o Senhor, que abandonassem seus ídolos, suas imagens e servissem somente a Ele. Quando tal acontecesse, o Senhor os livraria dos filisteus.
Finalmente, tomaram uma posição. Desfizeram-se das imagens de Baal e de Astarote. Serviram apenas ao Senhor.
Quando tomaram essa atitude, Samuel os convocou a irem a Mispá. Lá oraria por eles.
Israel foi a Mispá. Tiraram água do poço e a ofereceram ao Senhor. Jejuaram o dia todo. E confessaram seus pecados.
Quando os filisteus souberam que estavam reunidos em Mispá, mobilizaram seu exército. Avançaram para atacá-los.
Sempre que nos posicionamos diante do Senhor, nosso inimigo irá se mobilizar para nos atacar. Não consegue nos ver posicionados diante do Senhor e não tentar algo para nos desestabilizar. Nos fazer desistir. Recuar.
Nós não podemos desistir. O Senhor está conosco. E lutará por nós.
Quando os israelitas souberam que os filisteus se aproximavam, ficaram apavorados. Pediram, na verdade, imploraram que Samuel não parasse de orar ao Senhor pedindo que os livrasse dos filisteus.
Samuel ofereceu um sacrifício ao Senhor. E suplicou a favor de Israel. O Senhor o ouviu.
Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegaram para atacar. Sabe o que aconteceu?
Naquele dia foi diferente. Israel não fugiu, cada um para sua tenda. O Senhor falou do céu com voz forte de trovão, trazendo pavor aos filisteus, que foram derrotados diante do exército de Israel.
Samuel tomou uma pedra grande, colocou entre a cidade de Mispá e Jesana. Ele deu o nome de Ebenézer à pedra, dizendo: “Até aqui o Senhor nos ajudou”. É o que tem feito por nós também.
Por um bom tempo os filisteus não atacaram Israel. Durante toda a vida de Samuel, o Senhor esteve contra os filisteus. O Senhor se posicionou. Porque o povo se posicionou diante dEle.
Quando nos posicionamos em oração diante dEle, dispostos a buscá-lo e a servir somente a Ele, o Senhor se volta a nosso favor, lutando, Ele mesmo, contra nossos inimigos.
Samuel continuava como Juiz sobre Israel. Viajava todos os anos para julgar, em três lugares. Ia a Betel, depois a Gilgal e por fim, em Mispá. Depois, voltava para sua casa. Morava em Ramá. Ali, em sua casa, construiu um altar ao Senhor.
Precisamos ser como Samuel, construindo um altar em nossa casa. Ali, onde os que convivem conosco, dia a dia, nos conhecem melhor.
É em casa que somos mais fiéis à nossa identidade. Por isso, é em nossa casa que precisamos construir um altar ao Senhor.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
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sexta-feira, 8 de março de 2019
Juízes 13.1-25
Leitura do dia 08/03.
Na postagem anterior, lemos sobre Jefté e seu voto precipitado.
Continuamos agora através do capítulo treze de Juízes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-111-1215.html
Novamente os israelitas fizeram o que é mal aos olhos do Senhor. Foram entregues nas mãos dos filisteus. Sofrerão opressão durante quarenta anos.
Nessa época, havia um homem chamado Manoá. Vivia na terra de Zorá. Era da tribo de Dã.
Sua mulher era estéril.
Um dia o anjo do Senhor apareceu e disse que ela teria um filho. Não deveria beber nada fermentado, nem comer nada impuro. Quando o menino nascesse, não cortaria o cabelo. Seria nazireu desde o ventre. Ele começaria a livrar Israel dos filisteus.
Ela saiu correndo e contou a seu marido. Ele orou. Pediu ao Senhor que o anjo de Deus aparecesse novamente e lhes dessem mais instruções. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/a-paciencia-de-deus-conosco.html
O Senhor atendeu seu pedido. Quando sua mulher estava no campo, o anjo do Senhor apareceu novamente. Ela correu e foi contar a seu marido. Que voltou correndo com ela.
Quando viu o anjo do Senhor perguntou-lhe se era o homem que falara com sua esposa antes. Ele respondeu que sim.
Manoá perguntou o que fariam quando o menino nascesse. O anjo do Senhor respondeu que sua esposa deveria seguir às instruções que lhe dera. Obedecer todas às suas ordens.
Manoá pediu que o anjo do Senhor esperasse. Queria preparar algo. Ele esperou. Disse que não comeria, mas poderiam oferecer o alimento em holocausto ao Senhor.
Manoá ainda não havia percebido que aquele “homem” era o anjo do Senhor. Perguntou seu nome. Ele não respondeu. Disse que era tão maravilhoso que Manoá não conseguiria entender.
Eles tomaram um cabrito e uma oferta de cereal. Apresentaram o holocausto sobre uma rocha. Ficaram observando. Fogo subiu do altar. Quando as chamas subiram ao céu, o anjo do Senhor subiu também.
Quando viram, curvaram seus rostos.
Manoá ficou apavorado. Viram o Senhor. Com certeza morreriam.
Sua mulher disse a ele que não. Se o Senhor desejasse matá-los, não aceitaria o holocausto que ofereceram, nem apareceria a eles. Muito menos, revelaria aquelas maravilhas.
Ela, de fato, engravidou. Quando seu filho nasceu, colocou o nome de Sansão.
Enquanto crescia, o Senhor o abençoou. O Espírito do Senhor começou a agir nele.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, lemos sobre Jefté e seu voto precipitado.
Continuamos agora através do capítulo treze de Juízes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-111-1215.html
Novamente os israelitas fizeram o que é mal aos olhos do Senhor. Foram entregues nas mãos dos filisteus. Sofrerão opressão durante quarenta anos.
Nessa época, havia um homem chamado Manoá. Vivia na terra de Zorá. Era da tribo de Dã.
Sua mulher era estéril.
Um dia o anjo do Senhor apareceu e disse que ela teria um filho. Não deveria beber nada fermentado, nem comer nada impuro. Quando o menino nascesse, não cortaria o cabelo. Seria nazireu desde o ventre. Ele começaria a livrar Israel dos filisteus.
Ela saiu correndo e contou a seu marido. Ele orou. Pediu ao Senhor que o anjo de Deus aparecesse novamente e lhes dessem mais instruções. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/a-paciencia-de-deus-conosco.html
O Senhor atendeu seu pedido. Quando sua mulher estava no campo, o anjo do Senhor apareceu novamente. Ela correu e foi contar a seu marido. Que voltou correndo com ela.
Quando viu o anjo do Senhor perguntou-lhe se era o homem que falara com sua esposa antes. Ele respondeu que sim.
Manoá perguntou o que fariam quando o menino nascesse. O anjo do Senhor respondeu que sua esposa deveria seguir às instruções que lhe dera. Obedecer todas às suas ordens.
Manoá pediu que o anjo do Senhor esperasse. Queria preparar algo. Ele esperou. Disse que não comeria, mas poderiam oferecer o alimento em holocausto ao Senhor.
Manoá ainda não havia percebido que aquele “homem” era o anjo do Senhor. Perguntou seu nome. Ele não respondeu. Disse que era tão maravilhoso que Manoá não conseguiria entender.
Eles tomaram um cabrito e uma oferta de cereal. Apresentaram o holocausto sobre uma rocha. Ficaram observando. Fogo subiu do altar. Quando as chamas subiram ao céu, o anjo do Senhor subiu também.
Quando viram, curvaram seus rostos.
Manoá ficou apavorado. Viram o Senhor. Com certeza morreriam.
Sua mulher disse a ele que não. Se o Senhor desejasse matá-los, não aceitaria o holocausto que ofereceram, nem apareceria a eles. Muito menos, revelaria aquelas maravilhas.
Ela, de fato, engravidou. Quando seu filho nasceu, colocou o nome de Sansão.
Enquanto crescia, o Senhor o abençoou. O Espírito do Senhor começou a agir nele.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Levítico 15.1-17.16
Leitura do dia 01/02.
Na postagem anterior, vimos as leis referentes à alimentação de animais, à purificação da mulher após o parto e às doenças graves de pele, roupa e casa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-111-1457.html
Hoje, continuamos do capítulo quinze ao capítulo dezessete de Levítico.
As regras continuam.
Precisamos ter em mente que uma nação nasceu. E precisa de leis para viver e relacionar-se.
A pureza cerimonial é muito importante. Não apenas pelas cerimônias, mas contém regras que contribuem para a saúde da comunidade.
Se um homem tivesse fluxo corporal estava impuro. Enquanto estivesse com o fluxo, continuaria impuro. Quando o fluxo cessasse, contaria sete dias para ser considerado puro. Lavaria suas roupas e se lavaria. No oitavo dia, apresentaria seu holocausto e sua oferta. O sacerdote faria a expiação pelo homem diante do Senhor.
Quando um casal tivesse relações sexuais, deveria se lavar com água. Ficariam impuros até o entardecer.
Quando uma mulher estivesse menstruada, era considerada impura durante sete dias. Se tivesse fluxo por mais tempo, seria impura por todo o tempo em que tivesse o fluxo.
Se um homem tivesse fluxo de sangue, seria impuro enquanto tivesse o fluxo.
Quem fosse impuro, não podia tocar em ninguém. Em nada. Tudo que tocasse era considerado cerimonialmente impuro.
Conseguimos imaginar o que a mulher que teve fluxo de sangue por doze anos precisou suportar?
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/uma-mulher-fraca-cheia-de-coragem.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-ousadia-de-uma-mulher.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-ordem-e-nao-temas.html
Uma vez ao ano, todos deviam guardar um dia. Um sábado para expiação. Um sábado de descanso e lamento pelo pecado. Nesse dia Arão entraria no lugar santíssimo, seguindo todas as instruções para não morrer. Faria expiação, primeiro por ele e sua família, para então fazer pelo povo.
Ele não podia entrar no lugar santíssimo na hora que quisesse. Entrava neste dia. Depois de se banhar, vestir as roupas santas. E apresentar o holocausto e a oferta pelo pecado.
Nesta cerimônia, escolheriam dois bodes. Através de sorteio, um seria oferecido em holocausto.
Outro seria o “bode expiatório”. Arão colocaria sua mão sobre sua cabeça, transferindo o pecado de toda a nação para ele. Alguém escolhido previamente, levaria o bode para longe do acampamento. Antes de voltar ao acampamento, lavaria suas roupas e se lavaria.
Não deveriam mais oferecer sacrifícios a ídolos em forma de bode. Era considerado prostituição. Pertenciam ao Senhor que os resgatara. A mais ninguém.
Graças a Deus por Jesus que leva para longe de nós, nossa culpa e nosso pecado. Uma vez por todas!
"Ele não precisa oferecer sacrifícios diariamente, ao contrário dos outros sumos sacerdotes, que os ofereciam primeiro por seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo. Ele, porém, o fez de uma vez por todas quando ofereceu a si mesmo como sacrifício". - Hebreus 7.27
O Senhor também ordena que os que desejarem comer carne, o comam diante do Senhor. Ofereçam como oferta de paz. E comam diante do Senhor. Era uma regra para não matarem nenhum animal em campo aberto. Cuidado com a saúde e a higiene.
Entregando o animal ao sacerdote, o sangue seria aspergido no altar e a gordura queimada. Assim, não haveria culpa diante do Senhor.
Se alguém matasse em campo aberto, seria culpado por assassinato. E morreria.
Mais uma vez o Senhor reforça a ordem de não comer o sangue de qualquer animal. É no sangue que está a vida. O sangue no altar faz expiação pelo pecado.
Se alguém fosse caçar e comesse algum animal, deveria derramar o sangue na terra e cobrir em seguida.
Essas leis seriam observadas pelo israelita de nascença e pelo estrangeiro que vivia no meio deles.
Não podiam ser observadas por um e ignoradas por outro. Era para todos.
Que sejamos puros aos olhos do Senhor. Que nossas vidas sejam apenas dEle. De mais ninguém.
Amanhã continuamos. Do capítulo dezoito ao vinte e um de Levítico.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos as leis referentes à alimentação de animais, à purificação da mulher após o parto e às doenças graves de pele, roupa e casa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-111-1457.html
Hoje, continuamos do capítulo quinze ao capítulo dezessete de Levítico.
As regras continuam.
Precisamos ter em mente que uma nação nasceu. E precisa de leis para viver e relacionar-se.
A pureza cerimonial é muito importante. Não apenas pelas cerimônias, mas contém regras que contribuem para a saúde da comunidade.
Se um homem tivesse fluxo corporal estava impuro. Enquanto estivesse com o fluxo, continuaria impuro. Quando o fluxo cessasse, contaria sete dias para ser considerado puro. Lavaria suas roupas e se lavaria. No oitavo dia, apresentaria seu holocausto e sua oferta. O sacerdote faria a expiação pelo homem diante do Senhor.
Quando um casal tivesse relações sexuais, deveria se lavar com água. Ficariam impuros até o entardecer.
Quando uma mulher estivesse menstruada, era considerada impura durante sete dias. Se tivesse fluxo por mais tempo, seria impura por todo o tempo em que tivesse o fluxo.
Se um homem tivesse fluxo de sangue, seria impuro enquanto tivesse o fluxo.
Quem fosse impuro, não podia tocar em ninguém. Em nada. Tudo que tocasse era considerado cerimonialmente impuro.
Conseguimos imaginar o que a mulher que teve fluxo de sangue por doze anos precisou suportar?
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/uma-mulher-fraca-cheia-de-coragem.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-ousadia-de-uma-mulher.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-ordem-e-nao-temas.html
Uma vez ao ano, todos deviam guardar um dia. Um sábado para expiação. Um sábado de descanso e lamento pelo pecado. Nesse dia Arão entraria no lugar santíssimo, seguindo todas as instruções para não morrer. Faria expiação, primeiro por ele e sua família, para então fazer pelo povo.
Ele não podia entrar no lugar santíssimo na hora que quisesse. Entrava neste dia. Depois de se banhar, vestir as roupas santas. E apresentar o holocausto e a oferta pelo pecado.
Nesta cerimônia, escolheriam dois bodes. Através de sorteio, um seria oferecido em holocausto.
Outro seria o “bode expiatório”. Arão colocaria sua mão sobre sua cabeça, transferindo o pecado de toda a nação para ele. Alguém escolhido previamente, levaria o bode para longe do acampamento. Antes de voltar ao acampamento, lavaria suas roupas e se lavaria.
Não deveriam mais oferecer sacrifícios a ídolos em forma de bode. Era considerado prostituição. Pertenciam ao Senhor que os resgatara. A mais ninguém.
Graças a Deus por Jesus que leva para longe de nós, nossa culpa e nosso pecado. Uma vez por todas!
"Ele não precisa oferecer sacrifícios diariamente, ao contrário dos outros sumos sacerdotes, que os ofereciam primeiro por seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo. Ele, porém, o fez de uma vez por todas quando ofereceu a si mesmo como sacrifício". - Hebreus 7.27
O Senhor também ordena que os que desejarem comer carne, o comam diante do Senhor. Ofereçam como oferta de paz. E comam diante do Senhor. Era uma regra para não matarem nenhum animal em campo aberto. Cuidado com a saúde e a higiene.
Entregando o animal ao sacerdote, o sangue seria aspergido no altar e a gordura queimada. Assim, não haveria culpa diante do Senhor.
Se alguém matasse em campo aberto, seria culpado por assassinato. E morreria.
Mais uma vez o Senhor reforça a ordem de não comer o sangue de qualquer animal. É no sangue que está a vida. O sangue no altar faz expiação pelo pecado.
Se alguém fosse caçar e comesse algum animal, deveria derramar o sangue na terra e cobrir em seguida.
Essas leis seriam observadas pelo israelita de nascença e pelo estrangeiro que vivia no meio deles.
Não podiam ser observadas por um e ignoradas por outro. Era para todos.
Que sejamos puros aos olhos do Senhor. Que nossas vidas sejam apenas dEle. De mais ninguém.
Amanhã continuamos. Do capítulo dezoito ao vinte e um de Levítico.
Espero você. Até lá.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
Levítico 8.1-10.20
Leitura do dia 30/01.
Na postagem anterior vimos sobre as ofertas pelo pecado e pela culpa, além dos holocaustos. Ninguém precisava ficar culpado. Percebia a culpa, confessava e oferecia sua oferta.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-41-738.html
Agora, continuaremos através das páginas dos capítulos de oito a dez de Levítico.
Como o Senhor havia ordenado, Arão e seus filhos foram consagrados. Exatamente de acordo com os rituais prescritos. Cada detalhe. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html
Essa cerimônia foi feita diante de todo o povo. Durou sete dias.
Depois da consagração, Arão e seus filhos começaram seu serviço. No oitavo dia, apresentaram ofertas por eles e pelo povo. Fizeram expiação por si mesmo e pelo povo. Tudo conforme o Senhor havia ordenado a Moisés.
Por fim, Arão ergueu as mãos na direção do povo e o abençoou. Agora estava no lugar certo, fazendo o que foi separado para fazer. Representar o povo diante do Senhor, fazer expiação por ele e abençoá-lo. Não levá-lo ao pecado como havia feito no caso do bezerro de ouro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
Depois de oferecidos os holocaustos e as ofertas, Moisés e Arão entraram na tenda do encontro. Quando voltaram, abençoaram novamente o povo.
A glória do Senhor apareceu a todos. Fogo saiu de Sua presença e consumiu o holocausto e a gordura no altar. À vista de todos.
O povo se alegrou sobremaneira. Gritaram de alegria. Prostraram-se com o rosto no chão e adoraram ao Senhor.
Então, algo terrível aconteceu.
Os dois filhos mais velhos de Arão colocaram brasas em seus incensários e as salpicaram com incenso. Não fizeram como era a prescrição. Apresentaram fogo estranho diante do Senhor. Fogo saiu de Sua presença e os devorou. Eles morreram ali, diante do Senhor.
Moisés disse algo importantíssimo a Arão. Algo que o Senhor havia declarado. Ele mostraria Sua santidade entre os que se aproximassem dEle e Sua glória diante do povo.
O povo vê a glória do Senhor. E se alegra com ela. Mas quem se achega ao Senhor, vê Sua santidade. Sua santidade é algo muito mais sério. Mais perigoso.
Nadabe e Abiú não deram importância à santidade do Senhor. Por isso morreram.
Arão ficou calado. Não respondeu nada. Moisés chamou dois primos e pediu que tirassem Nadabe e Abiú de frente do santuário. Colocassem seus corpos fora do acampamento. Eles os puxaram pelas roupas.
Então, Moisés disse a Arão e a seus dois filhos que restaram, Eleazar e Itamar, que não se descabelassem, não pranteassem. Não fizessem luto. Que os outros parentes fizessem. Eles não. Deveriam permanecer na presença do Senhor. Eles obedeceram.
O Senhor disse a Arão que ele e seus descendentes jamais deveriam beber vinho ou qualquer outra bebida fermentada antes de entrar na tenda do encontro. Se fizessem, morreriam. Eram separados. Deveriam fazer distinção entre o santo e o comum, o impuro e o puro. Também eram os responsáveis para ensinar aos israelitas todos os decretos que o Senhor havia dado através de Moisés.
Consegue entender como eram separados para o Senhor? Como precisavam respeitar Sua santidade?
Acredito que Nadabe e Abiú ofereceram fogo estranho por terem se excedido na bebida e perdido a noção da santidade do Senhor.
Depois disso, Moisés procurou cuidadosamente pelo bode da oferta pelo pecado. Quando viu que havia sido completamente queimado, ficou irritado com Eleazar e Itamar. Eles deveriam ter comido, no lugar santo.
Arão disse que algo terrível havia acontecido com ele. Será que o Senhor aceitaria que eles comessem, como se nada tivesse acontecido? Como se não estivessem tristes?
Moisés aceitou o argumento de Arão.
E assim termina nosso texto de hoje.
Que possamos dar valor ao Senhor. Que possamos enxergar quem somos nEle. Que possamos respeitar Sua santidade. E cumprir nosso papel. De acordo com Suas prescrições.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos onze a quatorze de Levítico.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos sobre as ofertas pelo pecado e pela culpa, além dos holocaustos. Ninguém precisava ficar culpado. Percebia a culpa, confessava e oferecia sua oferta.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-41-738.html
Agora, continuaremos através das páginas dos capítulos de oito a dez de Levítico.
Como o Senhor havia ordenado, Arão e seus filhos foram consagrados. Exatamente de acordo com os rituais prescritos. Cada detalhe. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html
Essa cerimônia foi feita diante de todo o povo. Durou sete dias.
Depois da consagração, Arão e seus filhos começaram seu serviço. No oitavo dia, apresentaram ofertas por eles e pelo povo. Fizeram expiação por si mesmo e pelo povo. Tudo conforme o Senhor havia ordenado a Moisés.
Por fim, Arão ergueu as mãos na direção do povo e o abençoou. Agora estava no lugar certo, fazendo o que foi separado para fazer. Representar o povo diante do Senhor, fazer expiação por ele e abençoá-lo. Não levá-lo ao pecado como havia feito no caso do bezerro de ouro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
Depois de oferecidos os holocaustos e as ofertas, Moisés e Arão entraram na tenda do encontro. Quando voltaram, abençoaram novamente o povo.
A glória do Senhor apareceu a todos. Fogo saiu de Sua presença e consumiu o holocausto e a gordura no altar. À vista de todos.
O povo se alegrou sobremaneira. Gritaram de alegria. Prostraram-se com o rosto no chão e adoraram ao Senhor.
Então, algo terrível aconteceu.
Os dois filhos mais velhos de Arão colocaram brasas em seus incensários e as salpicaram com incenso. Não fizeram como era a prescrição. Apresentaram fogo estranho diante do Senhor. Fogo saiu de Sua presença e os devorou. Eles morreram ali, diante do Senhor.
Moisés disse algo importantíssimo a Arão. Algo que o Senhor havia declarado. Ele mostraria Sua santidade entre os que se aproximassem dEle e Sua glória diante do povo.
O povo vê a glória do Senhor. E se alegra com ela. Mas quem se achega ao Senhor, vê Sua santidade. Sua santidade é algo muito mais sério. Mais perigoso.
Nadabe e Abiú não deram importância à santidade do Senhor. Por isso morreram.
Arão ficou calado. Não respondeu nada. Moisés chamou dois primos e pediu que tirassem Nadabe e Abiú de frente do santuário. Colocassem seus corpos fora do acampamento. Eles os puxaram pelas roupas.
Então, Moisés disse a Arão e a seus dois filhos que restaram, Eleazar e Itamar, que não se descabelassem, não pranteassem. Não fizessem luto. Que os outros parentes fizessem. Eles não. Deveriam permanecer na presença do Senhor. Eles obedeceram.
O Senhor disse a Arão que ele e seus descendentes jamais deveriam beber vinho ou qualquer outra bebida fermentada antes de entrar na tenda do encontro. Se fizessem, morreriam. Eram separados. Deveriam fazer distinção entre o santo e o comum, o impuro e o puro. Também eram os responsáveis para ensinar aos israelitas todos os decretos que o Senhor havia dado através de Moisés.
Consegue entender como eram separados para o Senhor? Como precisavam respeitar Sua santidade?
Acredito que Nadabe e Abiú ofereceram fogo estranho por terem se excedido na bebida e perdido a noção da santidade do Senhor.
Depois disso, Moisés procurou cuidadosamente pelo bode da oferta pelo pecado. Quando viu que havia sido completamente queimado, ficou irritado com Eleazar e Itamar. Eles deveriam ter comido, no lugar santo.
Arão disse que algo terrível havia acontecido com ele. Será que o Senhor aceitaria que eles comessem, como se nada tivesse acontecido? Como se não estivessem tristes?
Moisés aceitou o argumento de Arão.
E assim termina nosso texto de hoje.
Que possamos dar valor ao Senhor. Que possamos enxergar quem somos nEle. Que possamos respeitar Sua santidade. E cumprir nosso papel. De acordo com Suas prescrições.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos onze a quatorze de Levítico.
Espero você. Até lá.
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Tenda do Encontro
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Gênesis 22.1-24
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Abimeleque reconhecer que o Senhor era com Abraão em tudo o que fazia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois de Gênesis. Do versículo um até o final.
Naquele tempo o Senhor provou a Abraão. Ele o chamou. Abraão, como sempre respondeu imediatamente. O Senhor ordenou-lhe que tomasse Isaque, seu único filho (isso mesmo), seu filho amado, fosse até à terra de Moriá e lá, em um dos montes que o Senhor lhe mostraria, oferecesse seu filho como holocausto ao Senhor. É difícil até acreditar que o Senhor tenha pedido tal coisa. Já sabemos o que fala a lei de Moisés. O Senhor era completamente contra sacrifício humano. Mas Moisés ainda não havia nascido. Faltava muito tempo ainda.
Novamente, na manhã seguinte, sem nenhuma procrastinação, sem nenhum lamento, sem tentar nenhuma negociação, Abraão levanta cedo. Prepara seu jumento. Leva consigo dois servos e Isaque. Vai até onde o Senhor lhe ordenara. Eles viajaram três dias. Três dias em que as entranhas de Abraão deviam estar completamente remoídas. Três dias. Ele olhava para Isaque, seu filho amado. Iria oferecê-lo como holocausto ao Senhor. O mesmo Senhor que havia lhe dito que sua descendência dependia de Isaque.
No terceiro dia Abraão viu o lugar onde deveria oferecer seu sacrifício. Ordenou que os moços ficassem. Iria com Isaque, adorariam e voltariam. Sim, foi o que disse. “Vamos adorar e depois voltaremos”.
Como já falei, há momentos em que tenho vontade de dar “uns cascudos” em Abraão. Mas não nesse momento. Estava indo oferecer seu filho em holocausto. E diz que irá adorar e voltar. Com ele. O que Abraão esperava? Ele sabia que o Senhor não mente. O fato de ter crido nas promessas do Senhor com relação à sua descendência o tornara justo aos olhos do Senhor. Então, alguma coisa o Senhor
faria. Que fé! Como não ser considerado amigo do Senhor e Pai da fé? Abraão "concluiu que, se Isaque morresse, Deus tinha poder para trazê-lo de volta à vida. E, em certo sentido, recebeu seu filho de volta dos mortos" (Hebreus 11.19). Aleluias!
Abraão colocou a lenha para o holocausto nos ombros de Isaque, enquanto ele levava o fogo e a faca. Essa cena lhe lembra alguma coisa? Isaque, inocente, levando a lenha para o monte onde seria entregue em holocausto. Nosso Pai deu Seu Único Filho, Seu Filho Amado, em nosso lugar (João 3.16).
Enquanto os dois caminham, em silêncio, Isaque chama seu pai. Abraão responde. Isaque diz que tinham o fogo e a lenha e pergunta: “Mas onde está o cordeiro para o holocausto”? Não conhecia outro tipo de holocausto. Esperava por um cordeiro. Onde está o cordeiro? Abraão responde que o Senhor providenciaria o cordeiro. E continuam caminhando. Não consigo imaginar o coração de Abraão. Ele tem minha admiração. Quando finalmente chegam ao lugar onde o Senhor havia indicado, Abraão constrói um altar. Arruma a lenha sobre ele. E agora? Onde está o cordeiro? Quando o altar e a lenha estão arrumados, Abraão amarra Isaque. Coloca-o no altar sobre a lenha. Pega a faca para sacrificá-lo. Seu filho.
O que será que Isaque pensava? Poderia ter fugido. Não o fez. Estava ali. Como um cordeiro que não abre sua boca quando vai ao matadouro (Isaías 53.7). Novamente lembro-me do meu Senhor, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
No momento em que Abraão ia matar Isaque, o Senhor o chama. Como sempre, imediatamente, ele responde. O Senhor ordena que não toque no rapaz. Agora Ele sabe que Abraão O teme de fato, pois não negou nem mesmo seu único e amado filho. Abraão levanta os olhos. Eis o cordeiro! Estava preso pelos cifres em um arbusto. Ele o oferece em holocausto, em lugar de seu filho. Aquele lugar fica conhecido como “O Senhor providenciará”. O Senhor novamente fala que o abençoará e sua descendência seria multiplicada grandemente. Por meio de seus descendentes, todas as nações da terra serão abençoadas. Tudo porque obedeceu ao Senhor.
Na postagem anterior, vimos Abimeleque reconhecer que o Senhor era com Abraão em tudo o que fazia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois de Gênesis. Do versículo um até o final.
Naquele tempo o Senhor provou a Abraão. Ele o chamou. Abraão, como sempre respondeu imediatamente. O Senhor ordenou-lhe que tomasse Isaque, seu único filho (isso mesmo), seu filho amado, fosse até à terra de Moriá e lá, em um dos montes que o Senhor lhe mostraria, oferecesse seu filho como holocausto ao Senhor. É difícil até acreditar que o Senhor tenha pedido tal coisa. Já sabemos o que fala a lei de Moisés. O Senhor era completamente contra sacrifício humano. Mas Moisés ainda não havia nascido. Faltava muito tempo ainda.
Novamente, na manhã seguinte, sem nenhuma procrastinação, sem nenhum lamento, sem tentar nenhuma negociação, Abraão levanta cedo. Prepara seu jumento. Leva consigo dois servos e Isaque. Vai até onde o Senhor lhe ordenara. Eles viajaram três dias. Três dias em que as entranhas de Abraão deviam estar completamente remoídas. Três dias. Ele olhava para Isaque, seu filho amado. Iria oferecê-lo como holocausto ao Senhor. O mesmo Senhor que havia lhe dito que sua descendência dependia de Isaque.
No terceiro dia Abraão viu o lugar onde deveria oferecer seu sacrifício. Ordenou que os moços ficassem. Iria com Isaque, adorariam e voltariam. Sim, foi o que disse. “Vamos adorar e depois voltaremos”.
Como já falei, há momentos em que tenho vontade de dar “uns cascudos” em Abraão. Mas não nesse momento. Estava indo oferecer seu filho em holocausto. E diz que irá adorar e voltar. Com ele. O que Abraão esperava? Ele sabia que o Senhor não mente. O fato de ter crido nas promessas do Senhor com relação à sua descendência o tornara justo aos olhos do Senhor. Então, alguma coisa o Senhor
faria. Que fé! Como não ser considerado amigo do Senhor e Pai da fé? Abraão "concluiu que, se Isaque morresse, Deus tinha poder para trazê-lo de volta à vida. E, em certo sentido, recebeu seu filho de volta dos mortos" (Hebreus 11.19). Aleluias!
Enquanto os dois caminham, em silêncio, Isaque chama seu pai. Abraão responde. Isaque diz que tinham o fogo e a lenha e pergunta: “Mas onde está o cordeiro para o holocausto”? Não conhecia outro tipo de holocausto. Esperava por um cordeiro. Onde está o cordeiro? Abraão responde que o Senhor providenciaria o cordeiro. E continuam caminhando. Não consigo imaginar o coração de Abraão. Ele tem minha admiração. Quando finalmente chegam ao lugar onde o Senhor havia indicado, Abraão constrói um altar. Arruma a lenha sobre ele. E agora? Onde está o cordeiro? Quando o altar e a lenha estão arrumados, Abraão amarra Isaque. Coloca-o no altar sobre a lenha. Pega a faca para sacrificá-lo. Seu filho.
O que será que Isaque pensava? Poderia ter fugido. Não o fez. Estava ali. Como um cordeiro que não abre sua boca quando vai ao matadouro (Isaías 53.7). Novamente lembro-me do meu Senhor, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
No momento em que Abraão ia matar Isaque, o Senhor o chama. Como sempre, imediatamente, ele responde. O Senhor ordena que não toque no rapaz. Agora Ele sabe que Abraão O teme de fato, pois não negou nem mesmo seu único e amado filho. Abraão levanta os olhos. Eis o cordeiro! Estava preso pelos cifres em um arbusto. Ele o oferece em holocausto, em lugar de seu filho. Aquele lugar fica conhecido como “O Senhor providenciará”. O Senhor novamente fala que o abençoará e sua descendência seria multiplicada grandemente. Por meio de seus descendentes, todas as nações da terra serão abençoadas. Tudo porque obedeceu ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Eles voltam até os servos que os esperavam. De lá foram para Berseba, onde Abraão continuou a morar. Pouco tempo depois, Abraão fica sabendo que Milca, mulher de Naor, seu irmão, havia lhe dado filhos.
O Senhor pediu a Abraão o que lhe era mais precioso. Abraão imediatamente entregou. Tomou a decisão e foi até o final, sem mudar de ideia. Sem fugas. Sem arrependimento. Sem barganhas. Sabia em quem cria. E nós? Temos essa mesma coragem? Essa fé inabalável no Senhor? E somos como Isaque? Nos deixamos ser sacrificados, sabendo que há uma promessa sobre nós?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Eles voltam até os servos que os esperavam. De lá foram para Berseba, onde Abraão continuou a morar. Pouco tempo depois, Abraão fica sabendo que Milca, mulher de Naor, seu irmão, havia lhe dado filhos.
O Senhor pediu a Abraão o que lhe era mais precioso. Abraão imediatamente entregou. Tomou a decisão e foi até o final, sem mudar de ideia. Sem fugas. Sem arrependimento. Sem barganhas. Sabia em quem cria. E nós? Temos essa mesma coragem? Essa fé inabalável no Senhor? E somos como Isaque? Nos deixamos ser sacrificados, sabendo que há uma promessa sobre nós?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Será que Deus responde?
Ontem vimos um novo personagem, que não é um rei, tomar o protagonismo.
Obadias era o administrador de Acabe. Cuidou de cem profetas refugiados.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-administrador-corajoso.html
Elias ordenou (ao rei) que reunisse o povo no monte Carmelo.
Hoje, caminharemos através das páginas do capitulo dezoito. A partir do versículo vinte e um. Até o versículo quarenta.
Quando todos estavam reunidos no monte Carmelo, Elias, o profeta, que apareceu na história dos reis de Israel alguns capítulos atrás, perguntou: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, seguí-O; e, se Baal, seguí-o”.
O povo não lhe respondeu.
Elias continuou. Disse que somente ele havia ficado por profeta do Senhor (os outros cem estavam refugiados). Os profetas de Baal eram quatrocentos e cinquenta.
Propôs que separassem dois bezerros. Os profetas de Baal poderiam escolher primeiro. Deveriam dividir o bezerro em pedaços e colocar sobre uma lenha. Porém, não deveriam colocar fogo.
Elias prepararia o outro bezerro. Também não colocaria fogo.
Eles invocariam o deus deles e ele invocaria o nome do Senhor. O deus que respondesse com fogo, esse seria o verdadeiro Deus.
O povo gostou do desafio.
Elias disse que os profetas de Baal escolhessem o bezerro e o preparassem. Afinal, eles eram muitos.
Tomaram o bezerro e o prepararam. Invocaram o nome de Baal. Desde a manhã até ao meio-dia. Eles diziam: “Ah! Baal, responde-nos!” Saltavam sobre o altar que haviam feito. Nada acontecia.
Quando deu meio-dia, Elias começou a dizer que deviam clamar em altas vozes. Afinal, Baal era um deus. Podia ser que estivesse falando com outras pessoas, ou que estivesse fazendo alguma outra atividade, ocupado, ou ainda que estivesse viajando ou quem sabe, até dormindo.
Eles clamavam em grandes vozes. Retalhavam-se com facas e lancetas, até derramarem sangue sobre si, conforme o costume. Mas nada acontecia. Não houve voz, nem resposta. Nada.
Então Elias ordenou que todo o povo chegasse até ele.
O altar do Senhor estava quebrado. Ele o reparou. Tomou doze pedras, representando o número das tribos dos filhos de Israel. Com essas pedras, edificou o altar em nome do Senhor. Fez também um rego em volta do altar, segundo a largura de duas medidas de semente. Armou a lenha. Dividiu o bezerro em pedaços. Colocou-o sobre a lenha.
Ordenou que enchessem de água quatro cântaros e derramassem sobre o holocausto e sobre a lenha. Mandou que fizessem uma segunda vez e uma terceira vez. Era tanta água que corria ao redor do altar. Até o rego ficou cheio.
Aconteceu que, oferecendo-se a oferta de manjares, Elias orou.
Pediu que o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifestasse naquele momento que Ele era Deus em Israel e que Elias era Seu servo, e havia feito tudo o que fez, de acordo com a palavra do Senhor.
Pediu que o Senhor o respondesse. Para que o povo conhecesse que o Senhor é Deus e que Ele havia se afastado do povo.
Elias não precisou pedir uma segunda vez. Não precisou gritar. Nem retalhar-se. Assim que acabou de orar, caiu fogo do Senhor. Consumiu o holocausto. A lenha. As pedras. O pó. E ainda lambeu a água que estava no rego.
Quando todos viram, ficaram abismados! Caíram sobre seus rostos, declarando que só o Senhor é Deus.
Elias lhes disse que prendessem os profetas de Baal. Que nenhum deles escapasse. Foi o que fizeram. Ele os fez descer até ao ribeiro de Quisom. Ali os matou.
É maravilhoso ver a manifestação do Senhor dessa maneira. Não havia mais como duvidar. Será que agora o povo de Israel se arrependerá e voltará seus olhos para o Senhor?
E quanto à chuva? O Senhor havia dito a Elias que deveria procurar Acabe porque faria chover, mas o que caiu do céu foi fogo, não chuva.
Choverá? A estiagem vai terminar?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
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